Educação médica

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Ensino de imunologia na educação médica: lições de Akira Kurosawa.

Ensino de imunologia na educação médica: lições de Akira Kurosawa.

Estas reflexões poderão contribuir para a elaboração e o ensino de modelos mais fecundos à compreensão dos sistemas vivos, contexto cujas implicações na educação médica são pro- fundas. Esse novo horizonte – menos beligerante e talvez mais dirigido a entender a resposta imune como busca do equilí- brio perdido, algo que permeia Rapsódia em agosto, também de Kurosawa 18 –, será, provavelmente, mais propício à formação

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Aprendizagem Híbrida na Educação Médica: uma Revisão Sistemática.

Aprendizagem Híbrida na Educação Médica: uma Revisão Sistemática.

No texto de introdução de 92 (90%) destes 103 relatos, en- contramos a problematização de uma ou mais questões relacio- nadas à educação médica que se pretendia solucionar ou apri- morar. Entre estes, 22 (24%) abordam como problema central o treinamento de habilidades clínicas, e 5 (5%) tratam de habilida- des cirúrgicas, de modo a melhorar o desempenho ou aumen- tar a autoconfiança dos alunos, ou proteger os pacientes. Outra questão levantada foi a necessidade de aprimorar o ensino de determinado conteúdo (n = 16, 17%); de mudar os métodos de ensino, principalmente no sentido de promover a aprendizagem centrada no aluno (n = 9, 10%); de lidar com um número reduzi- do de professores (n = 13, 14%) ou com o aumento do conteúdo a ser incorporado no currículo (n = 7, 22%). A necessidade de motivar os alunos foi relatada em apenas um artigo (1%).
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Produção científica sobre educação médica no Brasil: estudo a partir das publicações da Revista Brasileira de Educação Médica.

Produção científica sobre educação médica no Brasil: estudo a partir das publicações da Revista Brasileira de Educação Médica.

Na literatura mundial, a evolução da pesquisa em educação médica está distribuída em três gerações. Após seu surgimen- to, com George Miller na década de 1950, a primeira geração (década de 1960) era constituída por professores de Medicina que deixaram suas áreas de especialidade médica de origem para se dedicarem à educação. À época, não tinham habilida- des e conhecimentos necessários à educação, como formação em estatística, psicometria e metodologia qualitativa. A estes, na década de 1970, juntaram-se ingleses e holandeses com pós-graduação formal em Psicologia, iniciando suas contri- buições à área.
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A missão da RBP na educação médica continuada

A missão da RBP na educação médica continuada

A Revista Brasileira de Psiquiatria (RBP) tem a dupla missão de incentivar a Educação Médica Continuada dos seus leitores e de divulgar achados de pesquisa. Para tanto, publicamos, em português, artigos de revisão e de atualização (inclusive em suple- mentos temáticos) e, em inglês, artigos originais e comunicações breves. Dessa forma, acreditamos levar ao associado da Associa- ção Brasileira de Psiquiatria (ABP) o que existe de mais atual no diagnóstico, fisiopatologia e tratamento dos principais transtornos psiquiátricos.

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O Papel dos Mapas Conceituais na Educação Médica.

O Papel dos Mapas Conceituais na Educação Médica.

No âmbito do ensino da medicina, diante das imperiosas mudanças necessárias para a formação de um profissional que aprenda a aprender, a aprendizagem significativa de David Ausubel — pressuposto teórico para a construção de mapas conceituais — tem permitido uma genuína articulação dos conhe- cimentos necessários à prática médica, facultando, portanto, um aprendizado mais efetivo e permitin- do a atuação em um contexto complexo e interdisciplinar. Em conformidade com o exposto, o presente manuscrito objetiva apresentar o papel dos mapas conceituais na educação médica.
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Reflexões acerca da iatrogenia e educação médica.

Reflexões acerca da iatrogenia e educação médica.

Inúmeros são os trabalhos publicados na literatura acerca da iatrogenia entendida como falhas do médico relacionadas a procedimentos, efeitos colaterais de medicamentos prescri- tos, oriundas de procedimentos cirúrgicos, etc. (iatrogenia direta). Pretende-se aqui abordar o tema de maneira mais ampla, porque a iatrogenia envolve outros aspectos da práti- ca médica, como, por exemplo, a iatrogenia indireta (exercida por meio do contato interpessoal), que possui elevado impac- to social. A educação médica tem papel relevante na profilaxia de eventos iatrogênicos, ao fornecer instrumentos necessári- os a melhor compreensão do tema pelos graduandos.
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A preceptoria na formação médica: o que dizem os trabalhos nos congressos Brasileiros de educação médica 2007-2009.

A preceptoria na formação médica: o que dizem os trabalhos nos congressos Brasileiros de educação médica 2007-2009.

Transformações recentes na educação e no sistema de saúde brasileiros repercutiram nas instituições de ensino médico e demais áreas da saúde, exigindo um novo perfil de profissional: mais crítico, huma- nista, reflexivo e ético. O preceptor tem importante papel na formação médica, ao integrar a teoria e a prática no contexto da assistência durante o período do internato, mas esta atividade de ensino é pouco considerada. Não existe capacitação específica para desenvolver essas qualidades e construir uma efetiva relação médico-aluno. Foram analisados 176 trabalhos dos congressos brasileiros de educação médica referentes à preceptoria quanto a conceito aplicado, atividade exercida, formação e capacitação em articular teoria e prática e fornecer subsídios à prática profissional. A formação e capacitação dos preceptores é um tema pouco discutido, embora esteja cada vez mais presente nos congressos.
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Mapeamento da educação médica a distância (EMad) no Brasil.

Mapeamento da educação médica a distância (EMad) no Brasil.

A formação médica brasileira passa por transformações para nivelar-se à contemporaneidade da globalização na sociedade do conhecimento. As novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) almejam a constituição de profissionais, cujo perfil de habilidades e competências lhes permita intervir no exercício profissional de forma crítica, coletiva e integradora. São necessárias mudanças teóricas e nos cenários de prática dos processos de ensino-aprendizagem, tendo em vista estimular melhorias na educação médica. Nesse contexto a Educação Médica a Distância (EMaD), se insere intimamente nos pressupostos das novas DCN ’s para incrementar as mudanças curriculares em sintonia com as necessidades de saúde da população. Entre outras iniciativas, a Educação Médica a Distância (EMaD) busca divulgar o conhecimento produzido nos grandes centros para profissionais de áreas mais remotas ou com reduzida disponibilidade de tempo. Tendo como pressuposto que a Sociedade do Conhecimento requer a formação inicial e continuada de profissionais e de cidadãos com um novo conjunto de competências para atuar com eficiência e responsabilidade, os métodos à distância devem ser desenvolvidos com base em abordagens pedagógicas que efetivem, além dos conteúdos de ensino, a disposição para a pesquisa, a autonomia na busca da informação, o espírito colaborativo e a postura ética, entre outras. Com base nessa reflexão, este estudo de natureza exploratória e descritiva teve por objetivo mapear a utilização da EaD na medicina brasileira. Diagnostica-se a subutilização desta, apesar de iniciativas de foro privado em educação médica continuada pelas sociedades médicas. Incentiva-se a estimulação, por parte dos gestores, e o avanço da apropriação das técnicas de EaD na formação médica brasileira. Mesmo tendo caráter exploratório, esta pesquisa aponta a necessidade de estudos prospectivos para conhecer os impactos dos incentivos à inserção da EaD no ensino médico brasileiro como qualidade de egressos.
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Aula dialogada na educação médica : um estudo quantitativo

Aula dialogada na educação médica : um estudo quantitativo

Estudar o processo de educação médica é parte de um movimento mundial de revisão da saúde, motivando iniciativas importantes, representadas no Brasil pelas diretrizes curriculares nacionais dos cursos desta área, apresentadas pelo Ministério da Educação no ano de 2001. Com o objetivo de comparar os efeitos de aprendizagem/retenção de conteúdo (desfecho) da aula expositiva dialogada (fator em estudo), realizou-se um estudo controlado randomizado por grupos, cegado para os sujeitos de pesquisa com alunos do 7º e 8º semestre do curso de medicina de uma Faculdade privada do sul do Brasil, com conceito cinco atribuído pela Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Foram avaliados 150 sujeitos, entre março de 2012 e junho de 2014, média de idade de 24,7 anos e predomínio do sexo feminino (62,7%); 69 (46%) alocados para a aula expositiva dialogada (grupo intervenção) e 81 (54%) para aula expositiva tradicional (grupo controle). O desempenho dos grupos foi avaliado por um mesmo teste teórico de conhecimento aplicado antes e após a aula, onde os alunos do grupo controle demonstraram maior variação entre o primeiro e segundo teste (8,6 vs. 6,7 p=0,0001) resultado reforçado pela magnitude do efeito também maior neste grupo (2,526 vs. 1,350). No pré-teste, sem distinção por grupo, o aproveitamento geral dos alunos foi de 50%, sendo maior a pontuação média do grupo submetido à intervenção (p=0,003) e daqueles alunos testados no 7º semestre. Neste estudo, a aula expositiva dialogada determinou resultados finais similares à aula tradicional (20,2 vs. 20,0 pontos no teste final) não sendo observado prejuízo na aprendizagem de curto prazo.
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Educação médica continuada a distância em endocrinologia e metabologia.

Educação médica continuada a distância em endocrinologia e metabologia.

A rede de informática que liga mundialmente entre si os computadores, a Internet, tornou-se importante instrumento de difusão do conheci- mento humano. A educação médica através deste meio, sem a neces- sidade de presença formal nos ambientes de ensino, constitui uma uti- lização moderna desta valiosa fonte, caracterizando a Educação Médi- ca Continuada a Distância (EMCAD). A procura de videoconferências, de monografias, diretrizes e cursos de atualização em Endocrinologia e Metabologia, nas páginas da Internet, através das máquinas eletrônicas de busca, é tarefa laboriosa e demorada face ao grande número de sítios resultantes desta pesquisa. A presente revisão tem como finalidade facilitar este trabalho, com a utilização de palavras e expressões-chave, apresentando em quadros, classificados de acordo com as subespe- cialidades ou com o órgão glandular e com o idioma do texto, os prin- cipais endereços eletrônicos que abrigam as fontes de atualização profissional, obtidos pela pesquisa prévia realizada pelo autor. (Arq Bras Endocrinol Metab 2005;49/4:584-595)
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Pesquisa em educação médica conduzida por estudantes: um ano de experiência do núcleo acadêmico de pesquisa em educação Médica.

Pesquisa em educação médica conduzida por estudantes: um ano de experiência do núcleo acadêmico de pesquisa em educação Médica.

iniciação científica deve colaborar neste processo de formação. Assim, a partir do entendimento da importância da pes- quisa em educação médica, da necessidade de qualificação de propostas para o ensino médico, assumindo os estudantes um protagonismo nos processos de mudança curricular, com forte embasamento científico, e do reconhecimento da inicia- ção científica como instrumento de qualificação acadêmica e profissional, estudantes do curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB/Unesp) criaram o Nú- cleo Acadêmico de Pesquisa em Educação Médica (Napem) 12 .
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M-learning: potencialidades e impacto na Educação Médica

M-learning: potencialidades e impacto na Educação Médica

Com a acessibilidade dos smartphones algumas questões se levantam. Sparrow et al. (32), numa investigação realizada em 2011, concluiu que os estudantes perante uma dúvida ou questão, remetiam-na diretamente para os dispositivos. Este estudo realçou a fraca capacidade de relembrarem informações por si mesmos, mas a grande habilidade para recordarem, ao mesmo tempo, onde as obter. Sparrow et al. concluíram que a internet se tornara uma espécie de extensão da memória dos seus usuários. Este conceito é particularmente pertinente para a educação médica, dada a necessidade de os médicos memorizarem uma enorme quantidade de informação. Em suma, sabe-se onde procurar a informação, mais do que tentar recordá-la.
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Crise na educação médica? Um ensaio sobre o referencial arendtiano.

Crise na educação médica? Um ensaio sobre o referencial arendtiano.

partir dessa necessidade, o pensamento de Hannah Arendt e seus desdobramentos para a ação podem contribuir com novos aportes teóricos que visam a consolidação das mudanças na educação médica. A transformação depende, então, de quanto somos responsáveis pelo desenvolvimento da prática profissional e de valores desses jovens que estão no caminho entre a educação e a ação política. Se desejamos o exercício da medicina como cuidado em saúde, como ação política, como cultivo da liberdade enquanto sentimento público, é necessário que denunciemos os processos de coerção pelos quais passam os futuros médicos durante o seu processo de formação, e criemos momentos para reflexão sobre as ações.
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Competência Moral e Espiritualidade na Educação Médica: Realidade ou Desafio?.

Competência Moral e Espiritualidade na Educação Médica: Realidade ou Desafio?.

Estudantes de Medicina iniciam a faculdade idealistas, mas muitos consideram sair indiferentes: este é o maior desafio da educação médica. Estudos ratificam uma involução da competência moral durante o curso. Outro interesse crescente no meio acadêmico é a espiritualidade. Objetivo: Avaliar a relação entre competência moral e espiritualidade dos estudantes de Medicina. Métodos: Estudo descritivo transversal, com 121 estudantes. A coleta foi realizada por meio do software limesurvey, contendo o TCLE e três questionários: sociodemográfico, teste de competência moral de George Lind, calculado em planilha do Excel, e escala de espiritualidade de Pinto e Pais-Ribeiro. Utilizou-se o software Stata 12.0 na análise. Resultados: Ter religião está associado a maior espiritualidade. Em relação ao gênero feminino e a ter pais médicos, houve tendência de associação com espiritualidade elevada. O escore C manteve-se crescente durante o curso. Na relação entre espiritualidade e competência moral, estudan- tes com baixa espiritualidade apresentaram tendência a escore C maior. Conclusão: Estudantes mais espiritualizados apresentam tendência a ter competência moral menor. O questionário de espirituali- dade, contudo, está intrincado com dimensões religiosas, que tendem a limitar o desenvolvimento da competência moral na população estudada.
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Linguagem como Abertura ao Diálogo entre Cuidado em Saúde e Educação Médica.

Linguagem como Abertura ao Diálogo entre Cuidado em Saúde e Educação Médica.

Este estudo objetivou estudar a temática do cuidado, inerente e imanente às relações dos sujeitos da saúde, a partir de uma pesquisa teórica com implicações para a prática. Utilizamos o referencial filosó- fico de Merleau-Ponty, que analisa o sujeito do conhecimento em sua experiência mundana. Sob esta ótica, parte-se do pressuposto de que a experiência vivida pelo profissional da ciência médica, em seus campos de atuação, abre um espaço singular de constituição de sentidos em suas trocas intersubjeti- vas. A linguagem, como ponto de partida para o entendimento da relação entre a equipe de saúde e os usuários dos equipamentos, tem na comunicação a possibilidade de abertura para o homem se consti- tuir enquanto sujeito autônomo; e a cada momento, a fala propicia a interação entre o eu e o outro, fa- vorecendo o encontro. A fenomenologia, cada vez mais evidenciada em estudos de saúde, é importante ferramenta para a educação médica e, ao apresentar a linguagem como o sentido que habita a palavra, torna-se elemento-chave das atuações clínico-institucionais, promovendo a produção de cuidado.
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Desafios da educação médica e da investigação em saúde no contexto de angola.

Desafios da educação médica e da investigação em saúde no contexto de angola.

Os apelos para reformas na educação médica são constantes e têm sido objeto de recomendações pro- duzidas nos últimos cem anos, destacando-se as resultantes da avaliação crítica feita por Abraham Flexner, em 1910, nos Estados Unidos da América. No presente trabalho, abordam-se as tendências e os desafios atuais da educação médica e da investigação em saúde, com ênfase para os países em de- senvolvimento, ressaltando-se a realidade africana. Com base na bibliografia consultada, apontam-se e discutem-se alguns desafios que se colocam ao binômio educação médica/investigação em saúde em Angola, muito em especial no contexto da II Região Acadêmica, que integra as províncias de Benguela e Kwanza Sul, destacando-se: (i) a necessidade de incorporar novas abordagens curriculares para o reforço da aprendizagem ao longo da vida; (ii) a aquisição e o desenvolvimento de competências de investigação científica orientadas para a caracterização e intervenção sobre a situação de saúde local; (iii) a inovação dos métodos de ensino e a incorporação de novas tecnologias na educação e prática médica; (iv) a contribuição para o reforço e melhoria da distribuição de médicos na região.
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Tecnologias de informação e comunicação e ensino semipresencial na educação médica.

Tecnologias de informação e comunicação e ensino semipresencial na educação médica.

Muitos são os desafios enfrentados pela educação médica, dentre eles destaca-se sua conformação disciplinar. A prática médica requer conhecimentos de diferentes áreas, desde as biociências e ciências clínicas até as humanas e sociais, que vêm assumindo cada vez mais um papel fundamental na compreensão sobre os processos de saúde-doença, conferindo à medicina conhecimentos de natureza interdisciplinar. Des- se modo, o ensino médico vem sendo desafiado a dar conta não apenas de uma sólida formação técnico-científica, mas de incorporar, nessa formação, uma abordagem humanizada e contextualizada, em uma perspectiva de integralidade e de universalidade da atenção à saúde da população 1,2,3 . A dis-
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Serious games baseados em realidade virtual para educação médica.

Serious games baseados em realidade virtual para educação médica.

As aplicações apresentadas são capazes de simular proce- dimentos importantes para a educação médica, mas ainda não constituem efetivamente um serious game, visto que aspectos como pontuação, roteiro e avaliação nem sempre foram consi- derados. Entretanto, tais sistemas apresentam potencial e evi- denciam os esforços nesta linha de trabalho. Alguns grupos já obtiveram sucesso neste sentido. Um jogo para ensinar os passos de uma cirurgia cardíaca foi desenvolvido e está dispo- nível no site http://www.abc.net.au/science/lcs/heart.htm. Nele, o usuário pode aprender as ferramentas e etapas envol- vidas neste tipo de procedimento, além de precisar obedecer a passos específicos para receber uma pontuação. A mesma abordagem é utilizada pelo jogo Open Heart, comercializado pela empresa ISM Inc. O aplicativo é composto por um cenário real no qual o usuário precisa se deslocar, se comunicar com funcionários e realizar procedimentos médicos em um hospi- tal para conseguir operar um paciente. O jogo permite intera- ção e apresenta um cenário tridimensional com pessoas reais, o que torna mais intuitiva a aplicação.
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Psicanálise na educação médica: subjetividades integradas à prática.

Psicanálise na educação médica: subjetividades integradas à prática.

tos para uma educação médica preocupada com o atendimento das subjetividades humanas, tanto no paciente como no médico. Assim, tem-se que estudantes de medicina correm riscos. A evolução da ciência médica responde a demandas crescen- tes, acarretando altos custos para quem se encontra na linha de frente. Jovens chegam às faculdades de medicina com ex- tensa bagagem, pressionados por ideais sociais enlaçados a suas singularidades, mas com um importante caminho a ser trilhado junto a seus professores. Os médicos são convocados para atender sofrimento e morte e, nesse sentido, há uma bus- ca contínua pela excelência promovendo avanços constantes, ainda que envolva riscos. Qual é, então, o lugar reservado ao médico na sociedade atual?
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Educação médica continuada e o CILAD

Educação médica continuada e o CILAD

Portanto, sem querer se estender na justificativa, há suficientes argumentos para que se pratique e se estimule a educação médica continuada (EMC), particularmente em área que cresce e se transforma a todo instante, como a Dermatologia. Porém, existe variedade de estratégias a serem utilizadas na busca da ampliação dos conhecimentos e de habilidades, que podem ser simplificadas na afirmação de que “EMC corresponde a qualquer tipo e a todos os meios pelos quais médicos aprendem após o período formal de graduação e residência médica”[5].

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