Gestão da informação em saúde

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Inovação na gestão da informação em saúde no Brasil? :: Brapci ::

Inovação na gestão da informação em saúde no Brasil? :: Brapci ::

Uma primeira análise da documentação deste período permite identificar a principal motivação das SES para aderirem à Ripsa: a preocupação com as dificuldades dos setores de ITIS para se adequarem às crescentes demandas de informação, no contexto intrincado de relações entre as três esferas do SUS, órgãos de outros setores de governo e entidades de ensino e pesquisa. Neste sentido, a adesão à RIPSA se apresenta como uma oportunidade de apoio e fortalecimento das equipes de informação e tecnologia de informação em saúde para que possam melhor subsidiar o processo decisório nos estados. Esta percepção é ilustrada pelo lema definido para a capa do folheto de divulgação produzido pelo CTI EST (Produto 1), que sintetiza esta concepção: “Construir Conhecimento para a Ação”. No corpo do material, explicita-se “A partir do consenso, em uma construção coletiva que insta cada instituição a contribuir com a sua expertise e vocação”. O Produto 1 tem por objetivo apresentar a RIPSA, como funciona, produtos que desenvolve e sua composição: (i) órgãos de saúde responsáveis pela gestão de políticas públicas e pela produção de informações nesse âmbito; (ii) órgãos de outros setores de governo que geram informações necessárias à gestão integrada da área de saúde; (iii) entidades de ensino e pesquisa que se destacam na realização de estudos e análises sobre a situação de saúde; e (iv) entidades públicas representativas de segmentos profissionais e outros envolvidos na produção e disseminação de informação em saúde.
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O ENFERMEIRO E OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA GESTÃO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

O ENFERMEIRO E OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA GESTÃO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

ministrada aos alunos do 2° período da graduação de Biomedicina, especificamente na disciplina de Empoderamento Profissional e Bioinformática, expomos a proposta do Seniorato abordando os sistemas de informações em saúde e esclarecendo os seus conceitos, bem como a aplicabilidade nos serviços de saúde, enfatizando a importância do cuidado no registro adequado dos dados, na sua origem, para a elaboração informações corretas que propiciem análises fidedignas da realidade. Os acadêmicos tiveram acesso e o reconhecimento dos sistemas nas suas particularidades e seus mecanismos para a obtenção dos dados. Instruímos os alunos na elaboração de planilhas por meio do Programa Microsoft Excel elegendo um determinado indicador de saúde, realizando as etapas de elaboração juntos, para que não houvesse dificuldades na execução da tarefa, estando sempre à disposição dos mesmos para a elucidação de dúvidas. Ao fim, alcançamos o objetivo da aula, que consistia em ensinar aos alunos como acessar aos sistemas e desenvolver familiaridade com os mesmos. Os alunos demonstraram-se satisfeitos com o novo aprendizado adquirido e como seria útil para a formação acadêmica. CONCLUSÃO: As competências do profissional enfermeiro não se limitam apenas à assistência hospitalar, mas abrangem também a gestão em saúde, onde o planejamento é ferramenta fundamental. Com base nesta constatação, entendemos e aprendemos que para realizar um adequado planejamento é fundamental baseá- lo na análise das informações em saúde, bem como garantir que o constituinte fundamental destas informações, o dado, seja cada vez mais qualificado, e adequadamente registrado, nos diversos níveis do sistema de saúde. Por meio do aprendizado adquirido pela disciplina Estágio Supervisionado Integralizador I, observamos a pertinência do conhecimento dos sistemas de informação a partir das bases de dados do SUS durante a graduação, e o valor curricular que é acrescentado mediante os mecanismos de aproveitamento de conhecimento a partir das atividades práticas, proporcionando um diferencial para a nossa formação acadêmica.
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As fontes de informação em saúde e o curso de formação em Gestão de Unidades de Saúde em Luanda: construindo pontes

As fontes de informação em saúde e o curso de formação em Gestão de Unidades de Saúde em Luanda: construindo pontes

desenvolvimento de competências transversais de literacia da informação promotoras de uma mais eficaz gestão da informação na área da saúde e, consequentemente, para a obtenção dos resultados esperados. Métodos – Descreve-se o plano de estudos dos FOGUS que integrou duas partes: uma letiva, constituída por vinte unidades curriculares e por quatro seminários, e outra de trabalho de campo/projeto e dá-se especial detalhe à unidade curricular de FIS – Fontes de Informação em Saúde, em que foram transmitidos conhecimentos de literacia informacional relativos à pesquisa, acesso, recuperação, avaliação da qualidade das fontes de informação e meios de comunicação científica. Resultados – Foi proporcionada uma formação geral sobre fontes de informação em saúde que complementou e enriqueceu a experiência dos participantes nos cursos aos quais era pedido que, no âmbito do curso FOGUS,
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Sistema de informação  para a gestão das convenções e  acordos de saúde do  Algarve

Sistema de informação para a gestão das convenções e acordos de saúde do Algarve

Este projeto tem pois como objetivo encontrar a melhor forma de colmatar estes problemas, concretamente a necessidade de identificar, caracterizar, administrar e normalizar informação relevante de contratos, acordos e convenções existentes na Região de Saúde do Algarve, seus limites e capacidades, permitindo a sua publicitação – nomeadamente on-line – para que fique acessível a utentes, prescritores, prestadores e aos quadros afetos à gestão desta área na ARS Algarve, desde logo no Departamento de Contratualização (Convenções) e no Departamento de Saúde Pública e Planeamento (Licenciamentos) e assim gerir, de forma mais eficiente, todo este processo complexo e multiparticipado que são as convenções de análises clínicas/ patologia clínica, anatomia patológica, cardiologia, medicina nuclear, eletroencefalografia, endoscopia gastrenterologica, medicina física e reabilitação, otorrinolaringologia, pneumologia, imunoalergologia, urologia, neurofisiologia, radiologia, especialidades médico- cirúrgicas (consultas), psicologia e diálise.
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GESTÃO DA SAÚDE: O USO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E O COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO PARA A TOMADA DE DECISÃO.

GESTÃO DA SAÚDE: O USO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E O COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO PARA A TOMADA DE DECISÃO.

RESUMO: Estudo teve como objetivo analisar o uso dos Sistemas de Informação em Saúde no processo de tomada de decisão pela gestão em municípios do sul da Bahia, Brasil. Utilizou-se abordagem qualitativa, os sujeitos foram 16 secretários de saúde. Dados coletados através de entrevista e submetidos à técnica de análise de conteúdo; adotou-se o referencial da Gestão do Conhecimento. Os gestores ainda são neóitos no uso dos Sistemas de Informação em Saúde; há envolvimento de atores na decisão, porém em alguns casos não há efetiva participação social; ocorre pouca qualiicação em Sistema de Informação em Saúde; gestões implementam inovação, embora incipiente; há diiculdade quando da implantação de sistema novo e acesso à internet. Conclui-se que a utilização dos Sistemas de Informação em Saúde como substrato para a produção do conhecimento ainda não atinge todo o seu potencial, sugere-se que a gestão promova o fortalecimento de uma cultura informacional e busque construir um conhecimento inscrito em saberes de distintos atores para a decisão.
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Sistemas de Informação apoiando a gestão do trabalho em saúde.

Sistemas de Informação apoiando a gestão do trabalho em saúde.

A relevância dos sistemas de informação como apoio à gestão do trabalho em saúde, seja, na área clínica assistencial, ou na administrativa-burocrática e de gestão torna-se inegável. Todas as áreas e/ou campos de conhecimentos que venham a trabalhar com saúde, como a medicina, enfermagem, odontologia, fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, serviço social, educação física, engenharias, administração, entre outras; podem vir a usufruir das informações contidas nos sistemas, utilizando-as como uma ferramenta de auxílio no seu processo de trabalho. Pois estas são capazes de acelerar a efetividade do processo de identificação de problemas individuais e coletivos; potencializando a resolubilidade das necessidades e/ou situações que venham a surgir nos diversos cenários e/ou ambientes de trabalho em saúde.
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Análise da implementação do projeto de gestão da informação e da comunicação em ciência e tecnologia em saúde : lógicos, para a tomada de decisão dos gestores do Sistema Único de Saúde

Análise da implementação do projeto de gestão da informação e da comunicação em ciência e tecnologia em saúde : lógicos, para a tomada de decisão dos gestores do Sistema Único de Saúde

Mendonça (2009) afirma que a produção de conteúdos socializados em rede compõe o fato gerador do processo de Gestão da Informação e do Conhecimento, o que propicia ao indivíduo novas formas de saberes. Assim, o conhecimento na esfera pública produzido por instituições infere-se e intersecta-se nos mundos do conhecimento proposto por Popper (1985) para o indivíduo. A teoria da ação comunicativa de Habermas (1989) proporciona ao homem uma oportunidade de repensar sua ação na sociedade. A construção dos campos do conhecimento contribui na pesquisa, em um caráter global, para a formação do ser humano. No recorte para o campo da Saúde o agir comunicativo deve permear a pesquisa em saúde para então promover a igualdade, o bem estar, a emancipação do sujeito e a tomada de decisão.
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Consultas médicas por telefone e e-mail: gestão da informação nas unidades de saúde

Consultas médicas por telefone e e-mail: gestão da informação nas unidades de saúde

36 erro de comunicação ou mal-entendido ou aumentar a probabilidade de erros médicos por ausência de exame físico. Este achado vai de encontro ao descrito por Peleg e Nazarenko (2012) quando inquiridos, 65% dos médicos tinham receio das consultas via e-mail/telefone pois não existia exame físico e poderia levar a erros médicos e 57% receavam erros de comunicação e litígios por negligência médica. De acordo com Virji (2006) a American Medical Informations Association aconselha que a utilização do consentimento informado protocolizado na instituição para cada utente que receba consultas não presenciais, isto seria uma forma de tornar todas as condições deste tipo de consultas claras tanto para o médico como para o utente. Outro aspecto a ter em conta pelo médico de forma a evitar processo litigiosos por negligência médica é o registo de toda a informação do telefonema no registo do doente. Esta perspectiva dos inquiridos prende-se também, em nosso entender, uma vez mais com a ideia que possuem do uso destas vias de comunicação. Obviamente que se o médico recebe uma chamada com sintomatologia que tem dificuldade em identificar ou que carece de avaliação física, o próprio encarregar-se-á de marcar uma consulta presencial com o doente ou de o encaminhar para as urgências. No entanto isto não implica que a comunicação por e-mail seja menos fiável ou de maior risco, apenas nos diz que as circunstâncias em que se usa este tipo de comunicação via e-mail ou telefone devem ser pré- estabelecidas e que deve existir formação específica para os médicos que providenciem estas vias de comunicação.
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Cad. Saúde Pública  vol.31 número6

Cad. Saúde Pública vol.31 número6

As autoras vão além da abordagem minuciosa de cada uma das anteriormente chamadas etapas da as- sistência farmacêutica e discutem novas temáticas como “sistemas de informação e assistência farmacêu- tica”, temas estes fundamentais na gestão clínica e epi- demiológica, na pesquisa, bem como no financiamen- to da assistência farmacêutica. Sistemas de informação em saúde são hoje estratégias prioritárias em todos os países. Trata-se de não apenas dispensar tecnologias ao cidadão, mas também de monitorar efeitos benéficos e adversos, tarefa em que o farmacêutico é parte fun- damental e a tecnologia da informação é a ferramen- ta ideal. Ao paradigma do acesso aos medicamentos, acrescenta-se agora acesso a serviços farmacêuticos. Assim, ao novo profissional farmacêutico cabe a ta- refa de dispensar e informar com qualidade para de- pois fazer a adequada gestão clínica, e somente assim estar qualificado para reiniciar o ciclo da assistência farmacêutica.
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Modelagem avaliativa para a construção de indicadores de efetividade das ações de vigilância sanitária no Brasil

Modelagem avaliativa para a construção de indicadores de efetividade das ações de vigilância sanitária no Brasil

As atividades de vigilância pós-mercado procuram responder aos desafios do SNVS voltados a minimizar os riscos à saúde e promover uma melhor qualidade de vida. Em razão da amplitude e intersetorialidade decorrentes, foram sistematizadas em cinco subcomponentes: Produtos, Serviços, Resistência aos antimicrobianos, Segurança do paciente e Emergências em VISA, constituindo, assim, o componente Monitoramento do risco sanitário, que aparece como o mais complexo entre os cenários de atuação institucional do SNVS, por requerer atualização tecnológica permanente, no que se refere à organização dos processos de trabalho necessários. O último componente, composto pelos subcomponentes: Relacionamento com a sociedade e Parcerias intersetoriais, agrupam as atividades rela- cionadas à gestão da informação representadas por ações participativas de comunicação, mobilização, controle social e educação.
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practices and lessons learned :: Brapci ::

practices and lessons learned :: Brapci ::

Neste sentido, entre os anos 60-80, sob período de ditadura no Brasil, tivemos o ápice dos sistemas de informação cientíica, que eram apontados como estratégicos nos diversos campos de conhecimento, tais como a saúde, a energia nuclear e a agricultura. Com o desenvolvimento de coleções e sistemas de informação, surgem as redes de cooperação. O Brasil se coloca como cenário, no desenvolvimento e gestão para o acesso à informação técnico-cientíica em diversos campos e especialmente no campo da Saúde com Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. Organização Pan-Americana da Saúde (BIREME/OPAS).
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biblioteca virtual, comunidade virtual e construção do conhecimento em rede :: Brapci ::

biblioteca virtual, comunidade virtual e construção do conhecimento em rede :: Brapci ::

A construção coletiva do conhecimento em rede é considerada, nos dias de hoje, um novo paradigma para a elaboração dos saberes. Neste sentido, as bibliotecas virtuais, enquanto espaço de convergência do conhecimento, procuram, por meio da constituição de redes sociais e de conteúdos, criar recursos facilitadores de ações colaborativas, que apoiem e estimulem atividades voltadas para a gestão da informação. Este artigo parte dos conceitos de Rede, Biblioteca Virtual e Inteligência Coletiva para refletir sobre o modelo Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Apresenta, como exemplo, a Biblioteca Virtual em Saúde - História e Patrimônio Cultural da Saúde (BVS-HPCS), que atua como instrumento de cooperação técnica, além de promover o trabalho cooperativo em rede voltado para gestão da informação e do
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Bibliotecas acadêmicas e o desafio da gestão de acervos de periódicos eletrônicos: o caso da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Bibliotecas acadêmicas e o desafio da gestão de acervos de periódicos eletrônicos: o caso da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

A rápida evolução das TICs, bem como as mudanças no modelo da comunicação acadêmica, a crescente demanda pela gestão de dados e uma nova pedagogia do ensino superior estão afetando as expectativas dos usuários e forçando as bibliotecas acadêmicas a desenvolver novos recursos e áreas de serviço. A transição dos periódicos impressos para os eletrônicos na década de 1990 trouxe grande discussão sobre o novo modelo de contratação e gestão desta coleção nas bibliotecas. É mister, portanto, que as bibliotecas acadêmicas, particularmente aquelas em países em desenvolvimento (onde os custos de acesso à informação científica e manutenção das coleções digitais desenham um cenário desafiador), se detenham sobre que estratégias e abordagens podem assegurar a manutenção de uma coleção digital. Este artigo almeja demonstrar como as bibliotecas sofreram influência com essa transição, e particularmente como a Fiocruz tem trabalhado na formulação de um modelo de gestão de acervos, com o objetivo de gerenciar as assinaturas eletrônicas para atender às necessidades institucionais. A fim de alcançar esse objetivo, optou-se por uma abordagem metodológica qualitativa que foi realizada por dois métodos complementares: pesquisa documental e pesquisa bibliográfica. Procurou-se assim entender como tem sido tratada a questão do acesso perpétuo dos periódicos eletrônicos, tanto no âmbito nacional quanto no internacional, identificando e analisando modelos de gestão desses acervos em bibliotecas da área da saúde.
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Rev. esc. enferm. USP  vol.48 número1

Rev. esc. enferm. USP vol.48 número1

L O Plano de Trabalho desse Projeto está sendo elaborado conjuntamente pela OPAS/OMS, OPAS/BRA e Ministério da Saúde, com vistas contribuir para o desenvolvimento do Programa, com foco na gestão e no intercâmbio de conhecimentos, informações e experiências, apoiando a operacionalização de infraestruturas e capacidades de acesso e disponibilização da informação. Como perspecivas em curto prazo, delineiam- se: mapear o luxo e as caracterísicas das informações que estão sendo disponibilizadas aos proissionais contratados pelo Programa; referenciar e integrar processos de gestão do conhecimento que já estão sendo desenvolvidas pela OPAS/OMS e pelo MS; desenvolver ferramentas de gestão do conhecimento integradas e complementares ao que já está pautado pelo Programa; promover capacitações voltadas para o acesso e o uso dos recursos de informação na ABS; fortalecer as redes de informação e conhecimento existentes; apoiar a cooperação técnica internacional com vistas ao intercâmbio de experiências em gestão do conhecimento e da informação; fomentar o relato e o registro das experiências relacionadas ao desenvolvimento do Programa.
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Rev. Saúde Pública  vol.40 número3

Rev. Saúde Pública vol.40 número3

A primeira iniciativa, intitulada de Oficina de Prio- ridades de Pesquisa em Saúde - Editais 2006, ocorri- da em março último em Brasília, cumpriu o papel de definição das principais políticas norteadoras dos temas que configuraram as 12 chamadas públicas a serem contempladas nesse ano. A lógica de elabora- ção dos editais ultrapassa a simples enumeração das enfermidades e agravos, seguindo a complexidade do debate que deriva da constatação dos quadros que apontam a necessidade de aperfeiçoamento das polí- ticas públicas, confirmam as lacunas de conhecimen- to em diversas áreas de pesquisa e apresentam a dis- ponibilidade de recursos financeiros para o setor. Foram constituídos grupos com especialistas nas se- guintes áreas: Comunicação e Informação em Saúde; Gestão do Trabalho em Saúde; Gestão da Educação em Saúde; Avaliação das Tecnologias em Saúde: Ge- nética Clínica; Saúde da População Negra; Saúde da Pessoa com Deficiência; Saúde da População Mascu- lina; e Fármacos.
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Saúde Digital e Gestão Compartilhada

Saúde Digital e Gestão Compartilhada

Introdução: O avanço tecnológico na sociedade é fato, por isso, faz-se necessário considerar o uso de tecnologias nos sistemas de saúde, aumentando o escopo de intervenções no âmbito da atenção e gestão. Os objetivos do estudo foram analisar a associação entre tecnologias em saúde e gestão compartilhada e identificar as contribuições das Tecnologias Digitais de Informação e das Comunicações (TDIC) para gestão compartilhada em saúde. Métodos: Estudo qualitativo, constituindo revisão integrativa de literatura, com artigos científicos em língua portuguesa e inglesa. Encontradas 115 publicações na MEDLINE e três na Revista Eletrônica Gestão & Saúde. Resultados: Analisaram-se oito produções, publicadas de 2008 a 2018, identificando experiências de avaliação de tecnologias em saúde em 25 países, com exercício de gestão compartilhada. O Projeto de Lei Federal Nº 9.617/2018 foi incluso por propor a gestão compartilhada através da comunicação na internet, totalizando nove produções. É possível o público participar da gestão em saúde, utilizando-se de ferramentas tecnológicas. Conclusão: Existe ampliação da incorporação de tecnologias na saúde e constante desenvolvimento destas no contexto nacional e internacional. A gestão compartilhada em saúde, através das TDIC, figura-se como intervenção de saúde digital que poderá fortalecer a participação social.
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Fontes de informação online no contexto da área  de Ciências da Saúde   Online information resources on the Health Sciences area  p. 117 :: Brapci ::

Fontes de informação online no contexto da área de Ciências da Saúde Online information resources on the Health Sciences area p. 117 :: Brapci ::

Discute a importância do acesso e uso de fontes de informação on-line no contexto da área de ciências da saúde. Apresenta a gestão da informação quanto aos procedimentos adotados em um centro de informação na área médica referente à descrição das atividades e ações desenvolvidas para organização de seu acervo específico. Desenvolve-se a partir de uma experiência de estágio curricular, efetuado no Centro de Estudos Dr. Ewaldo José Ramos Schaefer, Florianópolis – Santa Catarina. Entre os resultados salienta-se o trabalho em ambiente de documentação médica, a dinâmica em equipe, a utilização constante de novas tecnologias de informação e comunicação e observação das mudanças e transformações no contexto do cotidiano na área médica especializada em Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Aborda questões sobre a formação do bibliotecário para estar competitivo e participativo no estabelecimento de políticas de acesso e de uso de fontes de informação on-line.
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Sistema de Informação para a Gestão do Cuidado na Rede de Atenção Domiciliar (SI GESCAD): subsídio à coordenação e à continuidade assistencial no SUS.

Sistema de Informação para a Gestão do Cuidado na Rede de Atenção Domiciliar (SI GESCAD): subsídio à coordenação e à continuidade assistencial no SUS.

graduação da UnB, da Escola Superior de Ciên- cias da Saúde/Fepecs/SES-DF e nas atividades do Pro-Saúde II/UnB no Hospital Regional do Para- noá (HRPa) do SUS-DF, junto ao Núcleo de Aten- ção Domiciliar (NAD/HRPa). Ao final dessas ex- periências, avaliou-se a contribuição do sistema para a organização dos serviços na RAS-AD. Para isso, organizou-se um seminário sobre o GES- CAD, em novembro de 2012, com a participação de cerca de 100 pessoas entre profissionais, téc- nicos e gestores da Secretaria de Estado da Saúde do DF (SES-DF), pesquisadores, debatedores da UnB, da UFMG e da UFPB, convidados, gestores da Coordenação Nacional de Atenção Domiciliar do Ministério da Saúde, professores, estudantes de graduação e de pós-graduação do SUS-DF e uma ESF do SUS-BH. Na ocasião, apresentou-se a versão inicial do SI GESCAD, as experiências de implantação dos instrumentos impressos em BH e os testes do sistema na realidade dos serviços do NAD/HRPa. Seguiram-se os debates sobre as po- tencialidades e os limites do SI para a gestão do cuidado na RAS-AD/SUS. Uma última avaliação sobre o SI GESCAD abordou conceitos sobre a acessibilidade e a usabilidade do sistema 29,30 .
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Tese de Mestrado   Carolina lc

Tese de Mestrado Carolina lc

Por fim, no âmbito das parcerias público-privadas, o Hospital Beatriz Ângelo constitui um “marco fundamental para a requalificação da oferta de cuidados de saúde na região de Lisboa e Vale do Tejo”. O Hospital Beatriz Ângelo abrange uma população de cerca de 278.000 habitantes, que residem nos concelhos de Loures, Mafra, Odivelas e Sobral de Monte Agraço. A instituição nasce de um contrato de parceria estabelecido entre o Estado Português, a Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA e a HL, Sociedade Gestora do Edifício, SA. “O contrato estabelecido prevê a concepção, projecto, construção, financiamento, conservação e manutenção do hospital pela HL – Sociedade Gestora do Edifício, SA e a gestão do estabelecimento hospitalar e prestação de cuidados de saúde pela SGHL – Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA. O projecto (…) foi desenvolvido por um consórcio privado – o Consis Loures – liderado pelo Grupo Espirito Santo Saúde, e que envolveu também a Mota- Engil, a Opway, o Banco Espirito Santo e a Dalkia” (Hospital Beatriz Ângelo, 2014). Relativamente ao horizonte temporal em estudo, foi de cerca de um mês, a verificação/levantamento diário de informação relativo ao estado actual (conteúdos, organização, nível de interacção) dos sites dos hospitais escolhidos dentro da Zona do Distrito de Lisboa. Após a conclusão deste período, procedeu-se à avaliação dos resultados.
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