Guignardia citricarpa

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MOLECULAR DIAGNOSIS OF Guignardia citricarpa IN ASYMPTOMATIC SWEET ORANGE TISSUE

MOLECULAR DIAGNOSIS OF Guignardia citricarpa IN ASYMPTOMATIC SWEET ORANGE TISSUE

ABSTRACT – Citrus black spot, a fungal disease caused by the quarantine fungus Guignardia citricarpa, restricts the exportation of fresh fruit to countries in the European Union. The occurrence of latent infections and the time required for diagnosis using conventional methods have brought about the need to validate fast, efficient and reproducible molecular techniques to detect the pathogen in asymptomatic tissue. As such, this study aims to detect G. citricarpa in the symptomatic fruit and asymptomatic leaf tissue of sweet oranges by conventional and real-time polymerase chain reaction (PCR). Specificity and limit of detection (LOD) were assessed in tissue samples of fruit lesions and asymptomatic leaves. Low concentrations of the fungus were found in asymptomatic leaves. Under these conditions, real-time PCR proved to be viable, reproducible and highly sensitive to detection of the pathogen.
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Estudo quimiossistemático de espécies de Hortia (Rutaceae) e busca de fungicidas à Guignardia citricarpa

Estudo quimiossistemático de espécies de Hortia (Rutaceae) e busca de fungicidas à Guignardia citricarpa

A mancha preta dos citros (MPC) ou pinta preta, causada pelo fungo Guignardia citricarpa, foi descrita pela primeira vez em 1895, na Austrália, provocando perdas significativas em laranjeira Valência (FAWCETT, 1936). Essa doença afeta laranjeiras, tangerineiras, limoeiros e pomeleiros, sendo constatada na África (Moçambique, Zimbabwe, Swazilândia e África do Sul), na Ásia (China, Filipinas, Taiwan e Indonésia), na Oceania (Austrália) e na América do Sul (Argentina, Brasil e Peru) (SUTTON et al., 1966; FEICHTENBERGER, 1996; KOTZÉ, 1996). No Brasil a doença surgiu no início da década de oitenta, causando prejuízos significativos nos municípios de São Gonçalo e Itaboraí no Estado do Rio de Janeiro (ROBBS et al., 1980) e ao final desta mesma década, surgiu de forma epidêmica na região citrícola do Vale do Caí no Rio Grande do Sul (ROBBS et al., 1995). No Estado de São Paulo, a MPC foi detectada pela primeira vez em 1992, infectando plantas de limoeiros verdadeiros e laranjeiras-doces de maturação tardia, nos municípios de Conchal e Engenheiro Coelho (GOES et al., 1993) e, atualmente vem se alastrando nas regiões citrícolas paulistas (AGUILAR-VILDOSO, 1997).
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FUNGICIDE RESISTANCE AND GENETIC VARIABILITY IN PLANT PATHOGENIC STRAINS OF GUIGNARDIA CITRICARPA

FUNGICIDE RESISTANCE AND GENETIC VARIABILITY IN PLANT PATHOGENIC STRAINS OF GUIGNARDIA CITRICARPA

A Mancha Preta dos Citros (MPC) tem ocorrência mundial afetando a produção de citros na África, Oceania e América do Sul. No Brasil, onde o clima é favorável ao seu desenvolvimento, a doença está espalhada nas regiões Sul e Sudeste. O controle da MPC, causada pelo fungo Guignardia citricarpa (anamorfo: Phyllosticta citricarpa) é baseado na aplicação de fungicidas, como os benzimidazóis. Na África do Sul, após 10 anos de controle da doença com o fungicida benomil, os casos de resistência a altas concentrações deste fungicida atingiram todas as áreas produtoras. O fungicida estrolilurina chamado azoxistrobina tem se mostrado eficiente no controle dos fitopatógenos de uma grande variedade de culturas economicamente importantes, incluindo a MPC. Neste trabalho foram investigados os efeitos in vitro dos fungicidas benomil e azoxistrobina em 10 linhagens de G. citricarpa isoladas de lesões em plantas cítricas no Brasil e na África do Sul. Houve inibição do crescimento micelial a 0,5 µg/mL do fungicida benomil entre as linhagens testadas, com exceção de PC3C de origem sul-africana, que apresentou resistência até a concentração de 100,0 µg/mL de benomil. A freqüência de mutação espontânea para resistência ao benomil foi de 1,25 × 10 –7 . A estrobilurina
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Effect of temperature, leaf wetness, and rainfall on the production of Guignardia citricarpa ascospores and on back spot severity on sweet orange

Effect of temperature, leaf wetness, and rainfall on the production of Guignardia citricarpa ascospores and on back spot severity on sweet orange

The black spot of citrus (Citrus sp.) is caused by Guignardia citricarpa with ascospore production depending on temperature, leaf wetness, and rainfall. The number of ascospores produced was monitored using a spore trap and climatic factors were recorded using an automated meteorological station of ‘Natal’ and ‘Valencia’ sweet orange (Citrus sinensis) orchards in Mogi Guaçu in the state of São Paulo, Brazil, from November 2000 to March 2001. The fruits were bagged to prevent infection and the bags removed from different sets of fruit for one week during each of the 18 weeks of the season in both orchards. Ascospores were produced during the entire experimental period, from spring through summer, primarily after rain events. In both orchards, ascospore production reached a peak in January and February. Ascospore production was related to leaf wetness only in the Natal orange orchard but was not related to total rainfall or temperature in either orchard. Disease was most severe on fruit exposed the 7 th , 8 th , and 13 th weeks after beginning the
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High Molecular Diversity of the Fungus Guignardia citricarpa and Guignardia mangiferae and New Primers for

High Molecular Diversity of the Fungus Guignardia citricarpa and Guignardia mangiferae and New Primers for

RAPD markers were used to investigate the distribution of genetic variability among a group of Guignardia citricarpa, G. mangiferae, and Phyllosticta spinarum isolates obtained from several hosts in Brazil, Argentina, Mexico, Costa Rica, Thailand, Japan, United States and South Africa. Pathogenic isolates G. citricarpa Kiely (anamorph form P. citricarpa McAlp Van Der Aa) are the etiological agent of the Citrus Black Spot (CBS), a disease that affects several citric plants and causes substantial injuries to the appearance of their fruits, thus preventing their export. Several previous studies have demonstrated the existence of an endophytic species with high morphological similarity to the causal agent of CBS that could remain latent in the same hosts. Consequently, the identification of the plants and fruits free from the causal agent of the disease is severely hampered. The RAPD analysis showed a clear discrimination among the pathogenic isolates of G. citricarpa and endophytic isolates (G. mangiferae and P. spinarum). In addition, a Principal Coordinate Analysis (PCO) based on a matrix of genetic similarity estimated by the RAPD markers showed four clusters, irrespective of their host or geographical origin. An Analysis of Molecular Variance (AMOVA) indicated that 62.8% of the genetic variation was found between the populations (G. citricarpa, G. mangiferae, P. spinarum and Phyllosticta sp.). Substantial variation was found in the populations (37.2%). Exclusive RAPD markers of isolates of G. citricarpa were cloned, sequenced and used to obtain SCARS (Sequence Characterized Amplified Regions), which allowed the development of new specific primers for the identification of G. citricarpa PCR (Polymerase Chain Reaction) analysis using a pair of primers specific to pathogenic isolates corroborating the groupings obtained by the RAPD markers, underscoring its efficiency in the identification of the causal agent of CBS.
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In vitro effect of UV-C irradiation on Guignardia citricarpa and

In vitro effect of UV-C irradiation on Guignardia citricarpa and

A pinta preta, causada por Guignardia citricarpa, é uma das principais doenças que afetam frutos cítricos. A irradiação UV-C tem potencial para ser utilizada como método alternativo para suplementar ou substituir o uso de fungicidas, especialmente por promover resistência contra patógenos. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da irradiação UV-C sobre o desenvolvimento in vitro de G. citricarpa e no controle da pinta preta em laranja pós-colheita. Adicionalmente, foram avaliadas as alterações na cor da casca dos frutos. Crescimento micelial, germinação de conídios e formação de apressórios foram avaliados in vitro após a exposição do fungo a diferentes doses de irradiação. Frutos de laranja ‘Valência’ naturalmente infectados foram submetidos a diferentes doses de irradiação (0,52; 1,04; 3,13; 7,28; 15,66 e 31,20 kJ m -2 ) para verificar a possibilidade de controle in vivo. Os frutos foram armazenados a 25ºC/80% UR e
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Indução da expressão precoce de sintomas de Guignardia citricarpa em frutos de laranjeira 'pêra-rio'.

Indução da expressão precoce de sintomas de Guignardia citricarpa em frutos de laranjeira 'pêra-rio'.

RESUMO – O presente trabalho teve por objetivo avaliar a influência de diferentes concentrações de ethephon na expressão precoce de sintomas de Guignardia citricarpa em frutos de laranjeira ‘Pêra-Rio’. Para tal, frutos assintomáticos e isentos de aplicações com fungicidas, com 20 e 28 semanas após a queda de pétalas, foram coletados em área de comprovada existência da doença, no município de Conchal-SP e levados ao Laboratório de Fitopatologia da FCAV/UNESP, em Jaboticabal-SP, onde foram tratados com soluções nas seguintes doses de ethephon: i) 1,57 g L -1 ; ii) 2,10 g L -1 ; iii) 2,42 g L -1 ; iv) Testemunha (água). Todas acrescidas de imazalil a 0,25 g L -1 ,
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Controle de Guignardia citricarpa e Penicillium digitatum em laranja com óleos essenciais e agentes de biocontrole

Controle de Guignardia citricarpa e Penicillium digitatum em laranja com óleos essenciais e agentes de biocontrole

Penicillium digitatum, causal agent of green mold, and Guignardia citricarpa causal agent of black spot. Detracts the citrus fruit, the control of these pathogens is made with synthetic fungicides. Due to concern about the risks of environmental contamination, human, mainly children and animal toxicity and the emergence of fungal isolates resistant to fungicides, various researches has been development to obtain alternative techniques for a fungicides. The objectives of this work was to evaluate the effetives fix and essencial oils and biocontrol agents for the control of P. digitatum and G. citricarpa on Pera orange fruits in postharvest. Thus, were tested the fixed oils from Allium sativum, Copaifera langsdorffii, Eucalyptus spp. Azadirachta indica,and the essential oils of Pogostemon cablin, Mentha arvensis, Cymbopogon citratus, Ocimum basilicum var. Maria bonita, Romarinus officinalis, Lippia sidoides, Zingiber officinale, Citrus aurantifolia, Piper aduncum and Ocimum basilicum. In addition were also studied the following biocontrol agents: Bacillus subtilis (Serenade ®), Bacillus subtilis and Bacillus lichiniformes (Nemix ®), Pichia guilliermondii (L29), Sporobolomyces roseus (L41), Rhodotorula mucilagenosa (L17), Sporodiobolus pararoseus, Pichia spp. (L4-1), Derbaryomyces hansenii (L62), Pichia membranifaciens (L21) and a bacterium isolate of the orange. Both biocontrol agents as the oils, were tested in vivo and in vitro against both pathogens. For the assessment of activity of essential oils and antagonists in vivo in controlling P. digitatum were used Pera orange. Each fruit was wounded in two opposite points in the equatorial region, reaching the albedo. After the injury, the fruits were inoculated with 20 mL of conidial suspension of P. digitatum (10 5 conidia / mL), followed by immersion in
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Chitosan Reduces Infection by Guignardia citricarpa in Postharvest ‘Valencia’ Oranges

Chitosan Reduces Infection by Guignardia citricarpa in Postharvest ‘Valencia’ Oranges

Frutos cítricos são afetados pela mancha preta dos citros, causada por Guignardia citricarpa. A indução de resistência é uma alternativa de controle e a quitosana exibe potencial como indutor de resistência. O efeito da quitosana sobre G. citricarpa foi avaliado in vitro e em laranjas ‘Valência’. Frutos cítricos foram imersos em diferentes concentrações de quitosana. Quitosana (2%), associada ou não com tiabendazol e ácido cítrico, foi também avaliada. Todas as concentrações de quitosana inibiram o crescimento
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Período de incubação de Guignardia citricarpa em diferentes estádios fenológicos de frutos de laranjeira 'Valência'.

Período de incubação de Guignardia citricarpa em diferentes estádios fenológicos de frutos de laranjeira 'Valência'.

A mancha preta dos citros (MPC), causada pelo fungo Guignardia citricarpa, produz lesões em frutos, os quais icam depreciados para o mercado interno e os restringem para a exportação. O grande período de suscetibilidade dos frutos cítricos, em adição ao fato de G. citricarpa causar infecções latentes, diiculta o entendimento sobre o período de incubação da doença. O objetivo do trabalho foi determinar o período de incubação da MPC inoculando frutos de laranjeira ‘Valência’ em diferentes estádios fenológicos. Para a inoculação foram empregadas suspensões de conídios de G. citricarpa (10 3 , 10 4 , 10 5 e 10 6 conídios mL -1 ) em diferentes diâmetros dos
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COLONIZAÇÃO DE FOLHAS DE LARANJEIRA ‘PÊRA’ E VARIEDADES AFINS POR Guignardia citricarpa

COLONIZAÇÃO DE FOLHAS DE LARANJEIRA ‘PÊRA’ E VARIEDADES AFINS POR Guignardia citricarpa

Este trabalho visou avaliar possíveis diferenças na colonização e produção de estruturas nas folhas de clones de laranjeira (Citrus sinensis) ‘Pêra’ e variedades afins por Guignardia citricarpa. Quantificou-se a colonização natural (CN) e a produção de estruturas reprodutivas (ER) em folhas infetadas naturalmente e in vitro de dez clones de laranjeira ‘Pêra’, sendo eles: Bianchi, Dibbern C.V., EEL, IAC 2000, Olímpia 15161, Premunizada 1212, Premunizada 1743/82, R. Gullo 1569/244, R. Gullo 1570/246 e Vimusa; e em cinco variedades afins: Corsa Tardia, Lamb Summer, Ovale 968, Ovale San Lio 969 e Redonda C.N. A quantificação da CN de G. citricarpa nas folhas foi obtida por isolamento, sendo calculadas a incidência e a densidade de colonização para cada variedade. A produção de ER em folhas naturalmente infetadas foi realizada pelo processo de secagem-
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Reação de laranjeiras-doces quanto à resistência a Guignardia citricarpa.

Reação de laranjeiras-doces quanto à resistência a Guignardia citricarpa.

Em que pese a importância socioeconômica da atividade citrícola para o Brasil, o setor ressen- te por vários problemas de ordem itossanitária, incluindo-se a mancha-preta dos citros (MPC). Causada pelo fungo Guignardia citricarpa Kiely (anamorfo= Phyllosticta citricarpa McAlpine), o qual é especíico dos citros (BAAYEN et al., 2002), a MPC foi descrita pela primeira vez em 1895, em Queensland, na Austrália, causando perdas relevan- tes de frutos de laranja Valência, nas fases de pré e pós-colheita (SUTTON; WATERSTON, 1966). Atualmente, a doença encontra-se assinalada em vários países da África, Ásia, Oceania e América do Sul. Em decorrência dos prejuízos potenciais, essa doença é classiicada como quarentenária A1 para os Estados Unidos da América e países da União Euro- peia, limitando signiicativamente a possibilidade de exportação de frutos in natura.
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Genetic variability in the endophytic fungus Guignardia citricarpa isolated

Genetic variability in the endophytic fungus Guignardia citricarpa isolated

During some phases of of their life-cycle endophytic fungi colonize plants asymptomatically being found most frequently inside the aerial part of plant tissues. After surface disinfection of apparently healthy leaves from three varieties of mandarin orange and one tangor, and after incubation on appropriate culture medium, 407 fungal isolates were obtained, giving a total infection frequency of 81%. No fungal growth was observed from disinfected seeds, indicating that fungi are probably not transmitted via seeds. Of the fungal isolates, 27% belonged to the genus Guignardia, with 12 isolates being identified as Guignardia citricarpa Kiely, which is described as a citrus pathogen. The isolates were variable in respect to the presence of sexual structures and growth rates. Most of the isolates produces mature asci, supporting the hypothesis that they are nonpathogenic endophytes, which recently were identified as G. mangiferae. High intraspecific genetic variability (an average similarity coefficient of 0.6) was detected using random amplified polymorphic DNA (RAPD) markers generated by seven different primers. The highest similarity coefficient (0.9) was between isolates P15 and M86 and the smallest (0.22) between isolates P15 and C145. These results did not allow us to establish an association between genetic similarity of the fungal isolates and the citrus varieties from which they were obtained.
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Avaliação de laranjeiras doces quanto à qualidade de frutos, períodos de maturação e resistência a Guignardia citricarpa

Avaliação de laranjeiras doces quanto à qualidade de frutos, períodos de maturação e resistência a Guignardia citricarpa

S725a Avaliação de laranjeiras doces quanto à qualidade de frutos, períodos de maturação e resistência a Guignardia citricarpa / Patrícia.. Ferreira Cunha Sousa.[r]

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Diversidad genética de aislamientos de Bacillus subtilis con potencial para el control biológico de Colletotrichum acutatum y Guignardia citricarpa

Diversidad genética de aislamientos de Bacillus subtilis con potencial para el control biológico de Colletotrichum acutatum y Guignardia citricarpa

No obstante la importancia de este cultivo, el sector citrícola enfrenta serios problemas representados por enfermedades en las flores y en frutos jóvenes que, además de disminuir la productividad, devalúan los frutos por el aspecto que le dan a los mismos. Tales enfermedades están representadas, principalmente, por la mancha negra de los frutos cítricos (MNC) y por la caída prematura de los frutos cítricos (CPFC). La mancha negra de los cítricos, causada por el hongo Guignardia citricarpa Kiely, fue descrita por primera vez en 1895, en Australia, afectando frutos de naranja ‘Valencia’, tanto en huertos, como en la fase de poscosecha (13). La enfermedad se encuentra en Australia; en países de África, como Mozambique, Swazilandia y Zimbabwe; en Asia, en países como China, Indonesia, Taiwán y Japón; y en América del Sur, en países como Argentina, Brasil y Perú (12, 13, 14, 15). Su control se basa principalmente en el uso de fungicidas protectores o sistémicos, aisladamente o combinados, asociados o no al aceite mineral (9, 21).
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Interferência da redução no volume de aplicação sobre o controle da mancha preta (Guignardia citricarpa Kiely) em frutos de laranja 'Valência'.

Interferência da redução no volume de aplicação sobre o controle da mancha preta (Guignardia citricarpa Kiely) em frutos de laranja 'Valência'.

Apesar de ocupar posição de destaque no cenário agrícola mundial, a citricultura brasileira enfren ta vários problemas de natureza fitossanitária, dos quais a mancha-preta-dos-citros (MPC) vem trazendo sérios prejuízos ao setor e está disseminada em muitos municípios produtores de citros. A MPC é uma doença causada pelo fungo Guignardia citricarpa Kiely (fase anamórfica de Phyllosticta citricarpa McAlpine 1973), o qual é específico dos citros (3). Atualmente, a doença MPC está presente nos estados do Sul, Sudeste e Amazonas (18), bem como em vários países da África, Ásia, Oceania e América do Sul (20).
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The effects of inter-crop cultivation Between rows of citrus crop on spreading of Guignardia citricarpa Ascospores and in the citrus black spot occurrence

The effects of inter-crop cultivation Between rows of citrus crop on spreading of Guignardia citricarpa Ascospores and in the citrus black spot occurrence

Citrus black spot (CBS) is among the most important one of the more common diseases in sweet orange trees (Citrus sinensis (L.) Osbeck) and is caused by the fungus Guignardia citricarpa Kiely [Anamorphic form: Phyllosticta citricarpa (McAlp.) Van der Aa]. It infects leaves, branches and mainly fruits which devalues their quality. Once the disease is considered an A1 quarantine disease by the European Union, who is the main importer, it seriously limits the possibility to export in nature fruits. Additionally, when plants are highly severely infected, the fruit can fall prematurely, decreasing plant productivity. In areas where there are high levels of inoculum, multiple applications of fungicide are required. This additional expense raises production costs considerably (SCALLOPPI at el., 2012).
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Efeito in vitro de Saccharomyces cerevisiae sobre Guignardia citricarpa, agente causal...

Efeito in vitro de Saccharomyces cerevisiae sobre Guignardia citricarpa, agente causal...

EFEITO IN VITRO DE Saccharomyces cerevisiae SOBRE Guignardia citricarpa, AGENTE CAUSAL DA PINTA PRETA DOS CITROS.. Autor: MAURÍCIO BATISTA FIALHO.[r]

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Determinação do efeito curativo de infecções de Guignardia citricarpa em frutos cítricos mediante o emprego de fungicidas sistêmicos e mesostêmicos

Determinação do efeito curativo de infecções de Guignardia citricarpa em frutos cítricos mediante o emprego de fungicidas sistêmicos e mesostêmicos

Não obstante a importância econômica e social que representa a citricultura para o País, notadamente para o estado de São Paulo, as plantas cítricas podem ser afetadas por vários agentes fitopatogênicos que, agindo isolado ou em conjunto, podem em determinadas circunstâncias tornarem-se limitantes à citricultura. Dentre tais agentes insere o fungo Guignardia citricarpa Kiely, cuja fase anamórfica corresponde a Phyllosticta citricarpa McAlp. Van Der Aa, agente causal da mancha preta dos frutos cítricos. Além de depreciar comercialmente os frutos quando não adequadamente protegidos, pode levar à queda precoce de mais de 80% dos frutos. Além disso, essa doença dificulta a comercialização dos frutos in natura, especialmente aos países importadores de fruta fresca, onde a doença encontra-se indene (AGUILAR-VILDOSO et al., 2002).
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Susceptibility of fruits of the 'Valência' and 'Natal' sweet orange varieties to Guignardia citricarpa and the influence of the coexistence of healthy and symptomatic fruits

Susceptibility of fruits of the 'Valência' and 'Natal' sweet orange varieties to Guignardia citricarpa and the influence of the coexistence of healthy and symptomatic fruits

Studies on citrus black spot have suggested different behaviors may result when control of the disease is temporarily suspended after a number of successive years of control. McOnie (1965) reports on the case of an orchard in South African conditions, where the control of G. citricarpa was carried out using the appropriate doses for 10 consecutive years. It was recorded that, in the following year without any such control, the disease occurred as severely as in the years preceding the treatment. In this location, the levels of pathogen remained as high as those recorded in the years before treatment. However, it has been observed that under Brazilian conditions, and in the cases of scab and melanose, non-application of cupric fungicide after several years of repeated treatment is followed by a low frequency of the disease in the subsequent untreated year, contrary to what is observed in relation to black spot. This fact can be related to the shorter susceptibility period of the fruits to the causal agents of scab and melanose, as well as to the quantity and eficacy of each of the types of inoculate produced by the respective pathogens.
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