Professores de educação infantil

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O trabalho com projetos e o  profissional dos professores de educação infantil

O trabalho com projetos e o profissional dos professores de educação infantil

Para atender as dez turmas de Educação Infantil há mais duas professoras de contrato temporário, isto é, sem vínculo empregatício com a Prefeitura, denominadas substitutas. Essas professoras também trabalham em outras instituições e duas delas, fizeram parte do grupo até o final do trabalho. Para atuar na Educação Infantil e ser contratada como professora substituta sob contrato temporário pela Prefeitura, a professora precisa ter licenciatura plena em Pedagogia e ser aprovada em seleção pública. O contrato tem duração de dois anos. As professoras aprovadas nessa seleção ficam à disposição de um setor da Secretaria de Educação, denominado, extra oficialmente, de “central de lotação,” que se responsabiliza por fazer a distribuição nas instituições que necessitam. Um dos critérios de escolha de lotação é que a instituição seja perto da residência da professora. De acordo, porém, com o depoimento da professora Rosa, para os professores conseguirem as escolas que querem, precisam pernoitar na calçada da escola onde funciona a “central”. Ainda segundo ela, havia perdido a chance de permanecer na instituição porque havia se negado a se submeter a tamanha indignação. Ao final de cada ano, as professoras são “devolvidas à central” para ser novamente redistribuídas. Também no espaço da instituição, as professoras substitutas são remanejadas a bel-prazer da direção, de acordo com os interesses da escola, podendo assumir qualquer turma 51 . Essas professoras também não têm direito de opinar no funcionamento da escola e são valorizadas e consideradas somente pela assiduidade e prontidão para assumir qualquer turma. Há, portanto, uma diferença de tratamento abismal dada às professoras efetivas e às professoras substitutas. Pelo lado das professoras efetivas, o abuso de faltas é respaldado pela direção, que, diante de questões burocráticas, pouco pode fazer contra atestados médicos frequentes. Do lado das professoras substitutas, a vulnerabilidade de suas posições, dentro e fora da
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Percepção de professores de educação infantil sobre a inclusão da criança com deficiência.

Percepção de professores de educação infantil sobre a inclusão da criança com deficiência.

RESUMO : a educação infantil é importante para o desenvolvimento da criança com necessidades especiais. Nesse processo educacional, o professor e sua percepção de educação inclusiva são fatores primordiais. Este trabalho objetivou analisar a percepção de professores de educação infantil, que quanto à prática educativa atual, diferem em relação à presença de alunos com deficiências em seus ambientes de trabalho, sobre a educação da criança com deficiência na faixa etária de 3 a 6 anos. Foram sujeitos da pesquisa 12 professores de educação infantil divididos eqüitativamente em três grupos: de escolas especiais; de escolas comuns que trabalham com crianças com deficiências inseridas em suas classes e de escolas comuns que não possuem em suas classes crianças com deficiências. A coleta de dados foi realizada através de entrevistas semi-estruturadas, gravadas em fita cassete. Foi realizada análise de conteúdo e os dados mostraram que os professores vêem como a principal contribuição do processo de inclusão a socialização da criança com deficiências, restringindo-o, porém, a crianças com possibilidades de independência. Quanto à aprendizagem, acreditam que a criança com deficiência mental é a que encontra maiores dificuldades, contrariamente à com deficiência física. Ressaltam problemas com o espaço físico, recursos materiais e humanos e relativos à formação do professor. Pôde se concluir que é preciso possibilitar aos professores uma formação que abranja conhecimentos sobre as diferentes deficiências e as necessidades educacionais relativas a estas, propiciar a adequação do espaço físico e dos recursos materiais, além de assistência técnica específica.
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Entrando na dança: reflexos de um curso de formação continuada para professores de educação infantil

Entrando na dança: reflexos de um curso de formação continuada para professores de educação infantil

A presente pesquisa teve como objetivo oferecer aos professores de Educação Infantil de uma unidade de ensino da Prefeitura Municipal de São Paulo, um curso de formação continuada em contexto, sobre a linguagem da dança, abrindo-lhes uma oportunidade para refletirem sobre o corpo, o movimento e a Dança no ambiente escolar. E, a partir desse curso, verificar quais foram as construções, os apontamentos realizados por eles e, as possíveis mudanças de concepção a respeito dessa linguagem. Para tanto, esta formação considerou a perspectiva da prática reflexiva e a Dança como arte e suporte da ação criativa, interpretativa e educativa. O levantamento de dados inicial apontou a deficiência do grupo quanto a esses aspectos, tanto na formação inicial quanto na continuada, bem como nos âmbitos da experiência pessoal e social. Os resultados alcançados a partir da metodologia qualitativa alicerçada na pesquisa-ação, evidenciam a reformulação de conceitos e ampliação de conhecimento sobre o tema do curso e o contato das professoras participantes com a Arte e a Dança, além da disposição para a vivência e revisão da prática pedagógica. Desse modo, ficou evidente a necessidade do professor ter oportunidades para compreender a amplitude e abrangência do corpo, do movimento e da Dança na escola a partir da sua postura em relação ao seu próprio corpo. O grupo, professoras/alunas e pesquisadora/professora, demonstrou e reconheceu que o estudo e a vivência do movimento expressivo tornam-se requisitos para o professor sentir, pensar e compreender os atores do processo educativo e suas possibilidades comunicativas; e, a importância da formação continuada em contexto para rever, replanejar e reconstruir o trabalho docente. Esta pesquisa, ao contribuir para a discussão e inclusão do corpo, do movimento e da Dança na formação e atuação de professores de Educação Infantil, se constituiu também por seu método, como possibilidade de experiência estética e de expressão do ser humano, como forma de conhecimento, educação; como arte.
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PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE SUA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE SUA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A pesquisa aqui apresentada situa-se na linha da formação de professores em relação à prática pedagógica voltada à Educação Ambiental com olhar da transversalidade dos múltiplos saberes que envolvem essa temática. Adoto pesquisa qualitativa, uma vez que tenho a interpretação da comunicação dos sujeitos como principal processo para compreender os modos e as razões de sua prática docente em Educação Ambiental. Tenho como objetivo central: „identificar modalidades de práticas educativas de educação ambiental na educação infantil e no ensino fundamental a partir das percepções dos professores sobre elas‟. Com intuito de responder a pergunta norteadora da pesquisa que é: Que modalidades de práticas de Educação Ambiental integram a prática docente de professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental e como são por eles justificadas?. Faço isso, utilizando as falas (manifestadas em respostas a questionário) de cento e quinze professores atuantes na educação infantil e no ensino fundamental, em situação de formação continuada que cursaram o módulo “Fundamentos da Educação Ambiental” do Projeto Piloto do Programa EDUCIMAT– Rede Nacional de Formação Continuada de Professores de Educação Básica-, no ano de 2005.. O referido módulo foi ministrado em dois momentos, com duração de seis dias cada, desse modo, além do questionário utilizei também diários de campo, a fim de obter registros descritivos e analíticos como subsídios para melhor entender as respostas verbalizadas no questionário pelos professores investigados. Organizo as modalidades identificadas nas práticas em educação ambiental dos professores investigados em quatro categorias (Pedagogia Dialógica, Pedagogia Normativa Ecopedagogia e Cidadania,) buscando recorrências e singularidades entre os professores investigados com construções e desconstruções de percepções e saberes, em diálogo permanente com a literatura. Seguindo o paradigma da transversalidade ressalto, nesta pesquisa, o olhar multifacetário da formação do educador ambiental com o propósito de contribuir para que outros professores reforcem seu papel como agentes de transformação social e tomem iniciativas de desenvolver saltos qualitativos que permitam a inclusão, o desenvolvimento e a efetivação da educação ambiental de forma transversal e interdisciplinar em prol da melhoria da qualidade de vida do nosso planeta.
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Uma viagem aos saberes das formadoras de professores da Educação Infantil

Uma viagem aos saberes das formadoras de professores da Educação Infantil

Este estudo visa contribuir com o desenvolvimento profissional das Formadoras de professores da educação infantil da Secretaria Municipal de Educação de Natal/RN, através de uma formação em contexto, perspectivando compreender os saberes docentes requeridos na prática dessas profissionais. O foco da pesquisa está no saber docente compreendido como as idéias, crenças, concepções, razões, argumentos, discursos que o formador constrói durante sua vida (ALTET, 2001; PIMENTA, 2002; TARDIF, 2001; 2002). O estudo se insere na abordagem qualitativa da pesquisa educacional e a metodologia escolhida tem características de uma investigação-ação. No processo, foram utilizados os seguintes instrumentos: questionários, entrevistas coletivas, documentos pessoais. A relevância da presente pesquisa está em possibilitar reflexões acerca da figura do formador de professores, que precisa ser visto como mediador na formação de professores, uma vez que ele intervém e é determinante tanto no processo formativo quanto em seus resultados. Os achados apontam que: a) a identidade do formador encontra-se em processo de constituição, o que se assemelha à situação vigente de que, simbolicamente, o formador existe, porém, suas atribuições ainda não estão suficientemente nítidas; b) os saberes docentes da formação na educação infantil relacionam-se, entre outros pontos, primordialmente, à função/papel da educação infantil, visão de criança e de professora dessa etapa da educação básica; c) os saberes docentes das Formadoras, relativos à atuação docente, ratificam a multiplicidade de saberes que deve ter o formador, além da necessária complementaridade e conciliação entre os aspectos administrativos e pedagógicos no exercício da função; d) as Formadoras possuem saberes que se encontram na ordem do discurso, constituindo-se como saberes declarativos; e) há um conflito entre os saberes docentes das Formadoras e as ações constitutivas do real, gerando contradições entre o dizer e o fazer formativo.
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Significações da educação infantil na perspectiva de professores que atuam neste segmento

Significações da educação infantil na perspectiva de professores que atuam neste segmento

É importante registrar que a concepção de currículo não se restringe a um programa de conteúdos organizados a ser cumprido. Segundo Câmara (1996), o currículo é um conjunto de decisões educacionais influenciadas por um conjunto de valores que se institucionalizam em instâncias mais globais da educação e se concretiza em sala de aula. A autora ainda destaca que é através da dinâmica curricular que a educação acontece, ou seja, é a dinâmica curricular que faz a educação. De acordo com Machado (2004, p.7), a organização curricular para a educação infantil, define-se como "conjunto de intenções, ações e interações presentes no cotidiano de qualquer instituição". Então, para a autora, a organização curricular não se baseia apenas em áreas de conhecimentos preestabelecidas, mas primordialmente na compreensão de que o centro das decisões e ações deve ser a criança. Kramer (2006b) analisa que uma proposta pedagógica deve ser elaborada com a participação de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, ou seja, crianças e adultos, alunos, professores e profissionais não-docentes, famílias e população em geral. Além disso, a autora lembra que as necessidades, especificidades e a realidade dos sujeitos envolvidos neste processo devem ser consideradas. Isto significa dizer que não existirá uma proposta única, já que cada instituição tem suas características próprias, portanto, a proposta curricular deverá atender às demandas, expectativas e potencialidades de sua clientela. Vale registrar que na concepção de Kramer, não há diferença conceitual entre proposta pedagógica e currículo.
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O PROGRAMA DE FORMAÇÃO INICIAL PARA PROFESSORES EM EXERCÍCIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PROINFANTIL) E A PRÁTICA DE PROFESSORAS DE CRIANÇAS PEQUENAS EM CRECHES

O PROGRAMA DE FORMAÇÃO INICIAL PARA PROFESSORES EM EXERCÍCIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PROINFANTIL) E A PRÁTICA DE PROFESSORAS DE CRIANÇAS PEQUENAS EM CRECHES

A fim de oferecer a formação mínima, exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), aos professores leigos que atuam na Educação Infantil e, assim, elevar o nível da qualidade do trabalho docente desenvolvido em creches e pré-escolas do país, o Ministério da Educação (MEC), em 2005, pôs em execução o Programa de Formação Inicial para Professores em Exercício na Educação Infantil (PROINFANTIL). Neste sentido, este trabalho tem como objetivo analisar a prática pedagógica de professores formados por este Programa em duas creches conveniadas à rede municipal de Fortaleza. Os autores que ofereceram suporte teórico para a sua fundamentação foram Oliveira-Formosinho (2001) e Katz (1993), estudiosas que definem a necessária profissionalidade específica para os professores que atuam na Educação Infantil. Também foram consultados alguns documentos oficiais e instrumentos legais, como a LDB (BRASIL, 1996) e o PROINFANTIL (BRASIL, 2005). Além da análise do material pedagógico do PROINFANTIL (Guia Geral e Livro do Tutor), os procedimentos metodológicos incluíram a realização de entrevistas individuais com quatro professoras formadas pelo Programa. Os resultados encontrados revelam que as professoras egressas conseguiram: ampliar os conhecimentos e rever concepções acerca de Educação Infantil, prática pedagógica, criança, avaliação, profissionalização docente, entre outros; incorporar à prática que desenvolvem com as crianças, aspectos imprescindíveis para
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CECEMCA - curso de formação de professores da educação infantil

CECEMCA - curso de formação de professores da educação infantil

Introdução: A partir da parceria entre a UNESP e o Ministério da Educação foi formado o Centro de Formação Continuada de Professores de Educação Matemática, Científica e Ambiental - CECEMCA - que desenvolve ações dirigidas à formação continuada de professores bem como à produção de material didático. Os conteúdos disciplinares oferecem aos professores condições de participação crítica e efetiva em ações que envolvem aspectos pedagógicos e sócio-ambientais, atualmente em discussão na sociedade brasileira. No período de janeiro a abril de 2007, o CECEMCA, através do Núcleo da UNESP-Bauru, realizou o curso de formação de professores da Educação Infantil intitulado “Ciências Naturais, Educação Matemática, Educação Inclusiva, Inclusão Digital e Sexualidade” e contou com a participação de 653 professores envolvendo as cidades de Bauru, Jaú, Caraguatatuba, Salto e Penápolis.
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 Infância e Educação Infantil: Representações Sociais de Professores

Infância e Educação Infantil: Representações Sociais de Professores

Esta dissertação se vincula à linha de pesquisa “Aprendizagem e Desenvolvimento Humano em Contextos Escolares ” do Programa de Mestrado em Educação da Universidade Estadual de Londrina. Tendo por referencial teórico-metodológico a Teoria das Representações Sociais e, especificamente, a proposição da Teoria do Núcleo Central, o objetivo geral deste estudo é identificar o conteúdo e a estrutura das representações sociais de infância e de Educação Infantil prevalecentes e compartilhadas entre professores que atendem essa faixa etária na rede municipal de ensino de Londrina. Além de investigar quais as representações dos professores sobre infância e Educação Infantil, buscamos, também, verificar se os conteúdos dessas representações demonstram similaridades e, ainda, se as variáveis tempo de serviço e formação acadêmica afetam os conteúdos dessas representações. O estudo empírico foi realizado junto a 53 professores e para a coleta de dados foram utilizados um questionário sociodemográfico e dois testes de Associação de Palavras com os indutores <Educação Infantil é...> e < Infância é...>. Para análise, utilizamos o quadro de quatro casas com o auxílio do software EVOC. Posteriormente, foram comparados os resultados da análise prototípica com os resultados do cálculo do INCEV, um índice que permite avaliar a centralidade simbólica dos elementos representacionais e, por último, a análise de conteúdo das justificativas dadas pelos participantes. Os resultados indicam que estes professores não entendem as funções de cuidar e educar como práticas indissociáveis, demonstram associar Educação Infantil enquanto contexto promotor do desenvolvimento infantil que tem como dimensão caracterizadora as atividades lúdicas. As representações sociais docentes sobre infância demonstram uma imagem em que a brincadeira é entendida como atividade principal e única da criança, demonstrando uma ideia dessa fase da vida de forma descontextualizada e imersa em um vazio social.
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A RECONFIGURAÇÃO PELOS PROFESSORES DA PROPOSTA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

A RECONFIGURAÇÃO PELOS PROFESSORES DA PROPOSTA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

desenvolvimento  infantil  e  conheci  propostas  pedagógicas,  voltadas  para  a  infância,  que  eram  realizadas  em  outros  países:  Estados  Unidos,  França,  Itália,  Japão  e  Escandinávia.  O  trabalho  de  conclusão  desse  curso  possibilitou  meu  retorno à sala de aula depois de cinco anos na direção. Desenvolvi um Projeto nos  moldes  do  que  é  proposto  na  Itália  na  Região  de  Emilia‐Romagna  (Edwards,  Gandini  &   Forman,  1999).  Essa  vivência  foi  impar,  me  fez  reviver  o  papel  do  professor,  só  que  em  uma  perspectiva  completamente  diferente  depois  da  experiência como diretora. Nesse curso tive também a oportunidade de participar,  como  aluna,  das  discussões  sobre  a  versão  preliminar  do  Referencial  Curricular  Nacional  para  Educação  Infantil  –  RCNEI,  que  nesta  dissertação  utilizo  como  contraponto inicial, ou seja, como a prescrição do MEC. 
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Educação moral e autonomia na educação infantil: o que pensam os professores.

Educação moral e autonomia na educação infantil: o que pensam os professores.

No item classificado como enfrentamento de situações cotidianas também, as professoras externalizam uma compreensão de educação moral baseada numa visão descontextualizada de educação moral. Aqui, a educação moral serve como uma espécie de “fiel da balança” para o desenvolvimento de valores nas crianças. Os valores, nesta outra forma de entendimento, são vistos como algo estritamente pessoal, dependendo, unicamente do ambiente em que a criança está inserida ou das experiências que elas acumulam ao longo de sua vida. Tal compreensão, guarda uma íntima correspondência com a tendência em educação moral denominada de clarificação de valores. Segundo esta concepção, a educação moral tem como preocupação fundante o esclarecimento dos valores (Raths, Harmin & Simon, 1967) que emergem do próprio indivíduo. Cabe ao professor ajudar os seus alunos a discerni-los e orientá-los naquilo que eles consideram como justo e aceitável. Em nenhum momento as professoras conseguem fazer a ponte entre os valores e as condições objetivas e/ou subjetivas de surgimento deles. Apenas ressaltam a importância de os pequenos cidadãos saberem se colocar diante das situações surgidas, como que magicamente.
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Desempenho motor de alunos com paralisia cerebral frente à adaptação de recursos pedagógicos

Desempenho motor de alunos com paralisia cerebral frente à adaptação de recursos pedagógicos

O objetivo inicial deste estudo foi o de identificar os recursos pedagógicos mais utilizados pelos professores de educação infantil para a escolha do recurso em que houve as modificaçõ[r]

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Perfil do professor da educação básica

Perfil do professor da educação básica

2008, e sua consequente expansão nos últimos 10 anos; embora esse número ainda seja tímido quando comparado à totalidade de escolas estaduais que disponibilizam vagas nessa modalidade. Os dados relacionados à questão de gênero são igualmente alarmantes. A participação feminina na docência, ainda que oscile em determinadas etapas, evidencia a presença maciça de professoras. De acordo com os resultados de 2017, as mulheres desempenham a docência em 96,6% nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, 88,9% na Educação Infantil, 68,9% nos Anos Finais do Ensino Fundamental e 59,6% no Ensino Médio. Ainda que os números apontem para uma diminuição dessa diferença no decorrer da escolaridade, eles estão longe de equilibrá-la: as mulheres representam 81% do total de docentes brasileiros e esses números mantém-se no comparativo por região. A autora, antes, durante e depois da discussão dos resultados apresenta diversos referenciais de estudos que problematizam essa questão no contexto da formação de professores, sinalizando a relevância desse tema para compreender as características das relações entre docentes e alunos no âmbito escolar.
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UNIVERSIDADE DE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL MARIA DO SOCORRO CAVALCANTE LIMA

UNIVERSIDADE DE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL MARIA DO SOCORRO CAVALCANTE LIMA

Eu, Maria do Socorro Cavalcante Lima, estou realizando uma pesquisa chamada: A utilização da brincadeira na educação infantil, cujo objetivo geral é analisar como os professores da Educação Infantil lidam com o jogo nas suas aulas. O objetivo inicial é realizar um levantamento de dados sobre a utilização dos jogos pelos professores de uma escola de Ensino Fundamental Centro Regional de Educação Infantil que atende os requisitos exigidos pelo estudo. Munindo-se de conteúdo para a sistematização e escrita dos resultados da pesquisa. Deste modo, o resultado final desta pesquisa irá constituir-se de referencial teórico e prático para pesquisadores de áreas ligadas a cultura e a educação. Assim como trará novos olhares sobre a utilização do jogo como ferramenta necessária para o meio infantil. Serão realizadas observações com diferentes professores ligados à escola de ensino infantil. As informações serão registradas em um formulário com questões semi-estruturadas. Com estas informações é solicitado sua autorização para serem divulgados os dados da pesquisa em futuros trabalhos de fins acadêmicos.
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A importância da ludicidade na educação infantil para o processo de ensino aprendizagem / The importance of ludicity in childhood education for the teaching learning process

A importância da ludicidade na educação infantil para o processo de ensino aprendizagem / The importance of ludicity in childhood education for the teaching learning process

Esta pesquisa de cunho bibliográfico buscou analisar e auxiliar o processo de ensino aprendizagem das crianças por meio da ludicidade procurando contextualizá-la no ambiente escolar sugerindo propostas para o trabalho do professor. A partir de pesquisa qualitativa e questionário sobre a temática com os professores da escola. Quanto à pesquisa, Richardson (2014) “caracteriza a pesquisa qualitativa como aquela que não pretende numerar ou medir unidades ou categorias homogêneas”.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ESTUDOS ESPECIALIZADOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL MEIRILENE DOS SANTOS ARAÚJO BARBOSA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ESTUDOS ESPECIALIZADOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL MEIRILENE DOS SANTOS ARAÚJO BARBOSA

Esta pesquisa tem como objeto de estudo as interações entre adultos e crianças na visão dos professores de creche da rede municipal de Fortaleza. Teve por motivação situações pessoais e profissionais de observação das práticas, que nos fizeram atribuir grande significado a essas interações. O referencial teórico baseia-se na teoria sócio-histórica de Vygotysky (2007), incluindo outros autores. Os procedimentos metodológicos englobaram uma pesquisa de campo em uma perspectiva “estudo de caso”, sendo utilizado como instrumento de coleta de dados: a entrevista, instrumento que busca coletar a opinião dos atores envolvidos na pesquisa, e análise de cenas. Os resultados encontrados revelam que os professores identificam as práticas tradicionais que desconsideram a competência da criança e seus direitos, julgando fazer parte da história da Educação Infantil; no entanto reconhecem que tais práticas não mais são aceitáveis ao contexto atual, tentando adequar seu dia a dia às novas exigências, o que ainda precisa ser melhor consolidado.Também mostram que ainda se fazem necessários mais estudos e reflexões para uma melhor compreensão e incorporação dos princípios éticos, políticos e estéticos na conduta do professor, como referência de interação entre as crianças. Verificamos que às interações, as professoras atribuem a ampliação dos conhecimentos das crianças, o favorecimento de sua expressão e criatividade, a influência da afetividade para a criança na construção de si mesma. E ainda que as professoras apontam o acesso aos materiais, a necessidade de estudos e atualização e a discussão com seus pares no contexto de trabalho e na formação continuada em nível de especialização e dos cursos oferecidos pela prefeitura, como possibilidades que contribuirão para a constante evolução da qualidade das interações no contexto de suas práticas. Considera-se, por fim, que para que ocorra no grupo docente da Educação Infantil um progressivo avanço das concepções, da identidade, das práticas com as crianças, do reconhecimento da importância da relação entre as interações sociais no ambiente institucional e no desenvolvimento infantil, faz-se urgente que esse processo seja impulsionado de maneira significativa tanto pelas instâncias educativas quanto pelas políticas educacionais.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ESTUDOS ESPECIALIZADOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ESTUDOS ESPECIALIZADOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL

A partir das considerações sobre o “Brincar” dentro do contexto educacional e suas relações com o desenvolvimento integral das crianças da pré-escola, o presente trabalho apresenta, algumas respostas à questão seguinte: “por que brincar na escola”? O espaço escolar é um lugar de educação integral, de desenvolvimento, não apenas intelectual e motor, mas, também de amor, relacionamentos, socialização. Esta parte do desenvolvimento infantil é de grande importância para a formação integral da criança. Com isso o presente estudo teve como objetivo geral investigar melhor algumas questões sobre o trabalho dos professores da Educação Infantil, a respeito dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento socioeducativo das crianças na educação infantil. E como objetivos específicos identificar os conhecimentos que professores da Educação Infantil já tem sobre os jogos e brincadeiras para o desenvolvimento social das crianças e analisar as situações em que os jogos e as brincadeiras são utilizadas. Foram avaliadas 20 professoras, entre 20 e mais de 50 anos de idade, de escolas públicas e privadas da cidade de Juazeiro do Norte, Ceará. Essas professoras responderam a um questionário a respeito do seu trabalho com crianças, através dos jogos e brincadeiras na educação infantil e sua importância no desenvolvimento socioeducativo. Para análise estatística foi utilizados o agrupamento de resposta e porcentagem simples. Após a análise das respostas foi concluído que as professoras entrevistadas têm consciência que os jogos e brincadeiras podem contribuir para a transformação da sociedade de uma forma construtiva.
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CONTRIBUTOS DA FORMAÇÃO PARA A (RE)DEFINIÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE NA CRECHE: TENSÕES E CONQUISTAS

CONTRIBUTOS DA FORMAÇÃO PARA A (RE)DEFINIÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE NA CRECHE: TENSÕES E CONQUISTAS

Resumo: A construção da identidade docente na creche é o foco deste trabalho que foi desenvolvido de 2014 a 2016. O objetivo geral foi refletir sobre a identidade docente na creche, oferecendo estudos que pudessem fortalecer a autoestima e a formação dos professores, contribuindo para que entendessem o quanto é de vital importância o papel do educador como mediador ou facilitador do processo de aprendizagem na Creche. A principal motivação para esse trabalho foi a sensação de desprestígio e desvalorização que os professores tinham por atuarem na creche. A pesquisa se desenvolveu por meio de questionários aplicados aos professores que objetivavam coletar as percepções sobre a própria profissão e as necessidades formativas que sustentariam as reflexões e propostas que seriam construídas a partir das legislações para a educação infantil promulgadas nos últimos anos. A metodologia utilizada foi a pesquisa-ação. O processo foi um pouco conturbado, mas os resultados absolutamente positivos, pois as professoras começaram a reconhecer a importância das práticas pedagógicas na creche e passaram a sentir–se mais fortes para lutarem pelo reconhecimento social e salarial. Palavras-chave: Identidade docente; Creche; Formação continuada; Pesquisa-ação.
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Cultura lúdica docente em jogo: nos recôndidos da memória.

Cultura lúdica docente em jogo: nos recôndidos da memória.

A pesquisa Cultura lúdica docente em jogo: nos recônditos da memória, é fruto de uma investigação acerca da cultura lúdica do docente de Educação Infantil, com o objetivo de compreender como o professor relaciona sua cultura lúdica com sua prática docente. A metodologia teve por base a perspectiva qualitativa fenomenológica e a pesquisa autobiográfica, conjugada com a pesquisa “colaborativa”. Envolveu seis sujeitos, professores da Educação Infantil, integrantes da rede de ensino público municipal de Fortaleza, membros do corpo docente da Escola Municipal de Educação Infantil professora Alba Frota. O trabalho de campo constou de 14 encontros com o grupo de sujeitos, durante os quais foram realizadas oficinas lúdico-criativas, sessões reflexivas, rodas de conversa, entrevistas individuais, narrativas autobiográficas e, finalmente, uma entrevista coletiva. Parte destes encontros foi destinada às memórias lúdicas da infância de cada professor, ocasião em que estas foram relacionadas às suas práticas docentes. Neste contexto, por meio das histórias de vida, os sujeitos recuperaram fragmentos de sua cultura lúdica, mediante as experiências vivenciais, culminando com a elaboração de um memorial escrito. Os dados foram agrupados em duas categorias de análise: experiências fundadoras e experiências formadoras. As experiências vividas e atualizadas nas lembranças foram analisadas segundo a categoria de experiências fundadoras, enquanto a reflexão sobre estas experiências constituiu a categoria das experiências formadoras. A análise do corpus da pesquisa permite afirmar que a experiência da cultura lúdica do docente inicialmente foi subestimada, mas revalorizada à medida que foi submetida ao trabalho com as narrativas, o que permitiu que os professores identificassem limitações de ordem institucionais, pessoais e culturais em relação as suas práticas pedagógicas que incluem o lúdico.
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Direitos humanos e democracia na educação infantil: atuação do psicólogo escolar em uma associação pró-educação.

Direitos humanos e democracia na educação infantil: atuação do psicólogo escolar em uma associação pró-educação.

Essa experiência se deu por um período de pouco mais de um ano de atuação profissional da primeira autora como psicóloga escolar da Associação (de 2007 a 2008). Sendo assim, este trabalho consiste em uma pesquisa participante onde a abordagem etnográfica foi empregada como forma de inserção no cotidiano escolar e de investigação em uma relação contínua da pesquisadora com os participantes. Segundo Sato e Souza (2001), essa abordagem tem por objetivo “compreender como as pessoas coletivamente constroem e dinamizam processos sociais, como a subjetividade se expressa, como atribuem significado às situações sociais que ganharam uma organização formalmente constituída” (p. 29). Esse estar no campo de pesquisa permite compreender a vida diária na escola e as redes de relações entre os vários atores desse contexto, com objetivo de estabelecer vínculo de confiança a fim de criar possibilidade de escuta e dar voz aos sujeitos envolvidos. A participação cotidiana permite compreender de forma aprofundada os conflitos e contradições que surgem, repensando as relações hierárquicas e buscando uma contextualização sócio-histórica dos fenômenos escolares. A metodologia se constrói no cotidiano, uma vez que a troca de ideias promove mudanças de atuação frente às dificuldades relacionais (Souza, 1997). É, portanto, a abordagem a ideal para o trabalho do psicólogo escolar por contribuir para o questionamento das ideologias naturalizantes e dos discursos institucionalizados e cristalizados, além de permitir inovações pedagógicas por meio da reflexão e do diálogo (Yokoy & Pedroza, 2005). Dessa forma, a pesquisadora foi considerada também como participante da pesquisa, junto com as 32 pessoas que atuavam na escola (coordenação, professores, estagiários, administração e equipe de apoio), as 140 crianças, e aproximadamente os 300 pais, mães ou responsáveis.
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