Terapia da fala

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SATISFAÇÃO DOS UTENTES DA CLÍNICA PEDAGÓGICA DE TERAPIA DA FALA DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA

SATISFAÇÃO DOS UTENTES DA CLÍNICA PEDAGÓGICA DE TERAPIA DA FALA DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA

Em relação à questão “Qual o grau de satisfação dos utentes relativamente aos acessos da Clínica Pedagógica de Terapia da Fala da Universidade Fernando Pessoa?” verifica- se, quanto à forma de aceder à Clínica, que 67% tem uma opinião positiva, revelando-se satisfeito, percentagem inferior à satisfação dos utentes dos serviços de Fisioterapia avaliada num estudo realizado por Machado e Nogueira (2008) que corresponde a 85%. Convém referir que, no presente estudo, a maioria dos utentes utiliza o estacionamento (60%), item que resultou em maior insatisfação enquanto que, no estudo de Machado e Nogueira, a maioria dos utentes utiliza transporte público (75%). A insatisfação revelada pelos utentes neste parâmetro (33%) pode dever-se à localização da Clínica Pedagógica de Terapia da Fala que, por ser no centro da cidade, facilita o acesso dificultando, no entanto, o estacionamento. Quanto à facilidade em transitar nas instalações da Clínica, a maior parte dos utentes mostra-se satisfeita ou muito satisfeita (97%), percentagem de satisfação superior comparativamente aos 88% obtidos no estudo realizado no departamento de Terapia da Fala de um Hospital de Reabilitação por Rao, Blosser e Huffman (in Frattali, 1998).
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A eficácia da Terapia da Fala na promoção do sucesso escolar

A eficácia da Terapia da Fala na promoção do sucesso escolar

Na categoria “procedimentos adotados após sinalização”, todos os entrevistados mencionaram em primeira instância uma primeira referenciação para o serviço de Terapia da Fala do agrupamento para serem aferidas as necessidades. Na eventualidade do agrupamento não conseguir dar resposta, 5 Professores referiram que efetuam o encaminhamento para o Centro de Saúde, designadamente para o Médico de Família. Salienta-se que, perante a segunda hipótese, pareceram existir alguns obstáculos no processo de encaminhamento, na medida em que o entrevistado F mencionou “se há resposta ou não é outra questão”, sendo que o entrevistado A acrescentou que “na maior parte das vezes é muito difícil”.
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e tratamento ortodôntico interação entre a Ortodontia e a Terapia da Fala

e tratamento ortodôntico interação entre a Ortodontia e a Terapia da Fala

Para o presente estudo foram construídos dois questionários similares em que um era dirigido aos médicos dentistas e o outro aos TF, com a finalidade de recolher informações sociodemográficas (sexo, idade, local de formação, área geográfica de trabalho, anos de serviço, habilitações literárias) e questões caracterizadoras da frequência de encaminhamento e receção mediante a especialidade – ortodontia e terapia da fala – e, ainda, consoante a alteração – mordida aberta, mordida cruzada, overjet, classe II, classe III, alteração da posição dos articuladores em repouso, respiração oral, mastigação, deglutição, hábitos nocivos e disfunção temporomandibular.
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Terapia da Fala no Serviço Nacional de Saúde: avaliação das necessidades de recursos humanos

Terapia da Fala no Serviço Nacional de Saúde: avaliação das necessidades de recursos humanos

Segundo a Direção Geral de Saúde considera-se adequado um Terapeuta da Fala para 60.000 habitantes – valores calculados através de estudos de prevalência de doença. Porém, o número de recursos humanos encontra-se intimamente ligado à produtividade, determinada através de unidades de medida como os procedimentos. Nesta área, fatores como a complexidade dos doentes e trabalho indireto, podem influenciar o produto final. Neste estudo pretende-se averiguar a necessidade de recursos humanos em Terapia da Fala, analisando a atividade destes serviços nos hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo e aplicando a fórmula de preconização proposta pelo Ministério da Saúde, baseada num modelo de oferta. Participaram no estudo 23 Terapeutas da Fala de 9 instituições hospitalares. Foi construída uma folha de registo do trabalho diário, preenchida durante cinco dias não consecutivos, averiguando-se assim o tempo gasto nas diferentes atividades. Verificou-se que 63,21% do horário laboral é utilizado na concretização de atos diretos e 36,76% gasto em atos indiretos, relacionados com os utentes, não contabilizados na fórmula proposta.
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Representação social da terapia da fala nos profissionais e não profissionais de saúde portugueses.

Representação social da terapia da fala nos profissionais e não profissionais de saúde portugueses.

No quadrante superior e inferior direto encontram-se as cognições que constituem a primeira e segunda periferia da representação e promovem a interface entre a realidade concreta e o núcleo central. Os termos tratamento e bem-estar (elementos constituintes da primeira periferia) apresentam-se como categorias de grande relevância para os grupos. Os outros proissionais de saúde e os terapeutas da fala dão enfase ao tratamento como forma de conhecimento prático sobre a realidade da terapia da fala e os não prois- sionais de saúde, ao bem-estar 2,6,8 . Os termos
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Avaliação áudio-percetiva de casos com paralisia laríngea: pré e pós-terapia da fala

Avaliação áudio-percetiva de casos com paralisia laríngea: pré e pós-terapia da fala

Antes da terapia, a mediana dos parâmetros da rouquidão (Isshiki, 1966) cit. in Santos, 2009; Colton &Casper, 1996, Oliveira, 2010 cit. in Esgueira, 2013) e aspereza (Pinho & Pontes, 2002) era de 1,500. Após intervenção terapêutica, o valor da mediana diminui para 1,000. Relativamente à soprosidade (Santos, 2009; Pinho, 2008, Behlau &Pontes, 1995, Colton & Casper, 1996,Andrews, 1995, Stemple et al., 1995, Oliveira, 2010 cit. in Esgueira, 2013), inicialmente verificou-se que a mediana era 2,000, mas depois da intervenção de TF a mediana diminuiu a 1,000. No que concerne à astenia (Hirano, 1981; Pinho &Pontes, 2008; Santos, 2009), antes de iniciar a TF, a mediana era 2,000 e após TF 0,000. Já a mediana do parâmetro tensão (Santos, 2009; Pinho, 2008, Behlau et al., 1997, Colton & Casper, 1996, Oliveira 2010 cit. in Esgueira, 2013) não sofreu alteração antes e depois da TF. Após TF, de uma forma geral, exceto no que respeita à tensão, houve uma tendência para aproximação a 0 (normalização). Neste estudo, verificou-se que antes da terapia da fala a soprosidade era o parâmetro mais afectado e a tensão era o que tinha menor valor. Após terapia da fala estas
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A importância de despiste auditivo em Terapia da Fala

A importância de despiste auditivo em Terapia da Fala

Segundo a bibliografia pesquisada, o diagnóstico mais frequentemente encontrado em crianças em que existem desordens de desenvolvimento da fala de causa idiopática, ou seja, aquelas que não ocorrem em conjunto com anormalidade, como, deficiência mental, paralisia cerebral, deficiências auditivas e outras, é a Perturbação Articulatória. Um estudo realizado por Andrade e col. (1991) permitiu fazer uma comparação entre estudos brasileiros e americanos, sobre as percentagens de ocorrência dos diagnósticos em Terapia da Fala de manifestação primária ou idiopatias, assim foi possível observar que o diagnóstico com maior prevalência nos dois países é a Perturbação Articulatória. Isto vai de encontro aos resultados obtidos para as crianças que não foram encaminhadas para ORL.
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QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA COM A COMUNICAÇÃO: UMA ÁREA DE SIMBIOSE ENTRE A PSICOLOGIA DA SAÚDE E A TERAPIA DA FALA

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA COM A COMUNICAÇÃO: UMA ÁREA DE SIMBIOSE ENTRE A PSICOLOGIA DA SAÚDE E A TERAPIA DA FALA

determinados quadros clínicos, na avaliação da eficácia das intervenções biopsicosso- ciais implementadas; e (d) ensino/formação de profissionais das diferentes áreas, ca- pitalizando os resultados dos trabalhos desenvolvidos em comum ao nível das outras três grandes áreas de aplicação. De facto, esta visão foi já implementada com sucesso na Universidade Fernando Pessoa, designadamente na Clínica Pedagógica de Terapia da Fala (Pinto de Almeida, Meneses, Marinho, Fonte e Freitas, no prelo). É de sublinhar que a contribuição da Psicologia foi também interdisciplinar, já que, das três psicólo- gas da equipa, uma é da Clínica, outra da Saúde e outra da Educação 1 (Especial).
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Interdisciplinaridade entre a terapia da fala e a ortodontia: percepção dos profissionais

Interdisciplinaridade entre a terapia da fala e a ortodontia: percepção dos profissionais

aqueles que sentem maior resistência por parte do utente em consultar os serviços de Terapia da Fala quando encaminhados. Desta forma, poder-se-á pensar que os MD encaminham para TF, mas os utentes não seguem as suas recomendações. Todavia, a resistência que os MD pós-graduados e os TF sentem relativamente à resistência do utente para consultar os seus serviços é idêntica. Salienta-se que alguns participantes mencionaram que as funções da valência de Terapia da Fala ainda não são claras para os profissionais de Medicina Dentária e para os utentes, e que a colaboração dos utentes influencia a interdisciplinaridade destes profissionais. Na opinião da autora do presente estudo, esse é um fator crucial para a colaboração e o envolvimento dos utentes na intervenção terapêutica. Sem este fator base estar devidamente consolidado, a interdisciplinaridade entre a Medicina Dentária e a Terapia da Fala dificilmente ocorrerá de forma rotineira. Assim, considera-se fundamental que o TF dê a conhecer aos MD as vantagens da sua intervenção, numa perspetiva de trabalho em equipa, para que possam cooperar no sentido de uma melhor qualidade de vida dos utentes e incrementar o sucesso nos múltiplos tratamentos odontológicos. Este conhecimento pode ser incitado através da divulgação, do esclarecimento de dúvidas, de conferências nas universidades, da participação em congressos de Medicina Dentária, da publicação de investigações em jornais e revistas e do desenvolvimento conjunto de estudos científicos. Porém, os inquiridos expuseram a divulgação da interdisciplinaridade para profissionais e para a comunidade como o aspeto que mais precisa de ser desenvolvido para que todas estas dificuldades sejam colmatadas.
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Autoconceito dos adolescentes que frequentam Terapia da Fala

Autoconceito dos adolescentes que frequentam Terapia da Fala

Os dados obtidos não permitiram rejeitar a hipótese nula, logo não foi possível averiguar se existem diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos estudados. Estes resultados contrapõem-se a estudos realizados por Lindsay et al. (2002 cit. in Lindsay 2012), em que estes alegam a existência de valores de autoconceito baixos nos adolescentes com perturbações da linguagem. Um dos motivos que poderia levar a cabo estes resultados é o facto de os adolescentes do grupo de controlo não terem sido sujeitos a uma observação/avaliação por parte do investigador. Uma vez que não existem garantias que os adolescentes deste grupo não necessitam de acompanhamento de terapia da fala. Como por exemplo, pode existir um indivíduo com perturbações dos sons da fala (perturbação fonética) e não frequentar terapia da fala. Por outro lado, este estudo, poderia abranger mais elementos do grupo experimental com outros tipos de dificuldades, das quais, perturbações neurológicas (disfluências), adolescentes com défices auditivos, para assim assumir valores mais plausíveis.
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Custo-benefício da terapia da fala nos cuidados de saúde primários

Custo-benefício da terapia da fala nos cuidados de saúde primários

doentes a serem tratados. Desde que se começou a utilizar os GDH efectuam-se relatórios de retorno anuais para os hospitais, cuja informação disponível auxilia a avaliação de desempenho sistemática do hospital. Em 2008, segundo Semana Médica (2010), os ACSS pretendiam alargar os GDH aos centros de saúde, contudo, teriam de efectuar, primeiro, estudos para saber se esta aplicação é a adequada. Na prática a adopção deste tipo de codificação são os meios existentes para mostrar os benefícios/produtividade dos técnicos. Os GDH têm sofrido quase que anualmente uma reformulação/reestruturação/revisão dos procedimentos incluídos na legislação. A tabela de procedimentos dos GDH em vigor é a Portaria n.º 839-A/2009 de 31 de Julho de 2009, onde constam os códigos utilizados em Terapia da Fala, na tabela de Medicina Física e de Reabilitação – Tabela 1 com o respectivo preço de utilização.
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QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA COM A COMUNICAÇÃO: UMA ÁREA DE SIMBIOSE ENTRE A PSICOLOGIA DA SAÚDE E A TERAPIA DA FALA

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA COM A COMUNICAÇÃO: UMA ÁREA DE SIMBIOSE ENTRE A PSICOLOGIA DA SAÚDE E A TERAPIA DA FALA

determinados quadros clínicos, na avaliação da eficácia das intervenções biopsicosso- ciais implementadas; e (d) ensino/formação de profissionais das diferentes áreas, ca- pitalizando os resultados dos trabalhos desenvolvidos em comum ao nível das outras três grandes áreas de aplicação. De facto, esta visão foi já implementada com sucesso na Universidade Fernando Pessoa, designadamente na Clínica Pedagógica de Terapia da Fala (Pinto de Almeida, Meneses, Marinho, Fonte e Freitas, no prelo). É de sublinhar que a contribuição da Psicologia foi também interdisciplinar, já que, das três psicólo- gas da equipa, uma é da Clínica, outra da Saúde e outra da Educação 1 (Especial).
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Design de comunicação e terapia da fala

Design de comunicação e terapia da fala

vel. Cristina mostrou-nos variados exemplos de jogos que utiliza e onde adapta as regras para que consiga trabalhar mais que uma coisa ao mesmo tempo. Mesmo que o jogo que está a utilizar seja dedicado a uma certa área da terapia, como por exemplo a Fonologia ou Articulação – exemplos mais associados à prática da terapia da fala –, muitas vezes as crianças apresen- tam problemas mais profundos que a terapia da fala pode ajudar a colma- tar. O que nos foi dito pela Cristina é que, muitas vezes, os pais recorrem à sua ajuda porque o/a seu/sua filha não diz um som ou não articula bem uma palavra, mas após a avaliação feita, é possível perceber que há mais lacunas no desenvolvimento da linguagem ou da comunicação, lacunas essas que só com uma avaliação profissional são possíveis de detetar. Por essa razão é que os terapeutas não se podem focar somente numa pa- tologia específica, e sim trabalhar várias ao mesmo tempo. Também para que consigam rentabilizar o jogo para diferentes pacientes. A terapeuta criou um jogo onde trabalha as sílabas para a construção de rimas, mas ao fazer isto também está a trabalhar a divisão silábica. Não só é benéfi- co para ela, que ao criar um jogo mais abrangente poupa mais tempo, mas também acaba por ser mais rentável e funcionar para mais crianças com diferentes problemas.
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trab projeto final  Junho 2017

trab projeto final Junho 2017

no processamento sensorial, sendo cada vez mais evidente a relação entre uma área e a outra.. Palavas – Chave: Alimentação; Funcionamento sensorial; Terapia da Fala; Terapia.[r]

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O terapeuta da fala em contexto escolar

O terapeuta da fala em contexto escolar

92 do aluno e práticas e atividades que a promovam. Em todos os casos, é possível constatar que também muito falta fazer por parte do próprio técnico, que assume que o processo inclusivo não é o mais adequado, nomeadamente, estar presente em sala de aula a prestar apoio ao aluno, realizar sessões em grupo, preparar em conjunto com o professor atividades para a turma de modo a que todos participem na mesma, e realizarem as sessões, mesmo que individuais, em contexto de sala de aula. Esta situação não se verificou na maioria dos casos, em que todas indicam, que na globalidade das vezes retiram o aluno da sala, e que até o preferem fazer, por se tornar mais proveitoso para ambos, considerando o pouco tempo de intervenção que dispõem, as condições em termos de barulho e consequentemente, os níveis de concentração da criança na sala de aula. No entanto, de acordo com Pacheco e Caraça (1994) por vezes existe alguma relutância por parte do aluno em ser retirado da sala, de junto dos seus colegas, para realizar uma sessão de terapia da fala, situação que a E6 refere, principalmente quando são jovens e/ou têm consciência das suas dificuldades. Mills (2014) menciona que outra prática inclusiva é a criação, modificação e análise de material específico para cada aluno, situação que nunca foi mencionada por qualquer das entrevistadas, ou seja, que nem é considerada uma prática inclusiva. No entanto, esta é uma tarefa realizada por qualquer TF e que deve ser valorizada.
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Protocolo de avaliação da motricidade orofacial Revisão e características psicométricas

Protocolo de avaliação da motricidade orofacial Revisão e características psicométricas

Os peritos concordaram que o PAOF-R mantivesse os domínios usados no protocolo original (morfologia, função e DDK) mas não aceitaram a sugestão de inclusão de um novo domínio ‘factores concomitantes’. Tendo em conta que o PAOF-R pretende ser uma prova de rastreio, os conteúdos destes itens tornam-se irrelevantes e pouco precisos e devem constar numa avaliação diagnóstica funcional em terapia da fala (p. ex. anamnese). Os itens do PAOF-R são os mesmos do original: face, lábios, mandíbula, dentição e oclusão, língua, palato duro, palato mole e DDK mas, naturalmente, os conteúdos, a nomenclatura e a forma de registo foram revistos e atualizados. As inovações no PAOF-R foram a inclusão da avaliação de movimentos alternados (no domínio ‘Função’), o sistema de cotação (escala de Likert de 5 pontos) e registo visual da cotação. Os peritos aceitaram a nova estrutura do PAOF a 100%.
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XII Congresso Internacional e XVIII Seminário Nacional do INES Educação de Surdos em Países de Língua Portuguesa “Há línguas em português”

XII Congresso Internacional e XVIII Seminário Nacional do INES Educação de Surdos em Países de Língua Portuguesa “Há línguas em português”

O acompanhamento dos alunos com IC em terapia da fala implica a avaliação, diagnóstico e inter venção da existência de perturbações da comunicação, linguagem e fala existentes. Normalmente realiza-se duas vezes por semana, sendo essencial que pelo menos um dos elementos da família participe nas sessões de inter venção. Existe também uma colaboração estreita com os docentes para uma maior compreensão do funcionamento do aluno com IC, resolver de problemas técnicos com o IC, bem como identificar e implementar estratégias e atividades que promovam um acesso otimizado ao som, facilitem a sua participação em sala de aula e o seu desenvolvimento linguístico. Estas adequações podem tratar-se de modificações no local onde o aluno fica sentado, uso de materiais adaptados, uso de Sistema FM, redução do ruído em sala de aula, entre outras estratégias mais específicas.
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Capa aprovada pela CC   CTC

Capa aprovada pela CC CTC

Projecto/Relatório elaborado com vista à obtenção do grau de Mestre em Terapia da Fala, na Área de Motricidade Orofacial e Deglutição. O conteúdo destas linhas deve estar de acordo co[r]

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TESE SAF DINA TINOCO

TESE SAF DINA TINOCO

te po a ia e te…à âà edidaà ueà oà te poà foià passa do,à à edidaà ueà euà oà fuià ta à consciencializando, ele agora já tem mais conhecimento que os pais não vão melhorar e ele começa a ter noção é que não quer ser com os pais! Se isso depois no futuro se vai repercutir ou não, isso já é out aà uest o…àEleàdepoisà o e souàta à o àaàp ofesso a,àaài àpa aà asaàdelaàeàisso tem-lhe feito muito bem. Eu fiz força para que isso acontecesse para retirá-lo mais do ambiente familiar, porque achava que isso o estava a prejudicar, e ele neste momento já tem um discurso diferente. Em termos de dificuldades, que foi isso que inicialmente me perguntou, começou por ser o ele consciencializar-se da realidade; depois, em termos de trabalho aqui, nós falamos, conversamos, trabalhamos e depois chega lá fora e há um bloqueio, não consegue pôr em prática. A maior dificuldade é no cumprimento de horários, o vir à consulta e o vir à consulta a horas. Então nós já tentámos de imensas formas, porque ele tinha psicologia e terapia da fala alternadamente, e eu até peguei no horário dele, porque ele diz que tem sempre o horário, e fiz-lhe durante o resto do tempo de consultas, pus-lheàl àu àapo ta e tozi ho,à estaàse a aàte sàpsi ologiaà oàdiaàtal,à aàse a aàaà segui ,àte sàte apiaàdaàfala… àP o to,àu aà oisaà ueàeleà isual e teàolha aàpa aàoàho ioàeà iaàlogoà seà essaàse a aàti haàpsi ologia…àFu io ou…àduasàse a as!àDepois…àá a ou,à oà !àFu io a…àEà isso que a mim me revolta mais em relação a ele é que funciona, só que funciona muito pouco te po!àHu …àEà aàes olaàa o te eàaà es aà oisa,à oà …àEleà oàdiaàe à ueàseà alha àest oàaàse à dadas as aprendizagens, os conteúdos, ele até consegue eventualmente aprender alguma coisa, mas depois, porque a cabeça dele também está sempre a magicar, a pensar coisas e aquilo acaba por ficar perdido. Não há, portanto, aprendizagem efetiva, vai ficando ali com algumas coisas, mas a maior parte perde-se pelo caminho.
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Apêndice VI   Formulário de  para TF

Apêndice VI Formulário de para TF

Após o preenchimento deste formulário, por favor envie-o para o Serviço de Terapia da Fala ou entregue ao. enfermeiro responsável[r]

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