estresse hídrico

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Construção de bibliotecas de cDNAs subtraídos a partir das sementes de Mamona submetidas à estresse hídrico e análise in silico de transcritos potencialmente expressos sob condições de estresse: Metalotioneina, proteína reprimida por auxina de 12.5 kDa e

Construção de bibliotecas de cDNAs subtraídos a partir das sementes de Mamona submetidas à estresse hídrico e análise in silico de transcritos potencialmente expressos sob condições de estresse: Metalotioneina, proteína reprimida por auxina de 12.5 kDa e

Segundo CHEN et al. (2005) foram detectados transcritos diferencialmente expressos em relação a essas proteínas de armazenamento de óleo em sementes de mamona entre o 26º e 54º dias DAP (fase de expansão do endosperma). Estes pesquisadores observaram que houve uma redução no 61º dia quando a semente entra em fase de dissecação. Em nosso trabalho, transcritos referentes a essas proteínas foram encontrados em sementes sob estresse hídrico, que provavelmente estariam neste período de expansão do endosperma, e também foi visto que comparado aos transcritos da biblioteca controle, apresentavam maior variedade, mas pontualmente os transcritos para a proteína de armazenamento LEGUMIN B aparecem nas duas bibliotecas repetidas por duas vezes. LEGUMIN B é estabelecida no trabalho de LU et al. (2007) como o transcrito de maior abundância no endosperma de semente em expansão, podendo significar que nossas duas bibliotecas estão equilibradas com relação ao tempo de desenvolvimento, mas a presença diferencial de diversas outras proteínas de armazenamento na condição de estresse podem indicar um aumento na velocidade com que estão sendo expressas e acumuladas. Em KRANNER et al., 2010 é mostrado que os estresses nas sementes em maturação induz diversos mecanismos de sobrevivência, e nesses estágio, tendem a expressar diversas proteína com essa finalidade como proteínas LEA e Heat Shock. A entrada na fase de dormência por si só pode ser considerada um estresse, devido a retirada de água da semente, e um estresse desse tipo durante o amadurecimento, pode levar ao inicio desse processo precocemente, levando em conta os transcritos característicos de fases tardias do desenvolvimento encontrados em nossa biblioteca L7 (estresse).
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Boro e estresse hídrico na produção do girassol.

Boro e estresse hídrico na produção do girassol.

A produção de matéria seca apresentou a mesma tendência em todas as fases de aplicação do estresse hídrico, em que as maiores produções foram obtidas nos tratamentos que apresentaram maior disponibilidade de água (SEM > IEA > IFL > COM). Segundo Adriano (1986) e Loué (1993), a perda de água por meio da transpiração causa um fluxo de massa de íons na superfície das raízes, na ausência de água pode ocorrer redução significativa na absorção desse nutriente pelas plantas.

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Estresse hídrico induzido por soluções de peg e de nacl na germinação de sementes de nabiça e fedegoso

Estresse hídrico induzido por soluções de peg e de nacl na germinação de sementes de nabiça e fedegoso

determinação da tolerância das plantas ao excesso de sais é a observação da porcentagem de germinação das sementes em substrato salino. A redução do poder germinativo, comparada ao controle, serve como um indicador do índice de tolerância da espécie à salinidade. Nesse método, a capacidade de germinar indica também a tolerância da planta aos sais em estádios subseqüentes de desenvolvimento (Silva et al., 1992). De acordo com Souza e Cardoso (2000), além da toxidez causada pelos sais, soluções de NaCl (cloreto de sódio) induzem ao estresse hídrico, bem como o CaCl2 (cloreto de cálcio), o KCl (cloreto de potássio).
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Estresse hídrico e osmocondicionamento de sementes de espécies e híbridos de eucalipto

Estresse hídrico e osmocondicionamento de sementes de espécies e híbridos de eucalipto

velocidade de emergência, e submetidos à análise de variância pelo teste F. Para o experimento de germinação sob estresse hídrico (em laboratório), no caso de interação significativa entre os fatores estudados na avaliação de 14 dias, esta foi desdobrada e feita a comparação das médias entre espécies e híbridos pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, dentro de cada potencial hídrico, e de análise de regressão não linear para os potenciais hídricos, para cada espécie, utilizando-se o software STATISTICA versão 7.0 (STASOFT, 2004). O modelo de equação não linear ajustado foi o citado por Pôrto et al. (2006):
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Alterações fisiológicas no amendoim submetido ao estresse hídrico.

Alterações fisiológicas no amendoim submetido ao estresse hídrico.

Além das restrições hídricas do solo, é provável que esses resultados tenham sido influenciados diretamente pela resistência difusiva das cultivares, visto que houve proporção entre essas duas variáveis, ou seja, quanto maior a resistência difusiva, maior foi o potencial hídrico foliar. Por outro lado, um potencial tão negativo com resistências relativamente mais baixas, valores esses apresentados pela BR 1, só pode ser justificado pelo ajustamento osmótico que esta cultivar realiza. Nogueira et al. (1998) verificaram, em Nigéria 55437 (cultivar resistente à seca ) ajustamento osmótico através da acumulação de prolina nas folhas, quando submetida a estresse hídrico.
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INFLUÊNCIA DA LUZ NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE CANAFÍSTULA SUBMETIDAS AO ESTRESSE HÍDRICO.

INFLUÊNCIA DA LUZ NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE CANAFÍSTULA SUBMETIDAS AO ESTRESSE HÍDRICO.

Objetivou-se verificar a influência da luz na germinação de sementes de canafístula [Peltophorum dubium (Spreng.) Taub.] sob estresse hídrico simulado com dois agentes osmóticos. Realizaram-se os experimentos com quatro repetições de 50 sementes selecionadas, previamente escarificadas com ácido sulfúrico durante 20 minutos, lavadas e distribuídas em placas de Petri esterilizadas, forradas com papel-filtro umedecido com solução-teste (PEG 6000 ou manitol), com diferentes valores de potencial osmótico. Sob temperatura ótima, o limite máximo de tolerância, sob luz ou escuro, utilizando-se soluções de PEG ou manitol, está situado entre -1,4 e -1,6 MPa. Quando compararam-se os dois agentes osmóticos, verificou-se que a germinação iniciou-se primeiramente nas sementes mantidas em soluções de manitol; sob luz contínua, a porcentagem de germinação foi significativamente reduzida para as sementes mantidas na solução de manitol. Após 21 dias sob estresse hídrico (-1,6 a -2,0 MPa) não houve germinação. As sementes foram, então, lavadas em água destilada e colocadas em solução de Captan a 0,2%, nas mesmas condições de luminosidade; decorridas 24 horas, observou-se a presença de resposta de recuperação. As sementes que estavam em soluções de manitol apresentaram menores valores de porcentagem de germinação do que aquelas em soluções de PEG. A luz contínua reduziu a resposta de recuperação para as sementes que permaneceram em soluções de manitol.
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Estresse hídrico induzido por manitol em cultivares de algodão

Estresse hídrico induzido por manitol em cultivares de algodão

A deficiência hídrica é um dos mais severos estresses ambientais, com efeitos evidentes no crescimento e na produtividade vegetal, e prejudica mais que todos os outros estresses combinados podendo ocorrer em qualquer local, mesmo em regiões úmidas (RAMPIONO, 2006; WANG et al., 2003). Todavia, a seleção de genótipos resistentes ao estresse hídrico na fase de germinação pode levar à identificação e a compreensão dos mecanismos de tolerância à seca, os quais são fundamentais no desenvolvimento de novos cultivares tolerantes ao déficit hídrico.

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SILÍCIO NA TOLERÂNCIA AO ESTRESSE HÍDRICO EM TOMATEIRO

SILÍCIO NA TOLERÂNCIA AO ESTRESSE HÍDRICO EM TOMATEIRO

Pesquisas vem sendo desenvolvidas buscando avaliar a existência de relação entre dosagens de silício com déficit hídrico. Crusciol et al. (2009) relatam que a capacidade do Si em reduzir os efeitos do estresse hídrico é atribuída à deposição do mesmo na parede celular de raízes, folhas e caules, de forma à aumentar a resistência e rigidez das paredes celulares. Em virtude da carência de informações acerca dos benefícios desse elemento mineral em mitigar os efeitos do estresse hídrico na cultura do tomate. Sendo assim, essa pesquisa objetivou avaliar o efeito de diferentes níveisde silicato de potássio (K 2 SiO 3 ) via aplicação foliar em plantas do
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Oferta e estresse hídrico na região Metropolitana de São Paulo.

Oferta e estresse hídrico na região Metropolitana de São Paulo.

O quadro é desconfortável, pois é iminente a falta de água de qualidade. As chuvas intensas permitem a reposição parcial da oferta hídrica, o que não leva a Região Metropolitana de São Paulo a uma situação de escassez hídrica, mas sim de estresse hídrico, dada a dificuldade em conseguir água de qualidade para abastecimento público. Por isso, é necessário e urgente discutir os rumos do uso da água para evitar constrangimentos e acirramentos de tensões. Para tal, já existem formas de comunicação e de exercício democrático do poder que, contudo, têm sido insuficientes para organizar a oferta hídrica na macrometró- pole paulista. Apostar na governança, no envolvimento dos diversos segmentos interessados no tema, é a alternativa mais viável, ainda que lenta, de resolução de conflitos pelo acesso à água de qualidade.
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Efeito sinérgico do estresse hídrico e da toxidez de alumínio no acúmulo de prolina em Cajanus cajan (L.) Millsp. cultivado em hidroponia

Efeito sinérgico do estresse hídrico e da toxidez de alumínio no acúmulo de prolina em Cajanus cajan (L.) Millsp. cultivado em hidroponia

EFEITO SINÉRGICO DO ESTRESSE HÍDRICO E DA TOXIDEZ DE ALUMÍNIO NO ACÚMULO DE PROLINA EM.. Cajanus cajan (L.) MILLSP.[r]

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Condutância estomática como indicador de estresse hídrico em feijão.

Condutância estomática como indicador de estresse hídrico em feijão.

Os valores médios da condutância estomática ao longo de cada fase fenológica estão apresentados na Tabela 2. Constata-se que os ciclos de estresse hídrico impostos provocaram diminuição na condutância estomática no período da floração nos tratamentos T2, T3 e T4, enquanto na fase final houve decréscimo em T3 e T4. Os valores de Cs foram incrementados para T1 ao longo do ciclo e decrescentes para T4, chegando a decréscimo de aproximadamente 55% do crescimento vegetativo até a floração e de 63% do florescimento à maturação fisiológica, enquanto nos demais tratamentos não houve aumento. Tal comportamento era, de certa forma, esperado devido à condição hídrica do solo.
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Estresse hídrico e época de produção da lima ácida 'Tahiti'.

Estresse hídrico e época de produção da lima ácida 'Tahiti'.

Resumo: Avaliou-se, neste trabalho, a influência do período do estresse hídrico sobre a distribuição temporal da produção da lima ácida ‘Tahiti’, no período de novembro de 2000 a novembro de 2001. O experimento foi conduzido em Visconde do Rio Branco, MG. Os tratamentos consistiram de quatro períodos de estresse hídrico, isto é: sem estresse (SE), estresse curto (EC), estresse médio (EM) e estresse longo (EL) proporcionados por quatro períodos sem irrigação (0, 7, 10 e 13 semanas) durante os meses de junho a agosto de 2000 e de maio a julho de 2001, e de três porcentagens de área molhada, assim como da testemunha (tratamento não-irrigado) totalizando 13 (12 + 1) tratamentos. O estresse hídrico reduziu a produção de frutos das árvores, durante o período de sua aplicação, e aumentou a produção nos meses subseqüentes ao estresse. A duração do estresse influenciou a produtividade sazonal da lima ácida, deslocando a época das maiores produções nos tratamentos de estresse, porém não influenciou significativamente a produção total. Para novembro e dezembro de 2000, o tratamento EM proporcionou a maior produção, o mesmo ocorrendo com o tratamento, para os meses de outubro e novembro de 2001.
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Potencial fisiológico de sementes de milho crioulo submetidas ao estresse hídrico e salino /  Physiological potential of maize seeds under water and salt stress

Potencial fisiológico de sementes de milho crioulo submetidas ao estresse hídrico e salino / Physiological potential of maize seeds under water and salt stress

Analisando a importância do milho e das sementes crioulas para agricultura brasileira, se faz necessário o uso de novas tecnologias, buscando o aumento da produtividade e da lucratividade para o agricultor. Com base nisso, este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do estresse hídrico (PEG 6000) e salino (NaCl) na germinação e vigor de sementes de milho crioulo (Jabotão). Os dados foram submetidos à análise de variância e de regressão polinomial com cinco potenciais de PEG 6000 nas concentrações de 0,0; -0,1; -0,2; -0,3; -0,4 e -0,5 MPa e, cinco de cloreto de sódio (NaCl), cujas concentrações foram 0,0; -0,1; -0,2; -0,3; -0,4 e -0,5 MPa. Foram feitas as seguintes avaliações: determinação do teor de umidade, primeira contagem de germinação, germinação e índice de velocidade de germinação (IVG). A germinação e o vigor das sementes de milho crioulo foram reduzidos sob condições de estresse hídrico e salino induzidos por polietilenoglicol (PEG 6000) e cloreto de sódio (NaCl), respectivamente, sendo o potencial fisiológico prejudicado a partir da concentração de -1,0 Mpa.
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Estresse hídrico e salino em sementes de soja classificadas em diferentes tamanhos.

Estresse hídrico e salino em sementes de soja classificadas em diferentes tamanhos.

a disponibilidade de nutrientes minerais, reduzindo a divisão celular e o desenvolvimento do embrião (Moss & Hoffman 1977, Mer et al. 2000). Contudo, em sementes de Urochloa, o estresse hídrico induzido por polietilenoglicol foi mais severo que o estresse induzido por NaCl, nos mesmos potenciais (Pereira et al. 2012). Com isso, podemos airmar que a ger- minação das sementes pode ser severamente afetada pela baixa disponibilidade de água, principalmente em solos que apresentam maiores teores de sais.

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Efeito do estresse hídrico e envelhecimento precoce na viabilidade de sementes osmocondicionadas de paineira (Chorisia speciosa).

Efeito do estresse hídrico e envelhecimento precoce na viabilidade de sementes osmocondicionadas de paineira (Chorisia speciosa).

Adotou-se o delineamento estatístico inteiramente casualizado, com quatro repetições. Na análise dos dados referentes à avaliação do estresse hídrico, utilizou-se o fatorial 2x8, ou seja, dois grupos de sementes (condiciona- das ou não) e oito potenciais osmóticos. Na análise dos dados do teste de envelhecimento precoce utilizou-se o fatorial 2x6, isto é, dois lotes de sementes (condicionadas ou não) e seis períodos de permanência em câmara de en- velhecimento precoce. Na presença de interações signifi- cativas entre os fatores foram feitos os desdobramentos.
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Dinâmica da biomassa da Floresta Amazônica em resposta a estresse hídrico

Dinâmica da biomassa da Floresta Amazônica em resposta a estresse hídrico

A possibilidade da Floresta Amazônica não resistir à mudança do regime de chuvas e ser substituída por um ecossistema de vegetação mais esparsa, do tipo savana, é outra conseqüência devido à seca. Uma das razões para esta hipótese se deve ao fato de que a seca aumenta a probabilidade de propagação de incêndios na floresta. Sob a indução do estresse hídrico, a seca sobre florestas intactas pode aumentar a queda de folhas gerando um acúmulo de serrapilheira. Esta serrapilheira acumulada secará devido ao aumento da insolação pela abertura do dossel (LAURANCE et al., 2001). Estas condições associadas á degradação da floresta, exploração madeireira intensa e o desmatamento podem aumentar o risco de incêndios (COCHRANE et al., 1999).
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Características agronômicas e índice de colheita de diferentes genótipos de amendoim submetidos a estresse hídrico.

Características agronômicas e índice de colheita de diferentes genótipos de amendoim submetidos a estresse hídrico.

Com relação aos genótipos rasteiros e apesar da alta capacidade para produção de grãos, característica peculiar do grupo botânico Virgínia, a habilidade de se ajustar isiologicamente quando em condições de estresse hídrico é geralmente mais baixa. Dependendo do local onde o germoplasma foi originado, contudo, o impacto na redução da produção pode ser menor em função de sua prévia adaptação. É o caso, por exemplo, do genótipo LViPE-06, uma landrace domesticada na região Nordeste que, neste trabalho, apresentou melhor ajuste de seu sistema radicular e menor redução na produção de vagens em comparação com os demais do mesmo grupo botânico (Tabela 2). Observa-se, ainda, nesta tabela, que
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Anatomia foliar e potencial hídrico na tolerância de cultivares de café ao estresse hídrico.

Anatomia foliar e potencial hídrico na tolerância de cultivares de café ao estresse hídrico.

Os maiores potenciais hídricos foram observados para as cultivares Catimor UFV 5390, Bourbon Amarelo LCJ 06, Obatã, Catucaí amarelo 2 SL, Pau Brasil MG 1, Mundo Novo 379-19 e Icatu Amarelo IAC 3282 sendo que esses valores foram próximos a -0,9 MPa (Tabela 2). As cultivares Paraíso MG 1, Palma 2, Catucaí IAC 99, Rubi MG 1192, Topázio MG 1190, Catiguá MG 2, Siriema Vermelho e Sabiá, tiveram potenciais hídricos em média 1,7 vezes menores, correspondendo às menores médias observadas para essa característica (TAB. 2). Silva et al. (2008) verificaram valores de potencial hídrico foliar que eram bastante superiores aos encontrados no presente trabalho quando utilizando irrigação, contudo, mesmo sem irrigação, as cultivares Catimor e Bourbon Amarelo demonstraram valores próximos aos cafeeiros irrigados no trabalho de Silva et al. (2008). Valores de potencial hídrico até -1,5 MPa parecem não afetar a fotossíntese em condições de campo (Da MATTA et al., 2007; GOLBERG et al., 1988). Apesar de possivelmente não ter ocorrido efeitos na fotossíntese, pois todas as cultivares apresentaram valores acima de -1,5 MPa (TAB. 2), podem ter ocorrido diferenças no crescimento decorrentes da redução no potencial hídrico, visto que a água é um componente essencial para a expansão celular (CASTRO et al., 2009) e, mesmo a época de irrigação diferente pode influenciar na produtividade de cafeeiros (COELHO et al., 2009). Dessa forma, estádios como o desenvolvimento dos frutos podem ser prejudicados nessas cultivares e, as cultivares de potencial hídrico mais elevado podem ser mais aptas ao desenvolvimento normal e produção em condições de estresse hídrico.
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Palavras-chave: Anacardium occidentale, desenvolvimento, estresse hídrico, estresse salino

Palavras-chave: Anacardium occidentale, desenvolvimento, estresse hídrico, estresse salino

Fisiologia do cajueiro cultivado sob condições adversas. O cajueiro (Anacardium occidentale L.) é uma cultura de grande importância para a agricultura de regiões semi-áridas, contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico de diversas regiões do mundo, incluindo a região nordeste do Brasil. Apesar de sua importância, poucos são os estudos visando à compreensão dos efeitos dos fatores abióticos sobre o desenvolvimento e a produtividade dessa cultura. Nesta revisão, são apresentadas informações científicas sobre a ecofisiologia do cajueiro, dando ênfase aos efeitos dos estresses hídrico e salino sobre os processos de desenvolvimento, nutrição mineral e trocas gasosas. Os resultados apresentados foram obtidos em experimentos com plantas em diferentes estádios de desenvolvimento e sob diferentes condições de solo e clima, de modo que essa complexidade é também discutida no texto.
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METABOLISMO DO NITROGÊNIO ASSOCIADO À DEFICIÊNCIA HÍDRICA E SUA RECUPERAÇÃO EM GENÓTIPOS DE MILHO.

METABOLISMO DO NITROGÊNIO ASSOCIADO À DEFICIÊNCIA HÍDRICA E SUA RECUPERAÇÃO EM GENÓTIPOS DE MILHO.

plantas de milho com 15 dias de idade, sujeitas a estresse hídrico imposto pela adição de polietileno glicol à solução nutritiva, após 6 horas do início do tratamento. Entretanto após 12 horas, a atividade da enzima retornou aos níveis do controle. Embora a natureza do trabalho e a idade das plantas não permita comparação direta, os resultados obtidos por tais autores apontam para certa adaptação da atividade da enzima após determinado período de deficiência hídrica. Tal fato pode ter ocorrido neste trabalho, no qual foi observado que a atividade da enzima não diferiu entre as plantas controle e as do tratamento sob estresse.
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