Organização dos Serviços de Saúde

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A organização do acesso aos serviços de saúde bucal na estratégia de saúde da família de um município da Bahia.

A organização do acesso aos serviços de saúde bucal na estratégia de saúde da família de um município da Bahia.

Diante disso, a ‘triagem’ que orienta a marcação da primeira consulta odontológica, citada pelo CD2, a partir do exame clínico de usuários que buscam a USF, limita-se a uma análise individual e a partir de uma de- manda espontânea, não se constituindo, portanto, numa estratégia que possibilite identiicar pessoas e grupos da área de abrangência expostas ao maior risco e vulnerabi- lidade. O atendimento à demanda espontânea é impor- tante e necessário, mas não deve se constituir como io condutor na organização dos serviços de saúde, sob pena de não se avançar na mudança do modelo de atenção, persistindo-se nas práticas com foco na doença.
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Organização dos serviços de saúde e a gestão do cuidado à tuberculose.

Organização dos serviços de saúde e a gestão do cuidado à tuberculose.

Resumo Este estudo teve como objetivo analisar a discursividade de gestores sobre a relação entre a organização dos serviços de saúde e a gestão do cuidado à tuberculose (TB) em um município da região metropolitana de João Pessoa/PB. Condu- zido pela pesquisa qualitativa no campo analítico da Análise de Discurso de linha francesa, partici- param 16 trabalhadores de saúde que atuavam como integrantes de equipes gestoras. Os depoi- mentos transcritos foram organizados com uso do software Atlas.ti versão 6.0. Após leitura minucio- sa do material empírico procurou-se observar nos discursos os processos parafrásicos, polissêmicos e metafóricos, os quais possibilitaram a identifica- ção da seguinte formação discursiva: organização dos serviços de saúde e a relação com a gestão do cuidado à TB; o plano e a prática. Nos discursos dos gestores evidencia-se a fragmentação das ações de controle da tuberculose, a falta de articulação entre os serviços e os setores, o cumprimento de atividades específicas à TB, bem como a falta de planejamento estratégico para gestão do cuidado da doença. Nesse sentido, para que a organização dos serviços de saúde seja efetiva, se faz necessário que a tuberculose seja prioridade na agenda da gestão e reconhecida como um problema social. Palavras-chave Enfermagem, Gestão em saúde, Tuberculose
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Organização de uma rede de serviços públicos de saúde para a produção de ações de...

Organização de uma rede de serviços públicos de saúde para a produção de ações de...

Trata-se de um Estudo de Caso - um instrumento para a produção de conhecimento científico que toma como objeto de estudo uma unidade dentro de um sistema mais amplo e tem por principal objetivo a compreensão de uma instância singular da realidade. O objeto de estudo é a organização da rede de serviços da Subprefeitura de Pinheiros, da Supervisão de Saúde Lapa/Pinheiros da Coordenadoria Regional de Saúde Centro-Oeste do Município de São Paulo, por ser a base operacional do Termo de Cooperação Técnica, Didática e Científica entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo para a formação de Programa de Integração Ensino-Serviço. Os objetivos do estudo são: descrever a rede de serviços de saúde, com produção de ações de saúde mental, deste território; identificar como os serviços públicos se organizam para atender as necessidades de saúde mental da população adstrita ao território sob sua responsabilidade; verificar que fatores facilitam e quais fatores dificultam a articulação da rede e a produção de ações de saúde mental. A pesquisa respeitou todos os procedimentos éticos. São sujeitos do estudo um profissional e o gerente do serviço de saúde, para haver complementaridade das informações sobre a organização do serviço e atividades por eles executadas na unidade. O instrumento e o procedimento da coleta dos dados é a entrevista semi- estruturada. O tratamento dos dados empíricos para a elaboração do relatório final sustenta-se na visão de mundo que admite que a apreensão do real deve partir do fenômeno real, externo aos homens, e que são as conexões desse fenômeno com a totalidade que o torna concreto. As categorias empíricas construídas a partir da análise do material são: a) quem são os sujeitos do estudo; b) a dimensão estrutural: as diretrizes e os princípios para a organização dos sistemas de saúde; c) a dimensão particular: a rede de atenção e a função estratégica dos serviços; d) a dimensão singular: o processo de produção de ações de saúde mental nos serviços. A síntese das dificuldades e das facilidades para a construção da rede de serviços no território se formou pela voz de seus construtores.
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A integralidade da atenção à saúde como eixo da organização tecnológica nos serviços.

A integralidade da atenção à saúde como eixo da organização tecnológica nos serviços.

Mesmo diante de tantas limitações, histori- camente, a assistência individual e curativista as- sumiu o papel de protagonista da produção dos serviços de saúde. Tal situação ganha força na atualidade pela existência de uma série de deter- minantes. Um deles seria a formação profissio- nal ainda embasada em referências que não dão suporte para a realização da assistência que te- nha como eixo estruturante a integralidade da atenção à saúde e que, sobretudo, esteja voltada para a transformação da realidade de saúde dos mais diversos espaços sociais. Outro determi- nante é a influência mercadológica capitalista que, sob a influência das grandes empresas em saúde, principais privilegiadas por essa organização, aponta a atenção curativa como sendo rentável e a saúde como uma mercadoria a ser consumida e negociada.
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A organização dos serviços extra-hospitalares de saúde mental, o projeto terapêutico...

A organização dos serviços extra-hospitalares de saúde mental, o projeto terapêutico...

tecnificação das ações de saúde, na centralidade da tecnologia médico-clínica em relação a outras ações terapêuticas não médicas e no processo de precarização das relações de trabalho presentes nesses serviços. Quanto ao tópico da organização dos serviços, observa-se que os projetos terapêuticos não têm sido elaborados dialogicamente pela equipe de profissionais; as equipes não desenvolveram a interdisciplinaridade em sua forma de organização e as ações terapêuticas têm priorizado os tratamentos com ênfase na patologia e na dimensão biológica. No que diz respeito às concepções sobre a reabilitação psicossocial os profissionais mantêm uma racionalidade instrumental definindo as ações de saúde nos serviços em detrimento de uma racionalidade prática como base das ações de reabilitação psicossocial, organizadas segundo o paradigma da atenção psicossocial.Com base nessa análise propõe-se como caminho de superação da problemática apontada a possibilidade de reunir ações clínicas e de reabilitação psicossocial em projetos terapêuticos que confiram o mesmo valor e investimento a ambas as ações e a realização de pesquisa avaliativa participativa nos serviços buscando criar mecanismos que favoreçam, além da melhoria da assistência prestada, projetos terapêuticos com base no modo de atenção psicossocial.
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Organização dos serviços de saúde: a comparação como contribuição.

Organização dos serviços de saúde: a comparação como contribuição.

A produção acadêmica e cien- tífica em planejamento de saúde vinha se concentrando an- tes na análise das políticas de saúde, em aspectos gerais da implementação do processo de Reforma S[r]

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Planejamento e programação de ações em saúde: conceitos, importância e suas influências na organização dos serviços de saúde bucal

Planejamento e programação de ações em saúde: conceitos, importância e suas influências na organização dos serviços de saúde bucal

Já a programação no SUS originalmente derivou do método CENDES-OPAS, em que os conceitos de cobertura e concentração populacional compuseram a base de cálculo das atividades e procedimentos ofertados a uma determinada população em um território. No entanto em 2006, uma nova forma de programação das ações de saúde na atenção básica para os programas elencados acima ganhou uma nova abordagem, uma ferramenta computacional (PROGRAB – Programação da Gestão por Resultados na Atenção Básica) que ajuda no programação das ações de acordo, na operacionalização dos programas de acordo com suas realidades locais. A proposta apresentada permite avançar na flexibilidade da parametrização, bem como no respeito às necessidades da população do território adstrito 30 .
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Participação dos usuários no planejamento e organização dos serviços de saúde mental no Quebec.

Participação dos usuários no planejamento e organização dos serviços de saúde mental no Quebec.

Finalmente, num plano totalmente diferente, podemos também nos perguntar qual é, de fato, o projeto dos usuários inscritos na governança do sistema de saúde. Seria aquele proposto pelo ministério? Ou aderem a este com outras inten- ções? Se for o caso, quais são essas intenções? Os usuários estão participando por simples vonta- de de continuidade, ou também estão buscando uma real renovação da democracia? Todas essas indagações continuam em aberto, pois, por en- quanto, a participação dos usuários parece apoi- ar-se num consenso cujos termos ninguém está em medida de precisar. E ainda resta responder à questão: por que participar?
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Organização de serviços de saúde na eliminação da Hanseníase em municípios do Estado de São Paulo.

Organização de serviços de saúde na eliminação da Hanseníase em municípios do Estado de São Paulo.

Para a definição dos serviços de saúde pesquisados, foram considerados: a quantidade de unidades básicas de saúde (UBS) no município e o tipo de atividades executadas pelas UBS em relação à hanseníase. Foram incluídas no estudo as UBS de maior complexidade em atendimento, chamadas de referência, além das UBS de menor complexidade, escolhidas por meio de sorteio objetivando uma amostra de 10% dos serviços existentes em cada município. Dessa forma foram selecionados 7 serviços de saúde na região Sul do estado de São Paulo; 7 na região Norte; 8 na região Oeste; e 6 no município de São Paulo. Pelas suas características e dimensões populacionais, o estudo na cidade de São Paulo foi realizado em uma das cinco Coordenadorias Regionais de Saúde existentes, a Coordenadoria Regional de Saúde Leste. Desta Coordenadoria, formada por 7 Supervisões de Saúde foram selecionadas a Supervisão Itaquera - que possui a UBS mais antiga na região no que diz repeito ao desenvolvimento das atividades de assistência e controle da Hanseníase -, e a de Ermelino Matarazzo que tem o maior coeficiente de detecção.
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Avaliação da qualidade da atenção à saúde na rede básica.

Avaliação da qualidade da atenção à saúde na rede básica.

A partir de uma análise de tendências quanto à organização dos serviços de saúde dentro da proposta de ações integradas de saúde, os autores se propõem a avaliar qualitativamente um serv[r]

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Desafios na construção de um modelo para análise comparada da organização de serviços de saúde.

Desafios na construção de um modelo para análise comparada da organização de serviços de saúde.

De acord o com este au tor, m od elar u m sis- tem a com p lexo é m od elar u m sistem a d e ação. A m odelagem sistêm ica p arte da segu in te qu es- tão: O qu e é feito? Qu ais são as fu n ções e tran s- form ações ou as op erações asseguradas ou a as- segu rar? Utilizar esse referen cial im p lica en ca- rar u m a d in âm ica d e ação q u e se d esen rola n o tem p o, qu e desloca seu s p rodu tos e a si m esm a n u m esp aço e q u e afeta a form a d esses p rod u - tos. Exige tod a u m a con textu alização d en tro d e u m referen cial tem p o-esp aço-form a esp ecífico. Utiliza rem os a m od ela gem sistêm ica m a is sim p les, qu e é a qu e estab elece a relação en tre os recu rsos, os serviços p rod u zid os e os resu l- tad os (Don ab ed ian , 1972).
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Organização dos serviços na atenção à saúde da idosa: percepção de usuárias.

Organização dos serviços na atenção à saúde da idosa: percepção de usuárias.

Em primeira instância, é preciso reorganizar as práticas nos serviços, de forma a estabelecer dinâmicas assistenciais que abordem a mulher integralmente. Enfatizar a promoção da saúde, favorecendo o bem-estar desta população, com práticas mais articuladas e de corresponsabilização entre equipe multiprofissional e idosas, tenderá a proporcionar um atendimento mais efetivo e resolutivo. Tal aspecto necessita ser estimulado, uma vez que as práticas curativas em detrimento das preventivas ainda permanecem muito presentes na rotina dos espaços de saúde.

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Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Um aspecto importante a considerar é a afectação de recursos para a execução do programa; no que respeita aos recursos humanos, deverão incluir não só os elementos da equipa SO como todos os profissionais responsáveis pela execução das tarefas. Deve, contudo, ser deixado bem claro que se trata de um programa de carácter organizacional e que todos tem obrigação de lhe dar cumprimento e proceder à sua aplicação, independentemente do facto de que algumas actividades especificas sejam da responsabilidade exclusiva de alguns elementos da equipa (consultas de vigilância da saúde, por ex.).
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A organização dos serviços de Atenção Primária à Saúde no Brasil

A organização dos serviços de Atenção Primária à Saúde no Brasil

manifestaram contra ou a favor do seu papel institucional, de acordo com interesses represen- tados na sociedade brasileira. Não obstante, di- versas diretrizes advindas de gestores do setor buscaram imprimir sua lógica e alcançaram, pro- gressivamente, o objetivo de fazer essa organi- zação desempenhar algumas das funções defen- didas pelos seus idealizadores. Geraram-se, por fim, mudanças na estrutura e no funcionamento do sistema de saúde, mesmo que suscitando, ora reações de adesão, ora resistências, de acordo com maior ou menor coerência entre as suas pro- posições e as políticas vigentes. Mas, de uma ma- neira geral, o que se deu foi uma progressiva con- solidação da organização dos Centros de Saúde. Pode-se afirmar que as organizações es- truturam um determinado funcionamento que se mantém por longos períodos, anos ou décadas. Daí o consenso de que as estruturas burocráticas tendem invariavelmente à inércia. Esse processo usualmente se caracteriza pela formação de cul- turas organizacionais. Na primeira fase, os Centros de Saúde eram a proposta de uma rede básica permanente que deveria estar próxima às comuni- dades e que combatesse a ignorância do povo a respeito da higiene e, especialmente, a inoperância da Saúde Pública frente aos novos desafios colocados pela urbanização e industrialização do país. Apresentavam um status de agenda propositi- va, ao terem sido minuciosamente planejados por sanitaristas que, àquela época, passavam a ocu- par cargos na organização sanitária federal, fun- dando um novo marco da organização sanitária brasileira. Além disso, no momento da constituição dessa rede, o país tinha como flagelo sanitário em suas áreas urbanas um quadro de morbi-
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A discursividade de gestores sobre aspectos relacionados ao retardo do diagnóstico de tuberculose.

A discursividade de gestores sobre aspectos relacionados ao retardo do diagnóstico de tuberculose.

No que se refere ao discurso dos gestores com relação à organização dos serviços de saúde e sua relação com o retardo do diagnósico da TB, observa-se uma evidente contradição. De início, na posição de defensores do sis- tema local de saúde, os sujeitos airmam não haver dii- culdades na obtenção do diagnósico da TB no Município. Porém, quando indagados diretamente sobre fatores que concorrem para o retardo do diagnósico, no io do discur- so que perpassa os fragmentos, denunciam: diiculdades estruturais, falta de qualiicação proissional, número insu- iciente de proissionais, entre outros. Os próprios gestores não terem certeza sobre a quanidade de proissionais que atuam na importante função de conirmação diagnósica: aí a gente também icou sabendo da diiculdade de bioquí- mico de lá. Parece que só tem um bioquímico.
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Organização do sistema de referência e contra-referência no contexto do Sistema Único de Saúde: a percepção de enfermeiro.

Organização do sistema de referência e contra-referência no contexto do Sistema Único de Saúde: a percepção de enfermeiro.

- Divulgação da organização do Sistema Único de Saúde em Botucatu e do funcionamento do sistema de referência e contra-referência, tanto entre os serviços, como entre os usuários.. [r]

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Relação entre Público e Privado na Atenção Primária à Saúde: considerações preliminares.

Relação entre Público e Privado na Atenção Primária à Saúde: considerações preliminares.

Esse artigo tem como objetivo apresentar alguns apontamentos sobre a relação público e privado na organização e prestação de serviços primários em saúde no contexto das políticas atuais do Sistema Único de Saúde. O debate público e privado na saúde tomou fôlego no contexto do movimento de reforma do Estado a partir de 1980, apresentando concepções que questionam o papel do Estado na execução dire- ta de bens sociais, em que foi criticada sua eficiência para operar os serviços públicos. Nessa perspectiva, as instituições sem fins lucrativos colocaram-se como agentes sociais privilegiados para assumir essa função em parceria com o Poder público. Nos sistemas nacionais de saúde a atenção primária tem sido historicamente responsabilidade direta do Esta- do. Contudo, no contexto das reformas aparecem pro- posições para a flexibilização a centralidade estatal, passando para o setor privado a função de viabilizar os serviços primários. No Brasil, essa questão surgiu fortemente a partir de 1990 com a estratégia saúde da família, na contratação de profissionais, atra- vés de parcerias entre o Poder público e entidades filantrópicas e sem fins lucrativos, possibilitando sua implantação e ampliação, particularmente nos grandes centros urbanos. O estado de São Paulo tem acumulado vasta experiência na articulação público e privado em saúde, particularmente, na atenção básica, através das organizações sociais. Faz-se necessário qualificar o debate da relação público- privado, em especial, na política da atenção básica em saúde, reconhecendo possibilidades e limites da atuação do setor não estatal.
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Acesso e equidade nos serviços de saúde: uma revisão estruturada.

Acesso e equidade nos serviços de saúde: uma revisão estruturada.

RESUMO Artigo de revisão de literatura sobre a organização de serviços da Atenção Primária à Saúde em suas dimensões de acesso e equidade. Os artigos foram identificados nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde – Bireme). Palavras-chave: ‘acesso aos serviços de saúde’ e ‘equidade’; período: 1993 a 2013. Dos 31 artigos encontrados, 29 estão em português, um em inglês e um em espanhol, publicados por 16 diferentes periódicos; 18 artigos (58,06%) referem-se à orga- nização de serviços de saúde e 13 (41,94%) à equidade. A maioria (80,64%) utilizou abordagem qualitativa. Mais estudos são necessários a fim de avaliar se os sistemas de saúde tiveram im- pactos mensuráveis em termos de acesso e equidade.
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Saude soc.  vol.26 número2

Saude soc. vol.26 número2

Por im, nossos resultados permitem airmar que, na percepção dos secretários municipais de saúde, as principais diiculdades para a implemen- tação de ações educativas são: a logística tempo/ espaço para articular trabalho e formação, a falta de interesse dos trabalhadores, determinantes externos de natureza política/jurídica. Dentre os incentivos para a formação dos proissionais, surge majoritariamente a questão inanceira, o que é preocupante em momentos de crise econô- mica, pois pode revelar uma paralisia nas práticas de formação proissional. É preciso considerar, ainda, a existência de uma enorme lacuna entre o debate teórico no campo da educação em saúde e a discrepante realidade encontrada nesses municí- pios. Por im, conclui-se indicando que, apesar de haver um consenso da importância da educação em saúde para a qualidade da atenção e a organização do processo de trabalho nos serviços de saúde, existe ainda um longo caminho a ser percorrido para aprimorar a gestão pública dessas ações no Sistema Único de Saúde.
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Organização tecnológica do trabalho em saúde bucal no SUS: uma arqueologia da política nacional de saúde bucal.

Organização tecnológica do trabalho em saúde bucal no SUS: uma arqueologia da política nacional de saúde bucal.

Este artigo discute a organização tecnológica dos modelos de atenção à saúde bucal à luz da Política Nacional de Saúde Bucal - PNSB. O referencial teórico- -metodológico para este estudo estruturou-se em um histórico das políticas de saúde bucal no Brasil, buscando apreender o saber operante que norteou a prática neste campo. A abordagem das políticas de saúde procedeu-se sob teoria de M. Foucault na obra Arqueologia do Saber. Utilizou-se de revisão de documentos normativos do SUS e de publicações do período de 2000 a 2012. Procurou-se desvelar, a partir da organização tecnológica (categoria de análise) como tais políticas abordam as necessidades de saúde da população e quais ferramentas, instrumentos e tecnologias são oferecidas para o cuidado em saúde bucal. O SUS busca substituir modelos de organização do trabalho que transformem a prática de assistência odontológica (ineficaz, baixa cobertura, monopolista, baixa resolubilidade, mal distribuída geográfica e socialmente), por modelos voltados à promoção da saúde. O levantamento de artigos sobre a atual PNSB destacou nos serviços um modus operandi calcado na pragmática prática odontológica, plena de conflitos e contradições. Para que as diretrizes da PNSB trans- formem a prática em saúde bucal com novos arranjos tecnológicos no processo de trabalho, outras formas de vínculo e comprometimento devem ser almejadas. É necessário repensar a tecnologia do cuidado em saúde bucal como possibilidade da atenção com integralidade e de sua legitimação como um dos componentes da saú- de em uma expressão ampliada: a da qualidade de vida. Palavras-chave: Saúde Bucal; Políticas Públicas; Sistema Unificado de Saúde; SUS; Modelos de Aten- ção à Saúde.
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