Pré-condicionamento

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Água ozonizada no pré-condicionamento de sementes de milho : qualidade fisiológica e desempenho em campo

Água ozonizada no pré-condicionamento de sementes de milho : qualidade fisiológica e desempenho em campo

Esses resultados estão de acordo com Marcos Filho (2005), que afirmou que o pré-condicionamento fisiológico influencia positivamente o processo de germinação de sementes. Maximiano et al. (2018) também verificaram que o pré- condicionamento em água com borbulhamento do ar atmosférico ou ozônio favoreceram o desenvolvimento inicial das plântulas. Silva e Villela (2011) observaram que sementes de soja pré-hidratadas em substrato umedecido por seis horas apresentaram efeito positivo no percentual de germinação e redução nos valores de condutividade elétrica. Zucareli et al. (2008) verificaram aumento no percentual de germinação de sementes de milho após hidratação controlada. Esses autores atribuíram esses resultados à ativação dos mecanismos de reparo da semente, o que acarretou em maior velocidade de germinação, semelhante aos resultados obtidos neste trabalho. Ressalta-se que a velocidade de germinação é um bom indicador da qualidade fisiológica de um lote de sementes, pois a diminuição na velocidade e na uniformidade da germinação entre a primeira e última plântula de um lote é um bom indicativo de perda de vigor (HEYDECKER et al., 1973).
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Efeito neuroprotector de diferentes tipos de pré-condicionamento e insultos isquémicos

Efeito neuroprotector de diferentes tipos de pré-condicionamento e insultos isquémicos

Wang et al. (2007) também observaram que a exposição prévia com anestésicos voláteis induz neuroprotecção em ratos. Investigaram se a potência dos anestésicos voláteis na indução de pré-condicionamento neuronal está relacionada com a potência em induzir anestesia. A teoria mais comum sobre a anestesia refere que é induzida pela inibição da neurotransmissão excitatória e/ou aumentando a neurotransmissão inibitória. Wang et al. (2007) demonstraram que o isoflurano, halotano, sevoflurano e desflurano induzem pré- condicionamento durante a fase aguda em fatias de cerebelo de rato. Estes resultados sugerem que a indução de pré-condicionamento é uma característica comum entre os anestésicos voláteis e pode ser mediada por vias comuns activadas pelos anestésicos voláteis. No entanto, não demonstraram se as baixas concentrações de halotano podem, ou não, ser prejudiciais ao cérebro após lesão isquémica. Em suma, comprovaram que o pré- condicionamento com anestésicos voláteis induz neuroprotecção e a que a potência deste efeito é linearmente correlacionada com a sua potência anestésica (Wang et al., 2007; Sigaut et al., 2009).
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Efeitos redox e protetores do pré-condicionamento isquêmico e da abertura do canal...

Efeitos redox e protetores do pré-condicionamento isquêmico e da abertura do canal...

Segundo Baines et al. (1997), EROs gerados após períodos de isquemia e reperfusão são possíveis sinalizadores do pré-condicionamento. Essa sugestão foi confirmada pelo grupo do Professor Paul Schumacker, que também demonstrou que a principal fonte de EROs durante o pré- condicionamento é a cadeia respiratória mitocondrial (Vanden Hoek et al., 1998). Levando em conta o dano contra o qual o pré-condicionamento protege, estudos têm relacionado o dano de isquemia/reperfusão com a geração de EROs, especialmente dentro dos primeiros minutos de reoxigenação (Zweier et al. , 1987). Neste ponto de vista, no estudo conduzido por Vanden Hoek et al. (2000), antioxidantes administrados durante o período de reperfusão foram tão efetivos quanto o pré-condicionamento em proteger as células do miocárdio (Lebuffe et al., 2003). Isto confirma que a geração de EROs durante a reperfusão é responsável pelo dano celular e sugere que o pré- condicionamento protege pela diminuição do estresse oxidativo durante o período de reperfusão.
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O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea.

O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea.

Método: Quarenta pacientes com indicação para revascularização do miocárdio foram randomizados em dois grupos, com e sem pré-condicionamento isquêmico. O pré-condicionamento isquêmico foi obtido realizando a oclusão coronária por dois minutos e liberação do fluxo sanguíneo por um minuto, sendo realizados dois ciclos. A contratilidade ventricular esquerda foi avaliada por meio de Doppler pulsado da aorta torácica descendente (Hemosonic 100). As medidas da aceleração do fluxo sanguíneo na aorta foram obtidas antes do início do procedimento, após o posicionamento do coração e com cinco e dez minutos de oclusão coronária.
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Efeitos de dexmedetomidina em conjunto com o pré-condicionamento isquêmico remoto em lesão de isquemia-reperfusão renal em ratos.

Efeitos de dexmedetomidina em conjunto com o pré-condicionamento isquêmico remoto em lesão de isquemia-reperfusão renal em ratos.

Essa diferenc¸a estatisticamente não significativa pode ser explicada pelo pequeno número de sujeitos do estudo. O pré-condicionamento isquêmico é um método aplicado mecânica ou farmacologicamente antes da isquemia do órgão-alvo para reduzir o nível subsequente da lesão de IR. O objetivo do pré-condicionamento isquêmico é aplicar isquemia e reperfusão de órgãos-alvo, em curtos interva- los de tempo, para garantir que o(s) órgão(s)-alvo pode(m) tolerar bem a isquemia. A grande demanda de energia e a intensa rede microvascular dos rins os tornam vulneráveis à lesão de IR, que é considerada uma das principais cau- sas de lesão renal em estenose de artéria renal e cirurgia microvascular renal. A lesão de IR renal é a principal causa de morbidade e mortalidade cardiovascular e está associada ao atraso da func¸ão do enxerto pós-transplante e à ocorrên- cia de lesão renal em cirurgia cardíaca e aórtica e à lesão renal pós-choque. 1---4,38,39
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Aspectos básicos da lesão de isquemia e reperfusão e do pré-condicionamento isquêmico.

Aspectos básicos da lesão de isquemia e reperfusão e do pré-condicionamento isquêmico.

fica indução de um pequeno período de isquemia se- guido por pequeno período de reperfusão antes de um período mais longo de isquemia. Eles descreveram o efeito benéfico de curtos episódios de oclusão coroná- ria seguidos também de curtos períodos de reperfusão no tamanho da área de infarto causado por isquemia sem pré-condicionamento. Resultados semelhantes foram descritos por outros autores 17 . O papel do pré-

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Avaliação bioquímica dos efeitos do pré-condicionamento isquêmico após isquemia e reperfusão hepática em ratos.

Avaliação bioquímica dos efeitos do pré-condicionamento isquêmico após isquemia e reperfusão hepática em ratos.

Os quarenta animais foram distribuídos aleatoriamen- te em 4 grupos de 10 animais cada de acordo com o procedi- mento utilizado (Figura 1). No Grupo Sham nenhuma espécie de clampeamento foi adotada. Nos outros três, provocamos isquemia de quarenta minutos por meio do clampeamento do pedículo hepático. No Grupo I esta isquemia foi contínua. No Grupo II, também contínua, mas precedida de 5 minutos de isquemia e 10 minutos de reperfusão (pré-condicionamento isquêmico). No Grupo III foi realizada isquemia intermitente em ciclos de 10 min de isquemia e 5 min de reperfusão.

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Pré-condicionamento isquêmico em diferentes tempos e seu efeito na translocação bacteriana induzida por isquemia e reperfusão intestinal em ratos

Pré-condicionamento isquêmico em diferentes tempos e seu efeito na translocação bacteriana induzida por isquemia e reperfusão intestinal em ratos

Objetivo: avaliar os efeitos de diferentes tempos de pré-condicionamento isquêmico(PCI) intestinal sobre a translocação bacteriana (TB). Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Trinta ratos Wistar pesando 280±27g foram alocados em cinco grupos. No grupo IR (n=6), foi realizada laparotomia e a artéria mesentérica superior foi ocluída por microclampe atraumático por 30 minutos. Nos quatro grupos com pré-condiciona- mento (n=6 cada), antes dos 30 minutos de isquemia-reperfusão (I/R) os ratos foram submetidos a PCI de dois, cinco, dez e 15 minutos e, em seguida, ao mesmo tempo de reperfusão. Vinte e quatro horas após, para avaliar se os tempos de pré-condicionamento influenciam o aparecimento de translocação bacteriana, amostras de linfonodos mesentéricos, fígado e baço foram coletadas em condições estéreis, para quantificação de unidades formadoras de colônias bacterianas por grama de tecido (UFC/g). Sangue foi coletado para dosagem de citocinas. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: No grupo I/R, o total de UFC/g em linfonodos mesentéricos, baço, fígado, bem como, a dosagem sérica de TNF-a, IL-1b e IL-6 foram significativamente maiores do que nos demais grupos (p<0,05). Pré-condicio- namento de 15 minutos atenuou significativamente a BT e as citocinas séricas, comparando com os outros tempos de pré- condicionamento (p<0,05). Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Nossos dados sugerem o pré-condicionamento como fator-chave para reduzir translocação bacteriana em I/R intestinal. Numa escala de dois a 15 minutos, o melhor tempo de pré-condicionamento isquêmico para a atenuação da translocação bacteriana foi 15 minutos.
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Pré-condicionamento isquêmico por oclusão seletiva da artéria pulmonar em ratos.

Pré-condicionamento isquêmico por oclusão seletiva da artéria pulmonar em ratos.

Objetivo: Avaliar o efeito do pré-condicionamento isquêmico (PCI) em modelo de isquemia e reperfusão (I/R) pulmonar normotérmica em ratos, quantificando a produção de espécies reativas do oxigênio. Métodos: Quarenta e sete ratos Wistar foram randomizados em quatro grupos: controle, sham, I/R e PCI. Após anestesia, animais do grupo controle foram sacrificados por decapitação, pneumonectomizados, e os pulmões esquerdos armazenados em nitrogênio líquido. Animais dos grupos sham, I/R e PCI foram anestesiados, traqueostomizados, ventilados, anticoagulados e submetidos a uma toracotomia esquerda com dissecção da artéria pulmonar esquerda para clampeamento. No grupo sham procedeu-se a dissecção da artéria pulmonar esquerda; no grupo I/R, clampeamento hilar total de 30 min e no grupo PCI, clampeamento da artéria pulmonar esquerda por 5 min seguido por reperfusão de 10 min e um clampeamento hilar total de 30 min. Pulmões foram reperfundidos por 90 min e ventilados com os mesmos parâmetros, acrescidos de pressão expiratória final positiva de 1 cmH 2 O. Foram obtidas medidas hemodinâmicas e gasométricas antes da toracotomia, antes do clampeamento hilar total, aos 30 e 90 min de reperfusão. A peroxidação lipídica foi estabelecida por meio da determinação das substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico. Resultados: A determinação das substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico analisada nos grupos controle, sham, I/R, PCI não revelou diferenças significativas, o mesmo ocorrendo com a pressão parcial arterial de oxigênio, pressão parcial arterial de gás carbônico e medidas hemodinâmicas entre os grupos sham, I/R e PCI. Conclusões: O PCI de 5 min da artéria pulmonar esquerda em modelo de I/R in situ em ratos não atenua a lesão de I/R. Descritores: Isquemia; Reperfusão; Preservação de órgãos; Espécies de oxigênio reativas.
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Efeitos do pré-condicionamento por oxigenoterapia hiperbárica na lesão de isquemia e reperfursão em ratos

Efeitos do pré-condicionamento por oxigenoterapia hiperbárica na lesão de isquemia e reperfursão em ratos

São esperadas alterações dos níveis da PAM após a oclusão do pedículo hepático, mesmo que segmentar, já que a interrupção do fluxo hepático causa estase sanguínea esplâncnica e diminui o retorno venoso ao coração, com conseqüente diminuição do débito cardíaco. O retorno do fluxo sanguíneo à porção isquemiada do fígado causa liberação de substâncias vasodilatadoras na circulação sistêmica, diminuição da resistência vascular periférica e conseqüente queda da pressão arterial. No presente estudo não houve queda significativa da PAM durante a isquemia hepática. Ocorreu queda significativa da PAM após a reperfusão hepática, rapidamente revertida nos animais submetidos a IR sem pré- condicionamento, porém persistente nos animais submetidos a pré-condicionamento por OH ou ar ambiente hiperbárico. Estes achados contradizem estudo experimental prévio, em animais submetidos a IR hepática imediatamente após OH, com um período de 60 minutos de isquemia e 120 minutos de reperfusão, no qual os animais tratados apresentaram menor queda dos níveis pressóricos após a reperfusão quando comparados ao grupo controle (Chen et al., 1988). Talvez, esta diferença se explique pela utilização de períodos de IR maiores que os utilizados em nosso estudo, o que causaria lesão tecidual mais intensa, exacerbando os efeitos hemodinâmicos da LIR.
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Pré-condicionamento em sementes de Cassia excelsa Schrad.

Pré-condicionamento em sementes de Cassia excelsa Schrad.

caatingas do nordeste brasileiro, conhecida também como cassia-do-nordeste. Pode ser empregada em paisagismo em geral e devido ao seu pequeno porte é utilizada na arborização urbana, podendo ser indicada para plantios associados a outras espécies destinados a recomposição de áreas degradadas (Figura 1). Considerando que o período compreendido entre a semeadura e o estabelecimento da planta é uma fase crucial no ciclo reprodutivo da planta e que o pré-condicionamento pode melhorar o desempenho germinativo das sementes, este trabalho tem por objetivo contribuir para o conhecimento do comportamento ecofisiológico desta espécie, a partir de estudos dos efeitos do pré-condicionamento na germinação das sementes de Cassia excelsa. Para tanto, avaliou-se o efeito da água e soluções de PEG 6000 (a -0,2; -0,4 e -0,6 MPa) na curva de embebição a 20ºC; verificou-se o efeito da secagem e armazenamento após o condicionamento; avaliou-se a resposta sob condições de estresse hídrico, térmico e salino após o condicionamento; e por último, investigou-se o efeito do condicionamento osmótico na viabilidade e vigor das sementes, sob condições ótimas (27ºC) a partir do teste de condutividade elétrica, envelhecimento precoce e teste de exaustão. Utilizou-se em cada experimento 4 repetições de 25 sementes escarificadas, com avaliação diária, considerando-se sementes germinadas aquelas que apresentavam radícula ≥ 2 mm. A
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Pré-condicionamento das sementes de mamoneira para o teste de tetrazólio.

Pré-condicionamento das sementes de mamoneira para o teste de tetrazólio.

RESUMO. O objetivo do trabalho foi padronizar a metodologia de pré-condicionamento das sementes de mamoneira (Ricinus communis L.) para a avaliação do potencial fisiológico pelo teste de tetrazólio. Testaram-se os seguintes métodos de pré-condicionamento: sementes com tegumento entre papel umedecido a 30, 35 e 40ºC por 6, 8, 10, 12, 14, 16 e 18h; sementes sem tegumento entre papel umedecido e sementes com tegumento imersas em água a 25, 30, 35 e 40º C por 1, 2, 3, 4, 5 e 6h. Após o pré-condicionamento, removeu-se o tegumento das sementes, que foram cortadas no sentido do comprimento e imersas na solução de tetrazólio a 0,2%, por 120 min., a 35ºC. Avaliaram-se a porcentagem de germinação das sementes, o teor de água, antes e após a embebição, e a uniformidade na coloração das sementes após o teste de tetrazólio. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, e a comparação de médias realizada pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Concluiu-se que o pré-condicionamento para o teste de tetrazólio deve ser realizado nas sementes de mamoneira com tegumento, entre papel toalha umedecido, a 35ºC por 12h para que os resultados desse teste assemelhem-se aos obtidos no teste de germinação.
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Efeito da repaglinida sobre o pré-condicionamento isquêmico

Efeito da repaglinida sobre o pré-condicionamento isquêmico

Introdução: O aumento da tolerância do miocárdio isquêmico observado durante o segundo de dois testes de esforços seqüenciais, o fenômeno do pré-aquecimento, foi proposto como um modelo clínico do pré-condicionamento isquêmico. Bloqueadores dos canais de K-ATP dependentes, tais como as sulfoniluréias, podem induzir a perda do pré-condicionamento isquêmico, o qual poderia estar envolvido no aumento dos eventos cardiovasculares. A repaglinida é um agente hipoglicemiante oral, pertencente à família da meglitinida e supostamente dotada de menor efeito no pré-condicionamento isquêmico, ainda que o fármaco tenha seu principal mecanismo de ação nos canais de K-ATP dependentes. Objetivos e Métodos: O objetivo foi investigar os efeitos da repaglinida no fenômeno do pré-condicionamento isquêmico em pacientes diabéticos com doença coronariana estável. Foram estudados 42 pacientes diabéticos tipo 2, com angina estável e doença arterial documentada. Todos os pacientes tinham testes ergométricos positivos para isquemia. Na primeira fase do teste, a sulfoniluréia e os betabloqueadores foram suspensos por trinta dias e sete dias, respectivamente. Os pacientes foram submetidos a dois testes ergométricos seqüenciais, com intervalo de trinta minutos (testes 1 e 2). Na segunda fase, os pacientes receberam repaglinida por sete dias e mais dois testes ergométricos foram repetidos (testes 3 e 4). Resultados: Todos os pacientes alcançaram ST >1 mm na primeira fase (Teste 1 e 2). O tempo alcançado no teste 2 foi maior que aquele alcançado no teste 1 (4:44s. x 5:37s. p=0,001), como também foi maior a duração do exercício (6:15s x 6:29s. p=0,008), denotando pré- condicionamento isquêmico. Após o uso da repaglinida, nos testes 3 e 4, observou-se menor tempo alcançado para atingir isquemia no teste 4 (5:37s. x 4:58s. p=0,001). Observou-se, ainda, menor tempo de tolerância ao exercício na fase 2 (6:57s x 6:34s. p=0,007). Em relação ao surgimento de angina, não se constataram diferenças estatísticas entre as duas fases. Conclusão: Nos pacientes diabéticos com doença coronariana estável, a repaglinida bloqueou o pré-condicionamento isquêmico. Descritores: diabetes mellitus, isquemia miocárdica, pré- condicionamento isquêmico
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Ação do inibidor da enzima dipeptidil peptidase 4 sobre o pré-condicionamento isquêmico...

Ação do inibidor da enzima dipeptidil peptidase 4 sobre o pré-condicionamento isquêmico...

Cerca de quatro milhões de mortes ocorridas em 2010 são atribuídas ao diabetes, o que representa 6,8% da mortalidade geral. Aproximadamente 50 a 60% dos pacientes com diabetes morrem em decorrência de doença cardiovascular (DCV), sendo a doença arterial coronariana (DAC) a principal responsável por esse alto índice de mortalidade 1,2 . Nesse cenário, é admitido que o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) aumenta o risco de eventos por DAC em, pelo menos, duas a três vezes, comparativamente à população de não diabéticos 3,4 . Apesar do avanço na utilização de estratégias terapêuticas ideais, para ambas as condições, a taxa de morbidade e mortalidade permanece alta nos paciente com diabetes 5 . Por isso, novas estratégias cardioprotetoras são necessárias para melhorar os resultados clínicos nessa população. No âmbito dessa discussão, destaca-se a importância dos estudos sobre pré-condicionamento isquêmico (PCI).
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Efeitos de diferentes tratamentos a plasma e de variações na coleta, preparo e pré-condicionamento com saliva na adesão de Candida a uma resina para a base de prótese

Efeitos de diferentes tratamentos a plasma e de variações na coleta, preparo e pré-condicionamento com saliva na adesão de Candida a uma resina para a base de prótese

recoberta por um fino filme de saliva denominado película salivar (Yildirim et al. 82 , 2006). Tendo em vista que os microrganismos usualmente não se fixam diretamente nas superfícies das próteses, a presença e importância da saliva no processo de adesão e colonização fúngica são indiscutíveis, mas, o papel que ela desempenha ainda não é claro (Radford et al. 58 , 1999; Nikawa et al. 40 , 2001). A saliva é uma secreção exócrina produzida por diferentes glândulas salivares, consistindo de água, eletrólitos e proteínas (de Almeida et al. 12 , 2008; Bräuer et al. 4 , 2009). Várias funções têm sido atribuídas à saliva, entre elas as propriedades antimicrobianas, devido à presença de proteínas imunológicas e não imunológicas (de Almeida et al. 12 , 2008). Entretanto, a saliva também possui proteínas que poderiam atuar como receptores para promover a adesão microbiana inicial (Edgerton et al. 14 , 1993; Holmes et al. 23 , 2006; Bürgers et al. 6 , 2010), e/ou atuarem como fonte de água e nutrientes para o crescimento e reprodução dos microrganismos (De Jong, Van Der Hoeven 13 , 1987). Assim, a influência da película salivar pode ser regulada por interações específicas entre a célula de Candida spp. e receptores presentes na saliva. Além disso, a película de saliva também pode influenciar a adesão por meio de alterações das características de superfície dos substratos envolvidas no processo de adesão, tais como a rugosidade superficial e a hidrofobicidade do material (Sipahi et al. 71 , 2001; Yildirim et al. 81 , 2005; Burgers et al. 7 , 2009). Embora muitos estudos têm avaliado o papel da película salivar na adesão de Candida spp, os resultados obtidos até o presente momento são controversos. Tem sido sugerido que essa divergência entre os estudos pode estar relacionada às variações metodológicas (Pereira-Cenci et al. 51 , 2008), tais como variações no número de doadores, tipo de saliva utilizada (estimulada ou não estimulada), parâmetros de centrifugação (tempo e velocidade), tempo de condicionamento com saliva, entre outros.
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Pré-condicionamento isquêmico e monitorização da função medular na abordagem da aorta torácica descendente.

Pré-condicionamento isquêmico e monitorização da função medular na abordagem da aorta torácica descendente.

experimental, utilizamos a diminuição da amplitude de N1 do PESS para definir os períodos de isquemia e reperfusão durante o PI. Essa escolha foi baseada em sua sensibilidade à hipoperfusão regional e no fato de que a isquemia medular prolongada poderia resultar em perda completa desse potencial. Os tempos de desaparecimento das ondas N3 e N4 no PESS também poderiam definir períodos adequados para induzir a tolerância isquêmica, como proposto por Matsumoto e cols 33 . As ondas N1 e N2 parecem ser pré-sinápticas,

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Novos Eco-Adsorventes para o Pré- Condicionamento do Biogás

Novos Eco-Adsorventes para o Pré- Condicionamento do Biogás

O objetivo principal desta dissertação foi o de se avaliar o potencial de utilização de dois resíduos/subprodutos de biomassa, de origem renovável, com importância nacion[r]

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Temperatura e pré-condicionamento de sementes de soja para o teste de tetrazólio.

Temperatura e pré-condicionamento de sementes de soja para o teste de tetrazólio.

Assim, a embebição de sementes de soja à temperatura de 42°C durante oito a dez horas e, possivelmente durante seis horas, permite o posterior desenvolvimento de coloração suficientement[r]

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Avaliação do pós-condicionamento isquêmico no tratamento da isquemia mesentérica: estudo experimental em ratos.

Avaliação do pós-condicionamento isquêmico no tratamento da isquemia mesentérica: estudo experimental em ratos.

Em 1986, duas publicações trouxeram um grande avanço para o tratamento da síndrome de isquemia e reperfusão. A primeira delas foi a de Parks e Granger [1], demonstrando que a reperfusão é mais lesiva do que a isquemia isoladamente, fato até então desconhecido, promovendo uma grande mudança nos conceitos vigentes e dando início a inúmeros estudos que vieram elucidar a fisiopatologia da isquemia e reperfusão. A segunda publicação de grande importância foi a de Murry et al. [2], que trouxe o conceito do pré- condicionamento isquêmico (PrCI) como forma de minimizar as lesões de isquemia e reperfusão. Estes autores descreveram o efeito benéfico de curtos períodos de oclusão coronária seguidos também por curtos períodos de reperfusão, antes de se iniciar a fase de isquemia propriamente dita, observando redução na lesão miocárdica isquêmica em cães.
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Efeito renoprotetor da estatina: modelo animal de isquemia-reperfusão.

Efeito renoprotetor da estatina: modelo animal de isquemia-reperfusão.

p<0,05) e função tubular (Isquemia 766±188 versus SHAM 1793±191; p<0,05) nos animais submetidos à isquemia renal de 30 minutos quando comparados com o grupo controle SHAM, conirmando o modelo de LRAi, com manutenção do luxo urinário. O pré condicionamento com sinvastati- na, o indutor de HO-1 e associação sinvastatina e indutor demonstraram melhora da FR com elevação dos valores de clearance de creatinina e (Isquemia+ Estatina 0,49±0,04; Is- quemia + Hemin 0,46±0,03; Isquemia + Estatina + Hemin 0,54±0,07 versus Isquemia 0,20±0,02; p<0,05) e função tubular (Isquemia+ Estatina 1153±404; Isquemia + Hemin 1013±211; Isquemia + Estatina + Hemin 1314±394 versus Isquemia 766±188; p<0,05). A administração do inibidor HO-1 e a associação sinvastatina e inibidor de HO-1 indu- ziram elevação dos valores de clearance de creatinina, porém na comparação entre os tratamentos associados prevaleceu a diferença estatística em favor ao Hemin, indutor de HO-1 (Isquemia + Estatina + Hemin 0,54±0,07 versus Isquemia + Estatina + SnPP 0,36±0,07; p<0,05).
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