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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao mesmo tempo em que a própria legislação universaliza e garante a qualidade da educação, estas garantias do direito e do acesso à educação não garantem, de fato, a permanência desses alunos com sucesso e qualidade. Neste sentido, entende-se que o professor inspetor escolar deve atender a uma sociedade que requer cada vez mais educadores participativos e democráticos. Além disso, os novos paradigmas da educação nacional encaminham uma questão de ordem prática: são desafios que colocam o Inspetor Escolar para a observância da legislação educacional junto às escolas, pelo seu papel de legítimo representante da administração do Sistema Educacional. Fazendo-se uma leitura mais atenta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e de alguns de seus artigos, esta remete a algumas competências que o Inspetor Escolar pode exercer, em ação solidária com as escolas, seus diretores e demais profissionais da comunidade escolar e em interação com setores da Secretaria de Educação. Tais ações podem ser mais voltadas para a orientação e o acompanhamento das práticas educacionais e dos registros, com uma abordagem mais orientadora e colaborativa, feita por meio das visitas regulares que abandonem o caráter de visitas de fiscalização e se consolidem como visitas de orientação e acompanhamento. O Inspetor Escolar deve ainda assegurar o funcionamento regular da escola, interpretando e aplicando as normas do ensino, orientando a escola na aplicação das normas. Enfim, diante de uma sociedade que tem se modificado, com inovações que acontecem todos os dias, constata-se a necessidade de uma nova educação, um novo sistema de pensar a escola, suas práticas e seus profissionais e de se definir a função dos Inspetores Escolares. Com a mudança das práticas, as mudanças na legislação serão inevitáveis, acarretando assim a transformação da identidade profissional do professor inspetor escolar no estado do Rio de Janeiro e aproximando-o ainda mais dos espaços escolares em que atua.
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

Esta dissertação, desebvolvida no âmbito do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora, teve como objetivo identificar e analisar as demandas de formação dos gestores de escola na SEEDUC/RJ, de modo a contribuir com a proposição de ações que possam suprir os gaps existentes. Para tanto, foi necessário analisar a política de formação e desenvolvimento de pessoas da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, executada a partir de 2010, sob a perspectiva das ações empreendidas para os diretores escolares, levando em consideração, também, a percepção desses gestores, acerca dessa política. A pesquisa teve como recorte de análise três dos cursos ofertados para gestores escolares entre os anos de 2011 a 2013; são eles: Curso de Formação do Processo Seletivo Interno (PSI), MBA em Gestão Empreendedora em Educação e o Fórum de Gestão e Liderança Escolar. Os dados foram coletados por meio de pesquisa documental e bibliográfica, observação participante e pesquisa de campo com aplicação de questionário. O questionário foi aplicado nos diretores escolares da Regional Metropolitana II. Na análise, foram investigados os seguintes elementos: perfil de formação do gestor, análise dos três cursos e sugestões de formatos e assuntos para a elaboração de novas propostas de formação. Esse estudo foi desenvolvido, a partir da contribuição de autores como: Fleury (2001), Freitas (2009), Lück (2000, 2009, 2010), Pacheco at al. (2009), Mintzberg (2010), Machado (2010, 2012), Kuenzer (2013), Polon (2013), dentre outros. A pesquisa mostrou os pontos relevantes e os limites dos três cursos analisados, revelando lacunas que necessitam ser trabalhadas. O diagnóstico realizado foi fundamental para a elaboração de um Plano de Ação Educacional direcionado ao enriquecimento da política de formação e desenvolvimento para gestores escolares, implementada no estado.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

No ano de 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) adotou a Gestão Integrada da Escola como sistema de gestão, com foco em resultados, a ser utilizado por todas as escolas da rede estadual. Para tanto, foram recrutados os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE), como profissionais responsáveis por monitorar a GIDE, em uma tentativa de fazer com que o sistema de gestão chegasse a todas as unidades escolares. Os AAGEs são profissionais que atuam diretamente nas Unidades Escolares, apoiando o trabalho dos gestores, orientando-os na coleta e na análise de dados, na avaliação das variáveis que causam impacto nos resultados da escola, e ainda, na elaboração do plano de ação das escolas e no acompanhamento da implantação das ações do plano de ação. Para monitorar a rotina dos AAGEs e a implantação da GIDE na rede estadual pela administração da SEEDUC/RJ, foi instituído o Comitê GIDE, que é o objeto de estudo da presente pesquisa. O Comitê GIDE é formado por técnicos que têm base na sede da SEEDUC, com rotinas específicas para garantir os resultados da finalidade de seu trabalho, a implantação da GIDE nas escolas através dos AAGEs. A pesquisa foi realizada procedendo-se ao estudo da rotina de trabalho dos técnicos, que apontou os principais desafios do Comitê GIDE.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir do objetivo geral desta pesquisa que é compreender de que maneira o perfil do gestor escolar pode facilitar a implementaçãodo modelo de Gestão Integrada da Escola(GIDE),tem-se como obetivos específicos: i) descrever o modelo de Gestão Escolar do Rio de Janeiro,tendo como aporte o panorama da Regional Metropolitana VII e das escolas do recorte do estudo de caso;avaliações externasii) analisar o perfil dos gestores das escolas do estudo de caso sob a luz da teoria e com base nos achados coletados através dos instrumentos aplicados no campo; e III) propor um plano de ação para ampliar a formação do gestor escolar,por meio de treinamentos de Gestão e Liderança, de modo a vislumbrar a formação do líder com um perfil capaz de promover melhorias contínuas nas escolas onde atuam como gestores, cujo resultado reflita no maior índice de desenvolvimento escolar dos alunos. Para o melhor entendimento do caso de gestão que aqui se delineia, é necessário dizer que o Plano Estratégico da Secretaria Estadual de Educação, é implementado a partir de 2011 e, em seu bojo, promoveu diversas mudanças estruturais no ensino, no cotidiano da sala de aulaena gestão escolar. Foram elaboradosum novo modelo denominado Gestão Integrada da Escola(GIDE), um currículo mínimo para cada disciplina, o processo seletivo para funções estratégicas da área pedagógica e a criação das carreiras de Gestor e Técnico de Educação. A SEEDUC, devido àpreocupação em garantir uma gestão escolar mais qualificada,buscou implementar um modelo de gestão escolar que utiliza a ferramenta gerencial (GIDE) e, por conseguinte, optou em padronizar esse modelo emtodas as escolas da rede estadual. Sua implementação é acompanhada por dois atores, que compõem os novos cargos estratégicos da Secretaria criados a partir da reestruturação, e atuam in loco na Regional: oDiretor Regional Pedagógico (DRP) e o Agente de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE).
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
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POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

O presente capítulo apresenta a escola estudada, integrante da Regional Metropolitana II, do Rio de Janeiro, cujos resultados apresentam altos índices de reprovação nas avaliações internas bimestrais nos últimos três anos (2012 a 2014). Ressalta-se que as escolas da Rede Estadual do Rio de Janeiro têm direcionado esforços para o alcance de resultados positivos em avaliações externas, tendo em vista que, o Estado do Rio de Janeiro buscou melhorar seu posicionamento no IDEB, conforme será explicado na seção seguinte. A SEEDUC também sistematizou seu trabalho, de forma estratégica, para o acompanhamento dos resultados internos das escolas. A instituição pesquisada tem se destacado nas avaliações externas – Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Saerj) e Avaliação Externa Bimestral do Estado (Saerjinho), entretanto, de maneira contraditória, tem apresentado baixo rendimento nos indicadores internos.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa buscou avaliar os limites da implementação do Programa Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, em junho de 2012, nas escolas da Regional Metropolitana VII. O objetivo deste trabalho é identificar e analisar a existência de problemas na sua implementação, além de verificar as causas da falta de adesão ou da adesão parcial das escolas que não o desenvolveram. Tal Projeto visa à diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no ensino médio e à elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e PROVA BRASIL. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a professores e gestores em duas escolas da Regional em estudo: uma que aderiu ao projeto e outra que não desenvolveu nenhuma de suas ações. Na sua análise, foram investigados os fatores extraescolares e intraescolares que dificultaram a adesão das escolas. A partir deles, apresentou-se um Plano de Ação Educacional (PAE) que propõe estratégias de divulgação do Projeto, além de reforçar a ideia de participação efetiva dos pais na vida escolar dos educandos. Ele sugere, ainda, o aprimoramento da metodologia do Projeto e levanta questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA: FERRAMENTAS E DESAFIOS ENCONTRADOS EM CINCO ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO

GESTÃO DEMOCRÁTICA: FERRAMENTAS E DESAFIOS ENCONTRADOS EM CINCO ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO

Esta dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão descrito tem como principal objetivo investigar o uso da f erramenta “Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social” (IFC/RS), utilizada como ponto de partida para o planejamento das ações propostas pelas escolas para o alcance de melhores resultados e para a elevação da qualidade de ensino ofertado. O IFC/RS serve como diagnóstico da unidade escolar, apontando os principais problemas encontrados, e é parte integrante da Gestão Integrada da Escola (GIDE) – que é o modelo padronizado de planejamento e execução da gestão pedagógica, instituído em 2011 pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro. Apesar das várias mudanças e investimentos, os resultados, ao longo dos três primeiros anos, foram modestos, o que motivou esta investigação baseada no principal instrumento do planejamento pedagógico: a GIDE, sua principal ferramenta (IFC/RS) e as ações que ela motiva. Como recurso para a investigação da ferramenta aqui citada e das ações elaboradas a partir de seu diagnóstico, o estudo de caso em questão realizou, através de uma pesquisa qualitativa, entrevistas semiestruturadas com gestores de cinco escolas. Com um roteiro previamente preparado, construído a partir dos entraves e problemas encontrados pela escola, e principalmente pelo gestor na elaboração e execução das ações, as entrevistas foram posteriormente gravadas e transcritas. Constatamos, principalmente, a dificuldade do gestor em envolver os respectivos membros da comunidade escolar na realização das ações e projetos elaborados na unidade. Tal fato culminou na ineficácia ou cancelamento de algumas ações planejadas na escola, o que consequentemente pode ter atrapalhado a realização pedagógica do ensino. Essa ineficiência do gestor quanto às multiplicação e realização do planejamento pedagógico e sua execução também elucida o não aproveitamento das ferramentas e dos servidores, aqui representados pelos AAGEs, que foram disponibilizados para que a GIDE seja efetivada. Diante disso, o Plano de Ação Educacional proposto tem como principal objetivo apresentar a metodologia GIDE para os diferentes agentes da comunidade escolar, com foco principalmente numa gestão mais democrática, amplamente defendida e discutida pelos teóricos citados nesse trabalho. As ações elencadas buscam não só ampliar o conhecimento, mas também estreitar e melhorar a comunicação entre os membros, multiplicar a metodologia adotada e alinhar e planejar melhor as ações, favorecendo a realização de uma gestão mais participativa.
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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa descreve o Projeto Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro em junho de 2012 e implementado em algumas escolas da rede. Inicia-se pela apresentação do cenário em que se encontrava a educação fluminense, sua estrutura e seu funcionamento, faz menção a políticas implementadas pelo atual Secretário de Educação com vistas à melhoria da qualidade de ensino do estado. Dentre as políticas adotadas elegeu-se para a presente pesquisa, o Projeto Reforço Escolar que tem por objetivo a diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no Ensino Médio, além de auxiliar na elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e Prova Brasil. O foco dessa pesquisa são as escolas da Diretoria Regional Metropolitana III. Autores como Luckesi (2000;2012) , Sant’anna (2011), Werneck (2000;2011;2012;2013), Ferreira (2006) e Freire (2006) sustentam teoricamente as reflexões sobre Formação Continuada de Professores, Avaliação da Aprendizagem e Direito de Aprender, conceitos relevantes para a presente pesquisa. Como instrumento da pesquisa foram utilizados: questionário aos docentes envolvidos no Projeto, entrevista com o órgão responsável pelo Reforço e observações de campo do próprio pesquisador. A análise dos resultados permitiu- nos traçar um diagnóstico para a elaboração de um Plano de Ação Educacional (PAE), que propõe estratégias de divulgação do Projeto e reforça as ideias da Formação Continuada, sugerindo algumas estratégias de aprimoramento e levantando questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

O presente trabalho problematiza o modo como a esfera administrativa, especificamente em suas questões relacionadas à gestão da infraestrutura, pode influenciar o desempenho dos alunos. Para tanto, foram selecionados três colégios da Regional Serrana II, pertencentes à rede estadual de ensino do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de identificar os possíveis problemas na infraestrutura escolar, em seus aspectos físico, material e humano e referenciar as ações que a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ)podeagregar às suaspráticas administrativas escolares para oferecer condições mais adequadas ao melhor desempenho educacional. Com este objetivo, descreveu-se e analisou-se a dimensão da gestão da SEEDUC/RJ, e, mais detalhadamente a Regional Serrana II, discorrendo sobre a infraestrutura e desempenho educacional das três unidades escolares selecionadas para análise.Além disso, traçou-se o perfil das comunidades escolares em que estão inseridasestes colégios, com o intuito de diagnosticar o grau de conhecimento, envolvimento e apropriação da gestão de cada unidade escolar. Posteriormente, definiu-se como campo de estudo, três unidades de ensino com a mesma classificação utilizada pela SEEDUC/RJ, no que diz respeito a quantidade de alunos e estabeleceu-se como critério, colégios sediados em municípios diferentes, para comparar o desempenho de cada unidade escolar nas avaliações IDEB e IDERJ com a infraestrutura disponível. A metodologia utilizada foi a pesquisa de campo associada à aplicação de cem questionários entre os gestores, professores, alunos e profissionais terceirizados. Para embasar a pesquisa amparou-se nos instrumentos legais que garantem a educação de qualidade como direito fundamental para proteger a dignidade do indivíduo, tal como a LBD 9394/96, bem como o Parecer CNENo. 08/2009
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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Durante esse tempo, formei-me em Matemática. Em 2004, retornei à sala de aula ministrando aulas de Matemática e Física para alunos do Ensino Médio do curso regular noturno. Em novembro de 2010, consultando o site da SEEDUC, interessei-me por uma convocação para um Processo Seletivo para a formação de um Grupo de Trabalho que orientaria a gestão escolar, com objetivo de melhorar a educação no Estado do Rio, buscando a qualidade do ensino. Assim, tornei-me Integrante do Grupo de Trabalho (IGT) e, após dez meses de orientação nas escolas, fui atuar na sede, dando continuidade ao trabalho em uma abrangência maior de escolas. Atualmente, ocupando a função de Diretora de Gestão Estratégica da Rede de Ensino, trabalho diretamente com a gestão escolar, mais especificamente, em duas frentes, quais sejam: problemas e desafios; êxitos e premiações. Realizo análise de resultados, procurando entender os motivos para o sucesso ou o fracasso das instituições escolares. Acompanho e oriento as Diretorias Regionais Pedagógicas, realizando visitas às escolas para resolver conflitos e monitorando as reuniões de apresentação de resultados. Assim, os resultados obtidos neste estudo serão de fundamental importância para ampliar minha prática profissional, pois, terei subsídios para proposição de correção, ajuste e divulgação das ações do Programa de Educação do Estado junto à Secretaria de Estado de Educação.
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Descrição de Minha Viagem às Províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo”: impressões de um caixeiro-viajante

Descrição de Minha Viagem às Províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo”: impressões de um caixeiro-viajante

A pesquisa também se interessou em recuperar a trajetória dos viajantes em questão, a saber: Antônio Joaquim Álvares e João José de São Paulo. A primeira referência foi obtida nos registros acerca da “Movimentação de Portugueses no Brasil”, entre 1808 e 1842. 7 O negociante João José de São Paulo era de origem portuguesa, tendo chegado ao Brasil em 1841 – a bordo do vapor Voadora, com destino à cidade de Campos, norte da província do Rio de Janeiro. 8 Na descrição feita na abertura do seu relato, Antônio Joaquim Álvares informava que o negociante possuía uma loja de fazendas a Rua da Quitanda, Rio de Janeiro, em 1844. Há uma indicação do mesmo negociante no Almanaque Laemmert , em 1851, como “João José de São Paulo & C. Rua da Quitanda”, sugerindo a manutenção de suas atividades como negociante. 9
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CARACTERIZAÇÃO DA BACIA HIDROGRÃ?FICA DO RIO ITAPECURU, MARANHÃO - BRASIL / Hidrographic basins characterizations of the Itapecuru river, Maranhão

CARACTERIZAÇÃO DA BACIA HIDROGRÃ?FICA DO RIO ITAPECURU, MARANHÃO - BRASIL / Hidrographic basins characterizations of the Itapecuru river, Maranhão

Relacionando as águas subterrâneas às águas superficiais verifica-se a grande importância do altíssimo curso do rio Itapecuru na manutenção de suas vazões. Os aqüíferos sedimentares, bastante porosos, que ocorrem nesta região (parque do Mirador) absorvem boa parte das precipitações e as retransmitem regularmente aos rios- especialmente o Alpercatas-, sendo a diferença entre as mínimas e máximas pouco significativas. O mesmo não ocorre no médio/ baixo curso onde os afluentes são em maioria temporários e pouco contribuem para a vazão do rio principal. O escoamento subterrâneo neste trecho representa cerca de 20% do escoamento total, demonstrando a intensa irregularidade dos deflúvios (elevados nas épocas chuvosas e modestos nas épocas de estiagem), SOS ITAPECURU (1992).
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Percebemos, nesta citação, a valorização do administrador “téc- nico” e “tocador de obra”, que certamente garantiria a Carlos Lacerda um lugar especial na memória política do Rio de Janeiro, ao lado de um nome como Pereira Passos, que inaugurou a corrente dos “prefei- tos empreendedores”. Aqui vale apontar para a simploriedade de ar- gumentos que reproduzem de forma acrítica o grande cacife eleitoral lacerdista, a saber, o vasto programa de obras executado na Guanabara (cf. Motta, 2000). Vejamos que, para defenderem suas ideias, tanto Jabor quanto Kamel precisam lutar contra uma memória social nega- tiva: seja em relação a um político (Lacerda), seja em torno de uma política (o programa de remoção). Enquanto Kamel escolhe como contraponto a administração Leonel Brizola, Jabor adota como ele- mento de oposição a vaga e depreciativa noção de “velhos comunas” – que, no caso, se contrapõe ao “conceito de administração moderno” do primeiro governador do estado da Guanabara. Não custa lembrar que os mencionados “bons tempos” desse estado podem coincidir com o período da ditadura militar, uma vez que a Guanabara existiu entre 1960 e 1975.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Este trabalho objetiva analisar o caso de sucesso de uma escola estadual do interior do estado do Rio de Janeiro, que obteve 7.4 e 7.7 no Ideb 2009 e 2011, respectivamente. A curiosidade pelo estudo do tema deveu-se basicamente ao fato de esta escola apresentar um resultado muito superior ao do município e da rede como um todo. A ênfase deste trabalho estará no modelo de gestão e nas mudanças pedagógicas que fizeram parte desta transformação. As questões norteadoras foram: quais ações foram realizadas para que se alcançasse este índice? Quais destas ações são generalizáveis? O objetivo principal é analisar a gestão como promotora de ações que culminem no sucesso escolar. Este trabalho foi realizado através de pesquisa de campo, observação direta, aplicação de entrevistas e análise de documentos a fim de responder as questões supramencionadas. Concluído o trabalho, percebe-se que o tipo de gestão, a busca de maior entrosamento com alunos, professores e comunidade e a instituição de colegiados foram os responsáveis pelo êxito alcançado. Baseando-se nesses resultados foi feita a proposição de ações que podem subsidiar a continuidade e a melhoria da prática pedagógica da escola.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

Esta pesquisa objetiva tratar do Processo de Prestação de Contas das Unidades Escolares subordinadas à Regional Metropolitana V, setor administrativo regional da Secretaria de Educação do estado do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ). Os recursos financeiros estaduais repassados às unidades escolares são destinados à manutenção e merenda, e os gestores escolares devem ter atenção quanto à sua origem, para a devida aplicação. A partir do momento que os recursos são repassados, há a necessidade da prestação de contas destes recursos por parte dos gestores das unidades escolares. Muitas vezes, entretanto, existem situações que acabam por dificultar uma prestação de contas com transparência e responsabilização. Nestes termos, este estudo tem como objetivo principal problematizar quais questões administrativas dificultam ou inviabilizam a prestação de contas por parte dos gestores nos prazos estipulados pela SEEDUC. Como objetivo geral esta dissertação pretende identificar as principais causas administrativas que levam os gestores escolares da Regional Metropolitana V a não cumprirem o prazo determinado para prestarem contas dos recursos financeiros estaduais. Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa, especificamente inserindo-se nas diversas possibilidades de abordagem, em um estudo de caso. No intuito de instrumentalização teórico-metodológica foi apresentada uma discussão teórica de conceitos da área da administração pública e escolar, tais como Descentralização, Administração Pública, Gestão Escolar, Transparência, Responsabilização, Accountability e Autonomia. Em seguida, foi realizada a coleta de dados através de entrevistas semiestruturada a gestores de quatro unidades escolares subordinadas à Regional Metropolitana V. A partir dos resultados da análise, que direciona a apreensão de que na maioria dos casos a inadimplência é decorrente de uma excessiva burocracia nos processos de prestação de contas, é proposto, por fim, um Plano de Ação Educacional que oriente os gestores nos processos de prestação de contas, no intuito de tornar este procedimento o mais célere e eficiente possível. Este Plano de Ação está orientado por duas frentes de trabalho, uma de proposição à SEEDUC e a outra de ações específicas da própria Regional – Implantação do Programa de Formação Financeira/PFF, implantação do Painel de Acompanhamento e visitas às unidades escolares.
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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Maria Fernanda Rocha Maia A mente Mariana Alves Ferreira Feliz Tempo de paz Mayarah Luiza Oliveira dos Santos O mundo anda triste Paulo Guilherme de Lima de Souza Por onde anda Jo[r]

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Assim como o poeta Manoel de Barros, acreditamos que há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.. E nada melhor do que refletir em meio à liberda[r]

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