Orçamento Base Zero

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ORÇAMENTO BASE ZERO COMO FERRAMENTA GERENCIAL: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE CAFÉ

ORÇAMENTO BASE ZERO COMO FERRAMENTA GERENCIAL: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE CAFÉ

O Orçamento é a ferramenta mais conhecida de controle nas organizações e entre os mais variados modelos orçamentários destaca-se o Orçamento Base Zero. Tal modelo exige mais tempo e maior sinergia das pessoas e atividades da empresa tornando-se mais caro e complexo que os demais modelos, porém, bem mais eficiente em relação ao controle de despesas e custos. Dessa forma, este estudo buscou aprofundar e compartilhar conhecimentos sobre o OBZ como ferramenta gerencial e teve como objetivo analisar se esse modelo pode ser utilizado como única ferramenta gerencial por uma empresa já estabelecida no mercado, tendo como empresa-alvo uma indústria de café e seus derivados. A pesquisa caracterizou-se quanto aos aspectos metodológicos, por uma pesquisa descritiva de natureza aplicada e com abordagem qualitativa, na qual foi realizada uma entrevista semi-estruturada com o Diretor de Suprimentos e com o Coordenador de OBZ da empresa. Os resultados obtidos demonstraram que o Orçamento Base Zero pode sim ser utilizado como única ferramenta gerencial, no caso do mercado e da atividade em que a empresa-alvo se encontra.
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MÉTODO DE ORÇAMENTAÇÃO FUNDAMENTADO NO ORÇAMENTO BASE ZERO E NO ORÇAMENTO RENOVADO VISANDO O ALINHAMENTO DAS METAS ORÇAMENTÁRIAS BASEADAS NO BALANCED SCORECARD

MÉTODO DE ORÇAMENTAÇÃO FUNDAMENTADO NO ORÇAMENTO BASE ZERO E NO ORÇAMENTO RENOVADO VISANDO O ALINHAMENTO DAS METAS ORÇAMENTÁRIAS BASEADAS NO BALANCED SCORECARD

Nos últimos anos, o cenário de crise vem se estabelecendo, e as empresas precisam procurar formas de se manterem vivas e competitivas no mercado. Desse modo, a preocupação em enxugar despesas, diminuir gastos e manter a competitividade é uma preocupação geral. A grande dificuldade das empresas é a não inclusão de medidas amplas de desempenho como direcionadores de valor. Este estudo objetivou reunir a contribuição do orçamento base zero em redução de despesas, com as medidas de desempenho oferecidas pelo balanced scorecard, e desenvolver uma proposta de orçamento renovado com alinhamento das metas orçamentárias de vendas. O estudo é caracterizado como uma pesquisa aplicada de caráter qualitativo, classificado como pesquisa descritiva; foram utilizados alguns procedimentos técnicos, como pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e estudo de caso. Os resultados apresentados mostram que a integração entre o balanced scorecard e o orçamento contribuem para a melhoria da gestão entre os indicadores estratégicos de desempenho e o atingimento das metas operacionais.
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Processo de implantação do orçamento base zero como técnica de planejamento e controle: estudo de caso

Processo de implantação do orçamento base zero como técnica de planejamento e controle: estudo de caso

O presente trabalho teve como foco de estudo o processo de implantação do Orçamento Base Zero (OBZ), que foi analisado através de um estudo de caso único em uma empresa geradora de energia elétrica. O trabalho foi embasado em pesquisas documentais e coleta de informações através de entrevistas realizadas com colaboradores da empresa. Foi possível evidenciar com a pesquisa que o orçamento é uma importante ferramenta para o controle e planejamento, o que possibilita a identificação de desvios orçamentários e prováveis ações corretivas quando necessárias. No entanto, o processo de implantação do orçamento demanda grande dedicação e tempo para que sua implantação ocorra da forma mais assertiva possível.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO-ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO-ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

A presente pesquisa tem como objetivo geral demonstrar a utilidade do Orçamento Base Zero como ferramenta de controle de custos e despesas na AmBev. Durante a consecução do traba[r]

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Elaboração do orçamento empresarial com base na geração de valor

Elaboração do orçamento empresarial com base na geração de valor

Para a elaboração do Orçamento Baseado em Valor utilizaram-se entrevistas semiestruturadas com profissionais da área financeira, empresários e docentes de universidades: no total houve entrevistas em cinco empresas, três de médio porte e duas grandes; quanto aos profissionais da área, as entrevistas aconteceram com dois docentes que lecionam na área de contabilidade e finanças; dos empresários entrevistados, um pertencia à área de varejo e outro à da indústria. Ficou evidenciado que por um lado as empresas que utilizam o orçamento procuram utilizar o modelo tradicional ou adaptá-lo ao modelo do Orçamento Base Zero; ou por outro lado não utilizam orçamentos, por não possuírem estrutura para tal método ou não possuírem interesse na ferramenta. Quanto às técnicas para gerar valor, esses profissionais mencionam que os projetos que forem executados pelas organizações devem levar em conta o custo do capital do acionista. Esses profissionais relatam que no cotidiano de suas atividades a grande preocupação dos acionistas é referente aos resultados apresentados nas demonstrações financeiras anuais, nas quais infelizmente esses empresários não conseguem visualizar ao longo do tempo o valor criado ou destruído pela empresa. Dessa forma, controlar esses indicadores de forma sustentável é de extrema dificuldade.
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Gestão de custos e orçamento gerencial na administração pública federal: o caso do Banco Central do Brasil

Gestão de custos e orçamento gerencial na administração pública federal: o caso do Banco Central do Brasil

Entretanto, até o momento, ao se elaborar a proposta orçamentária do BCB, nenhum tipo de informação gerada pelo SCIG é levada em consideração. A proposta é feita apenas com base em um acréscimo percentual sobre os números do período anterior e na percepção dos gestores, uma vez que estes temem que ocorram cortes significativos para o próximo período e acabam solicitando valores acima do necessário, o que já foi observado por autores como Jensen (2002) e Lopes e Blaschek (2007). Para o primeiro, o processo de orçamentação encoraja “os gerentes a mentir e a enganar – depreciando objetivos e supervalorizando resultados – e os penaliza quando dizem a verdade”. Ainda segundo ele, o “processo orçamentário está tão profundamente incrustado na vida corporativa que as mentiras e os jogos são aceitos como parte do negócio, independentemente de seu poder de destruição” (JENSEN, 2002). Já Lopes e Blaschek (2007) alertaram acerca da política do “gaste ou perca”, comumente encontrada na administração pública, em que os gestores utilizam, indiscriminadamente, todos os recursos colocados a sua disposição no orçamento de um determinado exercício para que esses valores não sejam reduzidos no período seguinte. Outra crítica dos autores refere-se à tendência de estabelecer os valores do orçamento do exercício seguinte com base em um acréscimo percentual sobre os números do período anterior, o chamado “orçamento incremental”, também bastante visto na esfera pública.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO EXECUTIVO DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO EXECUTIVO DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Este princípio apresenta como exceções os créditos adicionais especiais e extraordinários que, conforme o parágrafo 2º do artigo 167 da Constituição Federal, podem ser reabertos nos limites de seus saldos, sendo incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente, no caso de o ato de autorização ser promulgado nos últimos quatro meses do ano, ocorrendo uma prorrogação de sua validade por mais um exercício financeiro. Uma vez ocorrida a prorrogação desses créditos, entende-se que eles passam a se caracterizar créditos de vigência plurianual.
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O alvo final é lixo zero  - ZERO WASTE AS FINAL TARGET

O alvo final é lixo zero - ZERO WASTE AS FINAL TARGET

A comunidade cobaia da pesquisa, que já dura dez anos, é um condomínio com 48 apartamentos no centro da cidade. No início, alunos de pós-graduação de uma universidade local ajudaram a colocar o programa em andamento. Mais tarde, a administração do condomínio assumiu o controle das atividades. As várias etapas do projeto eram: convencer os moradores a separar seus resíduos na fonte, treinar os funcionários a efetuar uma separação final, atrair os operadores da logística reversa para remover os resíduos separados, medir os resultados e explorar destinos de resíduos especiais. A separação na fonte figura em primeiro lugar porque representa a base de todo o esforço. A reciclagem é uma mera conseqüência. RESULTADOS E DISCUSSÃO
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Use of the Management Accounting Attributes Proposed by Moores and Yuen (2001) in Companies of an Industry in de State of Santa Catarina Uso de los Atributos de la Contabilidad de Gestión Propuestos por Yuen y Moores (2001) en Empresas de un Segmento de l

Use of the Management Accounting Attributes Proposed by Moores and Yuen (2001) in Companies of an Industry in de State of Santa Catarina Uso de los Atributos de la Contabilidad de Gestión Propuestos por Yuen y Moores (2001) en Empresas de un Segmento de l

Orçamento autoritário, quando apenas a alta direção é envolvida no planejamento das metas financeiras Orçamento participativo, quando os subordinados são envolvidos no planejamento das [r]

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Orçamento complacente

Orçamento complacente

No passado, sempre defendi o Orçamento autorizativo, em contraposição ao Orçamento impositivo. As incertezas da inflação e a instabilidade conjuntural justificavam a concessão de ampla margem discricionária para o governo. No entanto as arbitrariedades são tantas que começo a rever essa posição. Como está, o Orçamento em nosso país pode ser comparado a um hímen complacente, do qual alguns se aproveitam para satisfazer seus interesses enquanto o poder público faz de conta que tudo continua como antes.

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Orçamento: um instrumento de planejamento e controle

Orçamento: um instrumento de planejamento e controle

O orçamento das despesas de vendas baseia-se no volume planejado de produção, ou seja, no montante de atividades que se espera da 'empresa, isto e, o orçamento de vendas.Tais despesas os[r]

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Orçamento e Administração

Orçamento e Administração

Cumpre-nos aqui repetir uma observação que temos feito constantemente em nossas aulas: o processo orçamentário é um conjunto integrado de fases e a sua eficiência tem que ser medida pelo todo e não pela fase de elaboração ou de execução. Isto nos lembra uma outra deficiência do processo orçamentário brasi­ leiro: é a falta de um órgão centra] de orçamento, integrante, prestigioso, seja na posição atual da D .O . do D.A.S.P., seja subordinado ao Ministério da Fazenda, seja subordinado ao Pri­ meiro-Ministro ou seia subordinado ao Presidente da República, mas que tenha a responsabilidade integral pela elaboração e pelo controle da execução orçamentária.
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Análise dos riscos presentes nos custos da construção civil pelo método Monte Carlo

Análise dos riscos presentes nos custos da construção civil pelo método Monte Carlo

Com um mercado cada vez mais competitivo e um consumidor bastante exigente, todo e qualquer empreendimento requer um estudo de viabilidade econômica, um orçamento detalhado e um rigoroso acompanhamento físico-financeiro da obra. Nesse sentido, o controle de custos, obtido a partir do orçamento, consiste na monitoração da execução de ajustes no cronograma a fim de adequá-lo ao plano e fazer os replanejamentos se necessário. Enquanto isso, a avaliação do risco econômico envolvido no sistema de produção permite o planejamento e a execução das atividades considerando as possíveis variações envolvidas. Para avaliação desse risco, a técnica da simulação de Monte Carlo vem sendo empregada, sendo, dentre os métodos que utilizam probabilidade na análise dos riscos, o mais simples e prático. O objetivo geral desta pesquisa consiste em avaliar os riscos que envolvem os custos de um empreendimento residencial de grande porte . Para tanto, como principal estratégia de pesquisa adotou-se a simulação de dados com caráter quantitativo, que propiciará no desenvolvimento de um método que se objetiva em identificar os riscos referentes aos custos de um empreendimento. Essa simulação de dados deu-se devido o setor da construção civil não possuir os dados necessários para o desenvolvimento do modelo através do uso de técnicas computacionais para simular o funcionamento de sistemas produtivos a partir de modelos matemáticos. Como resultado a pesquisa mostrou a análise do orçamento, que por sua vez, foi dividida em três partes: orçamento total; custos indiretos; e custos diretos. Para tanto, realizou-se a simulação com 100.000 iterações com o programa @risk. Considerando o orçamento total, verificou-se 48,1% de probabilidade do orçamento ocorrer dentro do intervalo de confiança. Nesse caso, considerou-se uma análise se sensibilidade composta por três cenários, em que apenas os cenários I e III tornaram-se boas alternativas para melhoria
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Orçamento de capital

Orçamento de capital

* Atualmente v~rios tipos de calculadbras eletr~nicas estão programadas para se calcular a taxa interna de retorno de um investimento.... Aumentando a taxa para 15% e ten.[r]

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PARA A UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DA GUARDA JOÃO MIGUEL TIAGO DE SOUSA

PARA A UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DA GUARDA JOÃO MIGUEL TIAGO DE SOUSA

As metas quantificam o nível de desempenho que leva ao alcance do objetivo estratégico, referindo o nível de desempenho necessário ao cumprimento da estratégia e devem estar adaptadas a cada objetivo estratégico com base em estimativas realistas e com o tempo necessário para produzir benefícios (Kaplan e Norton, 2009, p. 123, 127). Para Caldeira (2009), as metas devem estar ajustadas à realidade e aos recursos disponíveis da organização, sujeitas a alterações durante o seu percurso, não devendo ser demasiadamente ambiciosas para que os colaboradores possam alcançar o nível proposto. A tolerância indica a margem aceitável de desvio do resultado relativamente à meta, funcionando como um aviso aquando o incumprimento do objetivo. A tolerância é calculada em função do valor da meta, não existindo segundo o autor, valores obrigatórios de referência, a excelência aparece quando a meta é ultrapassada num determinado valor, podendo se apresentar como no seguinte exemplo (Tabela 11):
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Comparação dos processos orçamentais: o caso de Portugal nos países da OCDE

Comparação dos processos orçamentais: o caso de Portugal nos países da OCDE

31 A ideia do orçamento moderno nasceu no século XX. Entre seus precursores podem-se ci- tar, a Comissão de Economia e Eficiência sob a presidência de William Taft (1910-12) e posteri- ormente com a Primeira (1949) e Segunda (1955) Comissão Hoover. O resultado foi a adoção de um orçamento em que fossem explicitadas as funções, programas e atividades. Outros auto- res pioneiros como Cleveland, Beisser, Fitzpatrick e Willoughby apresentaram novas conceções de orçamento, sumarizadas da seguinte forma: O orçamento é algo mais que uma simples pre- visão da receita ou estimativa de despesa. É ao mesmo tempo, um relatório, uma estimativa e uma proposta. É também um documento onde o chefe do executivo, como responsável pela condução das políticas do governo, se apresenta perante a autoridade legitimada para lançar fontes de receita e conceder créditos orçamentais e onde expõe, de uma forma completa, a for- ma como foram administrados os negócios públicos no último exercício; é o documento em que se exibe a situação do tesouro público no momento. Baseado nessas informações é assim pos- sível traçar um programa de trabalho para o exercício seguinte, incluindo o modo como esse programa deverá ser financiado. Mais tarde surgiu o termo “Performance Budget” (não confundir com “Performance Budgeting”), que foi desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial. Surgiu então o Orçamento-programa. Com a tentativa de aproximar a elaboração do orçamento com o planeamento, surgiu nos EUA, o PPBS (Planning Programming and Budgeting System) 11 .
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A metamorfose de Zero Hora

A metamorfose de Zero Hora

Esses fenômenos privados, porém, estão em constante inter-relação com o mundo exterior, terreno no qual o jornalismo exerce sua ação ou influência. Assim, ao se analisar o processo de seleção das notícias feito por Zero Hora, se colocam em perspectiva pelo menos duas instâncias seletivas, mas o foco está naquilo que se evidencia no conteúdo das matérias. Afinal, ao se considerar que a “atenção é um processo pelo qual processamos ativamente uma quantidade limitada de informações do enorme montante de informações disponíveis através de nossos sentidos, de nossas memórias armazenadas e de outros processos cognitivos” (STERNBERG: 78), pode-se compreender que este mesmo processo acontece no jornal. Além disso, “toda a aprendizagem do homem, e, sem dúvida, todo seu comportamento, são seletivos. O homem nunca absorve, ou representa, ou reflete, ou copia, uma situação, de um modo uniforme (...)” (THORNDIKE, E. L., in MARX, 1993: 140). Contudo, enquanto os processos individuais podem esconder processos inacessíveis, o mesmo não ocorre no jornal, que pode ter os critérios de sua seletividade evidenciados com base em estudos e análises comparativas.
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A Eqüidade, a Universalidade e a Cidadania em Saúde, Vistas sob o Prisma da Justiça

A Eqüidade, a Universalidade e a Cidadania em Saúde, Vistas sob o Prisma da Justiça

O orçamento da seguridade social é, portanto, de iniciativa exclusiva dos órgãos responsáveis pela seguridade social e não pode ser modificado por outro órgão do Poder Executivo, mas apenas no Congresso Nacional, a quem a Constituição incumbe a tarefa de apreciar, na forma do regimento comum, o projeto de lei relativo ao orçamento anual que lhe for enviado pelo presidente da República (Constituição Federal, art.166 - § 6°).

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Francisco Fernandes Faia Villa De Brito

Francisco Fernandes Faia Villa De Brito

limitar número de iterações consoante o prazo de entrega final e o orçamento. limitar número de iterações consoante o prazo de entrega final e o orçamento.[r]

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TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS UTILIZADAS POR PREFEITURAS DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

TÉCNICAS ORÇAMENTÁRIAS UTILIZADAS POR PREFEITURAS DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

Em relação aos princípios orçamentários, das prefeituras pesquisadas, uma delas não se dispôs a responder a este questionamento. Enquanto 4 afirmaram utilizar- se de todos os princípios (unidade, anualidade, universalidade, exclusividade, orçamento bruto, legalidade, publicidade, transparência e não vinculação (não afetação) da receita de impostos), na elaboração de seu orçamento. No entanto, outro respondente destacou que a Prefeitura onde ele trabalha adota estes princípios, exceto o da Unidade e do Orçamento Bruto, enquanto outro mencionou a adoção da Anualidade, Publicidade, Legalidade e Transparência, e outro ainda destacou como fundamental observar somente os princípios da Unidade, Universalidade e da Transparência e um respondente declarou respeitar somente o Princípio da Anualidade.
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