Cuidados de fim de vida

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Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Trata-se de pesquisa exploratória e descri- tiva, com abordagem quantitativa, realizada na UTI de dois hospitais gerais universitários situados na cidade de Curitiba/PR, que atendem a pacientes clínicos e cirúrgicos adultos. Os participantes do estudo foram profissionais de saúde de equipe mul- tiprofissional diretamente envolvida no cuidado de pacientes terminais, formada por médicos, enfer- meiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuti- cos, psicólogos, assistentes sociais e fonoaudiólogos. Foram incluídos na amostra todos os profissionais da UTI dos dois hospitais que atenderam aos seguintes critérios de inclusão: participar da equipe multipro- fissional, atuar na assistência direta ao paciente em cuidados de fim de vida e ter completado o ensino superior. Portanto, foram excluídos os profissionais que cumpriam residência. Por fim, 45 participantes respon- deram ao questionário da pesquisa (Anexo), 38 do sexo feminino e 7 do sexo masculino.
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Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

O objetivo deste estudo é identificar fatores que influenciam a tomada de decisões de profissionais de saúde diante de pacientes em cuidados de fim de vida internados em unidades de terapia intensiva. Trata-se de pesquisa quantitativa realizada em dois hospitais paranaenses, entre março e maio de 2018, com amostra de 45 integrantes de equipe multiprofissional. Constatou-se preocupação dos entrevistados em respeitar a auto- nomia, proteger a dignidade e preservar a qualidade de vida de pacientes e familiares por meio da decisão compartilhada. Porém, a tendência de obstinação terapêutica para cumprir o dever profissional mostrou neces- sidade de mais discussões e formação em cuidados paliativos para minimizar conflitos éticos.
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Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

O objetivo deste estudo é identificar fatores que influenciam a tomada de decisões de profissionais de saúde diante de pacientes em cuidados de fim de vida internados em unidades de terapia intensiva. Trata-se de pesquisa quantitativa realizada em dois hospitais paranaenses, entre março e maio de 2018, com amostra de 45 integrantes de equipe multiprofissional. Constatou-se preocupação dos entrevistados em respeitar a autonomia, proteger a dignidade e preservar a qualidade de vida de pacientes e familiares por meio da decisão compartilhada. Porém, a tendência de obstinação terapêutica para cumprir o dever profissional mostrou necessidade de mais discussões e formação em cuidados paliativos para minimizar conflitos éticos.
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Conflitos bioéticos nos cuidados de fim de vida

Conflitos bioéticos nos cuidados de fim de vida

Esta revisão integrativa da literatura tem por objetivo identificar os principais conflitos entre paciente em cuidados de fim de vida, familiares e equipe de saúde sob a ótica da ética principialista. A partir de pesquisa em bases de dados, chegou-se à amostra final de 12 publicações que, após avaliada pela técnica de análise de conteúdo, revelou três categorias temáticas: condutas profissionais – respeito à autonomia do paciente e ao princípio da beneficência; princípios bioéticos no contexto dos cuidados de fim de vida; e dilemas bioéticos nesse mesmo cenário. Autonomia e beneficência são fatores preponderantes nos cuidados de fim de vida, ratificando a ideia de que o paciente é o ator principal e necessita de assistência humanizada e digna. Além disso, constataram-se fragilidades no processo de educação e comunicação, e na relação entre equipe, enfermo e familiares.
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Conflitos bioéticos nos cuidados de fim de vida

Conflitos bioéticos nos cuidados de fim de vida

Os critérios de inclusão para os estudos foram artigos completos que abordassem conflitos éticos nas relações entre doentes terminais em cuidados de fim de vida, família e equipe no ambiente hos- pitalar com base na ética principialista, publicados entre janeiro de 2014 e dezembro de 2017, nos idio- mas português, espanhol e inglês. Foram excluídos resumos, editoriais, artigos duplicados, artigos de revisão (integrativa ou sistemática), relato de expe- riência, estudos de caso, cartas ao editor, anais de eventos científicos, teses e dissertações. O recorte temporal (2014-2017) teve o objetivo de obter refe- rências mais atualizadas sobre a temática em ques- tão. Após aplicar esses critérios, a amostra final com- preendeu 12 artigos, lidos na íntegra e analisados com base no objetivo proposto (Figura 1).
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Conflitos bioéticos nos cuidados de fim de vida

Conflitos bioéticos nos cuidados de fim de vida

Esta revisão integrativa da literatura tem por objetivo identificar os principais conflitos entre paciente em cuida- dos de fim de vida, familiares e equipe de saúde sob a ótica da ética principialista. A partir de pesquisa em bases de dados, chegou-se à amostra final de 12 publicações que, após avaliada pela técnica de análise de conteúdo, revelou três categorias temáticas: condutas profissionais – respeito à autonomia do paciente e ao princípio da beneficência; princípios bioéticos no contexto dos cuidados de fim de vida; e dilemas bioéticos nesse mesmo cenário. Autonomia e beneficência são fatores preponderantes nos cuidados de fim de vida, ratificando a ideia de que o paciente é o ator principal e necessita de assistência humanizada e digna. Além disso, constataram-se fragilidades no processo de educação e comunicação, e na relação entre equipe, enfermo e familiares. Palavras-chave: Ética. Equipe de assistência ao paciente. Relações profissional-família. Participação do paciente. Cuidados paliativos na terminalidade da vida.
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Cuidados no fim da vida: o ensino médico no Brasil.

Cuidados no fim da vida: o ensino médico no Brasil.

O estudo demonstra que “muito apoio” é dado pelo co- ordenador frente à integração do ensino em cuidados no fim da vida dentro de outras disciplinas em 56,9% dos casos. En- tretanto, eles acreditam que com pouca freqüência essa inte- gração ocorra. As escolas médicas do Brasil, a partir da Re- forma Universitária de 1968, passaram a adotar oficialmente o modelo norte americano de ensino. O ensino fica dividido em dois ciclos, um de disciplinas básicas e outro de disciplinas profissionalizantes. Os currículos de graduação, dessa forma, apresentam estrutura que tem permitido acrescentar conhe- cimentos, mostrando número crescente de disciplina. O que significou e, foi reconhecido inicialmente, como progresso passa a constituir-se de problema em determinadas situações, devido a pouca interação entre as disciplinas, mesmo fazendo parte do mesmo departamento e estando ligadas à formação de mesmo perfil profissional 25 . O presente estudo reflete a in-
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Cuidados paliativos ao doente em fim de vida num serviço de urgência básico

Cuidados paliativos ao doente em fim de vida num serviço de urgência básico

morte as famílias tendem a viver estes momentos de formas diferentes adotando estratégias e mecanismos de defesa e adaptação à perda que “poderão ir desde um aumento de convívio e uma certa infantilização do doente, até quase ao seu abandono” (Pacheco, 2004:137) numa combinação de sentimentos ambíguos de fuga e aproximação. Como tal não é somente o doente que precisa de cuidados mas também a família durante a doença e percurso de aproximação da morte e depois desta ocorrer. Nesta perspectiva, o enfermeiro está numa posição privilegiada para ajudar e orientar a família desenvolvendo atitudes de observação, atenção e escuta das preocupações ou desabafos da família, permitindo-lhes que exprimam as suas emoções muitas vezes caóticas e explicando-lhes que é normal terem sentimentos conflitantes (desejar a morte do doente para que não sofra mais) e aceitando/respeitando as diferentes perspectivas das famílias sobre tudo o que diz respeito ao doente. Pacheco (2004) acrescenta que o enfermeiro deverá proporcionar conforto, informar a família e integrar a família no processo de cuidados que poderá ajudá-la a gerir melhor os seus sentimentos e preparar-se para a morte do doente. Neste processo de interação/comunicação é fundamental que os enfermeiros garantam a satisfação das necessidades do doente/família e estejam presentes física e emocionalmente até ao momento da sua morte desenvolvendo esforços para assegurar bem-estar e tranquilidade (Cerqueira, 2005; Iglesias e Lafuente, 2010). Como dizem Querido et al. (2010:463) a comunicação é uma exigência ética e moral da equipa de saúde e uma “estratégia terapêutica de intervenção no sofrimento associado à doença avançada e terminal” e “uma componente essencial da assistência.”. Pela proximidade e longos períodos de permanência junto dos doentes/familiares, o enfermeiro deve saber utilizar a comunicação como uma ferramenta desprovida de juízos de valor que é útil e necessária para a prestação de cuidados globais e em particular com doentes em fim de vida e seus familiares, cuidadores e amigos. Evitar atitudes apressadas e/ou de negação, mostrar preocupação com o conforto do doente mais do que cumprir rotinas ou protocolos muitas vezes desproporcionadas, escutar, olhar e tocar numa atitude de verdadeira disponibilidade, compaixão, companhia e descrição (Iglesias e Lafuente, 2010; Querido et al., 2010).
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Cuidados paliativos : um olhar sobre a dignidade no fim da vida : caso clínico

Cuidados paliativos : um olhar sobre a dignidade no fim da vida : caso clínico

Os conceitos “morte digna” e “dignidade no fim da vida” surgem, frequentemente, associados aos Cuidados Paliativos. Dignidade é um conceito complexo e subjectivo, definindo algo único para cada doente e família. Cumpre aos profissionais de saúde considerá-lo quando providenciam cuidados a doentes em fim da vida . A aplicabilidade do conceito dignidade na prática assistencial é explorada tomando como exemplar o caso duma idosa com demência avançada e muitas comorbilidades, internada no contexto de lesão renal aguda. Discute-se à luz de um dos modelos de preservação da dignidade mais utilizado os cuidados que lhe foram prestados bem como a pertinência de uma filosofia como a que defendem os Cuidados Paliativos.
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Radioterapia Paliativa para Cuidados Oncolgicos em Fim de Vida

Radioterapia Paliativa para Cuidados Oncolgicos em Fim de Vida

A radioterapia com intuito paliativo pode aliviar uma mul- tiplicidade de sintomas relacionados com cancro avançado. O alívio dos sintomas pode ser medido nas primeiras 24-48 horas ou em semanas ou meses após a conclusão da radiote- rapia. A taxa óptima de utilização de radioterapia no final de vida é desconhecida, devendo o seu uso ser criterioso. Con- tudo, deverá ser incluída, dada a sua eficácia, nos doentes cuja sobrevida o permita e minorada naqueles com curta expecta- tiva de vida. Os estudos demonstram que os oncologistas têm tendência a sobreprognosticar a sobrevida dos seus doentes solicitando tratamentos que não os vão beneficiar. Os índices prognósticos podem ser úteis em estimar o período de sobre- vida e ajudar a orientar decisões terapêuticas relativamente a radioterapia paliativa em doentes com tempo de sobrevida po- tencialmente curto. Esta revisão pretende destacar os bene- fícios e indicações da radioterapia paliativa para cuidados oncológicos em fim de vida.
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Relação de ajuda no desempenho dos cuidados de enfermagem a doentes em fim de vida.

Relação de ajuda no desempenho dos cuidados de enfermagem a doentes em fim de vida.

A promoção de competências relacionais por meio de estratégias de formação, emerge assim como uma necessidade fundamental ao longo da vida, pelo que definimos como um objetivo de estudo, de analisar a relação entre competências relacionais e formação contínua. Porém, mais formação nem sempre significa mais eficácia prática, uma vez que a ação está relacionada com o sujeito que a pratica. Os estados emocionais e motivacionais positivos são condição necessária para uma ação empenhada em contextos complexos. A autoestima e a satisfação com a vida em geral é condição para que o enfermeiro se envolva com entusiasmo e eficácia no seu meio social e no seu trabalho. Para cuidarem dos outros, os enfermeiros devem poder ter uma avaliação subjetiva, positiva, de si mesmo. Neste sentido, é também objetivo deste estudo analisar a relação entre competências relacionais e satisfação dos enfermeiros com a vida em geral. Desenvolvemos uma investigação que indaga sobre as competências relacionais de ajuda que os enfermeiros valorizam no plano de cuidados a doentes em fim de vida e procuramos, ainda, compreender em que medida a formação em relação de ajuda e a satisfação com a vida em geral são fatores que se correlacionam com as diferentes dimensões das competências relacionais. Depois de uma primeira parte de enquadramento teórico, desenvolvemos a parte empírica do processo de investigação.
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Processo de tomada de decisão nos cuidados de fim de vida.

Processo de tomada de decisão nos cuidados de fim de vida.

Este texto habla de cuesiones éicas relacionadas con la toma de decisiones, dentro del contexto del cuidado de inal de vida. El proceso de toma de decisiones en bioéica clínica fue seleccionado para este in. Se anali- zan, además, criterios para tasar y adoptar posturas en cuesiones de inal de vida – los cuales deben implicar a los enfermos (o sus representantes legales), familiares y profesionales de la salud ‒, en una atmósfera en que el respeto a la autonomía, con todos sus maices y limitaciones, desempeña un papel fundamental. Palabras-clave: Bioéica. Toma de decisiones. Éica. Cuidado terminal. Atención médica. Cuidados paliaivos.
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Cuidados no fim da vida de pessoas idosas institucionalizadas : contradições e desafios

Cuidados no fim da vida de pessoas idosas institucionalizadas : contradições e desafios

Gostaria de deixar um breve depoimento: Nós, filhas, não estamos felizes com toda esta situação, gostaríamos muito que nossa mãe não precisasse passar por isto, não enxergar, não poder caminhar, não poder nem comer sozinha, nem tomar banho ou ir ao banheiro sem a ajuda de outra pessoa, mas não podemos mudar esta situação. Por 3 anos pudemos mantê-la em casa, onde tivemos cuidadoras, mas uma delas adoeceu e não poderia mais cuidar dela e daí tudo se tornou difícil, pois todos trabalhando, tendo seus compromissos e responsabilidades, decidimos por colocá-la no lar. Fazemos o que podemos, visitamos, damos carinho, conversamos sobre coisas da vida dela, e que ela se lembra muito bem, a buscamos para as festas de Natal, Páscoa, aniversários. Sabemos que não é fácil viver desta maneira que nossa mãe está vivendo, mas fazemos o possível para amenizar tudo isto. Estamos satisfeitas com o lar, quando chegamos para visitá-la, ela está sempre limpa e arrumada, o ambiente é tranquilo, está tudo sempre limpo, sem cheiros ruins, a comida é boa, e nós podemos levar alimentos que a mãe gosta de comer e beber. (Avenca, Familiar, Ivoti, 05/05/2015).
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Frmacos Potencialmente Inadequados no Fim de Vida e sua Desprescrio por uma Equipa de Cuidados Paliativos

Frmacos Potencialmente Inadequados no Fim de Vida e sua Desprescrio por uma Equipa de Cuidados Paliativos

Existem situações clínicas que justificam a utilização dos fármacos analisados em contexto de cuidados paliativos (os inibidores da enzima de conversão da angiotensina na insu- ficiência cardíaca terminal, por exemplo), pelo que mais im- portante do que classificar determinada classe de fármacos como potencialmente inadequada é a avaliação individualiza- da do esquema terapêutico de cada doente consoante a sua situação clínica. Seria interessante perceber junto das EDCP quais os critérios e motivos que levam à continuidade ou à desprescrição destes FPI nos diferentes casos.
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Cuidados paliativos para pacientes em estado terminal em Unidades de Terapia Intensiva: revisão sistemática e metanálise

Cuidados paliativos para pacientes em estado terminal em Unidades de Terapia Intensiva: revisão sistemática e metanálise

Introdução: O implemento de cuidados paliativos (CP) está associado a melhor qualidade de vida do paciente em estado terminal (PET), buscando reduzir o sofrimento de todos os envolvidos no processo de morte. Justificativa: Acredita-se que PET não deveria estar internado e nem morrer em UTI. Objetivos: Determinar se a instalação de equipes de CP podem diminuir o tempo de internação e a mortalidade na UTI de PET. Métodos: Revisão sistemática de artigos que compararam PET internados em UTI que receberam cuidados de fim de vida após a instituição de uma equipe de CP (intervenção) com aqueles que receberam os cuidados quando ainda não havia sido instituída a equipe de CP (controle). Os desfechos analisados foram o tempo de internação em UTI apresentado pela diferença de média com o correspondente IC a 95%, mortalidade em UTI apresentado como razão de risco com o correspondente IC a 95%, e qualidade de vida. Foram pesquisadas as bases de dados: PUBMED, LILACS, SCOPUS, EMBASE e Cochrane CENTRAL. Resultados: Após leitura de títulos e resumos de 399 artigos, foram selecionados 27 estudos para a análise de texto completo, e finalmente excluídos 19, restando 8 artigos para inclusão, envolvendo 7846 participantes. Sete estudos foram realizados nos Estados Unidos e um na Austrália. Foi realizada metanálise para o tempo de internação em UTI, utilizando quatro estudos, que resultou em redução de aproximadamente 2,5 dias no tempo de internação com a aplicação da intervenção: media -2,44 dias (IC -4,41 a -0,48) p=0,01, I 2 = 86%. Também foi realizada metanálise da mortalidade em UTI com quatro estudos, que resultou na mortalidade menor no grupo que sofreu intervenção: razão de risco= 0,78 (IC 0,70 a 0,87) p<0,00001, I 2 =18%, NNT=23. Não houve diferença na qualidade de vida. Conclusão: A instalação de equipes de CP pode diminuir o sofrimento dos familiares e dos pacientes que estão recebendo cuidados de fim de vida em UTI, devido a redução do tempo de internação e da taxa de mortalidade em UTI, podendo este primeiro ser um redutor de custos.
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Reflexões sobre a diálise no fim da vida

Reflexões sobre a diálise no fim da vida

Após a suspensão da diálise, deve ser garantido ao paciente, à família, ao cuidador e ao responsável legal a continuidade do tratamento de suporte e/ou dos cui- dados paliativos. Nos cuidados de fim de vida, a boa comunicação, o alívio dos sintomas, o suporte psico- lógico e espiritual, adaptados às necessidades do pa- ciente e da família, e, sempre que possível, assistência ao paciente e à família no local de sua preferência são ações fundamentais para o enfrentamento da questão. Além disso, é importante oferecer um serviço de luto culturalmente apropriado à família, ao cuidador e ao responsável legal após o desenlace.
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Cuidados paliativos pediátricos : uma revisão

Cuidados paliativos pediátricos : uma revisão

Assim sendo, cada vez mais os cuidados paliativos são reconhecidos como não sendo apenas cuidados de fim de vida, quando já não existe cura para a doença, mas também como promotores de estratégias capazes de ajudar as crianças e suas famílias a lidar com doenças que põem em causa a sua vida, por vezes desde o diagnóstico.

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Os feitos não morrem: psicanálise e cuidados ao fim da vida.

Os feitos não morrem: psicanálise e cuidados ao fim da vida.

Isso nos remete a Shakespeare (2002) e ao drama do príncipe Hamlet que, só inoculado pelo veneno mortal, age e mata o tio Claudius, vingando assim a morte do rei, seu pai. Ele só age quando está mortalmente ferido, no curto intervalo que lhe resta entre a morte recebida e o perder-se nela (LACAN, 1989, p.60). É o corte (no caso, literal, com a espada envenenada de Laertes) da morte que lhe traz a urgência. O curioso é que assistimos, durante toda a peça até este ponto, à série de adiamentos no cumprimento de sua vingança. Hamlet procrastina o ato e hesita. Pergunta-se, “ser ou não ser — eis a questão” (SHAKESPEARE, 2002, p.63), e questiona se deveria viver, com seu sofrimento, ou morrer para dar-lhe fim: “Eis uma consumação ardentemente desejável. Morrer — dormir — dormir!” (idem, p.63). Trata-se da vontade neurótica de dormir, para não se confrontar com os riscos de desejar, isto é, com aquilo que o move. “A reflexão faz todos nós covardes. O matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação” (idem, p.64), conjetura, desnorteando-se na palidez do raciocínio para apagar a força do ato.
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Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida

Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida

O objetivo deste artigo é destacar a importância dos cuidados paliativos e da prática do cuidado humanizado diante do processo de terminalidade enfrentado pelos pacientes fora de possibilidades terapêuticas de cura. Foi sumarizada a literatura existente sobre os conceitos acerca desses cuidados, bem como sua trajetória histórica no Movimento Hospice Moderno. Além disso, pensou-se o processo de morte e morrer a partir da perspectiva das fases do luto, estimulando a reflexão dos dilemas bioéticos associados aos aspectos da dignidade da pessoa humana. A revisão narrativa empreendida surge como forma de referenciar a existência de lacunas na compreensão do tema, o que requer maior gama de estudos, sobretudo se considerarmos a importância desse conhecimento para a assistência digna e para a melhor qualidade de vida dessas pessoas. A despeito das questões éticas, o desafio é considerar a dignidade humana diante da proximidade da morte para além da dimensão físico-biológica e da perspectiva médico-hospitalar.
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Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida

Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida

El propósito de este artículo es destacar la importancia de los cuidados paliativos, así como la práctica de la atención humanizada antes del proceso de terminalidad que enfrentan los pacientes con enfermedades terminales sin condiciones de tratamiento de cura. Se ha resumido la literatura existente sobre los conceptos de cuidado, su trayectoria histórica en el Movimiento Hospice Moderno, además de pensar el proceso de la muerte y el morir desde la perspectiva de las etapas del duelo, fomentando la reflexión de los dilemas bioé- ticos relacionados con aspectos de la dignidad de la persona humana. La revisión narrativa realizada surge como una manera de referirse a las lagunas en la comprensión de la materia, lo que requiere una mayor gama de estudios, especialmente teniendo en cuenta la importancia de este conocimiento para la atención digna y una mejor calidad de vida de estas personas. A pesar de los problemas éticos, el reto es tener en cuenta la dignidad humana ante el acercamiento hacia la muerte para el más allá de la dimensión físico-biológica y perspectiva médica.
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