Coleta de resíduos sólidos urbanos

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Gerenciamento da coleta de resíduos sólidos urbanos: estruturação e aplicação de modelo não-linear de programação por metas.

Gerenciamento da coleta de resíduos sólidos urbanos: estruturação e aplicação de modelo não-linear de programação por metas.

Neste trabalho é desenvolvida e aplicada metodologia para auxiliar a tomada de decisões, nos níveis tático e operacional, do gerenciamento da coleta de resíduos sólidos urbanos. Tal metodologia, baseada em modelo matemático de otimização de programação não-linear por metas, foi aplicada à cidade de Piracicaba, SP. Pôde-se constatar alguns problemas, como falta de coleta convencional de todos os resíduos gerados em alguns setores, não otimização da frota de veículos existente, produtividades acima das estabelecidas como ótimas na maioria dos setores, densidades abaixo ou acima da média, entre outros. Além disso, verificou-se a necessidade de reestruturação dos setores de coleta para que o gerenciamento se torne mais eficaz. Com a aplicação do modelo, pôde-se concluir que tal ferramenta é útil na tomada de decisão nos níveis tático e operacional, podendo, inclusive, auxiliar na redefinição de estratégias a serem seguidas pelos tomadores de decisão.
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Redução dos impactos ambientais causados pelos resíduos sólidos urbanos através de uma coleta seletiva

Redução dos impactos ambientais causados pelos resíduos sólidos urbanos através de uma coleta seletiva

Resumo: A palavra “Lixo” tem em seu significado que tudo que se joga fora após a limpeza, entulho, coisas inúteis, sem valor, sujeira e imundice (XIMENES, SÉRGIO, 2001), atualmente usa-se a palavra resíduo sólido para desmistificar o significado tão precário que realmente esses resíduos têm em sua significância. Os resíduos sólidos urbanos diretamente não causam impacto negativo ao ambiente se forem corretamente tratados e tiverem a disposição final adequada, entretanto se isso não ocorrer eles podem ser grandes vilões para o Meio Ambiente e à saúde humana. A proposta deste trabalho é apresentar a coleta seletiva como um eficiente instrumento para diminuir o desperdício, valorizar a reciclagem e compostagem, reduzir impactos negativos ao ambiente, contribuir para redução de extração de matéria-prima na natureza, estimular a conscientização ambiental e com isso gerar emprego e renda para populações excluídas. Para se observar a implantação da coleta seletiva como necessária foi feito um estudo de caso nas cidades de Blumenau e Curitiba através de pesquisas e revisão bibliográficas, e em Vespasiano foi observação “in loco” do programa de Coleta Seletiva e foi constatado que a coleta seletiva em conjunto com a reciclagem diminui a quantidade de resíduos para a disposição final reduzindo impactos negativos que esses resíduos tendem a fazer ao ambiente, e gera inclusão social com emprego e renda se trabalhados juntamente com os catadores de recicláveis existentes.
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Comparação entre as Massas de Resíduos Sólidos Urbanos Coletadas na Cidade de São Paulo por Meio de Coleta Seletiva e Domiciliar

Comparação entre as Massas de Resíduos Sólidos Urbanos Coletadas na Cidade de São Paulo por Meio de Coleta Seletiva e Domiciliar

A problemática dos resíduos sólidos urbanos exige ações efetivas para mitigar seus impactos ambientais. Para isso, devem ser aplicadas ações que promovam práticas de sustentabilidade em seu gerenciamento, envolvendo a participação do setor público, privado e da população, tal como já ressaltado na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), publicada em 2010. Ações como a coleta seletiva e a reciclagem, quando devidamente integradas, proporcionam significativos benefícios, como a redução dos volumes destinados para aterros, redução de áreas de deposição irregular, valoração e reinserção dos resíduos na cadeia produtiva, redução da necessidade de utilização de recursos naturais etc. Contudo, apesar da importância da adoção dessas ações, algumas municipalidades não apresentam políticas efetivas referentes à coleta seletiva e reciclagem, mesmo após a publicação da PNRS. Este trabalho apresenta o acompanhamento mensal realizado em 2013 das massas de resíduos sólidos urbanos encaminhadas para estações de triagem localizadas na cidade de São Paulo, buscando comparar os montantes advindos de coleta domiciliar convencional e aqueles provenientes de coleta seletiva. Os resultados obtidos indicam uma grande disparidade das massas auferidas, sendo a massa proveniente de coleta seletiva correspondente a apenas 1,9% do coletado, ou seja, valor ínfimo em relação ao montante total. Salienta- se que a coleta seletiva é de grande importância para a implementação de ações efetivas de reciclagem, proporcionando ganhos econômicos, sociais e ambientais.
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Estudo dos determinantes da coleta domiciliar e da disposição final dos resíduos sólidos urbanos no Estado de Minas Gerais

Estudo dos determinantes da coleta domiciliar e da disposição final dos resíduos sólidos urbanos no Estado de Minas Gerais

Esta Dissertação tem como referência-mãe o trabalho supracitado, inserindo-se neste contexto de análise da cobertura de saneamento, mas abordando os temas da coleta domiciliar e da disposição final dos resíduos sólidos municipais. Procurou-se compreender o papel dos determinantes da presença de coleta domiciliar e do percentual de disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos, utilizando-se, nas análises estatísticas, variáveis relativas aos responsáveis pelos domicílios (sexo, cor, idade, estado civil e anos de estudo), aos domicílios em si (renda agregada, número de moradores, abastecimento de água e esgotamento sanitário) e aos municípios de Minas Gerais (IDH, PIB per capita, porte populacional, grau de urbanização, tempo de emancipação e mesorregião do Estado).
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Coleta seletiva: uma articulação entre universidade, trabalhadores e poder público na gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos

Coleta seletiva: uma articulação entre universidade, trabalhadores e poder público na gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos

0713 - COLETA SELETIVA: UMA ARTICULAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE, TRABALHADORES E PODER PÚBLICO NA GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS - Richardson Barbosa Gomes da Silva (FCA, UNESP, Botucatu), Waldemar Gastoni Venturini Filho (FCA, UNESP, Botucatu), Humberto Fabrizzi Pupo (FCA, UNESP, Botucatu), Matheus Zorzetto Ferreira (FCA, UNESP, Botucatu), Vítor Surian Gamba (FCA, UNESP, Botucatu), Fernanda Bertozzo (FCA, UNESP, Botucatu), Juliano Toniato (FCA, UNESP, Botucatu), Carlos Alexandre Alves (IBB, UNESP, Botucatu), Alexandre Rodrigues Mansano (FCA, UNESP, Botucatu) - richardsonunesp@gmail.com.
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Programa municipal de coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos em Santo André...

Programa municipal de coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos em Santo André...

O Índice de Recuperação de Materiais Recicláveis – IRMR é de grande interesse na avaliação dos resultados alcançados pelos programas, pois permite a análise comparativa do quanto está sendo recuperado em relação ao total de resíduos sólidos coletados. Esse índice geralmente resulta em valores que, para a população em geral, parecem baixos, pouco significativos, o que talvez explique uma certa confusão que exista na sua aplicação prática. No caso dos municípios, algumas vezes, o IRMR é calculado em relação ao total de resíduos sólidos urbanos coletados em toda cidade e, outras vezes, especificamente em relação aos resíduos sólidos gerados pela parcela da população ou região atendida com a coleta seletiva. Assim sendo, os valores resultantes são bastante diferentes e possuem significados diferentes. Ocorrem, ainda, casos em que não se desconta a parcela de rejeitos gerados a partir da triagem dos recicláveis coletados, o que resulta em valores superestimados. Devido a essas particularidades, o ideal é que o IRMR venha acompanhado de informação sobre os critérios adotados para seu cálculo.
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AVALIAÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO MUNICÍPIO DE ITABIRA (MG): UMA ÊNFASE NA COLETA SELETIVA

AVALIAÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO MUNICÍPIO DE ITABIRA (MG): UMA ÊNFASE NA COLETA SELETIVA

O município de Itabira foi um dos primeiros do Brasil a implementar a coleta seletiva. Com 27 anos de história, não existe nenhum estudo específico que avalie a situação da gestão e do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município. Como forma de criar um referencial teórico para que outros munícipios possam adequar-se ao estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o presente estudo buscou avaliar o desempenho dos serviços de limpeza pública e manejo dos resíduos sólidos, com foco na coleta seletiva e triagem dos resíduos recicláveis. Para alcançar os objetivos, foram realizadas quatro linhas de desenvolvimento executadas simultaneamente: 1) levantamento dos dados disponíveis para caracterização do sistema, por meio de análise documental e comunicação pessoal; 2) levantamento de índices de avaliação de sistemas de gestão e gerenciamento de RSU, para sua posterior aplicação; 3) validação do índice elaborado pela Funasa (2016) para o programa de coleta seletiva e triagem dos resíduos recicláveis de Itabira, por meio do método Delphi, com participação de profissionais com conhecimentos específicos do sistema do município; 4) entrevista de percepção para identificar o conhecimento e motivação da população quanto à separação de resíduos, bem como verificar a disposição em contribuir com a sustentabilidade econômica do sistema. Os resultados indicam que o gerenciamento é abrangente mas apresenta falhas. Entre os principais problemas estão os altos custos associados, sem nenhuma fonte de recursos específica e 73% dos entrevistados não estaria disposto a pagar uma taxa específica para manutenção do sistema. A baixa taxa de recuperação de materiais recicláveis, a destinação de resíduos de construção civil para o aterro sanitário, reduzindo sua vida útil, a ausência do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), que consiste em requisito obrigatório para acesso à recursos do Estado e da União, também configuram entre os problemas identificados. Como aspectos favoráveis, o número de categorias da triagem dos resíduos é bem elevado e com boa aceitação de mercado, 89% da população afirma separar seus resíduos recicláveis e 74% dos entrevistados disseram estar satisfeitos com o sistema de gerenciamento dos resíduos no município.
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Análise do desempenho ambiental do GNV como combustível para a coleta de resíduos sólidos urbanos

Análise do desempenho ambiental do GNV como combustível para a coleta de resíduos sólidos urbanos

O artigo publicado recentemente por Rose et al. (2013) realiza uma análise do ciclo de vida de um caminhão de coleta de lixo alimentado a GNV e compara-o com um caminhão a diesel. O estudo foi feito na cidade de Surrey, em British Columbia, Canada e abrange todas as etapas do ciclo de vida (“berço ao túmulo”), sendo divididas em ciclo do veiculo, ciclo do combustível e fase de uso, para melhores interpretações. As unidades funcionais usadas para descrever os resultados são: energia usada (MJ por km de viagem), gases de efeito estufa emitidos (em g CO 2 -
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Estudo dos determinantes da coleta de resíduos sólidos urbanos em Minas Gerais.

Estudo dos determinantes da coleta de resíduos sólidos urbanos em Minas Gerais.

O tempo de emancipação política do município apresenta uma correlação direta com a cobertura de coleta de RSU. Dados do Anuário Mineiro dos Municípios de 2006 (ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE MUNICÍPIOS, 2006) revelam que municípios recém-emancipados (até 4 anos) possuem, em média, cerca de 66% de cobertura de coleta de RSU, enquanto em municípios com mais de 65 anos de emancipa- ção, esta cobertura se aproxima dos 86%. Tal resultado sugere que a independência política das localidades é fator importante na promo- ção e execução das ações de saneamento, corroborando a constatação de que os serviços relativos aos resíduos sólidos em Minas Gerais apresentam caráter predominantemente local e público. A participa- ção e a consequente exigência maior das populações por melhores condições de vida, junto aos seus governantes locais, podem incidir no aumento da cobertura dos serviços públicos municipais.
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Gestão operacional da coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos: abordagem utilizando um sistema de apoio à decisão.

Gestão operacional da coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos: abordagem utilizando um sistema de apoio à decisão.

O trabalho apresenta a concepção, modelagem e implementação de um sistema de apoio à decisão aplicado ao planejamento operacional da coleta seletiva de resíduos sólidos (SCOLDSS), o qual tem por funcionalidade principal a geração de alternativas ao processo decisório no que se refere à: a) alocação de veículos para a coleta seletiva, bem como determinação do roteiro a ser percorrido; e b) determinação da quantidade diária de resíduos sólidos a ser enviada a cada unidade de triagem, de modo a evitar o desperdício de mão-de-obra e reduzir a quantidade de resíduos enviada aos aterros sanitários. Para seu desenvolvimento, foi utilizada a combinação de técnicas advindas da Pesqui- sa Operacional, quais sejam: a simulação de eventos discretos e algoritmos/heurísticas para o problema da alocação e roteamento de veículos. Para a validação do SCOLDSS, foram utilizados dados da coleta seletiva de um município do Rio Grande do Sul. É também apresentado um estudo de caso utilizando dados reais da coleta seletiva, no qual são apresentados os resultados gerados pelo sistema, bem como resultados comparados ao sistema atualmente utilizado no processo de coleta seletiva do município.
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Coleta seletiva, planejamento municipal e a gestão de resíduos sólidos urbanos em Macapá/AP

Coleta seletiva, planejamento municipal e a gestão de resíduos sólidos urbanos em Macapá/AP

Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE, 2011, p. 122), diferentemente das edições anteriores, o Panorama 2011 destacou um fato singular no tocante aos RSU, tendo em vista que de 2010 para 2011 houve uma significativa diminuição na intensidade do crescimento da geração de RSU no Brasil, o que é bastante positivo, apresentando um crescimento de duas vezes mais do que a população, fator ainda preocupante, mas bem menos alarmante do que o crescimento seis vezes maior registrado na edição anterior.
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Análise econômica de sistemas de gestão de resíduos sólidos urbanos: o caso da coleta de lixo seletiva em Palmas, TO.

Análise econômica de sistemas de gestão de resíduos sólidos urbanos: o caso da coleta de lixo seletiva em Palmas, TO.

Outro problema relacionado é o fato de que, por suas características, os serviços públicos puros e os semipúblicos tendem a gerar externalidades socialmente desejáveis que não são perfeitamen- te dimensionadas pelas perspectivas individuais dos usuários. A coleta seletiva é um caso típico de serviço público marcado pela não exclusividade e não rivalidade e com externalidades positivas. Entretanto, ele não pode ser classificado como um serviço público puro já que a não rivalidade ocor- re de forma imperfeita, ou seja, à medida que mais usuários utilizam o sistema, maiores são os custos para mantê-lo. A implantação desse sistema exige, portanto, mecanismos de revelação de preferências para que se conheça o bem-estar a ele associado e se compare os custos relativos à sua provisão.
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Aspectos ecológicos e sociais da coleta informal de resíduos sólidos urbanos do município de São Carlos - SP.

Aspectos ecológicos e sociais da coleta informal de resíduos sólidos urbanos do município de São Carlos - SP.

A coleta de resíduos recicláveis secos é efetuada, de maneira informal, por catadores autônomos e, formalmente, por cooperativas de catadores que participam do Programa de Coleta Seletiva organizado como parte do Programa Municipal de Redução e Controle de Resíduos. O Programa de Coleta Seletiva foi iniciado em junho de 2002, com a inserção de onze catadores que abandonaram a coleta de resíduos no aterro sanitário do município. Em meados de 2003, devido ao caráter ilegal da atividade e às péssimas condições para coleta de recicláveis existentes, foi efetuada a retirada dos catadores (cerca de 35) que ainda trabalhavam no aterro sanitário. A estes catadores foi oferecida a oportunidade de participação no Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura Municipal, que, no entanto, não foi aceita por todos. Neste período, a equipe formada por funcionários das secretarias municipais de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia (SMDS), Cidadania e Assistência Social (SMCAS) e Obras e Serviços Públicos (SMOSP), em parceria com ONG’s do município, trabalhaou para fomentar a organização dos trabalhadores da coleta seletiva em uma cooperativa.
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Planejamento municipal na gestão dos resíduos sólidos urbanos e na organização da coleta seletiva.

Planejamento municipal na gestão dos resíduos sólidos urbanos e na organização da coleta seletiva.

A PNRS e a Lei de Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico (LNSB) se integram no que concerne à gestão dos resíduos sólidos urba‑ nos. De acordo com Ribeiro (2012), percebe‑se que o planejamento da gestão dos resíduos sólidos urbanos é o ponto em comum de ambas as leis. A LNSB prevê que o PMSB é o elemento central, para definir contratos de gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos, enquanto a PNRS trata o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos como elemento que identifica os responsáveis pela gestão ambientalmente adequada de todos os resíduos gerados no território nacional (com exceção dos radioativos), permitindo a municípios e estados criarem regras mais detalhadas sobre a gestão dos resíduos.
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Coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos: aspectos operacionais e da participação...

Coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos: aspectos operacionais e da participação...

Vitória, propiciando a identificação dos pontos críticos do programa de coleta seletiva implantado e demonstrando sua viabilidade. Os principais fatores de motivação da população quanto à participação na coleta seletiva foram: o meio ambiente e a qualidade de vida, associado à melhoria da limpeza urbana. Conclusões e Recomendações. Os resultados obtidos poderão ter grande aplicação no gerenciamento, ampliação e melhoria de programas de coleta seletiva em todo país uma vez que a aplicação do grupo de indicadores instituído é relativamente simples e representa adequadamente os diversos aspectos operacionais envolvidos. A divisão da população alvo de programas de coleta seletiva em grupo cativo, de participação eventual e que não participa é adequada e proporciona análise mais simplificada e planejamento das ações de mobilização e divulgação. A participação da população na coleta seletiva é decorrência da organização e adequação da estrutura implantada para dar suporte ao programa e da existência de ações continuadas de divulgação, informação e mobilização. Recomenda-se que os responsáveis pela coleta seletiva criem rotinas de registro de informações e cadastro de dados sobre o seu desenvolvimento e que sejam periodicamente divulgados na forma de indicadores. Destacam-se a necessidade e a importância da criação de política pública para o setor.
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Participação social em programas de coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos.

Participação social em programas de coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos.

Clarke e Maantay (2006) em estudo sobre as razões da exis- tência de diferentes taxas de participação na coleta seletiva, entre bairros da cidade de Nova Iorque, constataram que fatores como a falta de compreensão do programa por parte dos moradores e a qualidade da infraestrutura e dos serviços de limpeza públi- ca prestados podem afetar negativamente a taxa de participação social. Embora pesquisas do Departamento de Saneamento lo- cal apontassem que os residentes das diversas áreas da cidade compreendiam as regras do programa, as taxas de recuperação de materiais para reciclagem variaram substancialmente (9 a 31%) entre os distritos, enquanto a média da cidade era de 20%. Relataram ainda que, nos bairros onde a participação era bai- xa, a maioria dos entrevistados sentia-se inseguro em utilizar os pontos de entrega de recicláveis, salientando que a iluminação era insuficiente, assim como o número de recipientes disponí- veis para armazenamento dos recicláveis e a frequência de esva- ziamento. Em bairros de elevada participação, os entrevistados relataram o oposto.
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Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em Tarumã e Teodoro Sampaio - SP.

Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em Tarumã e Teodoro Sampaio - SP.

Os resíduos coletados são de tipo domiciliar, de construção civil, comercial, público, de varrição e de serviços de saúde, resultando num total de 5,1 to- neladas diária, sendo 4,2 ton/dia destes provenientes da produção de resíduos sólidos domiciliares, segundo dados do Inventário Estadual de Resíduos Sólidos (2006). No entanto, não é realizada pesagem periódica dos caminhões de coleta, o que dificulta uma maior precisão sobre a quantidade de resíduos sólidos gera- dos e informados. Com exceção dos resíduos de servi- ços de saúde, os demais tipos de resíduos são coletados diariamente por veículos e funcionários da prefeitura no centro da cidade e três vezes por semana nos de- mais setores, totalizando 5,1 ton/dia, sendo 4,2 ton/dia provenientes da produção de resíduos sólidos domici- liares.
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Desafios do lixo em nossa sociedade

Desafios do lixo em nossa sociedade

Outro exemplo, também envolvendo professores da rede municipal de ensino de São Paulo, pôde ser observado em visitas realizadas a uma das estações de transferência de resíduos sólidos urbanos . Ao reparar em meio aos resíduos não- recicláveis uma grande quantidade de materiais recicláveis, muitos professores questionavam os representantes da prefeitura sobre porque isso ocorria se o município tinha programa de coleta seletiva. Essa fala demonstrava desconhecimento em relação ao programa de coleta seletiva e em relação a como fazer parte dele. Alguns desses professores acreditavam que, já que São Paulo tem um programa de coleta seletiva, apenas destinar os resíduos recicláveis juntamente com todos os outros resíduos na coleta regular seria suficiente para que fossem encaminhados à reciclagem.
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Contribuições para a evolução do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos no Brasil com base na experiência Européia.

Contribuições para a evolução do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos no Brasil com base na experiência Européia.

Esse trabalho tem como objetivo apresentar dados relevantes sobre o gerenciamento de resíduos sólidos urbanos (RSU) na Europa de forma a se estabelecer paralelos e subsidiar a discussão no Brasil. É apresentada uma contextualização da situação atual da gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil, onde os efeitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos já se fazem sentir, sobretudo com o aumento da disposição final de RSU em aterros sanitários, predominantemente nas regiões metropolitanas. A reciclagem no país, em grande parte, ainda baseia-se na coleta informal por catadores ou na ação de organizações privadas. Na Europa, a partir da Diretiva 1999/31/EC, que estabeleceu metas para a disposição de resíduos em aterros sanitários, e da Diretiva 94/62/EC, sobre recolhimento de embalagens, a gestão de RSU se alterou profundamente. São apresentados dados das tecnologias predominantes de tratamento e disposição final de RSU e alguns mecanismos para implementação da mudança de cenário na Europa. O exemplo suíço é detalhado, mostrando como a cobrança de tarifas impulsiona as ações da população. É preciso reconhecer que o gerenciamento de resíduos sólidos urbanos RSU tem que ser planejado da coleta até o destino final, utilizando e integrando diferentes tecnologias de tratamento, de acordo com as características locais. É relevante para o Brasil a avaliação criteriosa das soluções disponíveis, do ponto de vista técnico e operacional, considerando fortemente a sua aplicabilidade local.
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Avaliação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em municípios da Zona da Mata de Minas Gerais utilizando indicadores de sustentabilidade em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Avaliação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos em municípios da Zona da Mata de Minas Gerais utilizando indicadores de sustentabilidade em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos

No que tange ao uso de indicadores para a gestão de resíduos sólidos, Milanez (2002) propôs a utilização de um conjunto de 12 indicadores de sustentabilidade, a partir de uma ampla pesquisa nacional e internacional, utilizados para avaliar o desempenho de políticas institucionais de gestão dos RSU. Os critérios considerados pelo autor levaram em conta: (1) assiduidade dos trabalhadores do serviço de limpeza pública; (2) existência de situações de risco à saúde em atividades vinculadas à gestão de RSU; (3) postos de trabalho associados à cadeia de resíduos apoiados pelo poder público; (4) canais de participação popular no processo decisório da gestão dos RSU; (5) realização de parcerias com outras administrações públicas ou com agentes da sociedade civil; (6) acesso da população às informações relativas à gestão dos RSU; (7) população atendida pela coleta domiciliar de resíduos sólidos; (8) gastos econômicos com a gestão dos RSU; (9) autofinanciamento da gestão dos RSU; (10) recuperação de áreas degradadas; (11) medidas mitigadoras previstas nos estudos de impacto ambiental/licenciamento ambiental; e (12) recuperação de material oriundo do fluxo de resíduos realizada pela administração municipal.
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