uma casa chamada terra
Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra
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A LINGUAGEM METAFÓRICA EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA
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UM RIO CHAMADO TEMPO UMA CASA CHAMADA TERRA MIA COUTO
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A REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO NOS ROMANCES TERRA SONÂMBULA E UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO
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A QUESTÃO ANCESTRAL EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO
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HISTÓRIA E IDENTIDADE: UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO
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UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA: A PERCEPÇÃO DA PAISAGEM EM MIA COUTO
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A poética da memória : uma leitura fenomenológica do eu em terra sonâmbula e um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto
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Diálogo entre história e literatura em Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto
87
O Poder de criar mundos: espaço e palavra em terra sonâmbula e um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto
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TERRA SONÂMBULA E UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA: AS VIAGENS AO PASSADO E A BUSCA PELA IDENTIDADE NAS OBRAS DE MIA COUTO
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“Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra”: contribuição de Mia Couto para os direitos fundamentais na literatura
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O ESPAÇO DA IMAGINAÇÃO OU A IMAGINAÇÃO DO ESPAÇO EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA, DE MIA COUTO
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A arquitetura de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra e Las tinieblas de tu memoria negra: diálogos transterritorializados
114
A problemática da identidade cultural em Um Rio chamado Tempo, Uma Casa chamada Terra, de Mia Couto, e Le Ventre de l’Atlantique, de Fatou Diome
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Entre O Receio Da Memória E O Desejo Da Palavra: análise das obras O último vôo do flamingo e Um rio chamado tempo, uma casa chamada Terra, do escritor Mia Couto
146
A morte e a ancestralidade: em Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra de Mia Couto
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Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto: identidades em trânsito
124
A MORTE E A ANCESTRALIDADE: EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA DE MIA COUTO
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