processo RVCC

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Contributo para aprofundar a análise da relação entre a certificação pelo processo RVCC e o desempenho de competências de maior complexidade laboral

Contributo para aprofundar a análise da relação entre a certificação pelo processo RVCC e o desempenho de competências de maior complexidade laboral

Na sequência do trabalho desenvolvido ou seja elaborada a problemática, delimitado o campo de análise, geográfico, social e temporal e definido o universo alvo, a construção dos instrumentos de observação inscreve-se naturalmente neste continuum. O instrumento por nós escolhido foi o Inquérito por Questionário 38 Esta opção decorre do facto de o considerarmos mais adequado ao objecto e aos objectivos do estudo. Trata-se de um método especialmente adequado, não só, para conhecimento das características da população a estudar, dos seus desempenhos profissionais, das suas habilitações escolares, do nível de competências certificadas pelo processo RVCC, do seu grau de satisfação ou insatisfação relativo ao eventual desempenho de funções mais qualificadas e o nível de participação em acções de formação profissional, entre outras, que especificaremos no decurso do estudo.
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Percepções dos profissionais hospitalares em relação ao processo RVCC: um estudo de caso

Percepções dos profissionais hospitalares em relação ao processo RVCC: um estudo de caso

Entrevistado: Bem a minha experiência deste processo para mim considero que foi positiva partindo do princípio de que gostaria de complementar portanto os poucos estudos que eu possuía portanto em termos de habilitações literárias eu possuía o 6º ano achava que por si só não era suficiente e ainda considero que apesar de já ter o 9º ano ainda tenho aspirações de chegar mais além e agora também depende muito dos acontecimentos e deixar rolar as coisas porque em termos materiais também nem sempre é fácil as coisas acontecerem pois eu sou uma pessoa que comecei a estudar como qualquer criança normal na escola primária fiz a escola primária até ao 6º ano portanto que terminei com a idade de 12 anos não me deram a possibilidade de continuar apesar de eu pretender continuar hoje com 44 anos portanto eu considero que apesar de tudo nunca se é velho para ter maior índice de conhecimentos apesar de tudo pois isto foi para mim em termos práticos imediatos isto não me trouxe assim em termos profissionais não me trouxe qualquer tipo de vantagem até ao momento agora interiormente é uma riqueza que eu possuo mais para além daquilo que eu tinha a nível de formadores que foram excelentes na matéria que deram houve uma grande proximidade entre nós proximidade no sentido profissional didáctico porque souberam explicar muito bem houve algumas lacunas aí que eu também considero que no sentido em que deveria de ter sido mais prolongado portanto apesar das bases estarem lá estão ficaram retidas acho devia de ter sido um pouco mais alongada um pouco
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Avaliação do impacto da formação : (trans)formações através do processo RVCC - novas oportunidades formativas e/ou oportunidades de trabalho

Avaliação do impacto da formação : (trans)formações através do processo RVCC - novas oportunidades formativas e/ou oportunidades de trabalho

“i) Alguns indicadores de ineficiência da Iniciativa, onde pontifica um excessivo tempo de espera para adultos inscritos e que ainda não iniciaram o processo, correndo-se o risco de falhar o “momentum” e defraudar expectativas; ii) Dúvidas quanto ao modelo de comparabilidade dos sistemas de aprendizagem e sua certificação, levando ao questionamento dos ganhos obtidos através deste processo de certificação; iii) O crescimento, percebido como inorgânico, da rede de Centros Novas Oportunidades, resultando num menor controlo/apoio por parte da ANQ e, do lado dos Centros Novas Oportunidades, numa menor focalização nos processos de qualificação e dispersão na gestão das procuras; iv) O excesso de subjectividade e informalidade conferida ao papel do Avaliador Externo nos Centros Novas Oportunidades, podendo desvirtuar o seu papel no processo; v) As motivações tácticas detectadas em algumas empresas, que não parecem estar disponíveis para se implicarem excessivamente no processo (nomeadamente ao nível dos mecanismos de progressão na carreira, revisão dos salários); vi) Uma lógica de impulso, temporalidade, moda, excessiva intencionalidade política que é percebida como podendo estar subjacente a esta Iniciativa e que compromete o seu valor enquanto Marca Pública” (Liz, Machado & Burnay, 2009: 69).
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Funções da equipa técnico-pedagógica no processo RVCC: representações dos diferentes actores

Funções da equipa técnico-pedagógica no processo RVCC: representações dos diferentes actores

O processo de reconhecimento se for sentido como gratificante, reforça a auto- estima e a auto-imagem do adulto. A tomada de consciência pela pessoa das suas competências reforça a sua autonomia e emancipação. Pode, pelo contrário contribuir para a sua fragilização em termos identitários, se o processo não for conduzido e/ou vivenciado de uma forma positiva. O princípio subjacente a estas práticas é o de valorizar o potencial adquirido (dos conhecimentos e das competências), e não o de valorização das carências, contribuindo desta forma para reforçar a identidade pessoal e profissional.
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tese   Carmem Sofia Ravasqueira da Silva

tese Carmem Sofia Ravasqueira da Silva

A segunda dimensão encontra-se diretamente relacionada com novos percursos profissionais e de escolaridade. Se por um lado há relatos de adultos que referem ter sofrido mudanças positivas em termos profissionais, Ávila (2005) acrescenta que nem sempre os efeitos desejados na esfera profissional se fazem sentir a curto prazo. Embora a melhoria de qualificação seja entendida como sendo imprescindível para a progressão profissional, esta poderá não ser automática. A mesma autora refere ainda que de acordo com os dados obtidos através do estudo o impacto do processo RVCC a nível profissional encontra-se circunscrito a uma pequena parte de entrevistados, muito embora avaliem de forma mais favorável as suas condições de empregabilidade. O certificado é sentido pelos adultos como um ganho para aceder a novas oportunidades, tanto ao nível do emprego, como de outras ofertas de educação e formação que até então estavam vedadas.
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O contributo dos processos RVCC nos adultos certificados para fomentar a aprendizagem ao longo da vida (ALV)

O contributo dos processos RVCC nos adultos certificados para fomentar a aprendizagem ao longo da vida (ALV)

após o reconhecimento e certificação de competências, os adultos evidenciam interesse em participar em acções de formação na sua área profissional, bem como numa língua estrangeira e na área das TIC”. Outra colega acrescenta que “efectivamente, alguns adultos, sobretudo de nível básico, manifestam vontade de continuar a investir na sua formação. Isso acontece em várias fases”. Justifica continuando o seu discurso e explica que na sua opinião “os adultos que percebem, no início do processo, que têm graves lacunas ao nível das TIC e prontamente investem em formação modular; outros, após concluído o nível B3, e desejando seguir para o nível secundário avançam logo para uma formação ao nível do inglês. Os adultos que frequentam o processo nível secundário raramente manifestam desejo de fazer mais formação, existem contudo alguns casos excepcionais de pessoas que seguiram para o ensino superior ou aspiram a tal”. A profissional de RVC revela uma opinião semelhante, uma vez que considera que “o adulto quando inicia no processo RVCC, após a etapa de diagnóstico/encaminhamento já trás alguma consciência das suas lacunas e muitos tomam a iniciativa de frequentar logo acções de formação paralelamente ao RVCC. A maioria dos adultos que terminam o RVCC sentem-se motivados para continuar o seu percurso formativo porque ao fazerem o balanço das suas aprendizagens tomam também consciência das necessidades que têm em adquirir mais conhecimentos. Daqui desperta a vontade de investir em formação principalmente nas áreas de Tecnologias de Informação e Comunicação e Língua Estrangeira. Noto vontade de investir no aumento da escolaridade nos adultos terminam o RVCC de nível básico pois aspiram imediatamente avançar para o nível secundário. Relativamente aos adultos que terminam o RVCC secundário, não tanto, mas penso que será porque o nível seguinte é o ensino superior que exigiria dos adultos uma maior disponibilidade”.
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VALIAÇÃO DO PROCESSO E DAS COMPETÊNCIAS NO SISTEMA DE RVCC DE NÍVEL SECUNDÁRIO

VALIAÇÃO DO PROCESSO E DAS COMPETÊNCIAS NO SISTEMA DE RVCC DE NÍVEL SECUNDÁRIO

Por conseguinte, podemos referir que “a avaliação de competências é suportada unicamente por um processo de inferências, baseado na análise de actos ou desempenhos, uma vez que as competências não são directamente observáveis ” (Bellier, 2001; Perrenoud, 2000, citados por Cavaco, 2007, p. 48). Para além disso “os adultos referem que no processo RVCC, a leitura da sua experiência de vida depende de um conjunto de factores, entre os quais, o seu envolvimento e motivação, a sua percepção e expectativas em relação ao processo, a sua capacidade de reflexão e de distanciamento face ao vivido, a sua capacidade de gerir emoções e a sua capacidade de expressão oral e escrita. O trabalho de (re)elaboração da experiência está também muito dependente do tempo disponibilizado para esta tarefa, diferindo de pessoa para pessoa, e da qualidade do acompanhamento realizado pelas equipas dos CNO” (Cavaco, 2007, p. 47).
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Representações/expectativas sobre o processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC): da utopia à realidade

Representações/expectativas sobre o processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC): da utopia à realidade

No entanto, será justo acrescentar que nos deparámos com algumas dificuldades, não por obstáculos colocados pelas instituições contactadas, mas por ser difícil motivar os adultos para responderem ao inquérito por questionário, tornando-se problemático cons- tituir uma amostra que obedecesse a outros requisitos, como por exemplo, poder ser de natureza estratificada. Por outro lado, de entre as dificuldades com que nos confrontá- mos, salientamos a quase nula existência de estudos nesta área, concretamente sobre o Processo RVCC, o que nos dificultou a consulta bibliográfica e a comparação dos resul- tados obtidos. Daí que as interpretações sejam muito da nossa iniciativa e não tanto comparadas com as posições de autores credenciados. Quanto muito, fazemos alusão a alguns que opinam sobre a temática da Educação e Formação de adultos, da Aprendiza- gem ao longo da Vida e das vantagens das aprendizagens realizadas em contextos informais, mas que não apresentam resultados de estudos. Tentamos, então, com base nos fundamentos teóricos que os mesmos apresentam, integrá-los na interpretação dos nossos resultados, fazendo algumas extrapolações.
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"Iniciativa Novas Oportunidades" e "NOL+": dois estudos de caso no Algarve (Portugal).

"Iniciativa Novas Oportunidades" e "NOL+": dois estudos de caso no Algarve (Portugal).

Um dos grandes mentores do sistema de RVCC, Alberto Melo (1998), sem- pre advertiu que o sistema não se devia massiicar (o que na realidade aconteceu), devendo ser direcionado para os adultos que tivessem as competências necessárias ou que se aproximassem muito dessa situação. Melo (2011) acrescenta que o processo RVCC formatou-se como muito individualista, não se ajustando, por isso, a um processo coletivo de transformação social. Lima (2005), por seu turno, airma que os centros sofriam uma grande pressão governamental para a produção de certiicados. Corria-se o risco de conceder um certiicado aos adultos, com relexos meramente estatísticos, em detrimento da inalidade primária de melhorar sua situação diante da educação e da formação. Também Nóvoa (2007) defende que hoje, contraria- mente ao passado, há uma grande tendência para a valorização da certiicação e da qualiicação proissional, em uma visão em que as pessoas aparecem como “ativos” ou como “recursos humanos”.
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Os sentidos da aprendizagem ao longo da vida na educação de adultos: Dos debates teóricos às perceções sobre os impactos do processo de RVCC a nível pessoal, profissional e social

Os sentidos da aprendizagem ao longo da vida na educação de adultos: Dos debates teóricos às perceções sobre os impactos do processo de RVCC a nível pessoal, profissional e social

Os CNO (Centros Novas Oportunidades) surgem, assim, como um meio para dar uma resposta urgente às necessidades de qualificação da população adulta e o encaminhamento para processo RVCC (Reconhecimento e Validação e Certificação de Competências) surge como uma das possibilidades, valorizando os conhecimentos e competências adquiridas ao longo da vida, em diferentes contextos. A lógica do reconhecimento de competências remete para uma complementaridade dos conceitos de experiência e aprendizagem, subjacente ao processo de tomada de consciência e de reflexão sobre a experiência vivida, essencial para a sua transformação em aprendizagem. Aprendemos com a experiência, se a questionarmos e refletirmos sobre ela, possibilitando assim a construção de novas ideias, sobre nós próprios e sobre o mundo que nos rodeia, preconizando um princípio de continuidade, em que nos apoiamos em experiências passadas para produzir mais conhecimento. Portanto, o processo educativo passa a ser encarado numa linha de continuidade, integrando diferentes modalidades educativas. O nível formal, modelo de ensino concedido pela escola (instituição tradicional de ensino),
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Desenvolvimento de competências nos profissionais de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências : aquisição em contexto de acção?

Desenvolvimento de competências nos profissionais de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências : aquisição em contexto de acção?

- Tudo, eu acho que tenho ganho mais com eles do que eles comigo, para já o processo RVCC na Auto Europa tem me levado então a fechar o tal ciclo, como tal, no ano passado achei que estava na altura de fazer o Doutoramento em Ciências da Educação, e fui claramente com uma disposição, vou olhar para mim e pensar eu como adulta o que é que a minha experiência me diz, que é, eu tenho aprendido o que sei, pelas minhas situações de trabalho. Muito poucas são as formações de dimensão formal que me têm trazido um acréscimo, um acréscimo, no sentido de me ajudar a pensar as coisas, ter as ideias mais arrumadas, a sequencializar as coisas, a categorizar se quiseres chamar assim. Agora aprender a fazer, eu tenho aprendido com aquilo que vou trabalhando, e se eu olhar para a Auto Europa é exactamente isso que se passa, existem muitas formações, mas aquelas para aquelas pessoas a mais-valia, é a articulação entre a teoria e a prática, e é assim que elas vão crescendo. E acabei por encontrar o tema da minha tese exactamente lá. A nível pessoal tem sido uma experiência fantástica, aprende-se muito com a partilha das vidas dos outros, aprende- se muito com a perspectiva que os outros têm sobre as mesmas coisas, e é muito giro trabalhar com pessoas da mesma empresa que têm, visões muito diferentes das mesmas realidades, é quase como se tivesses a lidar com verdades diferentes, sobre uma mesma coisa. Grão a grão, passo a passo tem-me trazido a confirmação que é isto que eu quero fazer e a partir daqui, vou tentar então, começar a reflectir sobre tudo aquilo que eu tenho aprendido este tempo de uma maneira mais sistematizada, e assim voltei eu própria novamente à escola, é um percurso irónico. E tem sido muito interessante por isso, eu tenho aprendido imenso com eles. São pessoas muito objectivas, muito concretas, muito pragmáticas, e isso também ajuda muito, nos processos de RVCC, e para mim, como pessoa, e agora obviamente desde à um ano como estudiosa, ou seja já olho para eles com um olhar diferente, se calhar mais “interesseiro”, no sentido positivo do termo, de encontrar, elos em comum, de encontrar diferenças, de compreender porque é que há diferenças, e também o que é que os une, em termos de perspectiva sobre o outro. Mas de facto tem tido um grande significado para mim. Tem sido uma aprendizagem significativa.
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As políticas de educação básica de adultos à prova da Sociologia: uma avaliação da herança do programa de políticas públicas iniciativa Novas Oportunidades

As políticas de educação básica de adultos à prova da Sociologia: uma avaliação da herança do programa de políticas públicas iniciativa Novas Oportunidades

“Os resultados indicam que os processos RVCC apenas melhoraram a empregabilidade no caso dos participantes inscritos em RVCC profissionais (para os homens) ou quando os RVCC escolares foram complementados com Formações Modulares Certificadas (FMC). O efeito positivo das FMC na probabilidade de transição do desemprego para o emprego é mais evidente nos RVCC B12 (para as mulheres) e RVCC B3 (para os homens). O impacto nas remunerações foi estimado para diferentes transições entre condições perante o trabalho (desemprego e emprego) antes e depois da conclusão de um RVCC e considerando variação das remunerações de um e dois anos. A estimação revela que os RVCC não melhoram, na generalidade dos casos, a remuneração dos participantes nestes processos de certificação. A excepção encontra-se nos casos de transição entre empregos das mulheres com um processo de RVCC S concluído (com pelo menos um trimestre sem estarem empregadas), em que tem um impacto positivo na variação anual da remuneração; nos casos de homens também com um RVCC S concluído, mas que se mantém empregados durante o intervalo em que se mede a variarão da remuneração (dois anos). A frequência de FMC não altera a conclusão geral do impacto nulo ou quase nulo dos RVCC nas remunerações. Verifica-se apenas um caso em que o impacto do RVCC em conjunto com FMC é positivo: o das mulheres, detentoras de um RVCC B12, que transitam do desemprego para o emprego. Perante os principais resultados da avaliação do desempenho no mercado de trabalho dos participantes em processo de RVCC, pode concluir-se que estes processos tiveram mais impacto no aumento da probabilidade de emprego, para um desempregado, quando estiveram associados a RVCC Profissionais ou a Formações Modulares Certificadas, se estas tiverem sido combinadas com RVCC Escolares de nível básico (do 1ª ao 3ª ciclo). O impacto dos processos de RVCC sobre as remunerações, por seu lado, é geralmente nulo, excepto em casos específicos: quando os processos tiverem estado associados a um nível maior de escolaridade no momento em que se inicia o processo (RVCC S), ou ainda se ocorreu conjugação entre RVCC B12 e Formações Modulares Certificadas.” (Lima et al, 2012)
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 A escola da vida...

A escola da vida...

O Portefólio do candidato à certificação é, assim, constituído por um conjunto de instrumentos que se centram na colocação da experiência de vida em palavras, apelando à explicitação das competências desenvolvidas em contextos de formação formal, não formal e informal. Neles é necessário narrar muita da experiência pessoal e profissional, estabelecendo pontos de contacto com o Referencial de Competências-Chave. Como nota Ropé (2004: 225), há no processo de construção do Portefólio diversos “savoir- faire de escrita que são da mesma ordem que os aprendidos na escola”. Ao assumir como principal dispositivo de validação, a descrição das actividades profissionais e da experiência de vida, o processo RVCC aproxima-se do modelo escolar tradicional. Em última análise, o sucesso no processo depende da capacidade do adulto em descrever e relatar as experiências de vida.
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O e-learning nos processos de RVCC de nível secundário: estratégia de inclusão, económica e ecológica

O e-learning nos processos de RVCC de nível secundário: estratégia de inclusão, económica e ecológica

Desde o início da frequência do mestrado que tinha como plano de trabalho final (tese) explorar / introduzir, a título meramente experimental/teórico, a modalidade de e- Learning como uma possibilidade alternativa para o desenvolvimento do Processo de RVCC de nível secundário. Para esse efeito desenvolvi alguns trabalhos preliminares, cujo objectivo foi identificar algumas fragilidades no Processo e que poderiam servir para legitimar a proposta alternativa. Porém, em 2009, e antes da apresentação da proposta “magicada” a partir das lacunas identificadas, fui surpreendido, durante uma formação rotineira no IEFP, pela apresentação de uma nova modalidade a aplicar ao universo RVCC. Chamava-se «Espera Activa» (2009), funcionava através de uma plataforma virtual (Moodle) e tinha como principais destinatários os candidatos que aguardava a integração num Processo de RVCC convencional e que, simultaneamente, possuíam conhecimentos em TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) suficientes para lhe conferir autonomia de trabalho.
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Avaliação do impacto das certificações RVCC nos CNO do Vale do Ave

Avaliação do impacto das certificações RVCC nos CNO do Vale do Ave

A terceira fase é a do Encaminhamento. Face ao diagnóstico realizado, o TDE apresentará os dois cenários possíveis e negociará com o adulto o percurso que o aconselha a fazer. Caso o adulto demonstre possuir as competências mínimas despoletadoras de uma certificação, será integrado num grupo que inicie o processo de RVCC. Caso o adulto não demonstre possuir as competências essenciais para a obtenção do certificado em causa (que poderá ser B1, B2, B3 ou Sec, de acordo com o caso específico), serão apresentadas alternativas formativas capazes de ajudar o adulto, nomeadamente através de cursos EFA (Educação e Formação de Adultos).
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Estrutura e propriedades físicas de compostos orgânicos

Estrutura e propriedades físicas de compostos orgânicos

Segundo a teoria do carbono tetraédrico, de Le Bel e Van’t Hoff, a estrutura espacial do eteno é a de dois tetraedros regulares, unidos por uma aresta, conforme a figura abaixo. regular[r]

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Representações de formadores sobre a avaliação das aprendizagens em educação de adultos.

Representações de formadores sobre a avaliação das aprendizagens em educação de adultos.

Dado que o reconhecimento, validação e certificação de compe- tências é uma realidade recente em Portugal, considera-se pertinente compreender as representações dos profissionais sobre a avaliação das aprendizagens no referido sistema. Dessa forma, o problema orientador da investigação realizada traduziu-se nas seguintes questões: que impor- tância é atribuída pelos formadores a modelos de avaliação descritiva/ qualitativa ou formativa das aprendizagens? Que importância é atribuída pelos formadores ao modelo de avaliação de adquiridos experienciais pre- conizado pelo sistema de RVCC? Quais as respresentações dos formadores sobre o seu papel como avaliadores de competências no sistema de RVCC? O objetivo geral da investigação consistiu em explorar as repre- sentações dos formadores do sistema de RVCC acerca da avaliação de adquiridos experienciais, considerando-se as seguintes dimensões: virtuali- dades e limitações do modelo de avaliação compreensiva/qualitativa ou formativa das aprendizagens e da avaliação de adquiridos experienciais preconizada pelo sistema de RVCC; fiabilidade de o modelo de valida- ção de competências se assentar na avaliação do portefólio reflexivo de aprendizagem; e representações acerca do seu papel enquanto avaliado- res de competências no sistema de RVCC.
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Processo Assistencial Integrado da Diabetes Mellitus tipo 2 – Normas de Orientação Clínica

Processo Assistencial Integrado da Diabetes Mellitus tipo 2 – Normas de Orientação Clínica

A prática regular e com determinada intensidade de atividade física é importante na manutenção  do  peso,  na  prevenção  da  obesidade  e  também,  autonomamente,  no  próprio  processo  de  regulação  glicémica  que  determina  o  curso  desta  doença  crónica.  A  prática  de  atividade  física  moderada por si só está associada com uma redução substancial no risco de diabetes tipo 2 (6).  Também  a  aptidão  cardiorespiratória  parece  estar  associado  com  diminuição  da  mortalidade,  independentemente  do  nível  de  peso  corporal  ou  da  presença  de  síndrome  metabólica  em  homens  (7)  .  Não  há  consenso  definitivo  sobre  a  quantidade  de  atividade  física  necessária  para  evitar o ganho de peso na população. Contudo são vários os organismos que recomendam para a  prevenção  de  doenças  crónicas,  incluindo  a  diabetes,  30  minutos  de  atividade  física  diária  realizada de forma moderadamente intensa (8). 
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A desistência em processos RVCC-NS : intervir para prevenir

A desistência em processos RVCC-NS : intervir para prevenir

Relativamente à equipa técnico-pedagógica o desenho das estratégias teve em conta não só aspectos técnico-pedagógicos, como a clarificação do referencial, bem como aspectos sócio-relacionais, como o incremento de um clima de estímulo e empatia com os adultos e do aumento do contacto com os adultos. Considerando que o domínio de actuação do projecto se encontra delimitado pelos recursos disponíveis e âmbito de intervenção possível, o plano de actividades apresentado procura sobretudo actuar ao nível de uma interacção de proximidade com o adulto promovendo uma atitude de incentivo e de motivação que impulsione o adulto para a conclusão de processo. Propõe-se ainda que esta intervenção se realize o mais precocemente possível, desde o inicio do processo, dado que se verifica que quanto mais cedo os sinais de desistência se manifestam tanto maior é o risco de esta se efectivar. As actividades propostas envolvem toda a equipa técnico-pedagógica dado que, por um lado a questão da desistência foi sempre uma preocupação geral e, por outro lado, os diferentes elementos da equipa foram sempre apresentando propostas de intervenção no sentido de abordar este problema. Assim, as propostas de intervenção apresentadas afiguram-se como exequíveis e passíveis de mobilizar a dinâmica do centro em intervenção.
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(A)credita na experiência : o processo de creditação de qualificações da Universidade de lisboa : um estudo de caso

(A)credita na experiência : o processo de creditação de qualificações da Universidade de lisboa : um estudo de caso

T.C.:Teresa Chaveca, tenho 59 anos, para começar, sou professora da Faculdade de Farmácia, do mestrado integrado das ciências farmacêuticas. Tenho sido responsável pela unidade curricular de biologia celular que é uma do 1º ano, 1º semestre. Em termos pessoais e institucionais tenho colaborado também em alguns mestrados, pré!bolonha, em 2º ciclos, na área de investigação, dirigida à parte de toxicologia genética. Desde há muito tempo que tenho estado envolvida neste processo de acesso agora chamado “Maiores de 23” e aconteceu também ser integrada nesta equipa dos “Maiores de 23”, desde que se iniciou este processo. Depois apareceu a parte da creditação, 1º só para os alunos que entraram pelos “Maiores de 23”. Eu sempre me perguntei porquê só aos “Maiores de 23” e depois só aos que entraram pela 1ª vez, o que é certo é que agora já abrangemos todos. Faço parte da comissão científica representando a Faculdade de Farmácia e tem estado a ser um trabalho muito giro. Porque quando se está desde a 1ª vez vai!se construindo peça a peça este processo e depois entra!se na rotina e já tudo parece muito igual. Tem sido um trabalho giro, uma equipa gira liderada pela Dra. Helena Rebelo Pinto, que é uma pessoa fantástica. Eu acho que há sempre um défice na Universidade de Lisboa em trabalhar com todas as unidades orgânicas e ali foi realmente uma oportunidade para se trabalhar com pessoas de diferentes u.o., é claro que podem ter pontos de vista diferentes mas aqui havia um objectivo comum que era apoiar estes estudantes Maiores de 23. Foi interessante fazer isso, também fazermos provas comuns dentro daquilo que se chamam áreas estratégicas, mas que realmente eu achei que era importante fazer exames diferentes para as diferentes faculdades. Também foi interessante que os colegas destas unidades orgânicas tivessem aceite e tivéssemos conversado, e desde a 1ª hora o enunciado é comum para os alunos destas áreas, nomeadamente a Biologia. E depois também o Gabinete de Apoio que tem tido um trabalho inestimável, porque nos faz todo um trabalho de retaguarda e não só, porque também faz propostas e leva às reuniões propostas de trabalho que vamos trabalhando na reunião ou após a reunião que é de louvar. A Dra. Ana Paula Curado e a Dra. Joana Soares asseguram um trabalho espectacular. O sr. Reitor tem dado todo o seu apoio, foi o Sr. Reitor que entusiasmou toda aquela equipa a concorrer aos prémios de boas práticas da Administração Pública. Foi uma experiência excepcional, foi realmente muito bom. Em Julho vamos ter uma última reunião no âmbito do processo de acesso e creditação. Provavelmente vai haver alterações porque a Dra. Helena Rebelo Pinto chegou à aposentadoria.
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