sistemas a eventos discretos

Top PDF sistemas a eventos discretos:

Controle supervisório de sistemas a eventos discretos, usando redes de Petri coloridas

Controle supervisório de sistemas a eventos discretos, usando redes de Petri coloridas

Esse trabalho propõe um novo método para síntese de supervisores em sistemas a eventos discretos, utilizando redes de Petri coloridas, baseado no contexto da teoria de controle supervisório. Como aspecto principal, tem-se a formalização teórica e a prova matemática do método para síntese desses supervisores, denominado Restrições de Controle sobre Cores Decompostas (RCCD). Além disso, como consequência, é apresentado um método para redução do número de lugares de controle denominado Fusão de Controladores (FC). Os métodos RCCD e FC são uma extensão do trabalho de Moody e Antsaklis, que propõem, originalmente, um Teorema comprovando a síntese de supervisores usando redes de Petri ordinárias e, dessa forma, são propostas aqui as extensões desse Teorema, para o contexto das redes de Petri coloridas. Nesse caso, explora- se a decomposição da matriz de incidência de uma rede de Petri colorida para de…nir lugares de controle que não são con‡itantes em suas ações, usando o soft CPNTools como ferramenta. A seguir, é realizada a fusão desses lugares de controle, obtidos com o RCCD, com a aplicação do método FC, em que o lugar de controle encontrado, denominado supervisor resultante da fusão, atende as mesmas restrições e contribui com a mesma performance de controle do sistema.
Mostrar mais

124 Ler mais

Planejamento da produção em Sistemas a Eventos Discretos: análise lógica e temporal

Planejamento da produção em Sistemas a Eventos Discretos: análise lógica e temporal

A Pequena Fábrica, também conhecida como Small Factory, é uma planta bem conhecida na área de Sistemas a Eventos Discretos, sendo utilizada em (WONHAM, 2014). A planta é composta de duas máquinas conectadas por um buffer unitário. A primeira máquina trabalha no produto e deposita no buffer, a segunda máquina retira o produto do buffer e realiza outro trabalho sobre ele. Em geral, a especiĄcação de segurança da Pequena Fábrica é garantir que não haja o underflow nem o overflow do buffer, ou seja, garantir que a primeira máquina não coloque um produto no buffer se ele já está cheio e que a segunda máquina não tente retirar um produto do buffer se este está vazio, como visto no diagrama da Figura 3.
Mostrar mais

73 Ler mais

Identificação de Sistemas a Eventos Discretos Maxplus lineares.

Identificação de Sistemas a Eventos Discretos Maxplus lineares.

Este artigo trata do problema de identificação de Sistemas a Eventos Discretos Max-plus lineares mono-entrada e mono- saída. O objetivo é estimar os parâmetros temporais do sis- tema a partir da observação dos instantes de disparo das tran- sições de entrada e de saída, supondo que alguns parâmetros estruturais sejam conhecidos. A partir dessas condições, o método de identificação proposto é desenvolvido tendo como base o cálculo de um limitante superior para o parâmetro de temporização do ciclo. Obtém-se uma condição suficiente de excitação, relativa à variável de entrada, para a conver- gência do algoritmo proposto. Exemplos ilustram o método proposto.
Mostrar mais

10 Ler mais

Representação computacional de Sistemas a Eventos Discretos considerando a heterogeneidade...

Representação computacional de Sistemas a Eventos Discretos considerando a heterogeneidade...

Para estudar os chamados Sistemas a Eventos Discretos (SEDs), existe uma variedade de tipos de modelos, mas, entretanto, estes acabam tratando de as- pectos sistˆemicos espec´ıficos, da mesma forma que suas an´alises. Para ter uma vis˜ao mais completa de tais sistemas, ´e importante lidar com esses tipos hete- rogˆeneos de modelos e com as t´ecnicas desenvolvidas para sua integra¸c˜ao. Este trabalho foca na quest˜ao da representa¸c˜ao computacional desses modelos e de como adequ´a-la `a heterogeneidade e `a integra¸c˜ao desses modelos. No que diz res- peito `a heterogeneidade, ´e proposta uma descri¸c˜ao matem´atica das ferramentas computacionais de modelagem e an´alise de SEDs, com a qual se pode visuali- zar as intera¸c˜oes entre a heterogeneidade dos modelos, o poder de express˜ao e de montagem de representa¸c˜oes de modelos e os processamentos de an´alise. Baseado nesta descri¸c˜ao e considerando-se os diversos custos envolvidos, diversas carac- ter´ısticas s˜ao analisadas, de modo que, ao final, determina-se quais aquelas que s˜ao favor´aveis para o caso de heterogeneidade e integra¸c˜ao de modelos. Por´em, existe ainda a heterogeneidade inerente aos modelos que n˜ao pode ser eliminada e isso constitui um obst´aculo no caso de ter de lidar com modelos heterogˆeneos, representando um custo adicional para o aproveitamento de sua integra¸c˜ao. Em rela¸c˜ao a este caso, a proposta deste trabalho ´e de representar as informa¸c˜oes semˆanticas associadas aos diversos modelos como forma de obter uma descri¸c˜ao integrada da dinˆamica sendo modelada. Desde que as condi¸c˜oes de consistˆencia dessas representa¸c˜oes sejam atendidas, com tal descri¸c˜ao, ´e poss´ıvel visualizar os relacionamentos entre os diversos modelos e realizar an´alises sem ter que lidar com as diferen¸cas estruturais dos v´arios tipos de modelos. Al´em disso, tais in- forma¸c˜oes s˜ao ´ uteis na constru¸c˜ao de representa¸c˜oes de modelos de SEDs e no estabelecimento de relacionamentos entre modelos de dinˆamicas diferentes. Dessa discuss˜ao fica claro que tais representa¸c˜oes tˆem papel fundamental para um efe- tivo processamento computacional das informa¸c˜oes que a modelagem e an´alise oferecem.
Mostrar mais

190 Ler mais

Estudo e implementação de técnicas de controle de sistemas a eventos discretos em CLP: aplicação em um sistema flexível de manufatura didático

Estudo e implementação de técnicas de controle de sistemas a eventos discretos em CLP: aplicação em um sistema flexível de manufatura didático

Os sistemas de produ¸c˜ao buscam eficiˆencia e redu¸c˜ao dos custos para melhorar a competitividade no mercado. Desta forma, a automa¸c˜ao exerce papel fundamental nos processos por meio da coordena¸c˜ao dos subsistemas, a fim de que as opera¸c˜oes individuais e o funcionamento global do sistema sejam garantidos. Um conjunto de equipamentos que exerce diversas atividades e transforma mat´eria-prima em produto pode ser chamado de sistema de manufatura. Considera-se como um sistema flex´ıvel de manufatura (SFM), quando apresenta flexibilidade de produtos, rotas de produ¸c˜ao e a capacidade de uma m´aquina em executar trabalhos diferentes. O SFM demanda rapidez no desenvolvimento e altera¸c˜ao na l´ogica de controle. Usualmente, a l´ogica de controle ´e implementada em um controlador l´ogico program´avel (CLP) baseada na experiˆencia do programador e de forma emp´ırica. Entretanto, existem m´etodos formais para implementar a l´ogica de controle em CLP como a Teoria de Controle Supervis´orio (TCS) baseada nos Autˆomatos e nas Redes de Petri via Invariantes de Lugar. A estrutura da TCS possui a planta que reflete o com- portamento fisicamente poss´ıvel do sistema e o supervisor que exerce uma a¸c˜ao de controle restritiva sobre a mesma para confinar seu comportamento `aquele que corresponde a uma dada especifica¸c˜ao. A Teoria de Linguagens e Autˆomatos ´e a base para a modelagem da planta e das especifica¸c˜oes de controle para a s´ıntese dos supervisores que s˜ao obtidos pelo Controle Modular Local. A Rede de Petri (RP) ´e a base para os Invariantes de Lugar que sintetizam um supervisor capaz de restringir as opera¸c˜oes da planta modelada como uma RP de acordo com as restri¸c˜oes de seguran¸ca. Este trabalho prop˜oe o estudo e ava- lia¸c˜ao de trˆes metodologias de implementa¸c˜ao em CLP da TCS baseada nos Autˆomatos e uma metodologia de implementa¸c˜ao em CLP da TCS baseada nas Redes de Petri via Invariantes de Lugar com o objetivo de implementa¸c˜ao pr´atica e automa¸c˜ao de um sis- tema flex´ıvel de manufatura did´atico constru´ıdo no Laborat´orio de An´alise e Controle de Sistemas a Eventos Discretos (LACSED) da UFMG. Uma an´alise comparativa entre as quatro metodologias ´e apresentada e n˜ao tem como objetivo indicar a melhor metodolo- gia, mas estabelecer as vantagens e desvantagens das metodologias de implementa¸c˜ao em CLP para promoverem o conhecimento e a dissemina¸c˜ao da aplica¸c˜ao dessas metodologias.
Mostrar mais

144 Ler mais

Estratégias de controle por modelo de referência de sistemas a eventos discretos Max-plus Lineares.

Estratégias de controle por modelo de referência de sistemas a eventos discretos Max-plus Lineares.

De modo geral, um sistema a eventos discretos (SED) é um sistema dinâmico cujas variações de estado são estritamente condicionadas pela ocorrência de eventos. O conceito de evento é fundamental, caracterizado como algo sem duração e única causa possível para as mudanças de estado. Portanto, num SED, as mudanças de estado ocorrem estritamente num conjunto enumerável de instantes de tempo. Diz-se também que um SED tem sua dinâmica dirigida pela ocorrência de eventos. Outro aspecto importante a respeito dos SED é o fato de seu espaço de estados ser normalmente discreto (e em muitas aplicações finito). Essas características distinguem os SED dos sistemas que têm sua dinâmica dirigida pelo tempo e seu espaço de estado contínuo, cuja modelagem é tradicio- nalmente feita através das equações diferenciais e das equa- ções a diferenças. Esses sistemas serão chamados de siste- mas contínuos (mesmo no caso em que o tempo for discreto). Em um SED os eventos podem ser de vários tipos e pro- gramados de maneiras diversas. Podem ocorrer autonoma- mente ou programados pela ocorrência prévia de algum outro evento e a definição do instante de ocorrência pode ser deter- minística ou não-determinística (inclusive aleatória). Exem- plos típicos de SED são os sistemas de manufatura, o “hard- ware” de um computador, e em outro nível de abstração, as redes de comunicação. Dois aspectos são de grande impor- tância no estudo da dinâmica de SED: os problemas de con- flito e os problemas de sincronização. Os sistemas de ma- nufatura oferecem exemplos desses dois aspectos. Um con- flito ocorre num sistema de manufatura quando, por exem- plo, duas peças devem ser processadas na mesma máquina, devendo haver uma decisão sobre qual delas será processada em primeiro lugar. O aspecto de sincronização fica evidente, por exemplo, quando a montagem de uma peça depende de duas ou mais partes, cujo processamento por sua vez pode obedecer às mesmas restrições. Nesse caso, obviamente a parte com processamento mais tardio determinará o início da montagem da peça final. Neste artigo a atenção será concen- trada nos sistemas sem conflito, onde predominam os proble- mas de sincronização.
Mostrar mais

16 Ler mais

Modelagem e simulação de sistemas a eventos discretos via redes de Petri estocásticas: aplicação em mineração

Modelagem e simulação de sistemas a eventos discretos via redes de Petri estocásticas: aplicação em mineração

n 11 10 9 6.2 8.2 8.1 6.1 8.n britador livre britador ocupado caminhão descarregado pronto para deslocar bloco britador carregadeira livre carregadeira ocupada caminhão carregado bloco p[r]

89 Ler mais

Restrições de controle sobre cores decompostas: uma proposta no controle supervisório de sistemas a eventos discretos utilizando redes de Petri coloridas.

Restrições de controle sobre cores decompostas: uma proposta no controle supervisório de sistemas a eventos discretos utilizando redes de Petri coloridas.

alcançabilidade de estados é um fator que dificulta a impo- sição de controladores em uma RP. Redes com poucos lu- gares e transições podem atingir uma imensa quantidade de estados. Numa RPC, à medida que o número de cores au- menta o número de combinações entre as cores que podem compor a marcação de um dado lugar também, de modo que o grafo de alcançabilidade cresce exponencialmente (Jensen and Kristensen, 2009). Assim, ao se evitar os algoritmos de análise de alcançabilidade, devido à complexidade computa- cional, perde-se a garantia de uma supervisão ótima, ou seja, aquela em que a ação do controlador é minimamente restri- tiva (onde a ação de controle só ocorre para evitar que os requisitos exigidos para o funcionamento do sistema sejam contrariados). Uma forma de garantir uma supervisão ótima tem sido restringir o método a uma classe de sistema que po- dem ser modelados pelas chamadas RP determinísticas, ou seja, aquelas em que duas ou mais transições associadas a um mesmo evento, não podem estar habilitadas ao mesmo tempo (Cassandras and Lafortune, 2008). Bloqueio, em que, dife- rentemente da TCS baseada em autômatos, os métodos base- ados em RP, para síntese de controladores, não garantem que os controladores obtidos sejam não-bloqueantes. Nesse caso, para garantir que o sistema controlado não tenha bloqueio, é preciso ter algumas considerações estruturais da rede, das condições iniciais e das transições não controláveis, ou seja, a RP em questão tem que ser “viva”. Uma RP é dita viva se for possível executar todas as suas ações a partir de qualquer uma das marcações alcançáveis da rede. Esta propriedade é muito importante na análise de sistemas digitais, uma vez que, quando verificada, indica a inexistência de bloqueios no sistema modelado. Porém, a verificação da vivacidade ir- restrita de uma RP é, freqüentemente, muito cara. Por esta razão é possível relaxar esta propriedade, adotando-se níveis de vivacidade a fim de se satisfazer níveis de necessidades de modelagem sem bloqueio. Conflito, onde ocorre quando vários controladores agem sobre um mesmo sistema é neces- sário garantir que esta ação conjunta não seja conflitante, ou seja, a ação de um controlador não leve à inibição de outro controlador.
Mostrar mais

18 Ler mais

Desenvolvimento de uma interface humano-robô utilizando visão computacional e sistemas a eventos discretos

Desenvolvimento de uma interface humano-robô utilizando visão computacional e sistemas a eventos discretos

onjuntos de omando para os três onjuntos de dados utilizados, são apresentados a. quantidade de aertos, bem omo as quantidades de erros de deleção, inserção e substi-[r]

81 Ler mais

Metodologia e ferramenta de apoio ao teste de não-conflito no controle modular de sistemas a eventos discretos.

Metodologia e ferramenta de apoio ao teste de não-conflito no controle modular de sistemas a eventos discretos.

¸c˜ oes baseadas na proje¸c˜ ao natural, ´e exponencial no n´ umero de estados do autˆ omato origi- nal. No entanto, se a proje¸c˜ ao ´e uma OP-abstra¸c˜ ao, essa complexidade torna-se polinomial. Al´em disso, nesse caso a abstra¸c˜ ao obtida tem um n´ umero de estados me- nor ou igual ao do modelo original (Wong, 1998). Este artigo apresenta trˆes contribui¸c˜ oes. A primeira ´e a proposta de uma estrat´egia eficiente para a verifica¸c˜ ao do n˜ ao-conflito em um sistema composto; essa estrat´e- gia, aqui denominada W ◦T, ´e baseada numa combina- ¸c˜ ao das estrat´egias propostas em (Pena et al., 2006a) and (Pena et al., 2006b), e torna poss´ıvel obter maiores redu¸c˜ oes para os modelos abstra´ıdos. A segunda corres- ponde ` a introdu¸c˜ ao de um tipo especial de autˆ omato, denominado OP-verificador, e sua implementa¸c˜ ao com- putacional. O OP-verificador ´e usado para verifica¸c˜ ao, em tempo polinomial, da propriedade do observador a partir de um autˆ omato e um conjunto de eventos a serem
Mostrar mais

11 Ler mais

Diagnose de falhas em sistemas a eventos discretos modelados por autômatos finitos.

Diagnose de falhas em sistemas a eventos discretos modelados por autômatos finitos.

{verde, amarelo, vermelho}, ou valores discretos tais como valores numéricos pertencentes aos conjuntos N ou Z, ou ser formado por um subconjunto enumerável de elementos de R. Eventos podem estar associados a ações específicas (por exemplo, alguém aperta um botão, um avião levanta vôo etc) ou ser o resultado de diversas condições que são satisfei- tas (uma peça atinge um determinado ponto de uma linha de produção, o líquido dentro de um tanque atinge uma determi- nada altura etc). Embora seja possível modelar qualquer sis- tema físico como um SED de acordo com o grau de abstração considerado, determinados sistemas são naturalmente discre- tos e com evolução determinada pela ocorrência de eventos. Assim como na modelagem de sistemas dinâmicos de va- riáveis contínuas (SDVC), um modelo para um SED deve ser capaz de reproduzir, dentro de limites de tolerância pré- estabelecidos, o comportamento do sistema. Enquanto nos SDVCs as trajetórias dos estados são descritas em função do tempo, nos SEDs elas são função de uma sequência de eventos. Todas as sequências de eventos possíveis de serem geradas por um SED caracterizam a linguagem desse SED, sendo esta definida sobre o conjunto de eventos (alfabeto) do sistema. Assim, ao se considerar a evolução dos estados de um SED, a maior preocupação é com a sequência de estados visitados e com os eventos que causaram as correspondentes transições de estado, isto é, o modelo de um SED é composto basicamente de dois elementos, estados e eventos, conforme será ilustrado no exemplo a seguir.
Mostrar mais

24 Ler mais

Aplicação de simuladores de eventos discretos no processo de modelagem de sistemas de operações de serviços.

Aplicação de simuladores de eventos discretos no processo de modelagem de sistemas de operações de serviços.

uma fase crítica para a simulação (BANKS et al., 1996). Isso porque é uma atividade que requer tempo e compro- metimento das partes envolvidas. A construção de um modelo para sistemas de operação de serviço requer dados dos seguintes tipos básicos: 1) demanda, 2) confi- guração e dimensões da infraestrutura física, 3) tempos de serviço. Trata-se de dados quantitativos que podem ser extraídos de relatórios e documentos existentes ou que terão de ser levantados em campo pelo modelador. Destes três tipos de dados, o terceiro comumente requer especial atenção, pois dificilmente são encontrados na forma requerida pelo modelo e os tempos de operação precisam ser caracterizados para cada atividade que for nele incorporada.
Mostrar mais

19 Ler mais

Controle supervisório hierárquico modular por agregação de estados.

Controle supervisório hierárquico modular por agregação de estados.

Este artigo apresenta um modelo para controle hierárquico modular de sistemas a eventos discretos baseado no controle hierárquico por agregação de estados e no controle modu- lar clássico. Apresenta-se uma combinação das arquiteturas mencionadas, e são dadas condições necessárias e suficien- tes para que supervisores projetados individualmente sobre a planta quando atuando conjuntamente levem a uma solução consistente e não bloqueante.

10 Ler mais

AO DE PER´ IODOS DE AQUECIMENTO EM MODELOS DE SIMULAC ¸ ˜ AO A EVENTOS DISCRETOS

AO DE PER´ IODOS DE AQUECIMENTO EM MODELOS DE SIMULAC ¸ ˜ AO A EVENTOS DISCRETOS

Em estudos que utilizam t´ecnicas de simula¸c˜ao, exige-se uma alta demanda de tempo com- putacional, bem como elevados esfor¸cos no desenvolvimento e programa¸c˜ ao dos modelos. Por outro lado, em geral, ´e dedicado apenas um pequeno esfor¸co para a avalia¸c˜ao de dados de sa´ıda de simula¸c˜ao de forma a promover uma an´alise adequada dos resultados. Uma rodada de simula¸c˜ao de sistemas n˜ao terminais (aqueles que funcionam intermitentemente) ´e composta por um tempo de aquecimento necess´ario `a estabiliza¸c˜ao do sistema, seguida de diversas replica¸c˜oes, cada uma delas, fornecendo dados para a realiza¸c˜ao de estat´ısticas referentes ao comportamento do modelo simulado. Em procedimentos mais r´ usticos, ´e comum se deparar com uma simula¸c˜ao simplista, em que o tempo de aquecimento e o n´ umero de replica¸c˜oes s˜ao escolhidos de forma arbitr´aria, e em seguida, as estimativas resultantes do procedimento de simula¸c˜ao s˜ao observadas como as caracter´ısticas do modelo em estudo. Considerando que os modelos de simula¸c˜ao a eventos discretos s˜ao conduzidos ao longo do tempo e atrav´es de amostras aleat´orias de distribui¸c˜oes de probabilidade, podemos observar que as estimativas s˜ao apenas realiza¸c˜oes particulares de vari´aveis aleat´orias que podem ter muita variabilidade.
Mostrar mais

13 Ler mais

Balanceamento de operações e simulação a eventos discretos: redução da ociosidade dos operadores em uma linha de montagem

Balanceamento de operações e simulação a eventos discretos: redução da ociosidade dos operadores em uma linha de montagem

A comunicação do processo pode ser estabelecida com o uso de Kanbans. Kanban é uma informação (um cartão, um espaço no chão, uma mensagem eletrônica) automaticamente enviada e usada no controle de produção (LAGE JUNIOR & GODINHO FILHO, 2008). O Kanban envia informações sobre a demanda (tipo e quantidade de peças) e onde e quando deve ser entregue. De fato, a demanda desempenha um papel fundamental nos sistemas lean. A produção e o ritmo de produção devem ser acionados pelas demandas dos clientes finais. Por esse motivo, a taxa de saída de cada processo deve permanecer o mais próximo possível do tempo takt, que é o tempo de produção disponível dividido pela demanda no mesmo período (ROTHER & SHOOK, 1999).
Mostrar mais

21 Ler mais

ANÁLISE DO ESCOAMENTO DA SOJA BRASILEIRA ATRAVÉS DA SIMULAÇÃO A EVENTOS DISCRETOS

ANÁLISE DO ESCOAMENTO DA SOJA BRASILEIRA ATRAVÉS DA SIMULAÇÃO A EVENTOS DISCRETOS

E a segunda, relacionada a modelos experimentais, onde insere-se a SED. Estes modelos são utilizados para emular, por meio de relações lógicas, o funcionamento de sistemas que mudam o seu estado em pontos discretos no tempo. A SED tem a vantagem de poder representar sistemas complexos, com mais abrangência, porém sua resposta não é tão exata quanto às obtidas nas simulações numéricas, sendo mais difícil a validação dos resultados. Chwif e Medina (2010) salientam que os sistemas reais geralmente apresentam uma maior complexidade, devido, principalmente, a sua natureza dinâmica e aleatória, assim a SED consegue capturar com mais fidelidade essas características do sistema quando submetido às mesmas condições de contorno. Hillier e Lieberman (2010) afirmam que normalmente a simulação é usada quando o sistema real é muito complexo para ser analisado satisfatoriamente por um modelo matemático. Ainda segundo os autores, se o modelador for capaz de construir um modelo matemático que seja, ao mesmo tempo, uma representação razoável do problema e passível de ser solucionado, essa abordagem deve ser preferida em relação à simulação. Contudo, existem problemas complexos, com grande número de variáveis integradas, que exigem mais que o uso da modelagem matemática, fazendo com que a simulação seja, na maioria das vezes, a única abordagem prática para resolução do problema.
Mostrar mais

172 Ler mais

Simulação a eventos discretos de uma via semaforizada com controle automatizado em tempo real

Simulação a eventos discretos de uma via semaforizada com controle automatizado em tempo real

Ressalta-se que a técnica de integração analisada neste trabalho pode servir de base para o estudo e treinamento de controle automático da produção nos diferentes tipos de indústria. Conforme estudo de Vanderlei et al. (2009) e Lied e Sellitto (2009), esta abordagem também contribui para a análise em sistemas de controle, podendo auxiliar na tomada de decisão e no tratamento de dados de produção oriundos do chão de fábrica. Com este ponto de vista, o modelo de simulação pode tratar basicamente de três elementos em uma análise. Primeiro, a via, que se assemelha a uma esteira, movimentando todos os carros com igual velocidade do começo ao fim do segmento. Segundo, o cruzamento, que se assemelha a um nó onde os carros são distribuídos de acordo com a operação dos semáforos. Terceiro, o carro, que é a entidade que flui dinamicamente pelo modelo.
Mostrar mais

28 Ler mais

O ensino de gestão da produção utilizando a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) e a Simulação de Eventos Discretos (SED)

O ensino de gestão da produção utilizando a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) e a Simulação de Eventos Discretos (SED)

Atualmente, novos desafios são exigidos no mercado de trabalho, como por exemplo, maior visão sistêmica e capacidade de resolução de problemas, com isso, as instituições de ensino têm sido estimuladas a aplicar metodologias ativas de aprendizagem. Este estudo aborda uma aplicação, em conjunto, da Simulação de Eventos Discretos (SED), através do Software Flexsim, e da Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) como instrumentos de ensino de gestão da produção para alunos de um curso de Engenharia de Produção. Para isso, foi desenvolvida uma metodologia com três níveis de problemas a serem solucionados em equipes e utilizando o simulador. Cada nível funcionou como um ciclo de aprendizagem da ABP. A avaliação do experimento apontou que 100% dos alunos concordaram que a metodologia ABP estimulou o aprendizado em sala de aula e trouxe resultados positivos para a disciplina optativa intitulada “Aplicações de Simulação em Sistemas de Produção e Logística”. Na pesquisa realizada, 73,7% dos alunos concordaram que estavam aptos a aplicar a simulação para a resolução de problemas, após o experimento. O programa Flexsim recebeu nota média geral muito boa, apresentando o melhor desempenho no critério de interface gráfica. Finalmente, a nota média para a aplicação das metodologias foi excelente, caracterizando um ótimo resultado e evidenciando os benefícios que estas poderiam trazer se utilizadas com mais frequência e em outras disciplinas do curso.
Mostrar mais

25 Ler mais

Sba Controle & Automação  vol.13 número1

Sba Controle & Automação vol.13 número1

A obra ´e proposta como texto para cursos de gradua- ¸c˜ao ou especializa¸c˜ao, tendo sido o resultado da longa experiˆencia dos autores em cursos ministrados no De- partamento de Energia e Automa¸c˜ao El´etricas na Es- cola Polit´ecnica da USP e nas atividades realizadas pelo convˆenio EPUSP-Rockwell Automation do Brasil. O enfoque do livro ´e concentrado nos processos indus- triais discretos tratados na literatura especializada como Sistemas Dinˆamicos a Eventos Discretos (Cassandras e Lafortune, 1999). Em geral tais sistemas apresentam es- pa¸co de estados discreto e dinˆamica dirigida pela ocor- rˆencia de eventos. As redes de Petri s˜ao a ferramenta utilizada para o tratamento de aspectos formais do pro- blema. Do ponto de vista da complexidade, a aten¸c˜ao ´e concentrada nos sistemas de complexidade m´edia tais como “transportadores, c´elulas de fabrica¸c˜ao, processos qu´ımicos, t´ermicos, gerenciadores de energia e de edif´ı-
Mostrar mais

2 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados