Sector Privado

Top PDF Sector Privado:

Vantagens da transposição de cirurgias em regime de internamento para cirurgias em regime de ambulatório no sector privado

Vantagens da transposição de cirurgias em regime de internamento para cirurgias em regime de ambulatório no sector privado

A Constituição da Republica de 1976 referia no seu artigo 64º, que “ o direito à protecção da saúde é realizado pela criação de um serviço nacional de saúde universal, geral e gratuito…”. Mais tarde, surgem algumas modificações como a revisão da Constituição que substitui no artigo 64º o termo “gratuito” para “tendencialmente gratuito” o que provoca um “agitar de águas” no sector da saúde com a iniciativa privada a interessar-se cada vez mais por este sector. De tal forma que o sector privado nos últimos anos tem crescido de forma significativa com a inauguração de novos hospitais e com as parcerias publico privada ao nível da concessão e da gestão que entretanto foram suspensas pelo actual governo.
Mostrar mais

118 Ler mais

A contabilidade matricial no sector privado : aplicação às PMEs. A lei de Benford na validação dos registos contabilísticos da Matriz sistema

A contabilidade matricial no sector privado : aplicação às PMEs. A lei de Benford na validação dos registos contabilísticos da Matriz sistema

A Contabilidade Matricial no Sector Privado: Aplicação às PMEs. A Lei de Benford na validação dos Depois de postas a análise as contas do exercício de 2005, as quais apresentam um Lucro de 9,659.39 euros (nove mil e seiscentos e cinquenta e nove Euros e trinta e nove cêntimos), o Presidente colocou as mesmas a votação, tendo sido deliberado por unanimidade a aprovação do Relatório de Gestão e das contas do exercício de 2005. ----------------------------- Em referência ao segundo ponto da ordem de trabalhos, foi também deliberado por unanimidade que o resultado tivesse a seguinte afectação: ------------------------------------------ * Reservas Legais: 482.97€ (quatrocentos e oitenta e dois Euros e noventa e sete cêntimos); -- * Reservas Livres: 9,176.42€ (nove mil e cento e setenta e seis Euros e quarenta e dois cêntimos);--------------------------------------------------------------------------------------------------- Por nada mais haver a tratar se encerrou a presente sessão pelas dezoito horas da qual se lavrou esta acta que após lida em voz alta vai ser assinada por todos os sócios. ------------------ Os Sócios --------------------------------------------------------------------------------------------------- Fonte: Elaboração Própria.
Mostrar mais

257 Ler mais

O Sector Privado em São Tomé e Príncipe: A Qualificação da Mão-de-obra e as Condições de Trabalho no Sector do Turismo

O Sector Privado em São Tomé e Príncipe: A Qualificação da Mão-de-obra e as Condições de Trabalho no Sector do Turismo

O arquipélago de São Tomé e Príncipe é constituído por duas pequenas ilhas descobertas em 1470 pelos navegadores portugueses, situadas no continente africano mais especificamente no golfo da Guiné. As duas ilhas fizeram parte da colónia portuguesa até 1975, período em que foi concedida a independência. Depois da independência constatou-se um empobrecimento progressivo das ilhas apesar de estas terem várias potencialidades de desenvolvimento, sobretudo ao nível da floresta e do mar. Na actualidade, pode-se dizer que as ilhas fazem parte dos países mais pobres do mundo, onde a pobreza prevalece a quase maioria da população (Costa, 2010). As ilhas têm enormes deficiências sobretudo no que respeita ao desenvolvimento económico com ênfase para as estratégias e campos de intervenção económicos. Depois da independência, as ilhas viveram um regime político monopartidário e posteriormente um regime político multipartidário, que permanece até os dias de hoje. O regime político monopartidário, logo após a sua implementação optou pela nacionalização das roças, já que estas constituíam o principal sector da actividade económica. Para além desta medida, o regime também optou pela não presença do sector privado, pois o país se encontrava no auge da independência e a vontade dos novos dirigentes era obter a independência a todos os níveis com ênfase para a independência económica e cultural (Graça, 2009: 7). A ausência do sector privado assim como a sua desvalorização pelo Estado, pode ser explicada, não apenas devido a glória da independência, mas também pela facilidade com que os dirigentes exercem o poder e o controlo sobre os bens de Estado (Nóbrega, 2004). Porém, as medidas adoptadas pelo regime, não trouxeram de modo algum benefícios para o desenvolvimento da economia. Em 1985, assistiu-se a uma queda contínua da economia principalmente com o empobrecimento das roças 1 . A queda da economia pode ser clarificada tendo em conta dois aspectos fundamentais: em primeiro lugar pela reduzida qualificação dos recursos humanos, com ênfase para os dirigentes políticos inexperientes e em segundo lugar pela reduzida cultura do trabalho existente na sociedade santomense (Seibert, 2005). Surge no
Mostrar mais

81 Ler mais

Papel e importância da Administração Pública para o Sector Privado

Papel e importância da Administração Pública para o Sector Privado

Entendemos o primeiro objetivo de uma forma alargada: ganhar eficiência não implica apenas que a administração pública se reorganize de uma forma lógica em função do serviço que presta. Implica igualmente que se reconheça que há áreas onde Estado não deve intervir, porque podem ser mais eficientemente prosseguidas pelo setor privado, com vantagens para a Sociedade como um todo.

11 Ler mais

La incorporación de las TIC y de los dispositivos móviles a la enseñanza de lenguas: prácticas y percepciones de los profesores de ELE. El caso de Japón

La incorporación de las TIC y de los dispositivos móviles a la enseñanza de lenguas: prácticas y percepciones de los profesores de ELE. El caso de Japón

posible difusión insuficiente de las TIC en el ámbito japonés de la enseñanza de lenguas. No obstante, los datos obtenidos en el cuestionario dirigido a profesores de ELE que trabajan en cualquier otro país (C2) podrían indicar que, en general, se percibe que la implementación de las TIC todavía no ha alcanzado unos niveles adecuados en la enseñanza de ELE o, cuando menos, que esta implementación cuenta con un amplio margen de mejora. Así pues, lo que sucedería en el caso de Japón es que esta falta general de implantación de las TIC se hace allí especialmente acusada. Asimismo, si bien se han hallado diferencias en el empleo de las TIC entre el sector público y el privado de otros países –con un posible papel más relevante de las TIC en el sector privado–, parece que en el caso de Japón no hay diferencias tan notables (al menos en el ámbito universitario) y que estas podrían depender más bien de la carrera universitaria o del prestigio de la institución.
Mostrar mais

55 Ler mais

Las organizaciones no gubernamentales y los sistemas locales de salud

Las organizaciones no gubernamentales y los sistemas locales de salud

Apartados ambos de la clasikación tradicional de los subsectores sanitarios (ministerio, seguridad social y sector privado), surgieron como una respuesta propia a necesid[r]

8 Ler mais

Educar (n)a Europa: contextos, recursos e percursos de escolarização

Educar (n)a Europa: contextos, recursos e percursos de escolarização

O indicador que remete para a simples divisão entre público e privado pode sugerir cenários, com ilações políticas e sociais, face à educação, muito distantes das realidades concretas de cada país, ficando-se a conhecer apenas uma parte da história da sua expressão. Por isso, só com uma leitura auxiliada por estudos de tipo comparativo (como os de Hofman, Hofman e Gray, 2008; Hofman, Hofman, Gray e Daly, 2004; Prats e Pedró, 2005) se pode melhor desvendar os sentidos políticos subjacentes aos sistemas educativos nacionais e às suas estruturas escolares. Veja-se, por exemplo, o caso da Inglaterra, apenas uma pequena parte do sector privado do ensino secundário (considerando o CITE 2 e 3) é financiado totalmente através de propinas das famílias, no entanto estas têm um impacto muitíssimo influente em todo o sistema, constituindo- se num ensino socialmente selectivo que historicamente tem oferecido vantagens no acesso ao ensino superior e às oportunidades de vida associadas a tais trajectos escolares (cf. Hofman, Hofman e Gray, 2008). Esta realidade está também presente na Irlanda, embora com números muito mais reduzidos e com as escolas ditas ―privilegiadas‖ a serem comparticipadas financeiramente pelo estado (idem, 2008). Outros países, como a Holanda, Bélgica, Espanha, ou até mesmo Portugal, têm um número limitado de escolas completamente privadas e a sua existência não é percepcionada como tendo uma grande influência no respectivo sistema de ensino (ibidem, 2008). O que se verifica ainda neste enleado complexo da análise do público e do privado, é que se por um lado existem sectores públicos nacionais que funcionam com muita autonomia e independência, por outro, uma parte do sector privado enquadra instituições que se sustentam e administram de forma muito equivalente ao público. 187 Estas diferenças têm, com certeza, consequências educativas e sociais na escolarização das várias sociedades europeias.
Mostrar mais

333 Ler mais

TII CAP CARLOS INACIO

TII CAP CARLOS INACIO

A abordagem ao tema “Diferenças e semelhanças nos processos de tomada de decisão da Força Aérea Portuguesa e do Sector Privado: O papel da Cultura Organizacional e da Cultura Nacional”, que constitui o objecto de estudo, será realizada tendo como base o método de investigação em Ciências Sociais proposto por Raymond Quivy. Da aplicação do referido método resultou a formulação da seguinte questão inicial: “De que forma é que o processo de tomada de decisão na FAP pode ser melhorado, confrontando-o com o Sector Privado?”. Desta questão derivam outras duas: “São necessárias mudanças ao nível dos processos de tomada de decisão na FAP?” e “São necessárias mudanças ao nível da cultura organizacional na FAP?”.
Mostrar mais

39 Ler mais

Comparador Publico Privado sector agua CompletoCompactoS

Comparador Publico Privado sector agua CompletoCompactoS

O preço de referência por m 3 de afluente (t), a suportar pela Concedente, será indexado à evolução da tarifa anual prevista para o Sistema gerido pela SIMTEJO, a ser anualmente submetido à aprovação da entidade Concedente (Estado Português) da Concessão do Sistema Multimunicipal, cuja exploração foi entregue à SIMTEJO (Concessionária nesse contrato). Será no entanto necessário fazer os ajustes necessários, por forma a que seja reflectida na tarifa da ETAR de Chelas a variação da tarifa do Sistema, tomando em consideração a proporção dos custos de investimento e exploração inicialmente previstos para a ETAR de Chelas (previamente calculados para a situação de referência, ou seja, caso se optasse por uma Contratação Pública Tradicional) nos custos de investimento e exploração do Sistema Multimunicipal. Uma vez não estar previsto qualquer financiamento a fundo perdido para a ETAR caso esta seja concessionada ao Sector Privado, será perfeitamente justificável que a tarifa do Sistema Multimunicipal gerido pela SIMTEJO seja inferior à obtida para a ETAR de Chelas em PPP. Assim, as restantes infra-estruturas da SIMTEJO poderão beneficiar de um maior rácio de apoio a fundo perdido, uma vez que uma das componentes do investimento não é candidatada. Mesmo que a SIMTEJO não venha a poder beneficiar dessa libertação de apoio a fundo perdido, numa óptica de Estado, em que os financiamentos a fundo perdido são um recurso escasso e limitado por verbas pré- definidas, a não necessidade de usufruto destes fundos nesta parte do projecto poderá viabilizar outros projectos semelhantes, igualmente importantes, noutra área geográfica do país.
Mostrar mais

248 Ler mais

Educ. Pesqui.  vol.43 número4

Educ. Pesqui. vol.43 número4

Ante los procesos de expansión que ha experimentado la matrícula del sector privado en la Argentina en los últimos años y para todos los niveles, este artículo explora por qué los adultos a cargo de niños eligen la escuela privada. Partiendo del supuesto de una vacancia de estudios que contextualicen e historicen la relación que los distintos grupos sociales han tenido con las instituciones de este tipo de gestión, el trabajo indaga en los modos que históricamente ha asumido el vínculo entre la clase alta argentina y este subsector del sistema educativo. Desde un enfoque socioantropológico basado en el análisis de las trayectorias educativas de tres generaciones dentro de este grupo social, el artículo documenta la temprana conformación de un circuito de escuelas privadas católicas que atendieron a los sectores más privilegiados de este país. Instituciones que no destacan por un alto nivel académico mantienen su relevancia en las experiencias formativas de las familias tradicionales todo a lo largo del siglo XX. El atractivo de estas escuelas radica en su productividad para garantizar el requisito imprescindible para la reproducción de la clase alta -la sociabilidad entre pares- y mucho menos en la transmisión de saberes para la ocupación de puestos de poder.
Mostrar mais

14 Ler mais

Observatorio de Recursos Humanos en Salud en Argentina: información estratégica para la toma de decisiones

Observatorio de Recursos Humanos en Salud en Argentina: información estratégica para la toma de decisiones

Por su parte, el subsistema de obra social presenta una estructura similar a la del sector privado, registrando, sin embargo, un mayor peso de relaciones por “Contrato”. De todos modos, sería necesario estudiar si las formas de contrata- ción registradas en este subsector persisten hoy, casi cinco años después del re- levamiento, o si han cambiado como resultado del proceso de Reforma que expe- rimentó el sector salud, y en particular el sistema de obras sociales que a partir de 1998, fecha del Catastro, enfrentó una segunda etapa de esa transformación. Si bien en todas las jurisdicciones analizadas entre los profesionales médicos predomina la “relación de dependencia”, en algunas el peso de los “contratos”, “becarios” o “concurrentes” 38 adquieren valores muy significativos.
Mostrar mais

167 Ler mais

urbe, Rev. Bras. Gest. Urbana  vol.7 número3

urbe, Rev. Bras. Gest. Urbana vol.7 número3

Con base en el surgimiento de reclamaciones, identificación de disputas y la defensa del sector privado por parte de las autoridades, en la investigación empírica se preguntó a los entrevistados (usuarios transeúntes) si consideraban que las transformaciones espaciales llevadas a cabo en la centralidad respondían a las necesidades de toda la población. Durante la realización de entrevistas a los principales usuarios del callejón (jóvenes), la respuesta fue bastante limitada. Pocos recordaban que el Callejón González Aparicio había sido un espacio público abierto y sin ninguna barrera física que impidiera el libre tránsito peatonal y el flujo vehicular para la carga y descarga de mercancías. Quizá la falta de memoria responda al hecho de que nunca fue un espacio de gran identidad y fuerza pública, por ser un callejón. Este mismo hecho pudo permitir que se convirtiera en un espacio endeble y así pudiera ser apropiado y transformado en otras actividades. Las respuestas fueron bastante complejas, llegando los encuestados a argumentar que las ampliaciones de comercios respondían a las necesidades de la población y esa era la razón de la gran afluencia de visitantes. Sin embargo a la pregunta de si el callejón de González Aparicio era un lugar de encuentro y convivencia para todos los estratos sociales, la respuesta fue negativa en un 90% de los entrevistados. Lo que demuestra que ahora el espacio se percibe como accesible para tan solo ciertos grupos sociales.
Mostrar mais

14 Ler mais

Cad. Pesqui.  vol.47 número164

Cad. Pesqui. vol.47 número164

Por otro lado, la diversidad de oferta pedagógica escolar asociada al sector privado permite principalmente a los sectores socioeconómicos medios y altos satisfacer sus preferencias y demandas educativas (PERAZZA; SUÁREZ, 2011). Como se vio anteriormente, las escuelas privadas gozan de mayor autonomía (incluso en aquellas en las que los salarios docentes son financiados por el Estado en un 100%) en comparación con las escuelas que siguen estando bajo la burocracia estatal: el viejo sector monopólico estatal conserva su impronta y provee un servicio educativo relativamente homogéneo en términos de la organización de sus formatos escolares, garantizando el acceso al sistema educativo a sectores empobrecidos que, de no existir la provisión privada, probablemente quedarían por fuera del sistema escolar dada la dificultad financiera del Estado de proveer educación a la totalidad de la población. Este punto permite reconciliar a esta explicación con la iv: Narodowski, Gottau y Moschetti (2016) han mostrado que el cuasi- monopolio estatal del sistema educativo impone en su propia lógica de funcionamiento un efecto inevitable de segregación socioeconómica.
Mostrar mais

28 Ler mais

The SUS ‘owners’ :: Brapci ::

The SUS ‘owners’ :: Brapci ::

Este artículo trata de la disputa entre el sector privado de salud y el sistema único de salud brasileño (Sistema Único de Saúde - SUS), que favorece cada vez más el primero. Se ocupa de las relaciones entre la subvención iscal al sector de salud privada y el hecho de que el gasto en salud en Brasil es en su mayoría privado; del cambio de la táctica de los proveedores privados de servicios de salud que, a diferencia de la Reforma Sanitária Brasileira (Reforma Sanitaria Brasileña), llevó el SUS a utilizarlos para vender servicios al sector público; de las relaciones entre la municipalización del sistema y la garantía de compra de servicios del sector privado; y de la creciente privatización de la gestión de los servicios públicos de salud a través de las OSS - organizações sociais de saúde (organizaciones sociales de salud). El artículo pretende mostrar como esa disputa se está produciendo de forma desigual, en detrimento del SUS y del interés público.
Mostrar mais

5 Ler mais

Gênero e pluralismo terapêutico: o acesso das mulheres ao sistema de saúde não estatal em Guiné-Bissau, Angola e Moçambique

Gênero e pluralismo terapêutico: o acesso das mulheres ao sistema de saúde não estatal em Guiné-Bissau, Angola e Moçambique

onde o desenvolvimento do sector privado está relacionado com a disponibilização de serviços biomédicos lucrativos. Em Angola está a ser implementado um programa de saúde pública que com as práticas de saúde informais difundidas pelas novas igrejas e pelos curandeiros tradicionais. Em Angola, a pesquisa de campo, onde estiveram envolvidas as investigadoras Virginie Tallio e Maria de Fátima, desenvolveu-se em três províncias: Luanda, Cunene e Huíla. Nesta última província, a pesquisadora Maria de Fátima debruçou-se sobre as zonas rurais dos municípios da Humpata e da Chibia, tendo o estudo visado fundamentalmente à população do grupo étnico muila. A pesquisa procurou perceber o papel das parteiras tradicionais na sua actuação de protecção da grávida, na realização do parto e nos cuidados com a parturiente e com o bebé. Tratou-se de encontrar as parteiras tradicionais desprovidas de qualquer ligação com as estruturas da saúde e que são reconhecidas pelo seu trabalho na comunidade em que se enquadram. Localizaram-se 28 parteiras tradicionais nas
Mostrar mais

9 Ler mais

Análise de risco e definição de critérios de avaliação e monitorização em empreendimentos do tipo PPP : Public - Pivate Partnerships

Análise de risco e definição de critérios de avaliação e monitorização em empreendimentos do tipo PPP : Public - Pivate Partnerships

A carência de determinadas capacidades técnicas e experiência no sector público é conhecida e foi já referida várias vezes, sendo o facto de estas se encontrarem no sector privado um dos motivos que leva ao sucesso das Parcerias Público Privadas. No entanto, o sector público deve munir-se de conselheiros técnicos, comerciais e legais que o auxiliem, de forma independente dos restantes parceiros privados do SPV, durante todo o processo de desenvolvimento, concurso, construção e possivelmente operação do projecto. A experiência destes consultores externos pode auxiliar na resolução de vários problemas e riscos que de outra forma o sector público por si só não seria capaz de resolver. O nível de dependência do sector público é função da sua experiência em projectos deste tipo, bem como, das suas próprias capacidades. Por exemplo, o recurso a especialistas técnicos que auxiliem na avaliação das componentes do projecto, ou na avaliação dos riscos de mercado e estruturação inicial do negócio. Conforme refere Partnerships Victoria, (2001b), uma correcta estruturação e gestão do contrato e a simplificação do âmbito do projecto poderá auxiliar a prevenir a tomada não intencional de riscos por parte do sector público, em especial daqueles que foram transferidos para o sector privado em troca de um prémio. Este ponto é especialmente importante em projectos de elevadas dimensões e complexidade, podendo ser agravado por um sistema público de atribuição de licenças complexo, ou não habituado a lidar com PPP. Uma vez mais, a existência de manuais poderá auxiliar na estruturação e gestão do contrato, bem como na interligação entre as diversas agencias públicas envolvidas. Deve ser dedicado particular ênfase ao processo de consulta, em que o sector público deve assegurar que qualquer auxílio prestado ao parceiro privado não coloca em risco os seus direitos contratuais, evitando de forma não intencional assumir determinados riscos.
Mostrar mais

151 Ler mais

Diferenciação de salários entre sector público e privado - realidade ou ficção? O caso português

Diferenciação de salários entre sector público e privado - realidade ou ficção? O caso português

Resumindo, os autores concluem que a estrutura salarial do sector público é mais segmentada que a do sector privado. Existem retornos positivos para os trabalhadores do sector público associados aos níveis de educação mais elevados. As mulheres auferem um salário superior aos dos homens fora das abas da distribuição dos salários, ou seja, no centro da distribuição, estando este resultado de acordo com o facto das remunerações médias das mulheres serem superiores às dos homens, podendo esta diferença ser explicada pelo facto das mulheres terem níveis de escolaridade mais elevados que os homens.
Mostrar mais

68 Ler mais

Impacto da crise subprime no sector bancário português

Impacto da crise subprime no sector bancário português

O crescimento do endividamento do sector não financeiro, na segunda metade da década de 90, é explicado pelo enquadramento económico propiciado pela adesão de Portugal à UE, a qual contribuiu para um aumento das expectativas de rendimento das famílias e das perspectivas de rendibilidade das empresas, que conjugadas com um ambiente de taxas de juro baixas, conduziram ao aumento do endividamento dos agentes económicos privados. O abrandamento do crescimento do crédito verificado a partir de 1999 resultou da desaceleração da actividade económica, motivada pela deterioração das perspectivas dos agentes económicos. De facto, o elevado crescimento, verificado na segunda metade da década de 90, conduziu a elevados níveis de endividamento das famílias e empresas, cuja capacidade de endividamento ficou limitada em face da respectiva capacidade de gerar fluxos de rendimento suficientes para cobrir o serviço da dívida (juros e reembolso de capital). Em 2004 reiniciou-se um novo ciclo de subida do crédito a empresas e particulares. E, apesar da subida das taxas de juro oficiais por parte do BCE a partir de final de 2005, a evolução do crédito ao sector privado não financeiro beneficiou (até meados de 2007) da manutenção de spreads de financiamento dos bancos nos mercados internacionais relativamente reduzidos,
Mostrar mais

112 Ler mais

D ETERMINANTES DE REAL EARNINGS MANAGEMENT NAS EMPRESAS

D ETERMINANTES DE REAL EARNINGS MANAGEMENT NAS EMPRESAS

O sector de atividade tem impacto na prática de REM e são as empresas, que operam no sector transformador que mais recorrem a estas práticas; as empresas com maiores níveis de endividamento têm menor propensão para manipular os resultados através de REM; as empresas com maiores oportunidades de crescimento apresentam maior facilidade em incorrer em práticas de REM, de forma a manterem as taxas de rendibilidade e estabilidade dos resultados contabilísticos; as empresas não cotadas com maior rendibilidade do activo permite às empresas alcançar uma melhor gestão dos rendimentos, o que permite uma maior facilidade para as empresas incorrerem em práticas de REM; as empresas com um passivo corrente operacional maior praticam maiores níveis de REM; as empresas com maior nível de inventário e clientes praticam mais REM, dado que um alto nível de receivables melhora a capacidade de acelerar vendas nas empresas; as empresas auditadas por uma Big4 apresentam menores níveis de REM, o que reforça a ideia de que as empresas de auditoria Big4 são entidades competentes, independentes e que prestam serviços de melhor qualidade face às restantes empresas de auditoria e finalmente concluiu-se que a dimensão influencia positivamente a prática de REM o que corrobora a premissa de que as empresas de maior dimensão apresentam maiores níveis de REM.
Mostrar mais

53 Ler mais

Show all 3393 documents...