neuropatia diabética

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Proteinograma do líquido cefalorraqueano na neuropatia diabética.

Proteinograma do líquido cefalorraqueano na neuropatia diabética.

PROTEINOGRAMA DO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NA NEUROPATIA DIABÉTICA. A.[r]

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O sistema nervoso autónomo e o sistema nervoso periférico na neuropatia diabética

O sistema nervoso autónomo e o sistema nervoso periférico na neuropatia diabética

Introdução: De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) [1], mais de 180 milhões de pessoas em todo o mundo têm DM (de tipo 1 e de tipo 2) e este número poderá duplicar em 2030 [2]. A neuropatia diabética (ND) é, provavelmente, a complicação microvascular mais comum, afectando cerca de 50% dos diabéticos [1]. Para estudar os distúrbios do sistema nervoso periférico, os testes electrofisiológicos não invasivos têm sido uma ferramenta muito importante no seu diagnóstico e avaliação. Nestes testes incluem-se a resposta simpática da pele (RSP), que avalia sobretudo alterações na mielina e os estudos da condução nervosa (ECN) que medem a capacidade dos nervos periféricos de conduzirem sinais eléctricos [13]. A neuropatia autónoma diabética é tipicamente avaliada através de sintomas ou disfunção atribuível a um órgão específico. A neuropatia autónoma cardiovascular é de todas a mais proeminente, devido às suas consequências potencialmente fatais e também ao vasto número de testes que existem para a detectar [6]. O QTc é influenciado pelo SNA, tendo o SNA simpático a função principal na sua fisiologia [24].
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Avaliação da perda da sensibilidade protetora plantar como diagnóstico precoce da neuropatia diabética / Evaluation of loss of protective plantar sensitivity as early diagnosis of diabetic neuropathy

Avaliação da perda da sensibilidade protetora plantar como diagnóstico precoce da neuropatia diabética / Evaluation of loss of protective plantar sensitivity as early diagnosis of diabetic neuropathy

O nível de evidência para o rastreamento da neuropatia diabética é limitado e muitos avanços ocorreram para sua detecção através de escores em exames, técnicas e testes sensoriais quantitativos (BOULTON, 2014; AMERICAN DIABETES ASSOCIATION - ADA 2019). Atualmente, visando a aplicação com alcance universal envolvendo também as equipes assistenciais, enfatiza-se a importância da identificação precoce da Perda da Sensibilidade Protetora Plantar (PSPP), mais que da neuropatia diabética (que requer outros métodos mais caros e especializados), para verificar o risco neuropático de ulceração utilizando métodos simples, práticos e de baixo custo.
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Estabilidade postural, risco de quedas e medo de cair em idosos com neuropatia diabética que realizam exercícios terapêuticos.

Estabilidade postural, risco de quedas e medo de cair em idosos com neuropatia diabética que realizam exercícios terapêuticos.

O DM exerce vários efeitos deletérios. Um deles é o desenvolvimento da neuropatia diabética (NPD), afec- ção que ataca o sistema nervoso periférico (SNP), com acometimento geralmente simétrico e distal, que leva à insensibilidade plantar, fraqueza muscular (principal- mente dos músculos intrínsecos dos pés) e diminuição de amplitude de movimento (ADM), contribuindo para a diminuição das aferências do sistema proprioceptivo, instabilidade postural e risco de quedas 4-6 .

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Análise dos fatores clínicos, inflamatórios e genéticos associados à neuropatia diabética dolorosa na atenção primária

Análise dos fatores clínicos, inflamatórios e genéticos associados à neuropatia diabética dolorosa na atenção primária

A neuropatia diabética (ND) é uma disfunção crônica que pode estar associada à presença de dor, acometendo pacientes com Diabetes mellitus tipo 2 (DM2). A inflamação é um mecanismo patogênico essencial implicado no desenvolvimento e na progressão da ND. O objetivo do estudo foi comparar fatores clínicos, morfológicos, bioquímicos, inflamatórios e genéticos de pacientes com e sem neuropatia diabética dolorosa em Região Administrativa do Distrito Federal. Como método adotou-se um estudo quantitativo do tipo caso-controle em duas Unidades Básicas de Saúde da Regional Administrativa de Ceilândia do Distrito Federal. A amostra foi de 213 indivíduos, sendo 150 com DM2 selecionados de forma aleatória e 63 controles saudáveis. Foram utilizados na coleta de dados: antropometria, densitometria óssea, coleta de sangue (avaliação bioquímica, citocinas e polimorfismo genético), avaliação da neuropatia diabética, verificação da pressão arterial, perfil sociodemográfico, clínico, hábitos de vida, avaliação da dor e sintomas depressivos. Os dados foram analisados utilizando-se o programa SPSS 20.0. A prevalência de ND foi de 56,0% e de dor em pés e/ou panturrilhas de 65,3%, sendo que o grupo com ND apresentou maior intensidade de dor. Os pacientes com ND dolorosa apresentaram pior sensibilidade nos exames de percepção vibratória, estímulo doloroso, reflexo Aquileu e temperatura. Menor tempo de escolaridade, ocupação (ativo) e naturalidade nordestina foram associados à ND. O sono prejudicado e sintomas depressivos foram mais evidentes nos pacientes com ND dolorosa. A prevalência de HAS foi significativamente maior naqueles com improvável neuropatia diabética, porém com dor. Aqueles com ND apresentaram maiores níveis de glicemia, hemoglobina glicada, baixos níveis de LDL e menor pressão arterial diastólica. Maiores níveis plasmáticos de TNF-α foram observados nos grupos de pacientes sem dor (sem neuropatia/sem dor e com neuropatia não dolorosa). O grupo sem neuropatia e sem dor também apresentou maiores níveis de IL-2. Correlações negativas foram evidenciadas entre os níveis plasmáticos de IL-2 e IL-10 com a intensidade da dor em pés e/ou panturrilhas dos pacientes com DM2. O aumento de citocinas observado nos grupos sem dor parece não depender do polimorfismo na posição -308 da região promotora do gene para TNF-α tendo em vista que somente nos pacientes com genótipo AA foram encontrados maiores níveis plasmáticos de IL-2 e TNF-α. Assim, observou-se que pacientes com DM2 apresentam-se clinicamente diferentes quanto à ND, deste modo a avaliação sistemática associada ao perfil bioquímico e inflamatório podem ser indicadores a ser considerados no acompanhamento do paciente com DM2 na atenção primária.
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Exercícios físicos em portadores de neuropatia diabética: revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos randomizados.

Exercícios físicos em portadores de neuropatia diabética: revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos randomizados.

RESUMO | O objetivo deste estudo foi revisar sistematicamente os efeitos do tratamento com exercícios aeróbio, resistido ou combinado (resistido/aeróbio/ equilíbrio) no equilíbrio, força muscular e índice glicêmico de portadores de neuropatia diabética. A busca de ensaios clínicos randomizados que realizaram exercício aeróbio, exercício resistido ou exercício combinado em indivíduos com neuropatia diabética comparados com grupo controle foi realizada nas bases de dados eletrônicas MEDLINE (via PubMed), Cochrane CENTRAL, LILACS (via Bireme) e PEDro. Os desfechos considerados foram: equilíbrio, avaliado a partir da escala ABC, índice glicêmico, através da glicemia de jejum e pós-prandial, e a força muscular, avaliada pela dinamometria e pelo teste Five-times-sit-to-stand. Dos 389 estudos identificados, cinco foram incluídos, com um total de 292 indivíduos. Foi observado que o exercício combinado (resistido/ equilíbrio) comparado com o controle demonstrou melhora significativa do equilíbrio (8; IC 95%: 1,12 a 14,88; I2=0%). Dois dos cinco estudos incluídos avaliaram a força muscular de MMII (n=116), ambos os estudos com exercícios combinados (resistido/equilíbrio) vs. controle, porém não foi possível realizar a metanálise desses estudos, pois a força muscular foi avaliada de formas diferentes. Apenas um artigo avaliou o índice glicêmico
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Análise da estabilidade postural, risco de quedas e o medo de cair em idosos com neuropatia diabética

Análise da estabilidade postural, risco de quedas e o medo de cair em idosos com neuropatia diabética

Objetivo: avaliar a estabilidade postural, risco de quedas e medo de cair em idosos com neuropatia diabética. Metodologia: foram selecionados 165 prontuários de pacientes idosos com diabetes mellitus (DM) tipos 2 atendidos em dois centros de atendimento a idosos em Brasília-DF entre janeiro e junho/2011. Realizou-se uma triagem para rastreio de NPD através dos instrumentos Escore de Sintomas Neuropáticos (ESN), Escore de Comprometimento Neuropático (ECN) e monofilamento de Semmes Weinstein, o Mini Exame do Estado Mental (MEEM) e Escala de Depressão Geriátrica Abreviada (EDG) para descartar déficit. A coleta dos dados prosseguiu com a realização de mais cinco etapas: preenchimento de questionário sobre história de quedas, bioimpedância, para avaliação de composição corporal, estabilometria, para mensuração das oscilações do centro de gravidade e equilíbrio, aplicação da escala de equilíbrio de Berg (EEB) e escala de eficácia de quedas (FES-I). Resultados: de um total de 165 idosos avaliados, 50 foram incluídos no estudo e divididos em dois grupos onde um apresentava história de queda nos últimos 12 meses. A comparação das variáveis estabilométricas entre os grupos com história de quedas nos últimos 12 meses (G1) e sem história de quedas (G2) optou-se pelo teste paramétrico t de Student demonstrando que não houve diferenças entre os dois grupos em nenhuma das oito variáveis avaliadas. Em relação ao risco de quedas avaliado por meio da EEB e medo de cair por meio da FES-I houve diferenças estatísticas entre G1 e G2 (p< 0,01) utilizando o teste t de Student e demonstrando ainda correlações entre elas. Houve ainda diferenças estatísticas entre massa magras em G1 e G2 pelo teste t de Student (p<0,05) com correlação com os escores da EEB. Conclusões: O estudo não encontrou diferenças na estabilidade postural de idosos com NPD por meio da plataforma de força, obesidade e indícios de depressão contudo, houve diferenças significativas entre os grupos com e sem história de quedas entre risco de quedas, medo de cair e massa magra, com correlações importantes entre elas.
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Controle postural, equilíbrio funcional e estabilidade do ato de locomoção na neuropatia diabética periférica

Controle postural, equilíbrio funcional e estabilidade do ato de locomoção na neuropatia diabética periférica

Podemos citar como limitação do nosso estudo o número de pessoas avaliadas, já que muitos indivíduos precisaram ser excluídos por apresentarem outras comorbidades associadas. Portanto, sugerimos que novos estudos sejam realizados com uma população maior, para observar se as mesmas diferenças são encontradas. Sugerimos também que outras situações funcionais da vida diária dessa população, como andar em um percurso com obstáculos, mudanças de direções, presença de degraus, sejam realizadas para verificar a condição funcional desses indivíduos e auxiliar no tratamento e reabilitação. Enfatizamos ainda, a realização de estudos de intervenção com os treinos de marcha nas condições utilizadas neste estudo, a fim de verificar a eficácia deste tratamento na estabilidade da locomoção de indivíduos com neuropatia diabética periférica.
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Avaliação das perdas sensório-motoras do pé e tornozelo decorrentes da neuropatia diabética.

Avaliação das perdas sensório-motoras do pé e tornozelo decorrentes da neuropatia diabética.

Os diabéticos neuropatas apresentam diminuição das sensibilidades tátil e térmica, principalmente nos calcanhares; da função muscular, especialmente nos músculos intrínsecos do pé, tibial anterior e tríceps sural; das ADMs e da função de tornozelos. Dessa forma, pode-se concluir que, de fato, a neuropatia diabética foi a principal responsável pelas alterações observadas, já que fatores como o envelhecimento e a inatividade física estavam presentes tanto nos diabéticos quanto nos controles. Todas essas reduções funcionais, sensoriais e musculoesqueléticas podem contribuir para a diminuição da qualidade de vida e para o aparecimento de úlceras plantares, o que implica muitas vezes, internações hospitalares onerosas e que poderiam ser evitadas com um programa preventivo eficiente. A prevenção é um dos principais aspectos a serem orientados aos pacientes de forma a evitar complicações.
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Neuropatia diabética.

Neuropatia diabética.

CONTEUDO: Estima-se que 371 milhões de pessoas, entre 20 e 79 anos, em todo o mundo apresentem diabetes mellitus e que pelo menos metade destas des- conheça o diagnóstico. Sua prevalência na América Central e do Sul foi estimada em 26,4 milhões de pessoas e projetada para 40 milhões, em 2030. O Brasil ocupa a 4ª posição mundial com maior prevalência de diabetes mellitus com 13.4 milhões de pessoas com a doença, correspondendo a aproximadamente 6,5% da população. Dentre as complicações microvasculares, a neuropatia diabética apresenta maior prevalência, levando a maiores taxas de internações hospitala- res, amputações não traumáticas e incapacidade. A neuropatia diabética pode se manifestar de diferentes formas clínicas, sendo a polineuropatia simétrica distal sua apresentação mais frequente e principal mecanismo de desenvolvimento do pé diabético. Predominantemente, apresenta-se com sintomas sensitivos positi- vos (queimação, formigamento) e negativos (dormência, perda de sensibilidade); porém, pode se desenvolver de maneira assintomática. Geralmente associa-se a sinais e sintomas autonômicos e raramente há manifestação motora. Aproxima-
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Epidemiologia e qualidade de vida em indivíduos com neuropatia diabética dolorosa: uma revisão bibliográfica

Epidemiologia e qualidade de vida em indivíduos com neuropatia diabética dolorosa: uma revisão bibliográfica

A neuropatia diabética dolorosa (NDD) é conceituada como dor iniciada ou causada por lesão primária ou disfunção ou perturbação transitória no sistema nervoso periférico ou central. O objetivo do estudo foi analisar a produção bibliográfica acerca da epidemiologia e do impacto da NDD na qualidade de vida dos indivíduos. Pesquisa bibliográfica de estudos indexados em cinco fontes de dados, utilizando-se os descritores diabetes, diabetes mellitus, neuropatia dolorosa, dor neuropática, qualidade de vida, SF-36, epidemiologia e similares em inglês e espanhol, no período de 1998 a 2010. Foram selecionadas 28 publicações. A prevalência de NDD variou de 26,4 a 65,3%; descrita como dor em “queimação”, “formigamento”, agulhada” e contínua”, com intensidade variando de leve à intensa; capaz de gerar depressão em 35% dos casos e prejudicar principalmente a energia, capacidade de caminhar e o sono. A NDD é frequente entre as pessoas com diabetes mellitus e gera efeitos negativos na qualidade de vida dessa população.
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Estudo do efeito analgésico do topiramato em modelos de dor aguda e neuropatia diabética

Estudo do efeito analgésico do topiramato em modelos de dor aguda e neuropatia diabética

No presente estudo, o Topiramato (TP) foi avaliado em modelos de dor aguda e de dor neuropática diabética. Camundongos Swiss machos foram utilizados nos testes de nocicepção aguda (formalina, placa quente e capsaicina) e ratos Wistar machos no teste de dor neuropática (filamentos de von Frey). No teste da formalina (2 %; 20 µL/i.pl.), foi quantificado o tempo que o animal lambia a pata que recebeu o estímulo durante 0-10 min (fase 01) e 20-40 min (fase 02). Os resultados mostraram uma redução na segunda fase (***p<0,001) nas três doses utilizadas do TP, enquanto que apenas a maior dose mostrou efeito na primeira fase do teste (***p<0,001). O efeito do TP (80 mg/Kg) foi revertido pela naloxona 2 mg/Kg na segunda fase do teste da formalina , mas não pela glibenclamida 3mg/Kg, ciproeptadina 5 mg/Kg e ondansetrona 0,5 mg/Kg quando comparado com o controle em ambas as fases. No teste da placa quente (52°) foi verificada a reação do camundongo ao estímulo térmico onde o animal responde tentando pular ou lamber uma de suas patas traseiras. Os animais foram submetidos a placa aos 00, 30, 60, 120 e 240 min após os tratamentos e comparou-se os grupos que receberam TP nas diferentes doses ( 20, 40 e 80 mg/Kg) e o grupo controle. Nesse modelo, TP demonstrou atividade aos 90 e 120min (**p<0,01; ***p<0,001) apenas na maior dose utilizada (80 mg/Kg). Em outro protocolo, os animais receberam capsaicina (20 µL, 2 µg/ i.pl), sendo quantificado o tempo durante 5 min que estes lamberam ou morderam a pata estimulada, com comparação posterior entre os grupos Não se verificou efeito significativo de TP em todas as doses utilizadas quando comparado com o controle. Para avaliação da ação antinociceptiva em dor neuropática, os animais foram inicialmente induzidos a diabetes com estreptozotocina 40 mg/Kg i.p e após trinta dias foram submetidos ao teste com filamentos de von. Não se verificou efeito significativo do TP nas doses utilizadas quando comparado com o controle. O TP não alterou a freqüência de locomoção dos animais no teste do campo aberto e no teste do Rota rod e não aumentou o número de quedas nem diminuiu o tempo de permanência na barra giratória, sugerindo que o TP não exerce sua atividade antinociceptiva por ação depressora ou relaxante muscular. Em conclusão, a partir desses resultados podemos sugerir que o TP apresenta efeito antinociceptivo frente a diferentes estímulos de dor aguda, mas não na dor neuropática diabética. O efeito analgésico nos testes de dor aguda, provavelmente envolve sistema opióide, porém não os canais de potássio sensíveis ao ATP e sistema serotoninérgico.
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Nível de atividade física habitual em portadores e não portadores de neuropatia diabética

Nível de atividade física habitual em portadores e não portadores de neuropatia diabética

que se estabelece os critérios de encaminhamento para os Centros de Referência Integrados Viva Vida e Hiperdia Minas. Como critérios de exclusão foram conside- rados sujeitos portadores de diabetes mellitus tipo 1, retinopatia grave, doença ar- terial periférica, neuropatia autonômica, claudicação intermitente, funções mus- culares ou esqueléticas prejudicadas, doenças psiquiátricas, doenças coronarianas e que apresentavam algum tipo de amputação e ulcerações graves nos pés.

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Reabilitação física no tratamento de dor neuropática.

Reabilitação física no tratamento de dor neuropática.

dor. A terapia com TENS foi bem tolerada e não houve relatos de efeitos adver- sos. Os estudos incluídos utilizaram TENS de baixa frequência (2-4Hz), mas os efeitos analgésicos de diferentes parâmetros não foram analisados. Assim, o uso de TENS pode ser eicaz no manuseio da DN periférica, mas estudos randomizados, duplamente encobertos, comparando parâmetros, ainda se fazem necessários. Os possíveis mecanismos de ação da eletroterapia estariam relacionados à liberação local de neurotransmissores, como serotonina, adenosina trifosfato (ATP) e endor- inas. Correntes de baixa frequência melhoram a microcirculação e luxo sanguíneo endoneural, o que pode ser particularmente interessante em casos de neuropatia diabética. Estudos sugerem que a TENS ativa mecanismos centrais que produzem analgesia. Há evidências de que TENS de baixa frequência ativa os receptores opio- ides tipo µ na medula espinhal e tronco cerebral, e correntes de alta frequência pro- duziriam efeitos por meio de receptores δ 21 . Mima et al. 23 observaram que TENS de
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Alteração do arco longitudinal medial na neuropatia periférica diabética.

Alteração do arco longitudinal medial na neuropatia periférica diabética.

na literatura e utilizado pelos profissionais da área, e mostram- se válidos para a caracterização dos pés nos grupos controle e diabético estudados. A análise dos dados mostrou o aumento de pés planos na amostra do grupo diabético, enquanto os pés cavos comportaram-se de forma contrária, em maior número no grupo controle. Este fato demonstra as alterações ortopédicas e funcionais decorrentes da neuropatia diabética, responsável pela desestruturação músculo-esquelética do pé diabético, levando principalmente ao desabamento do arco longitudinal medial, alvo de nosso estudo.
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Achados da fundoscopia e alterações do pé diabético em pacientes do Hospital Universitário Onofre Lopes/UFRN.

Achados da fundoscopia e alterações do pé diabético em pacientes do Hospital Universitário Onofre Lopes/UFRN.

Chacon DA, Chaves ADSM, Duarte RA, Garcia CAA, Medeiros AC. Achados da fundoscopia e alterações do pé diabético em pacientes do Hospital Universitário Onofre Lopes/UFRN. Acta Cir Bras [serial on line] Available from: URL: htt://www.scielo.br/acb. RESUMO – Objetivo: Trabalho com o objetivo de identificar as alterações do pé diabético causadas pelas lesões microangiopáticas e das lesões do fundo de olho secundárias aretinopatia diabética. Métodos:76 pacientes com Diabetes Melito tipos 1 e 2atendidos no ambulatório de Oftalmologia e Cirurgia Vascular do HUOL/UFRN, Natal, RN, no período de novembro de 2004 a janeiro de 2005, com queixas relativas a alterações da retinopatia diabéticae/oudo pé diabético. Em todos os pacientes foi realizado exame clínico geral, vascular e oftalmológico. Na avaliação específicado pé diabético deu-se ênfase paraa investigação do status vascular pela Classificação de Fontaine para Doença Arterial Obstrutiva Periférica, biomecânica,e teste do monofilamento de Semmes-Weinstein. O exame oftalmológico constou de refração e fundoscopiaatravés da qual identificou-se as formas clínicas da retinopatia diabética. Os dados foram submetidos à análise estatística das variáveis primárias que consistiu em caracterizar o grupo quanto a idade, tempo de doença, nível de glicose A segunda estratégia da análise dos dados constituiu na realização de testes de associação entrealgumas variáveis secundárias selecionadas. O software utilizado para os testes estatísticos foi o Statistica Versão 5, 1997.Resultado: Dos 76 pacientes diabéticos 97% tinham idade superior a 40 anos. O tempo de doença65% tinham mais de 10 anos. Com relação à glicose 72,72% apresentaram níveis de glicose em jejum acima de 100mg/dl. 55,26% apresentavam algum grau de retinopatia diabética contra 44,74% que não apresentavamesses sinais. Com as alterações do pé diabético, identificou-se 59,93% com lesões com área de predominância isquêmica, enquanto 41,07% tinham ausência de sinais. 58,82% apresentaram área de predominância neuropática, e 41,18% sem sinais de neuropatia. Dos com retinopatia diabética 78,57% tinham comprometimento isquêmico no pé e 47,62% tinham algum grau de neuropatia diabética. Observou-se que a retinopatia diabética não proliferativa, nos seus diversos graus de compro- metimento apresentou-se com percentuais em torno de 80% junto às lesões do pé diabético, seja isquêmico ou neuropático. Dos pacientes que tinham retinopatia 60,46% tinham alterações biomecânicas dos pés. Conclusão: Concluiu-se que a RDNP leve foi mais freqüente nas lesões do pé diabético isquêmico, enquanto a RDNP severa mostrou-se mais presente no pé diabético neuropático. DESCRITORES: Neuropatia Diabética, Retinopatia Diabética, Microangiopatia, Pé Diabético
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS EM SAÚDE FRANASSIS BARBOSA DE OLIVEIRA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS EM SAÚDE FRANASSIS BARBOSA DE OLIVEIRA

A neuropatia diabética é uma das principais complicações manifestadas tardiamente em indivíduos com diabetes mellitus. Apesar da alta prevalência, as opções diagnósticas no monitoramento das neuropatias diabéticas não oferecem atualmente parâmetros que sustentem tomadas de decisões clínicas. O objetivo do estudo foi investigar limites e possibilidades de instrumentos com diferentes características de aplicação na prática clínica serem utilizados no diagnóstico e monitoramento da função nervosa periférica cutânea das extremidades de membros inferiores de pessoas com diabetes mellitus do tipo 2. Para atingir esse objetivo foram elaborados quatro métodos para: (1) realizar um levantamento e sistematização de uma técnica de aplicação mais complexa: a Current Perception Threshold – CPT; (2) definir quais as frequências ideais para uso da CPT; (3) realizar a adaptação transcultural e avaliação da confiabilidade do Michigan Neuropathy Screening Instrument (MNSI-Brasil) e (4) analisar a validade concorrente entre o CPT, MNSI-Brasil e estesiometria por monofilamentos. A discussão dos resultados leva à conclusão de que não existe na literatura um protocolo padronizado para utilização do CPT; que há uma melhor discriminação obtida com frequências de 1 Hz, 250 Hz e 3000 Hz para estimular fibras do t ipo C, Aδ e Aβ, respectivamente; que a versão brasileira do Michigan Neuropathy Screening Instrument, o MNSI-Brasil está pronto e é confiável para ser utilizado no Brasil e que não é possível estabelecer associação entre os valores de CPT com MNSI-Brasil e estesiometria por monofilamentos. Assim, por possuírem características particulares, os métodos de avaliação são complementares no diagnóstico e monitoramento da função nervosa periférica de membros inferiores em indivíduos com diabetes mellitus do tipo 2.
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Epidemiologia da dor neuropática.

Epidemiologia da dor neuropática.

Estudo que analisou a prevalência estima-se que 20 a 24% dos pacientes nos EUA experimentam neuropatia diabética dolorosa, embora os dados sobre os fatores de risco para neuropatia diabética dolorosa sejam limitados, mas a du- ração do DM e mau controle glicêmico são fatores importantes, e que entre 25 e 50% dos adultos com mais de 50 anos desenvolvem neuralgia pós-herpética, dependendo do uso de terapia antiviral precoce para herpes-zoster. O aumento da idade, maior intensidade da dor, gravidade da erupção cutânea, maior grau de deiciência sensorial e sofrimento psíquico são fatores de risco para desenvolver neuralgia pós-herpética 22 .
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Distribuição da pressão plantar durante o andar descalço e sensibilidade somatossensorial...

Distribuição da pressão plantar durante o andar descalço e sensibilidade somatossensorial...

A perda da sensibilidade decorrente da complicação crônica da neuropatia diabética periférica distal faz com que os mecanismos de proteção contra microtraumas e dor estejam ausentes, predispondo o pé diabético à ulceração, podendo evoluir para amputações do membro inferior. A presença de deformidades nos pés aumenta a sobrecarga quando associada as alterações sensoriais. O objetivo deste estudo foi investigar a influência da neuropatia diabética e da história de úlceras plantares na sensibilidade somatossensorial e na distribuição da pressão plantar durante o andar descalço entre diabéticos neuropatas com (GDU) e sem (GD) história de úlcera plantar com não diabéticos assintomáticos (GC), a fim de verificarmos se a presença de ulceração plantar na história clínica de diabéticos neuropatas, incidência de deformidades do pé e a perda sensorial influenciam no padrão dinâmico da distribuição da pressão plantar. A casuística foi composta de 44 sujeitos sendo 19 sujeitos no GC, 16 no GD e 9 no GDU. Foram avaliadas as sensibilidades tátil, térmica e a cronaxia sensitiva e realizada a avaliação dinâmica da distribuição da pressão plantar durante a marcha descalça, utilizando as palmilhas do sistema PEDAR ® da Novel, em cadência auto-
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Equilíbrio estático de indivíduos com neuropatia periférica diabética.

Equilíbrio estático de indivíduos com neuropatia periférica diabética.

RESUMO | O diabetes mellitus (DM) é uma das enfermi- dades crônicas mais diagnosticadas nos últimos anos. A neuropatia diabética periférica (NP) é a complicação mais prevalente dessa doença, atingindo até 80% dos diabéticos, podendo modificar o equilíbrio. Este estudo teve por obje- tivo comparar o equilíbrio estático de indivíduos diabéticos neuropatas, diabéticos não neuropatas e indivíduos sem DM e averiguar a influência da visão nessa situação. Foram avaliados 30 indivíduos, divididos em três grupos diferen- tes: GC, 10 não diabéticos (média de idade 55,5±9,72 anos); GD: 10 diabéticos sem NP (54,4±7,76 anos); e GNP, 10 dia- béticos com NP (60,4±5,35 anos). Cada indivíduo foi filma- do nos planos frontal e sagital, com e sem visão, avaliado quadro a quadro no software Free Video to JPG Converter ® ,
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