Capim- Sudão

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Potencial forrageiro de híbridos de sorgo com capim-sudão.

Potencial forrageiro de híbridos de sorgo com capim-sudão.

A restrição do consumo de nutrientes constitui, provavelmente, o principal fator capaz de limitar a produção de animais em pastejo, principalmente em regiões tropicais, onde ocorrem alterações significativas na composição e na disponibilidade das forrageiras ao longo do ano (t'Mannetje, 1983). O uso de forragem cultivada visa reduzir o efeito sazonal na produtividade e na qualidade das pastagens, aumentando a eficiência e a sustentabilidade produtiva e econômica da atividade pecuária. Os híbridos de sorgo com capim-sudão apresentam rápido estabelecimento da cultura, alta velocidade de crescimento, boa capacidade de perfilhamento, resistência à seca, pouca exigência quanto à qualidade do solo e bom valor nutritivo como características desejáveis às plantas forrageiras (Bogdan, 1977; Wheeler, 1980). Esses híbridos têm sido utilizados no Sul do País como forragem cultivada de verão, com o objetivo de suprir as deficiências dos campos nativos da região (Zago, 1997). No Brasil Central, os híbridos de sorgo com capim-sudão, utilizados em corte ou pastejo, são adequados para atender à demanda por volumoso, que ocorre no final do outono, início do inverno, quando a disponibilidade de forragem no campo não é suficiente (Rodrigues, 2000), ou para garantir o suprimento de forragem no início do verão, período em que as pastagens ainda não se apresentam com o desenvolvimento satisfatório (Zago, 1997).
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Avaliação agronômica e nutricional de híbridos de sorgo com capim-sudão normais e mutante bmr em quatro idades de corte

Avaliação agronômica e nutricional de híbridos de sorgo com capim-sudão normais e mutante bmr em quatro idades de corte

A época de plantio exerce muita influência sobre a produtividade de forragem em decorrência de fatores climáticos, especialmente umidade, temperatura e luminosidade. Entretanto, procura-se aliar a época de plantio com a demanda de forragem. No Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, o sorgo de corte e pastejo pode ser semeado no início da primavera, no mês setembro, para ser utilizado durante o verão, enquanto forrageiras anuais apropriadas são utilizadas durante o inverno (Pereira et al., 1993). No Brasil Central, o plantio pode ser realizado no final da estação chuvosa, de forma que permita três cortes ou ciclos de pastejo nos meses que antecedem o inverno. Nesse caso, pode-se realizar plantio de sucessão, após a retirada de uma cultura precoce de verão. Para Silva (1988), a sucessão de culturas constitui uma prática agrícola que permite a utilização mais racional da terra, o aproveitamento da adubação residual da cultura anterior e a otimização no uso de equipamentos agrícolas. Alternativamente, o plantio pode ser feito no final do inverno e início da primavera, nos meses de agosto e setembro, para suprir a falta de forragem que ocorre no início do verão, quando já se esgotaram as reservas para a seca e as pastagens perenes ainda não se apresentam bem desenvolvidas (Zago, 1997). Nesse sentido, os híbridos de sorgo com capim-sudão não devem ser entendidos como uma solução forrageira única e concorrente de outras fontes de alimentos volumosos. Para sistemas de produção em regiões subtropicais, (Sul do Brasil) o sorgo de corte e pastejo complementa os pastos de verão, mas não substitui os pastos de inverno. No Sudeste e em todo o Brasil Central, deve ser encarado como uma solução complementar às pastagens tropicais perenes na transição águas/secas, e complementar às forragens conservadas ou cana-de-açúcar na transição secas/águas, de forma a prolongar o período de oferta de forragem de alto valor nutritivo na propriedade e reduzir o tempo de utilização de outros recursos forrageiros suplementares, como os já citados anteriormente (Lima et al., 2005)
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Variabilidade genética na busca de eficiência à produção de sementes e biomassa de capim Sudão.

Variabilidade genética na busca de eficiência à produção de sementes e biomassa de capim Sudão.

nos caracteres CP, NNP e ICP, o mesmo observado entre os anos de cultivo na população AR (Tabela 1) parecendo indicar que, simultaneamente, há uma estabilidade maior de expressão dessas variáveis e com reduzida variabilidade genética a partir das populações. Na população UR, em 2010, houve incremento signiicativo dos valores médios sobre a AR para as MP, NGP e MGP; além disto, a variância detectada pela população UR na MP e MGP também foi superior porém de pequena magnitude. Tal condição sugere a presença de alelos de grande efeito no fenótipo, ou seja, uma tendência qualitativa que facilita a seleção mas com menor variabilidade. Por outro lado e embora indicando média signiicativa mais reduzida no NGP, a população AR mostrou variância de magnitude bem superior sugerindo maior variabilidade nesta população na identiicação de genótipos potenciais em expressar maior NGP. Quando a variância é pouco modiicada com alterações somente nas médias, a expressão do fenótipo é decorrente de poucos genes de grande expressão; outrossim, quando a diferença entre médias é observada com efeitos pronunciados da variância o envolvimento de um número maior de genes de pequeno efeito, é esperado, caracterizando tendência quantitativa (Gregory, 1967; Hartwig et al., 2007). A ideia quanto ao número de genes está diretamente ligada à predição do ganho de seleção fornecendo subsídios da maior participação dos efeitos genéticos (caráter qualitativo) ou ambientais (caráter quantitativo) na composição do fenótipo, condições que inluenciam na tomada de decisões nos programas de melhoramento (Ramalho et al., 2012). Ressaltam-se, contudo, as diferenças genéticas entre essas populações justamente nos caracteres que expressaram a maior contribuição sobre a variabilidade da inlorescência; desta forma, a possibilidade de cruzamentos direcionados entre genótipos elite de ambas as populações, pode agregar alelos que incrementem simultaneamente o número e a massa de grãos na recuperação de genótipos mais produtivos de capim Sudão.
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Características produtivas de pastagens de milheto ou capim sudão submetidas ao pastejo contínuo de vacas para abate.

Características produtivas de pastagens de milheto ou capim sudão submetidas ao pastejo contínuo de vacas para abate.

As pastagens anuais de estação quente devem apresentar alta capacidade de suporte e qualidade suficiente para que os animais possam expressar seus potenciais genéticos dentro de um modelo viável de sistema de produção. No Rio Grande do Sul, há décadas o milheto (Pennisetum glaucum (L.) R. BR) é reconhecido como forrageira de grande potencial para a produção de bovinos de corte 1 . A elevada capacidade de suporte aliada a satisfatórios ganhos de peso vivo por hectare/dia torna viável a utilização dessa espécie em diferentes sistemas de produção, no período entre dezembro a abril. Entretanto, as constantes estiagens ocorridas justamente nesses meses, que assolaram o estado nessa última década, fizeram com que os produtores buscassem alternativas à alimentação dos bovinos para esse período, fazendo com que espécies como o capim sudão (Sorghum bicolor cv. sudanense) despontassem como uma possível alternativa para a alimentação dos bovinos.
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Composição bromatológica e cinética de fermentação ruminal de híbridos de sorgo com capim-sudão.

Composição bromatológica e cinética de fermentação ruminal de híbridos de sorgo com capim-sudão.

Avaliou-se o valor nutritivo de 23 genótipos experimentais e dois cultivares controle (AG2501C e BRS800) de híbridos de sorgo com capim-sudão (Sorghum bicolor cv. Bicolor × Sorghum bicolor cv. Sudanense), manejados em regime de corte. Foram realizadas análises de composição bromatológica e determinada a cinética de fermentação ruminal da matéria seca (MS) pela técnica in vitro semi- automática de produção de gases. A produção acumulada de gases foi analisada segundo delineamento experimental de blocos ao acaso em esquema de parcela subdividida. Para as demais características foi utilizado delineamento inteiramente ao acaso. As médias foram comparadas pelo teste de Scott-Knott. Os genótipos CMSXS212*CMSXS912 e ATF14*CMSXS912 apresentaram os mais altos (P<0,05) teores de MS. Os genótipos (A3TX430*CMSXS225)*CMSXS912, (A3TX430*CMSXS227)*CMSXS912, (BR007*CMSXS217)*CMSXS912, CMSXS210*CMSXS912, CMSXS157*CMSXS912, CMSXS215*CMSXS912, ATF14*CMSXS912, CMSXS205*CMSXS912, CMSXS156*CMSXS912, CMSXS107*CMSXS912, CMSXS216*CMSXS912 apresentaram os mais elevados (P<0,05) teores de proteína bruta. Não houve variação entre os híbridos quanto à concentração dos componentes da parede celular, aos parâmetros cinéticos de fermentação ruminal e à degradabilidade efetiva da MS.
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Potencial forrageiro de um híbrido de sorgo com capim-sudão portador da mutação bmr colhido em quatro estádios de maturação

Potencial forrageiro de um híbrido de sorgo com capim-sudão portador da mutação bmr colhido em quatro estádios de maturação

O sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) é uma gramínea de origem africana e asiática que foi introduzida no Brasil no início do século XVII e vem sendo utilizada principalmente para produção de grãos e de forragem. É uma espécie anual ou perene de vida curta capaz de produzir em uma grande variedade de solos. É bastante resistente ao estresse hídrico, sendo que alguns cultivares desenvolvem-se com precipitações abaixo de 350 mm anuais. Morfologicamente o sorgo é caracterizado por apresentar hastes grossas e folhas largas, à semelhança do milho (Zea mays L.), e sua principal forma de utilização como forrageira é para produção de silagem. O capim-sudão (Sorghum sudanense Piper Stapf) é uma espécie originária do Sudão e sul do Egito que foi introduzida nos Estados Unidos em 1909 e logo em seguida trazida para o Brasil, Argentina e Uruguai. É uma planta de ciclo anual que também pode desenvolver-se em uma grande variedade de solos e em locais com baixa pluviosidade. Apresenta numerosos colmos eretos que podem atingir 2 a 3 m de altura e 3 a 9 mm de diâmetro, folhas longas (30 a 60 cm) e estreitas (8 a 15 mm), rápido crescimento, alta capacidade de perfilhamento e excelente recuperação após corte ou pastejo, o que permite utilizações sucessivas. Consequentemente, é mais adaptado para utilização na forma pastejo direto, corte verde e produção de feno (Araújo, 1972; Bogdan, 1977).
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AVALIAÇÃO DO EFEITO DE BENTAZONA COMO ANTÍDOTO A HERBICIDAS APLICADOS EM PÓS-EMERGÊNCIA EM MILHO E CAPIM SUDÃO

AVALIAÇÃO DO EFEITO DE BENTAZONA COMO ANTÍDOTO A HERBICIDAS APLICADOS EM PÓS-EMERGÊNCIA EM MILHO E CAPIM SUDÃO

Pesquisas com Imazetapir realizadas por SILVA et al. (1999) constataram que Imazetapir apresenta prolongado efeito residual no solo e decorridos 150 dias da aplicação na lavoura da soja reduziu o porte do milho e do sorgo semeados em sucessão. Já no presente trabalho a aplicação de Imazetapir deu-se sobre as culturas em pós-emergência, uma condição extrema para o milho e o capim sudão, com o objetivo de testar a mistura de Bentazona como antídoto, o que não se verificou, havendo a redução significativa do número de folhas, do porte, além de gravíssimas injúrias que levaram as plantas à morte.
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Parâmetros comportamentais de vacas de descarte em pastagens de milheto ou capim sudão.

Parâmetros comportamentais de vacas de descarte em pastagens de milheto ou capim sudão.

Observa-se na Tabela 6 que a utilização de pastagem de milheto ou capim sudão não alterou o número de estações alimentares (8,69 e 8,17 por minuto, respectivamente) e a taxa de bocados (36,82 e 35,88 por minuto, respectivamente). As semelhanças nas características quantitativas e qualitativas das pastagens, assim como as de desempenho das vacas em função dos tratamentos (PACHECO, 2013), estenderam-se também para as variáveis relacionadas aos parâmetros comportamentais. Características como composição botânica das pastagens (ARNOLD & DUDZINSKY, 1967), estádio vegetativo (HODGSON, 1990) e disponibilidade e acessibilidade de folhas (ROGUET et al., 1998) estão dentre as principais características que afetam as estratégias de alimentação de bovinos, em pastejo contínuo. Quando essas características demonstram semelhanças, estendem-se também ao comportamento ingestivo dos animais (HODGSON, 1990). BRÂNCIO et al. (2003) observaram semelhanças no comportamento ingestivo de bovinos em função da cultivar da espécie forrageira de Panicum maximum Jacq. (Tanzânia, Mombaça ou
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Efeito da Idade de um Híbrido de Sorgo com Capim-Sudão em sua Ação Alelopática

Efeito da Idade de um Híbrido de Sorgo com Capim-Sudão em sua Ação Alelopática

RESUMO - Os capins híbridos obtidos pelo cruzamento entre Sorghum sudanensis (capim- sudão) e genótipos de Sorghum bicolor possuem alto potencial para produção de biomassa e para controle de plantas daninhas pela produção de substâncias fitotóxicas, como o sorgoleone (uma hidroquinona de cadeia longa). Sementes de alface (Lactuca sativa), tomate (Lycopersicum sculentum), beldroega (Portulaca oleracea) e caruru (Amaranthus retroflexus) foram submetidas a tratamentos com extratos aquosos da parte aérea e das raízes do híbrido de sorgo com capim-sudão, cv. Trudan 8, colhido em cinco diferentes estádios de crescimento (10, 20, 30, 40 e 50 dias após a emergência). Os extratos foram preparados em quatro concentrações (0, 0,4, 2 e 10 g L -1 , p/v) e aplicados em quatro repetições. Após os tratamentos,
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Teor de ácido cianídrico e taxa de crescimento do híbrido de sorgo x capim sudão durante o outono

Teor de ácido cianídrico e taxa de crescimento do híbrido de sorgo x capim sudão durante o outono

The aim of this study was to quantify the levels of hydrocyanic acid in the leaves, to determine plant height, forage dry matter yield and the leaf/stem ratio at different harvesting dat[r]

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Nutritional value of sorghum-sudangrass hybrids compared to other roughage sources used in the period of low availability of pastures.

Nutritional value of sorghum-sudangrass hybrids compared to other roughage sources used in the period of low availability of pastures.

Procurou-se na determinação dos volumosos, a serem comparados aos híbridos de sorgo com capim-sudão, abranger aqueles que fossem representativos das principais estratégias utilizadas no país como recursos forrageiros empregados no período de escassez das pastagens. Ressalta-se que o uso do terço superior das plantas nas pastagens diferidas visou coletar a porção que apresenta a maior probabilidade de ser consumida pelos animais em pastejo. Para os outros volumosos, foram utilizadas plantas inteiras, pois o emprego desses envolve os processos de corte e fornecimento no
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Avaliação de angustifoliadicidas na cultura da soja em Minas Gerais.

Avaliação de angustifoliadicidas na cultura da soja em Minas Gerais.

Três experimentos de campo foram conduzidos em Latossolos Vermelho-Escuro e Vermelho-Amarelo, nos anos 1981/82 e 1982/83 com o objetivo de determinar o efeito de herbicidas para o controle de plantas daninhas angustifoliadas e fitoto-xicidade sobre a cultura da so ja, cultivares UFV-1 e Cristalina. O grupo das acetanilidas e pendimethalin controlaram a trapoe raba. Para as três espécies latifoliadas, o acetochlor, trifluralin e oryzalin foram eficientes. Além disso, o metolachlor controlou a poaia e o pendimethalin controlou a poaia e o apaga-fogo. Para o controle do capim- marmelada, todos os produtos foram eficientes, exceto quizalofop-etil e mefluidide, enquanto que para o capim-colchão apenas o mefluidide não foi eficiente. Finalmente, o timbete não foi eficientemente controlado por alachlor, metolachlor, pentimethalin e mefluidide. Aceto-
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Rendimento e composição químico-bromatológica de forrageiras tropicais introduzidas em pastagem de capim-gordura degradada

Rendimento e composição químico-bromatológica de forrageiras tropicais introduzidas em pastagem de capim-gordura degradada

de 50, 100 e 150 kg/ha de N adicionadas ao capim-braquiária. Também foi igual (P>0,05) à produção da dose de 150 kg/ha aplicada ao capim-jaraguá. Na consorciação capim-braquiária e estilosantes, a produção total foi de 2.150 kg/ha de MS, sendo que a gramínea teve participação de 997 kg/ha (46%) e o estilosantes, de 1.152 kg/ha (54%). Para o capim-jaraguá e estilosantes, o consórcio produziu 1.223 kg/ha, sendo 196 kg/ha (16%) para a gramínea e 1.027 kg/ha (84%) para a leguminosa. Estes resultados poderão ser diferentes em uma pastagem onde são esperados maiores aumento da liteira e acúmulo de N mineralizado no solo, pois em regime de cortes, como adotado no presente trabalho, retira-se todo o material vegetal da área experimental, não havendo efeito de pisoteio, que ocasiona quebramento das plantas e retorno de parte desse resíduo vegetal ao solo. No caso de efetiva transferência de N da leguminosa para a gramínea, as respostas na produção de MS deverão ser ainda maiores.
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Taxas de digestão das frações protéicas e de carboidratos para as silagens de milho e de capim-elefante, o feno de capim-tifton-85 e o farelo de soja.

Taxas de digestão das frações protéicas e de carboidratos para as silagens de milho e de capim-elefante, o feno de capim-tifton-85 e o farelo de soja.

Os teores de B 1 +B 2 foram 34,56 e 22,39% da PB para as silagens de milho e de capim-elefante, res- pectivamente. O farelo de soja e o feno de capim- Tifton-85 destacam-se pela elevada proporção de B 1 +B 2 (81,78 e 44,04%, respectivamente). A fração B 1 +B 2 , por apresentar rápida taxa de degradação ruminal relativa à fração B 3 , tende a ser extensiva- mente degradada no rúmen (Sniffen et al., 1992), contribuindo para o atendimento dos requisitos em N dos microrganismos deste compartimento. A rápida proteólise no rúmen da fração B 1 +B 2 pode levar ao acúmulo de peptídeos e permitir o seu escape para os intestinos, com a fase líquida, uma vez que a utilização de peptídeos é considerada limitante à degradação de
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Consórcio capim-braquiária e milho: comportamento produtivo das culturas e características nutricionais e qualitativas das silagens.

Consórcio capim-braquiária e milho: comportamento produtivo das culturas e características nutricionais e qualitativas das silagens.

A produção de nutrientes digestíveis totais por hectare (NDT/ha) no BCE foi menor (P<0,05) que nos outros arranjos, que não diferiram entre si (P>0,05) (Figura 3). Na literatura, são escassos os trabalhos sobre produção de NDT por área, oriundos de silagens de milho, de capim-braquiária ou consórcio dessas duas culturas. Entretanto, pode-se fazer inferências sobre a produção de energia de alimentos por unidade de área multiplicando-se a produção de MS da área pela digestibilidade dessa matéria seca ou pela digestibilidade da matéria orgânica. O produto entre a produção de MS/ha e a digestibilidade da MS (em %) dos dados de Obeid et al. (1992a) resulta em 6.449 kg de matéria seca digestível (MSD) por hectare. Aplicando-se esse produto para os dados de Obeid et al. (1992b), obtêm-se 7.139 kg de MSD/ha. Esses autores trabalharam com a metodologia in vitro para determinação da DMS. Para silagens de sorgo em cultivo exclusivo, Zago (2001) apresenta dados compilados de Santos (1996), nos quais a produção de NDT variou de 4.400 a 10.800 kg/ha.
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MATERIAL E MÉTODOS OBTENÇÃO DAS AMOSTRAS

MATERIAL E MÉTODOS OBTENÇÃO DAS AMOSTRAS

As quantidades de fibra em detergente neu- tro da Trema apresentaram-se constantes ao longo dos tempos de fermentação ao passo que para as gramíneas capim Aripuanã e capim elefante, a [r]

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Juvenis de carpa capim alimentados com capim teosinto e suplementados com diferentes taxas de arraçoamento.

Juvenis de carpa capim alimentados com capim teosinto e suplementados com diferentes taxas de arraçoamento.

O uso de alimentos como forragens é uma alternativa que pode viabilizar a criação comercial de carpas (KAUSHIK, 1995). Para o sucesso da sua criação em cativeiro, é necessária também a suplementação com ração balanceada (CAMARGO et al., 2006). Estes autores observaram que a combinação de ração e capim teosinto (Euchlaena mexicana) proporciona bom crescimento para alevinos dessa espécie. Entretanto, o estádio de desenvolvimento da forragem pode afetar o consumo, sendo preferidas as partes mais tenras (CHILTON & MUONEKE, 1992). A suplementação com rações incrementa a produção de carpas herbívoras, podendo ser usada, ainda, alimentação com subprodutos (misturas) de grãos, farinhas e resíduos de culturas oriundos da propriedade (MUKHOPADHYAY & KAUSHIK, 2001).
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Atributos do solo sob pastagens em sistema de sequeiro e irrigado.

Atributos do solo sob pastagens em sistema de sequeiro e irrigado.

e braquiarão com e sem irrigação, com quatro repetições. Foram realizadas análises de atributos físicos (estabilidade de agregados) e químicas (pH, cálcio, magnésio, potássio, fósforo, acidez potencial, capacidade de troca catiônica, saturação por bases e conteúdo de matéria orgânica). Os atributos químicos variaram em ambas as profundidades, decorrentes principalmente da ação da calagem e adubação do solo independente da ausência ou presença de irrigação. Os tratamentos com capim-Tanzânia e braquiarão sem irrigação apresentaram os maiores teores de matéria orgânica e tiveram os maiores valores do diâmetro médio geométrico (DMG). A maior porcentagem dos agregados ficou retida na peneira de > 2,0mm de malha. A irrigação não afetou a produção de massa seca do capim- Tanzânia e braquiarão.
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Morfogênese e produção de fitomassa de cultivares do gênero Cynodon submetidos à doses crescentes de nitrogênio

Morfogênese e produção de fitomassa de cultivares do gênero Cynodon submetidos à doses crescentes de nitrogênio

O aumento na taxa de alongamento foliar do capim-Tifton 85 com as doses crescentes de nitrogênio demonstra o significativo papel desse nutriente no comportamento da referida variável (ALEXANDRINO et al., 2004; FAGUNDES et al., 2005; LOPES et al., 2013), podendo ser atribuído, principalmente, ao incremento na produção de células (divisão celular) (VOLENEC e NELSON, 1984), reflexo da deposição de nutrientes, especialmente de nitrogênio nas zonas de alongamento e divisão celular (SKINNER e NELSON, 1995). Ainda, conforme Fagundes et al. (2005), o incremento na taxa de alongamento foliar com a adubação nitrogenada pode ser atribuído à influência significativa do nitrogênio nos processos fisiológicos da planta, refletindo em incremento no crescimento foliar. Nesse contexto, vale destacar a influência do adubo nitrogenado sobre as trocas gasosas das plantas, proporcionando incremento na taxa fotossintética nas maiores doses de nitrogênio (POMPEU et al., 2010; LOPES et al., 2011).
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Efeito da adição de níveis crescentes de polpa cítrica sobre a qualidade fermentativa e o valor nutritivo da silagem de capim-elefante.

Efeito da adição de níveis crescentes de polpa cítrica sobre a qualidade fermentativa e o valor nutritivo da silagem de capim-elefante.

Evidências experimentais têm sugerido que a inclu- são de uma fonte de carboidratos solúveis ao capim- elefante durante a ensilagem pode melhorar considera- velmente a qualidade final das silagens. Diversas pes- quisas têm sido realizadas com o propósito de avaliar alguns aditivos e outras alternativas que possam bene- ficiar o processo fermentativo de silagens de capim- elefante, como a adição de fontes de carboidratos, de materiais com elevados teores de matéria seca (Veiga & Campos, 1975), de inoculantes enzimo-bacterianos (Henrique & Bose, 1992) e de substâncias nitrogenadas (Singh & Pandita, 1984) além da execução do pré- murchamento do capim (Tosi, 1973).
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