Emissão de gases

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Emissão de gases do efeito estufa e estoque de carbono no sistema solo-planta em área com aplicação superficial de calcário e gesso em experimento de longa duração

Emissão de gases do efeito estufa e estoque de carbono no sistema solo-planta em área com aplicação superficial de calcário e gesso em experimento de longa duração

solo. Desta forma objetivou-se avaliar a emissão de gases de efeito estufa, bem como possíveis alterações no estoque de carbono do solo, em função da correção da acidez do solo utilizando calcário e gesso em sistema semeadura direta (SSD), além da emissão de carbono equivalente por unidade de massa de grãos produzida pelo feijoeiro. O presente trabalho é parte de um experimento de longa duração, instalado em 2002/03, na Fazenda Experimental Lageado, pertencente à Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP, em Botucatu (SP). Após a colheita do trigo em julho de 2014 semeou-se em outubro do mesmo ano milheto para produção de palha, e posteriormente a dessecação da área foi realizada a semeadura da cultura do feijão, no início de dezembro de 2014. O delineamento experimental foi em blocos casualizados no esquema de parcelas subdivididas, com 4 repetições. As parcelas foram constituídas por quatro doses de calcário (0, 1000, 2000 e 4000 kg ha -1 ) e as subparcelas por
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Emissão de gases de efeito estufa e estoque de carbono no solo em função do manejo e correção de acidez

Emissão de gases de efeito estufa e estoque de carbono no solo em função do manejo e correção de acidez

Uma opção viável para mitigação de gases de efeito estufa, na agricultura, é aumentar o aporte orgânico no sistema, através de plantas. A prática da calagem em solos ácidos é indispensável para a melhoria da acidez e contribui para o aumento de produção de grãos e biomassa; por outro lado, resulta em emissão de carbono para a atmosfera. O uso do calcário ou silicato associado ao gesso pode ser eficiente em melhorar o balanço de carbono no sistema, quando comparado apenas com a aplicação isolada desses corretivos, por proporcionar maior crescimento radicular. Assim, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a emissão de gases de efeito estufa, bem como alterações no estoque de carbono no perfil do solo, em função da correção da acidez. O experimento foi conduzido em Botucatu, SP, na Fazenda Experimental Lageado, em duas áreas pareadas, uma em semeadura direta e outra em sistema convencional de cultivo, tendo como cultura de verão a soja, seguida de safrinha com milho + braquiária (Urochloa ruziziensis cv. Comum), no primeiro ano, e milheto + braquiária, no segundo ano. Os tratamentos foram: testemunha, calcário, silicato, gesso + calcário, gesso + silicato. Amostras de solo deformadas e indeformadas foram coletadas até 1m de profundidade antes da aplicação dos tratamentos e na semeadura da soja, em novembro, para o cálculo de balanço de carbono no sistema. No primeiro ano, o solo foi coletado apenas de 0 - 0,6m. Foi determinada a fertilidade do solo, teor de carbono e fracionamento físico da matéria orgânica e densidade do solo. O aporte e a persistência de palha sobre o solo foram avaliados periodicamente. Foi realizada diagnose foliar, quantificação radicular, produção de grãos e teor de carbono nos grãos e raiz. As amostragens de gases para a determinação dos fluxos do CO 2 , N 2 O e CH 4 provenientes do solo foram realizadas após a aplicação dos
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Biofilme de microalgas no solo : emissão de gases de efeito estufa, volatilização de amônia e crescimento de Pennisetum glaucum

Biofilme de microalgas no solo : emissão de gases de efeito estufa, volatilização de amônia e crescimento de Pennisetum glaucum

A biomassa algal cultivada em LATs, além de contribuir para o tratamento de efluentes, posteriormente pode ser utilizada para aplicação no solo e favorecer diversos fatores como: redução de emissões de gases de efeito estufa pelo solo, incorporação de nutrientes contribuindo para a fertilidade do solo, além da possibilidade de contribuir para melhorias nas características químicas e físicas do solo ao logo do tempo. A recuperação da qualidade do solo proporciona um adequado substrato para a vegetação. Como resultado, a implementação desse método poderia contribuir também para melhorias da qualidade dos corpos hídricos. No entanto, faz-se necessário compreender o comportamento das espécies de microalgas no solo ao longo do tempo e verificar a influência de variáveis como a disponibilidade de nitrogênio e umidade do solo tanto na adaptação das mesmas como na qualidade do ambiente como um todo.
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Dinâmica do nitrogênio e emissão de gases de efeito estufa em solo de manguezal no semiárido

Dinâmica do nitrogênio e emissão de gases de efeito estufa em solo de manguezal no semiárido

As medições dos fluxos de gases foram feitas utilizando três câmaras estáticas parcialmente enterradas no solo (5 cm de profundidade). Depois de instalada na superfície do solo de manguezal, as câmaras estáticas permaneceram por 30 minutos em repouso para a estabilização da pressão no interior (ALLEN et al ., 2007; KELLER et al ., 2000). Após esse período, utilizando uma seringa do tipo BD de nylon de 20 mL, a amostragem foi realizada em intervalos de tempo pré-estabelecidos de 4 horas e 30 minutos, sendo a coleta realizada a cada 1 hora e 30 minutos. Dentro desse período de uma 1 e 30 minutos foram feitas coleta nos seguintes períodos: 0, 20 e 40 minutos, após o fechamento da câmara. Todas as amostras foram coletadas em triplicatas, totalizando 108 amostras por área (A e B). Simultaneamente, em cada amostragem foram realizadas medições da temperatura do ar no interior da câmara, temperatura do solo do manguezal e pressão atmosférica. Após as coletas, as amostras de GEE foram transportadas ao laboratório onde foi feita a determinação das concentrações desses gases por cromatografia gasosa. O CO 2 e o N 2 O foram quantificado por meio do
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Medidas da emissão de gases em oito aterros de resíduos sólidos urbanos do Estado...

Medidas da emissão de gases em oito aterros de resíduos sólidos urbanos do Estado...

ficou bem claro que muitos dos produtos químicos sintéticos não são assimilados porque são persistentes, isto é, não são alterados pela ação da luz, água, ar ou microorganismos (que atuam com frequência na degradação de muitos poluentes) durante períodos muito longos de tempo. Exemplos destas substâncias persistentes incluem pesticidas, como o DDT, os gases de refrigeração chamados CFC’s, o gás dióxido de carbono e as formas tóxicas do elemento mercúrio. Devido a sua persistência e a sua contínua liberação, as concentrações ambientais de tais substâncias aumentaram no passado em níveis inquietantes. Devido à quantidade de problemas que provocaram, foi descoberto que muitas das substâncias persistentes não se tornam uniformemente dispersa no meio ambiente. Em vez disso, concentram-se em organismos vivos, podendo atingir, em seres humanos e outros animais, níveis que, em alguns casos, afetam sua saúde e até levam à morte prematura.
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Emissão de gases durante a decomposição anaeróbia de recursos vegetais

Emissão de gases durante a decomposição anaeróbia de recursos vegetais

Abstract: Aim: The aim of this study was to quantify the emission rates of gases resulting from the anaerobic decomposition of different plant resources under conditions usually found in sediments of tropical aquatic systems and drained organic soils. Methods: Incubations were prepared with green leaves, bark, twigs, plant litter, sugarcane stalks and leaves, soybean leaves, grasses, forest leaves and an aquatic macrophyte (Typha domingensis). Over 10 months, the daily volume of gas evolved from decay was measured and a kinetic model was used to describe the anaerobic mineralization. Results: Using the mathematical model, it can be observed that the composition of the plant resources is heterogeneous. The temporal variation of the gas rates indicated that the mineralization of the labile fractions of detritus varied, on a carbon basis, from 16.2 (bark) to 100% (samples composed of leaves, grasses and sugar cane stalks). High gas emissions were observed during the mineralization of grasses, sugar cane stalks, leaves and plant litter, while low volumes of gases were measured during the mineralization of bark, twigs, forest leaves and T. domingensis, which are the most fibrous and recalcitrant resources (carbon content: 83.8, 78.2, 64.8 and 53.4%, respectively). The mineralization of labile carbon presented half-life values, which varied from 41 (twigs) to 295 days (grasses). Conclusions: Considering the high amount of remaining recalcitrant fraction, the anaerobic decomposition of these plant resources showed a strong trend towards accumulating organic matter in flooded soils. Despite the higher temperatures found in the tropical environment, these environments represent a sink of particulate detritus due to its slow decomposition.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL DESENVOLVIMENTO DE UMA METODOLOGIA PARA IDENTIFICAR ESPACIALMENTE OS NÍVEIS DE EMISSÃO DE GASES DERIVADOS DE VEÍCULOS

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL DESENVOLVIMENTO DE UMA METODOLOGIA PARA IDENTIFICAR ESPACIALMENTE OS NÍVEIS DE EMISSÃO DE GASES DERIVADOS DE VEÍCULOS

baseado na equação Gaussiana, a qual considera a fonte de emissão, meteorologia, geometria e características do local para avaliar a qualidade do ar em relação ao CO. O modelo permite: prever concentrações de poluentes de 1 e 8 horas, para receptores posicionados dentro de 150 metros da estrada e; criar o cenário mais crítico (combinando a velocidade e o sentido do vento) produzido pelas máximas concentrações dos poluentes nos pontos identificados ao longo da via. Em uma terceira etapa, os dados da previsão, em intervalos de oito (8) horas (0-8 horas, 8-16 horas, 16-24 horas), do CO foram integrados aos pontos respectivos da coleta, utilizando o software de SIG TransCAD®. Na quarta etapa, foi representada a concentração do CO em mapas digitais de elevação (Elevation Digital Model – EDM), permitindo identificar o perfil tridimensional das concentrações da poluição ao longo da via. Os resultados mostraram que a máxima concentração ocorre no centro da via e que essa se reduz gradualmente conforme se separa do centro. Aproximadamente entre 90 a 100 metros de distância dos pontos de coleta, a concentração de CO alcança o nível mais alto (área de impacto).
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Transporte público e mudanças climáticas em Belo Horizonte: avaliação do impacto do projeto Bus Rapid Transit (BRT) para redução de emissão de gases de efeito estufa

Transporte público e mudanças climáticas em Belo Horizonte: avaliação do impacto do projeto Bus Rapid Transit (BRT) para redução de emissão de gases de efeito estufa

Projetos de MDL para redução de emissão no setor de transporte são complexos devido a dificuldade metodológica em se estabelecer um cenário transparente, conservador e factível de emissões na ausência do projeto, denominado cenário de linha de base. No caso de sistemas BRT por exemplo, para se avaliar as reduções liquidas relacionadas ao projeto deve-se, primeiramente, estabelecer fatores de emissão por passageiro modal, por exemplo, ex-usuários do sistema de transporte de ônibus convencional, ex-usuários de taxi, ex- usuários de carro, etc. Em seguida, um fator de emissão do novo sistema BRT deverá ser quantificado. Bem, parece simples que a diferença entre as emissões antes e depois de entrada em operação do sistema é a redução causada pelo projeto. Esta lógica é apenas parcialmente verdadeira já que estes projetos são de longo prazo e o cenário de usuários e fatores de emissão de usuários podem ser bastante voláteis. Por exemplo, caso toda a frota de carros de Belo Horizonte passe a utilizar álcool hidratado como combustível as emissões de CO 2 por esta fonte será “zero” já que o álcool não contribui para o acréscimo deste gás
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Padrões baseados em metas: uma abordagem quantitativa aplicada à emissão de gases...

Padrões baseados em metas: uma abordagem quantitativa aplicada à emissão de gases...

Uma possível explicação para isso é que esse sistema ainda é pouco utilizado nas embarcações e estudos específicos ainda estão no âmbito dos centros de desenvolvimento de algumas empresas e estas por sua vez, não desejam divulgá-los nesse momento, pois estão em plena preparação dos sistemas para atender aos índices de emissão do Nível III estabelecido pela legislação MARPOL (IMO, 2010) e que entrará em vigor em 2016.Para evitar que os valores de desempenho do sistema SCR na aplicação marítima fossem arbitrariamente adotados sem qualquer embasamento factual que refletisse, mesmo que parcialmente o estado real de aplicação, foram pesquisados na literatura estudos sobre o sistema SCR na aplicação industrial.
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Biomassa acima do solo de um ecossistema de "campina" em Roraima, norte da Amazônia brasileira.

Biomassa acima do solo de um ecossistema de "campina" em Roraima, norte da Amazônia brasileira.

Estudos sobre a biomassa dos ecossistemas tropicais são de grande interesse ecológico possibilitando estimativas de fluxos e balanços de nutrientes nestes sistemas (Jordan & Uhl, 1978). Sua quantificação também é função direta para os cálculos de emissão de gases do efeito estufa pela queima e decomposição da matéria orgânica em sistemas naturais e antropizados (Brown & Lugo, 1992; Fearnside 1992; Fearnside, 1994; Brown, 1997). Sendo assim, as estimativas de biomassa são necessárias para um melhor entendimento dos impactos do desmatamento no aquecimento global (Lu et al., 2002). Na Amazônia Brasileira poucos são os estudos realizados nas diferentes tipologias vegetais. Os estudos existentes são quase que totalmente direcionados para sistemas “florestais”, de alta biomassa, por causa do maior impacto nas emissões e das elevadas taxas de desmatamento por toda a região (INPE, 2002). Entretanto, sistemas “não- florestais” (baixa biomassa) também estão sofrendo uma acelerada mudança no uso original da terra. Associado à ação do fogo, estas mudanças podem influenciar não só a dinâmica da biomassa vegetal nestes ecossistemas abertos, como também o estoque e a liberação de carbono na forma de gases do efeito estufa (Barbosa, 2001; MCT, 2002).
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Perspectivas da geração de créditos de carbono com base na obtenção de um fertilizante...

Perspectivas da geração de créditos de carbono com base na obtenção de um fertilizante...

 Unidade de Redução de Emissão (Emission Reduction Unit - ERU) - É aplicada no âmbito do artigo 6 do Protocolo de Kyoto, que trata da Implementação Conjunta. Essa unidade é expressa em toneladas métricas de dióxido de carbono equivalente, sendo uma unidade igual a uma tonelada de gases de efeito estufa. A transformação para dióxido de carbono equivalente deve ser feita com base no Potencial de Aquecimento Global. As UREs podem ser utilizadas por Partes Anexo I como forma de cumprimento parcial de suas metas de redução de emissão de gases de efeito estufa ou transferidas parcialmente para o segundo período de compromisso.
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Determinação do incremento na taxa interna de retorno resultante dos certificados de redução de emissão (CER) para projetos de cogeração de energia: o caso da Cia Açúcareira Vale do Rosário

Determinação do incremento na taxa interna de retorno resultante dos certificados de redução de emissão (CER) para projetos de cogeração de energia: o caso da Cia Açúcareira Vale do Rosário

Estudar o efeito do crédito de carbono, ou seja a comercialização de certificados de redução de emissão de gases de efeito estufa (CER), enquanto ganho financeiro adicional, para a viabi[r]

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Alterações eletroquímicas e sua relação com a produção de gás metano em solos alagados por barragens

Alterações eletroquímicas e sua relação com a produção de gás metano em solos alagados por barragens

A Construção de Usinas Hidroelétricas são muito polêmicas no que diz respeito a sua sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. O maior questionamento existente acerca do tema é sua real contribuição para o desenvolvimento sustentável. Esta dúvida abrange tanto campo dos impactos sociais, que ocasionam uma série de violações de direitos humanos ao desalojarem milhares de pessoas. E no campo dos impactos ambientais há a polêmica discussão sobre a produção e emissão de gases do efeito estufa por lagos de hidroelétricas. A produção de gases do efeito estufa não é avaliada nos processos de avaliação de impactos ambientais. Impacto este, que tem a possibilidade de descaracterizar esta forma de geração de energia como energia limpa. Este capítulo tem o objetivo fomentar a discussão sobre sustentabilidade socioambiental de Usinas Hidroelétricas, abordando questões sobre sustentabilidade e fazendo uma abordagem teórica sobre os processos de produção de metano, gás do efeito estufa, em lagos de hidroelétricas. Que vem a ser um processo ecológico e inevitável aos reservatórios.
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Efeito do Bacillus thuringiensis na dieta (degradabilidade ruminal e digestibilidade...

Efeito do Bacillus thuringiensis na dieta (degradabilidade ruminal e digestibilidade...

CAMPOS, F. C. Efeito do Bacillus thuringiensis na dieta (degradabilidade ruminal e digestibilidade aparente) e no desempenho de ovinos. 2014. 92 f. Dissertação (Mestrado) – Centro de Energia Nuclear na Agricultura, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2014. Com este estudo, objetivou-se avaliar o efeito de estirpes de Bacillus thuringiensis (Bt) na degradabilidade e digestibilidade da dieta, emissão de gases, microbiota ruminal, parâmetros sanguíneos e desempenho de ovinos. O estudo foi dividido em 2 experimentos: ensaio in vitro de produção de gases para a avaliação de 6 diferentes estirpes de Bt (907, 1192, 2036, 2493, 2496 e S1185) e ensaio in vivo com a estirpe selecionada 2036 para investigação de possíveis interferências na digestão e saúde dos animais. A simulação do ambiente ruminal foi realizada em garrafas de vidro incubadas a 39 o C por 24 h. O delineamento foi o inteiramente casualizado com 7 tratamentos (Sem Bt (controle), Bt 907, Bt 1192, Bt 2036, Bt 2493, Bt 2496 e Bt S1185) com 4 repetições em duplicata. O processo fermentativo foi avaliado pelos resultados de matéria seca degradada (MSD), matéria orgânica degradada (MOD), produção líquida de gases totais, produção líquida de metano e eficiência da conversão de metano. Produtos da fermentação (pH, nitrogênio amoniacal (N-NH 3 ) e ácidos graxos de cadeia curta
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MODELOS DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

MODELOS DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

É um processo baseado na combustão (queima) do lixo que demanda custos bastante elevados e a necessidade de um super e rigoroso controle da emissão de gases poluentes gerados pela combustão. O sistema de incineração do lixo vem sendo abandonado, pois além das despesas extraordinárias com a sua implantação e monitoramento da poluição gerada, implica também em relegar para segundo plano a coleta seletiva e a reciclagem, que são processos altamente educativos. Não fossem essas desvantagens, a incineração seria um tratamento adequado para resíduos sólidos de alta periculosidade, como o lixo hospitalar, permitindo reduzir significativamente o volume do lixo tratado e não necessitar de grandes áreas quando comparada aos aterros sanitários; além da possibilidade do aproveitamento da energia gerada na combustão.
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Impactos ambientais causados pela implantação e operação de olaria em Caçapava do Sul – RS

Impactos ambientais causados pela implantação e operação de olaria em Caçapava do Sul – RS

Além do impacto descrito, ainda podem ocorrer ressuspensão de Material Particulado (MP) e emissão de gases poluentes causados pelo fluxo de veículos no local (como por exemplo o tráfego de caminhões), geração de impactos visuais, acúmulo de resíduos provenientes da produção e, ainda, a ocorrência de ruídos e vibrações causadas pelas máquinas responsáveis pela extração, produção e transporte do material produzido. Conforme Kemerich et al. (2011), todo ou qualquer empreendimento causa algum tipo de impacto ambiental, e este impacto pode agredir tanto o solo, a água e/ou o ar atmosférico em conseqüência dos processos, desde a instalação até o produto final gerado pelo empreendimento. Estes impactos podem ser enquadrados como impacto de grande, média ou pequena magnitude, sendo possível minimizá-los ou compensá-los com o intuito de deixar a área atingida similar ao que era anteriormente à instalação do empreendimento.
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Efeito das mudanças climáticas na disponibilidade hídrica da bacia hidrográfica do Rio Paracatu.

Efeito das mudanças climáticas na disponibilidade hídrica da bacia hidrográfica do Rio Paracatu.

De modo geral, os aumentos previstos de temperatura para o Brasil (1 a 6 ºC, dependendo do cenário de emissão de gases), poderiam causar aumento da evaporação à superfície, provocando alterações no balanço hídrico da vegetação natural e das culturas agrícolas (NOBRE, 2001). Esse efeito deve ser mais negativo em regiões onde predominam a agricultura de sequeiro, a não ser que o aumento de temperatura seja acompanhado de aumento e/ou regularização no regime de chuvas.

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARI NA CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS MESTRADO EM MANEJO DO SOLO CLEBER RECH

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARI NA CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS MESTRADO EM MANEJO DO SOLO CLEBER RECH

Com base nos valores expressivos da atividade suinícola, não apenas em SC mas também em todo o Brasil, e da necessidade de mitigar a emissão de gases de efeito estu[r]

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Avaliação de biocombustíveis utilizando o apoio multicritério à decisão.

Avaliação de biocombustíveis utilizando o apoio multicritério à decisão.

Os critérios aqui considerados foram custo de tecnologia, ambiental (emissão de gases poluentes) e social (geração de emprego). Esses critérios são tradicionalmente expressos por meio de variáveis quantificáveis. Contudo, a não disponibilidade de informações precisas acerca dos valores dos parâmetros correspondentes a esses critérios fez com que a análise fosse feita por meio de especialistas, os quais usaram uma escala verbal qualitativa para comparar as alternativas. Esse fato também corroborou para que a ferramenta MACBETH fosse indicada para conduzir a análise do problema. Os critérios selecionados incorporaram algumas das principais características que um combustível de substituição deve apresentar, ou seja, não ser agressivo ao meio ambiente e à saúde e impulsionar a economia interna.
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Piso de bambu chinês vs. piso de eucalipto brasileiro: estudo de caso comparativo das emissões de gases de efeito estufa no transporte.

Piso de bambu chinês vs. piso de eucalipto brasileiro: estudo de caso comparativo das emissões de gases de efeito estufa no transporte.

om a disseminação de produtos para construção supostamente mais sustentáveis, tais como o piso de bambu importado da China, surge a necessidade de compreender, de fato, o quão mais sustentáveis são tais opções diante de soluções locais. Analisando apenas as emissões de gases de efeito estufa relacionados ao transporte, esta pesquisa comparou duas soluções de acabamento de piso maciço: o piso de bambu chinês e o assoalho de madeira de eucalipto brasileiro. A análise do saldo de emissão de gases de efeito estufa demonstrou que o transporte do piso de bambu ao redor do mundo não consegue sozinho comprometer todo o potencial de sequestro de carbono desse material. No entanto, sua contribuição para a diminuição do saldo é significativa. A contribuição do transporte diminuiu em 28,1% o potencial de sequestro do material bambu contra a diminuição de 1,4% para o material assoalho de madeira de eucalipto produzido localmente. Ainda, a pesquisa demonstrou que, apesar da maior massa de material utilizada por metro quadrado de piso acabado, a emissão de gases de efeito estufa no transporte do eucalipto é cerca de 8 vezes menor do que a do piso de bambu.
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