Planos de Benefícios

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Balanceamento atuarial per capita e perfil de investimento dos planos de benefícios das entidades fechadas de previdência complementar: uma aplicação da teoria do ciclo de vida com dados de painel

Balanceamento atuarial per capita e perfil de investimento dos planos de benefícios das entidades fechadas de previdência complementar: uma aplicação da teoria do ciclo de vida com dados de painel

Em relação ao patrocínio predominante, de acordo com o que fora exposto no Capítulo 4, Seção 4.2, Gráficos 12 e 13, os planos com patrocínio privado apresentam um melhor balanceamento. O efeito observado foi negativo e, dado que a constante é positiva, ele funcionaria como um redutor do balanceamento positivo, o que acarretaria em um melhor balanceamento dos planos de benefícios com patrocínio privado. Umas das possíveis razões para tal fato pode ser um menor custo administrativo por parte das EFPC que administram planos com patrocínio privado, como apontou Caetano (2013) em seu estudo empírico sobre economias de escala e escopo na previdência complementar fechada brasileira. Como resultado da equação estimada para as despesas administrativas das EFPC, Caetano conclui que aquelas com patrocínio privado apresentaram despesas administrativas 12% inferiores às públicas no biênio 2010 a 2011 37 , o que pode ser decorrente da maior eficiência das EFPC que administram planos com patrocínio privado, ou da menor rigidez legal que se aplica a tais planos em comparação com os de patrocínio público. O coeficiente relativo à taxa real anual de juros, apesar de também não ser significante ao nível de 10%, apresentou sinal diferente do esperado. Sabe-se que se há aumento da taxa real anual de juros usada como taxa de desconto, as provisões matemáticas trazidas a valor presente tornam- se menores e, como o patrimônio de cobertura do plano não se altera com a mudança do valor da taxa, o esperado é que o balanceamento seja mais positivo. Entretanto o sinal encontrado na equação estimada do coeficiente foi negativo e não conseguimos identificar sua causa. A conjuntura econômica do período amostral foi caracterizada por forte queda na taxa SELIC e as taxas observadas para os planos de benefícios parecem ter acompanhado esse movimento. Dentro do período analisado houve também forte valorização de ativos como imóveis e títulos públicos prefixados e indexados à inflação, dessa forma, poderia haver uma correlação espúria: houve um processo de longo prazo (pelo menos até 2013) de queda na taxa SELIC, acompanhado de valorização de ativos. Ao mesmo tempo, houve redução na taxa de juros, o que eleva o valor presente das provisões matemáticas. Entretanto, o primeiro efeito teria predominado. Em situações
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Uma proposta de regra de reajuste aplicada a planos de benefícios definidos

Uma proposta de regra de reajuste aplicada a planos de benefícios definidos

Tomando como premissa a necessidade de tornar os planos de previdência estruturados nas modalidades de Benefícios Definidos (BD) e de Contribuição Variável (CV) mais atrativos para os patrocinadores, no âmbito da Previdência Complementar, e assim reduzir o uso do modelo de Contribuição Definida (CD) adotado no Brasil o qual é considerado por muitos estudiosos da área desinteressante para participantes de planos de benefícios por não atender efetivamente a finalidade previdenciária, é apresentada neste estudo uma proposta de regra de reajuste de benefícios que pode ser adotada tanto em planos do tipo BD como também CV, mas que se apóia na lógica própria de planos CD. Trata-se de uma regra de reajuste intermediária entre a adotada em planos BD e a adotada em planos CD. Por essa nova regra o reajuste dos benefícios será baseado na rentabilidade acumulada dos investimentos, devendo se situar entre 0 e 100% da inflação, com possibilidade de recomposição de perdas inflacionárias em situações em que o desempenho dos investimentos supera a meta de atuarial. Com o objetivo de demonstrar a viabilidade do emprego da regra de reajuste proposta, apresentam-se os resultados de um estudo de simulação utilizando o método Monte Carlo, através do qual se faz um comparativo entre o reajuste com base nessa regra e o reajuste de benefícios com base em índice de inflação (100% da inflação). Os resultados obtidos apontam para a possibilidade de ocorrência de diferença a menor, em 60 anos, da ordem de 10% no valor líquido do benefício apurado com base na regra proposta. Embora a adoção da nova regra possa implicar essa redução no valor líquido do benefício quando comparada com a regra de reajuste com base na inflação, no entanto, comparativamente à regra de reajuste praticada nos planos CD, esta apresenta-se mais vantajosa para o participante porque não admite a aplicação de reajustes anuais negativos sobre os benefícios. A regra proposta possibilita situar em um ponto de convergência de interesses participantes e patrocinadores. Esse mecanismo de reajuste proposto representa uma inovação para o sistema de previdência complementar brasileiro.
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LUÍS EDUARDO NUNES MODALIDADES DE PLANOS DE BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR BRASILEIRA

LUÍS EDUARDO NUNES MODALIDADES DE PLANOS DE BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR BRASILEIRA

“As entidades abertas de previdência complementar são operadas pelas entidades abertas, sociedades anônimas com fins lucrativos, geralmente seguradoras ou bancos que oferecem tanto planos individuais como coletivos. São planos oferecidos pelas instituições financeira e seguradoras para pessoas que desejam adquirir um plano de aposentadoria complementar, mas que não trabalham em empresas que oferecem esse benefício aos seus funcionários. Na previdência privada aberta, qualquer pessoa poderá aderir, já que é aberta ao público em geral, mesmo que já esteja contribuindo para um plano de previdência na empresa em que trabalha. Algumas empresas também contratam os planos de previdência aberto para beneficiar seus funcionários.”
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Tendências nos desenhos de planos de benefícios nos fundos de pensão do ES

Tendências nos desenhos de planos de benefícios nos fundos de pensão do ES

Fundos de Pensão, plano de beneficio definido, plano de contribuição definida, migração de planos de beneficios, previdência privada.. Abstract.[r]

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A regulação da previdência complementar fechada sob a perspectiva da economia comportamental: e a adesão automática como proposta para a mitigação de vieses cognitivos

A regulação da previdência complementar fechada sob a perspectiva da economia comportamental: e a adesão automática como proposta para a mitigação de vieses cognitivos

A presente dissertação investiga a utilização de medidas como a adesão automática pela regulação da previdência complementar fechada a partir da flexibilização do conceito de racionalidade, tendo como base a Análise Econômica e Comportamental do Direito. Inicia-se o trabalho pela evolução histórica da regulação da previdência no Brasil, avaliando os impactos sistêmicos das alterações ocorridas no primeiro pilar previdenciário (regimes básicos). Em virtude dessas alterações e do crescimento da relevância do segundo pilar de previdência social (Previdência Complementar Fechada) para a manutenção do bem-estar, analisa-se a possibilidade de ocorrência de vieses cognitivos que implicam desvios de racionalidade dos indivíduos nas decisões relativas à previdência complementar. Esses vieses cognitivos podem fazer com que indivíduos escolham alternativas que não maximizam seu bem-estar, por razões como inércia, procrastinação e superotimismo, ao contrário do que aponta o pressuposto de racionalidade da Economia Neoclássica. Os resultados analisados conduzem à necessidade de adoção de medidas regulatórias capazes de mitigar esses desvios de racionalidade, na forma de adoção de arquitetura de escolhas que induzam à maximização do bem-estar individual, sem limitar a liberdade individual dos envolvidos. Essas medidas, entretanto, especialmente a adesão automática aos planos de benefícios, destinam-se à mitigação de vieses cognitivos, sendo criticável sua adoção em planos de previdência onde observa-se predominância de outras razões para baixos níveis de adesão, como desconfiança em relação à gestão do plano. Ademais, faz-se necessário respeitar certos critérios para sua implementação, a fim de garantir que esse instrumento somente seja utilizado quando se observar vieses cognitivos que prejudiquem significativamente o bem-estar, bem como que a opção à qual os indivíduos estão sendo induzidos é vantajosa, ao menos na grande maioria das vezes. Ao final, verifica-se a juridicidade dessas medidas, à luz da proporcionalidade, norma que permite identificar os limites para a intensidade regulatória.
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O Impacto Econômico das Ações Judiciais impetradas em desfavor da Fundação dos Economiários Federais – FUNCEF no Plano de Benefícios REGREPLAN

O Impacto Econômico das Ações Judiciais impetradas em desfavor da Fundação dos Economiários Federais – FUNCEF no Plano de Benefícios REGREPLAN

A questão do passivo contingencial da FUNCEF, na maioria das vezes, tem sua origem em questões decorrentes da relação trabalhista, com reflexos na necessidade de novos aportes de valores de reserva matemática ou custeio para os planos de benefícios administrados pela Fundação. Ademais, a questão do aumento do passivo contingencial não se trata de situação especifica da CAIXA ou FUNCEF, pois, verifica-se, conforme as recentes estatísticas divulgadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que há um vertiginoso aumento do número de processos nos tribunais, principalmente após a ampliação dos direitos sociais com o advento da Constituição Cidadã de 1988 e do Código de Defesa do Consumidor (CDC), perante todos os segmentos do Poder Judiciário (o Federal, Estadual e Trabalhista), sem deixar de considerar as inovações da legislação processual com a instituição do Juizado Especial Cível e Federal, bem como da ampliação da competência da Justiça do Trabalho pela Emenda Constitucional nº 45/2004.
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Análise econômica de planos de contribuição variável : a relação entre contribuições e as metas de benefícios

Análise econômica de planos de contribuição variável : a relação entre contribuições e as metas de benefícios

Em suas considerações finais, alerta o autor da relevância para os fundos de pensão fazerem os testes de aderência das premissas atuariais de seus planos de benefícios. Com relação ao estudo do fluxo atuarial, esclarece que para um plano de benefício definido em extinção, deve-se ter o cuidado na administração dos recursos, de modo a preservar a liquidez. No caso dos planos de contribuição definida, ainda abertos a adesões, há a possibilidade de maior exposição a aplicações de longo prazo, visando maximizar a rentabilidade das contribuições vertidas para a consta dos participantes, o que certamente proporcionará melhores rendas no futuro.
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Reforma da Previdência Análise da PEC 287/2016

Reforma da Previdência Análise da PEC 287/2016

• Em uma pesquisa com 177 países, apenas 13 têm aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima em seus planos de benefícios, sendo que desses 13 vários exigem tempo de contribu[r]

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Análise espacial dos acidentes de trabalho registrados no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN) em uma capital brasileira

Análise espacial dos acidentes de trabalho registrados no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN) em uma capital brasileira

BRASIL. Ministério da Previdência. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Ministéri[r]

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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA –UnB UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA –UFPB UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO –UFPE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE - UFRN PROGRAMA MULTIINSTINSTITUCIONAL E INTER-REGIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA –UnB UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA –UFPB UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO –UFPE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE - UFRN PROGRAMA MULTIINSTINSTITUCIONAL E INTER-REGIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

O crescimento exponencial do patrimônio acumulado dos Fundos de Pensão Brasileiros – FPB, associado ao nível de evidenciação das informações contábeis atuariais geradas pelas Entidades Brasileiras Patrocinadoras de Planos de Benefícios de Aposentadoria e Pensão – EBPPA, têm contribuído para o crescente interesse da academia contábil brasileira pelo segmento de previdência complementar, deste modo a produção científica brasileira, que nos últimos anos é crescente, tem deixado uma lacuna entre o estudo do patrimônio dos fundos de pensão e a qualidade das informações de benefícios pós- emprego geradas pelas EBPPA. Diante desta perspectiva, o presente estudo objetivou examinar o nível de aderência entre as informações relacionadas ao passivo atuarial das EBPPA e de seus FPB. Para tanto, o delineamento da pesquisa baseou-se em bibliografia especializada, considerando desde a literatura científica até documentação e periódicos especializados para melhor compreensão do tema estudado. O estudo contemplou uma análise do nível de aderência das informações atuariais com base em uma amostra que representa 54% da população do segmento fechado de previdência complementar. Esta amostra ainda foi segregada por segmento, possibilitando, portanto que o estudo verificasse o nível de aderência do passivo atuarial no relacionamento entre as EBPPA privadas, públicas estaduais e públicas federais. Os resultados da pesquisa mostraram que a aderência do passivo atuarial bruto é relevante em todos os segmentos estudados, entretanto, na análise do passivo atuarial líquido, constatou-se a existência de uma dispersão significativa entre os níveis estudados, sugerindo, portanto, inferir que as EBPPA fazem uso do gerenciamento de resultado na evidenciação de suas obrigações atuariais. Ao aplicar o conceito de paridade apregoado na Resolução n. 18/2006, do Ministério da Previdência Social, percebeu-se que 92% dessas EBPPA deveriam evidenciar obrigações atuariais, entretanto, apenas 38%, em 2005, tinham em suas demonstrações contábeis saldo de passivo atuarial. Finalmente, foi percebido que os fundos de pensão são menos consistentes que as EBPPA privadas na elaboração de suas premissas atuariais, no entanto, este cenário não foi confirmado na análise com as EBPPA públicas estaduais e federais.
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A INSERÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO  doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i2.1434

A INSERÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i2.1434

A República Federativa do Brasil tem como uma de suas principais ações a formação de uma sociedade livre, solidária e justa (art. 3º, I, BRASIL, 1988), para proporcionar a todos um bem-estar, sem que haja qualquer tipo de preconceito como: cor, sexo, idade, origem ou outras tantas formas de discriminação (art. 3º, IV. BRASIL, 1988). As pessoas com deficiência são referenciadas na Lei, Nº 8213, de 24 de julho de 1991 e na Lei de Contratação de Deficientes nas Empresas, Lei Nº 8213/91. A Lei de Cotas para Deficientes e Pessoas com Deficiência dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais (BRASIL, 1991).
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Plano de benefícios sociais como suporte de desenvolvimento organizacional: um estudo de caso na Net One Telecomunicações, SA

Plano de benefícios sociais como suporte de desenvolvimento organizacional: um estudo de caso na Net One Telecomunicações, SA

A concessão de benefícios, esteve muito associada a um estilo de gestão paternalista, em que o empregador sentia uma certa responsabilidade moral por assegurar o bem-estar dos seus colaboradores, criando assim, uma forte tradição de concessão de benefícios, e muitos deles posteriormente consagrados em instrumentos de regulamentação coletivas de trabalho, como fazendo parte do elenco mínimo das regalias obrigatórias. As organizações, oferecem diferentes planos de benefícios para os vários níveis hierárquicos, e estes planos, são desenhados na forma em que a organização visualiza as necessidades dos seus colaboradores. Visam amparar as necessidades dos colaboradores, buscando em contrapartida uma maior produtividade e fidelização dos mesmos aos objetivos da organização (Chiavenato, 2008:335; Alvim, 2011:2), e fazem ainda parte da estratégia da administração de recursos humanos (ARH), como uma válvula de escape, para as organizações manterem as suas despesas com pessoal equilibradas, em função dos encargos que sofrem os salários (Júnior e Silva, 2012:3-5). Segundo Pedro Camara (2014:303-304), os benefícios são classificados segundo ao seu âmbito de aplicação em:
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Modelo econométrico de mensuração de propensão à aposentadoria dos participantes de um fundo de pensão: um estudo de caso

Modelo econométrico de mensuração de propensão à aposentadoria dos participantes de um fundo de pensão: um estudo de caso

Art. 67. O exercício de atividade de previdência complementar por qualquer pessoa, física ou jurídica, sem a autorização devida do órgão competente, inclusive a comercialização de planos de benefícios, bem como a captação ou a administração de recursos de terceiros com o objetivo de, direta ou indiretamente, adquirir ou conceder benefícios previdenciários sob qualquer forma, submete o responsável à penalidade de inabilitação pelo prazo de dois a dez anos para o exercício de cargo ou função em entidade de previdência complementar, sociedades seguradoras, instituições financeiras e no serviço público, além de multa aplicável de acordo com o disposto no inciso IV do art. 65 desta Lei Complementar, bem como noticiar ao Ministério Público.
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MESTRADO EM DIREITO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE PÓS GRADUAÇÃO EM DIREITO

MESTRADO EM DIREITO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE PÓS GRADUAÇÃO EM DIREITO

“(...) não há qualquer espécie de vinculação do empregado a aceitar ser integrado em um plano de previdência privada oferecido pela empresa em- pregadora, mesmo que a empresa ou grupo de empresa seja patrocinador da entidade de previdência privada. Não obstante seja esta uma prática co- mum dentro das empresas – ou seja, o empregado é, no momento da sua contratação ou mesmo posteriormente, compelido a aderir a um plano de previdência privada - , a lei é expressa dizendo que ‘as contribuições do em- pregador, os benefícios e as condições contratuais previstos nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência comple- mentar não integram o contrato de trabalho dos participantes, assim como, à exceção dos benefícios concedidos, não integram a remuneração dos parti- cipantes’. Isto significa que a liberdade do empregado de contratar, ou não, um plano de previdência privada patrocinado pela empresa empregadora é a dedução lógica deste caráter facultativo do regime previdenciário de iniciati- va privada.” 160
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Alexandre da Silva Galvão INSTABILIDADE ESTÁTICA E DINÂMICA DE PÓRTICOS PLANOS COM LIGAÇÕES SEMI-RÍGIDAS

Alexandre da Silva Galvão INSTABILIDADE ESTÁTICA E DINÂMICA DE PÓRTICOS PLANOS COM LIGAÇÕES SEMI-RÍGIDAS

Silveira (1995), Galvão (2000, 2001), Rocha (2000) e Pinheiro (2003), desenvolveram em linguagem Fortran (Fortran PowerStation 4.0, 1994-1995), um programa computacional capaz de realizar a análise não-linear de sistemas reticulados planos. Com base nesses trabalhos, que apresentam valiosas comparações entre diversas formulações de elementos finitos e metodologias de resolução de sistemas de equações não lineares, foram selecionas as formulações e algoritmos apresentados nesta tese. Objetivando dar continuidade aos trabalhos precedentes, foi incorporada à base computacional citada a capacidade de desenvolver também análises de natureza dinâmica. Para isto foram inicialmente implementadas rotinas de solução de problemas de autovalores, que, acopladas à metodologia de solução não-linear, possibilitaram a determinação das freqüências naturais e modos de vibração ao longo dos caminhos não-lineares de equilíbrio. Isto permitiu uma implementação eficiente do critério dinâmico de estabilidade, possibilitando a identificação dos trechos estáveis e instáveis ao longo das trajetórias de equilíbrio e, portanto, a identificação dos pontos críticos. Também foram incorporados ao mesmo sistema computacional algoritmos clássicos de integração numérica, implícitos (Newmark, Wilson-q) e explícitos (Método das diferenças centrais e Runge-Kutta de quarta ordem), que possibilitaram análises lineares e não-lineares de pórticos planos com ligações rígidas e semi-rígidas sob carregamentos dinâmicos. Com a finalidade de tornar mais eficiente o processo de integração numérica, em conjunto com os métodos de integração, foram implementadas duas eficientes estratégias de controle automático dos incrementos de tempo.
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A relação entre Planos Diretores Municipais e Planos de Bacias Hidrográficas na gestão hídrica.

A relação entre Planos Diretores Municipais e Planos de Bacias Hidrográficas na gestão hídrica.

Para Machado (2013) há uma complementaridade entre Planos Diretores Municipais e de Bacias quanto à gestão hídrica, considerando-se que, no planejamento territorial municipal, deve-se levar em conta a realidade do ecossistema em que o município se encontra e não somente os aspectos sociais, econômicos e políticos que se inserem em suas fronteiras. Neste sentido, o recorte territorial deve abranger a bacia e sub-bacias hidrográficas em que se situa, adaptando o planejamento territorial às diretrizes presentes no Plano de Bacia Hidrográfica de que faz parte. Salienta para o fato de que o município, como integrante do Comitê de Bacia, tem a oportunidade de opinar e votar na elaboração do Plano de Bacia, interferindo neste processo, portanto. Ao mesmo tempo, é explícita a vinculação entre os Planos de Recursos Hídricos e o Plano Diretor no Estatuto da Cidade, em seu artigo 42-A, parágrafo 2º. (Brasil, 2001), que menciona “O conteúdo do plano diretor deverá ser compatível com as disposições insertas nos planos de recursos hídricos, formulados consoante a Lei n o 9.433, de 8 de janeiro de 1997 ”.
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Projeto de arquitetura de interiores de lojas voltadas para o segmento luxo: um estudo de caso da rua Oscar Freire

Projeto de arquitetura de interiores de lojas voltadas para o segmento luxo: um estudo de caso da rua Oscar Freire

Enquanto os produtos de consumo corrente correspondem a benefícios de tipo funcional, as marcas de luxo remetem a benefícios simbólicos e, cada vez mais, a benefícios ditos “experienc[r]

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PASSADO O FUTURO: O IDEÁRIO REFORMISTA NA SAÚDE

PASSADO O FUTURO: O IDEÁRIO REFORMISTA NA SAÚDE

Os planos de saúde se caracterizam pela contratação de profissionais e unidade assistenciais (ambulatoriais ou hospitalares) que são disponibilizados aos beneficiários dos planos para [r]

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Aspectos Importantes na Análise Avançada com Zona Plástica de Portais Planos de Aço

Aspectos Importantes na Análise Avançada com Zona Plástica de Portais Planos de Aço

A análise avançada é definida, no contexto da AS4100 (1990), como uma análise inelástica de segunda ordem muito precisa em que são incluídos os aspectos importantes (curvatura inicial[r]

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Revisitando as definições e espacialidades acerca da denominação "bairro": como foram...

Revisitando as definições e espacialidades acerca da denominação "bairro": como foram...

(SOUZA, 1989, p. Candido Malta, debatendo sobre o Plano Diretor mais recente proposto para a Cidade de São Paulo, anuncia os Planos de Bairro como sub-planos dos Planos Regionais da cida[r]

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