Tratamento - adesão

Top PDF Tratamento - adesão:

Pacientes em uso de quimioterápicos: depressão e adesão ao tratamento.

Pacientes em uso de quimioterápicos: depressão e adesão ao tratamento.

Perante esses dados, fi ca evidente a necessidade de maior atenção para com tais pacientes e que a equipe de saúde invista em ações que os auxiliem no desenvolvi- mento de suas potencialidades para lidar com o câncer e em estratégias que es mulem sua adesão ao tratamento medicamentoso. Essa adesão não pode ser uma a tude passiva, ou seja, não pode ser uma imposição médica ou de qualquer outro profi ssional da saúde, ela requer a par cipação a va e o comprome mento do paciente. É necessário acreditar no tratamento e ter incen vo para con nuá-lo, o que torna indispensável uma boa relação entre paciente e a equipe de saúde (6) .
Mostrar mais

8 Ler mais

Adesão ao tratamento e qualidade de vida de indivíduos com epilepsia em tratamento...

Adesão ao tratamento e qualidade de vida de indivíduos com epilepsia em tratamento...

língua portuguesa e denominado Índice de Complexidade do Tratamento Medicamentoso em Epilepsia (ICTME). Os procedimentos para tradução e adaptação do instrumento foram baseados nas recomendações de Beaton, Bombardier,Guillemin (59) ; tradução do instrumento para o português, tradução de volta para a língua de origem (back translation), avaliação da equivalência entre o instrumento original e a versão da back)translation e o pré)teste. Após esses procedimentos, foram analisados a a confiabildade e a validade da versão brasileira do ICTME. Para estimativa da confiabilidade interobservador, aplicou)se o coeficiente de correlação intraclasse e, para estimativa da validade, foi realizada a análise da associação da pontuação média do ICTME com as variáveis: número das DAEs, controle de crises, percepção do paciente em relação ao controle de crises e adesão terapêutica por meio do uso do Teste de Morisky. O coeficiente de correlação intraclasse variou de 0,721 a 0,999. Houve associação significante entre a média do ICTME e as variáveis estudadas. Os resultados dessa investigação indicaram que a versão em português do instrumento é confiável e válida para aplicação clínica no Brasil (60) .
Mostrar mais

132 Ler mais

Adesão ao tratamento em pacientes com fibrose cística.

Adesão ao tratamento em pacientes com fibrose cística.

adesão e 28% pobre adesão. Por outro lado, 82% dos pacientes auto-relataram boa adesão, enquanto apenas 24% deles retiraram medicação suficiente para o uso adequado. A avaliação do médico e da enfermeira da equipe mais freqüentemente supe- restimou (em 30% dos casos) do que subestimou (em 13%) a adesão a essa forma de tratamento. Em nosso estudo, só usamos a abordagem auto-rela- tada e achamos uma elevada adesão à dornase alfa. Também identificamos uma concordância precária entre a avaliação auto-relatada e a avaliada pelos profissionais de saúde.
Mostrar mais

8 Ler mais

A adesão ao tratamento no caso da tuberculose multirresistente

A adesão ao tratamento no caso da tuberculose multirresistente

Introdução: A situação epidemiológica da tuberculose (TB) no âmbito mundial e no Brasil ainda evidencia importante magnitude, acrescentando- se o problema crescente da Tuberculose Multirresistente (TBMR). A TB é exemplo consagrado que evidencia as desigualdades sociais e as limitações de acesso à saúde. A adesão ao tratamento da TBMR é um dos aspectos cruciais do cotidiano da assistência em saúde e uma das maiores dificuldades no controle da enfermidade. Objetivos: Analisar como se processa a adesão ao tratamento para a TBMR, em um grupo de indivíduos que completaram com sucesso o tratamento medicamentoso; e propor alternativas para incrementar a adesão. Métodos: Estudo de abordagem qualitativa, desenvolvido em Centro de Referência para Controle da TB e TBMR do Estado de São Paulo, Brasil. Foram coletados, no período de abril a setembro de 2012, depoimentos de indivíduos que vivenciaram o adoecimento por TBMR e que aderiram ao tratamento medicamentoso até a alta por cura. Os depoimentos foram analisados segundo técnica de análise de discurso e interpretados à luz da Hermenêutica-Dialética e da Teoria da Determinação Social do Processo Saúde-Doença. Resultados: Entrevistou- se 21 sujeitos, sendo: 17 (80,9%) pertencentes ao sexo masculino; 19 (90,4%) encontravam-se na faixa etária produtiva; 11 (52,4%) tinham 9 ou mais anos de escolaridade; 14 (66,7%) estavam afastados do trabalho ou desempregados durante o tratamento e relataram ter recebido auxílio, como vale transporte e cesta básica; 14 (66,7%) eram acompanhados pela Estratégia Saúde da Família; 18 (85,7%) tinham tratamento anterior para TB; 20 (95,2%) realizaram o tratamento da TBMR na modalidade Diretamente Observado, executado na Unidade Básica de Saúde (19: 95,0%); 16 (76,2%) caminhavam até o local para o Tratamento Diretamente Observado; sendo que 17 (80,9%) levavam até 30 minutos
Mostrar mais

281 Ler mais

Adesão de pacientes hipertensos ao tratamento medicamentoso.

Adesão de pacientes hipertensos ao tratamento medicamentoso.

Estudo descritivo, de corte transversal, realizado em um Centro de Hipertensão e Metabologia, cujo objetivo foi identifi car a adesão à terapêutica medicamentosa em pacientes hipertensos, bem como identifi car os fatores, diretamente relacionados ao paciente, associados a esta adesão. A amostra foi constituída por 77 pacientes e o instrumento utilizado para verifi car a adesão dos pacientes foi a Medida de Adesão a Tratamento e um questionário semiestruturado contendo fatores de não aderência ao tratamento medicamentoso. Os resultados demonstraram a adesão de 87% dos hipertensos. Os fatores diretamente relacionados ao paciente, que se associavam à adesão foram: a procedência, a autoavaliação do paciente quanto aos níveis pressóricos; a vontade de abandono do tratamento e a aceitação do paciente quanto à doença.
Mostrar mais

6 Ler mais

ADESÃO AO TRATAMENTO DA MALÁRIA VIVAX EM CRIANÇAS

ADESÃO AO TRATAMENTO DA MALÁRIA VIVAX EM CRIANÇAS

A malária é uma doença infecciosa endêmica em 104 países sendo o Plasmodium vivax responsável por 25 a 40% da carga global da doença no mundo. O continente americano apresenta altos índices de transmissão, demonstrado através da Incidência parasitária anual (IPA) superior a 1% dos habitantes. Nos últimos anos se observou no Brasil o predomínio da infecção pelo P. vivax. O protocolo de tratamento é baseado na associação de CQ e PQ, entretanto, falhas terapêuticas têm sido reportadas em todo mundo inclusive no Brasil tendo a adesão a terapia uma das causas da falência terapêutica. Vários fatores podem interferir na adesão entre eles: escolaridade, sexo, ausência de sinais e sintomas e perfil sócio econômico. Neste estudo foi avaliada a adesão ao tratamento da malária a partir da determinação do perfil sócio demográfico de crianças com malária vivax em Anajás e da medida das concentrações plasmáticas de CQ e PQ dos pacientes do estudo. Para obter o perfil dos participantes foi usado questionário que foi a fonte total de informação. Para mensurar a adesão ao tratamento foi utilizado o teste indireto de Morisky-Green que avalia a atitude do paciente frente ao tratamento e a concentração plasmática de Primaquina e seu metabólito foi medida através da coleta em papel de filtro do sangue venoso nos dia D1 e D7 e determinadas em HPLC.O perfil dos pacientes mostrou que a maioria das crianças eram do sexo masculino, tendo como cuidador principal a mãe, a escolaridade e renda dos responsáveis foram consideradas baixas, o uso de mosquiteiro é irregular, 92,4% das famílias não possuem rede de esgoto e 33,3% utilizam a agua do igarapé para consumo .O teste indireto de Morisky-Green classificou 42 crianças como aderente e 08 como não aderentes. A concentração plasmática de PQ em D7 de aderentes e não aderentes foram relacionadas e não apresentou diferença significativa, já as concentrações de CPQ em D7 de aderentes mostrou resultado estatístico significativo, com maiores valores nos pacientes aderentes.
Mostrar mais

76 Ler mais

Adesão ao tratamento da dor crônica e o locus de controle da saúde.

Adesão ao tratamento da dor crônica e o locus de controle da saúde.

Estudos relatam que doentes com orientação externa “acaso” acreditaram que fatores como o destino e o tempo eram responsáveis pela dor. Doentes com estilo de locus voltado para “outros poderosos” acreditaram que a visita ao médico e a rigorosa adesão ao tratamento prescrito eram os melhores meios para o controle da dor. Observaram-se algumas diferenças signi- ficativas entre o sexo, a idade, o estilo de locus de controle e a utilização de estratégias de coping. Homens mais jovens tiveram estilo de locus de controle interno, enquanto os mais velhos tiveram orientação externa. Mulheres com locus de controle interno fizeram maior uso das estratégias de coping em relação as mulheres com outra orientação de locus (14) .
Mostrar mais

8 Ler mais

Fatores associados à baixa adesão ao tratamento farmacológico de doenças crônicas no Brasil.

Fatores associados à baixa adesão ao tratamento farmacológico de doenças crônicas no Brasil.

MÉTODOS: Análise de dados oriundos da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM), inquérito domiciliar de base populacional, de delineamento transversal, baseado em amostra probabilística da população brasileira. Analisou-se a associação entre baixa adesão ao tratamento medicamentoso mensurado pelo Brief Medication Questionnaire e fatores demográicos, socioeconômicos, de saúde, assistência e prescrição. Foi utilizado modelo de regressão de Poisson para estimar as razões de prevalência brutas e ajustadas, os respectivos intervalos de 95% de coniança (IC95%) e p-valor (teste de Wald). RESULTADOS: A prevalência de baixa adesão ao tratamento farmacológico de doenças crônicas foi de 30,8% (IC95% 28,8–33,0). As maiores prevalências de baixa adesão estiveram associadas a indivíduos: adultos jovens; que nunca estudaram; residentes na região Nordeste e Centro-Oeste do País; que tiveram que pagar parte do tratamento; com pior autopercepção da saúde; com três ou mais doenças; que referiam limitação causada por uma das doenças crônicas; e que faziam uso de cinco medicamentos ou mais.
Mostrar mais

11 Ler mais

ADESÃO AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO E CAPACIDADE PARA O AUTOCUIDADO DE PACIENTES COM HIPERTENSÃO ARTERIAL

ADESÃO AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO E CAPACIDADE PARA O AUTOCUIDADO DE PACIENTES COM HIPERTENSÃO ARTERIAL

Dados semelhantes também foram mostrados em um estudo de coorte retrospectivo que abordou a adesão e a persistência ao tratamento anti-hipertensivo, ligando quatro bancos de dados administrativos e um banco de dados clínicos em toda a pro- víncia de Ontário, no Canadá, para obter uma coorte de idosos hipertensos, com idade entre 66 anos ou mais, que havia recebido uma nova receita médica de um agente anti-hipertensivo, entre 1997 e 2005. Os resultados demonstraram uma melhoria global da adesão ao tratamento ao longo dos anos, com diferenças significativas de acordo com as classes de drogas prescritas e outros fatores individuais (19) .
Mostrar mais

5 Ler mais

Avaliação da adesão ao tratamento através de questionários: estudo prospectivo de 73 crianças portadoras de leucemia linfoblástica aguda.

Avaliação da adesão ao tratamento através de questionários: estudo prospectivo de 73 crianças portadoras de leucemia linfoblástica aguda.

A adesão ao tratamento foi avaliada através da aplica- ção de questionários. As perguntas referiam-se aos seguin- tes aspectos: medicamentos utilizados pela criança no momento da aplicação do questionário; existência de um responsável pela administração da medicação; regularida- de do horário de administração da medicação; número de vezes em que o paciente não recebeu a 6-MP ou o MTX sem que houvesse orientação médica para interrupção da qui- mioterapia; qual o procedimento adotado nessas ocasiões; dificuldades encontradas para administração da medicação ao paciente; entendimento das orientações médicas. O questionário foi aplicado em dois momentos, sendo o primeiro 8 semanas após o início da fase de manutenção da quimioterapia, e o segundo 8 a 12 semanas antes do término do tratamento ou no momento da recidiva.
Mostrar mais

6 Ler mais

Adesão ao tratamento farmacológico de pacientes em hemodiálise.

Adesão ao tratamento farmacológico de pacientes em hemodiálise.

Uma proporção significativa dos pacientes tem difi- culdades para aderir ao tratamento medicamentoso e o principal fator citado foi o esquecimento. Das variáveis analisadas, apenas a idade teve relação significativa com o aumento da adesão, sendo os pacientes idosos mais aderentes. Os resultados tam- bém sugeriram que os pacientes têm um baixo nível de conhecimento sobre o tratamento farmacológico e esse desconhecimento dos nomes e das doses dos medicamentos prescritos pode ser uma das causas

8 Ler mais

Adesão ao tratamento da dor crônica: estudo de variáveis demográficas, terapêuticas e psicossociais.

Adesão ao tratamento da dor crônica: estudo de variáveis demográficas, terapêuticas e psicossociais.

A intensidade da dor diminuiu ao longo do tra- tamento (na primeira avaliação foi 8,3 e a menor média foi 6,5). Apesar de estatisticamente diferen- tes é possível que a expressão clínica da diferença foi modesta, e que isto tenha contribuído para a manutenção dos altos índices de não adesão e ade- são parcial. Estudos com doenças crônicas apontam que a melhora do quadro sintomático indica ade- são ao tratamento. Em dores crônicas é difícil avali- ar adesão pela melhora da dor. Os quadros são acom- panhados de melhora e piora, o ajuste da terapêuti- ca leva algum tempo e nem sempre adequado con- trole é alcançado.
Mostrar mais

10 Ler mais

Produção bibliográfica sobre adesão/não-adesão de pessoas ao tratamento de saúde.

Produção bibliográfica sobre adesão/não-adesão de pessoas ao tratamento de saúde.

Muitos são os elementos que tornam a ques- tão da adesão ao tratamento motivo de estudo entre os pesquisadores, desde sua definição até as formas de lidar com ela. Vários estudos foca- lizam-se em estratégias para melhorar a adesão aos medicamentos, em mudanças de comporta- mento de promoção à saúde e em teorias sobre os motivos apresentados por algumas pessoas para justificar certos tipos de comportamento 4 .

8 Ler mais

Adesão ao tratamento da urticária crônica.

Adesão ao tratamento da urticária crônica.

Este trabalho apresenta o estudo de caso de uma mulher encaminhada ao serviço de psicologia de um hospital universitário com diagnóstico de urticária crônica. A queixa principal foi de que, apesar da adesão ao tratamento, os sintomas permaneciam. O objetivo foi auxiliar a cliente na instalação de novos repertórios e na generalização de padrões adequados já instalados, buscando melhor controle da urticária. Realizaram-se dez sessões de atendimento ambulatorial utilizando-se o modelo construcional, da abordagem analítico-comportamental, por meio de análises funcionais de episódios relatados pela cliente. Resultados indica- ram multicausalidade no desencadeamento e manutenção dos sintomas. O treino em análise de contingências favoreceu melhor controle dos fatores ambientais. A cliente aderiu adequadamente ao uso do medicamento após estabelecer relações funcionais entre sintomas e estressores ambientais, promovendo redução dos sintomas e melhor controle da doença. Concluiu-se que o atendimento auxiliou na melhora da qualidade de vida da cliente, destacando-se a relevância da adesão ao tratamento. Unitermos: tratamento; modelo construcional; urticária, qualidade de vida.
Mostrar mais

12 Ler mais

Autogestão na diabetes: obstáculos ao tratamento e adesão

Autogestão na diabetes: obstáculos ao tratamento e adesão

Este estudo tem como objetivo perceber de que modo os obstáculos identificados no cuidado com a diabetes influenciam a autogestão da doença em doentes com diabetes A amostra total é constituída por 107 utentes, com uma distribuição por sexo muito igualitária (51,4% do sexo feminino e 48,6% do sexo masculino), com idades entre os 16 e os 70 anos e uma média de 50,02 anos (DP=12,11). A amostra foi composta por utentes com diabetes de 11 freguesias do concelho da Praia da Vitória. Como instrumentos de pesquisa foram utilizados três questionários de autorresposta: Escala de Atividades de Autocuidado com a Diabetes (versão portuguesa de Bastos & Lopes, 2004), o Hospital Anxiety and Depression Scale (versão portuguesa de McIntyre, Pereira, Soares, Gouveia e Silva, 1999) e a Escala de Problemas no tratamento da Diabetes (versão portuguesa de J. Almeida, 2003). As caraterísticas sociodemográficas foram avaliadas através de um questionário sociodemográfico e as informações clínicas sobre a doença (e.g. tempo de duração, tratamento recomendado, níveis de glicose) foram facultadas pelo profissional de saúde. A recolha da amostra foi realizada entre os meses de Fevereiro e Abril de 2015 no Centro de Saúde da Praia da Vitória na Ilha Terceira. Nesta investigação foi possível comprovar-se que o nível de obstáculos identificados no tratamento está relacionado com a da diabetes. Salientar que no que concerne aos obstáculos identificados, os que se revelaram mais impeditivos para a autogestão foram os obstáculos relativamente à alimentação e à atividade física. No que concerne às atividades de autocuidado, também a alimentação se revelou a variável como menores índices de adesão, tal como a atividade física.
Mostrar mais

93 Ler mais

Adesão das professoras disfônicas ao tratamento fonoterápico.

Adesão das professoras disfônicas ao tratamento fonoterápico.

Sob esse prisma, assumem relevância os projetos investi- gativos que buscam identificar e compreender as mediações que concorrem para a adesão ao tratamento fonoaudiológico das disfonias. Compreender os fatores associados à adesão à fonoterapia pelos professores pode auxiliar na criação/ adoção de estratégias capazes de otimizar o tratamento e, consequente- mente, de reduzir os prejuízos laborais decorrentes da disfonia. Dessa forma, a presente pesquisa teve o objetivo de estudar os possíveis fatores associados à adesão ao tratamento fonoaudio- lógico para a disfonia, em professoras da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte (RME-BH).
Mostrar mais

6 Ler mais

Adesão ao tratamento da pessoa com cardiopatia isquémica

Adesão ao tratamento da pessoa com cardiopatia isquémica

Introdução: A não adesão ao tratamento é motivo de preocupação por parte da comunidade científica, sendo considerado como um importante problema de saúde púbica. Alguns estudos revelam que pessoas com doenças crónicas, nomeadamente a cardiopatia isquémica, têm maior facilidade em aderir à medicação do que cumprir prescrições que exijam mudanças comportamentais e do estilo de vida (Bowry et al., 2011; Fuster, 2012; Soares et al., 2013). Assim, apesar da medicação ser a principal ferramenta utilizada para prevenir e gerir eficazmente a doença crónica, cerca de 50% dos doentes com cardiopatia isquémica não obtêm um benefício clínico, devido à baixa adesão aos tratamentos (Sabaté, 2003; Osterberg & Blaschke, 2005; Fuster, 2012). O não cumprimento das metas terapêuticas estabelecidas está relacionado com o maior número de hospitalizações, maiores custos da doença e pior qualidade de vida, já que as complicações se instalam mais precocemente e de forma mais intensa (Osterberg & Blaschke, 2005; Bowry et al., 2011).
Mostrar mais

203 Ler mais

Adesão ao tratamento antirretroviral: vivências de escolares.

Adesão ao tratamento antirretroviral: vivências de escolares.

É necessário que os proissionais de saúde reconheçam que a não adesão é um fenômeno que deve ser trabalhado junto à criança e que é impor- tante à implementação de estratégias capazes de incentivar a adesão ao tratamento, como estudo de casos, oicinas interdisciplinares, grupos de adesão, com o objetivo de acolher o escolar e o seu cuidador, na perspectiva de fazer mudar sua con- dição, levando-o a se tornar sujeito do processo. Assim, cabe ao enfermeiro atuar junto ao binômio cuidador-criança, para proporciona-lhes melhor qualidade de vida durante esse tratamento que é tão oneroso e desgastante para ambos.
Mostrar mais

8 Ler mais

AVALIAÇÃO DA ADESÃO AO TRATAMENTO PELO PACIENTE COM DIABETES

AVALIAÇÃO DA ADESÃO AO TRATAMENTO PELO PACIENTE COM DIABETES

Segundo os pacientes do estudo, o principal fator que dificulta a adesão ao tratamento é a negligência do próprio paciente, o qual abandona as orientações do profissional de saúde. Além disso, foi mencionada também pelos entrevistados, a falta de condições financeiras, fator este que nós consideramos relevante dentro do contexto precário de funcionamento da Unidade de Saúde local, exigindo dos pacientes a compra dos medicamentos prescritos, já que esses medicamentos, por vezes, estavam indisponíveis na referida Unidade. Como os recursos financeiros desses pacientes, segundo os mesmos, são escassos, o tratamento acaba sendo interrompido.
Mostrar mais

14 Ler mais

Conscientização do usuário hipertenso para a adesão ao tratamento.

Conscientização do usuário hipertenso para a adesão ao tratamento.

A hipertensão arterial (HA) é importante problema de saúde pública de difícil controle por vários motivos, entre eles, a não adesão do usuário ao tratamento. No mundo, mesmo com a disponibilidade de tratamentos efetivos para a HA, mais da metade dos pacientes tratados abandonam o tratamento dentro de um ano após o diagnóstico e, dentre aqueles que permanecem sob acompanhamento médico, somente 50% tomam pelo menos 80% das medicações prescritas (1) . No Brasil, estudos isolados sobre adesão ao tratamento mostram que o controle da HA permanece em torno de 20 a 40%, e a taxa de abandono é crescente, algum tempo após o início da terapêutica (2) .
Mostrar mais

7 Ler mais

Show all 10000 documents...