Sistema nervoso autônomo

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Farmacologia do sistema nervoso autônomo colinérgico

Farmacologia do sistema nervoso autônomo colinérgico

Receptores: Muscarínicos (sinapses efetoras parassimpática e na simpática colinérgica, tbem presente no gânglio e SNC) e Nicotínicos (Placa motora, gânglios simpáticos e parassimpáticos e SNC) Farmacologia do sistema nervoso autônomo colinérgico Receptor Localização Proteína G Sinalização

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ESTUDO DOS MEDIADORES QUÍMICOS E O SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

ESTUDO DOS MEDIADORES QUÍMICOS E O SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

RESUMO O Sistema Nervoso Autônomo transmite todas as informações do SNC para o restante do corpo, exceto para a inervação motora da musculatura esquelética. Dessa forma as funções autônomas são mediadas pela liberação de substâncias químicas neurotransmissores, sendo assim definido como mediadores químicos. O objetivo do presente estudo é conhecer os diversos tipos de neurotransmissores e sua atuação no SNA. É um levantamento bibliográfico, tendo como metodologia quantitativa, com intuito de verificar os neurotransmissores e suas ações sobre as funções autônomas. Constatou-se com a pesquisa que o SNA exerce um papel fundamental na manutenção do equilíbrio homeostático, envolvendo-se direta ou indiretamente, em quase todos os processos fisiológicos e fisiopatologias. Assim, a rede de sinais químicos e de receptores comunicam-se com as células do organismo proporcionando numerosos alvos para a ação das drogas.
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Complexidade do sistema nervoso autônomo em indivíduos com DPOC

Complexidade do sistema nervoso autônomo em indivíduos com DPOC

RESUMO Objetivo: Avaliar a modulação autonômica de indivíduos com DPOC, comparados com um grupo controle saudável, por meio do plot de recorrência (PR) associado a métodos lineares da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Métodos: Foram avaliados dados de 74 voluntários, os quais foram divididos em grupos DPOC (n = 43) e controle (n = 31). Para a análise dos índices de VFC, a frequência cardíaca dos voluntários foi registrada, batimento a batimento, por meio de um cardiofrequencímetro com os voluntários em repouso na posição supina por 30 min. Foram avaliados índices lineares nos domínios de tempo e de frequência, assim como índices obtidos por meio do PR. Resultados: No grupo DPOC, em comparação com o grupo controle, houve aumentos significativos em índices obtidos do PR, assim como houve reduções significativas nos índices lineares nos domínios de tempo e de frequência. Não foram observadas diferenças significativas nos índices lineares nos domínios de frequência em unidades normalizadas e na relação entre os componentes de alta e baixa frequência. Conclusões: Indivíduos com DPOC apresentam uma diminuição tanto da atividade simpática quanto da parassimpática, associada a uma redução da complexidade do sistema nervoso autônomo, identificada pelo PR, que fornece informações complementares importantes na detecção de alterações autonômicas nessa população.
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CAPÍTULO 60 O SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO E A MEDULA ADRENAL

CAPÍTULO 60 O SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO E A MEDULA ADRENAL

2.4. EFEITOS DA ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA E PARASSIMPÁTICA EM ÓRGÃOS ESPECÍFICOS 2.4.1. OLHOS Funções que são controladas pelo sistema nervoso autônomo: abertura das pupilas e foco do cristalino. A estimulação simpática contrai as fibras meridionais da íris, provocando a dilatação da pupila (midríase), enquanto a estimulação parassimpática contrai o músculo circular da íris, provocando a constrição da pupila (miose). As eferências parassimpáticas são estimuladas por via reflexa quando luz excessiva entra nos olhos. Os eferentes simpáticos são em particular estimulados durante períodos de excitação. O processo de focalização do cristalino é quase inteiramente controlado pelo sistema nervoso parassimpático. A excitação parassimpática contrai o músculo ciliar que é corpo anular de fibras musculares lisas que circundam as pontas exteriores dos ligamentos radiais do cristalino, o que libera a tensão nos ligamentos e permite que o cristalino fique mais convexo.
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SISTEMA NEURAL DE AUXÍLIO AO DIAGNÓSTICO BASEADO EM ALTERAÇÕES NO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

SISTEMA NEURAL DE AUXÍLIO AO DIAGNÓSTICO BASEADO EM ALTERAÇÕES NO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

Classificação 3 – A apneia do sono se refere à interrupção momentânea ou mais longa do ritmo respiratório, suficiente para causar hipoxemia e é frequentemente causada por um excesso de gordura na região do pescoço. O resultado é uma resposta compensatória por parte do sistema nervoso autônomo [14], com uma forte atividade simpática. Portanto, a faixa de valores de RR tende a ser mais alta, devido à queda abrupta, mas também à busca do SNA pelo reestabelecimento do oxigênio no corpo. Viu-se que, nesses casos de crise de apneia, as energias do espectro de frequência tendem a serem maiores tanto para baixa frequência quanto para alta frequência (parassimpático).
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Efeitos do tabagismo passivo no tranporte mucociliar e sistema nervoso autônomo de adultos

Efeitos do tabagismo passivo no tranporte mucociliar e sistema nervoso autônomo de adultos

Introdução: Sabe-se que os prejuízos ocasionados pelo tabagismo podem se estender aos tabagistas passivos. Ainda existem lacunas em relação aos prejuízos do tabagismo passivo no sistema mucociliar e autônomo. Além disso, ainda não se conhece de forma clara a influência da frequência e do tempo de exposição à fumaça do cigarro nestes sistemas. Desta forma são necessárias políticas que reduzam os riscos da exposição passiva, como o incentivo à programas de cessação ao tabagismo, que podem cessar a exposição de outros indivíduos a fumaça do cigarro. Objetivos: Verificar o efeito do tabagismo passivo no transporte mucociliar e no sistema nervoso autônomo bem como investigar possíveis alternativas para aprimorar o tratamento de cessação ao tabagismo. Métodos: Foram avaliados três grupos: tabagistas ativos (GT) (n=44), tabagistas passivos (GTP) expostos diariamente à fumaça do cigarro (n=38) e indivíduos para o grupo controle (GC) (n=38). Inicialmente foi realizada avaliação inicial e avaliação da função pulmonar. Também foi analisada presença de sintomas respiratórios. Em seguida, para análise do sistema nervoso autônomo, foram coletados os dados de variabilidade da frequência cardíaca (VFC) por cardiofrequencímetro em repouso por 20 minutos. Foram mensurados os parâmetros hemodinâmicos, além da mensuração de monóxido de carbono no ar expirado. Em seguida foi avaliada a transportabilidade mucociliar por meio do teste de tempo de trânsito de sacarina (TTS). Para análise de novos procedimentos em um programa de cessação tabagística, foram implementados as seguintes ações: intensificação na frequência dos encontros; data de cessação pré- estabelecida pelos terapeutas do programa, primeiro encontro com apresentação do tratamento, esclarecimento de dúvidas e motivação dos pacientes e participação de ex- tabagistas para incentivar os iniciantes. Resultados e Conclusões: Tabagistas passivos apresentaram prejuízos da transportabilidade mucociliar quando comparado ao grupo controle (13.24±5.755 vs 9.85±6.89 minutos) e existe correlação entre a carga de exposição passiva e prejuízos no comportamento hemodinâmico, função pulmonar e sistema nervoso autônomo. Além disso, novos procedimentos realizados em programas de cessação tabagística proporcionaram alto índice de sucesso de abstinência, quando comparados a outros dados da literatura.
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Os principais transmissores do sistema nervoso autônomo Acetilcolina noradrenalina acetilcolina noradrenalina. noradrenalina

Os principais transmissores do sistema nervoso autônomo Acetilcolina noradrenalina acetilcolina noradrenalina. noradrenalina

Os principais transmissores do sistema nervoso autônomo são: Acetilcolina (no sistema nervoso parassimpático), e, a noradrenalina (no sistema nervoso simpático). Pois, a comunicação entre células nervosas, portanto, entre neurônios e órgãos efetuadores, ocorre através da liberação de sinais químicos (substancias químicas) específicos produzidos pelas terminações nervosas, denominados neurotransmissores. Esta liberação depende de processos provocados pela captação de íons cálcio e regulados pela fosforilação de proteínas plasmáticas. Existem receptores específicos para os neurotransmissores, pois, como são hidrofílicos, portanto, não lipossolúveis, não conseguem atravessar a membrana lipídica das células-alvo.
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Histórico familiar de hipertensão e nível de atividade física sobre o sistema nervoso autônomo de adolescentes

Histórico familiar de hipertensão e nível de atividade física sobre o sistema nervoso autônomo de adolescentes

Introdução: Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônico-degenerativa e multicausal. Um importante fator de risco para essa doença é o sedentarismo, que está presente em muitas vezes, desde a adolescência. Essa doença está associada a alterações autonômicas como aumento da modulação simpática e redução da modulação vagal. Estudos apontam que o histórico familiar dessa doença, possui uma grande influência no que diz respeito às respostas fisiológicas dos indivíduos. Objetivo: Analisar o nível de atividade física e histórico familiar de HAS com relação ao comportamento do sistema nervoso autônomo de adolescentes. Materiais e métodos: Foram selecionados 162 adolescentes da rede pública de ensino com idade entre 11 e 18 anos, que foram divididos em Filhos de Normotensos (FN, n= 126) e Filhos de Hipertensos (FH, n= 36). Após a assinatura do Termo de Assentimento pelos mesmos e pelo Termo de Consentimento pelos pais, os adolescentes foram submetidos à Avaliação Antropométrica, Nível de Atividade Física através do questionário IPAQ, Maturação Sexual pela Prancha de Tanner, Índice da Qualidade de Sono pelo questionário de Pittsburgh e a Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) utilizando o Eletrocardiograma. Resultados: Foi observado que os dois grupos FN e FH não possuem diferenças significativas nas principais variáveis que caracterizam ambos os grupos, como Pressão Arterial Sistólica e Diastólica (p = 0,31 / p = 0,07), Índice de Qualidade de Sono (p = 0,57), Circunferência da Cintura (p = 0,44) e Percentual de gordura (p = 0,33). O que mostra uma homogeneidade entre os grupos. Nas variáveis autonômicas, foram observadas diferenças estatisticamente diferentes no que tange o RMSSD, pNN50, Variância Total, HF e SD1, todas com p<0,05. Houve redução desses índices no grupo FH, onde todos eles representam uma retirada vagal. Ao analisar o nível de atividade física entre os grupos, a variável LF apresentou diferença significativa (p = 0,03) sendo maior no grupo FN com baixo nível de atividade física, indicando aumento simpático. Valendo ressaltar que em muitas variáveis, o Effect Size demostrou altíssima relevância clínica (ES > 0,8). Conclusão: A pesquisa mostrou que desde a adolescência, a disfunção autonômica já se faz presente, mesmo sem sinais de pressão arterial elevada ou qualquer outro sintoma de mais fácil e comum verificação e diagnóstico.
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Associação entre Religiosidade, Espiritualidade, Qualidade de vida e o Sistema Nervoso Autônomo de Pacientes com Doenças Pulmonares.

Associação entre Religiosidade, Espiritualidade, Qualidade de vida e o Sistema Nervoso Autônomo de Pacientes com Doenças Pulmonares.

6 RESUMO INTRODUÇÃO: Evidências científicas demonstram que a religiosidade e a espiritualidade (R/E) têm grande influencia sobre a saúde física e mental dos indivíduos. A maioria dos estudos apontam para melhor qualidade de vida, maior sobrevida, melhor saúde mental e menor incidência de doenças em geral. As doenças pulmonares comprometem de forma significativa a qualidade de vida dos pacientes, não tem cura, e em fase avançada tem indicação de transplante pulmonar. Pacientes com doenças pulmonares apresentam desequilibro autonômico, o que representa maior risco cardiovascular e de morte. Neste sentido, os objetivos deste estudo são: conhecer a R/E dos pacientes, comparar a R/E dos pacientes que aguardam em lista de transplantes com aqueles que não estão em lista, verificar se a R/E estão associadas com parâmetros clínicos e com a qualidade de vida dos pacientes. Avaliar o sistema nervoso autônomo dos pacientes com doença pulmonar intersticial e investigar se existe associação da R/E com a modulação simpática
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RESPOSTAS DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO EM ATLETAS DE VOLEIBOL DE PRAIA DURANTE ETAPAS DO CIRCUITO BRASILEIRO

RESPOSTAS DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO EM ATLETAS DE VOLEIBOL DE PRAIA DURANTE ETAPAS DO CIRCUITO BRASILEIRO

O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento do sistema nervoso autônomo em atletas de Voleibol de Praia durante etapas do Campeonato Brasileiro de Voleibol de Praia (temporada 2017/2018). O lnRMSSD (índice log natural da raiz quadrada da média das diferenças sucessivas ao quadrado dos intervalos R-R adjacentes) entre os dias da competição foi analisado usando as diferenças de médias estandardizadas (DME) ou tamanho do efeito (TE), intervalos de confiança e suas probabilidades (%maior/similar/menor). As associações entre o lnRMSSD e as variáveis psicométricas foram determinadas utilizando as correlações de Pearson. Os resultados demostraram que o índice lnRMSSD não teve diferenças substanciais ao longo das competições. Na análise da correlação de Pearson entre o ∆lnRMSSD e as variáveis psicométricas (sono, energia mental, dores musculares, estresse e humor), também não mostrou associações significativas. Conclui-se que a VFC não foi afetada durante as etapas analisadas.
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Marcapasso com sensor de contratilidade regulado pelas variações do sistema nervoso autônomo na miocardiopatia chagásica crônica.

Marcapasso com sensor de contratilidade regulado pelas variações do sistema nervoso autônomo na miocardiopatia chagásica crônica.

Fatores envolvidos nos sistemas de estimulação car- díaca - O estudo comparativo, entre os grupos com FC >65bpm (grupo 1) e ≤65bpm (grupo 2) em repouso na fase pós-implante, mostrou que os pacientes do grupo 1 apre- sentaram em exercício freqüência de estimulação menor que os pacientes do grupo 2, evidenciando a importância da FC para o controle do sistema de estimulação por marcapasso em cada paciente. Assim, aqueles com valores elevados de FC permaneceram sob grau de estimulação reduzida, em comparação àqueles com FC baixa com necessidade de estí- mulo em grau superior. Muitos fatores estão envolvidos na resposta ventricular, como variações intrínsecas próprias do sistema cardiovascular de cada paciente, sua estabilida- de emocional e o tipo de atividade desenvolvida. Neste caso, o sensor interfere na FC, dependendo das variações do sistema nervoso autônomo que fecha um circuito de in- formações para que o coração mantenha uma freqüência adequada de estimulação.
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Dose-resposta da imersão em água fria na recuperação do sistema nervoso autônomo pós-exercício

Dose-resposta da imersão em água fria na recuperação do sistema nervoso autônomo pós-exercício

Introdução: A imersão em água fria (IAF) tem sido utilizada substancialmente na recuperação pós-exercício. Entretanto, existem ainda lacunas no conhecimento sobre sua utilização na recuperação do sistema nervoso autônomo, sobretudo na questão dose-resposta. Objetivos: Analisar e comparar os efeitos da IAF durante a recuperação pós-exercício, a partir de diferentes tempos e temperaturas, sobre índices da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Método: 96 participantes, divididos aleatoriamente em cinco grupos (GC: controle; G1: 5’ a 9±1°C; G2: 5’ a 14±1ºC; G3: 15’ a 9±1°C; G4: 15’ a 14±1°C), realizaram um programa de saltos e o teste de Wingate e imediatamente após, foram imersos em um tanque com água fria até a altura da espinha ilíaca ântero-superior, de acordo com as característica de cada grupo. Análises foram realizadas antes (basal), durante a intervenção recuperativa (intervenção) e em 20, 30, 40, 50 e 60 minutos após o exercício (T20, T30, T40, T50 e T60). Foram avaliados os índices Mean RR, SDNN, RMSSD, VLF, LF, HF, SD1 e SD2 da VFC. Os dados foram analisados por meio do teste Kolmogorov-Smirnov para checar sua normalidade. Na comparação dentro de cada grupo entre os momentos basal vs Intervenção realizou-se o teste de Wilcoxon com dados pareados e entre o momento basal vs T20, T30, T40, T50 e T60 utilizou-se o teste de Friedman, complementado com o teste de Dunn. Para a comparação entre os grupos (GC vs G1 vs G2 vs G3 vs G4) utilizou-se o teste de Kruskal-Wallis, complementada com o teste de Dunn. Considerou-se o nível de significância em p<0,05. Resultados: observou-se que nos índices RR Mean, SDNN, VLF, LF e SD2 parece haver antecipação da recuperação entre 10 e 20 minutos após aplicação da IAF. Pôde-se observar ainda que G4 apresentou valores estatisticamente superiores quando comparado ao GC, sugerindo melhor estratégia no processo de recuperação pós-exercício, utilizando a IAF. Conclusões: Caso o objetivo do processo de recuperação aborde a restauração do balanço simpato- vagal, sugere-se a técnica com ênfase em 15 minutos a 14ºC.
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Modulação do sistema nervoso autônomo mensurado pela. análise da variabilidade da freqüência cardíaca em. pacientes com fibromialgia

Modulação do sistema nervoso autônomo mensurado pela. análise da variabilidade da freqüência cardíaca em. pacientes com fibromialgia

INTRODUÇÃO: Pacientes com fibromialgia (FM) apresentam distúrbios no sistema de resposta ao estresse, o qual é composto pelo eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA) e pelo sistema nervoso autônomo. Recentemente, tem havido muito interesse na possível função do sistema nervoso autônomo na patogênese da FM. O objetivo deste estudo foi avaliar a interação entre os sistemas simpático e parassimpático, em mulheres com FM e mulheres saudáveis, utilizando a análise da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC). MÉTODOS: Foram estudadas 20 mulheres com FM com idades entre 35 e 55 anos, e 20 controles saudáveis pareados pela idade, gênero e índice de massa corporal. A VFC foi analisada sobre gravações eletrocardiográficas, obtidas através da monitorização eletrocardiográfica ambulatorial (Holter) de 24 horas, e avaliada pelos índices da VFC no domínio do tempo (SDNN, SDANN, SDNNi, RMSSD e pNN50) e no domínio da freqüência (LF, HF, WF e LF/HF). A VFC foi analisada durante o período de 24 horas e também durante o período noturno, entre 01:00 e 04:00 h AM, consideradas como horas de sono. O equilíbrio simpato-vagal foi analisado através da razão LF/HF, sendo as faixas de freqüências da LF (0,04-0,15 Hz) considerada como predominantemente simpática, e da HF (0,15-0,50 Hz) considerada como predominantemente parassimpática. RESULTADOS: Não houve diferença de idade entre pacientes com FM e o grupo controle (44,40 ± 5,01 e 44,65 ± 5,32 anos, respectivamente; p=0,879). Os índices que refletem o sistema nervoso parassimpático, mostraram um comportamento similar entre pacientes com FM, mas revelaram atividade significativamente diminuída quando comparado ao grupo controle, ambos durante o período noturno e durante o período de 24 horas (p<0,05). Não houveram diferenças entre os índices que refletem o sistema simpático entre os grupo FM e controle (p>0,05), assim como não mostraram hiperatividade simpática. Contudo, a razão LF/HF foi significativamente maior em pacientes com FM, quando comparado ao grupo controle, ambos durante o período de sono (p=0,015) como durante o período de 24 horas (p=0,025), sugerindo predominância simpática em indivíduos com FM. CONCLUSÃO: Nossos resultados sugerem que pacientes com FM apresentam predominância da atividade simpática, associado ao tônus parassimpático diminuído. Sob condições basais não foi detectada hiperatividade simpática, uma vez que a atividade simpática não mostrou alterações significantes.
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Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes

Qualidade do Sono Associada ao Nível Habitual de Atividade Física e Sistema Nervoso Autônomo de Fumantes

Em resumo, este estudo demonstrou que a qualidade do sono de fumantes e sua relação com nível habitual de atividade física e modulação do SNA. Portanto, além da nicotina, a pior qualidade do sono pode estar associada a níveis mais baixos de atividade física e alterações na modulação do sistema nervoso autônomo, sugerindo que a promoção de atividade física em fumantes pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e garantir maior controle autônomo. Entretanto, são necessários novos estudos que avaliem níveis diferentes de atividade física na modulação do SNA durante o sono em comparação com indivíduos saudáveis, o que pode evitar distúrbios do sono, incentivar um estilo de vida saudável à medida que incentiva a cessação do tabagismo.
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Marcapasso com Sensor de Contratilidade Regulado pelas Variações do Sistema Nervoso Autônomo na Miocardiopatia Chagásica Crônica

Marcapasso com Sensor de Contratilidade Regulado pelas Variações do Sistema Nervoso Autônomo na Miocardiopatia Chagásica Crônica

Fatores envolvidos nos sistemas de estimulação car- díaca - O estudo comparativo, entre os grupos com FC >65bpm (grupo 1) e ≤ 65bpm (grupo 2) em repouso na fase pós-implante, mostrou que os pacientes do grupo 1 apre- sentaram em exercício freqüência de estimulação menor que os pacientes do grupo 2, evidenciando a importância da FC para o controle do sistema de estimulação por marcapasso em cada paciente. Assim, aqueles com valores elevados de FC permaneceram sob grau de estimulação reduzida, em comparação àqueles com FC baixa com necessidade de estí- mulo em grau superior. Muitos fatores estão envolvidos na resposta ventricular, como variações intrínsecas próprias do sistema cardiovascular de cada paciente, sua estabilida- de emocional e o tipo de atividade desenvolvida. Neste caso, o sensor interfere na FC, dependendo das variações do sistema nervoso autônomo que fecha um circuito de in- formações para que o coração mantenha uma freqüência adequada de estimulação.
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Variabilidade da frequência cardíaca como método de avaliação do sistema nervoso autônomo na síndrome dos ovários policísticos

Variabilidade da frequência cardíaca como método de avaliação do sistema nervoso autônomo na síndrome dos ovários policísticos

tais como resistência à insulina 3 , dislipidemia 4 , síndrome metabólica 5 , hipertensão arterial sistêmica (HAS) 6 , obesi- dade central 7 e aterosclerose precoce 8 . Nos últimos anos, o interesse em se estudar o funcionamento do sistema nervoso autônomo das mulheres com SOP tem crescido devido às comorbidades cardiovasculares por elas apresentadas, e estão sendo observadas evidentes alterações no controle autonômico cardíaco dessas pacientes quando comparadas com mulheres ovulatórias saudáveis na mesma faixa etária

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VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA COMO INSTRUMENTO DE INVESTIGAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO EM CONDIÇÕES FISIOLÓGICAS E PATOLÓGICAS

VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA COMO INSTRUMENTO DE INVESTIGAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO EM CONDIÇÕES FISIOLÓGICAS E PATOLÓGICAS

A quantificação da variabilidade da freqüência cardíaca, estudada por métodos no domínio do tempo, da freqüência e por métodos não-lineares, tem sido amplamente utilizada como instrumento de investigação do sistema nervoso autônomo. Este artigo revisa uma série de estudos desenvolvidos em nosso laboratório, nos quais índices de variabilidade da freqüência cardíaca foram avaliados através de bloqueio farmacológico, sob efeito agudo e crônico do exercício e em condições patológicas. Durante exercício dinâmico com aumento progressivo de cargas, a influência da atividade simpática na freqüência cardíaca não se tornou progressivamente mais importante em intensidades elevadas. Atletas treinados aerobicamente apresentam retardo na condução atrioventricular, o qual pode ser explicado por adaptações intrínsecas do sistema de condução. Índices da variabilidade da freqüência cardíaca no domínio do tempo e da freqüência detectaram atividade parassimpática do repouso, mas não atividade simpática gerada por exercício de moderada intensidade. Em pacientes com insuficiência cardíaca e arritmias ventriculares freqüentes, a administração de amiodarona reduziu índices do domínio do tempo, achado que associou-se à presença de arritmia e sua supressão. Índices derivados do mapa de retorno tridimensional, método por nós desenvolvido, foram capazes de quantificar modulação simpática e parassimpática ao nó sinusal e identificaram disfunção autonômica em pacientes com diabetes melito e em outras condições fisiológicas e patológicas. Estudos experimentais também sugerem que o mapa de retorno tridimensional pode ser útil na avaliação da variabilidade da pressão arterial.
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ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO DURANTE O TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO DURANTE O TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO DURANTE O TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS Silva FRS, Oliveira MRS, Lazo-Osorio RA, Fagundes, AA, Goulart DGB Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP) / Curso de Fisioterapia - Faculdade de Ciências da Saúde,

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ANÁLISE DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO DE ALUNOS DO CURSO EM CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO DURANTE A PRÁTICA NÃO RADAR.

ANÁLISE DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO DE ALUNOS DO CURSO EM CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO DURANTE A PRÁTICA NÃO RADAR.

Para análise da VFC, os dados coletados do monitor cardíaco Polar S810i® foram transmitidos via sensor infravermelho para um laptop equipado com o software Polar PrecisionPerformance e extraído os intervalos RR em arquivo de texto (TXT). Em seguida, foram tratados no programa Matlab 6.1 para realização da Transformada Wavelet Contínua (TWC) a fim de obter-se a evolução da potência do sinal a diferentes níveis frequências de decomposição, a qual roporcionou o cálculo da evolução temporal dos índices do Sistema Nervoso Autônomo, ou seja, o cálculo da área de baixa frequência (LF = low frequency, 0,04-0,15 Hz) e da alta frequência (HF = high
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O exercício físico iniciado precocemente pode atenuar o desequilíbrio do sistema nervoso autônomo provocado pela obesidade.

O exercício físico iniciado precocemente pode atenuar o desequilíbrio do sistema nervoso autônomo provocado pela obesidade.

Palavras-chave: obesidade, gordura, sistema nervoso autônomo, exercício físico. ABSTRACT: The present article brings the results of experimental research developed during the period of studies of PDE - Program of Education Development, of the General office of State of the Education of Paraná (SEED) in 2008. The study refers the obesity, disease that is globally increasing and reaching different age groups and economical classes. She predisposes the organism to the diabetes, arteriosclerosis, dislipdemia, arterial hypertension, heart inadequacy, premature death. It is characterized by decrease of the energy expense, I increase of the fat stocks and consequently weight earnings, and the autonomic nervous system is fundamentally important in the regulation of that process. The sedentarismo and the weight excess are interdependentes and they can be combatted through a life physically active and healthy, where the alimentary ingestion is balanced with the energy expense. Recent data suggest that the physical exercise is an important one attached for the permanent maintenance of the corporal weight, mainly when initiate precocemente.
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