Círculo hermenêutico

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O círculo hermenêutico: que problema é este?.

O círculo hermenêutico: que problema é este?.

em diferentes formas de dilemas, isto é, em tipos de dificuldades que obri- gam o pesquisador a escolher entre duas alternativas que são igualmente indesejáveis. Em princípio, Stegmüller tenta mostrar que o círculo herme- nêutico não é um problema lógico, mas que ainda pode ser considerado um problema metodológico ; problema que, em algumas de suas variações, não afetaria apenas as ciências humanas, mas todas as disciplinas. Ele se aplica, por exemplo, ao chamado dilema da confirmação e, ainda, ao dilema rela- tivo à distinção entre conhecimento implícito e fatos. A elegante análise de Stegmüller, baseada em exemplos tomados da literatura e da astronomia, revela que, ao testarmos hipóteses, surgem dificuldades para distinguir entre o conhecimento implícito e os fatos. O teste das hipóteses exige uma clara separação entre, de um lado, componentes hipotéticos presentes nos dados observacionais e, de outro, o conhecimento teórico implícito. Stegmüller mostra que esse problema não se apresenta apenas nas humanidades. Ele só pode ser resolvido por meio de discussões críticas e do acordo entre os pesquisadores da disciplina em questão sobre o que deve ser considerado fato e o que deve ser considerado elemento teórico implícito no caso da hipótese específica que se trata de testar. Føllesdal, Walløe e Elster (1996) também defendem a posição de que o círculo hermenêutico é um problema metodológico. Eles discutem uma série de problemas metodológicos que surge durante os processos de compreensão e alegam que todos emergem no contexto da justificação de uma interpretação 10 .
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A interação do ciclo da experiência de Kelly com o círculo hermenêutico-dialético para a construção de conceitos de Biologia .

A interação do ciclo da experiência de Kelly com o círculo hermenêutico-dialético para a construção de conceitos de Biologia .

Esta pesquisa foi desenvolvida com vinte alunos do 3º ano do Ensino Médio. Estes participaram dos sete encontros baseados no Ciclo da Experiência de Kelly. Contudo, para a coleta dos dados, apenas cinco alunos foram escolhidos aleatoriamente para participar do Círculo Hermenêutico-Dialético (CHD), o qual foi realizado com este grupo menor nas eta- pas de antecipação e revisão construtiva. A intervenção ocorreu em nove encontros, que fo- ram estruturados de acordo com o Ciclo da Experiência de Kelly (1963), que descreve a experiência como um ciclo de cinco etapas: antecipação, investimento, encontro, confirma- ção/desconfirmação (validação) e revisão construtiva. Os dois encontros sobressalentes cor- respondem à aplicação do CHD com o grupo de cinco alunos nas etapas de antecipação e revisão construtiva. Então, o CHD foi aplicado no questionamento: Você poderia explicar o que entende por degradação, biodegradação e decomposição?
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O CÍRCULO HERMENÊUTICO GADAMERIANO E O MILAGRE DA COMPREENSÃO

O CÍRCULO HERMENÊUTICO GADAMERIANO E O MILAGRE DA COMPREENSÃO

RESUMO: O objetivo desse trabalho é analisar a hermenêutica filosófica do filósofo Hans- Georg Gadamer, com ênfase em sua principal obra, “Verdade e Método: elementos de uma hermenêutica filosófica (1960)”. Possuindo enorme influência de Heidegger, Gadamer transpõe para sua teoria as ideias desse filósofo sobre linguagem, história, pensamento, e experiência humana, fundamentando assim, sua obra hermenêutica e filosófica. A hermenêutica gadameriana inova, de certa forma, ao apresentar uma nova abordagem no modo de interpretação, na qual grande parte de concepções dogmáticas são debeladas. Para tanto, é buscado na grande contribuição de Gadamer para a hermenêutica: o conceito de círculo-hermenêutico e a importância do mesmo para o processo de compreensão.
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O CONTEMPORÂNEO DE AGAMBEN E O CÍRCULO HERMENÊUTICO GADAMERIANO EM UMA LEITURA POÉTICA DOS CONTOS: A “SERENÍSSIMA REPÚBLICA” E “PAI CONTRA MÃE” DE MACHADO DE ASSIS

O CONTEMPORÂNEO DE AGAMBEN E O CÍRCULO HERMENÊUTICO GADAMERIANO EM UMA LEITURA POÉTICA DOS CONTOS: A “SERENÍSSIMA REPÚBLICA” E “PAI CONTRA MÃE” DE MACHADO DE ASSIS

De acordo com o círculo hermenêutico gadameriano, a compreensão ou interpretação inclina-se para a totalidade e a linguagem é o meio de acesso a essa totalidade, contudo, devemos salientar que a linguagem é fascista, logo, se o intérprete não conciliar a inter-relação que há dos seus pré-juízos e a essência do texto, provavelmente não chegará à legitimação da interpretação. Podemos então dizer que segundo os princípios deste círculo, os contos de Machado de Assis, por exemplo, são parte do todo de sua obra, portanto a totalidade essencial de suas obras pode ser interpretada e/ou compreendida tanto pela parte quanto pelo todo. Toda a obra machadiana tem um caráter autônomo que nos permite compreender sua marca, o estilo literário, sem que precisemos nos prender a dogmas metodológicos de interpretação.
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Um Modelo para Recuperação e Busca de Informação Baseado em Ontologia e no Círculo Hermenêutico

Um Modelo para Recuperação e Busca de Informação Baseado em Ontologia e no Círculo Hermenêutico

Uma das principais características do framework Hermeneus é auxiliar os usuários a entender e desenvolver as informações por eles requeridas. Embora possa ser estranho que os usuários não saibam exatamente o que estão buscando, a literatura trata essa incerteza como falta de conhecimento, o que induz a utilizarem intermediários, tais como um sistema de busca, para suprir uma necessidade. Os usuários, contudo, precisam desenvolver as suas próprias neces- sidades, dúvidas ou questões para entender o que desejam buscar. Nesse processo, o estado cognitivo dos usuários pode apresentar problemas na interpretação e, de acordo com Ingwer- sen e Järvelin (2005b), alcançar uma condição de incerteza. Entender a falta de conhecimento e buscar informação são tarefas cognitivas diretamente relacionadas uma com a outra durante o ciclo de aquisição de informação. O modelo proposto refletido no Hermeneus, conforme sugerem Hert (1997), Ingwersen e Járvelin (2005a), Kuhlthau (1993) e Marchionini (1989), permite que um usuário interaja com ferramentas que possam afetar a sua condição de incer- teza de modo a estimular uma transformação no seu estado de conhecimento. Vakkari (2003) diz que “é evidente que o conhecimento anterior é alterado quando um indivíduo adquire no- va informação”. Essa citação de Vakkari (2003) possui uma relação íntima com o círculo hermenêutico, pois foi utilizando os conceitos do círculo hermenêutico juntamente com in- formation seeking que o modelo foi concebido.
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CICLO HERMENÊUTICO E A CONTRUÇÃO DA COMPREENSÃO HUMANA

CICLO HERMENÊUTICO E A CONTRUÇÃO DA COMPREENSÃO HUMANA

O presente artigo reflete a respeito do círculo hermenêutico proposto pelo filósofo alemão Gadamer, que descreve o processo de compreender um texto hermeneuticamente. Em Verdade e Método o filósofo Gadamer aborda o ciclo hermenêutico com a influência interpretativa do “pré- conceito” como condição da compreensão, a importância da tradição e o historicismo. O autor demonstra que a ciência apenas admite como satisfação de verdade aquilo que satisfaz o ideal de certeza, evidenciando a hermenêutica ontológica e filosófica. Hans-Georg, discorre sobre o preconceito através do iluminismo, e ressalta a visão de Heidegger. Gadamer não se preocupou em elaborar um método, uma vez que, não se destina a resolver problemas hermenêuticos práticos, mas sim, a construir uma teoria acerca de questões preliminares ligadas ao fenômeno da compreensão. Para ele, a compreensão é como o modo de existência do próprio indivíduo em suas mais variadas possibilidades, ou seja, caracteriza-se como uma ontologia fundamental. Para a produção do trabalho utilizou-se pesquisa bibliográfica. Ademais, ressalta que o círculo não tem caráter de método para resolução de problemas hermenêuticos práticos, mas sim como intrínseco à construção da compreensão humana.
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A existência na história: revelações e riscos da hermenêutica

A existência na história: revelações e riscos da hermenêutica

Ou seja: lidando com história, não podemos deixar de ser hermeneutas, isto é, de trabalhar simbolicamente o passado e de considerar o tempo fator determinante para as atividades de compreensão e interpretação. Há mesmo na hermenêutica como ciência da interpretação reflexões interessantes que ajudam a melhor nos desincumbirmos de nossa atividade de intérpretes de resíduos do passado. Destaco, entre elas, rapidamente, a idéia de círculo hermenêutico - com efeito, a compreensão vai se constituindo à medida que as partes esclarecem o todo e vice-versa; a idéia de que a distância temporal faz cair preconceitos contemporâneos ao texto, ao mesmo tempo em que faz emergir outros nossos contemporâneos; a definição, que remonta a Schleiermacher, de que compreender é a arte de reconstruir o pensamento de outrem; a necessidade de um conhecimento gramático, histórico e específico à matéria como requisito para nos colocarmos na posição de um leitor ou receptor contemporâneo ao texto que interpretamos, e finalmente a noção de que, entre o intérprete e o texto, há sempre um denominador comum, por menor que seja, sem o qual a interpretação seria impossível, de um lado, e de que, se entre os dois não houvesse nenhuma diferença, não haveria sequer necessidade de interpretação, de outro. Curiosamente, contudo, todas essas "revelações" da hermenêutica são um tanto quanto óbvias para nós, imersos que estamos nesse campo. Seu fascínio talvez resulta do fato de que nelas nos reconhecemos, como quem diz "É isso mesmo!". É claro que um bom historiador ou um bom cientista social deve sempre estar atento ao gap que o separa de seu objeto e incluir a consciência desse gap em sua interpretação - e é isso, afinal, que nos re- ensina essa "parte da hermenêutica".
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ENTREVISTA REALIZADA (DE SETEMBRO A DEZEMBRO DE 2013) COM O PROF. DR. JOSÉ CARLOS REIS

ENTREVISTA REALIZADA (DE SETEMBRO A DEZEMBRO DE 2013) COM O PROF. DR. JOSÉ CARLOS REIS

As grandes referências da teoria da história contemporânea veem da filosofia e da sociologia, Nietzsche, Foucault, Ricoeur, Castoriadis, Elias, Bourdieu. A obra de Rüsen é importante, tem sido muito citada, mas confesso que a conheço pouco. Eu me dediquei mais às reflexões de Ricoeur sobre o “círculo hermenêutico”, sobre o “entrecruzamento entre narrativa histórica e narrativa de ficção”, sobre o conceito de “representância” na historiografia, sobre a “identidade narrativa”, sobre as relações tensas-conciliáveis entre história e memória, que me parecem cruciais ao historiador que queira abordar as fontes e escrever sobre o passado de forma competente, crítica. O conceito de narrativa é central em seu pensamento e, para ele, a história sempre foi narrativa, nunca deixou de sê-lo, nem na mais estrutural das historiografias. Ele prova a sua tese analisando, em Tempo e Narrativa, a obra de Braudel, O Mediterrâneo e o Mundo Mediterrâneo à Época de Filipe II. Para ele, Braudel realizou uma “narrativa
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Texto contexto  enferm.  vol.26 número4

Texto contexto enferm. vol.26 número4

O círculo hermenêutico nos remete ao próprio círculo da vida, isto é, ao percebermos algo, lança- mos mão de nossos conhecimentos, experiências e posições prévias, e a partir daí começamos a com- preender o novo movimento e, concomitante, inter- pretamos o fenômeno. Ainda, remete à importância da compreensão da totalidade do ser, o qual requer ser compreendido sem fragmentação, quer dizer, do ser-aí na sua completude, de forma que possam ser compreendidas as relações do causador e a causa, no ambiente e realidade vivenciados.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM EDUCAÇÃO MERYNILZA SANTOS DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM EDUCAÇÃO MERYNILZA SANTOS DE OLIVEIRA

finitude , sob a luz do passado que continua no presente e do futuro como projeção de possibilidades. Fazendo do círculo hermenêutico um círculo histórico-discursivo. Nele se colhe e co[r]

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Comportamento genérico de difeomorfismos do círculo

Comportamento genérico de difeomorfismos do círculo

Nosso principal objetivo neste trabalho é estudar a relação entre a classe de diferenciabili- dade dos difeomorfismos do círculo e a classe de diferenciabilidade da conjugação topológica entre o difeomorfismo e uma rotação. Para esse estudo, associaremos a cada homeomorfismo do círculo um invariante topológico definido por Jules Henri Poincaré em 1885 (POINCARÉ, 1885): o número de rotação. Uma das várias formas pela qual podemos definir esse número é a seguinte: se f : S 1 → S 1 é um homeomorfismo do círculo que preserva a orientação, definimos

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A dialética nos escritos do círculo de Bakhtin

A dialética nos escritos do círculo de Bakhtin

Além das tarefas fundamentais de pesquisa, como definir um campo teórico e uma metodologia pra guiar o trabalho investigativo, este texto exigiu nossa entrada em campo diverso do conhecimento, muito além da compreensão de textos linguísticos, demandando que se superasse um olhar único. A forma mais aproximativa de se chegar a um resultado que se mostrasse inicialmente satisfatório seria a entrada no diálogo com a filosofia. Tais assertivas inserem este trabalho em um contínuo, sem início, nem fim certo. Há uma característica de inacabamento e necessário retorno a todos os tópicos tratados em cada abordagem, especialmente porque se pretendeu uma apreciação dialética da linguagem. Dessa forma, registramos o limite do trabalho, ou dos resultados alcançados. O dialogismo, muito mais do constituir uma dimensão analisada e pensada em relação aos escritos do Círculo, tornou-se parte fundadora, constituinte do trabalho, na medida em que se constitui como responsável pela proposta de novos olhares para o objeto e para os conceitos apresentados aqui.
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A geometria dinâmica do círculo de Apolônio.

A geometria dinâmica do círculo de Apolônio.

No trabalho [1] foi apresentado, como uma aplica¸c˜ao do c´ırculo de Apolˆ onio, a solu¸c˜ao para a inter- cepta¸c˜ ao entre dois objetos a uma velocidade cons- tante (um torpedo e um na[r]

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O desenho da interpretação e o círculo do sentido

O desenho da interpretação e o círculo do sentido

as questões realmente cruciais da arte como presença na vida dos homens. Porém, não há como negar que as respostas que comportam contêm um quê de subestimação, como se a fundação de um espaço de crítica, no qual seja possível falar das formas em si, dotadas de um conteúdo que o crítico revista incessantemente, na certeza de sua positividade e de sua idoneidade como palavra do mundo, nos isentasse de afundar nos lodaçais do que é sem palavra e sem verdade e que, por ser assim, só é presença na medida em que se manifesta como um instransponível distanciamento ou uma ausência atordoadora. O formalismo, porém, aceita as regras do seu próprio jogo, aceita esse ficar aquém como garantia de sucesso e assim tem garantida, pelo menos no seu campo, a conversão da crítica em método, em tecnologia de análise cujo horizonte se recupera a cada vez que parte em demanda, no círculo de seus próprios procedimentos: “[...] vê-se que seria por princípio mais correto falar, não sobre um novo método, mas sim, sobre novas tarefas de pesquisa, sobre um novo círculo de problemas científicos” (JIRMUNSKI, 1971, p. 57, grifos do original).
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A solução cartesiana da quadratura do círculo.

A solução cartesiana da quadratura do círculo.

A noção de construtibilidade que Descartes emprega aqui poderia ser interpre- tada como a tentativa de tomar as cláusulas construtivas fixadas pelos postulados de Euclides como base para construções recursivas (cf. Panza, 2005, p. 28), a partir das quais se poderiam determinar outras curvas, cujo caráter eletivo não poderia ser posto em dúvida. Evidentemente, para Descartes também, entre as curvas aceitas na geome- tria devemos incluir os círculos e as retas, construídas com régua e compasso. Em se- guida, por meio dessas mesmas construções com régua e compasso, podemos obter certas configurações de retas e de círculos que formarão sistemas articulados. Subme- tendo tais sistemas a movimentos apropriados, alguns de seus pontos, quando força- dos a deslocarem-se sobre trajetórias unívocas, traçarão novas curvas. Essas curvas compostas serão aceitas na geometria. Assim, serão aceitas todas as curvas engendra- das por sistemas articulados e submetidos a movimentos que combinam as curvas pre- cedentemente construídas umas com as outras e com círculos e retas. Chamaremos tal critério de aceitabilidade, para sublinhar sua continuidade com as cláusulas constru- tivas euclidianas, de critério por régua e compasso reiterado (cf. Panza, 2005, p. 28-31). Cabe, porém, perguntar: o que significa ser submetido a movimentos apropria- dos? Uma caracterização poderia ser a seguinte: um sistema articulado submete-se a um movimento apropriado, se as propriedades geométricas da curva traçada por esse sistema não dependem de características cinemáticas do movimento. Assim, a cons- trução da quadratriz, apresentada por Pappus, não poderá garantir a admissibilidade dessa curva na geometria, porque a trajetória do ponto que traça a curva depende da velocidade dos eixos moventes. Não é, pois, surpreendente que Descartes, tendo isso por fundamento, não admita como aceitável a quadratura do círculo obtida por meio dessa curva, se ela for construída pelo sistema descrito precedentemente.
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O paradigma hermenêutico como fundamentação das pesquisas etnográficas e fenomenológicas.

O paradigma hermenêutico como fundamentação das pesquisas etnográficas e fenomenológicas.

Não uma sociologia enquanto filosofia da existência humana, mas como a ciência particular da conduta humana e suas conseqüências que deve dar conta da compreensão e interpretação da ação[r]

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A construção das representações sociais na relação da polícia militar e a sociedade Aracajuana

A construção das representações sociais na relação da polícia militar e a sociedade Aracajuana

forma: na periferia uma construção em círculo e no centro uma torre que tem a visão de todas as pessoas que se encontram nas celas na periferia do círculo, porém os indivíduos nas cela[r]

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hermenêutico da polêmica dogmática  Ziel Ferreira Lopes

hermenêutico da polêmica dogmática Ziel Ferreira Lopes

2 “Esse passo para trás leva Heidegger a formulações cada vez mais radicais e obscuras. O ‘passo para trás’ não deve ser entendido simplesmente como superação, mas como transversã o da [r]

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Psic.: Teor. e Pesq.  vol.32 número4

Psic.: Teor. e Pesq. vol.32 número4

Instruções. Ao início do experimento, foi fornecida a seguinte instrução: “Vocês participarão de um estudo sobre comportamento de escolha. A tarefa de vocês será escolher, um de cada vez, uma linha na matriz que se encontra exposta nessa TV [apontava a TV]. Cada um deverá informar, em voz alta, a linha escolhida, falando o número da mesma. Depois de realizada tal escolha, o computador irá selecionar, através de um sistema pré-deinido uma coluna para aquela jogada. Na interseção entre a linha escolhida por você e a coluna escolhida pelo computador, pode haver um círculo preenchido ou vazio. Dependendo de qual símbolo for gerado, você poderá ganhar um ou mais pontos, que serão depositados nesses recipientes à frente de vocês [apontava os recipientes] na forma de ichas. Ao inal da participação, cada um de vocês poderá trocar cada ponto por cinco centavos. Em determinados momentos, vocês poderão ganhar, além das ichas, itens escolares que serão doados a uma escola pública. Esses itens são representados por carimbos nessa folha que tenho à minha frente [mostrava a folha], e cada carimbo equivale a um item escolar. Lembrem-se de que as ichas produzidas e depositadas nos recipientes plásticos serão trocadas por dinheiro, que será pago a cada um de vocês individualmente ao inal de sua participação no estudo e que os carimbos são trocáveis por itens escolares a serem doados para uma escola pública. Ao im da sessão, agendaremos o dia para a entrega do kit escolar e vocês poderão participar dessa entrega, se assim desejarem. Vocês podem usar as folhas à sua frente para fazer anotações e conversar livremente entre vocês”. Instrução mínima para o início da condição B: “A partir desse momento, vocês poderão ganhar um número diferente de pontos”.
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Compreensão e constituição: a interpretação constitucional após o giro hermenêutico

Compreensão e constituição: a interpretação constitucional após o giro hermenêutico

a presunção de que a norma legal só será válida caso seja compativel com a Constituição. Ato contínuo, não é mais possível estabelecer diferenças entre o fazer hermenêutico em relação [r]

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