Políticas de controle social

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A previsão do controle social pela participação nas políticas públicas: uma análise a partir dos documentos oficiais que tratam sobre a Educação Ambiental<br>A prediction of social control by participation in public policies: an analysis from official doc

A previsão do controle social pela participação nas políticas públicas: uma análise a partir dos documentos oficiais que tratam sobre a Educação Ambiental<br>A prediction of social control by participation in public policies: an analysis from official documents that deal with Environmental Education<br>La previsión del control social por la participación en las políticas públicas: un análisis a partir de los documentos oficiales que tratan sobre la Educación Ambiental

Esta democratização do Estado brasileiro pretendeu descentralizar os espaços onde ocorrem as decisões públicas (políticas e jurídicas), para com isso extrapolar a forma solipsista de gestão da coisa pública e poder introduzir nos processos decisórios sujeitos antes excluídos destes espaços. Esta forma de participação é direta e não fica resumida a vetusta democracia representativa, onde o cidadão apenas pode exercer seu direito de voto para escolher representantes para cuidar dos seus interesses. Como dito acima, o ideal preconizado pela Constituição cidadã é de que a pessoa participe ativamente no exercício do poder estatal colaborando e controlando como protagonista e não mais como mero coadjuvante. Esta nova perspectiva de participação constitui um desafio para o país, sobretudo para os pobres, haja vista que desde o ‘descobrimento’ do Brasil destes foi exigida, em maior medida, uma conduta submissa e subordinada; onde os trabalhadores não tinham direito a manifestar suas vontades, nem de exercer pretensões ou contribuir politicamente na condução do Estado. A ideia de controle social da sociedade civil sobre o Estado surge no Brasil com a redemocratização, haja vista que até este momento existia controle apenas do Estado sobre a sociedade, aproveitando da cultura de subalternidade do brasileiro.
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(A falta de) Controle social das políticas municipais de saneamento: um estudo em quatro municípios de Minas Gerais.

(A falta de) Controle social das políticas municipais de saneamento: um estudo em quatro municípios de Minas Gerais.

Inicialmente, realizou-se uma apuração sobre a exis- tência de conselhos nos 51 municípios pertencentes à Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, no âmbito da pesquisa “Movimentos sociais e mecanismos de controle social em políticas públicas de saneamen- to: uma avaliação na bacia do rio das Velhas, Minas Gerais”. Foi solicitado a cada conselho municipal que disponibilizasse as atas das reuniões e documen- tos pertinentes, no período de 2005 a 2007, sendo tais documentos analisados a partir do enfoque da inserção do tema saneamento nas discussões gera- das nos conselhos das diversas áreas. A seleção dos quatro municípios para o estudo obedeceu a critérios orientados pela variedade e exemplaridade amostral, buscando a diversidade dos tipos de conselhos exis- tentes em cada município, a diversidade de natureza jurídica do prestador de serviços de água e esgoto e municípios de portes populacionais distintos. Tam- bém foram levados em conta estudos previamente realizados nos municípios, para melhor proceder à sua caracterização.
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CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS E CONCEPÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL

CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS E CONCEPÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL

Resumo: Este ensaio traz um debate sobre os conselhos e sua relevância para a sociedade civil. O objetivo central desse trabalho é refletir sobre os conselhos e as concepções de controle social e participação, os quais estão interligados. Partiu-se de uma concepção disposta na literatura quanto aos conselhos e o conceito de Controle Social o qual está ligado ao Estado e ao Capital sobre a Sociedade Civil. O termo controle social está relacionado à possibilidade da participação da sociedade civil na tomada de decisão, que teve início com a Constituição Federal de 1988. A metodologia empregada é um estudo exploratório de cunho bibliográfico: artigos, resenhas, livros sobre a temática dos conselhos, da participação e do controle social. A partir da literatura estudada compreende-se a importância dos conselhos nos três níveis de gestão, federal, estadual e municipal principalmente no que tange ao repasse de recursos. Considera-se o conselho uma ferramenta eficaz para a descentralização das Políticas Públicas (Sociais), bem como no processo de democratização.
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Controle social e políticas públicas: a experiência dos Conselhos Gestores.

Controle social e políticas públicas: a experiência dos Conselhos Gestores.

Castro e colaboradores (2011), ao analisarem o Conselho Nacional das Cidades (Con- Cidades), destacam que este desempenhou um papel de considerável relevância, desde sua criação em 2003, à medida que viabilizou o diálogo contínuo entre os representantes da sociedade civil e os governos. Ademais, o Conselho participou ativamente da formulação de diversas políticas nacionais urbanas. Entretanto, os autores observam que o ConCidades “foi excluído da definição dos critérios e escolhas dos projetos aprovados, da discussão do orça- mento do Ministério das Cidades e mesmo do monitoramento e controle social sobre as ações e programas em curso” (Castro et al., 2011:24). Como exemplo, os principais programas urbanos do governo federal, PAC e Minha Casa Minha Vida, foram formulados externamente
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Controle social das políticas de saúde : o caso do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família

Controle social das políticas de saúde : o caso do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família

Este trabalho teve por objetivo estudar as formas pelas quais a sociedade de Porto Alegre efetua o controle social e obtém acesso às informações acerca do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (IMESF). Trata-se de uma forma de prestar os serviços de Estratégia de Saúde da Família (ESF), por meio de uma fundação pública de direito privado. No intuito de atingir o objetivo da pesquisa, efetuou-se, primeiramente, uma breve revisão teórica acerca de temas importantes para compreensão das dimensões do controle social no Brasil, como democracia, participação e formas de controle social. Após, investigou-se o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, a fim de analisar a trajetória deste, que culminou em uma legislação diferenciada e que inclui a participação da sociedade de forma significativa, já que o sistema fora conquistado através de anos de luta e de movimentos como a Reforma Sanitária no Brasil. Por fim, estudou-se a concepção de fundação pública de direito privado, sua inserção no Brasil e na saúde pública, para finalmente estudar o IMESF. Dessa forma, utilizando os conceitos estudados, a pesquisa de campo foi crucial para compreender as formas de controle social e de acesso às informações do IMESF, tais como o Observapoa, o portal da transparência e o Conselho Municipal de Saúde (CMS). Por fim, a pesquisa observou que, apesar das formas de acesso às informações existentes e da regulamentação do controle social, os governantes ainda precisam melhorar a disponibilização de informação, para que esta seja acessada por toda sociedade e possa ser compreensível. E, por outro lado, a sociedade ainda caminha a passos lentos para uma cultura de maior interferência e participação nas decisões políticas; talvez, esse seja o maior problema para uma futura apropriação da sociedade pelo controle social.
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Estudos em políticas públicas: cidadania, desenvolvimento e controle social

Estudos em políticas públicas: cidadania, desenvolvimento e controle social

Tem-se assim uma múltipla fragmentação do corpo funcional. dividido em tarefas especializadas e em turnos, o conjunto de servidores de cada unidade se reparte também em grupos de afinidades ideológicas. funcionários que privile- giam a “reintegração social” voltar-se-ão para as tarefas de promoção da edu- cação, do trabalho, dos atendimentos e benefícios previstos pela legislação. a maioria dos agentes penitenciários, no entanto, dedicará boa parte de seu tempo para elaborar estratégias e práticas de contenção e de repressão, o que, no en- tanto, abrirá caminhos para as práticas veladas de negociação e de compartilha- mento – com a própria população prisional – da gestão do cotidiano das prisões. Por outro lado, a forma de ocupação dos cargos diretivos na secretaria de administração Penitenciária e nas unidades prisionais favorece a necessidade de acordos e a prevenção de conflitos. Todos os cargos de direção são ocupados por nomeação. assim, o secretário nomeia os coordenadores e estes têm também autoridade para manter ou substituir diretores de unidades prisionais de suas coordenadorias. e, dentro de cada unidade, o diretor-geral nomeia sua equipe, que inclui diretorias de área e diversas chefias. dessa sistemática decorre um sis- tema de obediência dos diretores-gerais de unidades para seus superiores – coor- denador, secretário – e dos diretores de áreas para seus diretores-gerais. 23 Porém,
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A ção do controle social por meio de políticas de workfare

A ção do controle social por meio de políticas de workfare

La fr agm ent ación, het er ogeneización y dualización de la sociedad act ual com ponen un escenario con reglas de funcionam ient o claram ent e diferenciadas en relación a la de- n o m i n ad a so ci ed ad sal ar i al . El car áct er est ruct ural del desem pleo, la m asificación del su b e m p l e o y l a i n se g u r i d a d e n d é m i ca co n st i t u y e n l o s r a sg o s d i st i n t i v o s q u e caract erizan y caract erizarán en el fut uro el m odo de vida de buena part e de la población. En est e cont ext o, la nueva disciplina del t rabaj o es la de la flexibilidad, la inseguridad y la m ayor int ensidad que acom paña a la sofist icación t ecnológica, en sim ult áneo con el aum ent o de horas de t rabaj o. Para los de- socupados, los t r abaj ador es pr ecar ios, los subocupados o los nuevos cuent apropist as, dicha disciplina se deriva de las condiciones que im pone la lucha por la sobrevivencia co- t idiana ( Grassi, 1997) . En una dirección sim i- lar Danani y Lindenboim (2003) plantearon que el no- t rabaj o disciplina a quienes no t ienen ot ros m edios de vida, pero t am bién arrasa c o n e l p r i n c i p a l v e c t o r d e c o n t r o l y socialización de largo plazo de la sociedad m od er n a. Las alt as t azas d e d esem p leo est r u ct u r al com por t an r iesgos a la or ga- nización social, obligando a im poner cont ro- l e s ca d a v e z m á s e st r e ch o s a l o s n o - t rabaj adores.
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BREVES APONTAMENTOS SOBRE AS POLÍTICAS CRIMINAIS E SUA INFLUÊNCIA NOS MECANISMOSDE CONTROLE SOCIAL FORMAL

BREVES APONTAMENTOS SOBRE AS POLÍTICAS CRIMINAIS E SUA INFLUÊNCIA NOS MECANISMOSDE CONTROLE SOCIAL FORMAL

A crítica assaz certeira, no entanto, apresenta uma questão que neces- sita ser superada. Os problemas detectados pela teoria do etiquetamento estão na própria sociedade e apenas a real transformação desta trará as verdadeiras e necessárias mudanças na questão da violência. Escapa ao paradigma, entre- tanto, uma proposta concreta de atuação dos órgãos de controle social que lide com a criminalidade imediata, haja vista que o fenômeno criminal não para aguardando que a sociedade se transforme. Em consequência disso, os procedimentos de controle social ainda estão centrados nos métodos da Es- cola Positiva (lembrar das estatísticas, controles, etc.), o que acaba reprodu- zindo o estigma e a seletividade do sistema penal, os quais a teoria do labelling approach denuncia de maneira tão precisa.
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Controle Social: transparência das políticas públicas e fomento ao exercício de cidadania

Controle Social: transparência das políticas públicas e fomento ao exercício de cidadania

como o SIAFI, SIDOR, SIORG, SISPLAN, SIAPE, Comprasnet, entre outros – é possível se defrontar tam- bém com sistemas não integrados, muitas vezes não atendendo ao pro- pósito a que se destinam. Mesmo que se considere a existência de alto nível técnico na área de tecnologia da informação, o que é notoriamen- te reconhecido internacionalmente (o Brasil foi o primeiro país do mun- do a viabilizar que a declaração de imposto de renda fosse feita por meio eletrônico, utilizando-se os dis- quetes, e continuou desbravando horizontes ao permitir a entrega da declaração via internet; além disso, outro destaque inovador foi a reali- zação de 100% das eleições do país em urnas eletrônicas), continua a se observar os costumeiros entraves bu- rocráticos criados na Administração Pública, fato esse que acaba levando à conclusão de que as intervenções políticas são as principais responsá- veis pela não utilização dessa capaci- dade tecnológica em sua plenitude.
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Estud. hist. (Rio J.)  vol.28 número55

Estud. hist. (Rio J.) vol.28 número55

A autora explora o surgimento e a constituição do primeiro manicômio de mu- lheres de Buenos Aires na segunda metade do século XIX. O livro se situa his- toriograficamente na história social com perspectiva de gênero, com o objetivo de restituir as mulheres à história e refletir sobre como o gênero e as relações entre homens e mulheres uniram perspectivas e práticas no passado. Pita incorpora as leituras da historiografía social latino-americana sobre Michel Foucault e Robert Castel com respeito ao controle social e à incorporação de novos atores sociais, para além dos trabalhadores. E nesta chave ela traz uma contribuição ao examinar o grau de efetividade das políticas de controle social e seu impacto nas vidas dos destinatários.
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Controle social e políticas de saúde"Controle Social e Políticas de Saúde".

Controle social e políticas de saúde"Controle Social e Políticas de Saúde".

As the democratization of health policies develops, social control over public interests has been of help in providing health movements with prominence, not only by denouncing cases of..[r]

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EXCLUSÃO DA PARTICIPAÇÃO POPULAR INDIVIDUAL NA COMPOSIÇÃO DE CONSELHOS GESTORES DE POLÍTICAS PÚBLICAS  José Roberto Torres Gomes

EXCLUSÃO DA PARTICIPAÇÃO POPULAR INDIVIDUAL NA COMPOSIÇÃO DE CONSELHOS GESTORES DE POLÍTICAS PÚBLICAS José Roberto Torres Gomes

Além disso, o Congresso Nacional Brasileiro, já há algum tempo, tem aprovado projetos de lei que reconhecem e ampliam a participação popular, justificando um canal de diálogo direto com sociedade civil, o que pode ser observado pela edição das Leis Nº 9.472, de 1997 (institui o Conselho Consultivo da ANATEL); Nº 9.784, de 1999, art. 9º, inciso IV (institui a participação social no trâmite dos processos administrativos, desde que representada por entidades da sociedade civil); Nº 9.961, de 2000 (institui a participação da sociedade civil organizada na Agência Nacional de Saúde); Lei Complementar 101, de 2000, art. 48, parágrafo único, inciso I (institui o incentivo à participação popular e a realização de audiências públicas, durante os processos de elaboração e discussão dos planos e dos orçamentos como medida de transparência da Gestão Fiscal); Nº 11.445, de 2007 (institui formas de controle social dos serviços públicos de saneamento básico, por meio de colegiados em nível federal, estadual, distrital e municipal); Nº 12.305, de 2010 (institui a participação social na elaboração do Plano Nacional de Resíduos Sólidos mediante audiências ou consulta pública); Nº 12.847, de 2013 (institui a participação popular por meio de conselhos comunitários, estaduais, distrital e municipais no Sistema Nacional de Combate à Tortura) e outras. 8
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Rev. Adm. Pública  vol.51 número1

Rev. Adm. Pública vol.51 número1

Por outro lado, se o desenho apresenta virtudes, também conta com desvantagens, sendo essas relativas a duas questões principais: (i) limites para a participação social e (ii) deiciências no processo de formulação e de prestação de contas de sua agenda inanceira. No primeiro caso, se sua governança discricionária limita a participação e garante uma blindagem política, também reforça a exclusão de segmentos vulneráveis, que são potencialmente afetados pelos empreendimentos inanciados. No segundo caso, a ausência de constrangimentos institucionais para a formulação da agenda de inan- ciamento pode favorecer apostas de curto prazo, em detrimento de agendas de médio e longo prazo. Com relação ao primeiro dos problemas, a ausência de interação social tem sido apontada criticamente por organizações da sociedade civil, cuja atuação tem se direcionado para um maior acompanhamento político do BNDES. Uma primeira evidência nesse sentido foi a mobilização, no começo da década de 2000, da Plataforma BNDES. Trata-se de um grupo de ONGs que se con- sorciou para monitorar o desempenho do Banco e eventualmente protestar contra seus critérios e políticas (Spink, 2013:11-24). Nessa mesma linha, a ONG Conectas Direitos Humanos apresentou, em 2014, um detalhado trabalho crítico, indicando as limitações para a participação da sociedade civil, apontando, entre outros, o não envolvimento dos grupos sociais na deinição dos projetos de inanciamento (Conectas, 2014:51-70). É de se notar, por exemplo, que as diretrizes gerais das Políticas Operacionais não se sujeitam a um procedimento de controle social, inexistindo a possibilidade de grupos e movimentos sociais participarem da deinição das prioridades de inanciamento. Tampouco há a previsão de consultas públicas para que grupos afetados possam se insurgir contra as políticas de desenvolvimento inanciadas pelo Banco (Conectas, 2014:86).
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CONTROLE SOCIAL

CONTROLE SOCIAL

Como espaços democráticos de gestão do que é público, os Conselhos apesar de suas contradições e fragilidades, tem sua importância, num país como o Brasil, em que a cultura de submissão ainda está arraigada na maioria da população e em que o público é tratado como posse de pequenos grupos de privilegiados. O controle social, ou seja, o controle dos segmentos que representam as classes subalternas sobre as ações do Estado e sobre o destino dos recursos públicos, torna-se um desafio importante na realidade brasileira para que se criem resistência à redução de políticas sociais, à sua privatização e à sua mercantilização (2002, p. 41)
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Horiz. antropol.  vol.19 número39

Horiz. antropol. vol.19 número39

A vila operária com suas casas-jardins aliada às políticas de seguridade social gerou pelo menos dois grandes problemas: o primeiro, ligado ao exces- sivo controle social e a uma tendência à homogeneização das relações sociais e das condições de vida dos mineiros, colocava os modelos da Companhia de Minas como o paradigma a ser seguido por todos, portanto, não havia como escapar do mundo da mina como projeto trabalhista e seus valores de família patriarcal; segundo, a política impetrada pela companhia não impedia a ex- clusão dos não europeus – ainda que existisse a preferência da empresa por determinados grupos entre os de origem europeia –, jogando-os à periferia da cidade, especialmente os africanos, que abandonaram seus países para auxilia- rem na construção da economia mineira em terras francesas.
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Avaliação da transparência das informações sobre políticas de apoio aos produtores rurais no Brasil

Avaliação da transparência das informações sobre políticas de apoio aos produtores rurais no Brasil

O envolvimento dos cidadãos no controle social das políticas públicas depende da transparência com que o governo divulga seus atos. O conceito de transpa- rência tem evoluído nos últimos anos da simples divulgação de dados para a cobrança de uma atitude proativa dos agentes que representam o Estado, ao fornecer informações, em qualidade e quantidade, que estimulem e possibilitem o controle social (MATIAS-PEREIRA, 2010). Neste artigo, buscou-se ressaltar o debate sobre os principais aspectos que a teoria tem abordado sobre a forma de comunicação do Estado, com foco na transparência da divulgação de infor- mações governamentais das políticas de apoio aos produtores rurais.
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM EDUCAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM EDUCAÇÃO

It is the study of the social control Fundeb’s resources held in the town of Capitão Poço, in the northeastern region of Pará. The study aimed to analyze the limits and possibilities related to the effectiveness of social control, through the Advisory Fundeb’s Council and Social Control in the municipality. The study was guided by the question whether the characteristics and functioning of the Advisory and Social Control Fundeb’s Council, at the municipal level, have the shape of an interval or the public sphere that allows the realization of social control and citizenship. Regarding research methodology, qualitative approach was adopted, with instrumental case study, developed through field research. Data collection was conducted by documents, interviews and non-participanting observation. The analysis was developed having as its reference the main category of Fundeb’s social control, based on the following themes or subcategories: the public sphere; board composition and performance, gathering decisions, asset management. The results showed that Capitão Poço Fundeb’s Council gather most of its decisions in the Executive Branch, including organizing the process of choice of the members and do not effectively represent a space for interaction between State and society. Also observed reflexes of the asset management, with the removal of the Fundeb’s Council members and designating the new ones, without the proper electoral process, in the beginning of the Executive Leader`s tenure of office. The analysis also revealed the existence of disarticulation of the councillors with their bases; fragility in the mobilization of the represented entities, lack of information and training of councillors for the exercise of social control, and lack of provision of monthly reports by the Executive Branch for analysis purposes by Council ’s members. In summary, the research revealed that social control in the Fundeb Capitão Poço is not effectively settled yet. The instrumental case study, developed in Capitão Poço/PA, allowed inferences about the need to develop other studies related to the theme, such as: valuation of education professionals and Fundeb`s social control; institutionalization of social control Fundeb as an imposition, without participation social at the local level.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Heraida Maria Caixeta Borges

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Heraida Maria Caixeta Borges

Ao lançar um olhar sobre a experiência da Apare na perspectiva da inovação social, vale analisar diversos aspectos presentes no seu contexto e que remetem a experiências inovadoras. A melhoria da qualidade e das condições de vida dos associados da Apare foi notória, na visão dos próprios catadores, pois receberam todo o suporte técnico, material, psicológico, de treinamentos e de logística para a formação da associação. Ademais, essas pessoas saíram do ambiente hostil e competitivo do lixão para um galpão coberto, ficando protegidas do sol e da chuva e ainda passaram a “ter um endereço de trabalho como qualquer trabalhador” conforme realçou uma associada. Freitas (2005) afirma que ter um local para trabalhar com endereço é uma das maiores conquistas dos catadores. O galpão significa, para eles, um lugar seguro para trabalhar, digno, solidário, que lhes confere identidade e cidadania.
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Azevedo Amaral no Primeiro Congresso Brasileiro de Eugenia: a imigração para purgar as "degenerescências" do povo brasileiro (Rio de Janeiro – 1929)

Azevedo Amaral no Primeiro Congresso Brasileiro de Eugenia: a imigração para purgar as "degenerescências" do povo brasileiro (Rio de Janeiro – 1929)

No que diz respeito ao imigrante estabelecido no Brasil, verificamos, no discurso dos eugenistas que participaram deste Congresso, que este era ora taxado como elemento desejável ora como elemento indesejável; neste último caso, se pregasse ideias que não contribuíssem para promover o progresso do país. Por um lado, o aumento do contingente demográfico de imigrantes europeus fora imprescindível em um país que se considerava fadado ao atraso social, político e econômico devido à escravidão e à formação miscigenada de sua população. Nesse caso, as elites os consideravam elementos indispensáveis e desejáveis, pois, além de contribuírem para a instauração de um novo modo de inserção no mundo do trabalho, seu papel no projeto de branqueamento da população era visto como determinante. Todavia, como assevera a historiadora Lená Medeiros de Menezes, em sua abordagem sobre a imigração no Rio de Janeiro,
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CONTR OLE DE PR OCES SO

CONTR OLE DE PR OCES SO

Com isso, a indústria não somente automatizava a unidade, em termos de controle das malhas, mas passou a monitorar os seus ativos, podendo prever manutenção e substituição de partes defeituosas antes de elas virarem possíveis falhas. Até meados dos anos 1990, essa transmissão digital superimposta ao sinal analógico reinou ab- soluta, quando foi implantada a primeira rede puramente digital de instrumentos de campo. Essa evolução trouxe economia nas instalações e na capacidade de ampliação do parque instalado nas indústrias de processo, bem como uma maior quantidade e qualidade de informações obtidas dos instrumentos. Nos últimos anos, foram criadas formas de comunicação digital com os instrumentos de campo, e, atualmente, a co- municação digital com os instrumentos inteligentes de campo usa não só o protocolo HART, mas também redes locais tipo fieldbus. Atualmente, há dezenas de protocolos digitais de comunicação de rede; os de maior destaque são: Modbus-RTU, Profibus DP e Fieldbus Foundation. Dentre essas redes locais, uma bastante conhecida e já pa- dronizada é a Fieldbus da Fieldbus Foundation, que é um elo de comunicação serial e digital entre os equipamentos de automação primários, localizados junto ao processo e ao nível de controle imediatamente superior, na sala de controle. Os equipamentos de automação primários normalmente possuem uma capacidade reduzida de proces- samento, realizada por meio de microprocessadores ou microcontroladores. A fieldbus pretende atender tanto processos discretos quanto contínuos, unificando as duas áreas em um único padrão.
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