propriedades físicas do solo

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Propriedades físicas do solo em função de manejos em lavouras de cafeeiro conilon.

Propriedades físicas do solo em função de manejos em lavouras de cafeeiro conilon.

Os solos de uso agrícola estão sujeitos a modificações em suas propriedades, de acordo com o tipo de uso e sistemas de manejo adotados. Este trabalho teve como objetivo avaliar, em diferentes locais de amostragem, as propri- edades físicas de solos cultivados com lavouras cafeeiras, sob distintos manejos, no sul do Estado do Espírito Santo. Foram realizadas amostragens nas camadas de 0,00-0,20 m e 0,20-0,40 m, na parte superior da projeção da “saia” do cafeeiro, em relação ao sentido de declive do terreno. Foram utilizadas, para o estudo, lavouras representativas da região sul do Estado, apresentando a mesma classe de solo (Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, relevo forte ondulado), tendo os seguintes manejos: M1 - irrigação por gotejamento, calagem a cada dois anos, adubação, roçadas e uso da palha de café; M2 - adubação, roçadas e capinas; M3 - capinas e roçadas. Em cada manejo, foram avaliados os seguintes locais de amostragem: TS - terço superior, TM - terço médio; TI - terço inferior, ao longo do declive. As propriedades físicas avaliadas foram: densidade do solo, porosidade total, macroporosidade, microporosidade e resis- tência do solo à penetração. Para as condições experimentais, a resistência do solo à penetração, a macroporosidade e a microporosidade mostraram-se importantes indicadores físicos da qualidade do solo, influenciados pelo manejo, local de amostragem e camada avaliada.
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Análise da influência das propriedades físicas do solo na deflagração dos escorregamentos...

Análise da influência das propriedades físicas do solo na deflagração dos escorregamentos...

município. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é investigar algumas propriedades físicas do solo a fim de analisar a influência destas na distribuição e na deflagração dos escorregamentos translacionais rasos. As amostras de solo foram coletadas em três pontos, em diferentes profundidades (lateral, superior e interior) de três cicatrizes de escorregamentos rasos de 1967. As seguintes propriedades foram analisadas: distribuição granulométrica, limites de Atterberg, porosidade, densidade, curvas de retenção de água e resistência ao cisalhamento. As amostras apresentaram valores altos para as frações de areia, cerca de 80%, com uma composição granulométrica variável, destacando a existência de areias siltosas e pouco argilosas e siltes pouco argilosos, com os horizontes de solos mais profundos formados predominantemente por materiais siltosos e/ou arenosos, enquanto os horizontes superficiais apresentaram-se mais argilosos. Ainda que com baixos índices de atividade e por muitas vezes inatividades, não apresentaram significativa variabilidade quanto aos índices físicos onde os corpos de prova não atingiram a saturação total, alcançando uma média percentual de 70% de umidade e valores para densidade e índices de vazios muito próximos, de 2,55 g/cm 3 e 1,151 g/cm 3 , respectivamente quanto aos parâmetros de resistência. Os ângulos de atrito foram menores para os horizontes superficiais (29,1º e 25,8º) em detrimento das camadas subjacentes, 1,75m e 2,00m, (31,9º e 36,8º). É importante ressaltar que boa parte dos estudos já desenvolvidos sobre a temática Serra do Mar Paulista focam o mapeamento destes processos na paisagem e o papel dos parâmetros topográficos, sobretudo da declividade, na distribuição dos mesmos. Entretanto, são escassas as informações sobre a tipologia e as propriedades dos solos, em escala de detalhe que possam efetivamente influenciar a estabilidade das encostas da Serra do Mar. Espera- se, portanto, que este estudo possa subsidiar em melhor entendimento dos mecanismos de ruptura dos escorregamentos rasos neste compartimento geomorfológico.
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TOPOGRAFIA E VARIABILIDADE ESPACIAL DE PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO

TOPOGRAFIA E VARIABILIDADE ESPACIAL DE PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO

RESUMO: O relevo é um dos fatores de formação do solo mais usados em mapeamento de solos devido sua forte correlação com a variabilidade espacial de atributos do solo na paisagem. O objetivo desse trabalho foi avaliar a relação entre topografia e a variabilidade espacial de algumas propriedades físicas de solos. Em uma pastagem com 2,84 ha instalou-se uma grade regular com espaçamento de 20 m, nas proximidades de Seropédica, RJ, onde cada ponto de amostragem foi georreferenciado. Em cada ponto de amostragem foi medida a altitude e foram coletadas amostras indeformadas nas profundidades de 0,0–0,1; 0,1–0,2 e 0,2–0,3 m. Determinaram-se os teores de carbono, textura, densidade do solo e das partículas e retenção de água a 10, 80 e 1500 kPa. Estatística descritiva foi usada para avaliar a tendência central e a dispersão dos dados. Semivariogramas simples e cruzados foram usados para avaliar a variabilidade espacial da altitude, e dos atributos físicos do solo, bem como a relação entre altitude e atributos físicos do solo. Com exceção da fração silte (nas três profundidades), densidade do solo (0,2–0,3 m) e densidade das partículas (0,0–0,1 m), todos os atributos apresentaram forte dependência espacial. Encontraram-se maiores teores de argila, bem como de retenção de água a 10, 80 e 1500 kPa, nas cotas mais elevadas. A correlação entre altitude e atributos físicos decresceu com o aumento da profundidade. Os semivariogramas cruzados comprovaram a viabilidade do uso da altitude, por cokrigagem, para aperfeiçoar a interpolação de areia e argila na camada de 0.0–0.3 m, e de retenção de água a 10, 80 e 1500 kPa na camada de 0.0–0.2 m.
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Propriedades físicas do solo e sistema radicular do cacaueiro, da pupunheira e do açaizeiro na Amazônia oriental.

Propriedades físicas do solo e sistema radicular do cacaueiro, da pupunheira e do açaizeiro na Amazônia oriental.

O conhecimento das relações entre raízes das culturas e propriedades físicas do solo é de grande importância para o manejo adequado. Esta pesquisa avalia a distribuição das raízes das culturas do cacaueiro, da pupunheira e do açaizeiro, relacionando com as propriedades físicas do solo. O estudo foi desenvolvido em Latossolo Amarelo álico, e as amostras de raízes e de solos foram retiradas a cada 10 cm até 40 cm. O delineamento experimental utilizado para cada cultura foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial (quatro profundidades e três classes de raízes), com quatro repetições. As amostras de raízes foram obtidas em monólitos e em dois pontos de distância entre as fileiras das plantas, separadas em três classes de diâmetro: < 1,0 mm, 1,0-3,0 mm e > 3,0 mm. O açaizeiro apresentou o dobro de raízes da pupunheira e 10 vezes mais que do cacaueiro. Entre as distâncias das plantas não houve diferença na quantidade de raízes da pupunheira. Houve correlação direta entre a quantidade de raízes, das três culturas, e o teor de areia grossa, e inversa com a densidade do solo e o teor de argila. O volume de poros grandes teve correlação direta com a quantidade de raízes do cacaueiro e do açaizeiro nas três classes de diâmetro. O açaizeiro, além de possuir o sistema radicular mais abundante, apresenta o maior número de correlações entre a quantidade de raízes e as propriedades físicas do solo, envolvendo as três classes de diâmetro de raízes.
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Propriedades físicas de um Cambissolo Húmico afetadas pelo tipo de manejo do solo.

Propriedades físicas de um Cambissolo Húmico afetadas pelo tipo de manejo do solo.

RESUMO: A degradação das propriedades físicas do solo é um dos principais processos responsáveis pelo aumento da erosão hídrica. O preparo convencional predispõe o solo a este processo, já que é executado com intenso revolvimento mecânico do solo. A semeadura direta, por outro lado, é um sistema de manejo conservacionista, pois a ausência de preparo mantém os resíduos vegetais e aumenta o teor de matéria orgânica na superfície, apesar de aumentar a densidade e diminuir a porosidade superficial do solo. O trabalho foi desenvolvido num CAMBISSOLO HÚMICO Alumínico, em Lages- SC, de maio de 1995 a novembro de 1999, com o objetivo de avaliar as modificações em algumas propriedades físicas do solo afetadas pelo manejo. Os tratamentos foram, preparo convencional executado com uma aração+duas gradagens (PCO) e semeadura direta (SDI), ambos com quatro repetições, além de um tratamento de campo nativo pastejado (CNP), com duas repetições. Na SDI foram cultivadas ervilhaca e milho em sucessão e, no PCO, adotou-se a sucessão milho seguido de pousio. Foram avaliadas a resistência do solo ao penetrômetro e diâmetro médio ponderado de agregados (DMP), ambos nas profundidades de 0-2,5; 2,5-5,0; 5,0-10,0 e 10,0-15,0 cm, e a taxa de infiltração de água no solo. O tipo de manejo não afetou o DMP na camada de 0-2,5 cm; nas demais camadas, no entanto, o CNP e SDI apresentaram valores maiores do que o PCO, não diferindo entre si. A resistência do solo ao penetrômetro foi maior na SDI do que nos demais tratamentos, na camada de 0-2,5 cm. A taxa de infiltração de água no solo, tanto inicial quanto final, foi maior no PCO do que nos demais tratamentos. Palavras-chave: preparo conservacionista, resistência do solo, estabilidade de agregados, infiltração de água
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Variabilidade espacial de propriedades físicas do solo em uma parcela experimental.

Variabilidade espacial de propriedades físicas do solo em uma parcela experimental.

As propriedades físicas e hídricas do solo estudadas por diversos autores (Es et al., 1991; Vieira et al., 1992; Nielsen et al., 1993; Sousa et al., 1999; Fietz et al.,1999; Souza et al., 2001; Joaquim Junior et al., 2002) variaram de um local para outro, apresentando continuidade ou dependência espacial, dependendo do manejo adotado e das próprias características de origem dos solos. Segundo Beutler et al. (2002), as propriedades hídricas, como a curva de retenção de água, dependem do tipo de solo, histórico de uso e preparo do solo. Solos manejados por diferentes preparos são alterados em profundidade e, principalmente neste caso, segundo Carvalho et al. (2002), a profundidade é um fator importante no estudo de dependência espacial.
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Propriedades físicas e químicas em diferentes usos do solo no Brejo Paraibano.

Propriedades físicas e químicas em diferentes usos do solo no Brejo Paraibano.

A microrregião do Brejo Paraibano apresenta relevo ondulado a fortemente ondulado, com áreas de vegetação nativa de florestas subperenifolia. Essa vegetação, em grande parte, foi substituída por cana- de-açúcar (Brasil, 1972), mas com o declínio do sistema sucroalcooleiro, no início da década de 1990, começou a introdução das pastagens. Nos últimos anos, com o intuito de produzir estacas e mourões para cercas, foi introduzido o cultivo de sabiá em áreas de pastagens. Em razão da elevada declividade, modificações no uso podem favorecer a erosão e degradação do solo. Para entender essa degradação no Brejo Paraibano, o estudo das propriedades físicas e químicas em áreas de mata, sabiá e pasto precisa ser efetuado (Santos et al., 2010). Santos et al. (2010) e Souza (2010) observaram que a agregação, densidade do solo e porosidade total foram prejudicadas nas áreas de pastagem no Brejo Paraibano e, em razão do tráfego de animais, do excesso de pastejo e da inaptidão agrícola, os solos entraram em processo de erosão e degradação. Com a perda de C e argila pelo processo erosivo e o impedimento do desenvolvimento das raízes pelo adensamento do solo, a formação e estabilização de agregados ficaram comprometidos. Segundo Six et al. (2000),quando o teor de matéria orgânica e argila do solo diminui, os valores de agregados estáveis em água decrescem. Já a baixa densidade de raízes, com crescimento pouco agressivo, diminuirá sua ação para formação e estabilização dos agregados (Silva & Mielniczuk, 1997, 1998; Silva et al., 2011; Vezzani & Mielniczuk, 2011).
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Variabilidade de propriedades físicas e químicas do solo em um pomar cítrico.

Variabilidade de propriedades físicas e químicas do solo em um pomar cítrico.

Objetivando fornecer subsídios para esquemas de amostragem e planejamento de experimentos com citros, avaliou-se, em 1990, a variabilidade de propriedades físicas e químicas do solo em uma transeção de 50 plantas espaçadas de 4 m, em um pomar de laranja ‘Pêra’ com doze anos de idade, sob manejo uniforme e implantado em um latossolo amarelo distrófico textura média relevo plano, em Governador Mangabeira (BA). Em cada planta, colheu-se uma amostra de solo em um ponto fixo sob a projeção da copa, em faixa sucessivamente adubada. Os resultados permitiram concluir que apenas fósforo e umidade gravimétrica apresentaram distribuição normal, com as demais propriedades seguindo a lognormal. Os maiores coeficientes de variação foram obtidos para potássio e fósforo e, os menores, para saturação por bases, pH em CaCl 2 , pH em água e areia total. Com exceção de saturação por
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EFEITO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS E QUÍMICAS DO SOLO EM ALGUMAS PROPRIEDADES DA MADEIRA DE TECA (TECTONA GRANDIS)

EFEITO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS E QUÍMICAS DO SOLO EM ALGUMAS PROPRIEDADES DA MADEIRA DE TECA (TECTONA GRANDIS)

RESUMO – Estudou-se o efeito das propriedades físicas e químicas do solo em algumas propriedades da madeira de Tectona grandis oriundas de plantações entre 7 e 15 anos de idade, localizadas nas regiões Norte e Noroeste da Costa Rica, as quais apresentam dois tipos de clima (tropical seco e tropical úmido) e com grande variedade de fertilidade de solo. As análises do solo consistiram no estudo de suas propriedades físicas (porcentagem de argila, limo e areia, densidade aparente, porcentagem de retenção de água e de água útil, retenção 15 Bar e 0,33 Bar) e propriedades químicas (pH, acidez e conteúdo de Ca, Mg, K, P, Zn, Cu, Fe e Mn). As contrações tangenciais e radiais foram as propriedades da madeira mais correlacionadas com as características do solo, seguidas da porcentagem de cerne, medula e casca e teor de umidade na condição verde. A propriedade de menor correlação foi a densidade básica, enquanto a contração volumétrica não foi correlacionada com nenhuma propriedade do solo. Os coeficientes de correlação foram altamente significativos ( α = 0,05), embora baixos valores (<0,67) foram encontrados, provavelmente influenciados pela ampla variedade das condições de clima e de solo amostrados. As propriedades físicas e químicas do solo não apresentaram influência expressiva nas propriedades da madeira de teca. Assim, apesar da grande variedade de solos existente na Costa Rica, a Teca pode ser cultivada comercialmente em todos eles sem que ocorram grandes variações nas propriedades da madeira.
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Efeito do pisoteio bovino em algumas propriedades físicas do solo de várzea.

Efeito do pisoteio bovino em algumas propriedades físicas do solo de várzea.

comprimento. Comparando as coletas realizadas antes do início do pastejo (época 1) e após o término do pastejo (época 2), constata-se que houve compactação somente na profundidade de 0-5cm. Esses resultados estão de acordo com os obtidos por TREIN et al. (1991), que observaram o efeito do pisoteio de animais bovinos num período curto (40 horas), com lotação muito elevada (200 cabeças/ha), ocasionando compactação nos 7,5cm superficiais do solo. Resultados semelhantes também foram obtidos por CORREA & REICHARDT (1995), avaliando a influência do tempo de 4, 6 e 10 anos de pastejo em características físicas de um latossolo amarelo, tendo concluindo que houve aumento da resistência à penetração com o passar dos anos de pastejo, na camada de 0-10cm de solo. Em outro trabalho, conduzido com o objetivo de avaliar intensidades de pastejo, SCHNEIDER et al. (1981), observaram que, em período de dois anos com pastejo direto de bovinos no sistema contínuo, as modificações foram mais acentuadas nos períodos iniciais e se manifestaram mais intensamente na camada superficial.
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Variabilidade espacial das propriedades físicas do solo em primeiro ano de colheita de cana-de-açúcar / Spatial variability of physical soil in first cane sugar crop year

Variabilidade espacial das propriedades físicas do solo em primeiro ano de colheita de cana-de-açúcar / Spatial variability of physical soil in first cane sugar crop year

Já para linha de cultivo (Figuras 1e, 1f e 1g), a RMSP variou entre 0 a 3 MPa, com os valores mais altos a partir da profundidade de 20 cm, profundidade está com pouco efeito do preparo do solo para implantação da cultura. Isto pode dificultar o desenvolvimento radicular e o perfilhamento da planta. Como mencionado por COLLARES et al. (2006), em condições de solo compactado, o sistema radicular se concentra na superfície do solo, limitando o acesso à água e nutrientes.

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Propriedades físicas do solo em sistemas de manejo na integração agricultura-pecuária.

Propriedades físicas do solo em sistemas de manejo na integração agricultura-pecuária.

Na camada de 5 a 10 cm, o preparo convencional foi o sistema com maior teor de COT, enquanto o plantio direto pastejado teve o menor teor. As alterações devem-se à incorporação dos resíduos culturais e à mistura de diferentes camadas do solo pelo revolvimento, o que favorece a mineralização da matéria orgânica, além do consumo da pastagem no plantio direto pastejado. Maiores teores de COT nos sistemas conservacionistas, em comparação ao convencional, também foram encontrados por Campos et al. (1995) em Latossolo Vermelho, Bayer et al. (2000) em Argissolo Vermelho e Costa et al. (2003) em Latossolo Bruno. A intensidade da mobilização do solo no preparo reduzido faz com que esse sistema tenha teor de COT intermediário entre o PC e o PD.
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Efeito de formas de manejo em algumas propriedades físicas e químicas de um Latossolo Vermelho em diferentes agroecossistemas.

Efeito de formas de manejo em algumas propriedades físicas e químicas de um Latossolo Vermelho em diferentes agroecossistemas.

Resumo: Foram selecionadas, em 1998, quatro áreas de um Latossolo Vermelho Eutrófico típico muito argiloso, uma sob mata nativa (Floresta Latifoliada Tropical) e três sob cultivo de milho, cana-de-açúcar e pastagem, localizadas na Fazenda de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Campus de Jaboticabal. Caracterizaram-se as seguintes propriedades físicas: resistência do solo à penetração, realizada com penetrômetro de impacto, até 40 cm de profundidade e velocidade de infiltração de água, realizada com o duplo cilindro concêntrico, nos quatro sistemas de uso do solo. Foram realizadas determinações analíticas de fósforo, matéria orgânica, pH, cálcio, magnésio, potássio, hidrogênio + alumínio e calculados a soma de bases, CTC e saturação por bases. Todas as formas de uso e manejo empregadas provocaram degradação das propriedades físicas do solo em relação ao solo natural (mata), quantificada através de maiores valores de resistência do solo à penetração e menores valores de velocidade de infiltração de água. A degradação das propriedades químicas dos solos nos agroecossistemas estudados foi maior nas culturas de cana-de-açúcar e milho, que na pastagem. A degradação das propriedades físicas causou ao solo níveis críticos mais limitantes ao desenvolvimento das culturas, que aqueles referentes às propriedades químicas.
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Aspectos metodológicos da pesquisa sobre compactação e qualidade física do solo

Aspectos metodológicos da pesquisa sobre compactação e qualidade física do solo

A compactação do solo tem sido objeto de estudo devido a utilização mais freqüente e intensa da mecanização e devido a sua influência negativa na qualidade física do solo às culturas. Os efeitos da compactação sobre a deterioração da estrutura do solo dependem de vários fatores, como, a textura, o conteúdo de carbono orgânico, o conteúdo de água no solo durante as operações de campo e a freqüência e intensidade da carga aplicada pelas máquinas e implementos utilizados no campo. Estes fatores são os responsáveis pelos diferentes níveis de compactação encontrados nos solos agrícolas, sendo que a influência destes é de importância fundamental para o desenvolvimento de estratégias que evitem ou pelo menos amenizem a compactação no perfil do solo. Neste sentido, este trabalho teve por objetivos (i) analisar os efeitos de diferentes níveis de carga de máquinas aplicados no solo sobre as propriedades físicas do solo; (ii) determinar propriedades físicas do solo em camadas superficiais e subsuperficiais de um solo cultivado por longo prazo em sistema de plantio direto; (iii) avaliar a qualidade física do solo através do parâmetro S; (iv) comparar as predições da pressão de preconsolidação estimada por diferentes métodos de ajuste com uma ampla variação textural do solo. Para isso, foi realizado um estudo de campo, conduzido em quatro experimentos na Suécia com tráfego de máquinas, onde diferentes pressões foram detectadas por sensores colocados em diferentes profundidades no solo, assim como a análise da densidade do solo e da resistência à penetração. Em outro estudo, propriedades dinâmicas e estáticas foram determinadas em diferentes camadas de um solo cultivado sob sistema de plantio direto há 14 anos, analisando a qualidade física do solo. E por final, a análise comparando diferentes métodos de ajuste para pressão de preconsolidação foi realizada. As propriedades físicas do solo refletiram os efeitos das cargas aplicadas no solo, demonstrando aumento da densidade do solo e da resistência à penetração. As propriedades estáticas do solo demonstraram a existência de uma camada mais densa no perfil do solo, porém as propriedades dinâmicas apresentaram resultados satisfatórios na mesma camada. A qualidade do solo avaliada pelo parâmetro S indicou que o solo possui boa estrutura física em todas as camadas estudadas. As comparações entre métodos de ajuste para a pressão de preconsolidação indicaram que superestimativas e subestimativas podem ocorrer quando se usa métodos diferentes, tornando difícil o uso de um valor absoluto de pressão de preconsolidação como um limite para as pressões exercidas no solo a fim de evitar a compactação do mesmo.
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Alteração das propriedades físicas e químicas do solo em função de diferentes sistemas agrícolas - São José da Lapa/MG

Alteração das propriedades físicas e químicas do solo em função de diferentes sistemas agrícolas - São José da Lapa/MG

Segundo Araújo et al. (2004b), um solo degradado pode apresentar, além da redução da quantidade de água disponível, uma menor taxa de difusão de oxigênio e maior resistência do solo à penetração, as quais podem influir no crescimento das plantas e, conseqüentemente, implicam a disponibilidade de água no solo. Dessa forma, a caracterização dos efeitos dos sistemas de uso e manejo sobre a degradação e qualidade física do solo é mais bem quantificada por medidas integradoras dessas modificações. Gomes et al. (2004) afirmam que evitar a degradação de terras produtivas e avançar em aspectos específicos de qualidade dos solos são demandas que se relacionam com o aumento do conhecimento sobre a diferenciação de atributos dos solos nos seus respectivos ambientes naturais. Esse quadro ambiental pode, muitas vezes, refletir uma queda da produtividade ou até mesmo inviabilizar um empreendimento agrícola.
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Pastejo e nitrogênio no azevém sobre a qualidade física do solo e produtividade do feijão.

Pastejo e nitrogênio no azevém sobre a qualidade física do solo e produtividade do feijão.

O entendimento da interação entre os fatores é fundamental para nortear às atividades antrópicas que visam à utilização mais racional do ecossistema, em especial aqueles associados ao manejo dos solos. No sistema integração lavoura-pecuária, busca-se conciliar a melhor resposta do animal por unidade de área, com a alta produtividade de grãos no verão, avaliando-se a carga animal praticada, as doses de fertilização nitrogenada, a influência do pastejo e a época de retirada dos animais da pastagem. A hipótese deste trabalho é que o pastejo moderado de pastagens de inverno com adubação de nitrogênio adequada não altera as propriedades físicas do solo, além da faixa limitante ao crescimento do feijão no verão, em sistema de integração lavoura-pecuária.
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Alterações nas propriedades físicas de um latossolo vermelho-escuro sob diferentes culturas

Alterações nas propriedades físicas de um latossolo vermelho-escuro sob diferentes culturas

O presente trabalho objetivou analisar as alterações das propriedades físicas de um Latossolo Vermelho-Escuro, sob diferentes culturas e sua capacidade de recuperação. No ano de 1996, foram coletadas amostras de solos sob vegetação de milho, pinus, eucalipto, pastagem e mata ciliar, após 10 anos de cultivo, e cerrado (condição natural), em três profundidades (0,00-0,10; 0,10-0,20 e 0,20-0,40 m), em áreas pertencentes à Fazenda de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira – UNESP, localizada no município de Selvíria, MS. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com 18 tratamentos e 10 repetições. Nos diferentes tratamentos, determinaram-se macroporosidade, microporosidade, porosidade total, densidade do solo, análise granulométrica e resistência à penetração. Com base nos resultados, concluiu- se que ocorreram alterações nas propriedades físicas do solo, quando se compararam os diferentes usos com a condição natural; as áreas com mata ciliar e pinus foram as que mais se aproximaram das condições naturais, apresentando, porém, compactação na camada superficial; as áreas apresentaram maior alteração na profundidade de 0,00-0,10 m, com exceção da área com culturas anuais.
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Propriedades físicas de um cambissolo húmico álico afetadas pelo manejo do solo.

Propriedades físicas de um cambissolo húmico álico afetadas pelo manejo do solo.

A degradação física do solo é um dos principais processos responsáveis pelo aumento da erosão hídrica. Os preparos convencionais normalmente são aceleradores desse processo, pois a sua execução exige um intenso revolvimento mecânico do solo. Assim, a semeadura direta apresenta-se como um manejo conservacionista, pois a ausência de preparo preser- va os resíduos culturais e aumenta a matéria orgânica, apesar de aumentar a densidade e diminuir a porosidade superficial do solo. O trabalho foi desenvolvido num cambissolo húmico álico, no Centro de Ciências Agroveterinárias de Lages - SC, no perío- do de maio de 1995 a novembro de 1997. Os tratamentos de preparo do solo, preparo convencional executado com uma aração+duas gradagens, e semeadura direta sem revolvimento do solo, foram instalados em quatro repetições. Na semeadura direta, foram cultivadas aveia, milho, aveia, milho e aveia e, no preparo convencional, aveia, milho, pousio, milho e pousio, em seqüência. Foram avaliadas a densidade do solo, carbono orgâ- nico, macroporosidade, microporosidade, porosidade total e relação macroporos/porosidade total, nas camadas 0-2,5, 2,5- 5,0, 5,0-10,0 e 10,0-15,0cm de profundidade. Nas camadas de 0- 2,5 e 2,5 a 5,0cm, a semeadura direta apresentou maior densida- de do solo e conseqüente menores macroporosidade e relação macroporos/porosidade total do que o preparo convencional. Na semeadura direta, a densidade do solo diminuiu com a profundi- dade, com conseqüente aumento na macroporosidade e na rela- ção macroporos/porosidade total, enquanto no preparo conven- cional este comportamento foi inverso.
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Erosão hídrica em diferentes sistemas de cultivo e níveis de cobertura do solo.

Erosão hídrica em diferentes sistemas de cultivo e níveis de cobertura do solo.

A combinação de época e sistema de cultivo interfere no processo erosivo (Scott Knott, p<0,05), considerando-se o incremento da cobertura vegetal e o preparo do solo. Em SE e PC, a formação do selamento supericial e a diminuição da rugosidade do solo, com as subsequentes chuvas aplicadas, favoreceram o aumento das perdas de solo e água (Panachuki et al., 2011). Em PC, a partir dos 40 DAS, o aumento da cobertura vegetal da soja interferiu nas perdas de solo, reduzindo-as em comparação às primeiras etapas e, consequentemente, aos 80 DAS obteve-se menor perda de solo, quando a cobertura do solo foi máxima. Embora alguns estudos apontem que o escoamento supericial é muito inluenciado por sistemas de preparo do solo, no presente trabalho constatou-se maior inluência das práticas de manejo sobre as perdas de solo do que no escoamento de água em superfície. Engel et al. (2009) constataram que o escoamento supericial é resultante tanto das condições de superfície do solo (cobertura vegetal, cobertura do dossel ou rugosidade ao acaso) quanto das condições físicas do solo e do sistema de preparo que, em subsuperfície, provocam relativo grau de compactação, além de alterar a porosidade interna das camadas supericiais do solo. Entre os fatores que afetam o processo erosivo e o tempo inicial para escoamento em superfície destacaram-se, no presente estudo, as condições de preparo do solo, rugosidade da superfície do terreno, tipo e quantidade da cobertura vegetal sobre o solo, a alteração das propriedades físicas do solo e o teor de umidade do solo antecedente às chuvas.
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Atributos físicos de dois Latossolos afetados pela compactação do solo.

Atributos físicos de dois Latossolos afetados pela compactação do solo.

As propriedades físicas do solo, que passam por inúme- ras mudanças provocadas pela compactação, indicam a sen- sibilidade do solo aos impactos de técnicas de manejo e for- necem informação sobre a sua capacidade em manter determinada função, como reter e disponibilizar água e nutri- entes às plantas (McQueen & Shepherd, 2002); assim, avali- ações como: agregados estáveis em água (Silva et al., 2000; Beutler et al., 2001), densidade, porosidade e condutividade hidráulica do solo (Marsili et al., 1998; Ishaq et al., 2001; McQueen & Shepherd, 2002), têm sido utilizadas como indi- cadores físicos da qualidade do solo, viabilizando estratégi- as para avaliar alterações de suas propriedades.
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