literatura infanto-juvenil

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Tradução de literatura infanto-juvenil para língua de sinais: dialogia e polifonia em questão.

Tradução de literatura infanto-juvenil para língua de sinais: dialogia e polifonia em questão.

Atualmente, as crianças e jovens têm se apropriado de diferentes linguagens presentes em um texto, quer seja impresso ou digital. Há capacidades que se mobilizam na leitura de textos em que essas diferentes linguagens se fazem presentes – textos multimodais (BARROS, 2009). Para a autora (2009), cada linguagem dessas tem sua representação específica, produzida culturalmente, além de seu potencial comunicacional. Consideramos que materiais didáticos e de literatura infanto-juvenil para surdos são organizados em mídias digitais que congregam, na mesma página, a ilustração, o texto e a imagem do tradutor/intérprete enunciando em língua de sinais.
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La Blanquedad como regla de humanidad en la literatura infanto-juvenil

La Blanquedad como regla de humanidad en la literatura infanto-juvenil

De hecho, la falta de efectividad de la educación étnica racial en las escuelas y en las políticas para la adopción de libros adquiridos por el PNBE, algo subrayado por los autores citados, concluye que los libros influyen en las culturas infantiles. Los niños blancos se sienten privilegiados, mientras que los no blancos todavía sufren de una estructura con marcas desiguales y racistas. Ana Carolina Lopes Venâncio (2009), en su tesis “Literatura y diversidad de niños y jóvenes”, cruza categorías de raza, género, edad y discapacidad incluidas en el PNBE de 2008. La literatura infantil-juvenil selecciona obras literarias con más representación de personajes blancos y aún enfatiza: "[...] La representación de los negros en la literatura infanto-juvenil y las formas de jerarquización entre blancos y negros se observan que podemos clasificar como racismo implícito " (Traducido por los autores: VENÂNCIO, 2009, p. 138). Al correlacionarse con los personajes negros, la obra de Cavalleiro (1998) reiteró la tesis de la jerarquización de la categoría blanca como un patrón de la humanidad de la siguiente manera:
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Ruptura e tradição na literatura infanto-juvenil brasileira e cubana

Ruptura e tradição na literatura infanto-juvenil brasileira e cubana

As fronteiras culturais são marcadas também pela literatura que é ensinada nas escolas. No caso do ensino fundamental, as mensagens culturais são transmitidas de forma, às vezes não muito explícitas, mas que, de qualquer forma, marcam o imaginário dos leitores iniciantes. Manter determinadas formas culturais é um dos projetos da educação nacional, com o intuito de preservar os valores que devem ser mantidos, na maioria das vezes de forma homogênea, que constitui o acervo cultural do país. No caso brasileiro, a heterogeneidade cultural é o calor que melhor expressa nossa formação étnica. Preservar nossa cultura é preservar a variedade, as diferenças constitutivas da alteridade. Em Cuba muito da variedade cultural se perde pelas questões políticas, que também influenciam a crença na suposta homogeneidade estabelecida com a Revolução de 1959. As fronteiras culturais na Literatura Infanto-Juvenil brasileira se mostram mais ligadas à liberdade artística que nos livros dos jovens leitores cubanos.
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LITERATURA INFANTO-JUVENIL MOÇAMBICANA: A SÉRIE OS GÉMEOS, DE MACHADO DA GRAÇA, E OUTRAS TRAVESSIAS

LITERATURA INFANTO-JUVENIL MOÇAMBICANA: A SÉRIE OS GÉMEOS, DE MACHADO DA GRAÇA, E OUTRAS TRAVESSIAS

A afirmação de Secco é pertinente visto que, em Moçambique, notamos a escassez de informações escritas sobre a área nos dias atuais. Tanto é que, para a presente pesquisa, contamos apenas com os diálogos verbais com os respectivos escritores e três breves textos resultantes de um relatório acerca de palestra sobre a literatura infantil, realizada no dia do escritor moçambicano, 7 de novembro de 2003, em Maputo. Tais textos contribuem para demarcar o percurso histórico da literatura infanto-juvenil moçambicana. Dois deles escritos por Baltazar Macamo (2003) e Rogério Manjate (2003), trazem contribuições para identificarmos a trajetória quantitativa das publicações e, de certo modo, as temáticas predominantes quando do ―renascimento‖ destas nos últimos tempos.
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Análise das representações de género e seus valores na literatura infanto-juvenil e na formação da criança

Análise das representações de género e seus valores na literatura infanto-juvenil e na formação da criança

Até há relativamente pouco tempo, os autores de literatura infanto-juvenil eram predominantemente homens, facto que se poderá reflectir na forma como representam o sexo feminino. Em parte, este factor deve-se à própria educação que a sociedade, de geração em geração, tem transmitido à mulher - um papel mais recolhido, sombra na retaguarda. Presentemente, já se nota uma certa evolução na representação do papel menina / mulher na literatura para a infância e juventude. Ela passa a estar em destaque ao longo da intriga, assumindo mesmo o papel principal, com um enquadramento de personalidade regida por regras que exige a mulher do presente/futuro. O facto de já haver tantas e relevantes escritas da autoria de mulheres poderá ter contribuído para que o papel do sexo feminino, a forma como tem vindo a ser representado na literatura tenha sofrido transformações, assumindo um papel mais valorizado, tanto como elemento da família, como de um meio social mais vasto, como também ser individual reconhecido e valorizado.
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A Literatura Infanto-juvenil na Contemporaneidade: um outro olhar para o literário em sala de aula

A Literatura Infanto-juvenil na Contemporaneidade: um outro olhar para o literário em sala de aula

Sabe-se que hoje há uma grande oferta de produtos e serviços para a criança e o adolescente: internet, videogame, mídias variadas. Todas estas ferramentas concorrem com o livro. A criança, independente de sua classe social, já não é mais aquela dos contos de fadas. Não é mais aquela que senta numa sombra para ouvir histórias. As famílias, de uma forma geral, mudaram muito. A mãe não fica mais em casa, não há muito tempo para a contação de histórias. Nossa sociedade é composta por uma maioria de pessoas em alto nível de pobreza, ainda que haja estatísticas revelando o aumento do índice de desenvolvimento humano (IDH) brasileiro, conclui-se que as pessoas melhoraram seu padrão material de vida, mas continuam marginalizadas, para não dizer pobres, no que diz respeito à cultura. É preciso discutir a literatura infanto-juvenil e também a formação do leitor levando em consideração o imenso desequilíbrio social que marca nosso país.
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PRESENÇA DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL AMAZONENSE NA ESCOLA

PRESENÇA DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL AMAZONENSE NA ESCOLA

O projeto tem gerado impactos significativos nas escolas em que são aplicadas as oficinas de leitura, interferindo consideravelmente na melhoria do aprendizado dos alunos na formação acadêmica dos bolsistas e no trabalho dos professores de língua portuguesa. Tais mudanças, contudo, só são possíveis se aliadas à prática estiver a teoria, que dará suporte não apenas para a compreensão da importância da crítica acerca da literatura infanto-juvenil como também para o reconhecimento desta literatura como texto carregado de significados que permitem aos leitores não apenas a leitura de deleite, mas também a leitura reflexiva e crítica.
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Conflitos, medos e dores na literatura infanto-juvenil israelense: análise de obras...

Conflitos, medos e dores na literatura infanto-juvenil israelense: análise de obras...

A proposta desta dissertação é investigar a literatura infanto-juvenil israelense, especificamente em obras selecionadas das décadas de 70 a 90 do século XX. Neste estudo, pretendemos também observar como operam os conceitos de mímesis e verossimilhança nestas obras com intuito de verificá-los através das análises destes textos a partir da representação ficcional quanto da veracidade histórica. Desta forma, organizamos uma pesquisa centrada na questão dos conflitos, medos e dores que permearam a literatura infanto-juvenil israelense que funciona como mola propulsora de nosso trabalho. Pretendemos, a partir das análises teóricas realizadas, localizar esses questionamentos e apresentar alguns apontamentos para a discussão sobre a natureza de nosso tema e seu desenvolvimento. Para isso, nossa pesquisa se baseará nas obras selecionadas Sumri (1978) e Pantera no porão (1995), ambas do escritor Amós Oz; além destas, também analisaremos a obra O Monstro da Escuridão (1976) de Uri Orlev. Por fim, desejamos apresentar nossas reflexões e, na medida do possível, avançar, mediante a descrição e a compreensão acerca dos conflitos, medos e dores que permeiam a literatura infanto-juvenil israelense.
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Competência leitora de alunos do ensino  fundamental em textos da literatura infanto-juvenil

Competência leitora de alunos do ensino fundamental em textos da literatura infanto-juvenil

2011, que buscou responder a questão: que competência leitora alunos do 9º ano do EF dominam após intervenção sistemática de práticas de leitura com textos da literatura infanto-juvenil? Fundamentamo-nos nas seguintes perspectivas teóricas: sociointeracionista de leitura em Kato (1998); Kleiman (1989, 1992), Solé (1998), nos PCN de língua Portuguesa (1998), e orientações sobre o ensino da literatura em Zilberman (1983) e no conceito de competência de Perrenoud (2002). Em relação à metodologia, optamos por seguir as orientações da pesquisa-ação, (THIOLLENT, 2005; FRANCO, 2005) uma vez que foram professores de uma escola pública de Campina Grande – PB que solicitaram a nossa intervenção conjunta para encontrarmos a solução para o problema do desestímulo e das dificuldades de leitura apresentadas pelos alunos do 9º ano da referida escola. Para isto, foi feito um diagnóstico inicial, com base nos descritores da Prova Brasil; em seguida, realizou-se uma intervenção didático-pedagógica, que trabalhou mais especificamente as competências não adquiridas, tendo como base a leitura de textos da literatura infanto-juvenil, especificamente do gênero crônica. Por último, aplicou-se um pós-teste, também com base nos mesmos descritores para identificar e descrever as competências em leitura adquiridas pelos alunos. Após a intervenção didática e análise do pré-teste e do pós-teste, pudemos observar os efeitos dessa intervenção na formação do leitor competente.
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Catálogos de editoras de literatura infanto-juvenil :: uma leitura

Catálogos de editoras de literatura infanto-juvenil :: uma leitura

Nesse sentido, já manuseando os impressos, procurei encontrar os reflexos do que está acontecendo no mercado editorial destinado aos pequenos leitores. Algumas hipóteses foram levantadas: Para quem são pensados os catálogos? A quem eles se destinam? O foco dessa ou daquela editora é meramente comercial ou há intenção de divulgar a literatura prazerosa, da fantasia, do inusitado? Que mediações esse impresso está promovendo no meio escolar? Que marcas ele traz sobre as tendências atuais, sobre o que é a Literatura infanto-juvenil? Que leitores são vislumbrados e que mediadores de leitura são imaginados pelas editoras? Quais características apresentam um livro para estar em catálogo? Ser premiado? Fazer parte de uma coleção? De quais elementos visuais ou textuais os catálogos fazem uso para chamar a atenção do leitor? Quais livros estão em destaque?
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Viagem por algumas obras de literatura infanto-juvenil e de literatura para adultos: um estudo contrastivo de tipologias literárias

Viagem por algumas obras de literatura infanto-juvenil e de literatura para adultos: um estudo contrastivo de tipologias literárias

Esta obra apresenta características específicas da literatura infantil: trata-se de uma história muito curta, escrita “com palavras muito simples” (MFM); a personagem principal é uma criança (um menino), facto que a aproxima dos seus leitores; a história tem um final feliz, ou seja, o herói é recompensado pela sua atitude solidária, corajosa e heróica, obtendo o respeito de todos. Outra característica específica da literatura infantil é a ilustração realizada por João Caetano, que nesta obra tem um enorme destaque pois ocupa o fundo de todas as páginas. É uma ilustração que enriquece o texto acrescentando-lhe pormenores (envolvidos de subjectividade) que estimulam a imaginação do leitor ao cruzar elementos e informações diversas: a pintura, que parece feita em tela, é entrecortada por colagens e pequenas informações e detalhes que exigem algum cuidado interpretativo. Como exemplo, destacamos a ilustração em que o menino é encontrado adormecido debaixo da pétala da grande flor: as pétalas são recortes do mapa-mundo e a altura do seu caule é destacada com uma fita métrica.
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Literatura infanto juvenil: diálogos entre a cultura impressa e a cibercultura

Literatura infanto juvenil: diálogos entre a cultura impressa e a cibercultura

A produção cultural contemporâ- nea proporciona à criança e ao jovem o contato com uma série de objetos culturais, que, por um lado, são cria- dos no campo da cultura impressa e, por outro, são produzidos na esfera da cibercultura. Diante desse contex- to, o presente artigo objetiva apresen- tar as diferentes formas de circula- ção da literatura infantojuvenil que resultam do diálogo entre a cultura impressa e a cibercultura, tendo como fundamentação teórica os pressupos- tos de Antonio (s. d.), Chartier (1991, 1999, 2002), Santaella (1996, 2004), Yoo (2007) e Zilberman (2008). Por conseguinte, observa-se que esse diá- logo se concretiza a partir de percur- sos realizados do oral ao eletrônico, concretizando possibilidades de uma literatura eletrônica para o leitor in- fantojuvenil, e do virtual ao impresso, expondo as estratégias da literatura infantojuvenil contemporânea para interagir com o leitor do século XXI.
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O inter-relacionamento entre textos e ilustrações nos livros de literatura infanto-juvenil

O inter-relacionamento entre textos e ilustrações nos livros de literatura infanto-juvenil

Com seus 47 desenhos, Le Petit Prince pode ser considerado um livro pro­ fusamente ilustrado. Entretanto, se aceitarmos a hipótese anteriormente aventada de ser esse texto a história de[r]

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A LITERATURA INFANTO-JUVENIL DE JORGE AMADO

A LITERATURA INFANTO-JUVENIL DE JORGE AMADO

Resumo: A vasta obra de Jorge Amado é conhecida internacionalmente devido à sua imensa tiragem de livros em inúmeros países, assim como adaptações cinematográficas e novelísticas que o popularizaram ainda mais. Contudo, o que parece não ser de conhecimento comum é o fato de o autor ter escrito também duas obras de literatura infantil ou infantojuvenil, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá e A Bola e o Goleiro, e ter ainda, postumamente, partes de um de seus livros, Os Pastores da Noite, adaptadas numa publicação classificada também como infantojuvenil: A Gatinha Branca de Pé-de-Vento e A Bagagem de Otália. Pretende-se, aqui, analisar essa parte da produção amadiana que tem merecido tão pouco destaque na crítica.
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PEQUENOS VAMPIROS: OS SANGUESSUGAS NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL

PEQUENOS VAMPIROS: OS SANGUESSUGAS NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL

Assim como o vampiro adulto, o vampiro criança também sofre com a solidão imposta aos seres da noite e é, a partir dessa necessidade de contato com o outro, que esses pequenos sanguessugas encontram-se com os humanos e constroem uma relação de amizade, discutindo, assim, diversas temáticas do universo infantil e juvenil. Entretanto, a presença do personagem vampírico infantil é recente na literatura, datando do século XX e apresentando características como o fato de serem bons e mais amigáveis, criando empatia. Em muitas histórias, o personagem vampírico aparece como criança pelo fato de ter sido transformado quando nessa idade, como é o caso do vampiro Rüdiger e seus irmãos mais novo e mais velho, Ana e Lumpi, respectivamente.
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Literatura infanto-juvenil africana no Brasil: um levantamento bibliográfico

Literatura infanto-juvenil africana no Brasil: um levantamento bibliográfico

Tanto Russel Hamilton (1999) quanto Iain Chambers (2010) destacam o papel que a língua portuguesa desempenhou nos processos de independência dos PALOP: a língua, ferramenta de opressão dos colonizadores, transforma-se em meio de ex- pressão comum, atingindo o estatuto de um dos troféus de guerra após a indepen- dência. É na língua portuguesa que as nações (agora independentes) apostam como elemento unificador, pois são vários os idiomas e as etnias dentro de um mesmo ter- ritório. Dessa forma, o idioma enriquece, porque “recomeça a falar, frequentemen- te sem autorização do antigo centro metropolitano, e narra mundos e experiências previamente desconhecidas daquela língua.” (Chambers 2010: 21). Nessa mistura e incorporação de idiomas, a literatura renova tanto seus recursos expressivos como a linguagem pela qual se expressa.
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Conferência: Literatura infanto-juvenil - Depoimentos de uma escritora

Conferência: Literatura infanto-juvenil - Depoimentos de uma escritora

Penso que, nesses momentos, eu estava começando a escrever.. Aparentemente eu estava lendo, mais nada.[r]

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Rev. Inst. Estud. Bras.  número57

Rev. Inst. Estud. Bras. número57

Odette mantinha contato frequente com educadores e leitores, visitando escolas, realizando palestras em bibliotecas, participando de atividades de promoção e incentivo à leitura. Havia por parte da escritora grande preocupação em problematizar a produção de livros para crianças e jovens e se mobilizar em prol da literatura infanto- juvenil nacional. Tomando esta tarefa como integrante de seu ofício , foi uma das fundadoras do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil (Celiju) – ao lado de Giselda Laporta Nicolelis, Lúcia Pimentel Góes, Lenyra Fraccaroli, Idaty Brandão Onaga, Bárbara Vasconcelos de Carvalho, entre outras – no início da década de 1970, do qual foi presi- dente por alguns anos. O centro, que reunia pesquisadores, escritores, bibliotecários e professores interessados em discutir literatura infanto- juvenil, promovia palestras e seminários, incentivava a participação de seus membros em congressos nacionais e internacionais, era presença ativa nas bienais de livros, além de realizar ações sociais relacionadas à leitura, como a criação de bibliotecas em cidades interioranas.
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LEITURA COLETIVA DE UM TEXTO DE LITERATURA INFANTIL NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS MEDIAÇÕES PENSANDO O ENSINO DAS CIÊNCIAS.

LEITURA COLETIVA DE UM TEXTO DE LITERATURA INFANTIL NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS MEDIAÇÕES PENSANDO O ENSINO DAS CIÊNCIAS.

As idéias aqui sintetizadas de Bachelard e Vygotsky tiveram importância decisiva na natureza da atividade que foi organizada em sala de aula com o livro de literatura infanto-juvenil de Larson. Recorrendo ao humor como meio para engendrar uma leitura prazerosa, o autor simultaneamente recheia seu texto de conceitos científicos relevantes que acreditamos que poderiam contribuir para que as crianças rompessem com alguns dos seus conceitos espontâneos sobre o ambiente. E quanto à estratégia de leitura, admitimos que a leitura coletiva faria com que ocorressem, além das mediações do texto, mediações criança-professora pesquisadora e também mediações criança-criança.
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