Maiores empresas brasileiras

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A estrutura de capital das maiores empresas brasileiras: análise empírica usando Panel Data

A estrutura de capital das maiores empresas brasileiras: análise empírica usando Panel Data

Kremp et al., (1999), lembram que há argumentos também para defender esta relação positiva entre o risco e o endividamento. Segundo os autores, empresas mais arriscadas parecem estar menos sujeitas a problemas de sub-investimento, de forma que os custos de agência podem ser reduzidos, possivelmente superando o esperado aumento dos custos de falência. Adicionalmente, eles lembram que esta esperada correlação entre risco e endividamento pode ser bastante sensível ao tamanho das empresas. Isso porque os credores tenderiam a continuar financiando as grandes empresas, ainda que elas fossem mais arriscadas, de forma a evitar a falência delas e as conseqüentes perdas para os credores. Uma vez que a amostra utilizada neste trabalho abrange exatamente as maiores empresas brasileiras, este parece um bom argumento para explicar os resultados encontrados.
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A estrutura de capital das maiores empresas brasileiras: análise empírica das teorias de Pecking Order e trade-off, usando panel data.

A estrutura de capital das maiores empresas brasileiras: análise empírica das teorias de Pecking Order e trade-off, usando panel data.

e) O risco: tanto a TOT quanto a POT preveem uma relação negativa entre o risco das empresas e o nível de endividamento. No entanto, os resultados demonstraram uma clara relação positiva entre o risco (medido pela varia- bilidade dos lucros) e o nível de endividamento das empresas, contrarian- do as principais teorias sobre estrutura de capital e rejeitando a hipótese 5 deste trabalho. Apesar de contrariar as teorias, esse resultado está de acordo com resultados encontrados por Gaud et al. (2005) e Gomes e Leal (2001). Kremp, Stöss e Gerdesmeier (1999) lembram que há argumentos também para defender essa relação positiva entre o risco e o endividamento. Segun- do os autores, empresas mais arriscadas parecem estar menos sujeitas a problemas de subinvestimento, de forma que os custos de agência podem ser reduzidos, possivelmente superando o esperado aumento dos custos de falência. Adicionalmente, eles lembram que essa esperada correlação entre risco e endividamento pode ser bastante sensível ao tamanho das empresas, porque os credores tenderiam a continuar financiando as grandes empre- sas, ainda que elas fossem mais arriscadas, de forma a evitar a falência delas e as consequentes perdas para os credores. Uma vez que a amostra utiliza- da neste trabalho abrange exatamente as maiores empresas brasileiras, esse parece um bom argumento para explicar os resultados encontrados.
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Avaliação de projetos de investimento pelas maiores empresas brasileiras : uma análise multivariável

Avaliação de projetos de investimento pelas maiores empresas brasileiras : uma análise multivariável

ii. opção de expandir um projeto: algumas vezes, as empresas aceitam determinados projetos pois o investimento possibilita a implantação de outros projetos. Nesses casos, os projetos iniciais são considerados opções que dão o direito de investir nos outros projetos. Desta forma, uma empresa pode aceitar um projeto com um VAL negativo devido à possibilidade de obter VALs positivos com os futuros projetos. A opção de expandir um projeto é calculada analogamente a uma opção de compra. Assim, o ativo-objeto corresponde ao projeto; o preço de exercício da opção corresponde ao custo da expansão; a vida da opção corresponde ao período em que a opção de expansão se aplica; o valor presente dos fluxos de caixa da expansão representa o valor do ativo subjacente; a variação esperada do valor presente desses fluxos de caixa representa a variação do ativo subjacente e a taxa livre de risco utilizada deve ser a taxa correspondente ao vencimento da opção. Desta forma, deve- se optar por investir em um projeto com VAL negativo se o VAL da opção de expandir compensar esse valor negativo do projeto original. As atividades de pesquisa e desenvolvimento configuram um bom exemplo para esta opção. As empresas que investem nessas atividades acreditam que estes investimentos lhes proporcionarão benefícios futuros com novos produtos. Nesses casos, os custos de pesquisa e desenvolvimento correspondem ao custo da opção de expansão, sendo o valor desta opção determinado pela variabilidade dos fluxos de caixa esperados com tais produtos. Para avaliar se um investimento possui a opção de expansão deve-se responder três questões: 1) O primeiro investimento é um pré-requisito para um investimento posterior? 2) A empresa tem direito exclusivo sobre o investimento posterior? 3) Quão sustentáveis são as vantagens competitivas? Assim, se o primeiro investimento for condição para o segundo e se os retornos forem bons e sustentáveis, a opção de expandir torna-se interessante (Damodaran, 2004);
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Avaliação e mensuração de resultados em gestão de pessoas e a relação com o desempenho organizacional: um estudo com as maiores empresas brasileiras

Avaliação e mensuração de resultados em gestão de pessoas e a relação com o desempenho organizacional: um estudo com as maiores empresas brasileiras

A pesquisa do autor encontrou a maioria das empresas situadas na fase 1, caracterizada pelo levantamento de métricas operacionais, como custo por contratação e contagem de atividades. Na segunda fase, as empresas começam a fazer um esforço de orientar as ações para a estratégia e, nesse sentido, começam a mensurar outros aspectos como a satisfação dos empregados, por exemplo; essas métricas, porém, não têm sua relação com a estratégia claramente explicitada. Os autores consideram haver uma grande diferença qualitativa no processo de avaliação entre as fases 1 e 2, o que é mostrado na Figura 10 pelo espaço entre as duas fases. Na fase 3, os indicadores são colocados dentro de uma mapa estratégico, em que se busca as relações entre as variáveis e em que se pode dizer que os indicadores estão, de fato, apontando a contribuição de RH. Na quarta e última fase, o sistema de mensuração está tão detalhado que é possível estimar o impacto das ações de RH sobre o desempenho organizacional.
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Gestão de projetos sociais corporativos - perspectiva da Teoria dos Stakeholders

Gestão de projetos sociais corporativos - perspectiva da Teoria dos Stakeholders

Poucos avanços foram observados na gestão de projetos sociais corporativos. Todavia, houve relevantes avanços em trabalhos teóricos da área da Teoria dos Stakeholders: área que pode contribuir com conceitos e ideias a serem utilizadas na gestão de projetos sociais por ter muitos pontos de contato com a mesma. A presente pesquisa teve por objetivo investigar como ocorrem os processos de gestão nos projetos sociais corporativos. Essa investigação se deu em três etapas: a primeira compreendeu um estudo exploratório sobre a estrutura existente em projetos sociais ofertados pelas 100 maiores empresas brasileiras. A segunda etapa compreendeu um questionário aplicado aos gestores de projetos sociais nas 100 maiores empresas brasileiras, com o objetivo de compreender se as variáveis advindas da Teoria dos Stakeholders são efetivamente aplicadas na gestão de projetos sociais corporativos. Na terceira e última etapa, foi aplicado o estudo de um caso com stakeholders participantes de um projeto social, visando aprofundamento do tema com vistas a verificar se as variáveis identificadas na pesquisa foram utilizadas no processo de gestão de projetos sociais. Finalmente, os resultados das três etapas da pesquisa foram apresentados e comparados ao referencial teórico com o propósito de responder o objetivo central da pesquisa e de refletir sobre como variáveis e constructos advindos da Teoria dos Stakeholders podem ser utilizados na gestão de projetos sociais oferecidos à comunidade por parte das organizações privadas. Observou-se que 85% das empresas declaram financiar projetos sociais, mas apenas 15% delas declaram envolver seus stakeholders e 17% declaram controlar resultados de seus projetos sociais, parecendo indicar baixo comprometimento dessas organizações para com a gestão de seus projetos sociais
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Estrutura de propriedade e disclosure econômico e socioambiental nas maiores empresas do Brasil

Estrutura de propriedade e disclosure econômico e socioambiental nas maiores empresas do Brasil

atendimento às expectativas dos diversos stakeholders. Assim, o estudo tem por objetivo investigar a relação entre a estrutura de propriedade e o disclosure voluntário econômico e socioambiental nas maiores empresas brasileiras, analisando a concentração acionária e a identidade do acionista controlador. Para a análise, foram consideradas as perspectivas econômica, social e ambiental abordadas tanto de forma individual quanto conjunta. A amostra reúne 47 empresas das 100 maiores companhias abertas listadas na BM&FBOVESPA, conforme a revista Exame Melhores e Maiores, edição 2013. A pesquisa possui caráter descritivo e abordagem quantitativa dos dados, empregando a Regressão Linear Múltipla como método estatístico. A análise descritiva das perspectivas do disclosure (econômico, social, ambiental e sustentabilidade) evidenciou que o aspecto ambiental apresentou menor média de divulgação. As organizações de controle estatal destacaram-se com maior média em três dos quatro níveis de disclosure: econômico, social e de sustentabilidade. Quanto à aplicação do teste estatístico, os modelos de regressão não apresentaram significância estatística, indicando que, para as empresas da amostra, a estrutura de propriedade não exerce influência sobre o disclosure econômico e socioambiental.
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UM ESTUDO ACERCA DA EVIDENCIAÇÃO DAS CONTINGÊNCIAS NAS MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO DO BRASIL

UM ESTUDO ACERCA DA EVIDENCIAÇÃO DAS CONTINGÊNCIAS NAS MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO DO BRASIL

Este trabalho visou esclarecer ao leitor o tema contingências passivas e ativas, tendo como delimitação e núcleo da pesquisa a forma com que são evidenciadas as contingências nas cem maiores empresas brasileiras que publicam suas demonstrações financeiras observando o CPC 25 para tal. Uma contingência caracteriza-se por possuir caráter impreciso uma vez que está sujeita a efetivação de um evento futuro que pode ou não ocorrer gerando um ganho ou uma perda. Uma vez identificada a dificuldade da constituição e evidenciação dos passivos e ativos contingentes, este estudo, utilizando procedimento de levantamento, características qualitativas e quantitativas quanto a abordagem do problema e descrição de como se desenvolveu a análise dos dados, caracterizou-se por divulgar os conceitos e análises feitos por diversos autores, bem como evidenciou as normas da contabilidade brasileiras e internacionais no tocante às contingências passivas e ativas com o intuito de identificar as principais recomendações feitas com relação ao conteúdo a ser divulgado pelas empresas. Este trabalho preocupou-se ainda em apontar quais foram os principais tipos de contingências encontradas nas empresas analisadas e avaliou como estas comprometeriam o Patrimônio Líquido no futuro, caso venham a se concretizar, em cada uma das cem empresas em destaque. Quanto aos resultados obtidos, verificou que das empresas analisadas, apenas duas empresas não possuíam provisões para contingências, dezesseis não evidenciaram passivos contingentes e cinqüenta e sete não divulgaram ativos contingentes. Dentre os destaques da pesquisa, observou-se que a Petrobrás destacou-se por possuir maior valor de ativo e de passivo contingente, enquanto a Siderurgia Nacional reconheceu maior valor de provisão para contingências. Verificou-se ainda que cinco empresas destacaram-se por possuir montantes de passivo contingente maior que seus próprios patrimônios líquidos, o que caracteriza uma informação bastante importante para a administração destas entidades, uma vez que as contingências podem acarretar em última instância a uma possível falência da empresa. Finalmente observou-se que dos tipos de ativos e passivos contingentes evidenciados, o fiscal foi o mais verificado em ambos os casos; as ações cíveis também foram divulgadas em menor proporção, e os processos trabalhistas e ambientais foram encontrados apenas nas contingências passivas.
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Escolhas Contábeis: o Caso Brasileiro das Propriedades para Investimento.

Escolhas Contábeis: o Caso Brasileiro das Propriedades para Investimento.

A etapa empírica deste estudo foi guiada por uma triangulação de abordagens metodológicas, composta de pesquisa documental, entrevistas e análise de con- sistência dos resultados encontrados. Inicialmente, fo- ram selecionadas as duas maiores empresas brasileiras do setor de exploração de imóveis cujas escolhas de mensuração das propriedades para investimento fos- sem valor justo e custo histórico. Ao todo, eram doze empresas brasileiras exploradoras de propriedades para investimento listadas na BM&FBOVESPA na épo- ca da realização deste estudo (2012). As duas maiores empresas do setor detêm, juntas, mais de 23 bilhões de reais em valor de mercado e representam 45% do total. Selecionadas as duas empresas, com suas respec- tivas demonstrações financeiras e formulários de re- ferência do ano de 2012, procedeu-se a uma pesquisa documental com base nas demonstrações contábeis publicadas e nos formulários de referência arquivados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A partir da pesquisa documental, efetuou-se uma análise des- critiva dos dados secundários obtidos, a qual permitiu entender as semelhanças e diferenças dos modelos de negócios das duas empresas escolhidas.
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Aquisição de empresas na bolsa de valores: uma análise das empresas brasileiras

Aquisição de empresas na bolsa de valores: uma análise das empresas brasileiras

É indiscutível entre os autores analisados que o prêmio pago pela empresa alvo é o principal fator dessa disparidade de comportamento dos preços das ações das empresas envolvidas. Dessa forma, o motivo que leva as firmas a pagarem altos prêmios deverá indicar e justificar as divergências de retorno. Mas, em muitos casos, mesmo sem divulgar o prêmio que será oferecido, o mercado automaticamente reprecifica as empresas envolvidas. Para elaborar essa reprecificação, o mercado parte de algumas premissas contidas nas características da aquisição. Algumas dessas características serão descritas a seguir:
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP WILSON ROBERTO ISCARO MULLER

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP WILSON ROBERTO ISCARO MULLER

A internacionalização de empresas brasileiras é tardia, mesmo quando comparada a países emergentes, inclusive a própria América Latina (Rocha, Silva e Carneiro, 2007). Ainda assim, este movimento em busca de novos mercados é cada vez mais comum à realidade do mercado brasileiro, pois, desde a abertura da economia brasileira no início da década passada, a competitividade tornou-se um imperativo para as empresas nacionais, sua sobrevivência depende de sua competitividade não apenas no mercado doméstico, mas cada vez mais em escala mundial. A relevância do Investimento Direto no Exterior (IDE) para a economia global é tal que ele já se tornou mais importante que o comércio no aporte de bens e serviços nos mercados externos (SAUVANT, 2007). A importância deste movimento pode ser constatada pelo fato de ser uma tendência também verificada no conjunto de países emergentes, cujo IDE tem aumentado mais rapidamente que o IDE dos países desenvolvidos; no caso do Brasil, mesmo tendo iniciado a internacionalização mais tarde, o país já se destaca com o maior volume de IDE entre os países latino-americanos (ALEM e CAVALCANTI, 2007). Frente a esta tendência global, a análise dos impactos da internacionalização no desempenho de mercado das empresas brasileiras torna-se importante para uma avaliação dos resultados dos primeiros anos de internacionalização das empresas brasileiras.
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Uso de indicadores de desempenho nas empresas construtoras brasileiras: diagnóstico...

Uso de indicadores de desempenho nas empresas construtoras brasileiras: diagnóstico...

A busca pelo aumento do desempenho tem levado as empresas, em geral, a buscar ferramentas de gestão para esse fim. Nas empresas construtoras não tem sido diferente. Nesse tipo de empresa, a primeira iniciativa foi a gestão da qualidade, porém atualmente observa-se a utilização de outras , a exemplo dos sistemas de medição de desempenho. Nesse contexto, a questão que guiou esse trabalho foi identificar se existe uma prática de medição de desempenho em empresas construtoras e se essa prática contribui para a gestão de desempenho. A partir daí, o objetivo deste trabalho é identificar qual o panorama da utilização dos sistemas de medição de desempenho pelas empresas construtoras brasileiras, além de buscar verificar como é essa prática, qual o seu alinhamento com a teoria e que contribuição pode ser dada a partir da comparação entre a teoria e a prática. Essas informações foram coletadas através de um survey e de um levantamento detalhado em empresas construtoras que possuíam um sistema de gestão da qualidade implantado e, com essas pesquisas de campo, foi possível identificar as características desse uso, os pontos fortes e as dificuldades encontradas pelas empresas. A partir da análise comparativa da prática das empresas e a teoria sobre medição de desempenho, foram elaboradas orientações para utilização dos sistemas de medição de desempenho pelas empresas construtoras brasileiras. A contribuição dessa pesquisa foi levantar uma discussão sobre o tema a nível nacional, identificando as características desta prática e oferecer às empresas construtoras sugestões de como aperfeiçoar o uso dessa ferramenta.
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REAd. Rev. eletrôn. adm. (Porto Alegre)  vol.23 número2

REAd. Rev. eletrôn. adm. (Porto Alegre) vol.23 número2

O conservadorismo contábil tem influenciado nas decisões das empresas. No contexto internacional, a intervenção dos governos na atividade das empresas é fortemente observada, conforme afirmam alguns autores. No contexto brasileiro, além da influência do conservadorismo contábil as empresas são influenciadas pela estrutura jurídica-cultural code law. Nessa perspectiva, o presente estudo, busca analisar se as empresas estatais brasileiras seriam mais conservadoras do que as empresas não estatais no mercado brasileiro, sob a ótica do Modelo de Basu (1997) que define o conservadorismo como o grau de reconhecimento assimétrico do mercado para boas e más notícias. Essa hipótese decorre de evidências internacionais de que empresas estatais possuem incentivos de apresentar resultados maiores como forma de demonstrar uma boa imagem do governo. Como estratégia metodológica esta pesquisa adotou o Modelo de Basu (1997), adaptado às empresas brasileiras no período de 2010 a 2013, com adoção de estatística descritiva e método quantitativo, sendo os dados coletados da base de dados do software Economática®. Os principais resultados foram: foi possível aceitar a hipótese de que as empresas estatais são menos conservadoras do que as demais empresas da BM&F Bovespa, enquanto queempresas com ações negociadas na BM&F Bovespa, não reconhecem as boas notícias mais rapidamente do que as más notícias; observou-se conservadorismo contábil nas empresas que publicaram informações em conformidade normas contábeis exigidas a partir da Lei 11.638/08, entre o período de 2010 a 2013, sendo estatisticamente significante a 10%; entre outros resultados.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO EXECUTIVO – FEAAC DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDINILSON DA SILVA ALVES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO EXECUTIVO – FEAAC DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDINILSON DA SILVA ALVES

As conclusões apresentadas sustentam a afirmação de alcance pleno do objetivo geral desta pesquisa. Não à parte das demais pesquisas científicas, destaca-se que o presente estudo deparou-se com inúmeras limitações. A proposta concentra-se apenas com o cenário nacional, e abrange somente um período, investigando-se relatórios de sustentabilidade. A construção do perfil das firmas foi delimitada por três características. O número de empresas também era restrito e a abordagem qualitativa interfere, a seu modo, nas inferências por observação. São sugestões a futuros estudos a ampliação, concomitante, do universo amostral e do período de análise. A abordagem quantitativa poderia mostrar-se pertinente à verificação das sinalizações obtidas, constando-se, quem sabe, setor econômico, listagem em bolsa de valores e o nível de aplicação como variáveis impactantes da realização de investimentos de cunho ambiental.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO GESTÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO GESTÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA

O fato do grupo de melhores práticas ser menos volátil do que o grupo de piores práticas, corrobora com os resultados encontrados por Rogers, Machado Filho e Securato (2008), Monte el al. (2010) e Huang et al (2011), haja vista que tais autores chegaram à conclusão que empresas pertencentes aos melhores níveis de governança apresentam menor volatilidade do que empresas com piores práticas de governança corporativa, demonstrando que quanto maior a transparência da empresa para o mercado, menor serão as variações em funções de determinados eventos. De maneira análoga, Zhang (2012) indicou que países que apresentam altos índices de corrupção apresentam uma maior volatilidade de ações em relação a países com baixos índices de corrupção. Conforme Chau, Deemsomsak e Wang (2014) turbulências políticas contribuem para o aumento da volatilidade dos mercados de ações, entretanto empresas com melhores práticas tendem a sofrer menos impacto pelo fato de que empresas pertencentes a elevados níveis de governança tendem a reduzir a exposição aos riscos externos
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Análise da Performance Econômico-Financeira das 25 Maiores Cooperativas de Crédito Brasileiras

Análise da Performance Econômico-Financeira das 25 Maiores Cooperativas de Crédito Brasileiras

As cooperativas de crédito, como organizações sociais, além de realizar suas atividades com o intuito de beneficiar seus sócios, devem ainda ter desempenho econômico-financeiro a fim de se manter no mercado em que atuam. O objetivo deste estudo foi analisar a performance econômico-financeira das 25 maiores cooperativas de crédito brasileiras. Utilizou-se método descritivo, documental e quantitativo. O período de análise compreendeu os anos de 2008 a 2012. Aplicou-se o método Topsis e regressão logística, por meio do software SPSS®. Com a utilização do método Topsis foi gerado o ranking de performance econômico-financeira das cooperativas em estudo, pelos indicadores de qualidade dos ativos e taxas de retorno e custos do modelo Pearls. Depois de gerado o ranking das cooperativas, utilizou-se a técnica regressão logística, para verificar as variáveis dos grupos de indicadores econômico-financeiros em estudo do modelo Pearls que tiveram maior significância para a formação do ranking. Os resultados mostraram que os indicadores relação entre despesas de obrigações por empréstimos e repasses com as obrigações por empréstimos e repasses médios (R4), relação entre despesas operacionais com ativo total médio (R6) e a relação entre o resultado da intermediação financeira pela receita operacional (R9) do grupo taxa e retornos de custos, foram os principais indicadores com impacto no ranking formado. Desta forma, a performance econômi- co-financeira das cooperativas analisadas relacionou-se com a eficiência da gestão em termos de controle de custos operacionais.
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Fatores determinantes do crescimento das firmas na indústria brasileira: período de 1972 a 1976

Fatores determinantes do crescimento das firmas na indústria brasileira: período de 1972 a 1976

manho, para o total das empresas, observa-se que as maiores. sao as que c6ncentram pr6porcionalmente maiores fundos em ati-[r]

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Evidenciação de emissões ambientais em empresas brasileiras.

Evidenciação de emissões ambientais em empresas brasileiras.

Nota-se que a empresa Energias BR que, e 2011 assumiu a 1ª colo- cação no ranking, em 2012 decaiu para a 6ª posição; portanto, no ano de 2012, a empresa passou a evidenciar, por meio de seu Relatório de Sustentabilidade, menos fatores no que diz respeito às emissões diretas. A empresa Klabin S/A que liderava o ranking em 2012, nos anos de 2010 e 2011 estava na 4ª e 2ª colocação, respectivamente. Diante disso, percebe-se que esta empresa foi, em todos os anos, evidenciando mais os fatores sobre as emissões diretas. O contrário ocorreu com a empresa Petrobras que, em 2010, estava na 3ª colocação; em 2011, decaiu para a 4ª; e, em 2012, foi para a 7ª colocação. Também verificou-se o mesmo na empresa BRF Foods S/A, que da 2ª posição em 2010 caiu para 3ª em 2011. Percebe-se que várias empresas do ranking apresentam uma queda de posição de um ano para o outro, como é o caso da Braskem, da Duratex, da Ecorodovias e da P. Açúcar. O contrário pode ser notado nas empre- sas Bradesco, e, principalmente, Tractebel, visto que de 9ª colocada no ranking em 2010 passou para 4ª posição em 2012. Por meio da Tabela 1 apresentam-se os fatores sobre emissões diretas que foram evidencia- dos pelas empresas analisadas em seus Relatórios de Sustentabilidade.
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Responsabilidade social empresarial: um estudo às práticas das 100 maiores empresas portuguesas

Responsabilidade social empresarial: um estudo às práticas das 100 maiores empresas portuguesas

Em resposta à pergunta de investigação colocada no inicio do trabalho (Qual a performance das 100 maiores empresas portuguesas em matéria de reporte das suas práticas de responsabilidade social?) concluímos que os resultados obtidos não foram animadores na medida em que se esperava uma melhor postura, por parte das 100 maiores empresas portuguesas, em termos de reporte das suas práticas de RSE bem como uma maior divulgação das mesmas. São ainda muito poucas as empresas portuguesas que elaboram os seus relatórios de sustentabilidade contemplando e organizando a informação tal como consta nas directrizes definidas pela GRI, o que nos leva a concluir que ainda há muito a ser feito neste domínio.
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Aprende-se com as empresas japonesas? - Estudo comparativo entre empresas brasileiras e mexicanas.

Aprende-se com as empresas japonesas? - Estudo comparativo entre empresas brasileiras e mexicanas.

19 departamentos e/ou laboratórios de qualidade do produto, formalmente organiza- dos, que muitos deles mantêm. Cerca de 75% das empresas da amostra confirma- ram a existência dessas áreas em sua estrutura, embora a formalização das práti- cas de qualidade seja bem maior entre os grandes e médios fornecedores do que entre os pequenos. A maior parte delas demonstrou estar ciente de que a qualidade era o principal fator considerado pelas SJs, ao escolher seus fornecedores; além disso essas empresas consideraram-se capazes de atender a padrões internacio- nais de qualidade. Em seu favor, os fornecedores brasileiros apresentaram a evi- dência de terem recebido, em anos recentes, prêmios de qualidade patrocinados por seus clientes (sobretudo não-japoneses). Aproximadamente 63% das empre- sas fornecedoras declararam ter recebido prêmios de qualidade de seus clientes brasileiros, norte-americanos e europeus. Também com relação a esse aspecto, a maior premiação concentrou-se entre empresas fornecedoras de grande e médio portes. Quanto às de pequeno porte, metade delas não se considera em condições de atender a requisitos mais exigentes de qualidade.
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Análise da eficiência de empresas familiares brasileiras.

Análise da eficiência de empresas familiares brasileiras.

c) Coeficiente de Risco Sistemático – Beta (β) – representa a taxa de risco sistemático da empresa e significa que ela possui volatilidade de intensidade igual à variação média da bolsa. O custo do capital próprio das empresas familiares de capital fechado foi obtido por meio do conceito beta estimado. Damodaran (2002) explica que os betas de empresas comparáveis podem ser utilizados para estimar o beta de uma empresa não negociada ou de capital fechado. Optou-se, neste estudo, por consultar o beta das demais empresas do setor, que presumidamente têm risco sistemático semelhante.
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