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Análise do processo defensivo no futebol : acções e comportamentos defensivos associados à recuperação da posse de bola em diferentes contextos do jogo

Análise do processo defensivo no futebol : acções e comportamentos defensivos associados à recuperação da posse de bola em diferentes contextos do jogo

O objectivo do presente estudo consiste em identificar as acções e comportamentos defensivos associados à recuperação da posse de bola em diferentes contextos de jogo. Foram analisados dez jogos disputados por uma equipa da Liga Portuguesa de Futebol Profissional – Liga Sagres 2009-2010 e da Taça de Portugal 2009- 2010. A amostra foi composta por 801 acções de recuperação da posse de bola que foram analisadas em função dos diferentes contextos do jogo, caracterizados pela qualidade do adversário e do resultado corrente do encontro. O sistema de observação foi contituído por oito categorias e 47 indicadores da performance da equipa, que foram analisados em função das duas variáveis contextuais (o resultado corrente e a qualidade do adversário). Os dados foram analizados com recurso à estatística descritiva e regressão logística. Os resultados revelaram que as acções da equipa no momento de recuperação da posse de bola modificam-se em função do resultado corrente e da qualidade do adversário. Nomeadamente, a zona de recuperação da posse de bola, forma de aquisição da posse de bola e a zona do primeiro passe após a recuperação da bola foram influenciadas pela qualidade do adversário quando a equipa estava em situação de empate no marcador.
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Pesquisas sobre posse de bola no futebol e o desejável respeito à pluralidade cultural

Pesquisas sobre posse de bola no futebol e o desejável respeito à pluralidade cultural

Apesar da interessante contribuição desse estudo, que respeitou e procurou entender como o futebol é visto e jogado nessas ligas por uma perspectiva qualitativa, é necessário considerar também que, dentro de um país, há grandes diferenças culturais. Por exemplo, há uma conhecida rivalidade entre as cidades de Madrid e Barcelona, que travam discussões políticas sobre a separação da Catalunha, da Espanha. Na Catalunha se fala, até mesmo, um outro idioma, que é o catalão, sendo esses dois lugares diferentes em vários aspectos. Essas diferenças são notadas nos estilos de jogo dos seus maiores clubes: Real Madrid e Barcelona. Nesse mesmo sentido, o estudo de Sarmento e colaboradores (201?) tentou desvendar as diferenças do jogar de Manchester United, Internazionale e Barcelona, sendo retratadas as diferenças na forma de atacar desses consagrados clubes do futebol mundial: a elevada posse de bola no jogo do FC Barcelona, a grande posse de bola do Manchester United, mas, também, seus ataques rápidos, e, por fim, os contra- ataques e ataques rápidos do Internacional de Milão.
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Análise de scout em jogos da Copa do Mundo de 2018: fundamentos técnicos da posse de bola e finalizações na fase de grupos e eliminatórias

Análise de scout em jogos da Copa do Mundo de 2018: fundamentos técnicos da posse de bola e finalizações na fase de grupos e eliminatórias

Introdução: O desempenho técnico-tático é extremamente importante para as decisões tomadas por uma comissão técnica, através do scout é possível analisar situações de jogos e treinos, para que as melhores escolhas sejam feitas antes e no decorrer das partidas Objetivo: o objetivo do presente estudo foi analisar os scouts de posse de bola e finalizações sobre a vitória em jogos da fase de grupos e eliminatórias da Copa do Mundo de Futebol 2018. Materiais e Métodos: foram analisadas 64 partidas dessa competição, incluindo a fase de grupos e fase eliminatória. Os dados foram coletados do site da Federação Internacional de Futebol (FIFA). O tratamento estatístico utilizado foi a correlação de Pearson e o teste t de Student, através do software estatístico SPSS 22 para o Windows e o nível de significância adotado foi de p<0,05. Resultados: em relação a variável posse de bola, as equipes classificadas na fase de grupos obtiveram maior percentual de posse de bola, já na fase eliminatórias a predominância da posse de bola não se mostrou determinante para a vitória das equipes, por outro lado, a variável finalização a gol foi predominantemente maior para as equipes vencedoras tanto na fase de grupos quanto na fase eliminatória. Conclusão: observa-se a predominância da posse de bola uma condição determinante para a vitória durante a fase de grupos, resultado este não evidenciado na fase eliminatória. A predominância da equipe que realizou maior número de finalizações mostrou-se determinantes para a vitória em ambas as fases de grupo e eliminatória.
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Ações do jogo e de resultado que melhor discriminam vitórias e derrotas em jogos equilibrados de "rugby" do Torneio Super.

Ações do jogo e de resultado que melhor discriminam vitórias e derrotas em jogos equilibrados de "rugby" do Torneio Super.

Nos jogos equilibrados (zero a 11 pontos) foram identifi cadas diferenças estatisticamente signifi cantes nas variáveis de ações do jogo entre vitória e derrota. Foram identifi cadas diferenças nas seguintes variáveis: formações ordenadas ganhas, “rucks” e passe, “mauls” ganhos, recuperação de bola, passes realizados, chutes para a “touche”, erros cometidos, posse de bola chu- tada e “tackles” realizadas (ver TABELA 1).

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Análise da assimetria nas ações motoras em atletas profissionais de futsal

Análise da assimetria nas ações motoras em atletas profissionais de futsal

As assimetrias laterais estão presentes por toda parte, em todos os movimentos realizados pelo homem, ficando mais evidente nos movimentos esportivos. A assimetria é evidenciada no futsal quando o jogador, mesmo com clara oportunidade de usar o membro não preferido, tenta posicionar a bola para realizar a ação com seu membro preferido. O estudo da assimetria no futsal é importante, uma vez que jogadores ambidestros apresentam vantagens durante as ações na partida e pode auxiliar na melhora do desempenho dos atletas de futsal e na prescrição do treinamento. Mediante a isso, o presente estudo teve como questão: será que existe simetria/assimetria no desempenho dos membros inferiores contralaterais durante as ações com posse de bola (passe, domínio e finalização) durante o jogo de futsal? Assim, o objetivo deste estudo foi analisar a assimetria/simetria da utilização do membro inferior preferido e não preferido em ações com posse de bola (passe, domínio e finalização) em atletas de futsal da categoria adulta (profissional). Foram analisados os times vencedores de 8 partidas de futsal do Mundial de Futsal de 2012. Aproximadamente 75 jogadores tiveram analisadas todas as suas ações com posse de bola (passe, domínio e finalização) realizadas com os membros inferiores durante as partidas. Não foram analisadas as ações com a cabeça e o tronco. Os jogos foram adquiridos através da transmissão aberta pelas emissoras de televisão. As oito partidas foram acompanhadas por um avaliador através de um computador. Para realizar a análise, o pesquisador utilizou o software Skout, sendo anotado o jogador envolvido, o tipo de ação (domínio, passe ou finalização), o membro utilizado para realizá-la (membro preferido ou não preferido) e se sua execução foi certa ou errada. Esses dados foram salvos em um arquivo de texto, sob a forma de uma matriz e importadas para o software Matlab
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Eficácia ofensiva e variabilidade de padrões de jogo em futebol.

Eficácia ofensiva e variabilidade de padrões de jogo em futebol.

O presente estudo pretende caracterizar e comparar os padrões de jogo ofensivos realizados pelas equipes semifi nalistas do Campeonato do Mundo FIFA 2010 - Espanha, Holanda, Alemanha e Uruguai. Através do instrumento de observação SoccerEye e do "software" de registo SoccerEye (v1.0, Março 2011), recolheram- se 1938 sequências ofensivas de 28 jogos (sete por equipe) transmitidos por estações públicas de televisão. O instrumento de observação SoccerEye é constituído por sete critérios: 1) Início da fase ofensiva; 2) Desenvolvimento da Transição-Estado defesa/ataque; 3) Desenvolvimento da posse de bola; 4) Final da fase ofensiva; 5) Espacialização do terreno de jogo; 6) Centro do Jogo; e 7) Confi guração Espacial de Interação. Para a análise sequencial dos dados utilizou-se o "software" SDIS-GSEQ (v5.0.77, 2010). Verifi cou-se que a seleção da Espanha, vencedora do Campeonato do Mundo FIFA 2010, tende a rematar à baliza adversária após passe curto positivo (z = 4,12) ou drible (z = 4,38), ambos os comportamentos realizados na zona central ofensiva (z = 3,94). A Espanha tende a marcar gols após uma ação do goleiro adversário (z = 5,95), que por sua vez resulta de um remate (z = 8,43) à baliza adversária. Conclui-se que a efi cácia ofensiva das equipes semifi nalistas no Campeonato do Mundo 2010 não se confi na aos métodos e aos estilos de jogo utilizados, mas parece estar relacionada com a respetiva variação durante o mesmo jogo e/ou entre jogos diferentes, em resposta aos constrangimentos que o confronto com o adversário coloca.
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Caracterização da transição defesa-ataque de uma equipa de futebol

Caracterização da transição defesa-ataque de uma equipa de futebol

O número de jogadores adversários pode influenciar o tipo de passe adotado, no momento da recuperação da posse de bola. Maior número de adversários na zona da bola pode implicar a utilização de passe longo/direto, por outro lado, menor número de adversários pode implica uma maior utilização de passe curto/organizado. Como verificamos, a equipa apresenta uma tendência para utilizar passe longo, quando sobre o portador da bola se encontram em média 3 jogadores adversários e passe curto quando sobre a zona da bola se encontram em média 2 jogadores. Tal como refere Castelo (2004), a dinâmica coletiva de uma equipa resulta do confronto direto com o opositor, na tentativa manter ou recuperar a posse de bola. Apesar de cada equipa ter a sua própria identidade, esta entra em confronto com a forma de agir da equipa adversária gerando momentos de instabilidade, provocada pela tentativa mútua de anular os pontos fortes e explorar os fracos do opositor. É neste contexto que o processo de análise das equipas adversárias encontra a sua maior importância. Melhorar a leitura dos comportamentos do adversário para que exista uma resposta mais ajustada, de acordo com as “assinaturas de desempenho” observadas (McGarry et al., 2002). Ter instrumentos que viabilizem esse processo de forma quantitativa, para além da forma observacional comum, representa uma evolução que julgamos ter sido conseguida com a metodologia utilizada no nosso estudo e que pode ser de grande utilidade para o treinador.
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Proposta de treinamento de formação no Futebol baseado em conceitos do jogo de Futsal

Proposta de treinamento de formação no Futebol baseado em conceitos do jogo de Futsal

2º Aproximar quando o adversário está de costas com a bola dominada – quando o adversário com posse de bola está de costas para trave da defesa, o marcador deve apenas executar a aproximação. Após a primeira ação do atacante que o defensor faz a abordagem na bola. Obs.: quantas vezes observamos no futebol, o defensor utilizar-se do recurso da falta, quando o atacante está perto da linha lateral ou no fundo de costas para o centro do campo, não levando nenhum perigo momentâneo para a defesa.

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O Treino como Estímulo Essencial para a Competição e para a Formação do Jogador de Futebol, numa Equipa de Sub-19

O Treino como Estímulo Essencial para a Competição e para a Formação do Jogador de Futebol, numa Equipa de Sub-19

113 conteúdos ao longo da sessão do mais simples para o mais complexo, acontecendo o mesmo ao longo do microciclo. Quer isto dizer que pretende com os planos de treino, uma evolução da complexidade dos exercícios ao longo do microciclo, partindo de formas jogadas mais simples para mais complexas. Procurei verificar estas afirmações adaptando a fórmula da complexidade para o exercício de treino, proposta pelo Professor Luís Vilar. Mais ainda, notei que o planeamento de cada sessão teve na sua maioria, um objetivo bastante concreto no que diz respeito à progressão dos conteúdos. Assim sendo, criei uma proposta de divisão da sessão de treino, por fases, para facilitar a observação da progressão da complexidade. Quase todos os treinos começavam com uma fase de aquecimento onde entravam exercícios de mobilização articular, exercícios de passe e até exercícios de posse de bola não estruturados e com poucos jogadores; seguia-se uma fase que denominei de aquisição, onde uma nova condicionante em exercícios quase sempre de jogos reduzidos determinaria o que se pretente trabalhar nessa sessão (por exemplo, a largura dos alas, o jogo interior, a circulação em 1ª fase de construção, o movimento dos PL, entre muitos outros); terminava-se quase sempre com uma fase de replicação, onde essa mesma condicionante era transferida para um contexto de jogo formal, ou próximo do formal, com estruturas maiores. Na avaliação e controlo do processo de treino, procurei realizar um conjunto de estudos com os dados da PSE que foram recolhidos ao longo dos microciclos de treino. Em primeiro lugar, seria importante calcular as cargas de treino e verificar se estas iam ao encontro do que estava idealizado pelo treinador principal, com a sua gestão do processo de treino. Procurei ainda verificar se as cargas medidas pela PSE iam ao encontro daquelas observadas em dados retirados em tempo real. Para isso aproveitei alguns dados dos sistemas de GPS que haviam sido à priori requisitados apenas para o estudo da Área 2. Por fim, observei algo que sempre suspeitei e que nunca tinha verificado em nenhum artigo científico. Sem querer generalizar, verifiquei que no caso desta metodologia de treino, baseada em jogos reduzidos e formas jogadas, jogadores de diferentes posições têm perceções de esforço bastante diferentes.
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Análise da performance no futsal: a influência das linhas de pressão do adversário

Análise da performance no futsal: a influência das linhas de pressão do adversário

12 análise, BC, IDC e ODC têm os seus valores mais elevados nas zonas centrais do campo (Z5 e Z8). O indicador IDC tem valores iguais nestas duas zonas o que indica claramente que estas são as zonas preferenciais do jogo Espanhol e que vão receber a maioria das acções de ataque da equipa. Ao contrário de Portugal, observaram-se apenas 2 (9,52%) passes da zona 2, num total de 21, para as seis zonas do meio campo ofensivo e não se observou nenhum para as três zonas mais ofensivas (Z10 a Z12). Isto sugere que a Espanha consegue quase sempre vencer a primeira linha do adversário em posse de bola, desenvolvendo o jogo em ataque rápido ou ataque organizado após o reajuste defensivo do adversário. A distribuição de passes pela zona 2 não dá um indício claro de uma zona preferencial, enquanto que a entrada na zona 5 faz-se preferencialmente pela zona 4 (40%) e esse numero ganha mais relevância quando comparado com as entradas feitas pelas outras zonas do meio campo defensivo, que perfazem todas combinadas um total de 36%. Entretanto, da zona 5, a equipa Espanhola decide se entra em ataque rápido quando a equipa adversária não se reposiciona ou desenvolve o jogo mantendo a posse da bola. Neste particular, a percentagem de passe para a zona 8 é a maior (25,81%) e as zonas adjacentes laterais todas combinadas (Z4, Z6, Z7 e Z9) somam 64,52% dos passes, não havendo diferenças óbvias (55% para a ala direita, e 45% para a ala esquerda) que permita identificar a ala preferida. Inferimos que uma bola directa da zona 5 para a zona 8 sugere um ataque mais rápido e directo, enquanto que para as outras zonas adjacentes uma segunda fase de construção. Analisando as saídas da zona 8, verificamos que a zona 11 é a mais utilizada. Apesar de este padrão ter sido semelhante à equipa Portuguesa, a equipa Espanhola apresenta uma percentagem menor de passes para as zonas mais a avançadas e de finalização (Z10 a Z14). Isto indica que a equipa Espanhola, quando consegue fazer a bola entrar em zona 8, opta algumas vezes por passar a bola para zonas recuadas ou laterais de modo a conservar mais tempo a posse e entrar em zona de finalização com mais segurança. Há uma maior variabilidade no jogo mesmo depois de entrar nas zonas mais ofensivas. No que diz respeito à finalização, apesar da zona 11 ser a zona preferencial das duas equipas, a equipa Espanhola apresenta uma eficácia de finalização muito superior relativamente à equipa Portuguesa (88,89% versus 33,33%). Por outro lado, na segunda zona de preferência (Z10) os Espanhóis apresentam uma eficácia consideravelmente menor (33,33% versus 66,67%). É possível que a as acções de alguns jogadores preponderantes possa ter influenciado os presentes resultados.
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Os processos auto-organizacionais do goalball.

Os processos auto-organizacionais do goalball.

Se o primeiro bloqueio à bola não foi suficiente para impedi-la de conti- nuar seu trajeto rumo à meta, será necessário o recuo para procurar efetivar o bloqueio, e também a atuação de coberturas para auxiliar o defensor que entrou em contato com a bola. O deslocamento em bloco para a origem do arremesso adversário, realizado no princípio de balanço defensivo, irá proporcionar uma recuperação e coberturas mais eficazes nestes casos, pois os jogadores estarão mais próximos uns dos outros. Da mesma forma, uma leitura eficaz da trajetória de bola proporcionará que o ala do setor oposto ao atacado possa se prontificar rapidamente para a cobertura. Ele poderá posicionar-se atrás ou mais próximo do companheiro que realizar o contato defensivo, tão logo perceba que seu setor não foi alvo do ataque adversário. Ao efetivar o bloqueio do arremesso, a equipe passará a ter a posse de bola e entrará na dimensão ofensiva reiniciando, assim, o ciclo.
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Das situações do jogo ao ensino das fixações no handebol.

Das situações do jogo ao ensino das fixações no handebol.

Para a obtenção de êxito no que se refere à contemplação de cada um dos princípios operacionais são necessários procedimentos técnico-táticos (denominados no handebol de meios técnico-táticos) que possibilitem aos atacantes certa continuidade do seu jogo. No caso da conservação da posse de bola, são requisitados alguns deslocamentos para gerar situações de desmarque e boa qualidade nos passes e recepções dos jogadores, preferencialmente com o menor risco possível de interceptação do passe pelos defensores. No caso específico da progressão dos atacantes em direção ao alvo, além da conservação da posse da bola, os mesmos devem preocupar-se em executar os fundamentos técnicos (passe, drible, recepção, empunhadura, ritmo trifásico, duplo ritmos trifásico e arremesso) e os meios táticos ofensivos (individuais e coletivos) para desequilibrar os defensores a fim de conseguir situações favoráveis à infiltração e,
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Relatório de Estágio Pedagógico Benfica Escolas de Futebol

Relatório de Estágio Pedagógico Benfica Escolas de Futebol

41 Os parâmetros podem ser divididos em categorias. Os primeiros 6 parâmetros (sublinhados a amarelo) são essenciais ao nível tático, visto que, inicialmente são os mais trabalhados pois são estes que vão dar as bases do nosso modelo de jogo pois o nosso objetivo é marcar o maior número de golos possível e se conseguirmos ser os melhores nestes parâmetros vamos estar mais próximos do sucesso. Nos seguintes 6 parâmetros (sublinhados a cinzento) posso referir que, no geral, a equipa apresenta um bom nível visto que houve uma evolução positiva. De realçar que existem jogadores que têm uma capacidade individual superior a alguns elementos da equipa. Ainda sobre estes parâmetros, existem três grupos de miúdos (referenciados na tabela explícita no próximo ponto), com diferentes capacidades. No parâmetro “resistência geral” e “força veloz” é uma capacidade que se consegue exercitar em todos os exercícios, por exemplo no jogo do drible, e como tal todos os miúdos já estão num nível alto. No parâmetro “pressiona o adversário em todo o campo e após a perda da posse da bola”, a grande maioria dos miúdos sabem que a reação à perda da posse de bola tem de ser forte para ser muito rápido a recuperar a bola. No entanto, existem alguns miúdos que só com um estímulo (um grito do treinador) é que conseguem ter uma rápida reação à perda. Em relação aos últimos 4 parâmetros (sublinhados a vermelho), desde o primeiro dia que eles sabem que é fundamental, e isso só se consegue transmitir, de certo modo, se o treinador for exigente com os miúdos. Se isso acontecer, o treino é cada vez melhor.
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Treino Desportivo em Futebol

Treino Desportivo em Futebol

a posse de bola, possibilitando ao portador da bola sempre várias soluções de passe (série de triângulos e losangos). A disposição em campo permite uma serie de losangos e triângulos que permite uma maior troca de posições mantendo a equipa sempre em equilíbrio, essas trocas de posição retardam uma especialização precoce. Tem uma boa ocupação de espaço no setor ofensivo, logo, a equipa adversária terá de colocar um grande número de jogadores no seu campo defensivo, e com isso, temos menos jogadores adversários em “zonas de perigo”. Como existe um número mais equilibrado de jogadores em cada compartimento do campo, aquando da perda da bola, a equipa está mais equilibrada. Maior agressividade defensiva, pois, permite pressionar com mais jogadores o início do ataque da equipa contrária.
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AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE

AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE

A autora é proprietária e legítima possuidora do imóvel em questão nos termos do art. 1.196 do Código Civil, mantendo a posse indireta sobre o mesmo em razão do contrato de comodato verbal estabelecido com o réu. Com efeito, diante da necessidade de retomado do imóvel para uso de sua filha, com a competente notificação do réu, a posse direta exercida pelo mesmo sobre o imóvel tornou-se injusta e precária.

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Alterações induzidas na velocidade de lançamento em crianças do sexo masculino após seis semanas de treino de força explosiva

Alterações induzidas na velocidade de lançamento em crianças do sexo masculino após seis semanas de treino de força explosiva

O primeiro momento de avaliação (pré-teste) teve lugar em Janeiro, seguiram-se seis semanas de treino. O segundo e último momento de avaliação (pós-teste) teve lugar em Março de 2010. Antes do primeiro momento de avaliação, todos os participantes foram familiarizados com lançamentos de bolas com diferentes pesos. Tanto no pré-teste como no pós-teste, todos os sujeitos lançaram à máxima velocidade possível uma bola de Andebol com as medidas oficiais (~0.55 m de perímetro e ~0.35 kg de peso), de futebol com as medidas oficiais (~0.68 m de perímetro e ~0.45 kg de peso) e com bolas medicinais de 0.5 e de 1 kg. Todos os indivíduos efectuavam um aquecimento articular, muscular, cardio-respiratório e breves alongamentos com duração de cerca de 10 minutos. Este protocolo foi baseado no trabalho descrito por van den Tillaar e Marques (2009). Cada indivíduo segurava a bola (Andebol, Futebol, 0,5 Kg e 1 Kg) com ambas as mãos, acima da linha da cabeça, posicionando-se simultaneamente com os membros inferiores ligeiramente afastados e paralelos. Era permitido uma ligeira extensão do tronco e ombros à retaguarda e os pés teriam de ser mantidos em contacto com o piso antes e após os lançamentos. Não foi permitido qualquer passo antes ou após cada lançamento, bem como uma eventual torção do tronco. Sempre que qualquer destas condições não se verificasse o lançamento era repetido. Foram efectuadas três tentativas e registados os valores máximos correspondentes às velocidades atingidas durante a execução do lançamento. Para a obtenção do valor da velocidade foi utilizada uma pistola radar (Sports Radar 3300, Sports Electronics Inc.), com uma precisão de +/- 0.03 m/s manuseada sempre pelo mesmo utilizador.
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A aerodinâmica da bola de futebol.

A aerodinâmica da bola de futebol.

Por ´ultimo, vamos discutir uma jogada quase mi- tol´ogica no futebol brasileiro: a folha seca de Didi. Uma das dificuldades aqui ´e a pr´opria definic¸˜ao do que tenha sido a folha seca. Alguns a descrevem como um “chute que sobe e cai inesperadamente, como uma folha seca” [20]. Outros dizem que a bola “dava cam- balhotas e mudava de rumo como uma folha seca per- dida no vento” [21]. Didi afirmou ter inventado a jo- gada em um Botafogo x Am´erica do Campeonato Cari- oca de 1956, quando a dor em um tornozelo machu- cado por repetidas faltas o obrigou a chutar a bola de forma inusitada. Ao notar que com isso a bola tomava um rumo surpreendente, Didi passou a praticar esses chutes, aperfeic¸oando-os tanto que fez dessa maneira gols que entraram para a hist´oria do futebol, como o contra o Peru pelas eliminat´orias da Copa de 1958, e o contra a Franc¸a na semifinal da mesma Copa.
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A INFLUÊNCIA DO CONSTRANGIMENTO POSICIONAL DA BALIZA NO PROCESSO DECISIONAL OFENSIVO NO HÓQUEI EM PATINS

A INFLUÊNCIA DO CONSTRANGIMENTO POSICIONAL DA BALIZA NO PROCESSO DECISIONAL OFENSIVO NO HÓQUEI EM PATINS

Apesar de não estar contida directamente na análise do comportamento decisional ofensivo, este ponto da discussão dos resultados permite-nos concluir que será necessário atender a algo mais do que aquilo que é actualmente considerado como a melhor opção a tomar em acção defensiva. As análises retrospectivas a partir das acções finais do PO confirmaram, para além do que se tinha verificado e discutido anteriormente, que uma resposta defensiva por detrás da baliza pode originar ainda uma recuperação de bola pelo adversário ou a ocorrência de uma falta defensiva, o que evidencia o duelo com contacto físico anteriormente mencionado. Neste tipo de ocorrências e perante os resultados obtidos, somos levados a supor que os jogadores atacantes em acção, quando confrontados com uma postura defensiva por detrás da baliza, não dispõem de tempo e espaço suficiente para realizar mais do que o controlo da bola. Pelo contrário, o hoquista percepciona um conjunto mais amplo de possibilidades de acção que se lhe deparam quando o defensor actua pela frente da baliza, precisamente porque a pressão adversária é menor. Assim, a análise conjunta dos dados relativos à forma como se inicia, desenvolve e finaliza o processo levantam uma importante questão e que aparentemente contraria o que está associado com o que é consensualmente aceite pela maioria dos técnicos e pessoas ligadas à modalidade e que passa por o defensor evitar acompanhar o seu adversário quando este se desloca para trás da baliza, mas sim optar por ir apanhar o atacante ao segundo poste (Campelo, 2007).
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Alterações induzidas por diferentes constrangimentos sobre a velociade da bola em jovens futebolistas: qual o papel do membro dominante e não-dominante durante o remate?

Alterações induzidas por diferentes constrangimentos sobre a velociade da bola em jovens futebolistas: qual o papel do membro dominante e não-dominante durante o remate?

Num estudo mais recente, Barbieri (2007), actualizado e preocupado com a análise da diferença de velocidade da bola do remate, tanto em condições ideais como com deslocamento prévio da bola. Assim, no caso do remate precedido de passe, os valores adquiridos foram 23,88±2,7 ms -1 para o membro inferior dominante e 21,42±2,25 ms -1 para o membro inferior não dominante. É importante referir que o primeiro valor é inferior ao do nosso estudo, enquanto que o segundo é superior, o que se poderá dever ao facto destes jovens praticarem um futebol mais actual, onde existe maior preocupação em treinar, de igual modo, ambos os membros, fomentando a ambidestria. Finalmente, nesta mesma situação, verificou-se que a velocidade da bola após remate com o membro inferior dominante continuou a ser consideravelmente superior à do membro inferior não dominante, tal como se constatou no presente estudo. Este último, foi o único estudo que encontramos com alguma similaridade ao nosso, ainda que tenha sido efectuado no futsal. Deste modo, e dada a escassez de estudos neste âmbito, o futebol carece de mais e melhor investigação sobre esta temática.
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A bola, a nação e a memória

A bola, a nação e a memória

Essa utilização do futebol como instru- mento de propaganda por parte dos milita- res não pode, igualmente, ser dissociada do contexto da Guerra Fria e de seus reflexos ideológi[r]

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