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Educação formal, não formal e informal: da trilogia aos cruzamentos, dos hibridismos a outros contributos

Educação formal, não formal e informal: da trilogia aos cruzamentos, dos hibridismos a outros contributos

Este texto não pretende ser uma revisão, mas um questionamento a partir do campo teórico. Assim, os autores convocados, tal como os referentes teóricos, seguem uma linha de abordagem e explicitação dos conceitos através da sequência definida no título: da trilogia das modalidades educativas (marcada pela delimitação teórica da educação formal, não formal e informal) que surge associada à imagem de quadro; cruzamentos ou atravessamentos (marcados pela não compartimentação de categorias) com a “matriz tri-dimensional” a assentar no panorama educativo; os hibridismos (marcados pela procura de outra abordagem e “re-conceptualização”) estão aqui representados através da imagem da linha contínua bidireccional. No
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Espaço de educação não formal: um campo de ação que potencializa a educação formal / Non-formal education area: an action field that enhances an education formal

Espaço de educação não formal: um campo de ação que potencializa a educação formal / Non-formal education area: an action field that enhances an education formal

Este artigo é produto de uma pesquisa realizada durante o período de estágio da disciplina Estágio I do curso de Pedagogia da Universidade Federal da Bahia – UFBA, modalidade EAD, e, portanto, discute sobre o Espaço de Educação não formal: um campo de ação que potencializa a educação formal. A escolha do tema se deu como resultado do trabalho realizado em uma instituição de educação não formal. Desse modo, discute então, a educação ofertada nos espaços não formais, a atuação do educador social como agente principal do processo de formação do sujeito social, além, de debater ainda sobre o processo de aprendizagem individual dos alunos. E, finalmente, assegura que de fato a educação não formal potencializa a educação formal.
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O site como apoio à educação formal e não formal no ensino das ciências

O site como apoio à educação formal e não formal no ensino das ciências

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vem se destacando com diversos projetos voltados para a popularização da ciência, para atender aos diversos públicos com ações simples, mas inovadoras em sua forma e amplitude. Entre esses projetos, está o site Contando Ciência na Web, cujo objetivo é levar informações técnico-científicas da empresa para o público infantojuvenil, como apoio à educação formal e não formal no ensino das ciências. Busca-se aproveitar a curiosidade natural de crianças e jovens para despertar neles o interesse pelas ciências, incentivando-os ao questionamento sobre o que ouvem ou leem na internet, permitindo que esse público possa desfrutar dos conhecimentos, processos, das metodologias e das tecnologias, objetos da investigação científica produzidos pela Embrapa. Ao desenvolver o site Contando Ciência, cria-se um canal de comunicação destinado não apenas à divulgação técnico-científica da instituição, mas sobretudo a contribuir com a sociedade brasileira na formação escolar em ciência e tecnologia. É importante enfatizar que o site é inclusivo, pois é acessível a crianças e adolescentes com deficiência visual e baixa visão, além de atender a outras deficiências.
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O encontro entre a educação formal e não formal no Programa Escola Integrada: possibilidades e desafios

O encontro entre a educação formal e não formal no Programa Escola Integrada: possibilidades e desafios

As parcerias entre as organizações não governamentais (ONGs) e as escolas públicas têm crescido acentuadamente no Brasil. Em Belo Horizonte, o Programa Escola Integrada (PEI) é um exemplo de política pública que propõe a construção de parcerias entre as escolas e os projetos já existentes, indicando, assim, um encontro entre a educação formal e a educação não formal. Diante desse cenário, este estudo busca investigar como se deu o processo de construção da parceria entre as ONGs e o PEI e quais as mudanças que ocorrem nas práticas educativas de uma ONG quando esta passa a atuar em um programa desenvolvido na escola formal. Assim, através de entrevistas e de observações participantes, este trabalho demarcou quais os elementos que se aproximam e quais os que se distanciam das práticas educativas desenvolvidas na escola e de que maneira essas aproximações e distanciamentos se articulam no sentido de ampliar as possibilidades educativas no contexto da Educação Integral. As análises dos dados apontam que a frequência das crianças no projeto, as condições de trabalho dos sujeitos da ONG e da escola, a relação construída entre educador e educando, a autonomia, as formas de participação, a relação com a (in)disciplina, a dialogicidade e as interfaces com a família e a comunidade são alguns pontos que aparecem tanto em termos de tensões quanto em termos de avanços e possibilidades.
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Experiência moderna e as dificuldades para a educação formal.

Experiência moderna e as dificuldades para a educação formal.

Como “poder”, nosso entendimento nos leva a crer em todo o processo de identiicação pelo qual é exposto o ser humano moderno por meio da indústria cultural, resultando numa conformação do seu comportamento e (não) pensamento em algo denominado “massa” (consumidores, ouvintes, trabalhadores, cidadãos etc.). Noutras palavras, identiicar-se com o poder, fazer parte dele, é se entregar aos dita- mes do sistema produtor de mercadorias, difundidos pela indústria cultural, até não poder ser distinguido mais de nenhum outro elemento produtor ou consumidor e deixar-se guiar pelas proposições daquela indústria sem nenhum pensamento ou questionamento original. Dessa forma, o desaparecimento da narrativa por falta de público – principalmente entre aqueles que mais deveriam ser habituados a ela: os alunos – é um exemplo triste da massiicação que obstrui a cultura letrada e impossibilita a educação formal.
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Diálogos em roda : uma práxis pedagógica possível com a educação formal e não formal

Diálogos em roda : uma práxis pedagógica possível com a educação formal e não formal

A presente pesquisa buscou desvelar o potencial transformador da práxis pedagógica nos Diálogos em Roda. Essa é uma perspectiva metodológica inédito-viável, que se realiza em função do compromisso com os sujeitos da pesquisa. Assumindo Paulo Freire como referência central, compreende-se que é possível, no movimento dos diálogos em roda, por meio de uma práxis alicerçada na reflexão sobre a prática, constituir um processo educativo emancipatório, de modo a promover a tomada de consciência e o empoderamento dos sujeitos. A pesquisa realizou-se a partir das experiências da pesquisadora com uma trilogia de rodas: a Roda Cultural de Leituras Freireanas, como grupo de pesquisa na Universidade; a Roda realizada no espaço não formal, na partilha da experiência com educadores/as do Movimento pelos Direitos da Criança e do Adolescente (MDCA); e, especialmente, a Roda realizada em uma Escola Estadual de Ensino Fundamental, na experiência da pesquisadora como educadora alfabetizadora. Resulta desta pesquisa a compreensão de que os diálogos em roda, com o apoio do diário de pesquisa, contribuem para minimizar a distância nas relações que se estabelecem entre educador e educandos e para fortalecer as aprendizagens. Os conteúdos que contribuem para este processo emergem da análise dos dados procedentes dos diários de pesquisa dos educandos. Pôde-se perceber o diálogo como um conteúdo procedimental e a confiança como um conteúdo atitudinal, ambos importantes contribuições para a aprendizagem. Nesse sentido, é responsabilidade do educador, juntamente com os educandos, criar na sala de aula um ambiente de diálogo e de confiança.
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AS POLÍTICAS PÚBLICAS E A EDUCAÇÃO FORMAL COMO LIMITADORAS DO DIREITO À EDUCAÇÃO  Maria Walkíria de Faro Coelho Guedes Cabral, Cláudio Henrique de Sousa

AS POLÍTICAS PÚBLICAS E A EDUCAÇÃO FORMAL COMO LIMITADORAS DO DIREITO À EDUCAÇÃO Maria Walkíria de Faro Coelho Guedes Cabral, Cláudio Henrique de Sousa

Carlos Brandão (1995) expõe, neste sentido, o conceito de educação de maneira neutra, onde não se toma partido para nenhuma teoria fixa da sociologia. Diversos teóricos da educação sempre se definem na teoria do conflito ou do consenso, e Brandão mostrou a educação como ela é, aberta a todos e pertencente a todos, foi tomada uma linha, a qual se defendeu algo muito importante, o partido da educação. Esta foi apresentada do seu início, nos primórdios da humanidade, para refletir-se sobre o que realmente vem a ser educação, libertando-a das paredes da escola, da figura do professor, principalmente escolaridade.
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AGENDA AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO FORMAL

AGENDA AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO FORMAL

Entre os casos, há das escolas: Nelson Antônio do Nascimento Júnior - Jardim São Marcos em Portugal, que utilizou essa proposta para restaurar o entorno da escola (SEMA, 2005), e a Dom Pio de Freitas - Joinville em Santa Catarina, que foi premiada por desenvolver e coordenar o projeto "Modificando a Escola através da Educação Ambiental: Construindo a Agenda 21 Escolar“ (SANTOS, 2005).

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Ensino da astronomia no Brasil: educação formal, informal, não formal e divulgação científica

Ensino da astronomia no Brasil: educação formal, informal, não formal e divulgação científica

Embora tenham ocorrido reformas educacionais re- centes, estudos mostram que, sobre essa quest˜ao, a forma¸c˜ ao de professores de ciˆencias, na maioria dos cur- sos, ainda est´a mais pr´oxima dos anos 1970 [14]. Um professor de ciˆencias no ensino fundamental, por exem- plo, ver-se-´ a confrontado com o momento de trabalhar com conte´ udos de astronomia. No entanto, o docente dos anos iniciais do ensino fundamental geralmente ´e graduado em pedagogia, e o de 5 a a 8 a , geralmente em ciˆencias biol´ogicas, sendo que conceitos fundamen- tais de astronomia n˜ao costumam ser estudados nestes cursos de forma¸c˜ ao, levando muitos professores a sim- plesmente desconsiderar conte´ udos deste tema em seu trabalho docente [15], ou apresentam s´erias dificuldades ao ensinar conceitos b´asicos de fenˆomenos relacionados `a astronomia [8, 16]. Analisando as prov´ aveis raz˜oes do desaparecimento da astronomia como disciplina curri- cular, Tignanelli prop˜oe a falta de metodologias de en- sino que enfatizem a experiˆencia direta e a forma¸c˜ ao dos docentes, na qual os conte´ udos de astronomia s˜ao quase inexistentes [17]. Este autor observa ainda que, atualmente, os temas de astronomia aparecem dilu´ıdos em outros conte´ udos de interesse dos programas e das estruturas curriculares da educa¸c˜ ao formal.
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Escola e Organização Não Governamental: educação formal e não-formal de jovens da periferia de Fortaleza.

Escola e Organização Não Governamental: educação formal e não-formal de jovens da periferia de Fortaleza.

be-se a intenção preventiva da educação que esta escola propicia. O perfil social exigido pode ser entendido como o “modelo ideal” do aluno que pode ser trabalhado, ou seja, aquele que ainda não se “desviou” da rota das instituições reconhecidas como espaços naturais e “normais” para a socializa- ção primária de crianças e jovens: família e escola. O trabalho de prevenção justifica-se pela origem social dos alunos, principalmente levan- do-se em conta a pressuposição de que a família sozinha não dará conta do trabalho de socializa- ção, imprimindo, nessas crianças e adolescentes, a “moralidade e a disciplina necessárias” para torná- los “adultos normais”. Esse trabalho, no entender dos dirigentes da ONG, quanto mais cedo for ini- ciado, melhores resultados produzirá. Nesse sen- tido, o critério da idade mínima para ingressar na EDISCA passa a ter um significado importante. No início, esse critério não era tão rigoroso. Assim, recebiam-se adolescentes menores de 18 anos e não apenas crianças. A redução da idade-limite deveu- se ao desejo de um trabalho mais “eficiente”, no que concerne à prevenção da “situação de risco”. É o que demonstra a fala a seguir:
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Aprendizagens e histórias de vida da classe trabalhadora portuguesa: a importância das emoções, das práticas e da reflexão identitária-biográfica

Aprendizagens e histórias de vida da classe trabalhadora portuguesa: a importância das emoções, das práticas e da reflexão identitária-biográfica

Podemos assim constatar que a educação formal, informal e não formal vão-se intercalando e combinando, ao longo das vidas dos indivíduos, obedecendo, em grande medida, a mecanismos semelhantes, nomeadamente aqueles que designámos como emocionais, práticos e reflexivos-identitários. Em muitas circunstâncias, é inclusive difícil distinguir claramente as aprendizagens geradas por mecanismos formais, informais e não formais. Contudo, podemos também afirmar que esta tipologia continua a fazer sentido, pelo menos, enquanto existam percursos de vida, como estes, claramente marcados pelo insucesso na educação formal, mas não tanto na educação informal (sendo que o contrário também ocorre). A educação de adultos, nomeadamente aquela que recorre à abordagem biográfica, pode ser importante precisamente na articulação entre aprendizagens formais, não formais e informais.
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Educação não formal: a praia como um espaço para Educação Ambiental

Educação não formal: a praia como um espaço para Educação Ambiental

A instituição escolhida para realizar a ação desta pesquisa foi o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV) que se encontra no município de Balneário Gaivota e está vinculado ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), unidade responsável pela oferta do serviço de proteção básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). A instituição atende a um total de 80 crianças entre seis e 15 anos, que frequentam o local no contraturno da escola. São crianças carentes, em situação de vulnerabilidade. Ao contrário da educação formal, o SCFV realiza atividades diferenciadas com as crianças, organizadas por quatro orientadores educacionais no formato de oficinas, tais como: esporte recreativo, taekwondo, contos e fábulas, artesanato, pintura, música e coral, além de auxiliarem nas tarefas da escola.
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Desenvolvimento local e educação não formal numa associação

Desenvolvimento local e educação não formal numa associação

O macro objetivo estabelecido, relacionado com a Educação para o Desenvolvimento (ED), considerado como prioritário a nível nacional e europeu, concretizar-se-á através da realização de atividades junto de alunos do ensino básico, implicando trabalhos prévios com professores e outros técnicos municipais. Neste sentido a intervenção iniciaria com o “desenvolvimento de competências dos professores de 2.º e 3.º ciclos, da disponibilização de novos recursos pedagógicos de ED e da sensibilização dos alunos para os temas, princípios e valores de ED” (AIDGLOBAL, s/ data, p. 4). Estas atividades, a aplicar num contexto de educação formal (através de práticas de educação não formal), terão lugar nos concelhos associados à Rota Histórica das Linhas de Torres: “Os beneficiários deste projeto serão levados a pensar nas atuais causas da guerra, da pobreza, das desigualdades sociais e o desrespeito pelos direitos humanos à luz do património da RHLT e a refletir sobre o que cada um pode fazer”. Justifica-se esta escolha pela “união destes municípios em torno de uma causa comum”, que “permite criar um projeto de ED coerente e consolidado”, e envolve as pessoas através da realidade local para estabelecer depois ligação com questões mais abrangentes e globais.
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A construção das oportunidades formativas em contexto de mudança: um estudo de caso numa empresa de consultoria e formação

A construção das oportunidades formativas em contexto de mudança: um estudo de caso numa empresa de consultoria e formação

Ou seja, as práticas de educação não-formal são “processos de auto-aprendizagem e aprendizagem coletiva adquirida a partir da experiência em ações organizadas segundo eixos temáticos” e desenvolvem-se normalmente fora do âmbito escolar, “nas organizações sociais, nos movimentos, nos programas de formação”, etc. (Gohn, 2009, p.31). A reflexão sobre esta realidade, sobre a educação não-formal, por vezes leva-nos a questionar se detém ou não a mesma importância da educação formal aos olhos dos indivíduos e aquilo que constatamos, segundo Gohn (2009), é que esta não deve ser vista como “algum tipo de proposta contra ou alternativa à educação formal” mas sim como “um espaço concreto de formação com a aprendizagem de saberes para a vida em coletivos” e que envolve aprendizagens tanto de “ordem subjetiva-relativa no plano emocional e cognitivo das pessoas, como aprendizagens de habilidades técnicas (…) que os capacitam para o desenvolvimento de uma atividade de criação, resultando um produto como fruto do trabalho realizado” (Gohn, 2009, p.33) Normalmente a educação não-formal é desenvolvida em espaços que representam “uma alternativa aos meios tradicionais de informação que os indivíduos estão expostos no quotidiano” e é sobretudo “uma ferramenta importante no processo de formação e construção da cidadania das pessoas, em qualquer nível social ou de escolaridade” (Gohn, 2009, p.42). Quando a educação não-formal está presente na formação de jovens/adultos, “potencializa o processo de aprendizagem, complementando-o com outras dimensões que não têm espaço nas estruturas curriculares” (Gohn, 2009, p.42)
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Pontes e fraturas no processo educativo e dos usos e abusos do formal e não formal em educação

Pontes e fraturas no processo educativo e dos usos e abusos do formal e não formal em educação

“Até hoje, por motivos que não vêm ao acaso citar aqui, definíamos a Educação Social em contraposição à escola. Educação formal, não formal e informal tem sido uma terminologia que serviu para separar conceitualmente espaços educativo. Mas, atualmente resulta de todo incorreto recorrer a essa classificação, principalmente por ser imprecisa e criar confusão. Além do mais, não tem sido que por razões académicas separemos o que ocorre unido: Educação Social e educação escolar não são duas realidades opostas ou separadas. Pelo contrário, a realidade é uma, embora nós, desde a academia, pretendamos divorciá-la. Quando a sociedade e a universidade, felizmente começam a compreender o que é a Educação Social, reclamamos nossa presença nos espaços que por lógica são da nossa competência”(p.63).
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Pedagogias da língua: muito siso e pouco riso.

Pedagogias da língua: muito siso e pouco riso.

RESUMO: Neste ensaio, revisito as noções de “práticas de educação não-formal” e “práticas de educação formal”, tomadas em sentido ge- nérico. Rememorados os sentidos comumente atribuídos aos dois termos do binômio “práticas de educação não-formal” e “práticas de educação formal”, passo a refletir sobre elas especificamente como fulcros de aprendizagem da língua materna. Participando, direta ou indiretamente, das práticas sociais cotidianas, aprendemos os gêneros discursivos a elas associados. Nelas, aprendemos as fôrmas, mas aprendemos também a potência de diferenciação das línguas vivas que não se deixam imobilizar por sistemas. Contudo, quando a lín- gua materna vira matéria escolar, sua potência de diferenciação vira uma anomalia a ser corrigida, curada. Tem sido assim ao longo de toda a história do ensino formal de língua portuguesa na instituição escolar.
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ESPAÇOS EDUCATIVOS CIENTÍFICOS: FORMAL, NÃO FORMAL E INFORMAL / Scientific Education Spaces: formal, non-formal, and informal

ESPAÇOS EDUCATIVOS CIENTÍFICOS: FORMAL, NÃO FORMAL E INFORMAL / Scientific Education Spaces: formal, non-formal, and informal

Desta forma, a educação não formal pode conter formas de caráter completar a educação formal, ou de formativo independente. Segundo Bendrath (2014) a Educação Não Formal há de acordo os relatórios da UNESCO (CARRON, G.; CARR-HILL, 1991; HOOPRS, 2006) vários tipos: Paranormal: modelo alinhado ao ensino formal, caráter complementar; Popular: modelo baseado no treinamento profissional para o mercado de trabalho; Desenvolvimento pessoal: modelo educacional que desenvolve questões culturais e de lazer, disseminado no hemisfério norte; Treinamento profissional: modelo que desenvolve habilidade profissional que não dependem de diploma e certificado, e é flexível com o trabalho; e outros como Alfabetização com desenvolvimento de competências, Programa suplementar de educação não formal e Educação e cuidado na primeira infância. A UNESCO foi fiel a coerência conceitual deste do conceito ―aprender a ser‖ em 1972 até o relatório de Delors em 1996 (Educação um tesouro a ser descoberto) com o projeto de mundialização da educação baseado nos princípios da competitividade, imperativo financeiro e equidade (BENDRATH, 2014).
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O(a) pedagogo(a) e a educação não formal: aportes da história e de pesquisas acadêmicas / The pedagogue and non-formal education: contributions from history and academic research

O(a) pedagogo(a) e a educação não formal: aportes da história e de pesquisas acadêmicas / The pedagogue and non-formal education: contributions from history and academic research

O trabalho correspondente ao descritor Educação não escolar, de autoria de Dinora Tereza Zucchetti e de Eliana Perez Gonçalves de Moura, da FEEVALE, intitulou-se Educação não escolar e universidade: necessárias interlocuções. Debateu o caráter educativo das experiências de educação não escolares e o desafio da formação dos educadores que se desenvolvem como profissionais nesses espaços do campo social. A pesquisa se baseou na investigação de duas instituições que trabalham com crianças e jovens socialmente vulnerabilizados, centrando-se na formação em serviço dos educadores. Também refletiu sobre a universidade e sua relação com os projetos de educação não escolar, dada através de diferentes projetos de extensão, assim como o desafio de formar profissionais aptos para essas atividades e ampliar as pesquisas sobre essa temática.
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O pensamento de Dermeval Saviani e a educação em museus de ciências.

O pensamento de Dermeval Saviani e a educação em museus de ciências.

Este trabalho procura realizar um diálogo entre o pensamento do filósofo e educador brasileiro Dermeval Saviani e os estudos sobre a educação em museus e centros de ciências. Primeiramente, investigamos o desenvolvimento histórico dessas instituições para, em seguida, analisarmos, nas obras de Saviani, menções às formas não escolares de educação. A partir dos textos do educador brasileiro, e considerando os diferentes sentidos que a literatura confere às expressões educação informal e educação não formal, propõe-se que as modalidades de educação sejam situadas entre as categorias sistematizada / assistemática e escolar / não escolar. Assim, compreendendo- se a educação museal como uma modalidade de educação não escolar que vem se sistematizando, e a especificidade dos museus frente aos conceitos de conhecimento e cultura, são comentadas algumas possibilidades para que tais instituições colaborem para a democratização do saber, complementando e valorizando a educação científica escolar. Em acordo com a concepção crítica de Saviani, considera-se que os museus e centros de ciências, no estabelecimento de ações educativas, possam contribuir para a elevação da qualidade do ensino de ciências, estabelecendo uma relação comunicativa entre os saberes museais e os saberes escolares. Dessa maneira, não se dissolvem nem a especificidade da instituição museal enquanto guardiã do patrimônio da humanidade, nem a especificidade da escola enquanto transmissora da cultura para as novas gerações.
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Vulnerabilidade hídrica no Nordeste brasileiro: entre a urbanização e a Educação Ambiental<br>Vulnerabilidad hídrica en el Nordeste brasileño: entre la urbanización y la Educación Ambiental<br>Water vulnerability in the Brazilian Northeast: between urbani

Vulnerabilidade hídrica no Nordeste brasileiro: entre a urbanização e a Educação Ambiental<br>Vulnerabilidad hídrica en el Nordeste brasileño: entre la urbanización y la Educación Ambiental<br>Water vulnerability in the Brazilian Northeast: between urbanization and Environmental Education

Resumo: A problemática ambiental reflete uma crise civilizatória. A Educação Ambiental, propende-se na gestão dos recursos hídricos, instrumentalizar a sociedade para participar nas questões ambientais. Esta pesquisa analisou a questão dos recursos hídricos no Nordeste brasileiro sob perspectiva da sua vulnerabilidade socioambiental e importância da Educação Ambiental na abordagem desse tema. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, através da busca em diversas fontes bibliográficas, considerando artigos publicados em diversas bases indexadores. A região Nordeste, não obstante, das demais localidades no país, sofre com o esquecimento dos seus rios urbanos. A dificuldade na gestão ocorre devido à falta de políticas públicas e ações para um processo educativo da sociedade. Portanto, a Educação Ambiental é um importante processo emancipatório, podendo ser eficiente para sensibilizar cidadãos à uma melhor relação com os recursos hídricos. Palavras-chave: Escassez Hídrica; Rios Urbanos; Processo Educativo.
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