processo de trabalho do enfermeiro

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O cuidar no processo de trabalho do enfermeiro: visão dos professores.

O cuidar no processo de trabalho do enfermeiro: visão dos professores.

As três etapas para operacionalizar a análise temática foram a pré-análise, que consistiu em uma leitura flutuante; a organização do material obtido no grupo focal – que foi transcrito pelo pesquisador e validado pelos sujeitos da pesquisa, aos quais foram atribuídos os pseudônimos Quaresmeira, Acácia, Figueira, Cajueiro, Salgueiro, Jacarandá, Carvalho, Amoreira, Eucalipto, Oliveira, Cedro, Cipreste, Manacá, Seringueira e Mangueira –; a exploração do material, que implicou na operação de classificação e agregação de dados, escolhendo as categorias que comandaram a especificação dos temas. A análise dos depoimentos consistiu na apresentação da síntese das categorias e na interpretação dos resultados à luz do referencial de análise sobre o processo de trabalho do enfermeiro.
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O PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DE UM HOSPITAL PÚBLICO

O PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DE UM HOSPITAL PÚBLICO

Estudo que buscou compreender a relação de poder entre o gerente e o enfermeiro, e como esse processo promove ou restringe a capacidade de atuação dos enfermeiros, revelou dois padrões dentro do processo de conectividade/integração: na ausência de um envolvimento significativo com o gerente, o poder foi realizado por meio dos padrões institucionais de comportamento e costumes, e enfermeiros apresentaram estratégias de resistência; e, quando os gerentes forneciam a orientação e se envolviam nos processos com os enfermeiros, o poder foi compartilhado, e enfermeiras foram capazes de influenciar os resultados dos pacientes de forma positiva. Enfatiza ainda que o gerente desempenha um papel crítico na modificação do ambiente de trabalho e, ao criar uma parceria com os enfermeiros, contribui na prestação de serviço de alta qualidade ao paciente (UDOD, 2012). Os achados deste estudo se aproximam do segundo padrão apresentado no estudo de Udod (2012). Esse processo de interação pode ser exemplificado pelos discursos a seguir.
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Terminologia de enfermagem como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro em saúde coletiva.

Terminologia de enfermagem como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro em saúde coletiva.

Os enfermeiros que airmaram perceber diferença no processo de trabalho mencionaram como potencialidades do uso do inventário vocabular o respaldo legal e a visi- bilidade das ações desenvolvidas pelo enfermeiro. Para os enfermeiros a CIPESC® é útil para lembrar as intervenções e as orientações que devem ser fornecidas ao usuário, além de permitir a realização da evolução de enfermagem com melhor acompanhamento da condição clínica. Os enfermei- ros também relataram a praticidade de uso da CIPESC® integrado ao sistema informatizado na consulta de enferma- gem, bem como na escolha dos diagnósticos e intervenções de enfermagem.
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Prazer e sofrimento no processo de trabalho do enfermeiro docente.

Prazer e sofrimento no processo de trabalho do enfermeiro docente.

Trata-se de um estudo exploratório e des- critivo com abordagem qualitativa, que compreende sentimentos que perpassam o processo de trabalho do enfermeiro em três universidades privadas do Município de São Paulo, revelando-se experiências enriquecedoras de significados do saber- fazer na prática docente. Assim, a presen- te investigação tem como objetivo identifi- car os aspectos geradores de prazer e de sofrimento no processo de trabalho do en- fermeiro docente, analisados segundo o referencial teórico de Christophe Dejours, pontuando-se a importância de fatores psicossociais em relação ao objeto estuda- do. Os resultados da investigação apontam para as relações ambíguas presentes no processo de trabalho dos docentes, expres- sando sentimentos de prazer e sofrimento decorrentes dessa prática e evidenciando as condições e a organização do trabalho como elementos que podem potencializar tais sentimentos no cotidiano do trabalho do enfermeiro naquelas instituições.
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Processo de trabalho do enfermeiro: visão de professores de uma universidade pública

Processo de trabalho do enfermeiro: visão de professores de uma universidade pública

Objetivo: O estudo teve por objetivo compreender o processo de trabalho do enfermeiro na visão de professores do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Métodos: Estudo exploratório de abordagem qualitativa, tendo como sujeitos 14 professores; a técnica de coleta de dados elegida foi o grupo focal e a análise do material foi fundamentada no método de análise de conteúdo. Resultados: O significado do processo de trabalho do enfermeiro compreendeu três categorias: composição do processo de trabalho do enfermeiro; diferencial do trabalho do enfermeiro frente a outros profissionais de saúde e dicotomias do processo de trabalho do enfermeiro na formação. Conclusão: Os significados desse processo foram: conjunto dos processos de trabalho - cuidar, administrar, ensinar e pesquisar, cujo núcleo do trabalho é o processo cuidar, entretanto, administrar o cuidado não foi evidenciado pelo grupo focal. O processo de trabalho do enfermeiro foi considerado complexo e confuso.
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Processo de trabalho e competências gerenciais do enfermeiro da estratégia saúde da família

Processo de trabalho e competências gerenciais do enfermeiro da estratégia saúde da família

Objetivou-se identificar as dimensões do processo de trabalho do enfermeiro em uma unidade da Estratégia de Saúde da Família e, correlacionar as competências necessárias para o desenvolvimento de atividades gerenciais. Pesquisa descritiva que utilizou a técnica de observação não participante durante 160 horas de trabalho de quatro enfermeiros da referida unidade, de março a maio de 2011. Os resultados apontaram que a dimensão assistencial ocupa 42% do tempo dedicado pelos enfermeiros nas suas atividades, seguida da gerencial (33,0%), educativa (20,0%), participação política (2,5%). Na dimensão gerencial, as competências identificadas foram: comunicação (55,0%), liderança (33,0%), educação permanente (8,0%) e tomada de decisão (4,0%). Estas competências se inter-relacionam e se desenvolvem em conjunto com as funções administrativas: planejamento, coordenação, direção e controle. Para a consecução de suas atribuições na Estratégia de Saúde da Família o enfermeiro utiliza ferramentas administrativas, que exige deste profissional a mobilização constante de diferentes competências.
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Articulação entre as dimensões gerencial e assistencial do processo de trabalho do enfermeiro.

Articulação entre as dimensões gerencial e assistencial do processo de trabalho do enfermeiro.

RESUMO: Estudo com objetivo de analisar a dimensão gerencial do processo de trabalho do enfermeiro para identiicar e compreender as possíveis articulações com a dimensão assistencial. Desenvolvido com abordagem qualitativa baseada no referencial teórico dos estudos do trabalho em saúde e enfermagem. Coleta de dados realizada em um hospital privado no município de São Paulo, através de entrevista semi-estruturada com 10 enfermeiros de unidade de internação, de junho a agosto de 2005, utilizada técnica de análise temática. Os resultados mostram que na dimensão gerencial predominam atividades de gerenciamento de material, equipamentos, custos e elaboração de escalas. A articulação da dimensão gerencial à assistencial pode ser observada na referência à visita do enfermeiro e à Sistematização da Assistência de Enfermagem como ações que permitem intervenções do cuidado e de gerenciamento, no relato de um conjunto de outras ações assistenciais e gerenciais interligadas de forma subentendida ou explicitada e na concepção de gerenciamento do cuidado.
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Processo de trabalho do enfermeiro: visão de professores de uma universidade pública.

Processo de trabalho do enfermeiro: visão de professores de uma universidade pública.

respectivamente, cada processo de trabalho do enfermeiro: cuidar, administrar, ensinar e pesquisar. A discussão, compartilhada com os professores por meio de GF sobre o processo de trabalho do enfermeiro, trouxe diferentes aspectos e os questionamentos dos graduandos foram evidenciados como dúvidas dos próprios docentes. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFESP (Processo nº 0331/07) e, previamente à coleta de dados, os sujeitos da pesquisa foram informados sobre o objetivo do estudo, assim como acerca da técnica de coleta adotada, assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e permitindo a gravação da sessão, antes do início do trabalho. A sessão teve a duração de duas horas e, antes do término, foi feita a validação do encontro por meio de uma síntese dos pontos discutidos. A coordenadora do grupo foi a própria pesquisadora e a observadora do grupo, uma psicóloga organizacional. As falas foram anotadas, sintetizadas e analisadas, ressaltando os pontos essenciais, assim como suas percepções em relação aos sujeitos e ao grupo.
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Processo de trabalho gerencial do enfermeiro e processo de enfermagem: a articulação...

Processo de trabalho gerencial do enfermeiro e processo de enfermagem: a articulação...

Este estudo analisa de que forma os docentes da área de gerenciamento em enfermagem articulam o processo de trabalho gerencial do enfermeiro com o processo de enfermagem enquanto instrumento do trabalho, no ambiente da do- cência de um curso de graduação em Enfermagem. A pesquisa teve como objeti- vos específicos identificar e analisar a concepção dos docentes sobre o processo de trabalho gerencial do enfermeiro e processo de enfermagem. Adota o quadro teórico dos estudos do processo de trabalho de enfermagem, do processo de tra- balho assistencial e gerencial do enfermeiro, da gerência em saúde e do gerencia- mento em enfermagem, e foi realizada com uma abordagem qualitativa segundo a metodologia de estudo de caso. Como campo de estudo foi escolhido um Curso de Graduação em Enfermagem de uma Universidade Privada no interior do Estado de São Paulo e as informações foram coletadas a partir de entrevistas semi- estruturadas realizadas com sete docentes ligados à área de gerenciamento em enfermagem. Na análise foi utilizada a técnica de análise temática. Os resultados mostram, quanto a concepção sobre gerenciamento em enfermagem, a predomi- nância da categoria gerenciamento instrumental, seguida da concepção que con- templa a díade gerenciamento instrumental e gerenciamento assistencial, no senti- do de que a assistência só se realiza a partir da aplicação do instrumento processo de enfermagem e uma terceira concepção de que o gerenciamento em enferma- gem garante a qualidade da assistência . Quanto ao processo de enfermagem, ob- servam-se outras três concepções: o processo de enfermagem como a aplicação de suas etapas, como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro e como aplicação das etapas articuladas, com predominância da primeira. Assim é eviden- ciada uma frágil articulação entre o processo de trabalho gerencial e o processo de enfermagem, bem como a ausência da dimensão política e de desenvolvimento de cidadania e uma incipiente presença da dimensão comucacional do gerenciamento em enfermagem.
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Processo de trabalho na estratégia saúde da família: potencialidades e fragilidades da atuação do enfermeiro

Processo de trabalho na estratégia saúde da família: potencialidades e fragilidades da atuação do enfermeiro

experiência e a forma de vinculação dos profissionais no caso estudado; e a adesão do município de Natal/RN a estratégias e programas federais no âmbito da saúde. Como fragilidades no processo de trabalho do enfermeiro na Saúde da Família, foram apontadas a limitada qualificação da força de trabalho; a difícil delimitação das especificidades do trabalho do enfermeiro nesse cenário; os transtornos que ocorrem no processo; as lacunas persistentes nas equipes multiprofissionais; os déficits estruturais das UBS no caso em estudo; a baixa cobertura da Estratégia no município; e a vulnerabilidade política das condições para a realização do trabalho. Considera-se necessário compreender os dilemas vivenciados no cotidiano dos enfermeiros da Saúde da Família, como parte de equipes multiprofissionais, tendo em vista a conquista real de mudanças nos processos de trabalho, necessárias à reorientação do modelo de atenção à saúde brasileiro. Em consonância, é preciso promover condições de trabalho adequadas e o bem estar dos agentes que protagonizam do trabalho no Sistema Único de Saúde.
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O processo de trabalho e a composição técnica do trabalho do enfermeiro no cuidado à saúde da criança em unidades de saúde da familia

O processo de trabalho e a composição técnica do trabalho do enfermeiro no cuidado à saúde da criança em unidades de saúde da familia

Assim, conforme o contexto da saúde no Brasil, em que se têm: a proposta de redução da MI; a produção de ganhos de autonomia dos usuários para viverem suas vidas; o processo de descentralização e implementação da ESF nos municípios (como mecanismo de reordenamento do modelo assistencial de saúde). Esses pontos foram primordiais para desencadear mudanças no processo de trabalho do enfermeiro no cuidado à criança na ABS. Entretanto, pressupõe-se que, essas mudanças na dinâmica de trabalho estão estruturadas pelas normatizações ministeriais, com presença constante de “linhas de fuga” no cotidiano desse trabalho para a execução do trabalho vivo em ato, porém, não há inversão da razão entre Trabalho Morto e Trabalho Vivo, mantendo-se o núcleo tecnológico centrado na execução do Trabalho Morto. Com base nesse pressuposto iremos contextualizar o objeto de estudo e o nosso referencial teórico.
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EPIDEMIOLOGÍA: INSTRUMENTO DO PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO?.

EPIDEMIOLOGÍA: INSTRUMENTO DO PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO?.

Esta busca tem gerado muitos estudos acerca da prática da enferma- gem, especialmente a partir da década de 80. Dentre estes, tem se destacado alguns estudos acerca da compreensão do processo de trabalho do enfermeiro, dentro de uma visão materialista-histórica, buscando apreender a realidade da prática profissional a partir de um novo referencial. Como afirmam A L M E I D A et al. (1989), estas análises possibilitaram uma visão mais com- plexa dessa prática, embora acredite que seja possível (e preciso) avançar e aprofundar esta questão através de uma melhor compreensão do processo de trabalho em enfermagem.
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Considerações sobre o processo de construção da identidade do enfermeiro no cotidiano de trabalho.

Considerações sobre o processo de construção da identidade do enfermeiro no cotidiano de trabalho.

Neste artigo apresentamos as considerações finais de nossa dissertação (2) , voltada para o elemento humano do trabalho, especialmente para o trabalhador enfermeiro. Nosso projeto teve início com a preocupação de entender porque os enfermeiros adotam determinadas posturas diante dos conflitos e, a partir dessas posições assumidas, configura-se uma certa forma de ser enfermeiro nas instituições de saúde. Preocupava-nos, primeiramente, a percepção que os mesmos tinham de suas escolhas cotidianas, pois as mesmas mostram certa forma de tomada de posição; ao que nós, inicialmente, chamamos de sua identidade política. Por política entendíamos ser o processo de negociação das relações dos homens no meio social, consideradas relações de poder. Não tanto o que somos, mas porque somos o que somos; ou como nos constituímos foram questões que nos conduziram ao longo de nossa pesquisa direcionando-nos ao estudo do processo de construção de identidade.
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Trabalho do enfermeiro no Centro de Material e seu lugar no processo de cuidar pela enfermagem.

Trabalho do enfermeiro no Centro de Material e seu lugar no processo de cuidar pela enfermagem.

Estudo sobre o trabalho do enfer- meiro na central de material e este- rilização (CME), com a finalidade de analisar sua realidade social e seu papel transformador no cuidar em saúde e pela enfermagem. Tra- tou-se de pesquisa estratégica, com análise de discurso de enfermeiras da CME. Obteve-se que a gerên- cia é sua principal atividade, em um processo estruturado que confir- ma a prática tradicional da enfer- magem, tendo como objeto a coor- denação do processamento de materiais médico-hospitalares uti- lizados em atos cuidadores. Tal prática caracteriza-se pelo cui- dado indireto, que instrumentaliza não apenas o trabalho da enfer- magem, mas os de outros profis- sionais. Em conseqüência, não se caracteriza como cuidado especí- fico da enfermagem e do enfer- meiro. Seu potencial transfor- mador nas relações e novos mo- dos de produção do cuidar em saúde e pelo enfermeiro deverá ocorrer antes pela competência do conhecimento específico em CME do que administrativo.
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Educação permanente em saúde no processo de trabalho do enfermeiro: concepções e...

Educação permanente em saúde no processo de trabalho do enfermeiro: concepções e...

Pela estrutura da entrevista, esta ocupará entre 30 e 45 minutos do seu tempo, e será gravada, sendo também suas respostas anotadas. Ao fim da entrevista, perguntarei se o senhor(a) consente com eventual publicação de todas as respostas fornecidas, com texto, evidentemente, fiel ao quanto respondido pelo senhor(a). A gravação da entrevista servirá apenas para análise do pesquisador, para fins desta investigação e não será em hipótese alguma divulgada. Ao senhor(a), como participante da pesquisa, está assegurado o anonimato; o texto da resposta não será identificado, garantindo-se o sigilo e a não identificação. Ainda, é reservado ao participante da pesquisa seu direito à indenização caso ocorra dano decorrente de sua participação, por parte do pesquisador e das instituições envolvidas nas diferentes fases da do estudo. A qualquer momento, antes da publicação do trabalho, posso, atendendo ao pedido simples do senhor(a), deixar de publicar suas respostas. Para isso deixo, neste termo, meus contatos.
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A epidemiologia como referencial teórico-metodológico no processo de trabalho do enfermeiro.

A epidemiologia como referencial teórico-metodológico no processo de trabalho do enfermeiro.

compreensão da realidade objeiva do processo saúde- -doença de uma dada coleividade ou expresso por um indivíduo, por meio da compreensão dos processos his- tóricos e socialmente construídos nas dimensões singular, paricular e estrutural. Desse modo, procura-se compre- ender os processos de proteção e de desgastes relaciona- dos, evidenciando-se as contradições seja entre eles ou neles mesmos. Tal relexão permite a compreensão críica dos processos expressos na realidade objeiva e o planeja- mento de intervenções que possibilitam a transformação da realidade, bem como contribui para a estruturação de políicas para o setor saúde (14) .
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O processo saúde-doença-cuidado e a lógica do trabalho do enfermeiro na UTI.

O processo saúde-doença-cuidado e a lógica do trabalho do enfermeiro na UTI.

Adem ais, acredit am os que esse cont ext o de “ descrédit o” no t rabalho do funcionário público vem acom panhado par i passu das cr escent es condições insalubres de trabalho, que se revelam na insuficiência d e in v est im en t os ad m in ist r at iv os, b em com o n as polít icas de reaj ust e salarial que pouco cont em plam , m uitas vezes, o interesse dos trabalhadores, além das inst abilidades na polít ica econôm ica br asileir a que int erferem nesses int eresses. Dent ro do cont ext o de t r ab al h o n a UTI d o h o sp i t al , u m ex em p l o d essa p r eocu p an t e r ealid ad e se con cen t r a n a lu t a p ela adoção da jornada de 30 horas, com o exposto a seguir: ... eu t enho cobrado as 30 horas porque, na verdade, em bora não sej a oficial, outras áreas fazem dentro da UTI e a gente que luta pelas 30 horas não está conseguindo fazer. Eu sou de cobrar m esm o, porque outras áreas que não são tão exigidas, com o é a enferm agem em um a instituição hospitalar, fazem 30 horas [ ...] acho que tem m á-vontade da gerência e a gerência atual está extrem am ente rígida nesse aspecto. Porque j á existe um decreto, desde que a gente consiga se organizar. Assim é a vida, isso é política, enquanto a gente vê outros funcionários fazendo até m enos e às vezes nem tão envolvidos diretam ente com o doente [ ...] essa inj ustiça m e incom oda m uito. ( E3)
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As percepções dos enfermeiros acerca da liderança.

As percepções dos enfermeiros acerca da liderança.

Considera-se que o desenvolvimento desse estudo possibilitou o conhecimento da percepção dos enfermeiros frente à utilização da liderança como instrumento gerencial do seu processo de trabalho. É evidente que a liderança possui suas vantagens, no entanto, constata-se que ainda são grandes as dificuldades para compreendê-la e prin- cipalmente para colocá-la em prática nas institui- ções hospitalares, essas também possuem a respon- sabilidade de auxiliar o enfermeiro no desempe- nho da liderança, por serem reconhecidas como locais propícios para o desenvolvimento profissio- nal. Em virtude disso, a partir dos resultados obti- dos sugere-se a criação de programas de desenvol- vimento de líderes na enfermagem, devido a esses profissionais estarem pouco instrumentalizados para exercer tal habilidade no ambiente hospita- lar.
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ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO DO TRABALHO

ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO DO TRABALHO

Atribuições administrativas: Planejar, organizar e executar atividades de enfermagem do trabalho, empregando processo de rotina e/ou específicos; Manter ambiente adequado para o cuidado a saúde do trabalhador; Executar trabalhos específicos em cooperação com outros profissionais, emitindo pareceres para realizar levantamentos identificar problemas, propor soluções e elaborar programas e Projetos; Manter organização de registros, arquivos, documentações da empresa ligada ao setor; Guardar os prontuários eletrônicos dos clientes/trabalhadores seguros e acessível para equipe dos profissionais, respeitando a resolução 1.639 do Conselho Federal de Medicina de acordo Moraes (2007), já os registros em papel devem ficar arquivados de 20 até 30 anos de acordo NR - Norma Reguladora 7; Controlar estoque de materiais, medicações e insumo; Controlar e enviar para manutenção os equipamentos em fornecedores selecionados; Registrar comunicações internas e externas; Ter ata para registro de: reuniões com equipe, reuniões com chefia, reuniões com trabalhadores; atividades educativas, treinamentos e capacitações. (ANENT, 2011).
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Stress no trabalho do enfermeiro.

Stress no trabalho do enfermeiro.

Observa-se que no trabalho com o porta- dor de transtorno mental inserido no contex- to do hospital psiquiátrico depreende-se com um conjunto de stressores. O enfermeiro, pe- las suas atribuições e competências, além de executar cuidados diretos aos pacientes in- ternos, estar subordinado a normas do pro- cesso de organização (problemas institu- cionais, administrativos e técnicos) no interstício do hospital psiquiátrico. Esse con- junto de stressores possivelmente contribui- ria enquanto um fator de causa, para desen- cadear o stress nesse profissional. Supõe-se desta forma que, esses stressores. podem quebrar a homeostase interna do profissional enfermeiro, desencadear um processo de stress, exigindo dele alguma adaptação.
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