Complexo Industrial

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Utilização de efluente tratado em complexo industrial automotivo.

Utilização de efluente tratado em complexo industrial automotivo.

Nesse contexto, este trabalho teve como objetivo avaliar a viabilidade técnica do aproveitamento do efluente industrial tratado na Central de Tratamento de Efluentes Líquidos (CETEL) do Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (CIAG), no Estado do Rio Grande do Sul, no sistema de torres de resfriamento da General Motors do Brasil (GMB), empresa pertencente ao CIAG. Por meio da análise do balanço hídrico e da avaliação da qualidade do efluente tratado quanto às características físico-químicas, foram realizadas modificações no sistema produtivo e no processo físico-químico do tratamento do efluente com o objetivo de adequá-lo às condições de qualidade requeridas pelo sistema de torres de resfriamento. A GMB utiliza água disponibilizada pelo serviço público no sistema de resfriamento de água que é utilizada nos processos da pin- tura de carrocerias e de funilaria. O uso de efluente tratado no sistema de resfriamento possibilitaria o uso da água do serviço público em outros processos que necessitam de água com melhor qualidade. Optou-se pela
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Parcerias de desenvolvimento produtivo vinculadas ao complexo industrial da saúde: um estudo sobre os avanços e o papel de cada agente de saúde na inovação e estruturação do Parque Farmacêutico Nacional

Parcerias de desenvolvimento produtivo vinculadas ao complexo industrial da saúde: um estudo sobre os avanços e o papel de cada agente de saúde na inovação e estruturação do Parque Farmacêutico Nacional

Corroborando a fala do Ministro, a partir de 2008, os Ministérios da Saúde, de Ciência e Tecnologia e de Desenvolvimento, Inovação e Comércio Exterior do Brasil, criaram novas políticas, realizaram investimentos e iniciativas estratégicas para o take off da indústria farmacêutica nacional. A maior participação das agências de fomento, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ganhou foco, assim como a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o mais recente Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde (Profarma II). E, recentemente, o governo federal inclui, dentro do Programa Brasil Maior, ações intersetoriais voltadas ao CIS.
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Open na Baía de Suape: entre o Complexo Industrial Portuário de Suape e a Festa da Ouriçada

Open na Baía de Suape: entre o Complexo Industrial Portuário de Suape e a Festa da Ouriçada

Esta dissertação intitulada “Sustentabilidade na Baía de Suape: entre o Complexo Industrial Portuário de Suape e a Festa da Ouriçada ” busca compreender as relações que transpassam a realização da Festa da Ouriçada , enquanto manifestação da cultura e da religiosidade popular suapense. Estas relações protagonizadas pela população que habita a Baía de Suape há gerações são compostas pela complexidade de sua pertinência seja histórica, econômica, social, cultural ou ambiental, as quais são analisadas na presente pesquisa. Através de uma abordagem quantitativa e qualitativa, buscou-se a análise dos fortes vínculos de seu modo de produção e reprodução de vida com os elementos naturais locais, com a categoria territorialidade marinha e com suas manifestações culturais face às constantes transformações sociais provenientes das pressões exercidas por empreendimentos e pelas promessas de desenvolvimento do megaprojeto mais emblemático da política econômica pernambucana, o Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros de Suape (Cips). Pode-se considerar que o cenário posto na contemporaneidade para a população suapense enraizada no modelo de cultura rústica e tradicional de sua prática da pesca artesanal é um ponto de mutação, já que alguns se percebem vivendo uma situação de conflito socioambiental diante dos avanços das máquinas do desenvolvimento econômico, enquanto outros se veem em processo de desenlace com sua territorialidade. Na mesma direção, algumas manifestações da Festa da Ouriçada agora só pertencem à memória social de seu povo, enquanto sua prática fica à deriva, tomando um caminho, no mínimo, incerto.
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COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE E URBANIZAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO

COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE E URBANIZAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO

A possibilidade concreta de unifi cação instantânea de setores industriais, do uso das redes de transporte e de comercialização e do acesso às informações nesses centros estra- tegicamente distribuídos em determinadas metrópoles (CASTILLO; TREVISAN, 2005) é capaz de infl uenciar de maneira contundente as decisões das políticas nacionais e de mobilizar rapidamente funcionários e agentes em todo o mundo: “Redes constituem for- ças produtivas da economia globalizada e expressam fundamentalmente as dinâmicas da circulação do capital” (MOURA, 2009, p. 43). Tudo isso promove as corporações trans- nacionais a fatores poderosos de uma complexa combinação das forças produtivas, com muitas variáveis e parâmetros operacionais que atuam em numerosos níveis de agregação. Quando se toma o caso específi co dos fi xos de saúde e seus insumos, construídos e fornecidos via de regra por corporações, observam-se três grandes grupos empresariais envolvidos: a) a indústria de base química e de biotecnologia; b) indústrias de base mecâ- nica, eletrônica e de materiais; c) prestadores de serviços (ambulatórios, hospitais e ser- viços de diagnóstico e tratamento). A bibliografi a específi ca sobre a economia da saúde aponta claramente o forte peso que esses grupos de agentes reunidos sob o que Gadelha (2006; 2003; 2002) chamou de complexo industrial da saúde são capazes de exercer sobre o processo de refuncionalização dos espaços da cidade especifi camente voltados à adap- tação ou à implementação de fi xos de saúde e dos sistemas de fornecimento e produção de insumos para esses fi xos, concorrendo, ao lado da dinâmica das outras economias ur- banas – transporte, habitação, educação etc. – para a reestruturação da cidade (SPOSITO, 2004) e uma consequente e/ou posterior reestruturação urbana.
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Complexo industrial e portuário do Pecém: promoção ou ameaça ao  sustentável regional?

Complexo industrial e portuário do Pecém: promoção ou ameaça ao sustentável regional?

A crescente escassez de recursos naturais e maior ocorrência de desastres ambientais fomentaram o debate acerca da importância de analisar previamente as consequências da pressão antrópica exercida e, neste cenário histórico ganhou forma e valia o conceito de desenvolvimento sustentável, que provém da reavaliação crítica da relação existente entre a sociedade e seu meio natural e artificial. Mesmo sendo unânime o reconhecimento da importância dos indicadores para mensurar o desenvolvimento sustentável, é difícil acreditar que haverá alguma fórmula de ampla aceitação, devido à existência de sérias clivagens e bloqueios, tanto conceituais quanto operacionais. Dentre os programas governamentais que visam corrigir as distorções em todas as dimensões, foi elaborado no Ceará o Plano de Desenvolvimento Sustentável – PDS do governo estadual, que incorporou a noção sustentabilidade em seus planos de desenvolvimento a partir de 1995. Esse plano apresentou como objetivo a melhoria na qualidade de vida da população no espaço temporal de 25 anos e gerou expectativas de redução das desigualdades sociais. Uma das metas presentes no PDS do governo cearense foi a implantação do Complexo Industrial e Portuário do Pecém – CIPP, projeto estadual estruturante que tem como objetivo viabilizar a operação de atividades portuá rias e industriais integradas, imprescindíveis ao desenvolvimento. Dado o exposto, surgiu o questionamento do modelo de desenvolvimento pretendido pelo Poder Público, cujo discurso define como sustentável, pois este estudo buscou avaliar de que forma o modelo de desenvolvimento proposto e financiado pelo governo no município de São Gonçalo do Amarante estimula o desenvolvimento. Observou-se que a política de atração de investimentos priorizou os setores industrial e de serviços, dentre outras iniciativas, que promoveram, também, sérios problemas sociais (êxodo rural, falta de moradia nas cidades, falta de saneamento básico) e ambientais (desmatamento, perda da biodiversidade, comprometimento dos recursos hídricos) além de intensificar ainda mais as desigualdades entre as regiões urbana e rural ao diminuir as perspectivas de emprego no campo. Sugere-se a adoção de medidas corretivas possíveis, como o ordenamento da urbanização, capacitação profissional de qualidade para população local, implantação de medidas fomentadoras de práticas culturais e econômicas de caráter dinâmico, adoção de tecnologia limpa em todas as áreas de atuação como engenharia, arquitetura, transporte etc.
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Estudo das relações dos atores sociais no complexo industrial florestal de Minas Gerais.

Estudo das relações dos atores sociais no complexo industrial florestal de Minas Gerais.

RESUMO – O objetivo deste estudo foi conhecer as interações entre os diferentes atores sociais relacionados às empresas do complexo industrial florestal de Minas Gerais. Tendo em vista tratar os dados obtidos, utilizou- se a adaptação da escala Likert como mecanismo de medida, tornando possível aferir o grau de concordância e importância atribuídas pelos entrevistados diante das afirmativas descritas no questionário aplicado. A relação com o governo, sociedade, clientes, fornecedores e concorrentes é considerada importante, sendo a busca por informações prática generalizada. A carga tributária, a má qualidade da rede viária e o apoio insuficiente destacaram-se como obstáculos ao desenvolvimento da atividade produtiva.
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A implantação do complexo industrial e portuário do Pecém e seus reflexos sobre o  local do Município de São Gonçalo do Amarante

A implantação do complexo industrial e portuário do Pecém e seus reflexos sobre o local do Município de São Gonçalo do Amarante

5 Este trabalho tem por objetivo fazer uma análise do desenvolvimento do Município de São Gonçalo do Amarante em decorrência da implantação do Complexo Industrial e Portuário do Pecém. Inicialmente, é feita uma abordagem, em nível conceitual, de Desenvolvimento Econômico Local, destacando-se alguns aspectos associados a esse tema. cumpre ressaltar que o governo local tem um papel relevante no processo de desenvolvimento obtendo, sobremaneira, soluções viáveis para os problemas socioeconômicos da comunidade, em busca de parcerias entre os setores público e privado e a sociedade. Nessa perspectiva, procura-se evidenciar que a decisão de construção de um empreendimento do porte do Complexo Industrial e Portuário do Pecém trouxe impactos significativos ao desenvolvimento do Município de São Gonçalo do Amarante. A referência específica deste trabalho a esse município decorre em função do Porto e da maior parte do Complexo Industrial estarem localizados naquela área territorial. Por fim, esta dissertação procura destacar, à luz de fatos e dados, os reflexos decorrentes de tal empreendimento naquele município.
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Comércio internacional de serviços e complexo industrial da saúde: implicações para os sistemas nacionais de saúde.

Comércio internacional de serviços e complexo industrial da saúde: implicações para os sistemas nacionais de saúde.

Uma das expressões contemporâneas da consolidação dos monopólios nos segmentos industriais pode ser interpretada como um reco- nhecimento da ascensão dos serviços de saúde no complexo industrial da saúde – a integração vertical entre produtores de insumos e presta- dores de serviços, capitaneada por produtores de insumos para garantir os mercados para seus produtos. A Fresenius Medical Care, empresa alemã fornecedora de insumos e equipamentos para diálise, transfusão e nutrição enteral, é ho- je a líder mundial em serviços de hemodiálise, inclusive no Brasil. No final de 2005, a Fresenius ProServe tornou-se a líder do mercado hospitalar alemão, ao adquirir hospitais do grupo Helius no processo de privatização dos hospitais públicos daquele país 24 .
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Impactos SocioambientaIs ao Longo da Implantação e Consolidação do Complexo Industrial Portuário de Suape – PE

Impactos SocioambientaIs ao Longo da Implantação e Consolidação do Complexo Industrial Portuário de Suape – PE

O Complexo Industrial Portuário de Suape começou a ser idealizado em meados da década de 1970, atrelado a um forte discurso de desenvolvimento econômico para o Estado de Pernambuco. Segundo Cavalcanti (2008), o primeiro documento a respeito de Suape foi um estudo de viabilidade técnico-econômica, contratado pelo governo de Pernambuco. Esse documento focou no significado de Suape no tocante ao desenvolvimento de Pernambuco e do Nordeste, sendo este, considerado uma base indispensável da infraestrutura para possibilitar grandes saltos econômicos para o Estado. O projeto consistia em construir um porto de águas profundas (situado no Cabo de Santo Agostinho, na bacia de Suape) “capaz de atender as exigências ditadas pelo desenvolvimento que se processa na região” (publicado no Diário de Pernambuco 9.9.79, p. A-21) (Cavalcanti, 2008).
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Desenvolvimento, complexo industrial da saúde e política industrial.

Desenvolvimento, complexo industrial da saúde e política industrial.

simultaneamente, a dimensão sanitária e a econômica, numa perspectiva de pensar, no limite possível, a inte- ração entre saúde e desenvolvimento. Tal relação vai além da concepção de um sistema de atenção adequa- do. Remete, em última instância, para sua inserção numa estratégia de desenvolvimento que privilegie, ao mesmo tempo, o dinamismo e atenuação da depen- dência econômica em áreas estratégicas no atual con- texto histórico, a exemplo dos equipamentos eletrôni- cos, da biotecnologia e dos novos materiais. O grande desafio é a constituição de um modelo que permita uma reestruturação da base produtiva nacional na di- reção do dinamismo econômico e da superação do atra- so em áreas críticas para a atenuação da desigualdade e da exclusão social, como é o caso de todos os seg- mentos que fazem parte do complexo da saúde. A noção de complexo industrial da saúde é, a um só tempo, um corte cognitivo, analítico e político. Como mostra a Figura 1, configura “(...) um conjunto sele- cionado de atividades produtivas que mantêm rela- ções intersetoriais de compra e venda de bens e servi- ços (sendo captadas, por exemplo, nas matrizes de insumo-produto nas contas nacionais) e/ou de co- nhecimentos e tecnologias (...)” (Gadelha, 12 2003, p.
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O COMPLEXO INDUSTRIAL-MILITAR DOS ESTADOS UNIDOS PÓS- 11 DE SETEMBRO: O CASO DA BOEING

O COMPLEXO INDUSTRIAL-MILITAR DOS ESTADOS UNIDOS PÓS- 11 DE SETEMBRO: O CASO DA BOEING

Resumo: O presente trabalho apresenta características acerca do Complexo Industrial-Militar e suas instâncias, em especial o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). São apresentados dados do DoD referentes aos grandes custos com a Guerra do Afeganistão e Guerra do Iraque, eventos que sucederam os atentados em 11 de setembro de 2001 (9/11), para melhor entendimento de como o departamento estreitou relações com suas empresas contratantes. O trabalho tem uma abordagem por meio do método hipotético-dedutivo e análises quantitativas de como a The Boeing Company, uma das principais empresas que detém contratos com o departamento, é beneficiada pelo DoD, principalmente após o 9/11. Essas análises são apresentadas através de valores e mudanças de contratos entre a companhia e o departamento entre os anos de 2000 a 2012 abarcando os governos de George W. Bush e Barack H. Obama, e a participação da Boeing em programas de defesa no contexto em questão. Observações de outros anos, relacionadas aos gastos do governo norte-americano com a empresa, são demonstrados com o objeto de enfatizar a preocupação estadunidense em questões de segurança e defesa, e sua forte relação com a The Boeing Company.
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O IMPACTO DA CONSTRUÇÃO DO COMPLEXO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DE AÇU NO NORTE FLUMINENSE

O IMPACTO DA CONSTRUÇÃO DO COMPLEXO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DE AÇU NO NORTE FLUMINENSE

RESUMO: O presente artigo possui como objetivo analisar o impacto da construção do Complexo Industrial e Portuário de Açu (CIPA) na dinâmica da rede urbana do Norte Fluminense. Para tal, é feita uma discussão sobre as mudanças econômicas, sociais e administrativas entre 2000 e 2010 baseadas na composição regional. Além disso, é realizado um estudo de caso sobre os impactos econômicos potenciais da construção do CIPA por meio de um modelo inter-regional de insumo-produto para o Rio de Janeiro e para o resto do Brasil, ano base 2008. Os dados sugerem que o Norte Fluminense possui um crescimento acima da média estadual, devido, em parte, à renda derivada do petróleo. Já as simulações indicaram que a construção do Complexo de Açu teria o potencial de causar impactos expressivos na economia fluminense: 10,9% de aumento da produção total e expansão de 16,4% dos empregos totais na economia. Entretanto, os efeitos de vazamento dos investimentos, para diversos setores, foram acima da média para o resto do Brasil.
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O complexo industrial da saúde e a necessidade de um enfoque dinâmico na economia da saúde.

O complexo industrial da saúde e a necessidade de um enfoque dinâmico na economia da saúde.

Nessa direção, pode-se afirm ar que a di- mensão econômica, vinculada ao processo de in ovação e de acum ulação, e a dim en são so- ciossanitária apresentam, sob uma perspecti- va, um trade-off que contrapõe o interesse de eficiência econômica dos agentes e os interes- ses da população. Sob outra perspectiva, a se- gunda dim ensão representa fonte de dem an - da, de financiam ento, de prioridade às ativi- dades de P&D, en tre ou tras con dições sistê- m icas de com petitividade que incidem favo- ravelm ente na lucratividade e/ou n o desem - penho dos agentes públicos e privados e, por- tanto, na renda, no investimento e no desen - volvimento das economias nacionais. A “arte” política relacion ada a essas ten sões e sin er - gias en tre as du as dim en sões relacion a-se à adm in istração deste trade- off por parte dos Estados nacionais. Em alguns casos, como nos países escandinavos, conforma-se uma situa- ção na qual está se consolidando um comple- xo industrial de bem-estar, articulando os in - teresses em presariais e de saúde em torno de estratégias de inovação e de com petitividade das in dústrias e dos serviços de saúde, o que tem levado algu n s au tores a iden tificarem a área social com o um a alavan ca poten cial de in ovação e desen volvim en to das econ om ias nacionais (Lundvall, 1988).
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FATORES INFLUENCIADORES DO PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO: O CASO DE UM COMPLEXO INDUSTRIAL ALIMENTÍCIO BRASILEIRO

FATORES INFLUENCIADORES DO PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO: O CASO DE UM COMPLEXO INDUSTRIAL ALIMENTÍCIO BRASILEIRO

Ao indagar os gestores sobre a internacionalização de clientes e fornecedores, bem como de competidores nacionais, verificou-se que os mesmos não possuem relação c[r]

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Simbiose industrial no complexo industrial e portuário do Pecém: explorando elementos determinantes e barreiras

Simbiose industrial no complexo industrial e portuário do Pecém: explorando elementos determinantes e barreiras

Embora, as empresas apareçam num baixo nível de maturidade em simbiose industrial, as empresas apresentaram facilitadores que podem ser potencialmente utilizados para motivar programas de simbiose industrial na região. O comprometimento dos colaboradores, a prática da meritocracia e a gestão da qualidade são facilitadores para a simbiose industrial. A gestão ambiental baseada em ações voltadas para o desenvolvimento da conscientização da preservação do meio ambiente e o estímulo para a absorção do conceito de responsabilidade social corporativa também representam importantes elementos para a simbiose industrial. Além disso, as empresas têm a preocupação de tratar a questão ambiental não somente por força normativa, mas também buscando o desenvolvimento sustentável da região do Pecém
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Acompanhamento de Obra no Interior de um Complexo Industrial

Acompanhamento de Obra no Interior de um Complexo Industrial

Terminada a tarefa anterior, procedeu-se à colocação da manta geotêxtil em toda a zona a ser construída. Resumidamente colocou-se a geotêxtil na zona da rede viária (que inclui a parte do arruamento, passeios e baias de estacionamento), na zona da construção do edifício industrial, casa das máquinas, do lote pré-fabricado e a zona do muro de gabiões, que se situa adjacente ao arruamento. A manta utilizada foi a geotêxtil poliéster 200g/m² - rolo 2,2x140m - CE não tecido, que tem a função de atuar como filtro, evitando a saída dos finos do solo aterrado, sendo esta bastante permeável à água, permitindo a drenagem dos solos, devendo ser colocada entre diferentes camadas de solo. Neste caso, entre terra preta e a camada de aterro saibroso, evitando assim a instabilidade e a sua contaminação. Com espessura de aproximadamente 2,2 mm e uma permeabilidade á água de 0,03731 m/s, sendo possível drenar cerca de 40 l/s/m 2 .
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Análise do impacto de grandes projetos em comunidades: uma abordagem a partir da psicologia ambiental (estudo de caso do Complexo de Suape)

Análise do impacto de grandes projetos em comunidades: uma abordagem a partir da psicologia ambiental (estudo de caso do Complexo de Suape)

Por outro lado, para analisarmos a forma como os pescadores e as donas de casa percebiam as várias situações, antes da implantação do Complexo Industrial- Portuário de Suape e após a mes[r]

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UMA ANÁLISE DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS APÓS A IMPLANTAÇÃO DA REFINARIA DE PETRÓLEO AO LONGO DO LITORAL DE IPOJUCA E CABO DE SANTO AGOSTINHO – PE, BRASIL

UMA ANÁLISE DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS APÓS A IMPLANTAÇÃO DA REFINARIA DE PETRÓLEO AO LONGO DO LITORAL DE IPOJUCA E CABO DE SANTO AGOSTINHO – PE, BRASIL

R. gest. sust. ambient., Florianópolis, v. 8, n. 3, p.736-759, jul/set. 2019. 738 A região do porto de Suape está sujeita a uma série de alterações físicas e estruturais causadas pela industrialização e pelo crescimento desordenado da população. A construção do Complexo Industrial Portuário de Suape (CIPS), entre os anos de 1979 e 1984, modificou as características ecológicas da área, sendo os maiores impactos observados no estuário do rio Ipojuca (KOENING et al., 2002). O processo de implantação de refinaria está associado aos principais processos impactantes, dentre eles destacam-se: a sedimentação por dragagem, dinamitação dos recifes, aterros sobre a linha recifal, destruição do manguezal adjacente e tráfego de embarcações de grande porte (FERNANDES, 2000). Em 2007 ainda se pode observar mais alterações degradantes devido ao processo de crescimento do CIPS. De acordo com Gouveia (2017), o crescimento não somente alterou a economia do munícipio com consequentes transformações do meio ambiente, como provocou o crescimento populacional e por consequência, aumentou a demanda por água.
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Formulação de uma politica de desenvolvimento regional integrado: um estudo de caso do corredor centroleste

Formulação de uma politica de desenvolvimento regional integrado: um estudo de caso do corredor centroleste

A nova concepção objetiva: promover uma ligação entre o complexo portuário do Espírito Santo ao complexo industrial de Belo Horizonte e à fronteira agrícola do Ce[r]

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Estruturas do sistema de saúde: do complexo médico-industrial ao médico-financeiro.

Estruturas do sistema de saúde: do complexo médico-industrial ao médico-financeiro.

Todo complexo industrial – e o complexo médico-industrial não constitui uma exceção – traz, em si mesmo, o caráter único das relações que se estabelecem entre seus membros e a forma pela qual cada um deles, em particular, e o complexo, no geral, se apropriam de uma parcela do exceden- te econômico. Assim, não basta somente analisar os vínculos existentes a partir dos fluxos de bens e serviços, que poderiam ser adequadamente tra- tados a partir da idéia de cadeias de produção. É preciso também entender o papel que os diversos agentes e elementos constituintes de um complexo industrial assumem na sociedade e como as relações entre eles se proces- sam ao longo do tempo.
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