Sistema brasileiro de televisão digital

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Educação, inclusão sociodigital e o sistema brasileiro de televisão digital

Educação, inclusão sociodigital e o sistema brasileiro de televisão digital

internautas nas classes de menor poder aquisitivo. Esses dados indicam que o acesso à internet para a classe C é de 25%, e das classes D e E é de 11%. Isso, sem dúvida, é devido às recentes políticas de apoio à implantação de telecentros/infocentros comu- nitários e de políticas para venda de computadores populares em toda a América Latina na última década (LAPNANE, 2006). Entretanto, associado a isso, é importante que as escolas estejam conectadas, possibilitando, também, que a comunidade local possa utilizar esse espaço como ponto de acesso. O que até agora foi feito não é pouco, é bem verdade, mas é ainda insuficiente se consideramos o tamanho do desafio para um país como o Brasil. Outras frentes necessitam ser abertas, e a convergência tecnológica que o mundo experimenta em nossos dias pode se constituir num importante salto na busca da diminuição das desigualdades. A televisão digital, talvez, seja a maior de todas essas possibilidades de democratização se, de fato, pudermos implantá-la numa perspectiva de inclusão sociodigital, conforme, aliás, está preconizado nos objetivos estabelecidos no próprio Decreto 4.901/2003, que instituiu o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD).
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Segurança para o sistema brasileiro de televisão digital: contribuições à proteção...

Segurança para o sistema brasileiro de televisão digital: contribuições à proteção...

O sistema de televisão é considerado o principal meio de comunicação e entretenimento no Brasil. Com o início das transmissões do sistema de televisão digital brasileiro no final de 2007, os principais impactos da digitalização do sistema de TV são: a alta definição de imagens e som, a mobilidade e a portabilidade. Com o tempo, outras funcionalidades serão incorporadas: a multiprogramação (mais de um programa no mesmo canal) e a interatividade. E é a partir da TV interativa que passa a ser possível o oferecimento de serviços para a população. Este trabalho tem como objetivo sistematizar as questões relacionadas com segurança no âmbito da televisão digital terrestre, além de propor e avaliar contribuições para uma arquitetura de segurança considerando o cenário expandido da televisão digital brasileira; especialmente no que tange a proteção de direitos autorais em TV aberta e a autenticação de aplicativos e serviços para TV interativa. A pesquisa realizada considera a realidade brasileira, suas necessidades específicas e as tecnologias disponíveis mais adequadas a elas, viabilizando o uso de serviços com alto valor agregado. Para atingir estes objetivos, foi realizado um amplo levantamento de tecnologias e sistemas existentes relacionados com o tema de segurança em TV digital. Com base neste levantamento, o trabalho apresenta uma sistematização da segurança para a televisão digital terrestre e aberta no Brasil na qual são identificados casos de uso e requisitos. É proposto o SPDA-BR, um sistema de proteção de direitos autorais adequado ao parque de televisores nacional e com menor impacto no custo de receptores; é proposto também o AUTV, um mecanismo de autenticação de aplicativos flexível (que possa ser utilizada para atualização de software, instalação de drivers, aplicativos interativos), compatível com padrões abertos e com a ICP Brasil. Esta dissertação forneceu subsídios para a escrita da norma de segurança para o Sistema Brasileiro de Televisão Digital, gerou publicações de artigos científicos e técnicos, e a comprovação de viabilidade, tanto do SPDA-BR como do AUTV, através de simulações e prova de conceito, respectivamente.
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Televisão Digital Interativa Principais Características e Tecnologias Multimedia Home Platform Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Televisão Digital Interativa Principais Características e Tecnologias Multimedia Home Platform Sistema Brasileiro de Televisão Digital

52 6. Recomendações de pesquisa http://www.broadbandbananas.com/ exemplos de aplicações reais http://www.interactivetvweb.org Guia On-Line de desenvolvimento http://sbtvd.cpqd.com.br/ site do Governo Brasileiro, com as últimas novidades sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital

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Controle de segurança da informação nas aplicações interativas do Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Controle de segurança da informação nas aplicações interativas do Sistema Brasileiro de Televisão Digital

RESUMO: O trabalho apresenta uma metodologia para a transmissão de informações com segurança nas aplicações interativas no Sistema Brasileiro de Televisão Digital. O método permite a integridade, confiabilidade e disponibilidade dos parâmetros em uma transmissão. A certificação digital na programação das aplicações digitais é testada com os protocolos das camadas de aplicação e transporte da rede de interatividade. A proposta permite que as aplicações interativas que manipulam dados confidenciais dos usuários possuam rotinas de autenticação do usuário para que não haja modificação de dados no receptor. Dessa forma, a televisão digital terá um procedimento para a segurança para as aplicações interativas.
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Suporte a aplicações sensíveis ao contexto no cenário do Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Suporte a aplicações sensíveis ao contexto no cenário do Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Com o advento da televisão digital aberta no Brasil, um dos possíveis cenários para o desen- volvimento de aplicações sensíveis ao contexto é aquele proporcionado pelo ambiente de Televisão Digital interativa (TVDi ), no âmbito do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD ). Esse cenário passa a chamar a atenção devido ao fato da característica de sensibilidade ao contexto po- der enriquecer ainda mais a experiência do usuário de assistir televisão. Além disso, a emergência da TV digital como uma nova plataforma de mídia, aliada à familiaridade do público em geral com a mídia televisiva, abre novas possibilidades para a melhoria e a implantação de diferentes tipos de serviços interativos em diversos domínios – potencialmente enriquecidos com informa- ções contextuais – em domínios diversos, por exemplo, nas áreas da Saúde (e.g., aplicações de “personal healthcare”) e Governo Eletrônico (e.g., aplicações de inclusão digital).
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ADRIANO RENNER ARQUITETURA DE UM DECODIFICADOR DE ÁUDIO PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL E SUA IMPLEMENTAÇÃO EM FPGA

ADRIANO RENNER ARQUITETURA DE UM DECODIFICADOR DE ÁUDIO PARA O SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL E SUA IMPLEMENTAÇÃO EM FPGA

RESUMO O Sistema Brasileiro de Televisão Digital estabeleceu como padrão de codificação de áudio o algoritmo MPEG-4 Advanced Audio Coding, mais precisamente nos perfis Low Complexity, High Efficiency versão 1 e High Efficiency versão 2. O trabalho apresenta um estudo detalhado sobre o padrão, contendo desde alguns conceitos da psicoacústica como o mascaramento até a metodologia de decodificação do stream codificado, sempre voltado para o mercado do SBTVD. É proposta uma arquitetura em hardware para um decodificador compatível com o padrão MPEG-4 AAC LC. O decodificador é separado em dois grandes blocos mantendo em um deles o banco de filtros, considerado a parte mais custosa em termos de processamento. No bloco restante é realizada a decodificação do espectro, onde ocorre a decodificação dos códigos de Huffman, o segundo ponto crítico do algoritmo em termos de demandas computacionais. Por fim é descrita a implementação da arquitetura proposta em VHDL para prototipação em um FPGA da família Cyclone II da Altera.
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Projeto de Testes de coexistência entre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital e o LTE na faixa de 700MHz (Banda 28 3GPP)

Projeto de Testes de coexistência entre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital e o LTE na faixa de 700MHz (Banda 28 3GPP)

Neste documento serão apresentados os resultados de uma avaliação teórica que por meio de simulações permitirá identificar cenários de coexistência entre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) e o Sistema Móvel LTE na faixa de frequências de 700 MHz. As simulações tem como base na metodologia MCL (Multicopupling Loss) e Monte Carlo com o uso da ferramenta de simulação Seamcat na sua versão 4.0.1 e aplicando metodologias de teste com base na Rec. ITU-R SM 2028[3].

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Democracia técnica e lógicas de ação: uma análise sociotécnica da controvérsia em torno da definição do Sistema Brasileiro de Televisão Digital - SBTVD.

Democracia técnica e lógicas de ação: uma análise sociotécnica da controvérsia em torno da definição do Sistema Brasileiro de Televisão Digital - SBTVD.

Por diferentes lógicas de ação entendemos as distintas orientações que motivam as ações dos atores em contextos decisórios, no que nos inte- ressa mais de perto, em uma controvérsia, os quais se vinculam ao proje- to em questão por um regime de engajamento. Essas lógicas de ação, as quais se relacionam diretamente com regimes de engajamento dos atores, podem ser do tipo cívicas, quando relacionadas aos interesses da coleti- vidade; empresarial e industrial, quando voltadas para a eficiência e pro- fissionalismo; opinativa, quando prevalece a divulgação de ideias próprias. A tipologia da diversidade de lógicas de ação aqui utilizada baseia-se nos conceitos de mundos sociais ou cités de Boltanski e Thévenot (1991). Cada um desses mundos seria regido por diferentes orientações. Nesse sentido, as ações dos atores em cada um desses mundos ou cités são orientadas por princípios comuns. Essas ações podem ser tanto de natureza sistêmica (lógicas do mercado), como de caráter público (lógicas cívicas). A partir da contribuição desses autores, procurar-se-á aqui fazer uma correspon- dência entre Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) como rede so- ciotécnica que reúne diversas lógicas de ação. O SBTVD seria, assim, um mundo sociotécnico singular coabitado por diferentes lógicas de ação.
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Segurança da informação para aplicações interativas no sistema brasileiro de televisão digital : uma metologia baseada em acesso Web Service em aplicações interativas

Segurança da informação para aplicações interativas no sistema brasileiro de televisão digital : uma metologia baseada em acesso Web Service em aplicações interativas

Apresenta-se neste trabalho uma metodologia que permite transmitir com segurança as informações no SBTVD – Sistema brasileiro de Televisão digital. O modelo baseia-se no acesso a web service em aplicações de TVD interativas. A proposta têm como base a proteção da informação, via mecanismos de controle, contra possíveis ameaças – seja por ação intencional, mau uso do aplicativo, defeitos ou falhas na programação – que ocorram onde a informação estiver sendo criada, processada, armazenada ou transmitida. Uma implementação real dos serviços propostos serve como prova do conceito da eficácia no uso da metodologia apresentada. Na avaliação dos resultados realizada foi possível obter uma visão geral da situação atual em que se encontra a gestão da segurança da informação da organização, bem como verificar os pontos que estão de acordo com a normatização e daqueles que necessitam aprimoramentos no SBTVD.
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Geração de fluxo de transporte aderente ao sistema brasileiro de televisão digital

Geração de fluxo de transporte aderente ao sistema brasileiro de televisão digital

O modo de transmissão refere-se à configuração multicanal utilizada, ao nú- mero de canais disponíveis no fluxo de bits e à forma de codificação desses canais. O número de canais de áudio fonte deve obrigatoriamente ser no mínimo um para uma con- figuração básica, dois para transmissão padrão estéreo típico e cinco canais mais um canal de baixas frequências (LFE) para transmissão multicanal “5.1” padrão. Os sinais fontes devem obrigatoriamente ser pré-processados e/ou combinados previamente à entrada do codificador, para produzirem os canais de transmissão que devem obrigatoriamente estar presentes no fluxo de bits. Uma mesma programação de áudio pode ser transmitida em mais de um modo, por exemplo, em estéreo (dois canais) mais modo multicanal 3/2 (5.1) simultaneamente, porém a transmissão simultânea não é obrigatória. No caso da trans- missão exclusiva em modo multicanal 3/2 (5.1), os receptores devem obrigatoriamente ser capazes de sintetizar o sinal estéreo por meio de conversão ( downmixing ), operações de replicação, dematrixing, combinação e processamento de sinal no âmbito funcional do sistema de reprodução de áudio do receptor.
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Um middleware declarativo na plataforma Android™ para o sistema brasileiro de televisão digital (SBTVD)

Um middleware declarativo na plataforma Android™ para o sistema brasileiro de televisão digital (SBTVD)

No cen´ ario de mobilidade, a escolha do sistema operacional embarcado no dispositivo port´ atil, assim como de suas plataformas de desenvolvimento associadas, tornam-se ques- t˜ oes proeminentes no processo de desenvolvimento de novas implementa¸c˜ oes Ginga. Uma primeira iniciativa acadˆ emica de implementa¸c˜ ao do Ginga-NCL para dispositivos m´ oveis, foi realizada na PUC-RJ [4], tendo como plataforma base o sistema operacional Symbian. A plataforma Android TM foi lan¸cada em 2008 pelo Google, atrav´ es do cons´ orcio Open Handset Alliance. Trata-se de uma plataforma de c´ odigo aberto e que n˜ ao est´ a vinculada a apenas um fabricante. Esta caracter´ıstica tem permitido a abertura da restrita ´ area de sistemas operacionais para telefonia m´ ovel. O Android TM consiste em um sistema operaci- onal baseado no kernel Linux 2.6 e provˆ e uma Application Programming Interface (API) na linguagem Java cujas aplica¸c˜ oes desenvolvidas s˜ ao compiladas para a m´ aquina virtual Dalvik. Esta m´ aquina virtual foi projetada especialmente para a plataforma Android TM , sendo otimizada para rodar em dispositivos port´ ateis. Para os desenvolvedores, h´ a um Software Development Kit (SDK) dispon´ıvel gratuitamente e j´ a existe uma ampla gama de aparelhos com Android TM embarcado.
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Análise da interferência no Sistema Brasileiro de Televisão Digital terrestre produzida pelo sistema Long Term Evolution

Análise da interferência no Sistema Brasileiro de Televisão Digital terrestre produzida pelo sistema Long Term Evolution

Com a chegada e popularização dos dispositivos móveis, o aumento da demanda de taxas, pelos serviços que utilizam acesso sem fio, tem colocado uma grande pressão sobre o uso do espectro e incentivado novos planos de distribuição do mesmo. A televisão digital terrestre tem como objetivo a melhora da qualidade do sinal de televisão não somente da perspectiva do usuário como, também, da perspectiva das rádio difusoras, já que permite fornecer um sinal de alta qualidade com capacidade de atingir a mesma cobertura da televisão analógica, utilizando menos potência de transmissão. Como consequência desta mudança, o antigo sinal analógico de TV será desligado através de um movimento denominado apagão analógico, que já teve início em diversos países do mundo. No Brasil, no mês de fevereiro de 2016, Rio Verde (em Goiás) foi a primeira cidade a ter transmissões de televisão exclusivamente digitais e, atualmente, cidades como Brasília e São Paulo já tiveram suas transmissões analógicas desligadas[1]. Essa mudança fará com que as partes do espectro anteriormente ocupadas por canais de televisão fiquem disponíveis para os sistemas de comunicação.
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Adaptação de codificador de áudio MPEG-4 de acordo com a norma do sistema brasileiro de televisão digital

Adaptação de codificador de áudio MPEG-4 de acordo com a norma do sistema brasileiro de televisão digital

43 técnicas de microfone correspondentes que permitiriam a gravação das diferenças de amplitude e fase necessárias para reprodução estéreo. Fletcher, Snow e Steinbeig dos laboratórios Bell usaram um abordagem diferente. Eles examinaram o seguinte questionamento: “quantos canais de alto- falantes seriam necessários para criar uma representação exata de uma cena sonora?”. Os estudos deles mostraram que se um número infinito de microfones for usado para capturar uma cena sonora, então é possível obter uma reprodução perfeita usando um número infinito de alto- falantes. Apesar de ser um resultado teórico interessante, os pesquisadores sabiam que aplicações práticas iam precisar de um número menor de canais. Eles demonstraram que um sistema composto por três canais, sendo estes, esquerdo, direito e central no plano de azimute poderiam representar a lateralização e a profundidade do campo de som desejado com uma precisão aceitável. Com isso, o estéreo foi criado como um sistema de três canais. O primeiro sistema deste tipo foi demonstrado em 1934 com a orquestra da Filadélfia tocando na Academia de Música da Filadélfia transmitindo o som para uma audiência que estava localizada em Washington através de linhas telefônicas.
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ROBERTO WILHELM KRAUSS MARTINEZ CORREÇÃO DE ERROS NA CAMADA DE APLICAÇÃO PARA RECEPÇÃO MÓVEL DO SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL

ROBERTO WILHELM KRAUSS MARTINEZ CORREÇÃO DE ERROS NA CAMADA DE APLICAÇÃO PARA RECEPÇÃO MÓVEL DO SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL

ABSTRACT This work proposes the use of an application layer forward error correction implemented to the SBTVD for mobile reception. The SBTVD is a digital television TV standard adopted by Brazil and some other countries in South America. This standard was developed for fixed and mobile reception. However mobile reception is not as effective due to the Doppler Effect that occurs when the user is on movement. In order not to modify the standards and hardware already established, the opportunity to study the application layer forward error correction ALFEC has been presented. Therefore it is proposed the simulation evaluation of ALFEC performance based on Raptor and LT codes applied in a SBTVD Simulator which recreates the transmission and channel coding of SBTVD. Simulations presented show that Raptor Codes perform well, better than LT Codes in SBTVD for mobile reception.
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Televisão digital móvel e portátil

Televisão digital móvel e portátil

3 Os televisores com função de TV digital representam 2,75% das vendas totais, apesar do preço médio ser 197% superior à média. Pesquisa realizada pela empresa Nielsen, com dados de 2010 e divulgada em fevereiro de 2011. 4 O decreto n 5.820, de 2006, que dispõe sobre a implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre - SBTVD - não inclui a multiprogramação no escopo deste novo sistema, mas a Norma n1, de 2009, regulamenta a operação compartilhada dos canais a serem utilizados pela União. “A multiprogramação somente poderá ser realizada nos canais a que se refere o art. 12 do Decreto no 5.820, de 29 de junho de 2006, consignados a órgãos e entidades integrantes dos poderes da União”.
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Sintonizador-demodulador para o sistema brasileiro de TV digital

Sintonizador-demodulador para o sistema brasileiro de TV digital

No dia 3 de abril de 2003 o então Ministro das Comunicações, Miro Teixeira, encaminhou ao presidente da república a exposição de motivos MC00034EM (MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, 2003), propondo diretrizes para a escolha do sistema. No dia 6 de junho de 2003 ocorre a primeira reunião conjunta com a presença de diversos representantes das universidades USP 17 (LSI 18 , LARC 19 e EF 20 ), UNICAMP 21 , PUC-RS 22 , UFPB 23 e UNISINOS 24 , da Sociedade de Engenharia de Televisão, SET, do Pólo Tecnológico de Porto Alegre e do Ministério das Comunicações, com o objetivo de encaminhar ao governo uma proposta de consórcio entre as instituições para a escolha do sistema de TV digital para o Brasil. No dia 8 de agosto ocorre a primeira reunião técnica na UNICAMP com a presença de diversos representantes de universidades, centros de pesquisa e desenvolvimento, sociedades afins, e ministérios do governo, com o objetivo de se organizar um grande consórcio nacional para o desenvolvimento de um sistema brasileiro de TV digital. Todo este movimento culmina com o Decreto Presidencial N o 4901 de 26 de novembro de 2003 (PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, 2003) instituindo o Sistema Brasileiro de TV Digital - SBTVD e dando outras providências, dentre elas uma de importante destaque que foi a indicação do FUNTTEL 25 como financiador dos projetos do SBTVD com o objetivo de estabelecer uma rede de competências nacional, promovendo a integração dos centros de pesquisa brasileiros para apresentar uma solução técnica inovadora, mantendo e aproveitando a compatibilidade com elementos já padronizados no mercado mundial de TV digital.
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TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro

TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro

Diante da mudança da TV analógica para Digital algumas dúvidas surgiram, se a interatividade é uma simples evolução que já conhecemos, ou ela é uma nova mídia, com suas peculiaridades? Ao contrário do que possa parecer, não há respostas prontas ou fáceis para essa questão. Por um lado a TV passa a agregar novas tecnologias, novos serviços e até programações impensáveis há alguns anos; por outro, não deixa de ser televisão, com todos os atrativos e problemas de programação que conhecemos.

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Os desafios da televisão digital

Os desafios da televisão digital

O Jornal Interativo é dividido em seis blocos, separados por um intervalo comercial que dura de 10 a 15 minutos, além de intervalos de cerca de 2 minutos. Na primeira parte do telejornal, ou seja, antes do intervalo de 10 minutos, os dois apresentadores costumam analisar um fato em profundidade, geralmente relacionado à política nacional. É comum lerem notícias, sobre o assunto discutido, em portais da Internet, como Uol, Terra, Folha Online (Jornal Folha de São Paulo), Estadão (Jornal O Estado de São Paulo) e Globo, embora, às vezes, não citem a fonte, comentarem reportagens publicadas por revistas semanais (Veja, Istoé e Época), além de mostrarem imagens ao vivo, veiculadas por emissoras de televisão aberta ou fechada, como Bandeirantes, SBT, Globonews e CNN. No primeiro bloco, os jornalistas apresentam a escalada, ou seja, o resumo das informações que serão abordadas no decorrer do programa intercaladas com comentários a respeito desses fatos. Uma das peculiaridades do telejornal é o improviso no discurso, pois os âncoras não utilizam o teleprompter, equipamento que permite ao apresentador ler o texto. São características do programa: o tom irônico a algumas informações emitidas e o senso de humor com os internautas. Aliás, os jornalistas criam vínculos com os receptores.
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Televisão Digital e Interactiva:

Televisão Digital e Interactiva:

A. Norman enfatiza que é fundamental in- vestigar as reais necessidades dos utilizadores. Um exemplo desta orientação para as necessidades reais das pessoas, bem como da importância de simplificar a utilização dos novos media e das novas tecnologias é o serviço de Áudio-Descrição. Este serviço consiste em adicionar uma faixa de áudio a um programa de televisão de forma a descrever por palavras o que se passa na imagem, destinado a pessoas com deficiências visuais. Este tipo de serviço já existe em diversos países, como é o caso da Inglaterra, através dos operadores de TV paga como a Sky e de canais como a BBC. No fundo, trata-se neste caso de proporcionar a pessoas com necessidades especiais uma experiência mais rica de televisão, auxiliando na compre- ensão do programa através das descrições de um narrador. Simples e útil, projectos como este podem e devem ser acarinhados por ope- radores de televisão, canais de televisão, pro- dutoras de televisão e outras entidades com responsabilidade nas áreas dos Media e das novas Tecnologias de Informação e Comuni- cação.
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A população e a televisão digital

A população e a televisão digital

A velocidade com que o mundo da comunicação de massa se desenvolve hoje em dia é assustadora. Sempre se inventa algo novo, um aparelho que substitui o rádio, aonde você consegue guardar mais de cinco mil músicas e ainda cabe em seu bolso, e sem falar da tecnologia da telefonia móvel. Contudo existe um meio de comunicação que desde 1950, está presente em nossas vidas diariamente. Nessa época que se desconhecia o novo veículo de comunicação, onde nem mesmo as agências de publicidade tinham idéia do que estava a ser implantado, a televisão entrou, ficou e se tornou o maior hábito na vida do brasileiro. Conquistando a aceitação do público e despertando interesse de empresários, a televisão, com o tempo tornou-se indispensável na residência de todos. Contudo no final do século passado, começou a implantação de um novo tipo de transmissão em alguns países, o padrão digital. Após anos de estudos, três grandes regiões se destacaram com essa tecnologia: Estados Unidos, visando o aumento da qualidade na imagem e do som, a Europa que buscou a multiprogramação como principal característica e o Japão, com a tecnologia mais recente das três citadas, se destacando na mobilidade. Já no Brasil, foi criado o projeto SBTVD que, se utilizando das tecnologias já existentes, continua desenvolvendo um padrão ideal para o país. A proposta do estudo que se segue, visa medir o conhecimento da população com relação a essa nova plataforma de transmissão. Como foi dito anteriormente, a televisão faz parte da vida de todo brasileiro, e a sensação de mudá-la após sua consolidação, pode ser assustador.
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