Imagem por ressonância magnética

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Imagem por ressonância magnética na investigação da cabeça de cães.

Imagem por ressonância magnética na investigação da cabeça de cães.

RESUMO.- A imagem por ressonância magnética (IRM) é o método de diagnóstico por imagem não invasivo mais sen- sível para avaliar as partes moles, particularmente o encéfalo, porém trata-se de uma técnica onerosa. O método funda- menta-se no fenômeno da ressonância magnética nuclear que ocorre quando núcleos atômicos com propriedades magnéticas presentes no corpo são submetidos a um cam- po magnético intenso, sendo posteriormente excitados por energia de radiofrequência e gerando, por sua vez, um sinal de onda de radiofrequência capaz de ser captado por uma antena receptora, passando por um processo matemático, chamado Transformada de Fourier, para posterior formação da imagem. Esse estudo objetivou realizar 10 exames com- pletos da cabeça em cadáveres de cães normais à IRM e confeccionar um Atlas com as estruturas identificadas. As imagens foram adquiridas em um aparelho de ressonância magnética Gyroscan S15/HP Philips com campo magnéti- co de 1,5Tesla. Os cadáveres foram posicionados com a cabeça no interior de uma bobina de cabeça humana e fo- ram submetidos a cortes iniciais sagitais a partir de onde se planejou os cortes transversais e dorsais nas sequências de pulso spin-eco T1, T2 e DP. Em T1 utilizou-se TR=400ms e TE=30ms, T2 utilizou-se TR=2000ms e TE=80ms e na DP utilizou-se TR=2000ms e TE=30ms. A espessura do corte foi de 4mm, o número de médias foi igual a 2, a matriz foi de 256x256, o fator foi igual a 1,0 e o campo de visão foi de 14cm. A duração do exame completo da cabeça foi de 74,5minutos. As imagens obtidas com as sequências utili- zadas e com a bobina de cabeça humana foram de boa qualidade. Em T1 a gordura tornou-se hiperintensa e o líqui- do hipointenso. Em T2 a gordura ficou menos hiperintensa e o líquido hiperintenso. A cortical óssea e o ar foram hipointensos em todas as sequências utilizadas devido a baixa densidade de prótons. A sequência DP mostrou o melhor contraste entre a substância branca e cinzenta quan- do comparada a T2 e a T1. T2 evidenciou o líquido cefalorraquidiano tornando possível a distinção dos sulcos e giros cerebrais. Através do exame de IRM foi possível, pelo contraste, identificar as estruturas ósseas componen- tes da arquitetura da região, músculos, grandes vasos ve- nosos e arteriais e estruturas do sistema nervoso central, além de elementos do sistema digestório, respiratório e es- truturas dos olhos entre outras. Nesse estudo as IRM ad- quiridas nas sequências T1, DP e T2 foram complementa- res para o estudo dos aspectos anatômicos da cabeça de cães demonstrando-os com riqueza de detalhes. O tempo requerido para o exame completo da cabeça é compátivel para uso em animais vivos desde que devidamente anestesiados e controlados. Os resultados obtidos por esse trabalho abrem caminho em nosso meio, para o estudo de animais vivos e para o início da investigação de doenças,
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Monitoramento in vivo por imagem por ressonância magnética de células C6 de glioma marcadas com nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro.

Monitoramento in vivo por imagem por ressonância magnética de células C6 de glioma marcadas com nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro.

Objetivo: Realizar monitoramento temporal por imagem por ressonância magnética da migração de células C6 marcadas com nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro utilizadas na indução de tumor de glioblastoma no modelo animal, com o intuito de auxiliar no prognóstico e na terapêutica de tumores. Métodos: Para o modelo animal de indução de tumor, foram utilizados ratos Wistar machos, divididos em dois grupos. No primeiro grupo (n=3), o tumor foi induzido por células C6 marcadas com nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro e, no segundo grupo, (n=3) o tumor foi induzido por C6 não marcadas. Foi realizada análise in vitro da distribuição intracelular das nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro nas células C6 mediante coloração de azul da prússia. As células C6 para a indução de tumor foram implantadas no córtex frontal direito. Posteriormente, foram realizados o monitoramento tumoral e a detecção das nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro por sequências de imagem por ressonância magnética ponderadas em T 2 e T 2 *, em campo de 2T. Após os estudos de imagem por ressonância magnética, o tecido tumoral foi submetido à análise histológica. Resultados: A avaliação qualitativa do estudo in vitro mostrou boa distribuição e satisfatória marcação celular com nanopartículas superparamagnéticas de óxido de ferro. No monitoramento realizado por imagem por ressonância magnética, foi observada, no 14 o e 21 o dia, redução do sinal em T
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Protocolo de testes de aceitação em equipamentos de imagem por ressonância magnética.

Protocolo de testes de aceitação em equipamentos de imagem por ressonância magnética.

OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo criar um protocolo de testes de aceitação para equipamentos de imagem por ressonância magnética e demonstrar como e quais tipos de dispositivos de teste podem ser usados para a coleta de dados. MATERIAIS E MÉTODOS: Para cada um dos 15 testes selecionados foram elaborados a definição, o procedimento, a forma de análise e o critério de aceitação. RESULTADOS: Atra- vés dos testes de aceitação descritos é possível verificar características técnicas que constam nas propos- tas de venda dos fabricantes, assim como estabelecer valores de referências para serem utilizados em pos- teriores testes de constância. CONCLUSÃO: Futuros programas de garantia da qualidade em imagem por ressonância magnética devem considerar testes semelhantes ou iguais aos descritos neste trabalho. Unitermos: Imagem por ressonância magnética; Controle de qualidade.
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Achados de imagem na ressonância magnética multiparamétrica dos leiomiomas prostáticos puros.

Achados de imagem na ressonância magnética multiparamétrica dos leiomiomas prostáticos puros.

Objetivo: Descrever os achados de imagem de tumores prostáticos não adenocarcinoma na ressonância magnética multiparamétrica. Métodos: Realizaram ressonância magnética multiparamétrica da próstata para detecção de câncer de próstata 200 pacientes de agosto de 2013 a setembro de 2014, seguida por biópsia com fusão de imagens de ultrassonografia/ressonância magnética. Resultados: Encontramos três casos confirmados histologicamente de leiomiomas prostáticos puros (0,02%) em nossa casuística e descrevemos os achados da ressonância magnética multiparamétrica destes casos de leiomiomas. Os achados de imagem foram semelhantes aos de lesões com moderada ou alta suspeição para neoplasia clinicamente significante (Likert 4 ou 5) quando localizados na zona de transição ou zona periférica da próstata. Conclusão: Leiomiomas puros da próstata tiveram achados de imagem na ressonância magnética multiparamétrica que mimetizaram adenocarcinomas. Radiologistas, urologistas e patologistas devem estar cientes destas entidades e seus achados de imagem.
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Aspectos de imagem do xantoma do tendão calcâneo na ultrassonografia e ressonância magnética.

Aspectos de imagem do xantoma do tendão calcâneo na ultrassonografia e ressonância magnética.

O xantoma no tendão calcâneo é uma doenc¸a rara e tem uma alta associac¸ão com hiper- lipidemia primária. O diagnóstico precoce é fundamental para o início do tratamento e para alterar o curso da doenc¸a. Os exames de imagem podem auxiliar nesse diagnóstico. Este estudo relata o caso de um homem de 60 anos apresentando nódulos indolores nos cotovelos e tendões calcâneos, sem crises típicas de gota, acompanhado no ambulatório de doenc¸as microcristalinas da Unifesp para esclarecimento diagnóstico. Os testes laboratoriais solicitados apresentavam dislipidemia. Ultrassom (US) mostrou espessamento difuso dos tendões calcâneos com áreas hipoecoicas. Ressonância magnética (RM) mostrou espessa- mento difuso dos tendões, com áreas de sinal intermediário e padrão reticulado no interior. Os exames de imagem mostraram aspectos relevantes no diagnóstico de xantoma, auxili- ando no diagnóstico diferencial.
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Angiografia por ressonância magnética na avaliação das artérias renais: achados de imagem.

Angiografia por ressonância magnética na avaliação das artérias renais: achados de imagem.

OBJETIVO: Descrever as indicações, os principais diagnósticos e os achados de imagem nas angiografias por ressonância magnética das artérias renais. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo retrospectivo, no período de 6/12/2001 a 11/3/2004, num total de 56 exames, totalizando 111 artérias renais estudadas. Os exames foram realizados em um equipamento de 1,5 tesla, segundo o protocolo do Serviço. RESULTADOS: Foi demonstrado que 55,4% (n = 31) pacientes eram masculinos e 44,6% (n = 25), femininos. O paciente mais novo tinha 12 anos e o mais velho, 88 anos. De um total de 25 diferentes indicações, a hipertensão arterial sistêmica com 26,7% (n = 15) foi a principal, seguida de dor abdominal e/ou lombar com 12,5% (n = 7), aneurisma da aorta abdominal com 10,7% (n = 6), estenose da artéria renal com 8,9% (n = 5), e outros. No que se refere às imagens, 43 (76,7%) exames tiveram algum tipo de alteração e 13 (23,2%) foram normais. Dentre os que tinham alterações, a maioria se deu no calibre, e dentre elas, as irregularida- des parietais, aneurismas e estenoses foram as mais comuns. Na artéria renal direita as alterações mais comuns foram as irregularidades parietais com 17,87% (n = 10), e na artéria renal esquerda foram as estenoses com 25,45% (n = 14). CONCLUSÃO: A angio-RM mostrou-se excelente método no estudo das artérias renais, devido à sua sensibilidade e capacidade multiplanar para avaliar as estruturas vasculares.
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Imagem funcional por ressonância magnética para mapeamento de memória episódica em...

Imagem funcional por ressonância magnética para mapeamento de memória episódica em...

Com a análise estatística realizada pelo GLM, obtêm-se um mapa 3D constituído por valores estatísticos associados a cada voxel da imagem. Para a visualização desses mapas, utiliza-se uma escala de cores do vermelho ao amarelo, por exemplo, com o limite inferior correspondendo à tolerância estatística de escolha. Os menos significativos, próximos à tolerância, recebem uma tonalidade avermelhada, e os que são muito significativos, tons próximos ao amarelo, omitindo os que se encontram abaixo do limiar (figura 16). Os voxels acima do limiar são chamados de “ativos”, ou seja, possuem significativa modulação à função preditora e são indicativos de atividade cerebral decorrente do estímulo aplicado.
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A avaliação dos achados de imagem na ressonância magnética convencional e o desenvolvimento da técnica de difusão por ressonância magnética para caracterização de lesões císticas pancreáticas

A avaliação dos achados de imagem na ressonância magnética convencional e o desenvolvimento da técnica de difusão por ressonância magnética para caracterização de lesões císticas pancreáticas

Em relação ao diagnóstico das lesões císticas, a maioria dos nossos casos foi de lesões serosas e cistos estáveis, em concordância com a literatura mundial. É interessante notar que grande parte dos cistos possuía dimensões bastante reduzidas, o que vai de encontro ao número crescente de exames solicitados como rotina de "check-up" e à maior qualidade dos exames seccionais de imagem.

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Ressonância magnética com imagem tensor de difusão e volumetria baseada em VOXELS na investigação da afasia primária progressiva

Ressonância magnética com imagem tensor de difusão e volumetria baseada em VOXELS na investigação da afasia primária progressiva

Métodos: Foram avaliados quatro pacientes com afasia primária progressiva através de testagem neuropsicológica, ressonância nuclear magnética utilizando imagem tensor [r]

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Einstein (São Paulo)  vol.15 número4 eins S1679

Einstein (São Paulo) vol.15 número4 eins S1679

Paciente de 13 anos com indicação cirúrgica para trata­ mento de escoliose. O exame neurológico revelou per­ da completa de movimento do olhar horizontal com olhar vertical normal, sugerindo diagnóstico de parali­ sia do olhar conjugado horizontal e escoliose progressi­ va. A imagem por ressonância magnética revelou ponte hipoplásica e medula com proeminência de fenda na linha média, resultando na configuração característica de “borboleta”. (1) A tractografia mostrou ausência de

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Ressonância magnética funcional na oncologia: estado da arte.

Ressonância magnética funcional na oncologia: estado da arte.

O estudo convencional dos tumores por ressonância magnética avalia tanto características morfológicas e quantitativas, tais como tama- nho, edema, necrose e presença de metástases, quanto características qualitativas, como grau de realce pós-contraste. Entretanto, as mudanças no metabolismo celular e na fisiologia tecidual que precedem as mudanças morfológicas não são detectadas com a técnica convencional. O desenvolvimento de novas técnicas de imagem por ressonância magnética possibilitou a avaliação funcional das estru- turas, no intuito de obter informações sobre os diferentes processos fisiológicos do microambiente tumoral, como níveis de oxigenação, celularidade e vascularização. O detalhado estudo morfológico, aliado às novas técnicas de imagem funcional, permite que o paciente oncológico seja adequadamente avaliado, incluindo as etapas de diagnóstico, estadiamento, avaliação de resposta e seguimento, com impacto positivo na qualidade de vida e taxa de sobrevida.
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Rev. CEFAC  vol.19 número4

Rev. CEFAC vol.19 número4

compararam 11 sujeitos saudáveis, com audição normal, não cantores, a 13 cantores proissionais, igualmente saudáveis e sem alterações auditivas, submetendo-os à audição de suas vocalizações com alteração de pitch, indicando-lhes as tarefas em que o pitch deveria ser corrigido e outras em que deveria ser mantido. Empregando imagem por ressonância magnética funcional, puderam comprovar que para as correções discretas de pitch, houve a ativação da porção anterior da zona rostral do cíngulo, todavia nas tarefas em que a correção do pitch devia ser ignorada a ativação deu-se no sulco temporal superior posterior. No entanto para os cantores líricos, essa adequação não esteve presente, sugerindo que grandes correções de pitch são coordenadas pelo mecanismo voluntário, ao passo que as correções menos acentuadas são involuntárias e tendem a ocorrer com interação entre as duas áreas cerebrais antecedendo o mecanismo voluntário de correção. Estes dados revelam o quanto o processo de modulação da frequência é soisticado e que diversas apartes cérebro estão envolvidas nessa complexa atividade vocal.
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Avaliação crítica dos benefícios e limitações da ressonância magnética como método complementar no diagnóstico das malformações fetais.

Avaliação crítica dos benefícios e limitações da ressonância magnética como método complementar no diagnóstico das malformações fetais.

OBJETIVO: Avaliar, por meio da ressonância magnética, uma série de fetos com diagnóstico ultra-sonográ- fico de malformação, a fim de estabelecer os benefícios e limites diagnósticos proporcionados pela técnica de ressonância magnética fetal, em comparação com a ultra-sonografia. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudadas 40 mulheres entre 15–35 semanas de gestação com diagnóstico de anomalia fetal durante o exame de ultra-sonografia. As pacientes foram encaminhadas para o estudo complementar com ressonância mag- nética. As indicações para o estudo da ressonância magnética fetal foram: anomalias do sistema nervoso central, do tórax, do abdome, renais, esqueléticas e tumores. A avaliação pós-natal incluiu a revisão das imagens de ultra-sonografia e ressonância magnética, o acompanhamento do nascimento, exames laborato- riais, radiológicos e necropsia. RESULTADOS: Os resultados mostraram que os estudos complementares com ressonância magnética fetal trouxeram informações adicionais em 60% dos casos estudados. Os benefícios da ressonância magnética fetal foram: ampliação da avaliação global, aumento do campo de avaliação, maior resolução tecidual pelo uso de seqüências, e avaliação em pacientes obesas e com oligoidrâmnio. Os limites da ressonância magnética fetal foram: evitar exame no primeiro trimestre, avaliação do fluxo sanguíneo, movi- mentação fetal, claustrofobia materna, estudo do coração fetal e esqueleto. CONCLUSÃO: A ressonância magnética fetal pode ser utilizada como método complementar para a avaliação das malformações fetais. Unitermos: Imagem por ressonância magnética fetal; Ultra-sonografia; Malformações; Single-shot; HASTE; Diagnóstico pré-natal.
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Proptose causada por adenoma pituitário gigante: relato de caso.

Proptose causada por adenoma pituitário gigante: relato de caso.

Objetivo: Relatar um caso raro de proptose unilateral associada à paralisia oculomotora e cegueira causados por adenoma pituitário gigante. Méto- dos: A paciente foi submetida a exame clínico e oftalmológico completo, campimetria, exame de imagem por ressonância magnética e estudo his- topatológico do tumor após intervenção cirúrgica. Resultados: Paciente de 21 anos apresentou perda visual progressiva bilateral associada à prop- tose e limitação da motilidade ocular do olho esquerdo. A campimetria re- velou hemianopsia temporal completa no olho direito e havia ausência de percepção luminosa no olho esquerdo. O exame de imagem por ressonância magnética mostrou extenso tumor infiltrando o terceiro ventrículo, seio cavernoso e ápice da órbita à esquerda. O estudo histopatológico revelou se tratar de adenoma hipofisário produtor de hormônio de crescimento e prolactina sem sinais de malignidade. Conclusão: Este caso é de interesse não apenas pelo fato do envolvimento orbitário pelos adenomas ser ex- tremamente raro, mas também para salientar a importância de diagnóstico precoce uma vez que apesar da histologia benigna, os adenomas invasivos nem sempre seguem curso clínico favorável.
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Diagnóstico por imagem das fístulas arteriovenosas da região do seio cavernoso.

Diagnóstico por imagem das fístulas arteriovenosas da região do seio cavernoso.

Figura 5. Ressonância magnética de encéfalo. a,b: Axial, sequências ponderadas em T2. c: Axial, sequência FLAIR. d: Axial, sequência ponderada em T1, pós- contraste. Paciente do sexo feminino, 24 anos, com diagnóstico de FCC espontânea. Flow void indicando alto fluxo no SC cavernoso e na VOS esquerda, que se apresenta ectasiada (setas finas). Observar, ainda, aumento de volume do seio. Proptose à esquerda (linha tracejada). Contrastação precoce e ectasia de ambas as VOSs, predominante à esquerda (setas grossas).

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PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA

34 Objetivo Geral: Fornecer bases teóricas e práticas para aplicação na ressonância magnética. Objetivos Específicos: Efetuar aquisição de imagens de Ressonância Magnética, segundo protocolos e normas técnicas; Ajustar os fatores geométricos que interferem na qualidade da imagem de Ressonância Magnética; Aplicar técnicas de Ressonância Magnética na aquisição de imagens, conforme solicitação médica; Aplicar técnicas de Ressonância Magnética em crianças, identificando e aplicando estratégias de manejo do cliente/paciente pediátrico com vistas a obtenção de imagens sem borramento; Aplicar os principais exames em Ressonância Magnética de membros superiores e inferiores, do crânio e face e da coluna vertebral; Proceder a exames especializados, utilizando os mecanismos fisiológicos do sistema o sistema em questão, na aquisição das imagens em Ressonância Magnética.
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Estudo comparativo entre bobinas de corpo e superfície na mamografia por ressonância magnética de próteses de silicone.

Estudo comparativo entre bobinas de corpo e superfície na mamografia por ressonância magnética de próteses de silicone.

Foram estudadas 43 próteses mamá- rias de silicone por meio de RM, num período de quatro meses, corresponden- do a 24 pacientes encaminhadas ao se- tor de imagem do Laboratório Fleury, São Paulo, SP, independentemente do fato de possuírem alterações clínicas nas suas próteses mamárias. Não foi usado em nenhum exame qualquer tipo de se- dação ou anestesia.

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Aspectos de imagem na tendinite calcária pré-vertebral.

Aspectos de imagem na tendinite calcária pré-vertebral.

Figura 4. Ressonância magnética de pescoço com imagens axiais ponderadas em T2 com saturação de gordura (A), T1 (B) e T1 pós-gadolínio (C), e imagem sagital ponderada em T2 com saturação de gordura (D). Notam-se calcificação no músculo longo do pescoço à direita (setas em A e B), realce de partes moles adjacentes (seta em C) e líquido no espaço retrofaríngeo (seta em D).

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Lesões expansivas intraventriculares à ressonância magnética: ensaio iconográfico - parte 1.

Lesões expansivas intraventriculares à ressonância magnética: ensaio iconográfico - parte 1.

Ilustramos este ensaio iconográfico com imagens de ressonância magnética obtidas em nosso serviço nos últimos 15 anos e discutimos as principais características de imagem de lesões intraventriculares de etiologia tumoral (ependimoma, astrocitoma pilocítico, neuro- citoma central, ganglioglioma, papiloma do plexo coroide, tumores neuroectodérmicos primitivos, meningioma, tumor epidermoide). Estas lesões representam um subgrupo de lesões intracranianas com características próprias e alguns dos padrões de imagem que podem facilitar o diagnóstico diferencial.
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Ressonância magnética cardíaca e tomografia computadorizada na cardiomiopatia isquêmica: atualidades.

Ressonância magnética cardíaca e tomografia computadorizada na cardiomiopatia isquêmica: atualidades.

Outra abordagem em estudo é a perfusão miocárdica de estresse pela TC aliada à técnica da ACC. Esta técnica ava- lia a perfusão miocárdica sob estresse e a anatomia corona- riana, fornecendo dados sobre uma possível isquemia e es- tenose coronariana, avaliando, assim, tanto a anatomia como a fisiologia miocárdica. Desde 1970 tenta-se aperfeiçoar esta técnica, mas só recentemente, com a evolução tecnológica da TCC, foi possível a avaliação miocárdica sob estresse. Estudos preliminares demonstraram uma melhora na preci- são do diagnóstico quando utilizadas as duas técnicas em conjunto, em comparação com a ACC isoladamente. Entre- tanto, esta técnica ainda carece de mais estudos para se esta- belecer protocolos de aquisição de imagem, dose do con- traste e da radiação (47–50) .
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