Educação ao Ar Livre

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Educação ao ar livre pela aventura: o aprendizado de valores morais em expedições à natureza.

Educação ao ar livre pela aventura: o aprendizado de valores morais em expedições à natureza.

A educação ao ar livre, por meio de cursos no formato expedição, ainda acontece de forma tímida no Brasil. Entende-se por expe- dição uma experiência educacional contínua, de múltiplos dias, em que alunos e instrutores aventuram-se em um trajeto em área remota da natureza de forma autossuficiente. O presente estudo analisa os cursos desse tipo. Por meio de entrevistas e questionários semiestruturados, investigou-se a aprendizagem dos alunos segun- do suas próprias percepções e as dos educadores da instituição, com ênfase no desenvolvimento moral do indivíduo. Como parte do estudo de caso sobre um aluno adolescente participante de um dos cursos, entrevistou-se também uma psicóloga que coordena um abrigo para menores. Os resultados encontrados indicam que os cursos de educação ao ar livre caracterizam-se por experiências que estimulam trabalhos em grupo, debates sobre justiça e solidarieda- de, e reflexões sobre valores e princípios como coragem, esforço pessoal, disciplina, respeito e superação de limites. Os resultados também indicam que tal proposta educacional aufere experiên- cias sensíveis e de conexão do ser humano com a natureza. Muito embora haja potencial educacional para a educação ao ar livre, a atuação do educador perante seus alunos é fundamental para que as experiências sejam física e psicologicamente seguras, alcancem seus potenciais pedagógicos de desenvolvimento da moralidade e ajudem as pessoas a desenvolverem uma consciência ambiental, manifestada por meio de ações concretas ao retornarem dos cursos para suas comunidades.
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Percepções de professores sobre a Educação Ambiental ao ar livre

Percepções de professores sobre a Educação Ambiental ao ar livre

Sete entrevistados destacaram a necessidade dos planos de ação, caso ocorra algum acidente ou incidente grave nas atividades de Educação Ambiental ao ar livre. Isso pode ser conferido nos trechos que seguem: “Mesmo cuidando, algo pode acontecer, algum acidente pode acontecer, assim tem que estar pronto, preparado. Tem que saber pra quem ligar, o que fazer, como proceder” (Colaborador 9); “Toda a semana tratávamos da gestão de riscos e nunca tivemos problemas sérios, mas se algo acontecesse, nós tínhamos planos para tratar das situações” (Colaborador 10); “Tu sempre precisas estar de olho. Evitar sempre que der, mas caso aconteça, precisa saber o que realizar, como, que plano utilizar” (Colaborador 3).
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Uma abordagem de gestão de riscos para atividades de Educação Ambiental ao ar livre

Uma abordagem de gestão de riscos para atividades de Educação Ambiental ao ar livre

Outras questões que merecem a atenção quanto à gestão de riscos em atividades de Educação Ambiental ao ar livre são as percepções dos participantes sobre os riscos, o emprego de tecnologias, níveis de gestão e ações que devem ser tomadas em caso de acidentes. As percepções de professores, alunos e convidados podem influenciar negativamente a habilidade de avaliar as situações que serão experienciadas, uma vez que, ao se subestimar ou superestimar um risco devido à falta de expertise, eleva-se a probabilidade de ocorrência de julgamentos incorretos, incidentes e acidentes. Dessa forma e como sugere Leemon (2005), o desenvolvimento de competências que contribuam para a avaliação mais efetiva dos riscos existentes é um aspecto essencial para a gestão de riscos nessas atividades.
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Educação Ambiental ao ar livre: intervenções em esportes na natureza

Educação Ambiental ao ar livre: intervenções em esportes na natureza

O PST/Navegar UFRGS é desenvolvido pela Escola de Educação Física (ESEF) desde 2003 e busca democratizar o acesso a atividades esportivas e educacionais realizadas em contato com a natureza, como instrumento de promoção de inclusão social para adolescentes. Para tanto, conta com recursos provenientes do Ministério do Esporte, além de suporte da UFRGS e parcerias com instituições públicas e privadas. Dessa forma, torna-se possível o desenvolvimento, sem custos para os participantes, de atividades de iniciação de vela, remo e canoagem, intervenções de educação ambiental ao ar livre e outras propostas complementares, como o xadrez e atividades recreativas. Entre seus objetivos, destacam-se: oferecer práticas esportivas educacionais de qualidade; auxiliar no desenvolvimento de capacidades físicas e habilidades motoras; contribuir para a melhoria da qualidade de vida; diminuir a exposição aos riscos sociais; promover o desenvolvimento de competências relevantes para o aprimoramento e manutenção da qualidade do meio ambiente; colaborar na formação da equipe de trabalho; estimular a integração com as comunidades envolvidas.
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Uma educação pela natureza: vida ao ar livre e métodos terapêuticos nas colônias de férias infantis do Estado de São Paulo (1940).

Uma educação pela natureza: vida ao ar livre e métodos terapêuticos nas colônias de férias infantis do Estado de São Paulo (1940).

Resumo: A montanha e o litoral afirmam-se no imaginário urbano paulista da década de 1940 como propícios locais para a instalação de colônias de férias infantis. O clima, a altitude, a água e o sol, são elementos naturais próprios dessas localidades, considerados cientificamente como instrumentos capazes de revigorar as fragilidades orgânicas das crianças que tiveram a sua saúde deteriorada pelos agitados ritmos e artifícios oriundos da vida urbana. Organizam-se, assim, nessas instituições extraescolares, procedimentos médico-educativos para as férias infantis, transformando-as em tempo destinado à educação e ao fortalecimento do corpo. O artigo tem por objetivo estudar essa educação do corpo realizada nas colônias de férias infantis que, ao privilegiar a natureza e seus elementos, afirma e desenha comportamentos e formas de uma vida higiênica para a cidade e seus moradores.
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Perfil dos usuários e padrão de utilização das Academias ao Ar Livre de Uberaba, Minas Gerais

Perfil dos usuários e padrão de utilização das Academias ao Ar Livre de Uberaba, Minas Gerais

tadas mais seis questões nesta seção (8 a 13) para complementar as informações. As questões utili- zadas nesse estudo foram: 1- Quando você vem a esta AAL você vem acompanhado? (Não; Sim); 2- Quando você está na AAL você encontra pessoas que você conhece? (Não; Às vezes; Sim); 3- Após a implantação da AAL você conheceu novas pessoas no seu bairro? (Não; Sim); 4- Com que frequên- cia você vem a esta AAL?” (1vez/sem; 2-3vez/sem; >3vez/sem); 5- Em um dia normal que você vem a AAL, quanto tempo você fica neste local? (10- 15min/dia; >15-30min/dia; >30min/dia); 6- Há quanto tempo você frequenta está AAL? (<1mês; 1-12 meses; > 12 meses); 7- Quais dias você ge- ralmente frequenta esta AAL? (Dias da semana; Finais de semana; Ambos); 8- Você costumava praticar atividade física antes de implantar a AAL? (Não; Sim); 9- Essa AAL fica localizada próximo a sua residência? (Não; Sim); 10- Como você se des- loca até esse local? (Caminhando; Carro ou moto; Transporte público; Bicicleta).; 11- É fácil para você chegar até este local? (Muito fácil; Fácil; Difí- cil; Muito difícil), 12- Como você avalia a seguran- ça do local? (Seguro; Não seguro; Não sabe opinar)., 13- Existe o acompanhamento de um Profissional de Educação Física nesta AAL? (Não; Sim). Os dados coletados foram digitados no programa Excel, a análise foi conduzida através da utilização do software estatístico Statistical Package for Social Sciences (SPSS®) 21.0. Para traçar o perfil dos usuá- rios, da utilização das AAL e do ambiente foi realiza- da a análise descritiva das variáveis em estudo (média e desvio padrão para variáveis contínuas e cálculo de proporção e intervalo de confiança de 95% para as va- riáveis categóricas).
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Treinamento vivencial ao ar livre e aprendizagem em uma organização da construção civil

Treinamento vivencial ao ar livre e aprendizagem em uma organização da construção civil

A expressão „treinamento e desenvolvimento‟ surgiu dentro do cenário empresarial norte americano, no contexto da criação da American Society for Training and Devolopment (ASTD). [...] Até os anos de 1970, falava-se apenas em treinamento dentro da ASTD. O termo desenvolvimento de recursos humanos foi citado no final da década de 1970 por Leonard Nadler, um professor de educação de adultos da George Washington University. Durante umas das reuniões da então American Society of Training Directors, Nadler falou, pela primeira vez, que tudo aquilo que estava sendo tratado deveria, na realidade, ser chamado de desenvolvimento de recursos humanos. (BORGES-ANDRADE; ABBAD; MOURÃO, 2006, p. 138- 139).
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Perfil dos frequentadores das academias ao ar livre da cidade de Pelotas - RS

Perfil dos frequentadores das academias ao ar livre da cidade de Pelotas - RS

Para se identificar o número de AAL existentes na cidade, primeiramente, entrou-se em contato com a Secretaria Municipal de Educação e Desporto, a fim de saber se a prefeitura possuía dados sobre AAL instaladas no município. Posteriormente, informantes-chave ligados à área de esporte, saúde e lazer do município foram contatados em busca de informações sobre possíveis locais onde poderia haver AAL. Por último, foi feito uma busca pelos bairros da cidade à procura deste tipo de instalação. Ao final deste processo, foi identifi- cada a existência de três AAL na zona urbana da cidade de Pelotas: uma no cal- çadão da praia, no bairro Laranjal, e duas na Avenida Dom Joaquim, no bairro Três Vendas. Os bairros onde se situam as três academias são caracterizados por serem zonas residenciais, de renda média/alta do município.
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Uso de vídeo-análise para promover a experimentação dos conceitos de Física com atividades ao ar livre

Uso de vídeo-análise para promover a experimentação dos conceitos de Física com atividades ao ar livre

Algumas associações extraídas do cotidiano em geral e do cotidiano escolar em particular, são utilizadas pelo professor para ensinar conceitos de Física associando- as com o conhecimento prévio dos alunos a respeito de esportes, possibilitando a interdisciplinaridade entre Educação Física e Física, como por exemplo sugere Silva (2014). Criamos situações que usam objetos do cotidiano para estudar dinâmica clássica e propomos práticas ao ar livre que podem ser analisadas utilizando o software Tracker aplicado ao ensino de Física, segundo a ideia de que a Física não se reduz a um conjunto de códigos e equações estudadas em sala de aula, via de regra distante da realidade.
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Actividade física ao ar livre e parques urbanos : estudo realizado no parque da cidade do Porto

Actividade física ao ar livre e parques urbanos : estudo realizado no parque da cidade do Porto

As actividades de recreação e lazer podem ter um papel fundamental, no regresso e manutenção da actividade física como parte integrante dos nossos estilos de vida. A educação do lazer necessita de promover o equilíbrio entre o lazer activo e não activo, com vista a combater o aumento de estilos de vida sedentários. Uma das formas para lutar com este fenómeno, é incutir na população conceitos de vida saudáveis desde tenras idades. Para tal, os currículos escolares de Educação Física, devem enfatizar o desenvolvimento de actividades com fins de aptidão pela saúde, compreendendo conceitos e rotinas para a manutenção de um estado saudável ao longo da vida (Albrechtsen, 2001).
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EduPARK- JOGO INTERATIVO AO AR LIVRE COM REALIDADE AUMENTADA

EduPARK- JOGO INTERATIVO AO AR LIVRE COM REALIDADE AUMENTADA

A investigação decorreu no ano letivo 2018/2019. A atividade alvo do estudo realizou-se no Parque Infante D. Pedro, durante uma aula de Ciências Naturais e envolveu uma turma do 8.º ano de escolaridade de uma escola da zona de Aveiro. A turma é composta por 28 alunos, tendo 25 participado na atividade. Destes 25, um dos alunos não preencheu o questionário de satisfação. Adicionalmente, não se recolheram dados sociodemográficos dos alunos uma vez que não são relevantes para alcançar o objetivo da investigação delineado: "compreender a satisfação dos alunos em relação à metodologia de ensino adotada". Para garantir um bom funcionamento das atividades do projeto EduPARK, os alunos costumam formar grupos antes das mesmas. Do mesmo modo, nesta atividade, os alunos foram agrupados em cinco grupos de 4 alunos e um grupo de 5 alunos. Cada grupo foi acompanhado por um monitor (investigador ou professor) durante a atividade de exploração do Guião, incluindo a primeira autora deste estudo. O número de grupos formado estava relacionado com o número de monitores disponíveis. À semelhança ao descrito aqui, os professores em exercício poderão realizar atividades de exploração da aplicação EduPARK com os seus alunos, independentemente da disponibilidade da equipa do EduPARK, solicitando colaboração e acompanhamento de outros professores, auxiliares da escola ou mesmo encarregados de educação de alunos da turma.
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NATUREZA URBANA: PARQUES INFANTIS E ESCOLA AO AR LIVRE EM SÃO PAULO (1930-1940)

NATUREZA URBANA: PARQUES INFANTIS E ESCOLA AO AR LIVRE EM SÃO PAULO (1930-1940)

Durante a existência do Convênio Escolar, de 1948 a 1955, foram projetadas inúmeras escolas, assim como teatros populares (nos bairros da mooca, Vila mariana e Santo Amaro), Parques Infantis, centros de saúde, bibliotecas e o planetário no Parque Ibirapuera. Sessenta e cinco edifícios escolares foram construídos, entre eles o da Escola de Aplicação ao Ar Livre. Eram construções que rompiam com os modelos ecléticos da escola monumento, majestosa e austera, cedendo lugar a uma escola horizontal, em meio a jardins e gramados. Apresentava uma arquitetura moderna, que refletia em concreto toda a ideologia pedagógica da Escola Nova, com espaços arquitetônicos abertos, de traços limpos e simples, que ofereciam local propício para as aulas de educação física. O prédio contava, ainda, com espaços para pequenas hortas, viveiros, laboratório de fisiologia, assistência social, gabinetes médico e dentário, sala de dança e palco.
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PROJETO MOVIMENTA VIDEIRA: ORIENTAÇÃO EM ACADEMIAS AO AR LIVRE NO MEIO OESTE DE SANTA CATARINA

PROJETO MOVIMENTA VIDEIRA: ORIENTAÇÃO EM ACADEMIAS AO AR LIVRE NO MEIO OESTE DE SANTA CATARINA

O âmbito da saúde vem sofrendo alterações e, deste modo, a população precisa de instrução e orientação, sendo de grande importância o indivíduo recebê-las na sua atividade física, tanto para prevenção de lesões quanto na melhora da aptidão física. Este estudo teve como objetivo promover a melhoria da qualidade de vida por meio da prática de atividades físicas orientada nas academias ao ar livre nos bairros do município de Videira, SC. Após 20 semanas de orientação, coletaram-se dados como idade, sexo, cirurgia recentes, uso de medicamentos e doenças crônicas de 80 pessoas, de ambos os sexos. Resultados demonstraram que 87,3% são do sexo feminino, 38,6% nunca precisou de cirurgia, 69% realiza atividades físicas mais de 3 vezes por semana. Os pesquisados destacam buscar melhora na qualidade de vida, na aptidão física e mudança na rotina, além da interação social que existe nesses locais públicos. Conclui-se que o acompanhamento de um profissional de educação física se faz importante para evitar e prevenir lesões, buscando o fortalecimento muscular para isso, trazendo benefícios para melhorar a qualidade de vida da população.
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Gestão de riscos de atividades ao ar livre durante a pandemia de COVID-19: um relato de experiência

Gestão de riscos de atividades ao ar livre durante a pandemia de COVID-19: um relato de experiência

As atividades ao ar livre podem expor os praticantes a riscos, os quais não devem ser considerados unicamente impeditivos, entretanto, geram a demanda por processos estruturados de gestão, ainda mais relevantes com a presença da COVID-19. Este trabalho relata a experiência do desenvolvimento de um processo de gestão de riscos para atividades ao ar livre durante a pandemia de COVID-19. A experiência ocorreu em uma disciplina do Curso de Educação Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. O processo de gestão de riscos buscou contextualizar a proposta de atividades ao ar livre, além de identificar, analisar, avaliar e tratar os riscos. Enfim, uma experiência que contribuiu para o aprimoramento da segurança dos participantes da disciplina e que pode ser útil a demais praticantes de atividades ao ar livre, em especial, durante a pandemia.
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FATORES ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DE LESÕES DURANTE A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA EM ACADEMIAS AO AR LIVRE.

FATORES ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DE LESÕES DURANTE A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA EM ACADEMIAS AO AR LIVRE.

Não se conhecem estudos que tenham investigado a associação entre escolaridade e ocorrência de lesões. A literatura reporta que pessoas com maior grau de escolaridade tendem a ter maior acesso as informações sobre os cuidados gerais com a saúde, garantindo a mínima autonomia durante a prática de atividades físicas, principal- mente quando esta é realizada sem a supervisão de um profissional de Educação Física 6 . Apesar de não apresentar associação significante,

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The Earth, the Air, the Sea and Our Education La tierra, el aire, el mar y nuestra educación

The Earth, the Air, the Sea and Our Education La tierra, el aire, el mar y nuestra educación

em Uma educação pela natureza: a vida ao ar livre, o corpo e a ordem urbana são mui- tas e variadas. Especialmente, para a área da história, concorre para a compreensão de ideias, de práticas, de instituições e de su- jeitos que fizeram da natureza um elemento da vida urbana, escolar ou mesmo intelec- tual já entre as gerações que nos precede- ram. É como história, mas também como patrimônio e sensibilidade contemporânea, que este trabalho sugere ser a natureza, seus elementos e suas expressões, uma das mais profícuas áreas das invenções humanas. Daí porque, além das qualidades acadêmicas que o livro apresenta, vale deter-se na sua leitura.
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Secagem ao ar livre da madeira para produção de carvão vegetal.

Secagem ao ar livre da madeira para produção de carvão vegetal.

A madeira recém-abatida apresenta grandes quantidades de água, que reduzem o poder calorífico e inviabilizam seu uso para energia (Brand & Muñiz, 2010). A estocagem ao ar livre é o método mais difundido de secagem da madeira para fins energéticos com baixo custo, mas o tempo de secagem é maior. A perda de água por este método é maior nas primeiras semanas (Rezende  et  al., 2010a, b).

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As concepções das crianças, professora e coordenadora pedagógica sobre o recreio como atividade da rotina em uma escola pública de educação infantil na cidade de Fortaleza

As concepções das crianças, professora e coordenadora pedagógica sobre o recreio como atividade da rotina em uma escola pública de educação infantil na cidade de Fortaleza

[...] meu objetivo era realizar a entrevista piloto. As primeiras dificuldades foram surgindo. Onde realizar a entrevista? Já havia falado com a coordenadora sobre a necessidade de um lugar mais tranquilo na escola para que as crianças fossem entrevistadas. Ela indicou a biblioteca. No entanto, a biblioteca era utilizada por todas as turmas, diariamente grupos de crianças frequentavam o espaço. Restou-me pesquisar os horários em que o espaço não estava ocupado. A dificuldade não era apenas em relação à indisponibilidade de um local, mas já não sentia, nesse momento, certa disposição da coordenadora e das professoras para me ajudar com a pesquisa. As profissionais estavam sempre ocupadas, parecia ser difícil empregar um pouco de tempo para encontrar um local para a realização da atividade. Aguardei então um horário livre na biblioteca. Realizei a entrevista coletiva logo após o horário do lanche, único horário disponível. Considero que esse horário não foi interessante – era um horário muito próximo ao tempo do recreio – mesmo com a demonstração de entusiasmo das crianças com a atividade de pesquisa, a hora do recreio parecia ser muito esperada por elas, dessa maneira demonstravam ansiedade para logo terminarem a entrevista. Uma criança falou logo no início da entrevista: “no recreio nós sai, né? Depois nós volta pra cá de novo.” Respondi: sim, no recreio todos vão sair. A entrevista durou apenas seis minutos. (NOTAS DE CAMPO, 29/10/2014).
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Perfil dos idosos usuários de academias ao ar livre para a terceira idade da cidade de Fortaleza, Ceará

Perfil dos idosos usuários de academias ao ar livre para a terceira idade da cidade de Fortaleza, Ceará

O turno da manhã foi aquele mais preferido (59,4%) entre os idosos entrevistados para se frequentar as academias para a terceira idade. No que diz respeito à frequência durante os finais de semana, identificou-se que menos de um terço (31%) dos idosos entrevistados fazia uso dos mesmos nesse período, proporção menor do que a encontrada em outra investigação realizada com sujeitos de todas as idades usuários de academias ao ar-livre, onde 56,5% dos sujeitos relataram frequentas as academias durante os finais de semana (SOUZA, C. et al., 2014). Verificou-se, no que diz respeito ao turno, diferença estatisticamente significante (p=0,000) entre os grupos que frequentam academias localizadas em bairros de diferentes rendas médias, identificando-se que o grupo frequenta academias localizadas em bairros de renda média maior preferem utilizar os equipamentos durante o turno da manhã. Ainda, apesar de não ter apresentado diferença estatisticamente significante, a proporção de indivíduos desse grupo que frequentam as academias durante os finais de semana também é menor. A percepção de segurança poderia explicar as proporções encontradas, uma vez que há uma alta percepção negativa de segurança para se frequentar as academias durante a noite em comparação com a frequência durante a manhã.
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Propagação sonora ao ar livre e ruído ambiental

Propagação sonora ao ar livre e ruído ambiental

Energia extraída da onda sonora por condução de calor e pelo atrito viscoso entre as moléculas de ar absorção clássica proporcional ao quadrado da freqüência do som. Microscópico[r]

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