Objetos de Aprendizagem (AO)

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OBJETOS DE APRENDIZAGEM

OBJETOS DE APRENDIZAGEM

RESUMO: Os Objetos de Aprendizagem são recursos tecnológicos, que proporcionam maior interatividade entre o conteúdo que está sendo estudado e o estudante, pois utilizam imagens, hipertextos, animações. Diante disso, a pesquisa teve como objetivo analisar a percepção dos estudantes da disciplina de Tecnologia para o Ensino da Matemática de um curso de Licenciatura em Matemática, a respeito do uso do objeto de aprendizagem “Pontos em Batalha”, recurso para o conteúdo de Distância entre Ponto e Reta, assim, pretende-se analisar a percepção destes estudantes em relação ao uso dos objetos de aprendizagem no conteúdo matemático do Ensino Médio. A investigação foi de caráter qualitativo, na modalidade exploratória, e a coleta de dados deu-se por meio de relatórios obtidos ao final das oficinas. Os resultados apontaram que os estudantes ao utilizarem o recurso compreenderam as atividades de forma mais interativa e assim proporcionou uma interatividade maior com o conteúdo e participantes. Isso demonstra que a
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RECONHECIMENTO E AGRUPAMENTO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM SEMELHANTES

RECONHECIMENTO E AGRUPAMENTO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM SEMELHANTES

Surge então uma necessidade de considerar uma semântica de identidade e similaridade de materiais de ensino com vista à detecção de versões. Foi assim criado o Serviço Agrupador de Resultados Semelhantes (Similar LO Detection Service) que agrupa os resultados semelhantes, ou seja, as versões de um mesmo material de ensino. Este serviço está inserido em um sistema de integração de repositórios de objetos de aprendizagem - LORIS [5], que é baseado na arquitetura de mediadores e tradutores e lida com a heterogeneidade dos conjuntos de metadados utilizados. LORIS foi desenvolvido no âmbito do projeto PGL e implementado através do uso de serviços web e ontologias. Sua extensão, AccessForAll-LORIS [6], foi desenvolvida para permitir acesso de forma integrada aos LOs em repositórios heterogêneos, de acordo com as necessidades de acessibilidade dos usuários. O Serviço Agrupador de Resultados Semelhantes foi inserido neste sistema, fazendo o reconhecimento de versões de LOs e seu agrupamento, além da recomendação dos LOs considerados mais adequados ao usuário.
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OBJETOS DE APRENDIZAGEM: UMA ESTRATÉGIA PARA FACILITAR A COMPREENSÃO DE LOGARITMOS

OBJETOS DE APRENDIZAGEM: UMA ESTRATÉGIA PARA FACILITAR A COMPREENSÃO DE LOGARITMOS

Este estudo trata da utilização dos Objetos de Aprendizagem (OA) em salas de aula, sendo objetivo do mesmo investigar se o uso de objetos de aprendizagem pode facilitar o desenvolvimento de conteúdos em sala de aula, favorecendo ao processo ensino- aprendizagem. O estudo foi desenvolvido com uma turma de 1 a série do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Liceu de Messejana situada em Messejana, Ceará. A turma é composta de 36 alunos, que foram divididos em dois grupos, separados de forma aleatória, por sorteio. Um grupo foi denominado grupo de controle, com 26 alunos e outro, denominado grupo experimental, com 10 alunos. Utilizamos para a coleta de dados três instrumentos: questionário socioeconômico, pré-teste e pós-teste. Os resultados apontam que o objetivo foi alcançado, pois percebemos um desempenho superior dos participantes do grupo experimental, com relação aos participantes do grupo de controle. Portanto, os participantes que tiveram as aulas com o OA obtiveram um desempenho melhor.
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OBJETOS DE APRENDIZAGEM: UMA ANÁLISE DA APRENDIZAGEM MATEMÁTICA E SUAS CONCEPÇÕES TECNOLÓGICAS

OBJETOS DE APRENDIZAGEM: UMA ANÁLISE DA APRENDIZAGEM MATEMÁTICA E SUAS CONCEPÇÕES TECNOLÓGICAS

A análise dos dados apresentados neste trabalho foi realizada tomando como base os objetos de aprendizagem encontrados no repositório Proativa, uma vez que contém descrições detalhadas na forma de Guia do professor, bem como sugestões de atividades para sua utilização. Permitindo uma visão holística do objeto e seu potencial educativo, o que justifica sua escolha para realizar a classificação quanto aos ambientes de aprendizagem (SKOVSMOSE, 2000) e concepções sobre o uso da tecnologia (FROTA; BORGES, 2004). O parâmetro fornecido foi a categoria "matemática". Com este filtro foi realizada a consulta, e teve como retorno 12 itens encontrados que atendiam ao critério especificado, como apresentada no Quadro 2.
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OBJETOS DE APRENDIZAGEM: ESTUDO DE FUNÇÕES COM O APOIO DO GEOGEBRA

OBJETOS DE APRENDIZAGEM: ESTUDO DE FUNÇÕES COM O APOIO DO GEOGEBRA

A criação dos Objetos de Aprendizagem apresentados neste trabalho teve duas etapas bem distintas: A etapa da criação do ambiente físico no computador (a página propriamente dita) - sua estrutura, instalação das ferramentas adequadas, entre outros. Esse momento exi- giu um conhecimento mais profissional de computação. A busca desse conhecimento nos tomou um tempo muito maior do que o previsto inicialmente. A outra etapa se refere a adequação das atividades ao ambiente computacional - criação e/ou adequação dos questi- onamentos e a geração dos applets. Esse momento exigiu o conhecimento pedagógico dos conteúdos envolvidos e a parte visual do ambiente, já que as atividades devem ser motiva- doras e exploradas de forma que o aluno adquira o conhecimento envolvido e, além disso, o ambiente de trabalho deve ser atraente para o usuário.
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Aplicando senso comum na edição de objetos de aprendizagem

Aplicando senso comum na edição de objetos de aprendizagem

Preparar material de aprendizagem de qualidade, para prover um aprendizado significativo, considerando o conhecimento prévio do aluno, o lugar onde ele vive e a cultura que adquiriu ao longo da vida, ou seja, o seu conhecimento de senso comum, ainda é um grande desafio no processo de ensino-aprendizagem. No contexto de e-learning, focando a Educação a Distância (EaD), este desafio é maior, pois professores e alunos estão separados fisicamente e/ou temporalmente. Professores têm que lidar com o uso de computador e da Internet para editar o conteúdo para o ambiente Web, garantindo o suporte à aprendizagem significativa dos alunos. Organizações voltadas à EaD e universidades criaram o conceito de objetos de aprendizagem (OA), um formato para organizar e estruturar qualquer material digital com foco educacional. Para o professor utilizar o conhecimento de Senso Comum na edição de OA, dois módulos com suporte a Senso Comum foram incorporados ao Cognitor, um framework computacional para editar material de aprendizagem Web. Um dos módulos
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OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

Devido ao grande índice de dificuldade que os alu- nos dos cursos de Computação encontram na discipli- na Lógica de Programação (ou nome similar), preten- de-se oferecer uma ferramenta que, utilizando objetos de aprendizagem, possa auxiliar os alunos a aprende- rem Lógica de Programação. Sem valorizar qualquer linguagem de programação, a ferramenta irá ensinar aos alunos lógica de programação, utilizando português estruturado. Desta forma, os alunos aprenderão a lógi- ca de uma maneira geral, sem se viciar em alguma lin- guagem específica.

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e-LORS: Uma Abordagem para Recomendação de Objetos de Aprendizagem

e-LORS: Uma Abordagem para Recomendação de Objetos de Aprendizagem

Resumo O uso de sistemas de recomendação com a finalidade de melhorar a interação usuário- computador tem crescido em aplicações eletrônicas como e-commerce e e-learning. Sistemas de recomendação visam sugerir informações e serviços que possam ser atrativos baseando-se no uso automatizado de dados que descrevem as preferências do usuário. Na área educacional, a recomendação de conteúdos mais relevantes pode atrair a atenção do estudante, motivando-o durante o processo de ensino-aprendizagem. Uma das formas de se alcançar este objetivo se dá por meio do processamento computacional de dados que descrevem o estilo de aprendizagem do estudante. Neste contexto, o objetivo deste trabalho é apresentar a metodologia e-LORS, uma abordagem para a recomendação de conteúdo eletrônico baseada no relacionamento entre perfis e objetos de aprendizagem. Na metodologia proposta, perfis de aprendizagem são descri- tos por dimensões discretas de maneira a atender diferentes perspectivas de preferência do estudante. Já a metodologia de recomendação usa estas dimensões para filtrar os objetos de aprendizagem – descritos pelo padrão IEEE LOM – mais adequados ao estudante. Palavras-Chave: aprendizagem eletrônica, objeto de aprendizagem, perfil de aprendizagem, sistemas de recomendação, padrão IEEE LOM
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Objetos de aprendizagem: um panorama da produção acadêmica nacional

Objetos de aprendizagem: um panorama da produção acadêmica nacional

Os estudantes das novas gerações que frequentam as instituições escolares podem ser considerados nativos digitais, pois nasceram em uma era digital e desde a infância interagem com recursos tecnológicos variados. Nesta perspectiva, faz-se necessário buscar conhecimentos e estratégias pedagógicas para a incorporação de recursos tecnológicos, como os Objetos de Aprendizagem (OA) no contexto educacional. Este estudo teve por objetivo realizar uma revisão de literatura, considerando dissertações e teses, sobre OA, com o intuito de identificar as principais temáticas abordadas nas produções, o status jurídico, o tipo e o ano de publicação. Para tanto, realizamos pesquisa bibliográfica na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, por meio do descritor “objetos de aprendizagem”. Com base nas produções acadêmicas encontradas, verificamos que entre os anos de 2003 e 2016 foram publicadas 168 teses e dissertações, que foram divididas em 27 categorias temáticas, sendo que as predominantes foram Engenharia de Software, Ensino de Matemática, Ensino Superior, Ensino de Física e Repositórios. Em relação ao nível de ensino, constatamos que a maioria das produções encontradas são dissertações de mestrado, e que o maior número de produções defendidas concentra-se nas instituições de ensino federais. Embora reconheçamos que são necessárias investigações sobre interface, usabilidade e linguagem de programação, defendemos que não basta termos recursos excepcionais do ponto de vista tecnológico, se os professores não forem capacitados para utilizar os mesmos, sendo que boa parte dos que atuam na educação básica não apresentam conhecimentos necessários para utilizar OA e demais tecnologias digitais de maneira intencional e produtiva.
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BIBLIOTECAS DIGITAIS E REPOSITÓRIOS DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM

BIBLIOTECAS DIGITAIS E REPOSITÓRIOS DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM

De forma a superar a difi culdade ou resistência em se incluirem metadatos na criação de OAs, alguns projetos/iniciativas oferecem aplicativos chamados “criadores de objetos de aprendizagem” (learning object creator – LOCs). Nestes, o usuário/contribuidor não especialista é ‘guiado’ e instruído, em uma interface amigável, em como preencher o esquema de metadados e outras descrições necessárias para se manter a integridade do OA e do ROA que o armazenará. É interessante notar que, ao se adaptarem ferrramentas, modelos e interfaces aos níveis de competência informativa do usuário/contribuinte do ROA, tais funcionalidades assumem um papel educativo, estimulando a refl exão deste usuário quanto aos objetivos da atividade proposta pelo objeto de aprendizagem, sua integração com o currículo e outros aspectos pedagógicos que [talvez] não estão/estavam claros durante a criação do recurso. Tais discussões demonstram que iniciativas de criação de OAs dependem de um planejamento pedagógico e técnico integrado para que o investimento resulte em uso efetivo.
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Objetos de Aprendizagem para o Letramento Informacional

Objetos de Aprendizagem para o Letramento Informacional

A pesquisa ocorreu durante um semestre letivo, em uma disciplina de pós-graduação, de uma Faculdade de Ciência da Informação, com estudantes de graduação e pós-graduação (regular e sem vínculo formal). A disciplina foi criada para ampliar a discussão sobre o assunto e estimular a pesquisa, além de fornecer dados para a pesquisa. Didaticamente, a pesquisa dividiu-se em duas partes. A primeira, com aproximadamente 30 horas presenciais, vinculou- se à apresentação e à discussão dos fundamentos básicos para a produção de OA de LI, abrangendo tópicos como letramento informacional, objetos de aprendizagem, repositórios e avaliação. Na segunda parte, com 30 horas, o objetivo foi a criação de um OA, em que os estudantes levantaram informações sobre softwares, elaboraram o projeto e produziram os OA. Ao final da disciplina, os estudantes responderam questionário com sete perguntas fechadas e três abertas sobre a percepção deles na produção do OA, avaliação dos programas utilizados, potencial dos OA na aprendizagem de LI, bem como elencaram recomendações importantes para estimular a produção de recursos educativos pelos profissionais da informação e educadores.
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Ensino de Literatura e Objetos de Aprendizagem:  Uma Proposta Interacionista

Ensino de Literatura e Objetos de Aprendizagem: Uma Proposta Interacionista

A proposição de estratégias metodológicas para o ensino de literatura, com auxílio de objetos de aprendizagem formados com a lousa interativa, levam o aluno à conexão entre diferentes campos do saber pela visualização e de tecnologias novas e velhas lado a lado, que podem ser manuseadas em tempo real, à medida que o conhecimento vai sendo construído. Essa possibilidade de trabalho interativo remete-nos às infinitas possibilidades do hipertexto, visto por Lévy como estrutura formada por uma rede de interfaces, dado o seu caráter móvel e multimídia: “O hipertexto é dinâmico, está perpetuamente em movimento. Com um ou dois cliques, [...] ele mostra ao leitor uma de suas faces, depois outra, um certo detalhe ampliado, um estrutura esquematizada.” (LÉVY, 2003, p.41). Conhecer as potencialidades intertextuais, espaciais, temporais e estruturais do hipertexto, bem como os traços a ele característicos (KOMESU, 2005, p.98), assume importância vital para a valorização do texto – e, mais especificamente, dos gêneros literários – em seus diferentes aportes tecnológicos. Somente assim o aluno compreenderá as potencialidades e os limites de um livro em seus formatos impresso e digital e saberá valorizar cada um desses meios de propagação da leitura. Somente assim ele se tornará um leitor instrumentalizado e crítico, capaz de observar as diferentes possibilidades de leitura e de aprender com cada uma delas.
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Arquitetura para Compartilhamento de Objetos de Aprendizagem entre Instituições de Ensino

Arquitetura para Compartilhamento de Objetos de Aprendizagem entre Instituições de Ensino

Na última etapa, o ambiente de teste foi semelhante ao que a rede LOP2P deve utilizar. Duas instituições de ensino do estado de Santa Catarina participaram desta avaliação: a Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O ambiente de testes possuía firewalls, subredes e proxies, considerando que estes são pontos que poderiam demons- trar alguma fragilidade do protótipo. No entanto, as trocas de Objetos de Aprendizagem ocorreram sem impedimen- tos, o que validou a rede e determinou a crença de que os problemas relacionados às etapas 3 e 4 eram vinculados à problemas de qualidade de conexão e restrições dos ser- viços de Internet utilizados.
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UMA EXPERIÊNCIA COM OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DA MATEMÁTICA

UMA EXPERIÊNCIA COM OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DA MATEMÁTICA

Com relação a primeira pergunta, a maioria dos entrevistados acredita que os alunos acessarão o Objeto de Aprendizagem ou módulo virtual, de maneira espontânea, mas fazem algumas ressalvas, como por exemplo, o entrevistado C que relata que o acesso espontâneo ocorrerá “se for feito um trabalho em sala mostrando a importância de acessar os módulos”, enquanto o entrevistado D acrescenta “acredito que quando o aluno faz parte do processo de ensino aprendizado, este buscará meios para aprimorar e aumentar seus conhecimentos, principalmente se os módulos virtuais forem atualizados com novidades constantemente”. Já o entrevistado B coloca que “eles terão a curiosidade de conhecer um material interativo, alternativo ao que está escrito nos livros”. Essas colocações, principalmente a do entrevistado D, vem ao encontro de duas das características dos Objetos de Aprendizagem, a modularização e a reutilização, que permitem que o recurso seja atualizado facilmente, reduzindo tempo e custo de desenvolvimento.
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Objetos de Aprendizagem como elementos facilitadores na Educação a Distância.

Objetos de Aprendizagem como elementos facilitadores na Educação a Distância.

Perguntados sobre a utilização no contexto de sala de aula, a maioria dos alunos respondeu que foi uma atividade muito interessante e instigante que en- volveu toda a turma; alguns outros citaram que a experiência foi individual ou através de ambiente virtual de aprendizagem. Essas afirmações podem indicar que os professores estão propondo OAs como suporte às aulas presenciais, de forma que eles não necessariamente precisassem ser autocontidos e explicitar objetivos de aprendizagem, que seriam explicados nos encontros presenciais. Isso foi comprovado através do registro das entrevistas com os professores, ao longo da produção dos OAs, quando um professor foi questionado sobre a falta de orientações sobre a animação proposta, ao que respondeu: “Ah, agora entendi, eu preciso escrever aqui aquilo que falo em sala de aula para meus alunos!”. Essa afirmação aponta a necessidade permanente de capacitação e esclarecimento aos professores sobre o conceito de objetos de aprendizagem e suas potencialidades para apoio à aprendizagem.
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Recomendação de Objetos de Aprendizagem utilizando Filtragem Colaborativa baseada em Tendências e em Estilos de Aprendizagem / Learning Object Recommendation Using Collaborative Filtering Based on Learning Styles and Trends

Recomendação de Objetos de Aprendizagem utilizando Filtragem Colaborativa baseada em Tendências e em Estilos de Aprendizagem / Learning Object Recommendation Using Collaborative Filtering Based on Learning Styles and Trends

Há pesquisas que indicam a importância de considerar particularidades, relativas ao processo de aprendizagem dos estudantes, ao elaborar estratégias para Sistemas de Recomendação de recursos educacionais. Nesta pesquisa, é proposta uma estratégia de recomendação personalizada referente a Objetos de Aprendizagem, com base nos Estilos de Aprendizagem dos estudantes e na Filtragem Colaborativa baseada em Tendências — combinadas por meio de um Algoritmo Genético. Uma avaliação experimental (utilizando um conjunto de dados referentes a estudantes de Computação) indicou que a estratégia proposta proporcionou resultados melhores em comparação a outras abordagens de recomendação.
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Objetos de aprendizagem : uma estratégia para facilitar a compreensão de logaritmos

Objetos de aprendizagem : uma estratégia para facilitar a compreensão de logaritmos

Este estudo trata da utilização dos Objetos de Aprendizagem (OA) em salas de aula, sendo objetivo do mesmo investigar se o uso de objetos de aprendizagem pode facilitar o desenvolvimento de conteúdos em sala de aula, favorecendo ao processo ensino- aprendizagem. O estudo foi desenvolvido com uma turma de 1 a série do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Liceu de Messejana situada em Messejana, Ceará. A turma é composta de 36 alunos, que foram divididos em dois grupos, separados de forma aleatória, por sorteio. Um grupo foi denominado grupo de controle, com 26 alunos e outro, denominado grupo experimental, com 10 alunos. Utilizamos para a coleta de dados três instrumentos: questionário socioeconômico, pré-teste e pós-teste. Os resultados apontam que o objetivo foi alcançado, pois percebemos um desempenho superior dos participantes do grupo experimental, com relação aos participantes do grupo de controle. Portanto, os participantes que tiveram as aulas com o OA obtiveram um desempenho melhor.
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AUXILIANDO A ALFABETIZAÇÃO COM OBJETOS DE APRENDIZAGEM

AUXILIANDO A ALFABETIZAÇÃO COM OBJETOS DE APRENDIZAGEM

Este trabalho faz um relato sobre os problemas da alfabetização e as possibilidades de utilização da informática como forma de amenizar esses problemas. Com base nesses fundamentos, foram desenvolvidos dois objetos de aprendizagem para auxiliar no processo de alfabetização. Um dos objetos utiliza a técnica de reconhecimento e ordenação de letras. O outro objeto aplica a formação de palavras com a ordenação das sílabas. Ambos os objetos são apresentados nesse artigo. Ao final do trabalho são descritas as experiências na aplicação desses objetos em turmas do segundo ano do Ensino Fundamental, em dois semestres distintos.
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Objetos de aprendizagem no contexto escolar

Objetos de aprendizagem no contexto escolar

Em meados dos anos 90, Nash (2005, p. 2) sublinha que objetos de aprendizagem simples já eram compartilhados informalmente (plano de aulas e atividades pedagógicas). E na sequência, museus, jornais e revistas, bem como alguns meios de comunicação, como as redes de televisões, já organizavam e publicavam conteúdos na web com propósitos educacionais. Muitos desses desenvolviam atividades de aprendizagem ao redor dos objetos criados, disponibilizando-os, por meio de downloads, em seus sites. “Mais tarde, esses sites se dedicaram a fazer objetos de aprendizagem de todas as disciplinas” e foram disponibilizados publicamente na internet.
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A semiótica e o design da informação no desenvolvimento de objetos de aprendizagem

A semiótica e o design da informação no desenvolvimento de objetos de aprendizagem

A literatura não oferece metodologias que possam ser consideradas consolidadas para o desenvolvimento de objetos de aprendizagem. O que se observa, na verdade, são diretrizes isoladas, comumente elaboradas para materiais específicos (jogos didáticos, por exemplo), de acordo com critérios definidos por cada autor, sem nenhuma semelhança entre as etapas envolvidas no processo. A ausência de estudos sistematizados gera dificuldades de entendimento das variáveis envolvidas no processo de desenvolvimento de um objeto de aprendizagem, bem como problemas relacionados ao conteúdo, definição de estratégias pedagógicas, acessibilidade, reutilização e avaliação dos materiais elaborados (MACEDO, 2013). Para Buzzetto-More e Pinhey (2006, p. 102), “estabelecer padrões e recomendações para o design e avaliação de objetos de aprendizagem é um meio valorável de assegurar sua qualidade”. Além disso, a padronização traz outros benefícios, tais como: crescimento do mercado de novas e emergentes tecnologias, aumento da qualidade dos produtos desenvolvidos, redução de custos de desenvolvimento, redução de capital intelectual e proteção dos produtos em relação à obsolescência (INSTITUTE OF ELECTRICAL AND ELECTRONICS ENGINEERS, 2007).
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