Estruturas de concreto

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Manifestações patológicas e avaliação de estruturas de concreto armado

Manifestações patológicas e avaliação de estruturas de concreto armado

A construção de estruturas de concreto armado, ainda hoje, trata-se de um processo praticamente artesanal, onde as matérias-primas são trazidas ao canteiro de obras e processadas por diversas equipes e profissionais de forma a se obter uma estrutura final de acordo com os projetos. Aliado a isto se verifica ainda a grande quantidade de etapas e profissionais envolvidos no processo de concepção de estruturas de concreto e o grande aumento na complexidade das obras. Todos estes fatores em conjunto são responsáveis pela grande quantidade de problemas encontrados nas obras.
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Erosões nas estruturas de concreto das galerias de aguas pluviais urbanas.

Erosões nas estruturas de concreto das galerias de aguas pluviais urbanas.

$VPDQLIHVWDo}HVSDWROyJLFDVSULQFLSDOPHQWHDVHURV}HVSRUDEUD- são, cavitação e ataques químicos, encontradas nas estruturas de concreto das galerias de águas pluviais, com base nas inspeções feitas na rede de drenagem de Belo Horizonte, são progressivas, e paulatinamente degradam as estruturas, podendo levá-las ao colapso em pouco tempo de construção. Este procedimento deve VHUYLUGHSDUkPHWURSDUDRXWUDVFLGDGHVTXHQRUPDOPHQWHQmR realizam inspeções nas redes de drenagem urbana.

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Proteção catódica de estruturas de concreto.

Proteção catódica de estruturas de concreto.

No Brasil, não é usual a aplicação da técnica de proteção cató- dica em estruturas de concreto expostas em ambientes de alta agressividade. Normalmente, são adotados critérios rígidos de projeto, essencialmente uma elevada espessura de cobrimento e a especiicação de um concreto de alta qualidade. No caso de estruturas deterioradas, é frequente a adoção de técnicas tradi- cionais de recuperação e do tratamento supericial do concreto. Na prática, nem sempre tais critérios são garantia da durabilidade, sendo questionável a sua eiciência na extensão da durabilidade de estruturas em condições ambientais adversas. Desse modo, justiica-se a importância do tema abordado neste trabalho, po- dendo o melhor conhecimento da técnica da proteção catodica contribuir para que a mesma seja considerada frequentemente na etapa de projeto e de recuperação estrutural.
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MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO

MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO

sobre patologia na Construção MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO.. 14.[r]

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Estruturas de concreto. Contribuição à análise da segurança em estruturas existentes.

Estruturas de concreto. Contribuição à análise da segurança em estruturas existentes.

A avaliação da segurança de uma estrutura de concreto existente difere daquela adotada no projeto de estruturas novas. Os coeicientes de ponde- ração das solicitações e das resistências, adotados na fase de projeto, levam em conta incertezas e imprecisões relacionadas com os processos de construção das estruturas, variabilidade da resistência dos materiais, além das aproximações numéricas dos processos de cálculo e dimensiona- mento. Entretanto, quando se analisa uma estrutura acabada, um grande número de fatores desconhecidos durante a etapa de projeto já se encon- tram deinidos e podem ser mensurados, o que justiica uma redução nos coeicientes de majoração das ações ou de minoração das resistências. Diante disso, entende-se que analisar a segurança de uma estrutura acabada é muito mais complexo que introduzir a segurança no projeto de uma estrutura nova, pois requer inspeção preliminar, ensaios, análises e vistoria criteriosa. São necessários sólidos conhecimentos e conceitos de segurança em engenharia estrutural e também conhecimentos sobre os materiais de construção empregados, de forma a identiicar, controlar e considerar corretamente a variabilidade das ações e das resistências na estrutura. Com a intenção de discutir este tema considerado complexo e difuso, apresenta-se neste artigo uma introdução à segurança das estruturas de concreto, uma síntese da revisão bibliográica dos procedimentos recomendados por normas nacionais e normas internacionais associadas ao tema, bem como um exemplo prático de avaliação de uma estrutura existente para veriicação da segurança.
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Detecção de danos em estruturas de concreto por meio de tomografia ultrassônica

Detecção de danos em estruturas de concreto por meio de tomografia ultrassônica

A tomografia ultrassônica é um método não destrutivo que possibilita o mapeamento de uma seção interna do objeto estudado a partir de múltiplas projeções de resultados de ensaios de ultrassom a fim de identificar algumas de suas propriedades físicas, descontinuidades e/ou defeitos. Este trabalho consiste em estudar o método da tomografia ultrassônica aplicada na detecção de não homogeneidades em elementos de concreto. Para tal fim, realizaram-se diversos ensaios experimentais em prismas de concreto variando-se parâmetros como a qualidade do concreto, presença de vazios e armaduras, o arranjo dos transdutores, a frequência e a polarização das ondas ultrassônicas. Além dos ensaios, foi desenvolvida uma aplicação computacional que permitisse gerar imagens tomográficas de várias seções do elemento estudado, em diferentes planos e profundidades simultaneamente, a partir das velocidades de propagação dos pulsos de ultrassom. Como resultado conseguiu-se determinar as condições mais confiáveis nos procedimentos de medição, avaliar o grau de homogeneidade de prismas com diferentes resistências e avaliar a sensibilidade dos ensaios de ultrassom na presença de não homogeneidades como vazios, fissuras e aço de reforço. Finalmente, como conclusão desta pesquisa confirma-se o grande potencial que possui a técnica de tomografia ultrassônica aplicada em estruturas de concreto na detecção de não homogeneidades.
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Modelagem física e computacional de estruturas de concreto reforçadas com CFRP

Modelagem física e computacional de estruturas de concreto reforçadas com CFRP

Algumas das principais recomendações internacionais para o reforço utilizando os polímeros reforçados com fibras são: o código do ACI (2002) – Committee 440, o boletim nº 14 da fib (2001) e a recomendação nº 23 da JSCE (1997) – “Japan Society of Civil Engineers”. Outros critérios de dimensionamento foram desenvolvidos, dentre eles podem-se citar os procedimentos descritos por CHEN; TENG (2001) – que também pode ser encontrado em LU et al. (2005) – que foram desenvolvidos para dimensionamento de estruturas de concreto reforçadas ao cisalhamento por meio de compósitos. Este capítulo pretende discutir os procedimentos recomendados para o reforço à flexão e ao cisalhamento de vigas de concreto armado constantes nestes documentos.
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Avaliação da segurança de torres metálicas para escoramentos de estruturas de concreto

Avaliação da segurança de torres metálicas para escoramentos de estruturas de concreto

Verifica-se que a maioria dos acidentes com estruturas de concreto ocorrem durante a etapa de construção, devido principalmente à falha na estabilidade de seus escoramentos. É importante ressaltar que esses acidentes podem ocasionar perdas de vidas, atrasos significativos nas obras, danos materiais e perdas financeiras. Os escoramentos são estruturas provisórias responsáveis por resistir aos esforços e ações provenientes das etapas de execução da estrutura de concreto, incluindo o lançamento do concreto, o peso das fôrmas e armação, peso próprio do concreto, trabalhadores, equipamentos, além de possíveis sobrecargas. Inicialmente foram elaborados modelos de elementos finitos de barra para o estudo do comportamento de torres de escoramento. Foram realizadas análises não lineares físicas e geométricas e os resultados numéricos foram comparados com resultados experimentais disponíveis na literatura obtendo-se uma boa concordância. Estas análises mostraram a importância das condições de contorno e da consideração das imperfeições iniciais. Em seguida foi apresentada uma metodologia para verificação da segurança de torres metálicas utilizadas no escoramento de estruturas de concreto com pé- direito elevado. As normas NBR 15696:2009 e BS 5975:2008 são utilizadas na determinação das ações externas e imperfeições iniciais. Os esforços internos são obtidos utilizando análises não lineares geométricas. Os esforços obtidos nestas análises são utilizados para verificação da segurança das barras de acordo com a NBR 8800:2008. Foram considerados modelos estruturais 3D (pórtico espacial) e 2D (pórtico plano). Estes estudos mostraram que em alguns casos é possível utilizar modelos planos para analisar a torre sem prejuízo nos resultados, mas em outros casos é necessário utilizar modelos tridimensionais. Verificou-se também que a falha das torres ocorre normalmente devido a flexo-compressão das barras e que o esforço cortante tem pouca importância na verificação da segurança.
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Modelos de previsão da despassivação das armaduras em estruturas de concreto sujeitas...

Modelos de previsão da despassivação das armaduras em estruturas de concreto sujeitas...

Por modelos probabilistas: Este método é o mais moderno para a análise da durabilidade no projeto estrutural, isto é, para a determinação do cobrimento de concreto à armadura necessário para uma dada vida útil, e seus fundamentos são similares aos dos princípios de introdução da segurança no projeto das estruturas de concreto. Nesse tocante houve um considerável avanço nos últimos anos e é provável que prontamente as normas internacionais já contenham um novo estado limite, chamado estado limite de durabilidade (HELENE, 1997; IZQUIERDO, 2003).

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Análise não-linear de estruturas de concreto armado em procedimentos de projeto: emprego de modelos de dissipação concentrada.

Análise não-linear de estruturas de concreto armado em procedimentos de projeto: emprego de modelos de dissipação concentrada.

Este trabalho trata da investigação do emprego de modelos constituti- vos de dano, especiicamente os modelos de dissipação concentrada, em análise não-linear das estruturas reticuladas planas de concreto armado. Os resultados apresentados mostram o potencial do modelo numérico para aplicações em procedimentos de projeto, especialmen- te em situações que corresponderiam ao Estado Limite Último. Embora seja um modelo simples, considera a não-linearidade fí- sica de forma mais consistente que a simpliicação da NBR 6118, uma vez que a penalização (perda) de rigidez é feita em função dos esforços atuantes. Os parâmetros de entrada requeridos pelo modelo, embora poucos, possuem signiicado físico claro à maioria dos engenheiros estruturais e que levam em conta fatores importantes em análises não-lineares de estruturas de concreto, como taxas de armaduras e parâmetros associados à ductilidade – como a capacidade de rotação plástica das seções. A utilização do modelo abordado para análise não-linear apresenta vantagens em relação à análise linear com redistribuição, permitindo ao pro- jetista maior controle sobre a ductilidade da estrutura.
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Considerações sobre prova de carga em estruturas de concreto.

Considerações sobre prova de carga em estruturas de concreto.

Tem-se verificado, em várias na- ções, incluindo o Brasil, uma degrada- ção das estruturas de concreto, devido ao envelhecimento e/ou por razões as- sociadas à mudança de uso inicialmente previsto. Uma prova de carga é o teste mais indicado quando há dúvidas sobre o comportamento estrutural, além do mais eficiente no caso de a estrutura ter sido acometida de um sinistro ou ser posta em um outro uso para o qual não foi projetada. Esse ensaio permite anali- sar o comportamento da estrutura em serviço e também avaliar decisões a se- rem tomadas em eventuais medidas de reparo.
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Sobre a recuperação e reforço das estruturas de concreto armado

Sobre a recuperação e reforço das estruturas de concreto armado

FORTES et al. (2000) observaram que o nível de fissuração pode interferir na capacidade resistente das peças, ou seja, quanto menor a fissuração, maior a carga de ruína alcançada. Quanto aos deslocamentos, observaram que as vigas reforçadas apresentaram aproximadamente metade do deslocamento da viga de referência, considerando-se a sua carga de ruína. GALVEZ & MORENO JR. (2000), analisaram o comportamento estrutural de vigas reforçadas ao esforço cortante pelo emprego de mantas unidirecionais de fibra. SHEHATA et al. (2000) desenvolveram trabalho semelhante com o objetivo de avaliar o comportamento de vigas reforçadas à flexão e cisalhamento, com lâminas de fibra de carbono coladas com adesivo epóxico, analisando-se a flecha, a deformação do concreto e das armaduras internas e de reforço, e a carga de ruptura. As deformações das lâminas sugeriram a indicação do valor de 5‰ para a deformação limite do CFRP a ser considerada no dimensionamento do reforço. Considerando que as deformações das lâminas coladas e das armaduras internas de flexão tiveram as mesmas taxas de acréscimo com o carregamento, até o início do escoamento, os autores concluíram pela validade da compatibilidade de deformações obtidas da hipótese de seções planas permanecerem planas após a deformação da peça. Os autores concluíram também que a análise da viga reforçada utilizando-se o modelo de treliça de Morsch para efeito de dimensionamento ao cisalhamento foi validada pelo comportamento semelhante do conjunto estribos internos e de reforço. Com o objetivo de analisar de forma numérica o reforço de estruturas de concreto, DANTAS et al. (2000) desenvolveram programa computacional, baseado no método dos elementos finitos, cuja principal característica foi permitir a interferência na modelagem durante a análise, retirando-se ou acrescentando-se elementos, aumentando-se ou diminuindo-se a rigidez das peças, até mesmo alterando materiais. A validação do modelo foi obtida por comparação a resultados experimentais desenvolvidos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em vigas reforçadas com uso de argamassa aditivada, vigas reforçadas com chapa de aço, e na análise de uma viga com armadura exposta. Os autores concluíram que houve uma ótima aproximação entre os resultados experimentais e as previsões numéricas.
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PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

No que diz respeito à segurança das estruturas em situação de incêndio, em 2000, a ABNT publica a ABNT NBR 14432 sobre as exigências de resistência ao fogo. Para fins de dimensionamento, são publicadas a ABNT NBR 14323:1999 para estruturas de aço e a ABNT NBR 15200:2004 para estruturas de concreto. Essas normas são citadas na Instrução Técnica n.º 8 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP), bem como nas IT’s de vários estados. Portanto, devem ser cumpridas por força de decreto estadual. Nos estados em que não há essa exigência explícita, deve-se considerar o Código de Defesa do Consu- midor (CDC), que requer a obediência às normas ABNT.
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CARACTERIZAÇÃO DE VARIÁVEIS QUE INFLUENCIAM NA VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO

CARACTERIZAÇÃO DE VARIÁVEIS QUE INFLUENCIAM NA VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO

A análise da vida útil das estruturas de concreto armado deve contemplar processos probabilísticos devido a aleatoriedade dos parâmetros que influenciam nos mecanismos que afetam a vida da estrutura. Nesses processos, além da aplicação de técnicas de confiabilidade estrutural, é necessária a caracterização das variáveis que influenciam nos mecanismos de deterioração. O objetivo geral do trabalho é analisar variáveis relacionadas à previsão de vida útil das estruturas de concreto, particularmente de edifícios residenciais, em regiões urbanas distantes da costa marítima, desde um ponto de vista do comportamento probabilístico, propondo funções de densidade de probabilidade e parâmetros estatísticos representativos. Para tal, foi realizado o levantamento de dados em quatro edifícios residenciais e em órgãos ambientais. Posteriormente foi feita a análise estatística dos mesmos realizando-se o ajuste de funções contínuas de densidades de probabilidade, mediante o teste de aderência Kolmogorov-Smirnov. As variáveis estudadas foram a temperatura, a umidade relativa, as concentrações de dióxido de carbono na atmosfera, o peso dos móveis e de pessoas e a área de ocupação dos móveis no ambiente. Como resultados, foram encontrados que as variáveis temperatura e umidade relativa, para a cidade de Uberlândia, pode ser adotada uma função de densidade normal de probabilidade, com média 22,8ºC e desvio padrão de 4,4ºC para a temperatura e média de 65,06% e desvio padrão de 17,15% para a umidade relativa. Para a concentração de CO 2 na
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Avaliação dos parâmetros de instabilidade global em estruturas de concreto armado

Avaliação dos parâmetros de instabilidade global em estruturas de concreto armado

-Outra consideração recomendada por diversos autores está relacionada com uma correção que deve ser feita ao método. O diagrama do momento P − Δ para uma coluna tem a mesma forma curva da deflexão desta e quando se substitui ele por forças horizontais equivalentes, o diagrama se torna retilíneo como o do momento de primeira ordem Hl (figura 2.23). Como resultado, a área do diagrama real P − Δ é maior do que a do gerado pelas cargas fictícias, obtendo deslocamentos finais menores do que os reais. Segundo MACGREGOR & WIGHT (2005), o aumento nos deslocamentos varia de acordo com a rigidez dos pórticos, indo de zero a 22%, este último para pilares com as extremidades completamente impedidas de girar. Os autores sugerem que se considere um valor médio de 15% e com isso o processo estaria corrigido se a força equivalente utilizada fosse multiplicada pelo fator de flexibilidade γ , que varia de 1,0 a 1,22 e pode ser considerado 1,15 para estruturas usuais.
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RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO EM EDIFÍCIOS

RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO EM EDIFÍCIOS

A madeira, sobretudo pela dificuldade de obtenção e consequentemente pelo seu elevado custo, ‚ um material que vem tendo pouca utilização na construção de estruturas de edifícios, principalmente no Brasil. Além disto, suas deficiências quanto a resistência mecânica e durabilidade, a falta de tradição do usuário, a legislação restritiva quanto á sua utilização (problemas decorrentes do elevado potencial de queima) e a não-política de reflorestamento, também contribuem para o seu reduzido emprego, sendo empregada apenas em edifícios de pequena intensidade de carregamentos (casas térreas ou sobrados).
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Disciplina: 2117 - ESTRUTURAS DE CONCRETO I NOTAS DE AULA

Disciplina: 2117 - ESTRUTURAS DE CONCRETO I NOTAS DE AULA

a) Baixa resistência à tração: a resistência do concreto à tração é baixa se comparada à sua resistência à compressão, cerca de apenas 10 %, o que o sujeita à fissuração. A armadura de aço, convenientemente projetada e disposta, minimiza esse problema, atuando de forma a restringir as aberturas das fissuras a valores aceitáveis, prescritos pelas normas de modo a não permitir a entrada de água e de agentes agressivos, e não prejudicar a estética e a durabilidade da estrutura. O Concreto Protendido pode ser uma opção ao Concreto Armado, especialmente no caso de ambientes muito agressivos, por possibilitar o projeto de peças sem fissuras, ou fissuras que possam surgir apenas sob carregamentos menos frequentes ao longo do tempo de vida útil da estrutura.
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EFEITO DO FOGO NAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

EFEITO DO FOGO NAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

O pilar protótipo de concreto de alta resistência apresentou um bom desempenho quando expostos 180 min (3h) ao fogo, mantendo sua integridade, com 95% de sua área de seção transversal original preservada (somente 5% reduzida efetivamente por efeito de spalling ) e expondo apenas 5% de toda a armadura perimetral (longitudinal e transversal), mostrando ser dispensável, nesse caso, o uso de fibras de polipropileno.

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Engastamento parcial de ligações viga-pilar em estruturas de concreto armado.

Engastamento parcial de ligações viga-pilar em estruturas de concreto armado.

Para analisar a inluência da armadura transversal do nó de pórtico sobre a curva momento-rotação, foram comparadas ligações constitu- ídas por concretos com resistências à compressão aproximadamente iguais. Esse é caso das ligações LVP3 (23,89MPa), LVP4 (24,62MPa) e LVP5 (25,91 MPa). Também foram comparadas as curvas das liga- ções LVP1 (40,43MPa) e LVP2 (44,18MPa), embora apresentassem uma diferença de 9,2% na resistência à compressão do concreto. Para as comparações deste item foram utilizados os resultados da primeira etapa de carregamento, comum a todas as ligações. Os gráicos comparativos da igura 8 que envolvem as ligações LVP3, LVP4 e LVP5 indicam que a quantidade de armadura trans- versal no nó de pórtico não exerce inluência relevante sobre as ro- tações relativas para este nível de tensões, cuja ordem de grandeza pode ser comparada às desenvolvidas em regime de serviço.
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DURABILIDADE DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

DURABILIDADE DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

Capacidade de resistir à ação das intempéries, ataques químicos, abrasão ou qualquer outro processo de deterioração, isto é, o concreto durável conservará a sua forma original, qualidade[r]

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