Índice de Mobilidade Sustentável

Top PDF Índice de Mobilidade Sustentável:

Aplicação de um índice do ambiente construído para avaliação da mobilidade sustentável.

Aplicação de um índice do ambiente construído para avaliação da mobilidade sustentável.

Observam-se os resultados do índice PVS em cada bairro, destacando-se diferentes características quanto aos indicadores. Icaraí apresenta resultados de forma expressiva na densidade e no tamanho do quarteirão, enquanto Santa Rosa, no acesso ao sistema de transportes. Nos dois outros indicadores (proporção de residência e não residência e tempo ao centro do bairro) as duas áreas apresentam valores equivalentes. A Região Oceânica apresentou os piores valores para os cinco indicadores, indicando um ambiente construído menos favorável à geração de viagens sustentáveis. O índice proposto caracteriza Icaraí como tendo um ALTO potencial de estimular viagens sustentáveis, com média de 265 pontos, indicando um ambiente construído com vitalidade, altamente favorável à mobilidade sustentável. Esse resultado reflete a dinâmica do bairro, que oferece boas opções de lazer, como a Praia de Icaraí e Campo São Bento. No bairro é observada a presença de muitos pedestres caminhando em ruas arborizadas, que possuem desenho urbano com boa conectividade e muitas opções de transporte público. Essas características convidam os moradores a realizarem suas atividades a pé, para compras, serviços ou simplesmente para caminhadas ou exercícios físicos. O resultado, observado nas ruas do bairro, confere à localidade de Icaraí um ambiente propício ao estímulo da mobilidade não motorizada, em que os moradores não dependem do uso do automóvel para realizar suas atividades.
Mostrar mais

11 Ler mais

Potencial de transferência de um índice de  mobilidade sustentável para campus universitário

Potencial de transferência de um índice de mobilidade sustentável para campus universitário

Campi universitários con iguram PGVs de caracterı́sticas particulares e alta complexidade, motivo pelo qual devem ser tratados de forma diferenciada (Parra, 2006; Balsas, 2003; Meireles, 2014; Stein e Rodrigues da Silva, 2014 e 2017; Rodrigues et al., 2005; Chung et al., 2018). Por abrigarem instituições de ensino e, consequentemente, constituı́rem uma comunidade de futu- ros tomadores de decisão, espera-se que os campi exerçam o papel de laboratório de boas prá- ticas em diversos aspectos, inclusive no que diz respeito à mobilidade sustentável (Tolley, 1996; Meireles, 2014; Vale et al., 2018). Além disso, os campi, em geral, apresentam ambientes de uso misto do solo, multimodais e caminháveis, sendo, portanto, locais propı́cios para boas práticas de mobilidade (Cherry et al., 2018). Dessa forma, é aconselhável que se invista no planejamento desses PGVs, visto que apresentam um alto potencial de impacto positivo na sociedade (Shan- non et al., 2006). Foi para este contexto que Oliveira (2015) elaborou um ı́ndice de mobilidade sustentável para campus universitário (intitulado IMSCamp) e o aplicou no campus da USP de São Carlos.
Mostrar mais

11 Ler mais

Desafios e perspectivas para avaliação e melhoria da mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo de municípios brasileiros

Desafios e perspectivas para avaliação e melhoria da mobilidade urbana sustentável: um estudo comparativo de municípios brasileiros

Resumo: Este estudo teve como objetivo geral a identificação de desafios e perspectivas para avaliação e melhoria da mobilidade urbana sustentável com base em três análises conduzidas nos seguintes municípios: Belém, Curitiba, Goiânia, Juazeiro do Norte, Uberlândia e Itajubá. A primeira análise foi uma comparação das condições de mobilidade encontradas nas seis cidades selecionadas nas cinco regiões do Brasil, a partir dos resultados obtidos com o Índice de Mobilidade Urba- na Sustentável (IMUS). Em seguida, uma estratégia para avaliação e seleção de ações destinadas à promoção da mobilidade sustentável foi aplicada às mesmas cidades e os resultados também comparados. Finalmente, os resultados das duas avalia- ções foram analisados comparativamente. Embora uma clara correlação entre desempenho e viabilidade tenha sido encon- trada, a possibilidade de identificar casos em que isto não ocorre (por exemplo, quando indicadores com baixo desempenho são viáveis de serem melhorados) é também importante. Isto pode indicar uma oportunidade para a melhoria da mobilidade urbana sustentável.
Mostrar mais

10 Ler mais

Um índice de mobilidade urbana sustentável

Um índice de mobilidade urbana sustentável

ƒ Coluna M - Nesta coluna é feita automaticamente a Normalização dos scores dos indicadores, para valores entre 0,00 e 1,00. Para isso foram inseridas fórmulas baseadas nos valores e funções que representam a Escala de Avaliação proposta para cada indicador. Nos casos onde é definido um limite para o indicador, a partir do qual este passa a contribuir de forma negativa para a mobilidade sustentável, a planilha também permite a normalização de seu score, levando em consideração esta variação no comportamento do indicador. No caso de variação dos valores de referência destas escalas, será necessária a adaptação desta coluna de forma a permitir a correta normalização dos scores dos indicadores. Caso tenha sido inserido na Coluna K um score incompatível com a unidade de medida do Indicador, ou valores fora dos limites mínimo e máximo indicados como valores de referência na Escala de Avaliação, nesta coluna irá aparecer a mensagem “ERRO”. Isso implica na revisão do valor inserido, uma vez que não é possível obter os resultados global e setoriais do IMUS se qualquer uma das células estiver apresentando esta mensagem;
Mostrar mais

274 Ler mais

Plano de mobilidade sustentável de Loulé: relatório de diagnóstico

Plano de mobilidade sustentável de Loulé: relatório de diagnóstico

A análise dos inquéritos O/D realizados no interior dos autocarros que realizam o serviço na mesma data em que se efectuaram as contagens confirma a importância dos principais locais de paragem bem como identifica outros pontos que não merecem qualquer tipo de escolha por parte dos inquiridos. Nesta situação encontram-se zonas da cidade com reduzido índice habitacional e uma outra que tendo uma procura sazonal – o Parque de Campismo – não regista no momento da inquirição qualquer motivo de atracão, compreensível face à época do ano em que se procedeu à aplicação dos inquéritos. A apreciação das distâncias percorridas pelos utilizadores do serviço de transporte público urbano revela que a maioria (61%) faz uso de percursos com extensão acima dos 1500 metros, sendo irrelevantes os percursos de pequena dimensão (abaixo dos 500 metros), o que se afigura justificável face ao natural favorecimento de modos alternativos menos consumidores de tempo – a pé ou em transporte individual.
Mostrar mais

126 Ler mais

INDICADORES DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL PARA A CIDADE DE UBERLÂNDIA, MG

INDICADORES DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL PARA A CIDADE DE UBERLÂNDIA, MG

À medida que se ampliam os problemas ambientais, econômicos e sociais responsáveis pelo declínio da qualidade de vida nas cidades evidencia se a necessidade de implantação de princípios e diretrizes de sustentabilidade, bem como a monitoração dos elementos que caracterizam o ambiente urbano. Assim, indicadores de mobilidade tornam se instrumentos fundamentais para promover o conhecimento e a informação necessários para a compreensão dos problemas e particularidades presentes nos centros urbanos. O principal objetivo desta pesquisa foi identificar indicadores de mobilidade urbana para a cidade de Uberlândia, MG, onde foi utilizado o Índice de Mobilidade Urbana Sustentável – IMUS, ferramenta de análise da mobilidade urbana sustentável. Os objetivos específicos visaram conceituar desenvolvimento sustentável, compreender a mobilidade urbana, identificar a mobilidade urbana sustentável e a acessibilidade, definir indicadores de mobilidade sustentável, calcular o IMUS para cidade de Uberlândia e avaliar os resultados encontrados. Foram calculados 80 dos 87 indicadores estabelecidos pelo Guia de indicadores do IMUS. O valor encontrado para o IMUS Global, 0,717, numa escala que varia de 0,00 a 1,00, pode indicar que a cidade tem adotado políticas públicas com ações favoráveis à mobilidade urbana. Os principais aspectos que podem indicar a preocupação com a mobilidade urbana sustentável são os Aspectos Sociais, Aspectos Ambientais e Acessibilidade. Entretanto, o domínio Modos não Motorizados foi o que menos contribuiu para a mobilidade urbana em Uberlândia, ao verificar se que é inexistente estacionamento para bicicletas nos terminais de transporte público e também são reduzidas as vias de uso exclusivo para ciclistas e pedestres. O resultado do IMUS pode ser importante instrumento para implantação de políticas públicas municipais que agreguem melhorias para a mobilidade e acessibilidade urbanas, além de seu cálculo ser passível de aperfeiçoamentos e inclusão de novos indicadores em trabalhos futuros.
Mostrar mais

149 Ler mais

Caracterização do Índice de Mobilidade Urbana Sustentável (IMUS) para a cidade de Medellin – Colômbia

Caracterização do Índice de Mobilidade Urbana Sustentável (IMUS) para a cidade de Medellin – Colômbia

20 SANDBERG et al. (2004) define a mobilidade sustentável como “a capacidade de atender a necessidade da sociedade de se mover livremente, obter acesso, comunicar, negociar e estabelecer relações sem sacrificar outros valores humanos e ecológicos essenciais, hoje ou no futuro”. Essa definição também foi acolhida posteriormente por GROUP OF THE PROGRESSIVE ALLIANCE OF SOCIALISTS & DEMOCRATS IN THE EUROPEAN PARLIAMENT (2009). Mobilidade urbana sustentável está mais ligado ao conceito de transporte sustentável, o qual COSTA (2008) disse não encontrar uma definição somente para esse termo. No entanto, depois de reunir as definições dadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) um grupo de especialistas da comissão europeia de transportes e o ministério dos transportes, COSTA (2008) define transporte sustentável como aquele que contribui para o bem-estar econômico e social, sem prejudicar a saúde humana e o meio ambiente.
Mostrar mais

132 Ler mais

O papel dos indicadores do índice de mobilidade urbana sustentável na fase de compreensão da problemática do processo de planejamento

O papel dos indicadores do índice de mobilidade urbana sustentável na fase de compreensão da problemática do processo de planejamento

Outra avaliação feita em Anápolis foi a comparação do seu IMUS global com os das cidades de Curitiba e Uberlândia, utilizando indicadores com dados disponíveis, e não disponíveis, atribuindo scores máximos e mínimos, tendo como resultado dessas últimas cidades, faixas de valores bem maiores que de Anápolis. Isso traz a necessidade de alternativas para promover a mobilidade sustentável. Em busca de avaliar e selecionar alternativas de ações de melhorias para a mobilidade foi proposta uma análise para que 2 gestores e 1 técnico da cidade, mais 2 especialistas externos avaliassem, por meio de questionário, a viabilidade de melhoria de cada indicador quanto ao prazo, custo, e risco político. Por meio dessa combinação, tornou-se possível simular o impacto que cada indicador, pela sua variação, ocasionou no cálculo final do IMUS. Apesar das dificuldades que esses avaliadores tiveram por motivos variados (falta de informação ou entendimento do indicador), essa é uma maneira de hierarquizar quais scores deveriam ser priorizados para melhorar o grau de sustentabilidade. Apesar de algumas discrepâncias nessas avaliações, a tendência seria diminuí-las ao dispor de mais pessoas para desenvolver tal análise. Por último, a decisão de agir em prol de melhorias na mobilidade, propostas nesse trabalho, pode seguir dois caminhos diferentes. Um deles seria melhorar o valor do índice através da priorização de indicadores com os menores valores. O outro seria priorizar ações focando pontualmente em indicadores que são tratados com baixo custo, curto prazo e reduzido risco político.
Mostrar mais

151 Ler mais

Caracterização do Índice de Mobilidade Urbana Sustentável (IMUS) para a cidade de Medellin - Colômbia

Caracterização do Índice de Mobilidade Urbana Sustentável (IMUS) para a cidade de Medellin - Colômbia

A motivação para escrever esta dissertação começou com o reconhecimento que teve a cidade de Medellín no ano 2013 de cidade inovadora, entre outras coisas pelas inovações no transporte, junto com a experiência como observador dos problemas de transporte como engarrafamentos e poluição. Fica evidente para o elaborador desta dissertação que, como morador da cidade, o aumento da frota de veículos são os principais causantes do barulho na cidade e ao mesmo tempo os responsáveis das altas emissões de gases de efeito estufa. Outra motivação foi encontrar uma ferramenta para medir sustentabilidade do transporte, porque tanto no Plan Maestro de movilidad (PMMVA) quanto no Plan de desarrollo secretario se fala de mobilidade sustentável. A sustentabilidade da qual esses planos falam, não são quantificadas nos pilares da sustentabilidade (social, ambiental e econômico), só em questões isoladas. Assim, essa ferramenta poderia ajudar a achar os pontos concretos onde deve-se agir.
Mostrar mais

132 Ler mais

Gestão de demanda por viagens: estudo sobre as iniciativas institucionais na busca por uma mobilidade urbana sustentável através de um índice (IMOC)

Gestão de demanda por viagens: estudo sobre as iniciativas institucionais na busca por uma mobilidade urbana sustentável através de um índice (IMOC)

Baseado na Gestão de Demanda por Viagens (GDV), este ar go foca em inicia vas que podem ser usadas por ins tuições na busca pela mobilidade sustentável. Por muito tempo, os problemas de mobilidade urbana foram gerenciados através do aumento do espaço viário. Entretanto, percebeu-se que, mesmo quando os inves mentos em infra- estrutura são realizados em larga escala, seus beneCcios não duram muito, visto que expansão do espaço viário incen va o transporte individual. A necessidade de uma es- tratégia para aprimorar o uso das infraestruturas e potencializar opções de transporte levou ao desenvolvimento da Gestão da Demanda por Viagens (GDV). Essa estratégia será estudada neste ar go pela análise de duas ins tuições: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R). Para tal, é proposto o Índice de Mobilidade Corpora va (IMOC), que mostra a adequa- ção das ins tuições às prá cas de GDV. Os resultados indicam que o C.E.S.A.R. (IMOC=0,52) é mais efe vo que a UFPE (IMOC=0,46).
Mostrar mais

13 Ler mais

Índice Escolar de Orientação Sustentável (IEOS)

Índice Escolar de Orientação Sustentável (IEOS)

O presente trabalho apresenta uma proposta de construção de um índice, o Índice Escolar de Orientação Sustentável (IEOS), como uma ferramenta que venha a contribuir para medir a implementação de medidas de incentivo a comportamentos mais sustentáveis - a nível económico, ambiental e social. Defende-se que este seria um complemento ao ​ranking das escolas, que atualmente tem apenas como base apenas nas classificações dos alunos, por pretender medir o impacto da educação para um mundo mais sustentável. Defende-se ainda que este índice está alinhado com os valores e objetivos da Economia Social e é-lhe favorável à sua posição nos mercados. Para a estruturação teórica do IEOS é feito o levantamento das principais medidas apontadas pela literatura como importantes para o estímulo à sustentabilidade económica, ambiental e social. Termina com uma aplicação-teste do IEOS em atuais escolas portuguesas, através de uma metodologia mista, e concluiu-se que a sua orientação para a sustentabilidade é em geral modesta e pouco evidente.
Mostrar mais

85 Ler mais

A Mobilidade Urbana e a Eficiência Energética. O Caso do Metro do Porto

A Mobilidade Urbana e a Eficiência Energética. O Caso do Metro do Porto

Nos últimos anos, o número de viagens cresceu dramaticamente, sendo praticamente incomportável, tendo em conta a escassez de recursos, destacando os recursos energéticos (Banister, 2011a). Desta forma, é necessário, tendo em vista a redução dos consumos de energia, reavaliar a mobilidade no Setor dos Transportes (Banister, 2011a). Todavia, importa realçar que os combustíveis fósseis continuam a ser os maiores impulsionadores da economia mundial, nomeadamente, o Setor dos Transportes que, associado a infraestruturas adequadas, permitem a realização, de uma forma mais expedita e a um custo reduzido, a maioria das viagens que os passageiros necessitam de realizar (Ribeiro e Mendes, 2017). No entanto, esta mobilidade, fomentada pelo carbono, afeta, por vezes, de um modo irreversível, os diversos ecossistemas do planeta traduzindo-se em fenómenos associados às alterações climáticas, sendo necessário alterar este paradigma e caminhar para uma mobilidade mais sustentável, eficiente e descarbonizada (Banister, 2011b).
Mostrar mais

73 Ler mais

A Economia Compartilhada como um Movimento de Transição para uma Mobilidade Sustentável

A Economia Compartilhada como um Movimento de Transição para uma Mobilidade Sustentável

Toma-se, então, como oportuna, a inserção da EC neste debate, dadas a sua dimensão enquanto prática de negócio, que possui concepções institucionais próprias e sua apresentação como um potencial caminho à sustentabilidade. Ademais, a EC se insere no modelo de Geels (2012), quando se vê refém das sete dimensões de institucionalização de uma prática sustentável sob a ótica sócio-técnica. Assim, cabe ressaltar que os casos ilustrativos abordados neste trabalho mantêm total alinhamento com a visão da TpS, em especial, à luz da PMN, ao atuarem como nichos tecnológicos frente ao regime de mobilidade, devidamente enquadrados como sistemas sócio- técnicos.
Mostrar mais

18 Ler mais

Plano de mobilidade sustentável de Faro – Relatório de diagnóstico

Plano de mobilidade sustentável de Faro – Relatório de diagnóstico

A análise dos movimentos pendulares no concelho de Faro4, baseada nos resultados dos Censos da população de 2001 e 1991, permitindo a identificação da estrutura espacial das dependências[r]

135 Ler mais

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Estudo diagnóstico do desenvolvimento urbano e do sistema de transportes da cidade de Ouro Preto/MG : subsídios para a implantação de um teleférico.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Estudo diagnóstico do desenvolvimento urbano e do sistema de transportes da cidade de Ouro Preto/MG : subsídios para a implantação de um teleférico.

Em linhas gerais, essa lei preservou a totalidade dos princípios e das diretrizes da Política Nacional da Mobilidade Urbana Sustentável, formulados pelo Ministério das Cidades em 2004, quais sejam: acessibilidade universal; desenvolvimento sustentável; equidade no acesso ao transporte público coletivo; transparência e participação social no planejamento; controle e avaliação da política; segurança nos deslocamentos; justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes meios e serviços; equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros; prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado; integração da política de mobilidade como a de controle e uso do solo; a complementaridade e diversidade entre meios e serviços (intermodalidade); a mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos de pessoas e bens; o incentivo ao desenvolvimento tecnológico e ao uso de energias renováveis e não poluentes; priorização de projetos de transporte coletivo estruturadores do território, entre outras. (IPEA, 2012, p. 6).
Mostrar mais

161 Ler mais

Transporte ativo: implementação e avaliação de um programa de intervenção sobre os hábitos de deslocação em bicicleta para a escola

Transporte ativo: implementação e avaliação de um programa de intervenção sobre os hábitos de deslocação em bicicleta para a escola

O quadro proveniente das respostas à perspetiva de deslocação para a escola de bicicleta revelou-se adverso ao transporte ativo, pois alunos e pais foram expressivos nas suas posições quanto à falta de abertura nesta matéria, afirmando que não gostariam de se deslocar de bicicleta para a escola ou que os seus filhos o fizessem. As raparigas mostraram outra recetividade no que respeita ao transporte ativo de bicicleta nas deslocações para a escola, admitindo gostar de fazê-lo. Curiosamente, foram os alunos que mais distam da escola os que acolheram favoravelmente a possibilidade de deslocação para a escola de bicicleta. Esta vontade de cumprir o percurso para a escola de bicicleta, apesar da distância percorrida, talvez se deva ao facto destes alunos residirem na periferia, em zonas mais rurais, onde a bicicleta ainda é valorizada. A vontade demonstrada para usar a bicicleta no percurso casa-escola não divergiu muito entre os alunos dos diferentes anos de escolaridade do ensino secundário, constatando-se, uma menor predisposição dos alunos mais velhos para aderir ao transporte ativo, justificando-se assim um programa de intervenção em idades mais jovens. A fraca adesão aos modos suaves de mobilidade (andar a pé e de bicicleta) e, simultaneamente, a preferência no uso do automóvel nas deslocações casa-escola registados no estudo 1 são coincidentes com a opinião de Lopes & Neto (2013).
Mostrar mais

79 Ler mais

Mobilidade e adensamento urbano: aplicação de indicadores em estudo de caso no Distrito...

Mobilidade e adensamento urbano: aplicação de indicadores em estudo de caso no Distrito...

Porém, somente essas medidas não são suficientes para fazer com que a mobilidade urbana mais sustentável ocorra. Pela bibliografia estudada, esse assunto envolve várias condicionantes relacionadas, por exemplo, ao planejamento urbano, ao padrão de consumo e às mudanças culturais. Pelos modelos teóricos pesquisados, a cidade que melhor corresponde aos princípios de sustentabilidade, que otimiza os recursos e é mais eficiente, é a cidade policêntrica e adensada, pois ela prioriza o pedestre, o ciclista e o uso do transporte coletivo, limita o uso do automóvel, flexibiliza os deslocamentos, evita a dispersão para áreas desprovidas de infraestrutura ou ambientalmente protegidas, intensifica a convivência por meio de espaços públicos e áreas verdes, favorecendo a coletividade.
Mostrar mais

304 Ler mais

Mobilidade sustentável no acesso a Campi Universitários: estudo de caso: Universidade do Minho

Mobilidade sustentável no acesso a Campi Universitários: estudo de caso: Universidade do Minho

utilizadores que vivem a menos de 1.5km, o aumento do custo do parque para quem vive entre 1,5km e 5,0 km dos Campi, a proibição de estacionar a alunos inscritos pela primeira vez nos Campi, a criação de balneários e cacifos para utilizadores de modos suaves, campanhas de sensibilização para a importância de uma prática de mobilidade sustentável nos campi universitários, prémios para departamentos com a maior taxa de uso de modos suaves e transportes públicos. Para as autarquias propôs-se as seguintes 5 medidas: melhoramento da segurança nas redes pedonais, criação de casas para estudantes com rendas mais baratas, a adoção de sinalização de tráfego, como marcação das vias públicas para alertar os condutores da possível presença de ciclistas, a disponibilização de bicicletas gratuitas junto das estações de transportes públicos para estudantes universitários, a criação de uma equipa de gestão de mobilidade em parceria com a Universidade. Para os organismos que gerem a rede de transportes públicos propõe-se 2 medidas: fomentar a intermodalidade do sistema de transportes (autocarro/ bicicleta) e a criação do PASS – U (Passe Universitário).
Mostrar mais

222 Ler mais

Índice de propensão ao  sustentável: o nordeste brasileiro

Índice de propensão ao sustentável: o nordeste brasileiro

Este trabalho tem por objetivo analisar, comparativamente, a distribuição hierárquica e espacial do Índice de Propensão ao Desenvolvimento Sustentável, dos estados da Região Nordeste do Brasil. Para tanto, empregamos os postulados teóricos de Brito (2004) e Leal (2008) sobre qualidade de vida, contemplando um breve histórico sobre o seu surgimento e a difícil definição do termo; os estudos de Van Bellen (2005), Moretto e Giacchini (2006), Veiga (2006), Malheiros et al (2008) e Oliveira (2009) sobre desenvolvimento sustentável, seu surgimento, conceito e mensuração. A fim de analisarmos o Índice de Propensão ao Desenvolvimento Sustentável, dos estados da Região Nordeste do Brasil, utilizamos as mesmas dimensões adotadas pelo IBGE para medirem este índice, a saber, ambiental, social, econômica e institucional.A base de dados das variáveis utilizadas foi IBGE, PNAD, MDS, BCB e MDIC. A escolha destas levou em conta 03(três) critérios: fidedignidade dos dados, disponibilidade de dados em nível de unidade federativa e coerência com o tema. Foi realizado também o procedimento de padronização, tendo em vista os dados estarem em unidades distintas. Depois, os estados foram hierarquizados tanto em relação ao IPDS, como em relação aos índices de cada dimensão. Desta forma, foi verificada a contribuição de cada variável para cada indicador, cada indicador para cada dimensão e de cada dimensão para o IPDS. Em seguida foram realizadas várias interpretações, inclusive identificando a(s) variável(is) e indicador(es) que mais impactou(aram) no resultado. Nossa análise permitiu-nos constatar que , dentre os estados da Região Nordeste, o estado de Sergipe apresentou maior propensão ao desenvolvimento sustentável e o Maranhão foi o estado que apresentou menor propensão ao desenvolvimento sustentável. Ficou evidenciado também que existe diferença quanto aos intervalos de propensão ao desenvolvimento sustentável entre os estados nordestinos.
Mostrar mais

13 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃOEM LOGÍSTICA ESTRATÉGICA E SISTEMAS DE TRANSPORTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃOEM LOGÍSTICA ESTRATÉGICA E SISTEMAS DE TRANSPORTE

Uma saída para essa situação a ser considerada assim como ocorre na cidade de São Paulo, é a adoção do rodizio de veículos 1 . Outra resposta ao problema do congestionamento foi à implantação de sistemas de transporte de ônibus de alta qualidade, conhecida pela sigla em inglês BRT (Bus Rapid Transit), bem como à incorporação da bicicleta nos sistemas de mobilidade urbana. Isto significou uma integração com instrumentos de gestão urbanística, subordinação aos princípios da sustentabilidade ambiental e ênfase na inclusão social. Tais iniciativas por sua vez, devem se alinhar a instrumentos de gestão econômica e de demanda por viagens, estimulando a livre escolha do cidadão pelos modos de transporte que evitem impactos socioeconômicos e ambientais negativos (IEMA, 2008). Ainda de acordo com o Instituto de Energia e Meio Ambiente à promoção do acesso a serviços públicos, a oportunidades de trabalho e a outras atividades que assegurem a integração social para toda a população só contribuirá para a construção de uma cidade sustentável se for baseada nos modos coletivos e não motorizados de transporte. A prova disso encontra-se logo na próxima figura onde é possível observar três situações comuns a configuração do transito nos grandes centros.
Mostrar mais

64 Ler mais

Show all 10000 documents...