Crianças - Livros e leitura

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LEITURA E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O ENCONTRO ENTRE AS CRIANÇAS E OS LIVROS

LEITURA E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O ENCONTRO ENTRE AS CRIANÇAS E OS LIVROS

atividades. Uma delas é se instituir diariamente o momento da roda de leitura, como prática essencial na formação da criança leitora. Nesse sentido, devemos considerar que participar de rodas de leitura/contação de histórias é DOJR DSUHQGLGR FRPR DȴUPDP %UDQG¥R H 5RVD  S  TXDQGR QRV DSRQWDP ȊTXH as crianças precisam aprender sobre o que é fazer parte de uma roda de histórias para que sejam participantes ativas dessa atividade”. Compreendermos que esse momento não deve ser esporádico, mas parte integrante da rotina da Educação Infantil. Muito da ampliação do repertório de histórias das crianças, bem como os diversos comportamentos de leitor que serão apropriados por elas, serão aprendidos à medida que as crianças convivam como os livros e tenham no/a professor/a sua referência de leitor.
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Estarão os computadores a retirar espaço à leitura de livros? Análise dos hábitos de leitura em crianças do primeiro ciclo do Básico

Estarão os computadores a retirar espaço à leitura de livros? Análise dos hábitos de leitura em crianças do primeiro ciclo do Básico

também, as bibliotecas têm um papel relevante no interesse pela leitura, pelo que é importante estimular as crianças a formarem as suas próprias bibliote- cas e a colaborar, sempre que possível, com a biblioteca da escola (prole, 2008). e a partir do momento em que a criança desenvolve o interesse pela leitura é pouco provável que o perca, especialmente se o tiver adquirido desde cedo. O hábito de leitura está intimamente ligado aos estímulos que a criança recebe desde peque- na ou até mesmo antes do nascimento, pelo que o contexto familiar é de grande importância (Mata, 1999). as crianças que contactam precocemente com livros e ouvem ler com assiduidade adquirem uma linguagem mais rica, tanto no que respeita à expressão como à compreensão, levando-as a uma melhor adaptação à escola e a uma maior probabilidade de sucesso escolar (Witter, 2004). Neste con- texto, a família desempenha um papel decisivo, dado que os pais como modelos afectivos mais significativos para as crianças, cujos comportamentos elas imi- tam, são mediadores de importância acrescida na criação de hábitos de leitura. a aquisição de hábitos de leitura ou se desenvolve atempadamente ou dificilmente pode ser adquirida.
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Pais e filhos em dois livros franceses de literatura infantil

Pais e filhos em dois livros franceses de literatura infantil

compreender que pouca atenção foi dada à voz infantil, acostumada a obedecer e a calar. Nesse quadro, criar histórias e, portanto, literatura para crianças, seria uma ação revolucionária, por ignorar o contexto social de uma época para, em contrapartida, inseri-la em um futuro com configuração pouco vislumbrada em séculos anteriores. Entretanto, se estão razoavelmente delineados os contornos de um mundo em que a criança tomou a sua voz e ocupou lugares importantes nas relações sociais, não estão consolidados, apenas com a criação da literatura infantil e com a produção abundante de livros, os gestos culturais de leitura entre os pequenos. Podem-se destacar duas razões, entre outras, para explicar esse fenômeno. A ausência dos mesmos gestos entre pais, de qualquer que seja o segmento social, isto é, a inexistência da sua forma ideal, como aponta Vigotsky (2001), no entorno cultural, ou, ainda,o não reconhecimento de pais e educadores a respeito do impacto da literatura infantil na formação da consciência e da cultura escrita.
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Leitura em livros didáticos: a argumentação em questão

Leitura em livros didáticos: a argumentação em questão

Observações informais levam a crer que os gêneros discursivos escritos mais presentes no livro didático destinado a crianças na fase inicial da escolarização são os predominantemente narrativos (contos, relatos históricos) e os dissertativo-expositivos (nos livros de História, Geografia, Ciências). Andrade, leal e Brandão (2006) apontaram, por exemplo, que, dos 1.167 textos encontrados em quatro coleções de livros didáticos de 1ª a 4ª série de língua Portuguesa, apenas 7,2% puderam ser incluídos na categoria de textos da ordem do argumentar. Ou seja, nos livros analisados, apenas em pouquíssimas situações os alunos teriam oportunidade de se deparar com textos dessa natureza. Essa também parece ser característica de livros de outros países. Brassart (1990), por exemplo, aponta a ausência de textos argumentativos contendo contra-argumentos em "handbooks" utilizados em escolas suíças.
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Helena Isabel Marchão Henriques

Helena Isabel Marchão Henriques

42 No vasto universo dos livros para crianças, a literatura infantil ocupa um lugar cada vez mais relevante na formação estética e literária das crianças (pré)leitoras. Daqui se infere que nem todos os livros para crianças se podem inserir no paradigma da literatura infantil, “[…] por lhes faltar a dimensão imaginante e a linguagem poético- simbólica e conotativa que caracteriza o texto literário” (Mergulhão, 2008a: 45). Tal não significa que só os livros em que existe essa dupla dimensão imaginante e estética possam ser lidos às (ou pelas) crianças, até porque a relação afetiva com o ato de ler é imprescindível para que as crianças adquiram o gosto pela leitura. No entanto, um educador informado e conhecedor do que de bom existe no mercado ao nível da literatura infantil deverá oferecer-lhes, através da pedagogia do deslumbramento a que se refere a escritora Luísa Dacosta (cf. Dacosta, 2001: 199), alternativas esteticamente congruentes para que, progressivamente, elas possam ir apurando o gosto e desenvolvendo a sua sensibilidade artística. O educador deve ter em conta, quando seleciona livros para crianças, que
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Tutoria centrada na leitura de livros: uma alternativa para alunos com dificuldade em leitura e escrita.

Tutoria centrada na leitura de livros: uma alternativa para alunos com dificuldade em leitura e escrita.

Tal como observado entre crianças da Nova Zelândia, os resultados da experiência com o Programa Recuperação de Leitura entre crianças americanas se mostraram altamente positivos. A maioria das crianças com dificuldades de aprendizagem alcançou os níveis médios de leitura após 12 semanas de intervenção. No final do ano acadêmico, as crianças que participaram da tutoria alcançaram o nível de aproveitamento médio dos colegas de classe. Dois terços ou mais das crianças que participaram do programa fizeram progresso acelerado e alcançaram seus pares. As crianças retiveram seus ganhos e continuaram a progredir academicamente dois anos após a intervenção (Pinell, 1989; Center, Wheldall, Freeman, Outthred & McNaught, 1995; Wasik & Slavin, 1993).
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LEITURA NA ESCOLA

LEITURA NA ESCOLA

Com o objetivo de familiarizar as crianças com os livros e estimular o interesse pela leitura, buscando cativá-los e atrai-los, tendo mais intimidade com esse universo, se criou o presente projeto que oportunizou aos estudantes, conhecer histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo, ampliando a compreensão de que a leitura é essencial para a construção do conhecimento, além de possibilitar maior contato com a dramatização. O projeto foi desenvolvido em algumas turmas de Anos Iniciais na Escola Municipal Dr.Vilson Pedro Kleinubing, em Capinzal-SC. Percebeu-se que houve maior interesse das crianças na busca de livros para leitura, possibilitando a ampliação desta habilidade tão necessária. Conclui-se que trabalho proporcionou uma excelente oportunidade de imersão da criança no mundo da leitura.
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Livros que celebram o livro ou o prazer do livro e da leitura: A Maior Flor do Mundo (José Saramago), A Biblioteca do Avô (Maria do Rosário Pedreira) e O Canteiro dos Livros (José Jorge Letria)

Livros que celebram o livro ou o prazer do livro e da leitura: A Maior Flor do Mundo (José Saramago), A Biblioteca do Avô (Maria do Rosário Pedreira) e O Canteiro dos Livros (José Jorge Letria)

a maior Flor do mundo abre com um metatexto que é uma declaração de princípio do narrador sobre as coordenadas essenciais da escrita para a infância: «As histórias para crianças devem ser escritas com palavras muito simples, porque as crianças, sendo peque- nas, sabem poucas palavras e não gostam de usá -las complicadas». O sujeito que assim se apresenta, professando uma fé e uma cosmovisão infantis, detém -se na descrição de uma discursividade muito particular; e apresenta -se já como autor textual, a entidade que no texto declara que escreve, afirmando -se no caso pela negativa: «quem me dera saber escrever essas histórias, mas nunca fui capaz de aprender, e tenho pena. Além de ser preciso saber escolher as palavras, faz falta um certo jeito de contar, uma maneira muito certa e muito explicada, uma paciência muito grande – e a mim falta -me pelo menos a paciência, do que peço desculpa». Se faz algum sentido falar aqui no tópico da captatio benevolentia, também não será exagerado dizer que poucas vezes se usou entre nós como neste caso de tanta sinceridade na apresentação da obra e da voz que anuncia que apenas enuncia uma história de pouco ou nenhum valor. O leitor – infantil ou adulto – que não se fica por este espaço metadiscursivo de entrada e acede ao convite para ler a história que o autor textual chegou a pensar que «seria a mais linda de todas as que se escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas», veleidade de que aliás pede desculpa antecipadamente, terá a sua leitura instruída por um efeito de sentido que nasce dessa aproximação autoral; um efeito de sentido que se configura em expectativa, em impulso para uma leitura interessada em avaliar a poética alegadamente pobre de um criador que, um pouco mais à frente, marca mais uma vez a distância entre o valor da experiência vivida pelo menino e a história que a narra: «Dali para diante, para o nosso menino, será só uma pergunta sem literatura: “vou ou não vou?” E foi».
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Extensão e formação continuada de mediadores da leitura literária – tecendo diálogo com o projeto “Clube da leitura: a gente catarinense em foco”

Extensão e formação continuada de mediadores da leitura literária – tecendo diálogo com o projeto “Clube da leitura: a gente catarinense em foco”

O “Clube da Leitura”, como é conhecido, consiste na leitura e seleção de títulos de escritores de Santa Catarina; no trabalho com os livros selecionados junto ao grupo de crianças e adolescentes, bem como na promoção da visita de escritores às escolas. Durante o ano de 2010 já havíamos participado do processo de formação da sua equipe de profissionais, sem, no entanto, acompanhar as demais atividades oriundas da escolha dos títulos trabalhados em sala de aula. Nossa inserção no ano de 2011 adquiriu caráter de Extensão e, assim, passamos a participar de todas as etapas do trabalho de formação, possibilitando ao grupo de professoras e bibliotecárias um acompanhamento e registro de suas produções, bem como as auxiliando no planejamento das atividades desenvolvidas com as crianças.
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ESPAÇO DE LIVROS E LEITURA: um estudo sobre a sala de leitura da Biblioteca Central da UFPB

ESPAÇO DE LIVROS E LEITURA: um estudo sobre a sala de leitura da Biblioteca Central da UFPB

O Projeto de Extensão Sala de Leitura de Ensino Fundamental e Médio da UFPB tem como finalidade “servir a comunidade em que está inserida, fomentando a cultura local, com o objetivo de despertar nos jovens e crianças o hábito pela leitura possibilitado pelo acesso ao material bibliográfico” (SILVA; SILVA, s. d, p. 2). Com isso, surgiu o interesse desta pesquisa, que teve o intuito de evidenciar os serviços, recursos e benefícios do Projeto citado. Desta maneira, a pesquisa teve o objetivo de analisar sob o ponto de vista dos colaboradores da Sala de Leitura da Biblioteca Central da Universidade Federal da Paraíba, a importância da mesma no processo de aprendizagem de seus usuários.
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Livros escolares de leitura: uma morfologia (1866-1956).

Livros escolares de leitura: uma morfologia (1866-1956).

É interessante observar que esses modelos pos- suem relações estreitas com os modelos apreendidos no estudo da produção editorial francesa. O modelo da leitura manuscrita, em primeiro lugar. Jean Hébrard vem constatando, em pesquisa não publicada, que os paleógrafos ou livros de leitura manuscrita floresce- ram na França ao longo do século XIX, praticamente desaparecendo ao final da década de 1960 do mesmo século. As características desses livros são parecidas com as de seus congêneres brasileiros: antologias de textos apresentados com diferentes caligrafias, visan- do ao desenvolvimento da habilidade de decifrar com alguma facilidade diferentes tipos de letras, assim como à apresentação de diferentes modelos de escri- ta, para cópia. Os modelos instrutivo, formativo e retórico-literário, em segundo lugar. A análise da pro- dução francesa, realizada por Anne-Marie Chartier e Jean Hébrard (1995, 2000), para o mesmo período, mostra que entre o final do século XIX e as primeiras três décadas do século XX a produção francesa de livros de leitura se organiza em torno desses mesmos três modelos ou, em outros termos, do “modelo enci- clopédico das leituras instrutivas”, o “modelo educa- tivo da narrativa moralizante” e o “modelo cultural das leituras literárias”. De acordo com os pesquisa- dores franceses,
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Estud. psicol. (Campinas)  vol.20 número1

Estud. psicol. (Campinas) vol.20 número1

O tema tem continuidade no texto de Samuels (Capítulo 3), que procura relacionar TV, literatura e atividades de sala de aula na produção de sínteses de textos acadêmicos. Explora a diversidade cultural que é refletida nos livros de literatura para jovens. Apresenta um quadro, muito útil para a análise e para a pesquisa, no qual aparecem arrolados os principais termos usados para caracterizar os personagens de obras literárias. Finaliza lembrando que as aulas de hoje precisam corresponder às mudanças decorrentes do pluralismo, do comércio internacional, da abertura cultural e social.
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Livros digitais infantis: narrativa e leitura na era do tablet

Livros digitais infantis: narrativa e leitura na era do tablet

Sacudir ou movimentar o tablet: Este recurso tem sido bastante explorado pelas editoras de livros digitais para fazer objetos internos à história se movimentarem. Virar o gadget, rotacionar, chacoalhar, mexê-lo para qualquer lado podem fazer ilustrações “caírem” na página, personagens se mexerem como se fossem feitos de mola, desenhos de objetos “baterem” nas bordas da tela – tudo em uma velocidade semelhante à da flutuação de corpos no espaço –, além de permitir que o usuário direcione os personagens em uma determinada posição na tela e, assim, permaneçam no “caminho correto” dentro da história, como quando se é preciso percorrer um túnel. Um dos livros que fez uso dessa ferramenta é Alice in Wonderland, um dos primeiros enhanced e-books lançado no mundo, em março de 2010, e que, na época, fascinou os leitores com tal ferramenta interativa. Nele, há a possibilidade de fazer o relógio de bolso do coelho pender para um lado e outro, quicar o vidro de marmelada nas bordas da tela, movimentar o cenário que aparece por trás da porta, jogar confeitos para lá e para cá... Tudo isso sem tocar os dedos na tela – esses objetos também podem ser movidos pelos dedos, se o leitor desejar. Aliás, a maioria dos recursos de Alice diz respeito a esse tipo de movimento – pudera, sendo um dos pioneiros, muito ainda estava por ser descoberto. A Menina do Narizinho Arrebitado, que foi lançado meses mais tarde, em novembro, aproveitou o sucesso dessas ferramentas para implantá-las na sua história: os peixes se movem no lago ao comando da movimentação do gadget ou do dedo. Já em The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, por exemplo, o movimento correto do tablet coloca o sr. Lessmore no centro de um grande túnel de livros.
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Servitização no mercado brasileiro de livros didáticos: implicações organizacionais...

Servitização no mercado brasileiro de livros didáticos: implicações organizacionais...

Num mercado com crescente competição como o atual, é mister que as empresas façam mais por seus clientes, ou seja, que em essência lhes entreguem mais valor. Para empresas industriais em particular, uma das ações mais comuns é a integração de serviços aos produtos existentes, a fim de oferecer uma solução que atenda às necessidades do cliente. A servitização, termo cunhado para denominar esse modelo de negócios, demanda uma transição organizacional, afinal prestar serviços é diferente de fabricar produtos. Não obstante argumentos em favor, nem sempre a servitização é bem sucedida. Nesta pesquisa, foram examinados os efeitos organizacionais da servitização no mercado editorial brasileiro, mais precisamente no segmento de livros didáticos. O foco recaiu sobre as editoras que criam, produzem e comercializam os livros, bem como sua relação com um de seus maiores clientes: as escolas particulares de ensino fundamental e médio. Usualmente vistas como produtoras de um bem manufaturado – o livro – e historicamente estruturadas segundo a tradição taylorista, essas editoras têm se reformado na direção de uma organização voltada à criação de conteúdo didático e prestação de serviços às escolas e professores. O presente trabalho teve como objetivo descrever e explicar como têm ocorrido as mudanças organizacionais decorrentes da servitização. Por meio de um estudo de caso múltiplo, coletaram-se evidências empíricas dos obstáculos e/ou facilitadores nesse caminho. Os resultados mostraram evidências de mudanças organizacionais devido à servitização, com destaque para a introdução de novas estruturas organizacionais e políticas de recursos humanos, que possibilitaram um relacionamento mais próximo dos clientes e de suas necessidades. Contudo, ainda há trabalho a fazer, como enfrentar os desafios da crescente digitalização dos conteúdos didáticos e o uso da Internet na distribuição de conteúdos e no relacionamento com os clientes.
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Uma história dos compêndios didáticos Tesouro de Meninos e Tesouro de Meninas no Brasil.

Uma história dos compêndios didáticos Tesouro de Meninos e Tesouro de Meninas no Brasil.

As Camaras Municipais da Província do Rio de Janeiro, ordenando que façam observar nas Escolas Públicas de primeiras letras a tabela anexa, organizada e approvada para a leitura e o estudo de arithmética. Tendo a Regência determinado que se formasse uma Tabella das matérias indispensáveis para a leitura, e para o estudo da arithmetica nas Escolas Públicas de primeiras letras desta Província, e na qual se estabelecesse um método regular de Instrucção, de sorte que os alunnos, que por qualquer circunstância se mudassem de umas para outras, nada perdessem com a mudança, e aliás progredissem sempre nos seus conhecimentos: Manda a mesma Regência, em Nome do Imperador, pela Secretaria de Estado dos Negócios do Império remetter à Camara Municipal de....os inclusos exemplares da referida Tabella que houve por bem approvar, para que, distribuindo-as por cada uma das Escolas Públicas de primeiras letras do seu município, faça que os respectivos Professores observem a classificação nella indicada, prohibindo-lhes qualquer arbítrio no ensino dos seus alunnos, pelo qual ficam responsáveis. E há por bem recommendar- lhes que conserve os exemplares restantes, a fim de se distribuírem no seu município.
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A ideologia Alema Marx e Engels

A ideologia Alema Marx e Engels

Esta concepção mostra que o objetivo da história não consiste em resolver-se em «Consciência de si» enquanto «Espírito do espírito», mas que se encontrem dados em cada estádio um resul[r]

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construção de novas relações entre biblioteca e educação :: Brapci ::

construção de novas relações entre biblioteca e educação :: Brapci ::

'O acervo é formado basicamente de livros enviados pelo programa de Sala de Leitura da Secretaria de Educação do Município de São Paulo. A escola também recebe livros através do programa[r]

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PRÁTICAS DE LEITURA E QUESTÕES AMBIENTAIS EM LIVROS DIDÁTICOS

PRÁTICAS DE LEITURA E QUESTÕES AMBIENTAIS EM LIVROS DIDÁTICOS

RESUMO: Os conteúdos inseridos em livros didáticos costumam estar estreitamente relacionados ao modo como uma sociedade se vê em diferentes momentos de sua história e à preservação de certos valores dentro dessa sociedade. Assim, a qualidade de saberes e o tipo de formação que se quer difundir no meio social, por via de textos editados para atender à escolaridade, encontram balizas em interferências de ordem sócio-político-econômico-cultural próprias dos momentos vividos pela sociedade. O trabalho envolve o estudo de práticas de leitura e representações sobre meio ambiente contidas em livros didáticos indicados por escolas públicas da cidade de Assis-SP, nos anos de 1997, 2000 e 2003 (Ensino Fundamental e Médio nas disciplinas de Ciências, Geografia e História). O objetivo foi entrar na discussão sobre a interação entre conteúdos inseridos em livros didáticos, adotados por escolas, e a realidade vivida por alunos.
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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E DA EDUCAÇÃO - FAED PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - PPGE Marlene Neves Fernandes

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E DA EDUCAÇÃO - FAED PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - PPGE Marlene Neves Fernandes

Nesta dissertação de mestrado, são apresentados os resultados de pesquisa realizada nos manuais escolares de leitura escritos e produzidos entre 1953 e 1957 pelo prof. Manoel Bergström Lourenço Filho (1897 – 1970), voltados a alunos de escolas primárias públicas do País. Conhecida como Série de Leitura Graduada Pedrinho, era composta por quatro livros de leitura e uma cartilha, a saber: Pedrinho (1953), Pedrinho e seus amigos (1954), Aventuras de Pedrinho (1955), Leituras de Pedrinho e Maria Clara (1956), e a cartilha Upa, cavalinho! (1957), todos publicados pela Companhia Editora Melhoramentos (SP). Para a elaboração da Série, Lourenço Filho, além de textos de sua autoria, selecionou variados trechos de obras já publicados por outros autores e autoras que figuram ao longo dos quatro livros de leitura em forma de lições. Esses manuais escolares foram produzidos com a pretensão de estimular a vontade de ler com compreensão, de forma produtiva, bem como, segundo explicita o próprio autor na apresentação do primeiro volume, ser “a primeira série a cuidar dos problemas das relações humanas no lar, na escola e na vida social” (LOURENÇO FILHO, 1961). Mediante abordagem baseada nos pressupostos da História da Educação em interface com a História do Livro e da Leitura e centrado em pesquisa bibliográfica e documental, o objetivo do presente trabalho consiste em elaborar um mapeamento dos autores e autoras escolhidos por Lourenço Filho para compor o escopo da Série. A partir desse mapeamento, destaca-se os que mais contribuíram em termos de quantidade de lições publicadas, bem como identificou-se os saberes mais colocados em foco nessas mesmas lições. Esta análise criou possibilidades para concluir que, no momento histórico em que foi publicada e utilizada, as lições selecionadas continham saberes que compunham o Ensino Primário concernentes a diversas disciplinas; entretanto, verificou-se que Lourenço Filho, ao escolher autores para compor a Série, enfatizou textos que privilegiavam especialmente saberes dedicados ao ensino da História e da Geografia brasileiras identificadas como disciplinas formadoras da nacionalidade.
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