Esclerose múltipla - Incapacidade

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Qualidade de vida nos doentes com esclerose múltipla

Qualidade de vida nos doentes com esclerose múltipla

Para além de todas as manifestações clínicas mencionadas anteriormente, são marcados outros sintomas bastante frequentes, como a fadiga, um sintoma que não está relacionada com a idade, pois a sua frequência é observada independentemente da idade e também não se relaciona com a incapacidade física, manifesta-se muitas vezes sob a forma de períodos que podem durar alguns meses, durante os quais a sua energia se esgota diariamente após um pequeno esforço. A fadiga ocorre quer na EM em forma de surtos, quer nos tipos mais progressivos da doença.
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Esclerose múltipla: fatores nutricionais e fisiopatologia

Esclerose múltipla: fatores nutricionais e fisiopatologia

desvantagens por ser uma medida subjetiva que pode mudar com frequência. As medições de EDSS não avaliam a duração da doença ou a diferença nas taxas de progressão da doença. Por exemplo, uma pessoa que tem uma pontuação de 6.0 após cinco anos tem um padrão muito diferente de progressão do de uma pessoa com uma pontuação de 5.0 após 10 anos. Foi desenvolvido um novo score de gravidade, Multiple Sclerosis Severity Score (MSSS), figura 4, e este método compara a distribuição de incapacidade em indivíduos com durações comparáveis. O modelo foi testado quanto à sua estabilidade ao longo do tempo e a sua capacidade para prever a deterioração neurológica futura com uma única medição na EDSS. Este novo método usa a duração da doença com medidas EDSS para calcular o decil de uma pessoa no espectro de gravidade da EM. Cada decil corresponde a um padrão de deficiência ou progressão da doença. Assim, um doente com um MSSS de x progride mais rapidamente do que 10x% da população e mais lentamente do que (100-10x)%. (12, 20) Por exemplo, um doente
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Transtornos depressivos e ansiosos em esclerose múltipla

Transtornos depressivos e ansiosos em esclerose múltipla

Os dados relativos aos sintomas ansiosos mostraram elevada ocorrência de transtornos nessa população (54%). O resultado obtido situa se, inclusive, acima daquele relatado por Feinstein e cols, 2007 [71], de 36%. Transtorno de ansiedade generalizada ocorreu em 36% dos pacientes, enquanto transtorno de pânico e fobia social ocorreram em 24% dos casos. Contrariamente a alguns estudos [70,71], mas em concordância com outros [55,66], não houve nenhum fator clínico (tempo de doença, grau de incapacidade neurológica, uso de interferon) ou sócio demográfico (sexo, idade, estado civil, situação ocupacional) associado ã presença desses transtornos, quando avaliados em conjunto. Entretanto, quando avaliados individualmente, houve associação significativa entre fobia social e grau de incapacidade neurológica. De fato, considerando se a fobia social como uma ansiedade de desempenho, o dado é bastante plausível.
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Fadiga na forma remitente recorrente da esclerose múltipla.

Fadiga na forma remitente recorrente da esclerose múltipla.

utilizamos a ESF. Os escores foram definidos arbitrariamente por não haver consenso de literatura a respeito. Consideramos os escores de 28 a 39 como fadiga leve, de 40 a 51 fadiga moderada e de 52 a 63 fadiga grave. As variáveis de gênero, idade, duração da doença, grau de incapacidade física, ansiedade e depressão foram analisadas. O grau de incapacidade funcional foi avaliado pela aplicação do EDSS 10 e a correlação com depressão e ansiedade

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Qualidade de vida em portadores de esclerose múltipla.

Qualidade de vida em portadores de esclerose múltipla.

Uma vez que as manifestações clínicas da EM são heterogêneas, comparações entre grupos de pacien- tes conforme o nível de incapacidade física podem fornecer informações relevantes sobre particulari- dades da repercussão da doença na QVRS. No pre- sente estudo, os portadores de EM foram divididos utilizando-se como marco a fase em que se inicia a manifestação de incapacidade ambulatorial (EDSS 4,0). Pacientes sem incapacidade à marcha (EDSS ≤3,5) apresentam escores piores em todos os domí- nios quando comparados ao grupo controle, e, da mesma forma que no grupo de portadores como um todo, a repercussão foi maior nos domínios de função física. Além disso, verificou-se que a doença provoca maior impacto nos domínios físicos em por- tadores com maior grau de comprometimento motor (EDSS ≥4,0) em relação àqueles menos comprometi- dos (EDSS ≤3,5); entretanto, nos domínios mentais e sociais, ambos os grupos apresentam desempenho semelhante.
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Prevalência de anticorpos antimicrossomais em pacientes com esclerose múltipla.

Prevalência de anticorpos antimicrossomais em pacientes com esclerose múltipla.

A amostra foi composta por 13 mulheres dentre os 21 pacientes (61,9 % dos casos), com média de idade de 41,05 (± 8,7) anos e tempo médio de do- ença de 85,9 (± 7,2) meses. O tipo de curso da do- ença predominante em nosso estudo foi surto - re- missivo (19 pacientes), seguido pelo progressivo pri- mário e progressivo secundário (1 paciente por grupo). A incapacidade física média da amostra, aferida pela escala de Kurtzke (Expanded Disability Status Scale - EDSS 18 ), foi 3,02 (variação 1,0 a 8,0).

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Relação entre fadiga e distúrbios autonômicos na esclerose múltipla.

Relação entre fadiga e distúrbios autonômicos na esclerose múltipla.

relacionaram a fadiga e os distúr- bios autonômicos na EM, seus resultados mostraram que dentre todos os testes autonômicos o único com resposta anormal consistente foi no teste do EI. Estes dados estão de acordo com os encontrados neste es- tudo no qual obtivemos resultados anormais no teste do EI com diferenças estatisticamente significativas entre os grupos com fadiga e sem fadiga, mostran- do uma incapacidade dos portadores de fadiga de elevar a pressão arterial diante de um esforço físi- co, sugerindo desta forma um distúrbio vasomotor simpático.

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Qualidade de Vida em doentes com Esclerose Múltipla

Qualidade de Vida em doentes com Esclerose Múltipla

Há vários instrumentos de medida da QV, sendo uns mais gerais: SF-36 (Short-Form 36), WHOQOL-BREF, WHOQOL-100 (World Health Organization Quality of Life 100) (Leal, 2008) que avaliam o impacto da doença num indivíduo ou população, nos domínios físico, mental e social (Guyatt et alii.1993, cit. in Morales, 2005) e outros mais específicos, como por exemplo, o QLQ-C30 (Quality of Life Questionnaire-Core 30) que também avalia as relações sociais e o ambiente, o QLQ-BR23, o ADDQOL (Audit Diabetes Dependent Quality of Life) que além de avaliar os domínios referidos anteriormente, também avalia o impacto da diabetes no indivíduo, o WHOQOL-OLD. O DIS-QOL (Quality of Life for People with Intellectual and Physical Disabilities) avalia a qualidade de vida em portadores de incapacidade física e mental, tendo sido desenvolvido numa perspectiva trasncultural (Leal, 2008).
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Ensinando e aprendendo com portadores de Esclerose Múltipla: relato de experiência.

Ensinando e aprendendo com portadores de Esclerose Múltipla: relato de experiência.

Os tipos básicos de EM são definidos como: surto-remissão que é caracterizada por surtos que duram dias, até semanas e, em seguida, desaparecem (indivíduos com esse tipo de EM apresentam, como únicos sintomas, surtos de dormência ou formigamento em várias partes do corpo, ou visão embaçada); a progressiva–primária é caracterizada por doença que apresenta progressão de comprometimento desde seu aparecimento, sem quaisquer estágios ou remissões óbvias, ou somente com platôs ocasionais e pequenas melhoras temporárias; a progressiva-secundária manifesta-se, inicialmente, como surto-remissiva e, mais tarde, tornando-se progressiva; a progressiva-recorrente mostra a progressão clara de incapacidade desde a manifestação da doença, mas com recorrência distinta e aguda, que poderá ou não, apresentar alguma recuperação após um episódio agudo (3) .
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Aplicação do teste ADEMd em sujeitos com esclerose múltipla

Aplicação do teste ADEMd em sujeitos com esclerose múltipla

As perturbações da função visual são um problema frequente em pacientes com EM (em cerca de 90% dos pacientes), cujas principais queixas são o aumento da sensibilidade à luz, distúrbios na visão das cores e visão desfocada. (38) O aumento da sensibilidade à luz pode ser devido a perdas anormalmente grandes na AV (Acuidade Visual) após a adaptação aos níveis de luz muito alta. A visão turva pode dever-se a uma incapacidade de perceber o contraste em frequências espaciais altas de um padrão visual, a um défice nos mecanismos visuais do processamento neuronal do contraste da imagem na retina, ou ainda devido a uma imprecisão acomodativa transitória (devido a uma possível desmielinização nas vias neuronais que controlam o cristalino). (38)
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ESCLEROSE MÚLTIPLA, SISTEMA IMUNE E RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS

ESCLEROSE MÚLTIPLA, SISTEMA IMUNE E RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS

A EM é uma doença autoimune crônica, sem cura (ABEM, 2016). Os tratamentos oferecidos buscam reduzir a inflamação e os surtos causados pela doença, permitindo uma melhora na qualidade de vida do paciente e uma redução da incapacidade adquirida ao longo dos anos (ABEM, 2016). O tratamento pode ser por medicamentos como os glicocorticoides: metilprednisolona (MP); imunomoduladores: como Interferon β (Avonex®, Rebif® e Betaferon®); imunossupressores: GilenyaTM (fingolimode), eficaz na redução da progressão de incapacidades e do aparecimento de novas lesões cerebrais (GILENYA, 2012 apud ALVES et al., 2014).
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Esclerose Múltipla e Depressão

Esclerose Múltipla e Depressão

com a toma ou não de ATD aquando do registo da existência de estados de humor depressivos, tendo sido este o critério assumido como válido para que um paciente tenha sido diagnosticado com depressão em qualquer momento durante o intervalo de tempo que o estudo investiga. Em relação à variável “EDSS mais recente”, é de notar que se baseia na Escala Expandida do Estado de Incapacidade de Kurtzke (EDSS), que é um método de quantificar a incapacidade na EM. Esta escala quantifica as incapacidades ocorridas durante a evolução da EM com o decorrer do tempo em oito sistemas funcionais (piramidal, cerebelar, tronco cerebral, sensorial, vesical, intestinal, visual, cerebral e outros) e permite que os neurologistas atribuam uma pontuação do Estado Funcional (EF) em cada um deles. Pontuações totais de EDSS entre 1.0 e 4.5 são atribuídas a pacientes com EM que são totalmente ambulatoriais, enquanto que pontuações entre 5.0 a 9.5 definem pacientes que têm a deambulação comprometida. (1) (Anexo 3) No que concerne às patologias neurológicas, é de referir que estas consistiam nas seguintes: enxaqueca, meningite, nevralgia intercostal, doença cerebral vascular não especificada, aneurisma da artéria cerebral média direita, hemorragia subaracnoídea (cirurgia com sucesso), trombose do seio lateral, lipoma do “filum terminale”, alterações degenerativas da coluna lombossagarada com hérnia, hérnia discal cervical, discopatia cervical, espondiloartrose cervical, quisto de Tarlov, doença de Alzheimer, síndrome parkinsoniano, síndrome demencial não especificado. Por fim, as patologias menos frequentes incluíam doenças do foro psiquiátrico, reumatológico, endócrino, otorrinolaringológico, respiratório, hepático, da vesicula biliar, renal, urológico e oncológico (tumores benignos e malignos).
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Esclerose múltipla: terapêutica com IFN-β

Esclerose múltipla: terapêutica com IFN-β

A esclerose múltipla (EM) é a doença auto-imune mais comum do sistema nervoso central (SNC) (Paolicelli et al, 2009), normalmente progressiva, caracterizada pela inflamação e desmielinização da substância branca (Callegaro, 2001) e, consequentemente, degeneração axonal (Pugliatti et al, 2006). A ocorrência de sintomas de disfunção neurológica superiores a 24 horas considera-se um surto, sendo que devem afectar partes distintas do SNC e estar separados no tempo em, pelo menos, um mês (Moreira et al, 2000). Esta doença surge preferencialmente em jovens adultos, e afecta duas vezes mais mulheres do que homens (Wingerchuk, 2011). A EM provoca, a longo prazo, a incapacidade motora do indivíduo, associando-se também a uma terapia com avultados custos (Sá, 2010); estes são superiores aos custos com outras doenças crónicas, como por exemplo a doença de Alzheimer, devido à maior prevalência e incidência desta doença precisamente entre os jovens adultos, e consequente perda de produtividade (Pugliatti et al, 2006).
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Open de sistema de informação para monitoramento da esclerose múltipla

Open de sistema de informação para monitoramento da esclerose múltipla

Assim, com o intuito de verificar a associação de variáveis clínicas e epidemiológicas com a piora do estado de incapacidade (mensurada através da Escala EDSS), foram selecionadas para compor o modelo as seguintes variáveis: o grupo de medicamentos (primeira escolha e segunda escolha), a faixa etária (Entre os 18 e 55 anos e os maiores de 55 anos), escolaridade (com ensino superior e sem ensino superior), o estado civil (com companheiro e sem companheiro), município de residência (residir na capital do estado onde funciona o Centro de Referência e residir em outros municípios), convenio (apenas SUS ou SUS e saúde suplementar), forma clínica (Síndrome Clínica Isolada-SCI, Esclerose Múltipla Remitente Recorrente-EMRR e Esclerose Múltipla Secundariamente Progressiva-EMSP), tempo de diagnóstico (até 5 anos e mais de 5 anos), tempo de tratamento atual (menos de 1 ano, entre 1 e 5 anos e mais de 5 anos), troca de medicamento (nenhuma troca e pelo menos uma troca), piora do EDSS (sem alteração, aumento do escore e redução do escore).
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LIPOPROTEÍNAS E INFLAMAÇÃO NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

LIPOPROTEÍNAS E INFLAMAÇÃO NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

O facto de se observar um grau de progressão mais baixo (MSSS) e de incapacidade (EDSS) nos fumadores, portadores do alelo E4, em relação aos portadores não fumadores, parece sugerir que existe um factor de neuroprotecção ligado ao fumo de tabaco. Os resultados de vários estudos em relação a esta situação são discordantes mas devemos ter em conta o desenho de cada estudo, incluindo ou não, a idade de início do consumo de tabaco, o número de cigarros/dia, e outras, nomeadamente o sexo, e diferenças no metabolismo dos componentes do tabaco.(280). A nicotina tem efeitos imunossupressivos sistémicos,(281) inibe a activação da microglia(282) o recrutamento de leucócitos(283, 284) durante a inflamação, tem propriedades antioxidantes e antiexcitotóxicas (284). Estes efeitos são mediados pelos receptores nicotínicos colinérgicos α 7. Podemos especular que nos doentes com EM a nicotina poderá contrariar a lesão neuroinflamatória e tecidular cerebral associada à FapoE4, facilitando os circuitos colinérgicos nicotínicos. Em síntese, os nossos resultados sugerem um envolvimento dos receptores nicotínicos na patogénese da EM sendo de explorar agentes terapêuticos com actuação nos receptores nicotínicos.
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Esclerose Múltipla: duas apresentações clínicas, uma só doença!

Esclerose Múltipla: duas apresentações clínicas, uma só doença!

Cerca de 2 semanas depois, a paciente retorna à consulta com o resultado da radiografia da coluna, que se encontrava sem alterações. A paciente refere que, além das parestesias nos dedos das mãos, manifesta dor nos ombros, sensação de depressão com insônia inicial e incapacidade para realização das atividades da vida diária, há uma semana. O exame neurológico manteve-se inalterado, e o exame do ombro não revelou sinais inflamatórios associados. Uma vez que as queixas se mantiveram inespecíficas e associadas a sintomas depressivos, adicionou-se um relaxante muscular e um antidepressivo.
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Diabetes insípido em paciente com esclerose múltipla

Diabetes insípido em paciente com esclerose múltipla

A DI é uma desordem caracterizada por perda de grandes volumes de urina (poliúria) hipotônica, geral- mente acompanhada de polidipsia. Poliúria é definida como diurese superior a 3 litros em 24 horas (9). Há dois diferentes mecanismos causadores da doença. O primeiro é resultado da diminuição da resposta das cé- lulas renais ao ADH, caracterizando a DI nefrogênica. Já a chamada DI central é causada pela incapacidade de secreção de ADH pela hipófise posterior (e/ou déficit de produção pelo hipotálamo) em resposta ao aumento da osmolaridade sérica (10).

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A interacção de factores ambientais na génese da esclerose múltipla

A interacção de factores ambientais na génese da esclerose múltipla

A Esclerose Múltipla é uma doença crónica do SNC, de causa ainda não totalmente conhecida, com características auto-imunes, inflamatórias e degenerativas que resulta de uma interacção entre factores genéticos e exógenos; enquanto a herança genética modula a susceptibilidade à doença de toda a população em geral, estudos epidemiológicos sugerem os factores ambientais como tendo um papel fundamental no aparecimento e progressão da EM. Resultados de estudos acerca da sazonalidade do nascimento dos doentes com EM, o início da doença e as exacerbações, assim como tendências temporais aparentes na relação entre a incidência e o género, suportam a ideia da influência dos vírus, dos processos metabólicos e dos estilos de vida no risco de EM. O EBV, o aporte de vitamina D, e o tabaco são os factores que podem explicar tais padrões epidemiológicos. (12)
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Perfil de segurança da terapêutica farmacológica da esclerose múltipla

Perfil de segurança da terapêutica farmacológica da esclerose múltipla

Por fim, os fármacos modificadores da doença de segunda linha com eficácia superior, por possuírem um perfil de segurança desfavorável, com exigências de monitorização específicas e com efeitos adversos que podem comprometer, ainda mais, a qualidade de vida dos doentes, são utilizados, apenas, quando a terapêutica de primeira linha falha, por intolerância dos efeitos adversos ou, nas formas mais agressivas da esclerose múltipla. Entre estes encontram-se o alemtuzumab, natalizumab e a ciclofosfamida, sendo alguns dos seus riscos identificados importantes, como condições autoimunes, a leucoencefalomielite multifocal progressiva e mielosupressão, respetivamente, e, o fingolimod, a mitoxantrona a cardiotoxicidade.
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