Língua portuguesa - ensino

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O ensino da língua portuguesa e o uso das tecnologias

O ensino da língua portuguesa e o uso das tecnologias

A relação das áreas do conhecimento declaradas pelas pesquisas denota que essas 10 (dez) áreas, salvo melhor juízo, podem ser agrupadas em apenas 3 (três) áreas principais, quais sejam: Língua Portuguesa (que agruparia as áreas de Ciências Humanas Comunicação Linguística Letras e Artes, a área de Letras Língua Portuguesa e a área de Língua Portuguesa propriamente dita); a segunda área abrangente seria a área de Educação (que agruparia Currículo Ensino-Aprendizagem Tópicos Específicos de Educação, Educação Permanente Ensino-Aprendizagem, Ensino-Aprendizagem Língua Portuguesa, Ensino-Aprendizagem Tecnologia Educacional e Educação propriamente dita); e a terceira área principal seria a de Linguística Aplicada (que agruparia Linguística e Linguística Aplicada propriamente dita). Esse entendimento não altera significativamente o resultado quantitativo anteriormente apurado, mas serve para ratificar a relevância dessas 3 (três) áreas para as pesquisas em estudo.
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A Educação Linguística: perspectivas para o ensino de Língua Portuguesa nas séries iniciais MESTRADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

A Educação Linguística: perspectivas para o ensino de Língua Portuguesa nas séries iniciais MESTRADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

No ensino da Língua Portuguesa, por exemplo, para o professor desenvolver a capacidade comunicativa por meio dos procedimentos de leitura, é necessário que ele já tenha domínio das técnicas metalinguísticas enfatizadas por Figueiredo (2005) e suas teorias a respeito delas. Porém tais técnicas não serão ensinadas do modo como foram apreendidas pelo professor no contexto de seus estudos acadêmicos. Em sua aplicação será necessário que ele realize uma preparação anterior e direcione o desenvolvimento dessas habilidades técnicas por meio de atividades e textos adaptados ao contexto de ensino, considerando, entre outros aspectos, o grupo de aprendentes, a faixa etária e a série que trabalha. E assim, por meio da transformação de um saber científico em um saber a ser ensinado, ele poderá atingir seus objetivos de tornar os estudantes em leitores ativos, constituindo, nesse processo, um saber ensinado, enfatizado no registro de todas as estratégias utilizadas para o seu ensino, como a formulação de perguntas, o levantamento de hipóteses, a seleção de ideias primárias e secundárias entre outras atividades que poderão ser realizadas na composição desse conhecimento.
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A contribuição da sociolinguística para ao ensino de língua portuguesa

A contribuição da sociolinguística para ao ensino de língua portuguesa

Resumo: O presente estudo delimita-se a apresentar reflexões sobre a importância da sociolinguística para contribuição para o ensino da língua portuguesa. O objetivo geral é a análise das reflexões sobre o tema e fundamentar sua importância e contribuição para língua portuguesa. Os objetivos específicos remetem a concepção da língua portuguesa, identificação de um caminho mais produtivo na aresta portuguesa de ensino, sua importância e a análise do professor de língua portuguesa. Justifica-se pela relevância do estudo na necessidade de responder como a sociolinguística é benéfica ou não á educação, especificamente na disciplina de língua portuguesa. Esta pesquisa bibliográfica teve como aporte autores como Lima e Mioto (2007). Durante os levantamentos o estudo foi colaborado com trabalhos de Bagno (2003; 2007), Bortoni-Ricardo (2005; 2009; 2011), Lobov (1969; 1972) e outros autores. Conclui-se que é importante que os professores de uma forma geral tenham maior acesso aos conhecimentos fornecidos pela abordagem sociolingüística do ensino da língua materna, de modo a possibilitar aos seus alunos uma aprendizagem mais efetiva da língua padrão falada e escrita, sem desvalorizar ou negar sua linguagem espontânea. Essa visão se justifica uma vez que a linguagem constitui um dos mais poderosos instrumentos de ação e transformação social, sendo a aquisição da norma- padrão fundamental para o exercício da cidadania.
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PRÁTICAS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA COM AS TDICS

PRÁTICAS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA COM AS TDICS

RESUMO:O objetivo desta pesquisa foi investigar o processo pedagógico que envolvia as práticas das professoras de Língua Portuguesa (doravante LP), especificamente, como elas utilizavam as novas Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (doravante TDICs) no ensino-aprendizagem de LP, nos anos finais do Ensino Fundamental. Realizamos um estudo qualitativo no qual observamos as aulas de três professoras de LP pertencentes a redes de ensino diferentes: federal, estadual e privada. Estabelecemos categorias de análise, que emergiram da observação da práxis das professoras. Em seu marco teórico, a presente pesquisa se inscreve nos estudos sobre transposição didática, transposição informática, multiletramentos e letramento digital, assumindo como perspectiva teórica a linguagem em sua natureza social e dialógica, produzida como ação humana. Constatamos que as três professoras possuíam práticas diferenciadas no que concerne ao uso das TDICs. Os resultados sinalizaram para a falta ou carência na formação de algumas professoras para a utilização da tecnologia digital como meio de aprendizagem e revelaram a sua utilização como fator motivacional na maior parte das aulas de LP. Acreditamos que há necessidade de a instituição escolar modificar seus currículos de LP e assumir, em seu projeto político-pedagógico, as TDICs na qualidade de elementos estruturantes de novos processos educativos.
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Ensino de língua portuguesa : desafios e encantamentos

Ensino de língua portuguesa : desafios e encantamentos

A presente dissertação pretende refletir sobre o que vem ressignificando de alguma forma minha vida profissional: tornar significativa a aprendizagem da Língua Portuguesa para mim e para meu aluno. E vou apoiar-me na idéia de formação, de auto-formação para delinear o caminho metodológico deste meu trabalho. São muitas as questões que se inserem ao traçado de uma pesquisa que pretende alastrar-se no tema do ensino da língua. O campo é vasto e, muitas vezes, impreciso e conflitante em suas percepções, porém quero poder cruzar os meus dizeres e narrativas, com os dizeres e narrativas que convergem na mesma direção - ou até mesmo contrário a ela - de minhas angústias e ideais. Optar por uma abordagem teórico-metodológica de investigação é, também, colocar-se sob uma perspectiva, falar de situado lugar, assumir uma forma de olhar, de perceber, de dar sentido aos fatos cotidianos. A idéia, aqui, é explorar de maneira digressiva o Estudo de Caso. Não vou me ater às determinações formais dos manuais de pesquisa, vou debruçar-me sobre um recorte da realidade e, ao mesmo tempo em que desenvolvo minha prática cotidiana de professora de Língua Portuguesa, aguço meu olhar de pesquisadora e me infiltro em minha própria realidade. Em minha pesquisa, refiro- me, em especial, a quatro turmas de alunos de ensino médio, entre quinze e dezessete anos, classe de média a alta, estudantes do Colégio Dom Feliciano, em Gravataí. Estes não serão identificados em seus depoimentos. Vou me servir de meus diários de classe e de anotações feitas assistematicamente. Eventualmente, vou servir-me de depoimentos de alguns ex-alunos que, em suas situações atuais, me trazem indicativos positivos dessa experiência construtiva. É através dessa linha de raciocínio que, ao final de minha pesquisa, pretendo mostrar que ensinar língua portuguesa não é uma tarefa árdua, muito pelo contrário, além de prazerosa, pode tornar-se significativa, para meu aluno e, lógico, para mim também.
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O ensino da língua portuguesa na Galiza

O ensino da língua portuguesa na Galiza

Sem este quadro prévio não podemos compreender muitos dos debates e resistências que existem à volta da implementação e expansão da língua portuguesa na Galiza. É significativo que o argumentário pareça estar sempre a favor da presença do português na sociedade galega, pois é um discurso aparentemente assumido pelas elites políticas e sociais da Galiza, desde os primeiros presidentes da Comunidade Autónoma Galega, Xerardo Fernández Albor, Manuel Fraga Iribarne –quem proclamou em múltiplas ocasiões o seu lusitanismo– e mais recentemente Alberto Núñez Feijóo, quem chegou a comprometer-se a estudar a introdução do português no ensino secundário, demandada pelo na altura embaixador português no Reino de Espanha, Álvaro de Mendoza e Moura, no ano 2009, segundo noticiava o jornal galego Galicia Hoxe 50 .
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AS HISTÓRIAS DE MAFALDA E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

AS HISTÓRIAS DE MAFALDA E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Não obstante esta desvantagem, a didatização traz vantagens inegáveis: a compilação, numa única obra, de textos de várias procedências possibilita ao aluno o acesso a uma gama variada de gêneros discursivos; quando bem elaboradas, as questões de interpretação textual podem levá- lo a refletir sobre o que lê fomentando seu senso crítico, além disso, se a escolha dos textos é feita em função dos interesses e desejos do público- alvo, aumenta-se a probabilidade de sua leitura ser prazeirosa e motivadora. Havíamos visto que as histórias de Mafalda seguem uma escala graduada de dependência do contexto histórico: há desde as de tema universal que se interpretam com facilidade pelo grande público até aquelas cujo teor só é compreendido por quem tem conhecimento do momento histórico que as motivou. Tendo em vista os objetivos do processo de didatização – não só adequar os textos ao aluno de modo a tornar a leitura prazerosa, mas também graduá-las visando a formação de um leitor maduro e com senso crítico desenvolvido - é de se prever que, num livro didático de Língua Portuguesa dedicado aos últimos ciclos do ensino fundamental (5 a . a 8 a . ), prevaleçam as histórias de tema universal e que, gradualmente,
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REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA

REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA

O ensino de Língua Portuguesa, pelo que se pode observar em suas práticas habituais, tende a tratar essa fala da e sobre a linguagem como se fosse um conteúdo em si, não como um meio para melhorar a qualidade da produção linguística. É o caso, por exemplo, da gramática, que, ensinada de forma descontextualizada, tornou-se emblemática de um conteúdo estritamente escolar, do tipo que só serve para ir-se bem na prova e passar de ano — uma prática pedagógica que vai da metalíngua para a língua por meio de exemplificação, exercícios de reconhecimento e memorização de nomenclatura. Em função disso, tem-se discutido se há ou não necessidade de ensinar gramática. Mas essa é uma falsa questão: a questão verdadeira é para que e como ensiná-la. Se o objetivo principal do trabalho de análise e reflexão sobre a língua é imprimir maior qualidade ao uso da linguagem, as situações didáticas devem, principalmente nos primeiros ciclos, centrar-se na atividade epilinguística, na reflexão sobre a língua em situações de produção e interpretação, como caminho para tomar consciência e aprimorar o controle sobre a própria produção linguística. E, a partir daí, introduzir progressivamente os elementos para uma análise de natureza metalinguística. O lugar natural, na sala de aula, para esse tipo de prática parece ser a reflexão compartilhada sobre textos reais. (BRASIL, 1997, p. 31)
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DESAFIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO FUNDAMENTALAMARAL, Nyra Cristina do; BELINTANI, Renato nogueira; MORAES, Rosana de; VALENTE, Rita de Cssia; ANTONIO, Fernanda Peres.

DESAFIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO FUNDAMENTALAMARAL, Nyra Cristina do; BELINTANI, Renato nogueira; MORAES, Rosana de; VALENTE, Rita de Cssia; ANTONIO, Fernanda Peres.

Atualmente, vivenciamos momentos de investigações e modificações no âmbito escolar que visam favorecer gradativamente o ensino e a aprendizagem do educando que está sendo cada vez mais valorizado. Neste artigo serão apresentados especificamente aspectos do ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental. Em meio a outras disciplinas o ensino da língua portuguesa é considerada complexa e de difícil aprendizagem, isso porque, durante muito tempo fez-se uso de uma pedagogia que não respeitava os saberes do aprendiz considerando tudo o que não estava de acordo com as regras normativas da língua, como errado. Diante da importância do estudo do nosso código, este trabalho tem como finalidade apresentar uma revisão bibliográfica destacando a trajetória do ensino de língua portuguesa, enfatizando sua relevância e os desafios encontrados durante o processo de ensino.
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REFERENCIAÇÃO E RETEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Mestrado em Língua Portuguesa

REFERENCIAÇÃO E RETEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Mestrado em Língua Portuguesa

Neste trabalho de pesquisa, temos por tema a referenciação e objetivamos verificar como ocorre o processo de introdução e de retomada/manutenção de referentes textuais em retextualizações produzidas por alunos no Ensino Fundamental II de uma escola pública da cidade de Mogi Guaçu – SP. A pesquisa situa-se no campo da Linguística Textual e justifica-se devido à importância do tema, principalmente em um contexto de ensino de produção de texto em Língua Portuguesa que valorize a dimensão discursiva e pragmática da língua escrita. Tendo-se em vista o objetivo da pesquisa, selecionamos um corpus composto por cinco retextualizações elaboradas em relação a um conto de Machado de Assis e comparamos modos de constituição e de manutenção de referentes no texto-fonte e nas retextualizações selecionadas. Os resultados indicam que nas retextualizações os alunos, após introduzirem o referente, mantém-no em saliência predominantemente por meio de repetição, pronominalização, elipse e expressões nominais definidas, garantindo a progressão referencial e a coerência do texto. Tanto no texto-fonte como nas retextualizações, os resultados apontam que os referentes textuais são introduzidos principalmente por nomes próprios e por expressões nominais definidas e indefinidas. Quanto às retomadas, o autor do texto- fonte utiliza a pronominalização, a repetição de referentes, a elipse, expressões nominais definidas e indefinidas e anáfora indireta.
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O hipertexto em sala de aula: uma proposta metodológica para o ensino de Língua Portuguesa DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

O hipertexto em sala de aula: uma proposta metodológica para o ensino de Língua Portuguesa DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

Segundo a SEE MG, na proposta dos CBC (MINAS GERAIS, 2005) está implícita a ideia de que existe um conhecimento básico de cada disciplina que é necessário e fundamental para a formação da cidadania e que, portanto, precisa ser ensinado por todas as escolas e aprendido por todos os alunos que passam pela Educação Básica na rede estadual. Além desse mínimo, outros conhecimentos considerados complementares deverão ser acrescentados pelas escolas de acordo com as necessidades e os interesses específicos dos alunos. Os conteúdos dos currículos e as práticas de ensino de Língua Portuguesa foram selecionados nos CBC (MINAS GERAIS, 2005) em função da aquisição e desenvolvimento das competências e habilidades de uso da língua e reflexão sobre esse uso.
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Ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como segunda língua para falantes da Língua Portuguesa

Ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como segunda língua para falantes da Língua Portuguesa

A relação de aprendizagem entre os falantes da Língua Portuguesa e o da LIBRAS passa por uma “metodologia da primeira pessoa” – do eu. Esse eu não se isola, mas se coloca numa postura de abertura ao eu do outro. Ninguém aprende sozinho, mas aprende-se com o outro. Essa metodologia do eu, defendida por Maturana e Varela (1991), chega aos nossos dias sendo defendida pela ideia da coletividade. As duas línguas precisam ser ensinadas e aprendidas. Possuem valores autopoiéticos. Dessa forma, o instrutor/professor precisa pensar em metodologias para o ensino de LIBRAS de melhor adequação aos ouvintes. Deve-se fazer uso de muitos recursos visuais, dinâmicas em grupos, trabalhar com imagens e vídeos, com legenda e sinais.
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MIGUÉL EUGENIO ALMEIDA ALFREDO CLEMENTE PINTO E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: UM ESTUDO

MIGUÉL EUGENIO ALMEIDA ALFREDO CLEMENTE PINTO E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: UM ESTUDO

Diante desse quadro, mantemos muitos contatos com a realidade do ensino em geral, com o ensino da língua e da literatura portuguesa, com a produção lingüística da língua portuguesa e com a filosofia, no campo das ciências humanas, de modo especial; porém, chegou a oportunidade para a nossa aproximação, numa relação interdisciplinar, entre a realidade da língua com o meio externo de sua propagação e sustentação da atividade humana em todas as ações da produção cultural. A atividade humana sustenta-se multidisciplinarmente. Há uma série de elementos pertinentes aos diversos campos do saber humano que se entrelaçam projetando o homem no espaço físico e metafísico. Portanto, compreender o homem é compreender o que ele faz, como faz, para quê e para quem faz algo. Assim, quando procuramos aglutinar todas as questões humanas, estamos caminhando para o saber englobante. Isso constitui uma tarefa árdua, sem sombra de dúvida; mas, também, um desafio para tentar, pelos menos, fazer algumas aproximações que procurem responder as indagações que atentam diretamente (via interna) e indiretamente (via externa) o objeto de busca da pesquisa.
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REDES ENUNCIATIVAS NO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA

REDES ENUNCIATIVAS NO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA

RESUMO: O presente texto tem como objetivo oferecer subsídios para o trabalho com linguagem na escola, destacando as redes enunciativas como um profícuo caminho para o desenvolvimento de projetos didáticos, voltando o olhar para o sentido na produção da linguagem pelas articulações de palavras do enunciado. A exploração do ponto de vista se dá como uma proposta a partir do enfoque às atividades com elaboração de redes, o que propicia o destaque à proposta de trabalho com a lin- guagem em um campo interdisciplinar. Apresentam-se sugestões de atividades por meio das forma- ções nominais e das redes enunciativas, o que se mostra, enfim, um produtivo caminho para o pro- fessor em sua tarefa de propiciar experiências de contato com a produção de sentidos nos anos finais do Ensino Fundamental.
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Contribuições psicolinguísticas para o ensino de língua portuguesa

Contribuições psicolinguísticas para o ensino de língua portuguesa

Entretanto, há um grande número de professores interessados em aprender e efetivamente melhorar sua qualidade de ensino. Em contato com estes professores tomei conhecimento de variadas formas de trabalho: uso de textos de jornais, revistas, bulas de remédio, receitas culinárias, gibis, agendas, diários, sinais de trânsito, cartazes, para desenvolver atividades de leitura e escrita. Enfim, uma gama variada de textos que são levados para a sala de aula pelos alunos e professores para leitura, compreensão e produção de similares.

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PCN de língua portuguesa: há mudanças de paradigma no ensino de língua?

PCN de língua portuguesa: há mudanças de paradigma no ensino de língua?

Essa afirmação, como tantas outras que estão nos PCN, à primeira vista, parece inovadora, mas quando exa- minada revela-se apenas uma afirmativa com grande difi- culdade de orientar uma ação prática. Nesse caso, específi- co trata-se na verdade de um aforismo metodológico, que pode tanto esconder como revelar. Esta expressão pode des- crever a atuação de qualquer professor independentemente do componente teórico que orienta a sua metodologia. Um professor que se paute pelo ensino gramatical, por exem- plo, poderá usar essas mesmas palavras para descrever o seu trabalho e afirmar que parte de uma ação - identificando um período retirado da obra de grande escritor - passa em seguida para a reflexão - quando faz análise morfosintática com os alunos – e, por fim, tudo isto se toma novamente ação, qual seja a de os alunos são capazes de analisar perío- dos semelhantes ao que foi tomado como exemplo, resol- vendo uma lista de exercício. Diante disto, o discurso dos PCN tem servido lamentavelmente para criar clichês!
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O Ensino Médio e o ensino da literatura – antes da BNCC

O Ensino Médio e o ensino da literatura – antes da BNCC

Professores da rede pública estadual de ensino, em entrevistas, executadas pelo autor deste texto, informaram que docentes do componente Língua Portuguesa, Ensino Médio, recebem orientação para indicar três livros didáticos, dos quais um deve ser selecionado para escola. Mas as escolhas não são geralmente atendidas, causando, em alguns casos, o abandono desses manuais fora da listagem apresentada. Os professores denunciam, neste caso, interesses externos aos da comunidade escolar, pois suas seleções são ignoradas. Este desajuste compromete os objetivos do PNLEM. As OCNEM recomendam ao professor, sendo um experiente leitor, compartilhar suas estratégias para a seleção das obras e das suas respectivas leituras integrais, porquanto no planejamento do componente curricular ele tem prerrogativa para isso. Os PCNEM, as OCNEM e a BNCC não estabelecem lista de leituras obrigatórias. Neste sentido, “fica-nos uma questão de natureza complexa, pois pressupõe ordenação e valores: que livros escolher?” (BRASIL, OCNEM, 2006, p. 65).
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O ensino da Língua Portuguesa nas escolas de Lecce

O ensino da Língua Portuguesa nas escolas de Lecce

Quanto aos alunos do segundo ano, a exigência começava a ser um pouco mais alta e, desta forma os objetivos eram diferentes. Visto que o conhecimento da língua era maior, trouxe à aula três textos com biografias de personagens portuguesas importantes, sendo elas: Paula Rego, Maria João Pires, Fátima Lopes, Siza Vieira, João Lobo Antunes e José Saramago. ¹ O objetivo deste exercício era o de através da leitura dos excertos ser capaz de relacionar os textos às personalidades. No final, pedi aos estudantes que falassem sobre as suas personalidades preferidas, devendo referir onde nasceram, qual a sua atividade que desempenham e porque motivo escolheram essa pessoa famosa.
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Os eventos da oralidade no ensino da língua portuguesa

Os eventos da oralidade no ensino da língua portuguesa

No ambiente escolar, a língua, constitutiva da linguagem, é algumas vezes ignorada em certos aspectos que envolvem a significação.Entre esses aspectos está a experiência comunicacional e o dialogismo, o que corrobora para que se componha quase que exclusivamente por “regras” de “padrões gramaticais,” enquanto que os demais papéis que a língua deveria desempenhar, tais como a valoração do contexto comunicativo, as intenções comunicativas dos sujeitos, suas vivências e a variação lingüística própria de cada um são postas à margem da prática pedagógica. Desse modo, este texto enseja refletir sobre o efetivo uso dos pressupostos sociolingüísticos em sala de aula, desde a teoria até à prática pedagógica, realçar a existência das variantes presentes na língua estendendo a discussão à importância de trabalhá-las em sala de aula, com o objetivo de tornar o ensino/ aprendizagem da língua mais pragmático, dialógico e prazeroso.
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ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS

L2, sendo a língua de sinais adquirida como L1, cabendo desenvolver estratégias de ensino que levem em consideração a situação psicossocial do surdo, em particular sua condição multicultural. Nesse sentido, a educação de bilíngüe é desejável e viável, manifes- tando-se tanto melhor quanto mais cedo for introduzido o processo de aquisição da língua oral. Na prática, porém, a situação é ainda mais complexa: como afirma Sueli Fernandes 3 , 'a surdez é uma reali- dade heterogênea e multifacetada e cada sujeito surdo é único, pois sua identidade se constituirá a depender das experiências socioculturais que compartilhou ao longo de sua vida.' São decisivos para a diversi- dade e complexidade da realidade do surdo fatores como o grau da surdez (profunda, severa, moderada, leve), a origem da surdez (con- gênita ou adquirida - e, no último caso, a idade da perda da audi- ção), o fato de os pais serem ou não surdos, a sensibilidade dos pais e educadores para as necessidades de comunicação do surdo, em particular a capacidade dos mesmos na utilização da língua de sinais, as políticas públicas de educação e saúde.
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