Terapia cognitiva

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A terapia cognitiva de Aaron Beck como reflexividade na alta modernidade: uma sociologia do conhecimento.

A terapia cognitiva de Aaron Beck como reflexividade na alta modernidade: uma sociologia do conhecimento.

pode ser compreendida a partir da maior adaptação da primeira ao contexto de relexividade. A ênfase da terapia cognitiva na cognição implicou a produção de uma antropologia com mais espaço para a plasticidade e autonomia do indivíduo na construção de sua autoidentidade que a psicanálise ortodoxa. Nas teses de Freud, o inconsciente como reprimido só pode ser trazido à consciência mediante um trabalho clínico frequente- mente dispendioso, cuja duração não pode ser pré-estabelicida nem abreviada artiicialmente (Freud, 1937/1976a). O conceito de crenças disfuncionais implica maior lexibilidade que o conceito do reprimido em Freud, que não pode ser trazido à consciência sem o trabalho analítico, visto que enfrenta a força da resistência (Freud, 1923/1976b). Já as crenças disfuncionais, embora operem frequentemente como inluências não pensa- das pelo cliente, podem ser trazidas, ao longo de um trabalho com duração frequentemente pré-estabelecida, para um plano de avaliação realística na consciência, visando reorganizações produtoras de superação. Nesse sentido, a terapia cognitiva se adapta bem ao contexto de uma sociedade relexiva que exige plasticidade na autoidentidade e rapidez na produção de resultados, especialmente no âmbito da competitividade proissional, visto que o khronos tem valor imperativo. Tal problema de urgência cronológica e habilitação para a compe- titividade não dominou as preocupações das discussões iniciais de Freud sobre o tratamento da histeria (Freud, 1893/1976c), visto que ele lidava, nos cinco casos apresentados nesse estu- do, com mulheres em uma sociedade caracterizada pela não inserção feminina na urgência cronológica da produtividade e competitividade do mercado de trabalho.
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A utilidade do ser: uma análise reflexiva na terapia cognitiva

A utilidade do ser: uma análise reflexiva na terapia cognitiva

Tratou-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica cuja trajetória metodológica percorrida foi a de leituras exploratória. Para a concretização do levantamento bibliográfico realizou-se leituras e compreensões da literatura já existente presente em livros do acervo pessoal e também buscas em bases de indexação de resumos de revistas e periódicos eletrônicos, usando como descritores diversas combinações de palavras chaves como: Utilidade do ser, capital e terapia cognitiva. Após a classificação do material bibliográfico, foi realizada a leitura exploratória, obtendo assim uma visão global do material, considerando o interesse ou não à pesquisa.
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Evidências de eficácia da terapia cognitiva comportamental na esquizofrenia.

Evidências de eficácia da terapia cognitiva comportamental na esquizofrenia.

Contexto: A terapia cognitiva comportamental (TCC) tem se mostrado uma das técnicas psicoterápicas de melhor eficácia utilizada no tratamento das psicoses. Objetivo: Os autores apresentarão os principais estudos clínicos, revisões sistemá- ticas e meta-análises nas quais a TCC foi utilizada no tratamento da esquizofrenia e em outros transtornos do espectro psicótico e também as principais técnicas utilizadas nestes estudos. Método: Revisão da literatura por meio de pesquisa no PubMed e Cochrane de estudos randomizados controlados e meta-análises. Resultados e Conclusões: Os estudos randomizados controlados e as meta-análises mostram que a TCC é eficaz na melhora de certos sintomas da esquizofrenia e pode representar uma alternativa terapêutica adjuvante para os casos refratários a antipsicóticos.
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Fundamentos, modelos conceituais, aplicações e pesquisa da terapia cognitiva.

Fundamentos, modelos conceituais, aplicações e pesquisa da terapia cognitiva.

Objetivo: Há um interesse crescente no modelo cognitivo de psicoterapia estimulado por grande número de resultados de pesquisa, demonstrando sua eficácia em uma série de transtornos psiquiátricos e distúrbios médicos. Este artigo de revisão objetiva dar um pa- norama dos fundamentos históricos e filosóficos das abordagens cognitivo-comportamentais contemporâneas, e apontar similaridades e diferenças entre elas. O modelo cognitivo, conforme delineado por Aaron Beck, e alguns dos procedimentos e técnicas cognitivas e comportamentais utilizados em transtornos emocionais serão apresentados. Ao final, resultados de pesquisas e metanálises em relação à eficácia das terapias cognitivas e cognitivo-comportamentais em vários transtornos psiquiátricos e distúrbios médicos serão relatados brevemente. Método: Por meio da revisão de artigos e livros-texto, principalmente dos trabalhos de Aaron Beck dos quais foi extraída a presente revisão, foram descritas as origens e os fundamentos das abordagens cognitivo-comportamentais no tratamento dos transtornos psiquiátricos e médicos. Através de buscas no Medline de ensaios clínicos randomizados e metanálises, foram apontadas as evidências de eficácia dessa modalidade de tratamento psicoterápico. Resultados e Conclusões: As terapias cognitivo-comportamentais em geral, e a terapia cognitiva beckiana em especial, apresentam um fundamento teórico e um conjunto de técnicas cuja eficácia baseada em evidências foi demonstrada no tratamento de diversos quadros mentais e físicos.
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Estudos sobre a memória na depressão: achados e implicações para a terapia cognitiva.

Estudos sobre a memória na depressão: achados e implicações para a terapia cognitiva.

Uma das premissas básicas da terapia cognitiva é a de que os indivíduos não sofrem pelos eventos em si, mas sim pela interpretação que fazem desses even- tos. Dessa forma, um objetivo básico da terapia cognitiva é o de auxiliar os pacientes a buscarem in- terpretações alternativas para as situações que vivenciam. Para que interpretações alternativas pos- sam ser satisfatoriamente consideradas, é preciso que se tenha acesso a especificidades das situações em questão. Caso os eventos sejam recuperados de forma demasiadamente genérica, fica dificultada a busca por diferentes interpretações para eles (Williams, 1996). No intuito de recrudescer as habilidades dos pacientes em codificar e recuperar os eventos de ma- neira mais específica, uma poderosa ferramenta a ser posta em prática pelos terapeutas envolve o emprego de diários. A partir do uso de diários, os pacientes são estimulados a atentarem para uma quantidade maior de detalhes das situações, favorecendo para que estas sejam posteriormente avaliadas de maneira mais ra- cional. Ao lançar mão da utilização de diários, os terapeutas devem ser cuidadosos ao instruírem seus pacientes a serem os mais específicos que puderem, pois, caso não façam esta recomendação, corre-se o risco de o diário tornar-se um caderno de anotações vagas, baseadas em memórias inespecíficas, as quais possuem pouco valor terapêutico (Williams, 1992).
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Revisão sobre o uso da terapia cognitiva-comportamental na prevenção de recaídas e recorrências depressivas: a review.

Revisão sobre o uso da terapia cognitiva-comportamental na prevenção de recaídas e recorrências depressivas: a review.

Uma modalidade de psicoterapia que tem recebido bastante atenção nas últimas décadas é a terapia cognitiva- comportamental (TCC). A teoria cognitiva defende a existên- cia de um transtorno do pensamento no cerne das síndromes psiquiátricas como depressão e ansiedade. Esse transtorno se refletiria em um modo distorcido de interpretar as diversas si- tuações do cotidiano, que determinaria sentimentos e compor- tamentos disfuncionais. A avaliação realista e modificação dos pensamentos distorcidos resultariam numa melhora do humor e do comportamento. A melhora duradoura resultaria da modi- ficação das crenças disfuncionais básicas dos pacientes. 11 Beck
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Terapia cognitiva do transtorno de estresse pós-traumático.

Terapia cognitiva do transtorno de estresse pós-traumático.

O referido paciente que sofreu assalto com seqüestro, a partir da sexta sessão, após abordagem da raiva e culpa inerente aos pacientes que passam por situações traumáticas, das crenças que possuía sobre o ocorrido antes e depois da exposição ao fato, bem como da educação quanto ao diagnóstico e modelo cognitivo, começou gradativamente a se dar conta do esquema hipervalente negativo ativado e começou a responder aos pen- samentos automáticos através do uso do “Botão de Emergên- cia”, dispositivo mental interno que permite a identificação da ativação do esquema disfuncional e o uso da mediação cognitiva. As estratégias de auto-instrução, que servem como corre- ções de distorções cognitivas, também foram utilizadas. Quan- do o paciente experimentava ansiedade em elevadores ou lo- cais fechados acionava a identificação do motivo da ansieda-
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TERAPIA COGNITIVA DA DEPRESSÃO   Beck

TERAPIA COGNITIVA DA DEPRESSÃO Beck

Na tentativa de desenvolver ou eliciar confiança na relação, o terapeuta cognitivo balanceia cuidadosamente a importância da autonomia (facultar ao paciente a iniciativa de falar, planejar etc.) com a necessidade de estruturação (a directividade do terapeuta, sua iniciativa etc.); importância da confiabilidade e receptividade (ser pontual, atender a telefonemas etc.) com o valor do estabelecimento de limites (decidir não fazer pelo paciente aquilo que ele pode fazer por si mesmo), e o significado de ser uma "pessoa real" (isto é, exibindo qualidades humanas e amistosas) com as características de ser discreto e objectivo. De modo geral, nas fases iniciais do tratamento, o terapeuta tende a dar maior estruturação e a ser mais receptivo e "envolvido" com os problemas do paciente. Na segunda metade do tratamento, incita o paciente a tomar a iniciativa (por exemplo, a planejar a agenda para a entrevista e as tarefas para casa); espera que o paciente faça mais por si mesmo e faz-se menos presente na terapia que em fases anteriores. Embora tenha importância relativamente pequena no tratamento de perturbações bem delimitadas, como as fobias específicas. O rapport é um ingrediente crucial no tratamento de pacientes depressivos. O termo rapport se refere, em geral, ao acordo harmonioso entre pessoas. Na ralação terapêutica, o rapport consiste de uma combinação de componentes emocionais e intelectuais. Quando se estabelece esse tipo de relação, o paciente percebe o terapeuta como alguém (a) em sintonia com seus sentimentos e atitudes, (b) dotado de simpatia, empatia e compreensão, (c) que o aceita com todos os seus "defeitos". e (d) com quem ele se pode comunicar sem ter que explicar em detalhe seus sentimentos e atitudes ou classificar o que diz. Quando o rapport atinge um nível óptimo, paciente e terapeuta se sentem seguros e razoavelmente à vontade um com o outro. Nenhum se mostra defensivo, excessivamente cauteloso, titubeante ou inibido.
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TERAPIA COGNITIVA E SUA APLICAÇÃO EM ALUNOS DA ESTIMULAÇÃO PRECOCE DA APAE DE SÃO MIGUEL DO OESTE

TERAPIA COGNITIVA E SUA APLICAÇÃO EM ALUNOS DA ESTIMULAÇÃO PRECOCE DA APAE DE SÃO MIGUEL DO OESTE

O objetivo de estudo deste artigo é de conhecer a prática e atuação do profissional de psicologia dentro da área de Educação Especial - APAE de foi acompanhado[r]

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WAINER   Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

WAINER Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

Ainda na fase de avaliação, sessões individuais podem ser utilizadas, principalmente para avaliar o nível de compromisso e responsabilidade com relação à terapia. Também é possível questionar cada parceiro sobre as dificuldades sentidas nas sessões conjugais e seu entendimento do processo psicoterápico. A motivação pessoal para o rompimento da relação também pode ser analisada, sempre deixando claras as regras de confidencialidade, ou seja, a necessidade de compartilhar as informações com o(a) parceiro(a). Em alguns casos, pode haver uma tentativa de manipulação quanto à quebra das regras de confidencialidade, como, por exemplo, cônjuges que dividem segredos com o terapeuta, mas exigem sigilo. Nessas situações, o profissional deve solicitar que a informação seja divulgada na sessão conjugal como condição de continuidade do processo terapêutico. Se o segredo continuar, é necessário que haja uma discussão aberta com o casal sobre as consequências da falta de confiança e da presença de mentiras e segredos, incluindo o encerramento da terapia. A vida sexual e a atração pelo(a) parceiro(a) também precisam ser investigadas nas sessões indivi​duais, como, por exemplo: “Paulo, em uma escala de 0 a 10, que nota você daria para sua satisfação sexual com Lara?”, “O quanto você se sente atraído por ela?”, “Como era no início do relacionamento? Isso mudou? Quando?”, etc.
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Terapia Cognitivo - Comportamental na Depressão

Terapia Cognitivo - Comportamental na Depressão

O papel da cognição no comportamento humano remonta aos filósofos estóicos Epíteto, Cícero, Sêneca, entre outros, dois mil anos antes da introdução da terapia cognitiva por Aaron Beck, ainda a filosofia e a psicologia eram entidades mesclas (24,25). “Epíteto escreveu no The Enchiridion: “Os homens são perturbados não pelas coisas, mas pelas opiniões que extraem delas” (24). Também as tradições filosóficos orientais, como o taoísmo e o budismo apoiam esta convicção (24,25). No livro Ética para o novo milénio, Dalai Lama referiu que “se pudermos reorientar os nossos pensamentos e emoções e reorganizar o nosso comportamento, então poderemos não só aprender a lidar com o sofrimento mais facilmente, mas, sobretudo e em primeiro lugar, evitar que muito dele surja” (24). Filósofos europeus como Kant, Heidegger, Jaspers e Frankl perpetuaram o desenvolvimento desta ideia e contribuíram para que mais tarde surgissem teorias e terapias do foro cognitivista (24,25).
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MINDFULNESS NA DEPRESSÃO

MINDFULNESS NA DEPRESSÃO

A depressão tem sido bastante falada devido ao alto índice de incidência na população e da redução da idade em que tem se apresentado. A depressão se caracteriza pela falta de interesse nas atividades, baixa energia, perturbação do sono, perda de apetite, perda de motivação, fadiga excessiva, sentimento de desvalia e diminuição da autoestima, rebaixamento do humor, incapacidade de contração, agitação, perda de libido, perda de peso, entre outros. Por outro lado, mindfulness leva o indivíduo a estar presente no momento atual de forma intencional e sem julgamentos ou críticas. Sendo assim, mindfulness demonstra eficácia no tratamento da depressão, já que a depressão remete a pessoa ao passado, a ruminar pensamentos negativos e a autocritica excessiva. A MBCT (terapia cognitiva baseada em mindfulness) tem se mostrado bastante eficaz na redução dos sintomas da depressão, como a infelicidade e a sensação de exaustão, além da prevenção de recaídas.
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Abordagem não farmacológica da dor em endometriose.

Abordagem não farmacológica da dor em endometriose.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A endometriose é uma con- dição ginecológica caracterizada principalmente por dor crônica e infertilidade. Para tratamento da dor associada à endometriose, o foco ainda é baseado no tratamento convencional. No entanto, as terapias com abordagem não farmacológica constituem novas opções, mas ainda não há consenso sobre a utilização dessas tera- pias como recurso efetivo no controle da dor. Diante do exposto, este estudo teve como objetivo contribuir com os conhecimentos nesta área e analisar a produção bibliográica a respeito da aplica- ção dessas técnicas no tratamento da dor em endometriose. CONTEÚDO: Foi realizada uma pesquisa bibliográica, no Pubmed, sem restrição de período, utilizando o termo endome- triosis cruzado com acupuncture, massage, Pilates e cognitive beha- vioral therapy. Foram identiicados na busca eletrônica 61 artigos cientíicos e, de acordo com os critérios de inclusão e exclusão pré-estabelecidos, sete foram selecionados para leitura. Três deles empregaram acupuntura, dois massagem e dois terapia cognitiva comportamental para alívio da dor em endometriose. O método Pilates não foi aplicado para controle da dor em endometriose. Todos os estudos mostraram eicácia das técnicas empregadas na redução da dor crônica nessa doença.
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A terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada

A terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada

Estudos apontam que após seguimento de seis meses na TCC, a taxa de recuperação chega a 51% no tratamento do TAG. Atualmente, o modelo Cognitivo- Comportamental, é o mais prevalente e o que obtém melhores respostas ao tratamento do TAG isso porque incide necessariamente em provocar mudanças na forma alterada de perceber e raciocinar acerca do ambiente e especificamente sobre aquilo que gera a ansiedade (terapia cognitiva) e também por promover mudanças no comportamento do sujeito ansioso (terapia comportamental). A eficácia desse método pode ser duradoura, pois o uso das técnicas que permitem tanto a extinção do medo condicionado quanto da regulação cognitiva de emoções para o ansioso, prevenindo assim a recaída.
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Jogos sérios para reabilitação cognitiva

Jogos sérios para reabilitação cognitiva

A reabilitação pode ser definida como um processo arquitetado em resposta a mudanças de vida não planeadas impostas por doenças ou acidentes traumáticos. A reabilitação cognitiva consiste numa forma de terapia, focada em restaurar funções que se mantêm parcialmente intactas, aplicada a pessoas com algum tipo de défice cognitivo, como perda de memória. O problema das abordagens tradicionais está na falta de motivação e desinteresse dos pacientes em realizar tarefas repetitivas. Surge então o conceito de jogos sérios, jogos cujo objetivo principal não é somente o entretenimento. O objetivo principal da presente investigação foi o estudo, e inclusão, de um conjunto de caraterísticas que permitissem inovar na forma de abordar os processos de terapia cognitiva, tornando-os mais motivadores para os pacientes. Materializou-se este objetivo com o desenvolvimento, e teste, de um conjunto de jogos sérios, baseados em jogos apropriados existentes e validados, que contêm um conjunto de caraterísticas inovadoras desenhadas para promover a motivação de pacientes. De entre estas características destacam-se a interface de interação multimodal, apoiada sobre uma abordagem natural (NUI). Neste sentido, um dos jogos desenvolvidos foi adaptado para ser controlado através de comandos de voz. Foi introduzida uma vertente social, apoiada nos conceitos de colaboração e competição, assim, os jogos multiplayer desenvolvidos basearam-se não só na competição entre utilizadores mas também numa perspetiva de jogo em equipa. A vertente competitiva foi ainda reforçada com a introdução do conceito de handicap, cujo objetivo é garantir o equilíbrio entre os utilizadores. Estes jogos foram testados numa população de 58 pessoas e realizaram-se segundo duas vertentes: online e presencial. De forma geral, os sujeitos reportaram uma experiência de jogo positiva em relação a todos os jogos, embora os valores mais altos se tenham registado na vertente multiplayer. As caraterísticas sociais parecem assim contribuir para uma boa experiência de jogo, especialmente a vertente de competição. Os dados indicam ainda que a vertente colaboração é a que mais fomenta o contacto e a interação entre os utilizadores. Em relação às modalidades de interação, é possível observar um favorecimento do rato em relação à voz. Ainda em relação à interface de interação, foi possível perceber que os resultados relativos à experiência de interação por voz, são melhores, quando os utilizadores recebem acompanhamento específico, explicativo de como utilizar a tecnologia. No futuro, espera-se alargar os testes realizados a uma população de sujeitos com vários tipos de limitações, e envolvidos num processo de terapia cognitiva.
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Terapia comportamental cognitiva para pessoas com transtorno bipolar.

Terapia comportamental cognitiva para pessoas com transtorno bipolar.

A TCC para o portador de TB possui sempre algumas fases. Por ser um transtorno crônico, o elemento educacional é importante, para que a cooperação fique mais fácil. Estimula-se o paciente a perguntar sobre seu transtorno, causas e tratamento. Como em toda terapia cognitiva, o modelo cognitivo é apresentado e se en- sina a pessoa a identificar e a analisar as mudanças cognitivas que ocorrem na depressão e mania, seus pensamentos automáti- cos e as distorções do pensamento. Os problemas psicossociais e interpessoais são discutidos e são ensinadas técnicas para que sejam melhor manejados. Por exemplo: solução de problemas e treino de habilidades sociais. 2 Para criar a aliança terapêutica e a
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EFEITO DE UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO COGNITIVA NA MANUTENÇÃO OU MELHORIA DA FUNÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

EFEITO DE UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO COGNITIVA NA MANUTENÇÃO OU MELHORIA DA FUNÇÃO COGNITIVA DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

O presente estudo possibilitou verificar que o programa de estimulação cognitiva teve efei - tos significativos na melhoria do estado cognitivo dos idosos, apesar de ter sido de cur ta duração (sete semanas) e com uma amostra pequena. O programa contribuiu para a ma - nutenção da saúde cognitiva, sendo eficaz ao nível do retardamento do quadro demencial dos idosos e melhoria das suas atividades diárias, autonomia e independência. Revel ou ain- da associações positivas com a Autoperceção da qualidade de vida e negativa com os sin - tomas depressivos.
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Uma abordagem cognitiva do riso

Uma abordagem cognitiva do riso

Tem-se, portanto, um cenário interessante aqui, já que o chiste tendencioso de Freud pode ser compreendido como um recurso social de obtenção de determinados obje[r]

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Da metamatemática para a ciência cognitiva.

Da metamatemática para a ciência cognitiva.

IA , contribuíram bastante para o aparecimento da Ciência Cognitiva. As questões metamatemáticas sobre a natureza da atividade matematizante dos matemáticos foram incorporadas no enfoque naturalista-cognitivista do sujeito do conhecimento matemático. Temos, assim, uma interessante transição, ou melhor, uma metamorphosis por meio da qual as controvér- sias teóricas entre lógicos matemáticos se transformam em um programa de pesquisa claramente definido e, atualmente, com pleno desenvolvi- mento nas chamadas Ciências da Computação, a Inteligência Artificial.

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Clareza cognitiva e alfabetização

Clareza cognitiva e alfabetização

rante os três anos de aprendizagem inicial da leitura. CHAUVEAU (1997) propõe diversas classi-[r]

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