Produção e beneficiamento de sementes

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PRODUÇÃO E BENEFICIAMENTO DE SEMENTES DE ARROZ HÍBRIDO EM JAGUARUANA - CE

PRODUÇÃO E BENEFICIAMENTO DE SEMENTES DE ARROZ HÍBRIDO EM JAGUARUANA - CE

Os primeiros cruzamentos de arroz foram realizadas no IAC, em 1938, explorando variedades locais e inseridas. Boa parte do germoplasma de arroz de que o país dispõe para o melhoramento da espécie constitui-se das inúmeras iniciativas de introdução feitas pelos próprios colonizadores, sendo perpetuado pelo cultivo sucessivo nas comunidades que se estabeleceram pelo país afora, no processo de interiorização. Essas introduções evoluíram para variedades, e hoje são consideradas tradicionais contendo o efeito de inúmeras oportunidades de variação genética, ocorridas principalmente pelas misturas eventuais de sementes, seguidas de cruzamento natural. (SANTOS et. al., 2006). Tais variedades são utilizadas nos programas de melhoramento genético por possuírem características de interesse, principalmente aquelas relacionadas ao aumento de produtividade e genes de tolerância as adversidades edafoclimáticas.
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Danos mecânicos em sementes de feijão Vigna, causados pelas operações na unidade de beneficiamento.

Danos mecânicos em sementes de feijão Vigna, causados pelas operações na unidade de beneficiamento.

que as sementes passam por elevadores, transportadores e máquinas, sofrendo quedas que causam lesões ou danos no tegumento, endosperma e embrião (Martins Netto et al., 1999). Essas operações complementam as atividades de campo e preparam a semente para o armazenamento até a comercialização e futuro plantio da safra seguinte; portanto, em apoio aos programas de controle de qualidade de sementes que têm, como objetivo básico, identificar problemas e suas possíveis causas, visando ao controle de todas as etapas da produção de sementes que assegurem a comercialização do produto com elevada qualidade genética, física, fisiológica e sanitária, faz- se necessário estudar sobre injúrias mecânicas ocorridas em sementes de feijão Vigna durante a colheita e etapas posteriores, até o armazenamento.
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Avaliação da debulha mecânica em sementes de milho.

Avaliação da debulha mecânica em sementes de milho.

De acordo com Ruffato et al. (2001) quanto mais seco o grão estiver menor será a elasticidade, tornando-o vulnerável aos danos provenientes da ação dos equipamentos. Segun- do Andrade et al. (1998) os danos mecânicos em sementes durante a colheita, a debulha e o beneficiamento, são extre- mamente prejudiciais à qualidade das sementes, pois reduz o valor do produto que sofreu injúria, tem seu valor de merca- do reduzido, até mesmo por seu aspecto visual. Todas as etapas do processo produtivo têm conseqüências em virtude dos golpes aplicados sobre as sementes, com a finalidade de separá-las da estrutura que as contém (Andrade et al., 1999). A injúria mecânica é considerada, por muitos tecnologistas de sementes, um dos mais sérios problemas da produção de sementes cuja principal causa é a mecanização nas várias fases dos processos: colheita, transportes, secagem e bene- ficiamento (Paiva, 1997).
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ANÁLISE DO CONSUMO DE BIOMASSA EM UM GERADOR DE VAPOR DE UMA UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE SEMENTES DE MILHO

ANÁLISE DO CONSUMO DE BIOMASSA EM UM GERADOR DE VAPOR DE UMA UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE SEMENTES DE MILHO

O milho é produzido para diversos fins. Pode ser empregado como alimento, assim como para o uso industrial e energético. Um de seus principais destinos é a produção de ração animal. No entanto, é possível identificar a presença deste cereal em diversos outros produtos como fubás, farinhas, canjicas, óleos, xaropes de glucose (utilizado em balas, gomas de mascar etc.), corantes caramelo (para produção de cerveja, refrigerantes, molhos etc.) e muitos outros produtos industrializados. Além do setor alimentício, a produção de etanol a partir do milho possui importância global, sendo a principal fonte de bioenergia dos Estados Unidos. (Soluguren, 2015).
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Beneficiamento de sementes de café e efeitos na qualidade fisiológica.

Beneficiamento de sementes de café e efeitos na qualidade fisiológica.

HUXLEY, P.A. Coffee germination test recommendations and defective seed types. Proceedings of the International Seed Testing Association, Wageningen, v.30, n.3, p.705-14, 1965. INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA. Normas e padrões para a produção de sementes básicas e fiscalizadas de café. Anexo I da Portaria no 388, de 22 de maio de 2000. LEON, J.; FOURNIER, L. Crecimiento y desarrollo del fruto de Coffea arabica L. Turrialba, San José, v.12, p.65-74, 1962. LOLLATO, M.A.; SILVA, W.R. da. Efeitos da utilização da mesa gravitacional na qualidade de sementes do feijoeiro. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.19, n.12, p.1483-96, 1984. MAGUIRE, J.D. Speed of germination-aid in selection and evaluation for seedling emergence and vigor. Crop Science, Madison, v.2, n.2, p.176-7, 1962.
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Influência do revestimento de sementes e tratamento com inseticida no desenvolvimento e características nutricionais da Brachiaria brizantha cv. MG-5 Vitória

Influência do revestimento de sementes e tratamento com inseticida no desenvolvimento e características nutricionais da Brachiaria brizantha cv. MG-5 Vitória

Resumo. Objetivou-se avaliar a produção de biomassa, o crescimento radicular e a composição bromatológica das frações folha, colmo e raiz da Brachiaria brizantha cv. MG-5 Vitória, oriunda de sementes revestidas ou tratadas com inseticidas. Testou-se 4 tratamentos, sendo eles SP: sementes puras, SR: sementes revestidas, SPI: sementes puras tratadas com inseticida e SRI: sementes revestidas e tratadas com inseticida, em 4 períodos de avaliação, ou seja, P15: 0 a 15 dias, P30: 0 a 30 dias, P45: 0 a 45 dias e P60: 0 a 60 dias após a germinação das sementes. A metodologia de avaliação da produção de biomassa foi baseada em medições no início e no final de cada período, da altura da planta e no número de perfilhos, seguido por corte da planta e separação morfológicas de folha, caule e raiz. As amostras das frações separadas foram analisadas quimicamente. Em média foram observados teores de MS, PB, FDN e MM para a parte aérea (folha e colmo) de 20,56; 9,04; 66,61 e 4,32 %, respectivamente. Até os 60 dias após a germinação, o beneficiamento das sementes, através do revestimento ou do tratamento com inseticida, não afetou de maneira expressiva a produção de biomassa, o número de perfilhos, o crescimento radicular e a qualidade nutritiva.
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Beneficiamento de sementes de nabo forrageiro.

Beneficiamento de sementes de nabo forrageiro.

RESUMO - O beneiciamento de sementes é uma etapa subsequente à produção que visa aprimorar a qualidade de lotes, tornando-os aptos para a comercialização. Para espécies cujas sementes contêm diferenças na densidade em virtude da desuniformidade de maturação ou muito susceptíveis a danos mecânicos como o nabo forrageiro, é fundamental o conhecimento dos efeitos do beneiciamento no potencial isiológico dos lotes. Dois lotes da cultivar CATI AL-1000, safra 2006, foram submetidos ao beneiciamento, pela máquina de ar e peneira e mesa de gravidade (descarga superior, intermediária superior, intermediária inferior e inferior) e avaliados em relação a seus aspectos físicos e isiológicos. Foram determinados o grau de umidade, a pureza, o peso de mil sementes, a germinação, a primeira contagem da germinação, o índice de velocidade de germinação, o estande inicial, a emergência, o índice de velocidade de emergência, a massa seca da parte aérea de plântulas e a sanidade. Concluiu- se que, para atender os padrões mínimos de pureza e germinação para comercialização de sementes certiicadas de nabo forrageiro, os lotes devem ser beneiciados em máquina de ar e peneiras e mesa de gravidade. O beneiciamento em máquina de ar, peneiras e mesa gravitacional contribui para o aprimoramento da qualidade isiológica das sementes de nabo forrageiro. A máquina de ar e peneiras e a mesa gravitacional são equipamentos eicientes para a separação do lote de sementes de nabo forrageiro em frações com qualidade física e isiológica distintas.
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Diagnóstico da colheita e beneficiamento de sementes de algodão na região sul de Goiás

Diagnóstico da colheita e beneficiamento de sementes de algodão na região sul de Goiás

O algodoeiro é uma das espécies vegetais mais cultivadas no mundo, e comercialmente são aproveitadas principalmente suas sementes e sua fibra, sendo esta a mais importante das fibras têxteis. No Brasil a cotonicultura sofreu profundas transformações, passando em pouco tempo de cultura familiar, com forte demanda de mão-de-obra, para a produção em grandes áreas com vultosos investimentos em capital e tecnologia, principalmente na região Centro Oeste e posteriormente, na região Nordeste (VIEIRA, 1999). Estes aumentos em áreas exigiram um aumento na produção e qualidade de sementes, além de tornar necessária a utilização da colheita mecanizada, diminuindo assim os custos e encargos sociais gerados com o grande número de mão-de-obra empregada na colheita manual. Porém, a colheita mecanizada passou a ocasionar maiores perdas quantitativas quando não realizada criteriosamente, ultrapassando frequentemente mais de 10%, sendo a faixa de valores tolerada de 6 a 8%.
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Beneficiamento na qualidade física e fisiológica de sementes de capim-mombaça.

Beneficiamento na qualidade física e fisiológica de sementes de capim-mombaça.

Somente foi discutido de modo detalhado o vigor das amostras que podem ser consideradas sementes, por apresentarem pureza e germinação dentro dos padrões permitidos para a produção e comercialização de sementes de espécies forrageiras (BRASIL, 2008), ou seja, das sementes de quatro tratamentos: peneira intermediária da máquina de ventilador e peneiras (T3), descarga intermediária da primeira mesa gravitacional (T7), tratador (T8) e descarga superior da segunda mesa gravitacional (T9). Estes tratamentos apresentaram potencial fisiológico máximo segundo todos os testes de avaliação de vigor de sementes realizados (Tabela 2), não diferindo entre si.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA CURSO DE AGRONOMIA CAMILA CASTRO SANTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA CURSO DE AGRONOMIA CAMILA CASTRO SANTOS

O sorgo sacarino é cultivado para obter matéria prima na produção de etanol e se destaca por ter um ciclo curto e ser bastante resistente a ambientes propícios a escassez hídrica. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade das sementes de sorgo sacarino cultivado em condição semiárida procurando obter a época ideal para colheita. Foi implantando um experimento no município de Pentecoste-CE com duas variedades (BRS 506 e BRS 511) realizando as colheitas das sementes em quatro épocas (30, 37, 44 e 51 dias após a plena floração). As sementes colhidas em campo foram levadas para o Laboratório de Análise de sementes onde foram realizados o beneficiamento, massa de mil sementes, índice de velocidade de germinação, primeira contagem de germinação, massa seca de plântulas, comprimento de plântulas, envelhecimento acelerado. As sementes apresentaram ótimas condições fisiológicas (90% de germinação), apresentando seu máximo potencial germinativo aos 44 dias após a floração.
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Efeitos dos danos mecânicos e fisiológicos na colheita e beneficiamento de sementes de soja

Efeitos dos danos mecânicos e fisiológicos na colheita e beneficiamento de sementes de soja

cilindro de trilha e a abertura do côncavo da colhedora durante a colheita, sendo que a maior velocidade do cilindro aumenta a rapidez de colheita e isso implica no aumento de porcentagem de sementes rachadas e quebradas (BYG, 1974). Costa et al. (1979), avaliando o processo de colheita mecânica sobre a qualidade de semente de soja, constataram que o dano mecânico foi significativamente maior quando a semente de soja apresentava graus de umidade inferiores a 11,5% do que quando colhida na faixa de 11,5 a 14%. De acordo com Moore (1974), estas injúrias não podem ser totalmente evitadas, mas sua extensão e sua severidade podem ser atenuadas em função do manuseio durante a colheita e operação de pré- colheita. Cada dano mecânico que afeta a semente, por pequeno que seja, é cumulativo e é parte integral do dano total da semente, podendo reduzir seu poder de germinação, vigor inicial e rendimentos na produção total (JIJON; BARROS, 1983).
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Etapas do beneficiamento na qualidade física, fisiológica e sanitária de sementes de capim-colonião

Etapas do beneficiamento na qualidade física, fisiológica e sanitária de sementes de capim-colonião

O lote utilizado neste trabalho não continha sementes dormentes, pois pelo teste de tetrazólio (dados não apresentados) verificou-se que as sementes remanescentes no substrato ao final do teste de germinação estavam mortas. Embora as sementes de P. maximum possam apresentar dormência (BRASIL, 2009), isto não tem sido mais constatado em lotes comerciais, provavelmente devido à colheita por varredura, que tem predominado nas áreas de produção do Brasil e ao tempo decorrido entre a colheita e a recepção na empresa beneficiadora ser superior a quatro meses, o que possibilita a superação natural da dormência (MASCHIETTO; NOVEMBRE; SILVA, 2003; TOMAZ et al., 2010).
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Colheita, beneficiamento e controle de qualidade de sementes de nabo forrageiro

Colheita, beneficiamento e controle de qualidade de sementes de nabo forrageiro

RESUMO - A maturação das síliquas de nabo forrageiro ocorre de maneira desuniforme, o que dificulta a definição do momento ideal de colheita para produção de sementes de qualidade superior. Além disso, o alto conteúdo lipídico da semente pode dificultar sua conservação. Para avaliar o efeito do estádio de maturação na colheita sobre a qualidade fisiológica e a composição química de sementes de nabo forrageiro armazenadas sob diferentes condições, as síliquas foram colhidas em três estádios de maturação identificados pelas colorações, verde, bege e marrom. As sementes provenientes dos diferentes estádios de colheita das síliquas foram armazenadas em condições ambientais e câmara fria e seca (10 °C e 46% de UR) e avaliadas quanto à sua qualidade fisiológica, sanitária e composição química antes de armazenadas e aos 3, 6 e 9 meses de armazenamento. A cor das síliquas não é indicativo ideal para definição do momento de colheita das sementes de nabo forrageiro pela variação de maturidade e qualidade fisiológica das sementes dentro das síliquas. O armazenamento das sementes de nabo forrageiro em câmara fria preserva a qualidade fisiológica conforme avaliação do teste de emergência. Não foram observadas alterações consistentes na composição centesimal em síliquas de nabo forrageiro colhidas em diferentes estádios de maturação relacionados à sua alteração de cor.
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Concentração do ciclo de produção de pinhão-manso por meio de podas de formação ou de produção .

Concentração do ciclo de produção de pinhão-manso por meio de podas de formação ou de produção .

novembro a janeiro, com valores anuais de 800 mm. Para o experimento com a poda de formação, as sementes para produção de mudas foram obtidas de plantas selecionadas. As mudas foram produzidas em bandeja, tendo-se utilizado um substrato composto à base de 40% de carvão de casca de arroz, 20% de ibra de coco e 40% de vermiculita. As mudas foram plantadas no campo, aproximadamente 50 dias após germinação, no espaçamento de 2x3x6 m. As plantas foram submetidas aos tratamentos: T1, sem poda; T2, poda a 50 cm no ramo primário; T3, poda a 50 cm no ramo primário, e condução de três ramos secundários; T4, poda a 80 cm no ramo primário, com desbrota abaixo de 60 cm; e T5, poda a 80 cm no ramo primário, e condução de três ramos secundários. As podas de formação T2 e T3 foram realizadas 30 dias após o transplante das mudas, e as podas de formação T4 e T5 foram realizadas 60 dias após o transplante das mudas. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e quatro repetições. Cada parcela foi constituída por dez plantas úteis.
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A Produção de Sementes Registradas

A Produção de Sementes Registradas

– Então, esse feijão miudinho pertence a essa empresa. E como a nossa coo- perativa só compra pequenas quantidades, a empresa está achando que não compensa vender pra gente. Cada hora eles inventam uma desculpa diferente, e no final das contas, eles não dão pra cooperativa o docu- mento de autorização pro pessoal produzir sementes dessa variedade. – E o quê que a gente pode fazer nesse caso, Noelma?, perguntou Éberson. – Bom, Éberson, nesse caso não vai ser fácil, não. Até existem algumas medidas administrativas e jurídicas pra tentar forçar a empresa a dar a autorização pra gente. Mas isso ia levar um tempão e custar um bom dinheiro. E, pra piorar, eu nem acho que ia dar certo. Esse caso é compli- cado mesmo, essa Lei de Cultivares favorece as empresas! Eu, por exem- plo, acho que nem vale a pena tentar. É muito investimento pra pouca chance de retorno.
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Secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes de pinhão manso (Jatropha curcas L.)

Secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes de pinhão manso (Jatropha curcas L.)

Quanto aos demais métodos de secagem, não houve diferença significativa na capacidade germinativa das sementes quando avaliados logo após o processo de secagem, com ambos os tratamentos apresentando germinação em torno de 98% (Tabela 2). Esses resultados mostram que a secagem em estufa à temperatura de 33 e 43 °C e a secagem ao sol não causam danos imediatos às sementes de pinhão-manso. Corroborando com os resultados, Ullmann et al. (2010) observaram que a secagem de sementes de pinhão manso à temperatura de 30 e 40 °C não foi prejudicial a germinação das sementes. Harrington (1972) afirma que a temperatura máxima para a secagem segura de sementes depende da espécie, mas geralmente varia de 35 a 45 °C, sendo que, para sementes parcialmente secas, essa temperatura pode ser mais elevada. Barbedo et al. (2002) submeteram sementes de Caesalpinia echinata (pau-brasil) à secagem em estufas reguladas a 40 e 50 °C, reduzindo teor de água até 8%, e não constataram efeito da temperatura de secagem sobre a germinação das sementes. Para sementes de mamona, oleaginosa com características semelhantes as do pinhão manso, Moshkin (1986) afirma que a temperatura de secagem suportada pela massa de sementes não deve ser superior a 45 °C.
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ALGUNS ASPECTOS DA CADEIA PRODUTIVA E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CABRA PRODUZIDO NO MUNICÍPIO DE CURRAIS NOVOS - RN

ALGUNS ASPECTOS DA CADEIA PRODUTIVA E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CABRA PRODUZIDO NO MUNICÍPIO DE CURRAIS NOVOS - RN

Com relação aos aspectos sanitários analisados, a limpeza e desinfecção dos currais são realizadas em média duas vezes por semana por 80% dos produtores, onde não foi observada grande quantidade de fezes acumulados Todos os criadores realizam a vermífugação com periodicidade para o controle de endoparasitos nos seus animais. A monta natural contínua, na qual o reprodutor permanece constantemente junto das fêmeas, promovendo cobrições e, por conseqüência, nascimentos ao longo do ano, é adotado por 90%. No Piauí, em pesquisa com 130 produtores de caprinos com orientação para produção de leite, a monta natural contínua era praticada por 72% dos entrevistados (SEBRAE/PI, 2003).
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Processo produtivo da bauxita e da alumina: impactos socioambientais, formas de mitigação e o caso de barcarena, Pará, Brasil / Bauxite and alumina productive process: socio-environmental impacts, forms of mitigation and the case of barcarena, Pará, Brazi

Processo produtivo da bauxita e da alumina: impactos socioambientais, formas de mitigação e o caso de barcarena, Pará, Brasil / Bauxite and alumina productive process: socio-environmental impacts, forms of mitigation and the case of barcarena, Pará, Brazil

Sobre os impactos causados à biota, é possível recuperar a fauna e à flora do local a partir de diversos métodos, e todos eles devem estar descritos no PRAD (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas) do empreendimento. Antes da retirada da vegetação, deve ser realizado um inventário das espécies ali presentes, bem como a coleta de sementes locais para o posterior replantio de espécies nativas na área. Ademais, quando a retirada da vegetação for realizada, recomenda-se que seja desflorestada a menor área possível, ou seja, apenas o mínimo necessário para a implantação e funcionamento do empreendimento (CEMA, 1994; CNEC WORLEYPARSONS, 2012).
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Os neo-rurais: capital humano estratégico de mudanças

Os neo-rurais: capital humano estratégico de mudanças

Estado, ampliando sua dotação de capital humano e social; estabelecer medidas que contribuam para o aumento da produção e da produtividade, de forma eficiente e competitiva, nas atividades relacionadas à agricultura; deliberar sobre o Plano Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável, considerando as demandas estabelecidas nos Planos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável; articular e orientar as ações dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável, promovendo a interação entre governo estadual, governos municipais e entidades parceiras; aprovar anualmente a programação físico-financeira dos programas fundiários e de apoio à agricultura familiar, acompanhando o desempenho e apreciando os relatórios de sua execução; consolidar a demanda estadual a partir das informações dos Conselhos Municipais; subsidiar o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável na elaboração das propostas anuais de alocação de recursos para o financiamento do PRONAF; promover a divulgação e articular o apoio político-institucional nos programas vinculados ao Plano Estadual de Desenvolvimento Sustentável.
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Efeito do beneficiamento na qualidade fisiológica e sanitária de sementes do algodoeiro herbáceo.

Efeito do beneficiamento na qualidade fisiológica e sanitária de sementes do algodoeiro herbáceo.

Sementes de algodão das cvs. CNPA Precoce 2 e CNPA 7H, após descaroçamento, deslintamento mecânico e deslin- tamento químico apresentaram, no início do armazenamen- to, teores de umidade inferiores a 10% (Figura 2), estando dentro do padrão da CESM-PB (1989) e FAPAMG (1997). No decorrer do armazenamento, esses valores indicaram variações podendo-se constatar que, sob condições de ambi- ente não controlado, sementes de ambas as cultivares sub- metidas aos demais processos de beneficiamento apresenta- ram, aos 180 dias, os valores mais baixos de umidade (em torno de 8%), período no qual se registraram os maiores valores de temperatura e baixa umidade relativa (Figura 1). Após aquele período até o final do armazenamento, o acrés-
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