Insegurança jurídica

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O Acordo Antecipado de Preços – APA como solução para reduzir a insegurança jurídica na aplicação das regras de Preço de Transferência no Brasil

O Acordo Antecipado de Preços – APA como solução para reduzir a insegurança jurídica na aplicação das regras de Preço de Transferência no Brasil

Nesse sentido, as jurisdições estrangeiras aplicam o Acordo Antecipado de Preços como forma de combater as inseguranças jurídicas trazidas pelas dificuldades de aplicação das regras de preços de transferência, que hoje são um problema mundial. O APA é um acordo firmado entre uma ou mais administrações tributárias e o contribuinte para estabelecer antecipadamente os critérios, a metodologia, bem como operações comparáveis para determinar os preços de transferência a serem utilizados por um período fixo de tempo. Assim, reduz da complexidade de aplicação dos métodos e gera uma solução individualizada para casos específicos, trazendo benefícios para os contribuintes e para a administração pública. Dentre os quais destacamos a além de evitar a bitributação, a redução de insegurança jurídica e a redução dos litígios que são custosos para a Fazenda Pública.
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A LEGALIZAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO E DA ATIVIDADE IRRESTRITA: UMA SOLUÇÃO A INSEGURANÇA JURÍDICA, A EFETIVIDADE DA LIVRE INICIATIVA E AO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO EMPRESARIAL?

A LEGALIZAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO E DA ATIVIDADE IRRESTRITA: UMA SOLUÇÃO A INSEGURANÇA JURÍDICA, A EFETIVIDADE DA LIVRE INICIATIVA E AO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO EMPRESARIAL?

Não obstante a lei da terceirização irrestrita estar em pleno vigor, a insegurança jurídica ainda permanece com toda sua essência em razão dos inúmeros questionamentos que estão sendo levantados acerca da sua in(constitucionalidade). A normatização da terceirização e a liberdade de contratar qualquer atividade (meio ou finalística) foi o primeiro passo na modernização da arcaica legislação trabalhista brasileira, que emperra o crescimento da economia. Esse tipo de gestão da produção, extremamente necessária e adequada aos tempos atuais, de crescente especialização, é uma realidade no mundo inteiro, em todas as cadeias produtivas.
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A IMPRESCRITIBILIDADE TRIBUTÁRIA NA FASE DE EXECUÇÃO FISCAL: A INSEGURANÇA JURÍDICA PELO SEU NÃO RECONHECIMENTO

A IMPRESCRITIBILIDADE TRIBUTÁRIA NA FASE DE EXECUÇÃO FISCAL: A INSEGURANÇA JURÍDICA PELO SEU NÃO RECONHECIMENTO

Pretende-se discutir no presente artigo, a questão da prescrição intercorrente no Processo de Execução Fiscal no que toca a segurança jurídica, estabilidade das relações, certeza e efetividade de um processo judicial, quando o decurso do tempo extingue o direito à pretensão. Os argumentos defendidos encontram fundamento em pesquisas bibliográficas, jurisprudenciais e nos princípios constitucionais tais como: princípio da razoável duração do processo, princípio da segurança jurídica bem como o princípio da utilidade. Quando se trata de prescrição intercorrente, há divergências em considerar sua efetividade na extinção do processo executivo fiscal, fazendo com que ocorra a insegurança jurídica pelo seu não reconhecimento. A segurança jurídica age no aspecto de não permitir que se torne permanente uma situação jurídica a qual se perpetua indefinidamente.
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OMISSÃO LEGISLATIVA E INSEGURANÇA JURÍDICA NO ACESSO AOS BENEFÍCIOS  Danilo Henrique Nunes, Lucas De Souza Lehfeld

OMISSÃO LEGISLATIVA E INSEGURANÇA JURÍDICA NO ACESSO AOS BENEFÍCIOS Danilo Henrique Nunes, Lucas De Souza Lehfeld

Tema de relevância social diz respeito ao tratamento dado pela sociedade para aos transgêneros. Os anseios acompanham o universo jurídico que deve refletir acerca dos direitos e deveres assegurados a tais indivíduos com base na legislação, assegurando a isonomia e da dignidade da pessoa humana. O presente estudo concentra-se em uma abordagem acerca de tais elementos, dando ênfase para os direitos previdenciários dos indivíduos transexuais. Além de contemplar a indispensabilidade de reflexão acerca dos benefícios previdenciários diante da omissão legislativa e insegurança jurídica nesse sentido, busca-se levantar os principais pontos sobre a questão previdenciária para os indivíduos transexuais.
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Insegurança jurídica na celebração do acordo de leniência com base na Lei Anticorrupção  Gladstone Avelino Britto

Insegurança jurídica na celebração do acordo de leniência com base na Lei Anticorrupção Gladstone Avelino Britto

Embora a Lei Anticorrupção não tenha conferido explicitamente poderes ao Ministério Público Federal (MPF) para firmar o acordo de leniência, o art. 129, inciso IX, da Constituição Federal possibilitou que MPF exerça várias funções que tenham pertinência temática com as suas finalidades institucionais, dentre as quais a persecução em matéria penal e civil, sobretudo como resposta a atos lesivos à administração pública, como a corrupção. A partir do brocardo jurídico de que “quem pode o mais, pode o menos”, resulta que a Constituição implicitamente atribuiu ao MPF a competência para celebrar acordos de leniência com as empresas que praticaram condutas ilegais, pacto esse que deve conter elementos para assegurar a efetividade da colaboração, o resultado útil do processo, além de comprometer a pessoa jurídica que admite sua participação no ilícito com o dever de reparar o dano ao Erário.
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A insegurança jurídica atrapalha o crescimento

A insegurança jurídica atrapalha o crescimento

Nosso sistema judicial não funciona na proteção dos direitos mais simples, os que fazem parte da vida das pessoas. É grave fator de insegurança a inei- ciência da Justiça penal. Os processos são demorados. E não é apenas pelo volume de ações. A produtividade da Justiça brasileira é baixa, e os juízes não se julgam obrigados a agir com ra- pidez. Existem, inclusive, magistrados com verniz intelectual querendo esta- belecer a diferença entre o tempo da Justiça e o tempo de outras atividades, como se isso pudesse existir. Quando aciono a Justiça quero solução rápida, bem pensada, competente. O juiz não tem que ilosofar para resolver. Não faz sentido. Quando um médico atende um paciente, é razoável que o faça de forma pronta. Por que um juiz não age da mesma forma? A morosidade tem conseqüências. A criminalidade, por exemplo, é incentivada com essa pos- tura do tempo diferido da Justiça.
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A insegurança jurídica dos efeitos vinculantes das decisões do Supremo Tribunal Federal...

A insegurança jurídica dos efeitos vinculantes das decisões do Supremo Tribunal Federal...

A eficácia do sistema tributário e a sua justiça exigem a correcta interpretação e aplicação da Norma tributária pela Administração capaz de proporcionar segurança jurídica ao cidadão contribuinte, o que exige, por sua vez, imparcialidade e objectividade da Administração e das instâncias de controlo, apesar da inevitabilidade de alguma margem de flexibilidade na aplicação da lei (e não na sua interpretação), a qual, no entanto, é sempre e apenas um meio para a justiça do caso concreto e nunca uma via para o arbítrio e o capricho pessoais. Por conseguinte, não nos referimos à indeterminação de toda a norma jurídica, que é sanável com o recurso de técnicas conhecidas da hermenêutica jurídica. A indeterminação da Norma que deixa ao seu aplicador alguma margem de flexibilidade para a realização da justiça no caso concreto é a indeterminação insuprível pela simples aplicação dos métodos interpretativos, geralmente resultante da utilização intencional pelo legislador de conceitos e expressões cujo “preenchimento” só pode ser feito pelo recurso a juízos valorativos ou apreciativos do aplicador da lei, os quais são indispensáveis para a realização da justiça no caso concreto pela tomada de decisão certa e exigida pelas circunstâncias em apreço. 105
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O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL  E O CRIME DE TRÁFICO DE DROGAS -  CAPÍTULO DE INSEGURANÇA JURÍDICA

O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E O CRIME DE TRÁFICO DE DROGAS - CAPÍTULO DE INSEGURANÇA JURÍDICA

Não obstante, diante da hediondez do tráfico de drogas -privilegiado ou não-, o regime de cumprimento de pena ainda deveria ser o inicial fechado, nos termos vigentes da Lei dos Crimes Hediondos, reformada pela Lei 11.464/2007. Contudo, admitia-se substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito. Era uma vida jurídica de extremos: ou cumpre a benesse penal que lhe evita o efetivo encarceramento, ou irá a estabelecimento prisional de regime fechado, em nível de segurança máxima ou média; portanto, ou viva bem no meio social, ou siga ao calabouço mais profundo (constitucionalmente admitido ou efetivamente aplicado).
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DIREITO DE GREVE DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL

DIREITO DE GREVE DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos Mandados de Injunção 670, 708 e 712 teve o mérito de reconhecer o direito de greve do servidor público e de trazer algum disciplinamento ao assunto, reduzindo a insegurança jurídica decorrente da omissão legislativa. Todavia, questiona-se a regulamentação da matéria in abstracto, via mandado de injunção, o que pode ser considerado uma intromissão indevida da Justiça em assunto da seara legislativa, violando o princípio constitucional da separação dos poderes. Questiona-se, ainda, a aplicação da Lei 7.783/89 aos servidores públicos, por se entender que, no caso, configurou-se uma utilização inadequada do recurso da analogia.
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Aspectos jurídicos do bairro rural Portal da Lagoa de Campo Grande, MS, na perspectiva do desenvolvimento local

Aspectos jurídicos do bairro rural Portal da Lagoa de Campo Grande, MS, na perspectiva do desenvolvimento local

Resumo: Esta pesquisa tem como foco os aspectos jurídicos do bairro rural Portal da Lagoa em Campo Grande, MS, com olhar no desenvolvimento local. O objetivo foi investigar os serviços essenciais que faltam na região e o problema de propriedade, refletindo sobre os impactos que a ausência desses serviços e questões da propriedade podem refletir para o Desenvolvimento Local. A metodologia consistiu em uma pesquisa bibliográfica e observação participante, com entrevistas e rodas de conversas com moradores do bairro. Assim, verificou-se que a população que vive no local enfrenta o sentimento de clandesti- nidade e abandono, porque falta o domínio dos imóveis, pois só possuem a posse dos lotes e dentre os vários serviços públicos que não são prestigiados na região. Portanto esses fatores podem influenciar significativamente no sentimento de pertença e identidade da população dessa região, fazendo com que seus habitantes vivam em constante sensação de desamparo do Estado e insegurança jurídica.
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Insegurança, ética e comunicação em saúde pública.

Insegurança, ética e comunicação em saúde pública.

analisa aspectos relacionados às novas característi- cas do mundo do trabalho no âmbito da chamada ‘modernidade líquida’. Mais especificamente, res- salta a tenuidade dos vínculos humanos nesse con- texto e assinala que um dos traços marcantes nas condições de vida contemporâneas (referindo-se especialmente às regiões mais prósperas e tecnolo- gicamente avançadas do mundo) recebe algumas tentativas de designar tal fenômeno: precariedade, instabilidade, vulnerabilidade. “O fenômeno que todos esses conceitos tentam captar e articular é a experiência combinada da falta de garantias (de posição, títulos e sobrevivência), da incerteza (em relação à sua continuação e estabilidade futura) e de insegurança (do corpo, do eu e de suas exten- sões: posses, vizinhança, comunidade)”( Bauman 3
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Direitos civis dos jovens e a insegurança urbana

Direitos civis dos jovens e a insegurança urbana

Como busca de construção de alternativas a essa situação, no âmbito da soci- edade civil, devemos reconhecer que instituições como a Associação Educacional da Juventude de Ribeirão Preto e o Centro Brasileiro da Infância e Juventude - Cebrij - também sediado em Ribeirão Preto, se propõem a desenvolver projetos, como organi- zações não-governamentais, perante essa situação de insegurança juvenil. É o caso do projeto apresentado por ambas à Secretaria de Assuntos Institucionais da Presi- dência da República que coordena o Plano Nacional de Segurança Pública, desde junho de 2000. O projeto intitulado “Segurança Urbana e Direitos Sociais dos Jovens em Ribeirão Preto” foi elaborado no intuito de envolver as aproximadamente 700 famílias dos jovens integrados à primeira, para as próprias famílias e os jovens a elas integrantes indicarem alternativas aos poderes públicos de superação do estado de violência que tomou conta da cidade.
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A fábrica da insegurança entre lenda urbana e gestão (Caracas).

A fábrica da insegurança entre lenda urbana e gestão (Caracas).

Estranhas a um discurso partidário maniqueísta, as tensões políticas manifestam-se de modo mais matizado em escala local. Observa-se um cam- po de tensões, de interações e intercâmbios que o relato geral e maniqueísta sobre insegurança não permite supor. Do mesmo modo, para romper com outra imagem maniqueísta das práticas de poder na Caracas do século XXI, o autoritarismo do Executivo nacional requer matizações importantes. As opor- tunidades institucionais de participação, ainda que tenham sido implementadas pelo governo nacional, criam as condições de uma autonomia potencial. A regulação é um equilíbrio; depende de relações de força entre diferentes atores ou grupos de interesses. Resultado disso é que os poderes públicos não domi- nam totalmente a agenda política local. O Estado mantém marcos fortes na orientação da governança da segurança – novas instituições, iniciativas legais, responsabilidade na construção de uma narrativa geral sobre insegurança. Ele pode ameaçar a autonomia das mobilizações dos cidadãos, porém não controla tudo. Quanto mais forte e visível é a mobilização no espaço público, maior é o peso das reivindicações em torno das quais as pessoas se mobilizam. Todos têm isso muito claro, a começar pelos próprios moradores mobilizados.
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INSEGURANÇA ALIMENTAR, ACESSO E INFLAÇÃO DE ALIMENTOS NO BRASIL

INSEGURANÇA ALIMENTAR, ACESSO E INFLAÇÃO DE ALIMENTOS NO BRASIL

Este trabalho partiu da perspectiva de que abordar um tema como a fome não é um trabalho simples, pois trata-se de um assunto polêmico e amplo. Reconhecer a natureza polissêmica da questão, apresentada no capítulo1, implica múltiplas possibilidades de análise em cada uma de suas dimensões, e, ao mesmo tempo revela a necessidade de um recorte do tema visando à exequibilidade de estudos. A opção adotada nesse trabalho foi por avaliar a Insegurança Alimentar no Brasil, considerando a inflação dos alimentos observada a partir dos anos 2000. Essa delimitação se justifica, sobretudo, pela identificação, mostrada no capítulo 2, de que a principal causa da fome no país, assim como em boa parte do mundo, refere-se à dificuldade de acesso econômico aos alimentos, decorrente da falta de renda, num quadro de pobreza que reflete, em última instância, sua situação de subdesenvolvimento. A própria evolução das políticas públicas de combate à fome no país, apresentada no capítulo 3, mostra a importância desse aspecto, que se tornou, com o tempo, seu principal enfoque, expresso, sobretudo, através do Programa Bolsa Família. A situação de Insegurança Alimentar no Brasil está relacionada, portanto, ao impacto dessas políticas no contexto atual, que é de inflação de alimentos, conforme exposto no capítulo 4. A avaliação desses impactos foi realizada no capítulo 5 desta tese, a partir de dados da POF e da PNAD. Verificou-se, a partir do estudo empírico, que a fome é um problema social universal no âmbito do capitalismo, com incidência muito maior em países subdesenvolvidos e dependentes, e que políticas específicas, como o Bolsa Família, não apresentam potencial de superação do problema, que é intrínseco ao desenvolvimento capitalista, situação que se torna pior num contexto de inflação. Os resultados observados rementem à necessidade de políticas macroeconômicas coerentes com a geração de emprego e renda real, e que sejam sinérgicas às políticas sociais, para que se possa caminhar no sentido de superação da pobreza e, portanto, da fome no país.
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Proposta de versão curta da Escala Brasileira de Insegurança AlimentarProposta de versão curta da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar.

Proposta de versão curta da Escala Brasileira de Insegurança AlimentarProposta de versão curta da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar.

a exclusão da associação entre perda de peso e insegu- rança alimentar e de um item repetitivo, a questão 9. Após essas exclusões, restaram sete questões da escala original, a partir das quais testaram-se dois modelos de escala curta para avaliação de insegurança alimentar. O primeiro continha as sete questões (Tabela 1A). Para a construção do segundo modelo foi realizada uma análise de concordância com a escala completa, i.e., foram observadas quais questões apresentavam maior proporção de respostas positivas dentre as famílias com insegurança alimentar. Após análise, o segundo modelo foi composto pelas cinco questões consideradas mais relevantes quanto à concordância com a escala com- pleta (Tabela 1B).
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Insegurança e produção de subjetividade no Brasil contemporâneo.

Insegurança e produção de subjetividade no Brasil contemporâneo.

Acreditamos que com essas considerações, entenderemos que não basta buscarmos leis e técnicas que preguem pela defesa da democracia, se ao nível micropolítico os modelos de subjetivação conservadores e dominantes nos cap- turam de todos os lados, judicializando o cotidiano, individualizando as questões e criando políticas autoritárias dentro de uma sociedade democrática que deveria possibilitar, simultaneamente, a diversidade de expressões subjetivas e a igual- dade de condições sociais. Sob o discurso da insegurança, o espaço público e as criações coletivas perdem força, dando lugar a subjetividades individualizadas que buscam expurgar a insegurança, elegendo alguns setores sociais e não a di- nâmica social como um todo. Contudo, é importante que se destaque que a com- posição dessas subjetividades capitalísticas não são necessárias ou eternas, por serem construídas dentro de um contexto sócio-histórico, por isso mesmo, podem ser superadas, questionadas, rejeitadas, para a potencialização de processos de singularização que rompem com estes modelos dominantes de subjetivação. Tal mapeamento das estratégias de resistências ainda que mereçam um trabalho de análise posterior, devem-se inscrever cotidianamente em nossas práticas. Con- cluindo com Baptista (1999, p. 38-39):
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Gênero e insegurança no trabalho no Reino Unido.

Gênero e insegurança no trabalho no Reino Unido.

R Resumo esumo esumo esumo esumo: O objetivo deste artigo é explorar a dimensão de gênero da insegurança do emprego no Reino Unido, focalizando, para tanto, as recentes tendências do trabalho temporário, que incluem o de prazo fixo, o sazonal, o sem vínculo empregatício, o contratado através de agência, o ocasional e outros tipos de trabalho temporário. Essas formas de trabalho são, inequivocamente, inseguras, sejam elas livremente escolhidas ou não. A primeira seção do artigo trata das pressões e resistências que têm, cumulativamente, levado à atual participação de mulheres no trabalho remunerado. Examinam-se, em seguida, as recentes tendências nos padrões de emprego no Reino Unido, com especial referência às diferenças entre mulheres em idade de trabalho, bem como à incidência e distribuição do trabalho de meio período. As tendências recentes e as diferenças de gênero no trabalho temporário são, assim, consideradas à luz desse contexto mais amplo. Finalmente, esses achados são confrontados com os argumentos no sentido de que o emprego atípico fornece oportunidades para um aumento da participação de mulheres na força de trabalho e para uma conciliação prática entre o emprego e os papéis e relacionamentos familiares.
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O sentimento de insegurança na discursividade sobre o crime.

O sentimento de insegurança na discursividade sobre o crime.

O diminuto sentimento de insegurança expresso pelos residentes em Mértola, face a condutas de natureza delinquente, funda-se no fenó- meno recente da toxicodependência. As pessoas têm consciência que o fenómeno da dependência de drogas ilícitas suscita nos toxicómanos a satisfação de necessidades sem hora marcada. Apesar de tudo, referem não terem conhecimento de factos relevantes perpetrados em Mértola por toxicodependentes residentes no concelho. Todavia o sobressalto, o receio e a suspeita existem. De um modo geral, as condutas que geram alguma instabilidade, traduzem-se pelas pequenas incivilidades decor- rentes geralmente do comportamento efusivo da juventude, incompre- endido pelas gerações mais velhas, porque no fundo alteram o estado contínuo de um modus vivendi há muito estabelecido. O suposto agente de alguma intranquilidade no concelho é em regra atribuído ao indivíduo estranho, que surge sem referências conhecidas ou sem qualquer ligação a alguém da terra. Os poucos casos reportados pelos residentes tiveram como interpretes quase sempre actores estrangeiros.
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Insegurança alimentar entre beneficiários de programas de transferência de renda.

Insegurança alimentar entre beneficiários de programas de transferência de renda.

Em Toledo, são altas as proporções de inse- gurança alimentar moderada e grave em domi- cílios onde residem beneficiários de algum PTR, refletindo o grau de marginalização social e vulne- rabilidade à fome a que muitas dessas famílias estão submetidas. Os resultados obtidos indicam associação positiva entre os rendimentos fami- liares e a condição de insegurança alimentar, com maior chance para essa condição nos domicí- lios com renda per capita inferior a meio salário- -mínimo. A classificação econômica D ou E, a presença de 5 ou mais membros no domicílio e o trabalho informal ou desemprego do chefe do domicílio também se apresentaram associados à condição de insegurança alimentar. Diante disso, as políticas de segurança alimentar e nutricional devem ter como objetivo final a redução da desi- gualdade, buscando resgatar os valores éticos, de equidade, cidadania, solidariedade e respeito à cultura. Isso não pode ser obtido apenas com a ação do Estado, são necessárias vontade e deter- minação de toda a sociedade.
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Insegurança versus direitos humanos: entre a lei e a ordem.

Insegurança versus direitos humanos: entre a lei e a ordem.

Do lado daqueles que se encontravam sob crítica dos movimentos de defesa dos direitos humanos, as reações também não se fizeram por esperar. Desconfiados dos rumos que tomava a redemocratização da sociedade brasilei- ra, temerosos de eventuais represálias ou apuração de abusos cometidos durante a vigência do regime autoritário, inseguros quanto a possíveis deslocamentos dos tradicionais postos de poder aos quais haviam se apegado com afinco, logo armaram estratégias de defesa e ataque. Desfrutando de posição privilegiada no interior dos aparelhos de Estado e gozando de certo prestígio junto a alguns segmentos da imprensa escrita – sobretudo da reportagem policial – e mesmo da mídia eletrônica, representantes das forças conservadoras conseguiram, em cur- to espaço de tempo, reascender o autoritarismo social que, não raro, caracteriza certos traços da cultura política brasileira. Não somente mobilizaram sentimen- tos coletivos de insegurança que já se anteviam no início dos anos 80, atraindo a seu favor opiniões favoráveis a uma intervenção autoritária no controle da or- dem pública; isto é, reforçando percepções coletivas populares segundo as quais a única forma legítima e imperativa de conter a violência do delinqüente é o recurso à violência policial sem interditos legais ou morais. Mais do que isto, lograram enfraquecer argumentos caros aos movimentos de defesa de direitos humanos. Iniciaram com êxito campanha contra os “direitos humanos do pre- so”, qualificados como privilégios conferidos a bandidos em uma sociedade onde o “homem de bem”, trabalhador honesto, não tem a proteção das leis, das políticas sociais e do poder público (cf. Caldeira, 1991 e 1992; Cardia, 1994).
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