Óleos lubrificantes

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ESTIMATIVA DA ENERGIA DE ATIVAÇÃO DE FLUXO DOS ÓLEOS LUBRIFICANTES SAE 20W30, SAE 20W40 E SAE 20W50

ESTIMATIVA DA ENERGIA DE ATIVAÇÃO DE FLUXO DOS ÓLEOS LUBRIFICANTES SAE 20W30, SAE 20W40 E SAE 20W50

Mudanças na viscosidade dos óleos lubrificantes afetam diretamente a capacidade de lubrificação e proteção das partes móveis de um motor de combustão interna. A energia de ativação de fluxo indica a sensibilidade da viscosidade devido à mudança de temperatura, de maneira que, quanto maior for a energia de ativação de fluxo, maior será a influência da temperatura. O objetivo deste trabalho foi estimar a energia de ativação de fluxo dos óleos lubrificantes SAE 20W30, SAE 20W40 e SAE 20W50 entre 10 e 150ºC. Para tanto, foram empregadas as equações de Vogel e de Arrhenius. Os valores da energia de ativação de fluxo foram determinados a partir da análise de regressão linear de dados da viscosidade em função da temperatura. Os valores da energia de ativação de fluxo dos óleos lubrificantes estudados encontram-se entre 31,1385 kJ.mol -1 (SAE 20W30) e 35,8579 kJ.mol -1 (SAE 20W50). Em todos os casos estudados, os coeficientes de correlação foram próximos da unidade, classificando a correlação linear como muito forte.
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Determinação de íons zinco em óleos lubrificantes por voltametria de redissolução anódica

Determinação de íons zinco em óleos lubrificantes por voltametria de redissolução anódica

As normas ASTM D 4951 [18] e NBR 14786 [19] descrevem a determinação de Ba, B, Ca, Cu, Mg, Mo, P, S e Zn em óleos lubrificantes novos e em aditivos por espectrometria de emissão óptica com plasma indutivamente acoplado (ICPOES). Para obter uma boa precisão é recomendada a diluição dentre 1 a 5 %(m/m) de óleo lubrificante para o solvente, sendo utilizados como solventes xileno, o-xileno, querosene ou quaisquer combinações desses solventes. Também é necessária a utilização de um padrão interno para minimizar efeitos de matriz. O limite de detecção é dependente da sensibilidade instrumento e do fator de diluição.
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A influência das capabilidades logísticas na relação entre a qualidade do serviço logístico e a satisfação do cliente no mercado de óleos lubrificantes brasileiro

A influência das capabilidades logísticas na relação entre a qualidade do serviço logístico e a satisfação do cliente no mercado de óleos lubrificantes brasileiro

O crescimento da frota brasileira de veículos nos últimos anos, influenciou o setor de óleos lubrificantes. O mercado nacional era abastecido por 307 produtores e importadores de óleos lubrificantes, tornando este mercado competitivo e de difícil sobrevivência para estes produtores. Os óleos lubrificantes utilizavam especificações semelhantes para serem produzidos, desta maneira os produtores tinham dificuldades de estarem diferenciado os seus produtos na busca da satisfação dos seus clientes. Nesse contexto, com base nos pensamentos teóricos desenvolvidos por Byrne e Markham (1993), Morash, Dröge e Vickery (1996), Mentzer, Flint e Kent (1999), Mentzer, Flint e Hult (2001), Esper, Fugate e Sramek (2007), fundamentou-se esse estudo acadêmico. Os autores previamente citados, realizaram pesquisas acadêmicas, as quais buscavam mensurar a qualidade do serviço logístico, capabilidades logísticas e satisfação dos clientes, constructos que foram objetos de estudos desse trabalho acadêmico. Desta maneira, esse estudo acadêmico teve como objetivo mensurar a influência da qualidade dos serviços logísticos sobre a satisfação dos clientes dos produtores de óleos lubrificantes, no mercado brasileiro, buscando responder o problema de pesquisa, que consistia identificar a influência das capabilidades logísticas nesta relação. Para tanto, na primeira etapa, realizou-se uma pesquisa exploratória, que coletou dados por meio de entrevistas em profundidade com colaboradores e clientes de um produtor de óleos lubrificantes. Os dados coletados foram tratados pela análise de dados qualitativos, revelando os critérios mais relevantes dos constructos QSL, CL e SC. Assim, com os resultados da primeira etapa, seguiu-se para a segunda etapa, realizando-se uma pesquisa de natureza quantitativa descritiva com objetivo de verificar a influência das capabilidades
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EFEITO DA TEMPERATURA NA VISCOSIDADE DINÂMICA DOS ÓLEOS LUBRIFICANTES SAE 5W20, SAE 5W30 E SAE 5W40  Doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v11i2.228238

EFEITO DA TEMPERATURA NA VISCOSIDADE DINÂMICA DOS ÓLEOS LUBRIFICANTES SAE 5W20, SAE 5W30 E SAE 5W40 Doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v11i2.228238

RESUMO: Mudanças na viscosidade dinâmica dos óleos lubrificantes afetam diretamente a capacidade de lubrificação e proteção das partes móveis de um motor de combustão interna. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da temperatura na viscosidade dinâmica dos óleos lubrificantes SAE 5W20, SAE 5W30 e SAE 5W40 entre 10 e 150ºC, através da estimativa da energia de ativação de fluxo viscoso. Os valores da energia de ativação de fluxo viscoso foram determinados a partir da análise de regressão linear simples dos dados da viscosidade dinâmica em função da temperatura. A energia de ativação de fluxo viscoso dos óleos lubrificantes estudados encontrou-se entre 26,5959 kJ.mol -1 e 29,5472 kJ.mol -1 . Em todos os casos estudados, os coeficientes de correlação foram próximos da unidade,
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Detecção dos efeitos subletais da exposição a óleos lubrificantes automativos em Tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus, Linneaus, 1758, Cichlidae)

Detecção dos efeitos subletais da exposição a óleos lubrificantes automativos em Tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus, Linneaus, 1758, Cichlidae)

Poucos são os estudos que abordam os efeitos do óleo lubrificante sobre a biota aquática. Somando seu caráter tóxico e persistente à falta de fiscalização e informação, percebemos que este composto merece grande atenção. O óleo usado possui algumas características particulares em relação ao óleo lubrificante novo, tais como maior viscosidade e uma composição/proporção diferentes de substâncias devido à queima deste produto. A partir destas informações, a principal questão a ser respondida neste trabalho é até que ponto o óleo lubrificante usado pode produzir mais ou maiores alterações bioquímicas nos peixes em comparação ao lubrificante novo, e o quanto estes dois causam mudanças em parâmetros bioquímicos em relação a animais controles não expostos. Com isso, este trabalho teve como objetivo investigar possíveis efeitos subletais em organismos expostos a óleos lubrificantes novos e usados, usando como modelo biológico a tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus). Grupos de seis animais foram expostos durante três e sete dias às concentrações de 0,01 e 0,1 mL/L do óleo lubrificante novo e as mesmas concentrações para o óleo lubrificante usado. Para verificar os efeitos dos contaminantes foram realizadas análises enzimáticas no fígado e na brânquia de enzimas de fase I (EROD), fase II (GST), antioxidantes (CAT, GPx, SOD e G6PDH), avaliação da lipoperoxidação além, do teste in vitro da atividade da EROD hepática. A exposição a estas concentrações tanto do óleo lubrificante novo como do usado resultou em variações nas atividades de todas as enzimas utilizadas neste estudo no período de três dias exceto pela GPx. Foi observado um aumento da peroxidação lipídica apenas no tratamento com concentração de 0,1 mL/L de óleo lubrificante novo no fígado de animais expostos por três dias, o que significa que nos outros tratamentos as defesas antioxidantes foram eficientes contra as ERO. No geral os resultados foram similares, inclusive considerando que a CAT aumentou nas brânquias após sete dias em todos os tratamentos, porém o aumento do MDA no tratamento com o óleo novo e não no usado, sugere que houve estresse oxidativo apenas com o ON. O teste in vitro realizado mostrou inibição da EROD com o aumento da concentração do óleo lubrificante novo e usado, porém efeito do óleo usado foi maior do que o novo, mostrando que in vitro a composição e a proporção de compostos na mistura do óleo lubrificante usado parecem ter um potencial mais tóxico do que o óleo novo.
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ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS PLÁSTICAS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOS SINOS

ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS PLÁSTICAS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOS SINOS

Em relação à seção 3 do Quadro 9 (p.93), quanto à solicitação para descreverem as ações municipais que demonstram a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos perigosos de embalagens de óleos lubrificantes, no município, podemos destacar as seguintes respostas: “O município fiscaliza os pontos de troca de óleo. Um desses pontos é licenciado pela FEPAM e o outro está em processo de licenciamento pelo município”, “As atividades licenciadas pelo município que utilizam embalagens de óleos lubrificantes (oficinas mecânicas) devem apresentar a planilha de destinação das embalagens e, são fiscalizadas pelo município.”, “Fiscalização dos planos de gerenciamento dos empreendimentos licenciados”, “Exigência, nos editais de licitação, da Logística Reversa; devolução dos resíduos ao fornecedor; não realização da coleta desses resíduos na coleta regular”. Salienta-se ainda que dois municípios não responderam a esta questão, 1 não abordou o tema e todos os demais utilizaram a palavra fiscalização.
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Estimativa da energia de ativação de fluxo dos óleos lubrificantes SAE 30, SAE40 e SAE 50  doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.102.202210

Estimativa da energia de ativação de fluxo dos óleos lubrificantes SAE 30, SAE40 e SAE 50 doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.102.202210

Pode-se observar na Tabela 6, que o óleo lubrificante SAE 50 apresenta a maior energia de ativação de fluxo em relação aos demais. Dessa forma, os resultados sugerem que a viscosidade do óleo lubrificante SAE 50 é relativamente mais sensível à mudança de temperatura, quando comparado aos demais óleos lubrificantes estudados.

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Determinação de metais em óleos lubrificantes utilizando a técnica de espectrometria...

Determinação de metais em óleos lubrificantes utilizando a técnica de espectrometria...

Neste trabalho foi desenvolvido uma metodologia para a determinação de metais (Cr, Cu, Fe, Mg, Mo, Pb), em óleos lubrificantes e estes quantificados pela técnica de espectrometria de emissão optica com plasma induzido por laser (LIBS). As amostras de óleo usadas foram coletadas em oficina de troca de óleo, variando-se a quilometragem, ano, marca do carro e a marca do óleo, com o preenchimento de formulários contendo as informações necessárias à pesquisa. A preparação de amostras foi realizada com o depósito ds mesmas em substrato de papel e sequente otimização dos parâmetros instrumentais. Para a calibração, foi utilizado o padrão de óleo S-21 multielementar da Conostan (SCP Science, Champlain, NY). Para a avaliação da exatidão do método desenvolvido foi utilizado o padrão de óleos lubrificantes (SRM 1084a) obtidos junto ao Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, Gaithersburg, MD). O método proposto apresentou as seguintes vantagens quando comparado com métodos de análise tradicionais (espectrometria de absorção atômica ou espectrometria de emissão optica acoplado ao plasma indutivo com diluição da amostra): mais rápida, sem desgaste do equipamento (em função da não introdução de solvente), geração de resíduo praticamente nula e menor consumo de reagentes. O método desenvolvido foi aplicado em amostras reais e o tratamento de dados realizado por análise estatística (equação de Stuarges, teste não paramétrico de Kruskal- wallis).
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APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DMAIC NA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES: ECOPONTO DE ITUIUTABA-MG

APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DMAIC NA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES: ECOPONTO DE ITUIUTABA-MG

O presente trabalho verificou, através de indicadores de desempenho, a aplicação da logística reversa de embalagens de óleos lubrificantes em um ponto de coleta situado em Ituiutaba-MG. Por meio do método de pesquisa-ação, ferramentas da qualidade foram utilizadas e estruturadas dentro das etapas do DMAIC. Para auxílio e direcionamento no estudo, empregou-se como ferramentas o Fluxograma, Diagrama de Pareto, Árvore da Realidade Atual (ARA), Diagrama de Causa e Efeito, Goal Question Metric (GQM), Benchmarking e Ferramenta 5W1H. O Ecoponto abrange empresas do setor de embalagem de óleos lubrificantes que carecem da coleta dos resíduos, como oficinas mecânicas, retíficas, torneadoras e auto centers. Na região, existem cerca de 120 estabelecimentos cadastrados junto à Prefeitura no setor sem destinar corretamente seus resíduos. Deste total, 28% são atendidos pelo projeto, ou seja, 34 empresas. Em 10 meses de funcionamento, 31.361 embalagens vazias de óleos lubrificantes foram destinadas adequadamente, sendo mantida uma média de aproximadamente 3.000 vasilhames por mês. Com os indicadores de desempenho identificados e monitorados, conseguiu-se aumentar a frequência de descarte, a assiduidade na entrega das notas fiscais de compras, além de propor melhorias à medida que dificuldades foram encontradas no decorrer do estudo.
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Análise de confiabilidade aplicada aos ensaios de óleos lubrificantes para motores de tratores

Análise de confiabilidade aplicada aos ensaios de óleos lubrificantes para motores de tratores

A mecanização na agricultura brasileira, a cada dia, vem se tornando indispensável, haja vista, o manejo de grandes áreas cultivadas com cana-de- açúcar, que sem a utilização do trator agrícola seria inviável do ponto de vista operacional e econômico. Portanto, torna-se necessário que este receba uma manutenção adequada com o objetivo de obter vida útil prolongada e evitar paralisações desnecessárias durante a execução de serviços. Para isso, as análises de óleos lubrificantes de motores despontam como meio gerador de informações para a manutenção mecânica e objeto de definição do período de substituição dos mesmos, proporcionando menores custos aos seus proprietários. A fim de avaliar a confiabilidade durante esse período, utilizou-se o estimador de Kaplan-Meier para construção de curvas de cada trator e cada variável explanatória em dois grupos de tratores, marca Massey Ferguson, modelo 275 4x2, que eram utilizados em operações de pulverizações, distribuição de calcário e transporte de insumos. O primeiro grupo era formado por seis tratores, e as variáveis explanatórias analisadas foram viscosidade, ponto de fulgor, fuligem, água e as de desgastes metálicos (Fe, Co, Cr, Pb, Al e Si). Para o segundo grupo, constituído de sete tratores, além das variáveis analisadas no primeiro grupo, acresceu-se a diluição por combustível e o níquel.
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Open Avaliação e otimização do processo de recuperação de óleos lubrificantes automotivos usados

Open Avaliação e otimização do processo de recuperação de óleos lubrificantes automotivos usados

Várias alternativas de reciclagem têm sido utilizadas ao redor do mundo para recuperação de óleo lubrificante usado. O processo de extração por solvente é capaz de remover cerca de 10- 14% dos contaminantes, o que corresponde aproximadamente a quantidade de aditivos e impurezas encontradas normalmente no óleo lubrificante usado. O presente estudo teve como objetivo avaliar e otimizar o processo de recuperação de óleos lubrificantes automotivos usados em motores diesel através de extração por solvente polar (1-butanol, 2-propanol e metil-etil- cetona) e clarificação por argila natural, bem como, caracterizar física e quimicamente as amostras de lubrificantes e argilas, nova, usada e recuperadas. Os resultados permitiram concluir que as melhores faixas de extração são proporções de 1:6; 1:4,7 e 1:6 para os solventes IPP, MEC e BUT respectivamente, a uma temperatura de 30 ºC. O solvente MEC teve um rendimento mais elevado de extração (84%), seguida de BUT (80%) e IPP (78%). O processo de clarificação com argila natural por coluna de filtração foi eficiente e possibilitou a recuperação das argilas, evitando geração de resíduos. Através das caracterizações físicas e químicas das amostras de lubrificante, verificou-se a redução e/ou eliminação de impurezas e aditivos. As caracterizações de IV permitiram monitorar os produtos de oxidação, aditivos e hidrocarbonetos característicos, em todo o processo. A estabilidade oxidativa, método PetroOXY, indicou que as amostras recuperadas são mais estáveis quando comparada ao LUB0. A determinação de metais mostrou que a etapa de clarificação foi eficaz na eliminação dos mesmos. As caracterizações por DRX, IV e TG, sugeriram que não houve modificações significativas nas estruturas das argilas. Desta forma, o processo de rerrefino utilizando solvente e argila, proporcionou a obtenção de um produto com qualidade que pode ser comercializado no país de acordo com a Portaria ANP nº130, foi possível ainda, a recuperação dos agentes envolvidos, argilas e solventes.
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Óleos lubrificantes usados – evolução das responsabilidades pela coleta/destinação e alternativas para aplicações: uma contribuição para a tecnologia de produção mais limpa

Óleos lubrificantes usados – evolução das responsabilidades pela coleta/destinação e alternativas para aplicações: uma contribuição para a tecnologia de produção mais limpa

Como contribuição à tecnologia de produção mais limpa este artigo apresenta uma discussão sobre a legislação ambiental brasileira, referente à coleta e destinação de óleos usados/contaminados, comentando sobre as responsabilidades que foram atribuídas aos setores envolvidos no ciclo de vida dos óleos lubrificantes acabados, durante todo o período analisado. Além dos aspectos legais, o artigo discorre, resumidamente, sobre o ciclo de vida dos óleos lubrificantes, o que culmina na geração dos óleos usados, abordando desta forma a questão técnica do tema.
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Desenvolvimento de procedimentos de digestão para óleos lubrificantes.

Desenvolvimento de procedimentos de digestão para óleos lubrificantes.

estudo apresentado nesta dissertação concentrou-se no óleo lubrificante. Informações sobre a procedência do produto e desgaste de componentes específicos do motor podem ser obtidas pela análise elementar de óleos lubrificantes em função do tipo e concentração de cada elemento determinado. Alguns elementos como Fe, Ni, Sn e Cr podem ser provenientes dos componentes com os quais o óleo está em contato. Silício pode ocorrer como contaminante pela penetração de material particulado no filtro de ar. Elementos como Ca, Mg, P e Zn podem ser encontrados como aditivos incorporados no processo de fabricação que têm a função de aumentar a eficiência do óleo. 2,3 Os aditivos podem apresentar ações anti- desgaste, detergente ou dispersante, anti-oxidante e anti-espumante.
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Inventário de Ciclo de Vida de Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados na Região Sul do Brasil

Inventário de Ciclo de Vida de Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados na Região Sul do Brasil

Atualmente, o Brasil é considerado o sexto maior consumidor mundial de óleos lubrificantes, por consequência, o sexto maior produtor de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC), com produção anual de cerca de um bilhão de litros. O OLUC é considerado um resíduo perigoso pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e isso coloca vários desafios ao seu sistema de gerenciamento. A ausência de um inventário do ciclo de vida do OLUC é o principal problema de desenvolvimento de estudos de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) de OLUC no Brasil. Assim, constitui o objetivo principal deste estudo a identificação, qualificação e quantificação dos indicadores ambientais, econômicos e sociais deste ciclo. A metodologia consiste basicamente na análise de laudos laboratoriais para obtenção de dados ambientais, análise de relatórios financeiros, entrevistas e observação das diferentes etapas do ciclo para obtenção de dados econômicos e sociais. Em função dos modelos de gerenciamento do OLUC observados no Brasil, definiram- se dois cenários: o TTR que inclui as etapas de geração, transporte com transbordo e rerrefino, e o TsTR, que exclui o transbordo. Os resultados mostraram diferenças para as dimensões ambientais, econômicas e sociais quando os dois cenários são comparados.
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Análise de viabilidade de uma cadeia de produto para óleos lubrificantes regenerados. Aplicação a uma pequena - média empresa

Análise de viabilidade de uma cadeia de produto para óleos lubrificantes regenerados. Aplicação a uma pequena - média empresa

Esta opção permite que o futuro, possa justificar investimentos necessários para suprimir as necessidades dos mercados nacional e internacionais menos desenvolvidos neste sector de atividade, potenciando a expansão da tecnologia de regeneração de óleos usados e criando mesmo uma linha de produção dos lubrificantes regenerados não nos ficando apenas pela produção das bases regeneradas e colmatando um ponto fraco que constitui o facto de quem quiser adquirir estes produtos neste momento ter de importar, não contribuindo assim para o PIB nacional. Esta medida tem igualmente potencial para a criação de emprego com valor acrescentado. Pretende-se desta forma, tornar Portugal uma referência na produção e comercialização de óleos lubrificantes regenerados.
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GPR utilizado na deteção da geometria de cavas usadas para disposição de resíduos de óleos lubrificantes.

GPR utilizado na deteção da geometria de cavas usadas para disposição de resíduos de óleos lubrificantes.

RESUMO. Uma variedade de problemas ambientais ocorre devido `a disposic¸˜ao inadequada de res´ıduos. Metodologias geof´ısicas aplicadas a estudos do meio f´ısico mostram ´otimos resultados na investigac¸˜ao de contaminantes. O georadar ´e um m´etodo geof´ısico pr´atico e r´apido nestas investigac¸˜oes, pois a resposta do sinal eletromagn´etico auxilia na delimitac¸˜ao do contaminante em subsuperf´ıcie, direcionando t´ecnicas diretas de investigac¸˜ao (furos e poc¸os de monitoramento). Este estudo foi desenvolvido numa antiga ´area de disposic¸˜ao de res´ıduos de ´oleos lubrificantes ( dense nonaqueous phase liquids – DNAPL) no munic´ıpio de Ribeir˜ao Preto – SP, situada nos dom´ınios geol´ogicos dos derrames bas´alticos da Formac¸˜ao Serra Geral e arenitos da Formac¸˜ao Botucatu. A aquisic¸˜ao de sec¸˜oes GPR foi realizada dentro e pr´oximo de 4 cavas de disposic¸˜ao de rejeitos, com antenas n˜ao-blindadas de 100 MHz, possibilitando uma profundidade de investigac¸˜ao m´axima de 7 metros. Os limites laterais e as bases das cavas puderam ser identificados nas sec¸ ˜oes GPR, com excec¸˜ao da cava 1, cuja base n˜ao ´e bem caracterizada pelo sinal GPR. Os resultados mostram que o sinal eletromagn´etico do GPR ´e bastante atenuado abaixo das cavas. Este fato pode ser resultado de uma atividade bacteriol´ogica no res´ıduo ou aumento de sais dissolvidos no meio causado pelo pH ´acido do res´ıduo.
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Aplicação do modelo Pressão-Estado-Resposta (PER) em área susceptível à contaminação com resíduos de óleos lubrificantes

Aplicação do modelo Pressão-Estado-Resposta (PER) em área susceptível à contaminação com resíduos de óleos lubrificantes

A preocupação com impactos ambientais envolvendo derivados do petróleo, a exemplo dos lubrificantes, é um fato na atualidade. Os lubrificantes automotivos sofrem deterioração devido ao seu uso, o que modifica sua composição e propriedades, passando a ser denominado: óleo lubrificante usado ou contaminado – OLUC. Este resíduo oleoso é considerado um perigoso contaminante dos ecossistemas naturais quando descartado de forma indevida. Assim, este trabalho realizou, no Distrito Mecânico da cidade João Pessoa/PB, um estudo sobre o gerenciamento do OLUC, desde a geração até a sua disposição final, bem como avaliou os aspectos ambientais da área face à disposição destes resíduos. Os dados coletados foram classificados com base no conceituado modelo PER – pressão-estado-resposta. Concluiu-se que os procedimentos formais de coleta do OLUC não estão sendo realizados conforme estabelece a Resolução do CONAMA nº 362/2005, os estabelecimentos carecem de medidas preventivas de derramamento de OLUC, entre outros. A construção de um quadro baseado no modelo PER pode ser considerada um ponto de partida para elaboração de projetos que visem melhorias locais, ajudar a esclarecer e identificar as causas de problemas ambientais com o OLUC e contribuir para sustentabilidade da área local e remotas que estejam sob a influência das atividades antrópicas praticadas no Distrito Mecânico.
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ANÁLISE DA VIABILIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE RECOLHA SELETIVA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES USADOS

ANÁLISE DA VIABILIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE RECOLHA SELETIVA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES USADOS

Em Portugal, e tal como já foi referido, a gestão de óleos usados é assegurada pela entidade gestora, a SOGILUB. A SOGILUB é a única entidade que está licenciada para a organização e condução do SIGOU, sistema integrado de gestão de óleos usados, em Portugal. É uma sociedade por quotas constituída dia 17 de setembro de 2004, no quadro do Decreto-Lei n.º 153/2003, de 11 de julho, que estabelece o regime jurídico para a gestão de óleos novos e de óleos usados. A entidade foi licenciada a 15 de julho de 2005 pelo Despacho Conjunto n.º 662/2005, de 6 de setembro, do Ministério da Economia e da Inovação e do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional. Trata-se de uma empresa privada, sem fins lucrativos, estando vedada a distribuição de lucros do exercício aos sócios, devendo os resultados líquidos ser reinvestidos e/ou servir para financiar atividades desenvolvidas no âmbito da sociedade (SOGILUB, 2012).
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Estudo da aplicabilidade dos conceitos da manufatura sustentável no rerrefino de óleos lubrificantes usados

Estudo da aplicabilidade dos conceitos da manufatura sustentável no rerrefino de óleos lubrificantes usados

direcionados ao processo de produção, auxiliam no atendimento de critérios de ecoeficiência e de viabilidade econômica, pois proporcionam, dentro outros benefícios, a economia de insum[r]

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Estudo de composição e estabilidade em emulsões formuladas a partir de óleos lubrificantes vegetais

Estudo de composição e estabilidade em emulsões formuladas a partir de óleos lubrificantes vegetais

Entretanto, devido à presença de duplas ligações e hidrogênios β (Figura 2.1) nas moléculas de triglicerídeos, os óleos vegetais possuem limitadas estabilidades oxidativa, térmica e hidrolítica (Wagner et al., 2001). Por estes serem pontos reativos e possuírem facilidade de reagir com oxigênio presente no ar. Estas propriedades podem ser melhoradas com a utilização de aditivos, porém o preço, a biodegradabilidade e a toxicidade do produto lubrificante podem ser afetados. A utilização de processos químicos que reduzam ou melhorem estes pontos críticos é uma alternativa para o processamento destes óleos, sem que haja o comprometimento das suas boas propriedades.
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