Proteção auditiva

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Estudo da influência da proteção auditiva na perceção de sinais de alerta na presença de ruído de fundo

Estudo da influência da proteção auditiva na perceção de sinais de alerta na presença de ruído de fundo

frequências). A investigação foi realizada com um abafador, abafadores montados em capacetes, tampões de espuma e sem qualquer proteção auditiva. Os investigadores verificaram que para frequências entre os 500 e 1000 Hz se registou um aumento do limiar de mascaramento quando colocados os protetores do tipo abafador (respetivamente 1,4 dB para o abafador e 2,4 dB para os abafadores montados no capacete) exigindo a emissão do sinal de alarme a elevados níveis de intensidade quando os sujeitos que participavam na experiência usavam os dispositivos de proteção auditiva. Este efeito não foi observado quando foram usados tampões auditivos. Acima de 1000 Hz, a média do limiar do mascaramento não é significativamente influenciada pelo uso dos protetores auditivos. É de notar que em todo o intervalo de frequências não se encontram diferenças entre o uso de tampões auditivos e a condição sem proteção. Isto deveu- se às caraterísticas de atenuação dos tampões auditivos nas baixas frequências (ruído de baixa frequência). Em oposição, o aumento do limiar de mascaramento quando se utilizam abafadores é devido à sua baixa atenuação nas baixas frequências.
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A proteção auditiva utilizada pelos militares do Exército Brasileiro: há efetividade?.

A proteção auditiva utilizada pelos militares do Exército Brasileiro: há efetividade?.

A segurança, em seu sentido mais amplo, é um item que recebe grande atenção nas ativida- des que foram observadas, as ações durante es- sas atividades são executadas somente após a ordem do instrutor ou condutor; porém, com relação à proteção auditiva, foi observado que não existem procedimentos de instrução de uso, sendo este de uso puramente opcional. A prote- ção auditiva para essa atividade deve prover não só a atenuação dos ruídos, mas também a possi- bilidade de entendimento das ordens e orienta- ções durante as atividades realizadas.

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Gênero e fatores associados ao uso de equipamento de proteção auditiva no trabalho.

Gênero e fatores associados ao uso de equipamento de proteção auditiva no trabalho.

Há um viés de gênero em relação à proteção da expo- sição ao ruído, especiicamente, para o uso do EPA, menos favorável às mulheres em comparação com os homens. O gênero, portanto, precisa ser considerado nos Programas de Conservação Auditiva. Embora o grau do clima de segurança e alguns dos seus componen- tes tenham se associado ao uso do EPA, apenas entre mulheres, é possível que intervenções pautadas nesse resultado, com ajustes para as especiicidades mascu- linas, possam também contribuir para melhor adesão à proteção auditiva entre os homens. Assim, pode-se contribuir para a prevenção do desencadeamento ou do agravamento da PAIR e promover melhores condições de saúde auditiva para os trabalhadores.
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Verificação da efetividade de uma ação educativa sobre proteção auditiva para trabalhadores expostos a ruído.

Verificação da efetividade de uma ação educativa sobre proteção auditiva para trabalhadores expostos a ruído.

Objetivo: Veriicar a efetividade de uma ação educativa de treinamento, com ênfase na importância da proteção auditiva, para trabalhadores expostos a ruído ocupacional. Métodos: Participaram 78 funcionários do gênero masculino. Todos os indivíduos passaram por avaliação audiológica completa e responderam a um questioná- rio no momento do início do atendimento. Para a segunda aplicação do questionário, os participantes foram randomicamente divididos em dois grupos: Grupo Pesquisa, constituído por 44 funcionários, que responderam ao questionário após passarem por treinamento educativo, e Grupo Controle, constituído por 34 funcionários, que responderem ao questionário antes de passar por treinamento educativo. O treinamento foi feito com base em material gráico com iguras e textos, sob a forma de conversa. Os temas abordados foram: importância da audição, efeitos do ruído sobre a saúde, importância da prevenção da perda auditiva e da utilização do protetor auditivo, conservação e higienização dos protetores, níveis de ruído no ambiente de trabalho e atenuação do ruído fornecida pelos protetores auditivos. O questionário continha 14 perguntas de múltipla escolha que abordavam os mesmos temas explorados no treinamento educativo. Resultados: Houve aumento signiicativo do número de acertos durante a 2ª aplicação do questionário, somente para o Grupo Pesquisa, em todas as comparações realiza- das. Conclusão: Ações educativas realizadas com trabalhadores expostos a ruído ocupacional são efetivas. Além disso, o questionário é uma ferramenta estável e viável para a veriicação da efetividade de programas educativos.
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Avaliação da proteção auditiva utilizada por policiais em estande de tiros.

Avaliação da proteção auditiva utilizada por policiais em estande de tiros.

Na busca por solução para a proteção auditiva em milita- res durante ação real, pesquisadores realizaram um experi- mento de campo com o objetivo de comparar o desempenho para localização sonora (a partir de tiros de festim), consi- derando quatro modelos de protetores auditivos (três do tipo “ativo” eletrônico e um tipo inserção especial para combate) e ouvido sem proteção (aberto). Foram avaliados 13 sujeitos em situações de combate com ruído ambiente e ruído de fundo de veículo militar (82 dBA). O estudo con- cluiu que nenhum dos protetores testados mantive o desem- penho para localização igual à situação de ouvido aberto. 21
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Identificação da disfunção temporomandibular (DTM) em usuários de dispositivo de proteção auditiva individual (DPAI).

Identificação da disfunção temporomandibular (DTM) em usuários de dispositivo de proteção auditiva individual (DPAI).

Objetivo: descrever e classiicar a presença de disfunção temporomandibular em trabalhadores usu- ários de equipamentos de proteção auditiva individual. Método: tratou-se de um estudo transversal descritivo, com caráter observacional, desenvolvido em uma indústria de tintas. A população foi com- posta por 46 funcionários de ambos os sexos (com 94,44% do gênero masculino) com idade entre 20 a 50 anos (idade media de 36,24 anos), expostos a ruído intenso (90 dBNA) que faziam uso de equipamento de proteção individual auditiva tipo concha. Na coleta de dados foram realizados os seguintes procedimentos: triagem fonoaudiológica das funções orais, avaliação clínica otorrinolarin- gológica e diagnóstico de disfunção temporomandibular ao exame clínico. Os dados foram analisados pela estatística descritiva. Resultados: a queixa predominante foi dor na região que envolve a orelha e articulação temporomadibular. Observou-se que 87% apresentaram diagnóstico positivo de DTM, em que 83% tinham dor miofacial, 11% dor miofacial com limitação de abertura oral e 6% apresen- taram diagnóstico de dor miofacial associada a deslocamento de disco com redução de abertura. Conclusões: a maioria dos trabalhadores apresentou disfunção de ordem muscular. Ressalta-se a importância de considerar a possibilidade da inluência deste equipamento sobre o aparecimento ou intensiicação do transtorno mencionado.
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Papel do treinamento em saúde auditiva na percepção de perda auditiva e proteção auditiva auto-declaradas por funcionários de indústrias sucroalcooleira de Alagoas

Papel do treinamento em saúde auditiva na percepção de perda auditiva e proteção auditiva auto-declaradas por funcionários de indústrias sucroalcooleira de Alagoas

A legislação brasileira prevê, na Norma Regulamentadora 15 (NR 15) do Ministério do Trabalho (Portaria 3.214/1978), um limite máximo de 85 dBA de exposição a ruído por 8 horas de trabalho. Essa lei é aplicada nas indústrias brasileiras, incluindo as do ramo sucroalcooleiro. Considerando que os efeitos decorrentes da PAIR podem prejudicar a qualidade de vida, uma vez que afetam o trabalho e as relações sociais de seus portadores, fica evidente a importância de ações coletivas que visem à prevenção dessa perda auditiva. Desta maneira, em 1978, foi aprovada pelo Ministério do Trabalho a Portaria nº 3.214, referente às Normas Regulamentadoras (NR) do Capítulo V, Título II da Consolidação das Leis do Trabalho relativas à Segurança e à Medicina do Trabalho. Essa portaria tem por objetivo garantir a preservação da saúde dos trabalhadores, bem como identificar os riscos ocupacionais, para que sejam tomadas medidas de modo sistemático e contínuo. Essa portaria exige que sempre que houver locais de trabalho com ruído considerado excessivo (superior a 85 dBA), devem ser tomadas medidas para reduzir estes níveis de ruído para proteger os trabalhadores expostos e monitorar a efetividade destes processos de intervenção. De acordo com a NR-9 da Portaria nº 3.214/1978 do Ministério do Trabalho, toda empresa deve ter um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA. Em se tendo o NPS elevado como um dos agentes de risco levantados por este programa, a empresa deve organizar, sob a sua responsabilidade um PCA. De acordo ainda com a NR-9 da Portaria nº 3.214/1978 do Ministério do Trabalho o conhecimento e o envolvimento dos
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Desenvolvimento de software para seleção de equipamentos de proteção auditiva

Desenvolvimento de software para seleção de equipamentos de proteção auditiva

Este exemplar foi revisado e alterado em relação à versão original, sob responsabilidade única do autor e com a anuência de seu orientador. São Paulo, 10 de janeiro de 2010[r]

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Ações educativas com enfoque positivo em programa de conservação auditiva e sua avaliação.

Ações educativas com enfoque positivo em programa de conservação auditiva e sua avaliação.

Objetivo: avaliar o conhecimento adquirido pelos trabalhadores de uma empresa frigoríica após uma ação educativa sobre proteção auditiva. Métodos: foram comparadas as atitudes, intenções e com- portamentos de proteção da audição adotados por 61 trabalhadores pré e pós-treinamento, avaliando a efetividade das mensagens através do uso de estímulos positivos. Foram utilizados os questioná- rios “Crenças e Atitudes sobre Proteção Auditiva e Perda Auditiva”, os quais foram aplicados antes e após a intervenção na forma de treinamento coletivo. Resultados: os escores dos questionários sobre a percepção de suscetibilidade de adquirir uma perda auditiva e a percepção de obstáculos para uma ação preventiva se mostraram associados às variáveis sexo e tempo de empresa; a per- cepção de severidade das conseqüências de uma perda auditiva associada ao nível de ruído; normas sociais associada ao tempo de empresa, e a auto-eicácia associada ao resultado da audiometria. Conclusão: o treinamento com enfoque positivo ocasionou mudanças signiicativas na percepção de benefícios e de obstáculos de uma ação preventiva em comparação ao grupo de trabalhadores que não recebeu treinamento. Esse estudo possibilitará uma intervenção cujo foco será nas áreas consi- deradas mais deicitárias com a elaboração de propostas e materiais mais especíicos e eicazes para os treinamentos que fazem parte do Programa de Conservação Auditiva. O uso de um questionário sobre as crenças e atitudes como o selecionado permite a identiicação de temas que necessitam de clariicação em ações educativas.
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Resposta auditiva de estado estável na avaliação auditiva em lactentes com citomegalovírus.

Resposta auditiva de estado estável na avaliação auditiva em lactentes com citomegalovírus.

Os exames de EOAT e EOAPD não foram realiza- dos na primeira avaliação, o que justifica a avaliação auditiva por meio dos exames PEATE e RAEE, como no caso descrito. O acompanhamento da audição a cada dois meses mostrou-se importante, pois foi possível ob- servar progressão da perda auditiva com o PEATE, que passou a não apresentar resposta na intensidade máxima aos seis meses de idade e, aos oito meses, detectou-se a deterioração auditiva na RAEE. Enquanto o PEATE pesquisa apenas as frequências de 2.000 a 4.000Hz, a RAEE pode ser usada como exame complementar na avaliação auditiva infantil em casos de ausência de res- posta no PEATE, complementando os achados deste em intensidades maiores, com maior número de frequências testadas e em menor tempo (16,17) .
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A resposta auditiva de estado estável na avaliação auditiva: aplicação clínica.

A resposta auditiva de estado estável na avaliação auditiva: aplicação clínica.

Na análise individual dos resultados foi observado que alguns indivíduos com perda auditiva sensorial de grau profundo apresentaram presença de resposta na ATL e ausência no RAEE, ou mesmo ausência de resposta em ambos os procedimentos. Os coeficientes de correlação de Pearson ao comparar os limiares obtidos por meio de RAEE e da ATL, para as freqüências de 0,5; 1; 2 e 4 kHz foram de 0,88; 0,93; 0,93 e 0,88 para a orelha direita e de 0,82; 0,87; 0,90 e 0,90 para a orelha esquerda, respectivamente. Estes coeficientes foram estatisticamente significante (p < 0,01).

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DIVERSIDADE NA PERDA AUDITIVA

DIVERSIDADE NA PERDA AUDITIVA

A disponibilização de interpretes e tradutores de LIBRAS em salas da rede pública é uma incumbência do poder público para que assim o Surdo possa acompanhar as aulas. Contudo, o que se observa hoje é que o uso da LIBRAS ainda é muito restrito à comunidade surda, familiares e interpretes. O simples fato de a lei existir não garante a sua plena execução. Surdos passam por situações difíceis no dia-dias, situações simples que normalmente não apresentam nenhum tipo de dificuldade ou abarreira aos ouvintes. Por exemplo, ir a uma consulta médica, obter uma informação na rua, assistir a uma peça de teatro ou um filme no cinema (não há legenda em filmes infantis), etc. A dificuldade para se conseguir interpretes e o não conhecimento da língua de sinais pela maioria da população, pode ser superada hoje pelo uso de tecnologias assistivas. O uso deste tipo de tecnologia, não está restrito somente Surdo, mas também a todos os deficientes auditivos que por ventura estejam em alguma situação que comprometa a função auditiva e, consequentemente, sua qualidade de vida e participação social.
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Programa de saúde auditiva em neonatos que permaneceram em UTI e/ou cuidados intermediários.

Programa de saúde auditiva em neonatos que permaneceram em UTI e/ou cuidados intermediários.

O rastreamento genético foi realizado pela geneticista da equipe, em todos os neonatos que falharam na triagem auditiva, por meio de extração de DNA da mucosa bucal utilizando o método de protocolo adaptado no Laboratório de Diagnóstico Infantil no Cepre/FCM/Unicamp, colhido pela examinadora após realização dos testes auditivos. A partir do DNA obtido de células da mucosa bucal, a mutação 35delG foi analisada pela técnica de AS-PCR padronizada pelo laboratório de Genética Molecular Humana do CBMEG (patente nº P10005340-6; Método de teste para surdez de origem genética). Por meio da técnica de PCR, foram analisadas as deleções D(GJB6-D13S1830) e D(GJB6-D13S1854) utilizando primers previamente descritos 6 . Para análise das mutações mitocondriais, foram
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Desenvolvimento do potencial evocado auditivo cortical P1 em crianças com perda auditiva sensorioneural após o implante coclear: estudo longitudinal.

Desenvolvimento do potencial evocado auditivo cortical P1 em crianças com perda auditiva sensorioneural após o implante coclear: estudo longitudinal.

Neste estudo, houve uma melhora significativa nas habili- dades auditivas com o uso do implante coclear avaliadas pelo questionário IT-MAIS (Tabela 3), mas sem correlação signifi- cante com a latência e amplitude do componente P1 (Tabela 4). Esse achado divergente da literatura pode ser justificado pelo fato de as crianças no presente estudo apresentarem um tempo máximo de seis meses de uso do dispositivo e as habilidades auditivas avaliadas por esse questionário, apesar de iniciais no processo de desenvolvimento da função auditiva, completarem a sua aquisição somente após um ano de uso do dispositivo, aproximadamente, representada pelo escore de 80 a 100% (30) .
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R ELAÇÕES ENTRE MEDIDAS DE CAPACIDADE AUDITIVA E DESEMPENHO EM TAREFAS DE PERCEPÇÃO DA FALA EM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

R ELAÇÕES ENTRE MEDIDAS DE CAPACIDADE AUDITIVA E DESEMPENHO EM TAREFAS DE PERCEPÇÃO DA FALA EM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Diante dos inúmeros prejuízos que a deficiência auditiva pode trazer para a percepção da fala, é fundamental que, na intervenção fonoaudiológica, sejam utilizados procedimentos de avaliação da percepção da fala, os quais são determinantes para o desenvolvimento e aprimoramento de novas tecnologias. De acordo com Novaes e Mendes (2009), o uso parâmetros mais precisos, como os resultados de testes de percepção auditiva da fala, constitui um instrumento interessante para a determinação de estratégias de trabalho e programação de dispositivos eletrônicos. As autoras ressaltam que há a necessidade de métodos de avaliação da percepção da fala que possibilitem: conhecer o nível de desenvolvimento das habilidades auditivas do paciente, auxiliar na indicação e no acompanhamento da efetividade do AASI e avaliar o programa de habilitação ou reabilitação auditiva e suas técnicas durante o processo terapêutico. Esse acompanhamento pode determinar se a criança utiliza o máximo de seu potencial auditivo e um modo de chegar ao uso máximo de sua capacidade.
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A prevalência da perda auditiva detectada por meio da triagem auditiva escolar

A prevalência da perda auditiva detectada por meio da triagem auditiva escolar

Objetivo: Investigar a prevalência de perda auditiva em escolares, detectada por meio da triagem auditiva no Município de São Luís do Quitunde/AL. Método: Participaram do estudo 190 escolares de quatro a cinco anos, de ambos os sexos, representando uma população de 620 crianças matriculadas na educação infantil de instituições públicas de ensino no município. A pesquisa foi iniciada com a aplicação de um questionário e, em seguida, foi realizada a meatoscopia. A triagem auditiva foi composta pela timpanometria e emissões otoacústica evocada por estímulo transiente. Os alunos que falharam em um ou mais procedimentos foram encaminhados para uma avaliação otorrinolaringológica e, após conduta médica, submetidos à avaliação audiológica completa. Na análise estatística, foram relacionados, por meio dos testes Qui-quadrado e da análise multivariada, os resultados da triagem auditiva e da avaliação diagnóstica com as variáveis idade, sexo, período de aleitamento materno e orelha. A partir do coeficiente de Pearson, foi estudada a correlação entre variáveis e com o Odds Ratio foi analisado o risco relativo e a associação entre dois eventos. Resultado: Entre os 190 escolares, 27 (14,2%) apresentaram algum tipo de alteração auditiva, sendo a do tipo condutiva a mais frequente (13,2%, n=25), seguida da perda auditiva neurossensorial (7,4%, n=2). Os fatores que indicaram maior risco para a perda auditiva foi o curto período de aleitamento materno e a história pregressa de infecção de orelha média. As crianças do sexo masculino apresentaram 1,9 mais chances de ter perdas auditivas que as do sexo feminino. Conclusão: A prevalência de perda auditiva em escolares do município de São Luís do Quitunde foi 14,2% (n = 27). Das 190 crianças participantes deste estudo, 33,2% falharam na triagem auditiva escolar, 19,5% devido à obstrução no meato acústico externo e 13,7% devido à falha na timpanometria ou nas emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente. Na avaliação diagnóstica, após conduta médica, constatou-se que, dentre os escolares estudados, 13,2% apresentavam perda auditiva condutiva e 1% perda auditiva neurossensorial.
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Reabilitação auditiva em crianças com surdez neurossensorial severa-profunda

Reabilitação auditiva em crianças com surdez neurossensorial severa-profunda

Reabilitação auditiva é o termo utilizado na literatura sobre deficiência de audição e sugere procedimentos específicos para que os efeitos provocados pela alteração auditiva sejam minimizados. Habilitação auditiva difere da reabilitação auditiva pelo simples facto de se referir à terapêutica direccionada à criança surda que nunca ouviu. A reabilitação auditiva na clínica fonoaudiológica está relacionada a um processo terapêutico que privilegia o uso da audição residual. Ambas as terminologias implicam a utilização de amplificação sonora apropriada e dão ênfase à aquisição da linguagem oral, sendo fundamental o diagnóstico precoce e o início do processo terapêutico o mais cedo possível. O objectivo do trabalho terapêutico é a aquisição da linguagem pela criança. Grande ênfase é dada ao uso da audição, o que se evidencia pelo investimento na atenção auditiva da criança, principalmente durante a época da selecção e adaptação do aparelho de amplificação sonora.
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T RIAGEM AUDITIVA EM LACTENTES COM INDICADORES DE RISCO PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA

T RIAGEM AUDITIVA EM LACTENTES COM INDICADORES DE RISCO PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Infecções congênitas (toxoplasmose, sífilis, rubéola, citomegalovírus, herpes e HIV) Anomalias craniofaciais: incluindo alterações morfológicas do pavilhão e conduto auditiv Sinais ou o[r]

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Hipertensão como fator associado à perda auditiva.

Hipertensão como fator associado à perda auditiva.

senso, a equipe multiprofissional pode e deve ser constitu- ída por profissionais que, de uma forma ou de outra, lidem com pacientes hipertensos. Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, professores de educação física, farmacêuticos e, inclusive, funcionários administra- tivos e agentes comunitários em saúde podem integrar a equipe, não citando em momento algum o fonoaudiólogo, que, de acordo com o artigo 442 tem a competência de participar de equipes de diagnóstico, realizando avaliação da comunicação oral e escrita, voz e audição e de colaborar em assuntos fonoaudiológicos ligados a outras ciências. Já que a hipertensão arterial mostrou-se fator de risco para a perda auditiva, sendo que o aparecimento de tal perda deve ser verificado nesta população, o profissional fono- audiólogo, como responsável pela avaliação da audição, deve ser incluído efetivamente na equipe multiprofissional envolvida na hipertensão arterial.
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Neuropatia auditiva/dessincronia auditiva em crianças usuárias de implante coclear.

Neuropatia auditiva/dessincronia auditiva em crianças usuárias de implante coclear.

A estimulação elétrica gerada pelo Implante Coclear (IC) pode ser capaz de melhorar a sincronia neural e contribuir para o desenvolvimento das habilidades auditivas de sujeitos portadores de Neu- ropatia Auditiva/Dessincronia Auditiva (NA/DA). Objetivo: Estudo de coorte prospectivo transversal para avaliar o desempenho auditivo e as características do Potencial de Ação Composto Eletricamente Evocado no Nervo Auditivo (ECAP) em 18 crianças portadoras de NA/DA e usuárias de IC. Mate- rial e Métodos: Percepção auditiva e características do ECAP foram avaliadas respectivamente, por meio da determinação dos limiares tonais e testes de percepção de fala e pelas medidas de limiar e amplitude da resposta neural para as frequências de estimulação de 35 e 80Hz. Não foram encon- tradas diferenças estatisticamente significativas no desenvolvimento das habilidades auditivas entre os sujeitos avaliados. Resultados: Não foram observadas modificações estatisticamente significativas nas características de limiar e amplitude do ECAP para as duas frequências de estimulação testadas. Conclusões: O IC caracterizou-se como um efetivo recurso para o desenvolvimento das habilida- des auditivas em 94% dos sujeitos, sendo a estimulação elétrica capaz de compensar a alteração da sincronia neural decorrente da NA/DA. A avaliação criteriosa de cada caso de maneira específica deve ser realizada no momento anterior à indicação cirúrgica. Clinical Trials: NCT01023932 Ana Claudia Martinho de Carvalho 1 , Maria Cecilia Bevilacqua 2 , Koichi Sameshima 3 , Orozimbo Alves Costa
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