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A vantagem competitiva das nações e a vantagem competitiva das empresas: o que importa na localização?.

A vantagem competitiva das nações e a vantagem competitiva das empresas: o que importa na localização?.

Há dois enfoques dominantes para explicar o desempenho das empresas: a visão da Organização In- dustrial e a Visão Baseada em Recursos, ambos amplamente pesquisados. Entretanto, a relação entre o desempenho das empresas e a competitividade das nações ainda é pouco explorada. Este estudo buscou verificar se o desempenho das empresas se relaciona ao ambiente de seus países e quais fatores destes são mais relevantes. Foram encontradas evidências da relação entre os indicadores de compe- titividade dos países e o desempenho sustentável de suas empresas. O estudo relacionou de maneira pioneira os conceitos da vantagem competitiva das nações e da vantagem competitiva das empresas, testou empiricamente o modelo do Diamante Competitivo do professor Michael Porter, destacou três variáveis habitualmente negligenciadas na linha de pesquisas das fontes de desempenho de empre- sas (a Sofisticação dos Compradores, o PIB e as Compras Governamentais) e criou um indicador de desempenho que também traduz sua sustentabilidade, associado à linha da pesquisa da persistência dos retornos extraordinários.
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A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PARA OBTENÇÃO DA VANTAGEM COMPETITIVA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PARA OBTENÇÃO DA VANTAGEM COMPETITIVA

É necessário saber utilizar os softwares disponíveis no mercado e ser capaz de extrair do sistema informações e, com elas, poder concluir questões gerenciais e estratégicas, ou seja, gerenciar de forma inteligente. Pois permitem uma melhor análise de o mercado como um todo sendo possível promover estudos sobre novos produtos e até mesmo aperfeiçoamento para os já existentes fazendo com que as empresas tomem decisões estratégicas na busca de sua vantagem competitiva através da gestão da informação de forma inteligente.

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Valor e vantagem competitiva: buscando definições, relações e repercussões.

Valor e vantagem competitiva: buscando definições, relações e repercussões.

O tópico central que motiva o presente trabalho é o papel que o valor desempenha nas teorias de estratégia e que, apesar de ser considerado nas principais correntes de pensamento do campo, ainda apresenta indefinição. O objetivo é explorar as principais definições de valor e suas implicações para o desenvolvimento teórico no campo da Administração Estratégica, mais especificamente, para as investigações sobre vantagem competitiva sustentável. Ao trabalhar com conceitos de valor, como valor de uso, valor de troca, criação de valor, valor capturado, valor percebido e uso do valor, pode-se demonstrar que a formação e a sustentação de vantagem competitiva estão além do olhar predominantemente econômico. Elas necessitam ser complementadas por dimensões que atinjam o consumidor, alterando seu estado de espírito, seus desejos e suas emoções. A vantagem competitiva, nesse novo contexto, pode ser entendida como uma governança de um sistema de firmas que se alinham para a criação e a entrega de um valor de uso, e que se relaciona mutuamente para dividir o valor. Em um movimento recursivo, as informações e valores seguem a montante e a jusante da cadeia de firmas, formando um fenômeno complexo em que o processo de formação da estratégia é determinado por uma heurística própria de cada estrategista.
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Internet como fonte de vantagem competitiva: um caso na indústria portuária.

Internet como fonte de vantagem competitiva: um caso na indústria portuária.

Considera-se, com base nos resultados da primeira etapa do estudo, que ganhos administrativos advindos da aplica- ção da Internet são esperados na indústria portuária (OLI- VEIRA et al., 2003). Nesta segunda etapa do estudo, busca-se comprovar se houve obtenção de vantagem competitiva com essa aplicação. Para tanto, adotaram- se referências sobre o impacto estra- tégico da TI, como os fatores críticos de sucesso (ROCKART, 1979), grid estratégico (MCFARLAN,1984) e alinhamento estratégico (HENDER- SON; VENKATRAMAN, 1993). Houve ainda a inclusão de indicadores para mostrar se a empresa obteve vantagens competitivas com a Internet, incluindo dados quantitativos e tabela comparativa da pre- sença on-line da empresa versus a dos concorrentes. Para tanto, em relação à primeira etapa do estudo, realizaram-se novas entrevistas e acrescentaram-se dados de campo para detalhar as aplicações de tecnologia e avaliar se, de fato, elas geraram vantagens frente à concorrência.
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Vantagem competitiva da utilização estratégica da internet sobre os canais tradicionais de distribuição

Vantagem competitiva da utilização estratégica da internet sobre os canais tradicionais de distribuição

Para melhor fundamentar o estudo da vantagem competitiva da Internet em comparação com os canais convencionais de distribuição, iremos considerar os principais conceitos sobre vantagem c[r]

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Fontes de obtenção de vantagem competitiva em empresas industriais: uma análise nas indústrias têxtil e de calçados do Ceará

Fontes de obtenção de vantagem competitiva em empresas industriais: uma análise nas indústrias têxtil e de calçados do Ceará

A3: as empresas investigadas dos setores têxtil e de calçados possuem fontes de obtenção de vantagem competitiva que se alinham a diferentes correntes explicativas da vantagem competi[r]

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O branding como vantagem competitiva para marcas do setor de moda

O branding como vantagem competitiva para marcas do setor de moda

Neste sentido, o estudo sobre ações que visa promover, especificamente, marcas de moda, no que tange à sua imagem, assume um importante papel como vantagem competitiva, em [r]

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Como obter vantagem competitiva utilizando business intelligence?

Como obter vantagem competitiva utilizando business intelligence?

Resumo: Este artigo tem por objetivo definir Business Intelligence e identificar as tecnologias de informação e comunicação que dão suporte a este tipo de sistema de informação. Faz-se uma contextualização sobre o conceito e as tipologias de sistemas de informação (SI). Data Warehouse, Data Mart e Data Mining são os recursos tecnológicos denominados de Back-end system, utilizados para armazenar dados relevantes e extrair padrões de comportamento e tendências dos processos organizacionais. Os DSS (Decision Support Systems), EIS (Executive Information Systems) e ferramentas de OLAP (On-Line Analytical Processing) são caracterizados como Front-end systems para os sistemas de Business Intelligence, requerendo-se ampla funcionalidade, flexibilidade e usabilidade para que o usuário possa fazer a transformação das informações em conhecimento estratégico que apóie a tomada de decisão organizacional, objetivando a vantagem competitiva.
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Vantagem competitiva e sua relação com o desempenho : uma abordagem baseada em valor.

Vantagem competitiva e sua relação com o desempenho : uma abordagem baseada em valor.

Este ensaio teórico discute o conceito de vantagem competitiva identificando os desafios da área de estratégia em obter uma definição precisa, operacionalizável e que relacione o conceito com o desempenho das empresas. Inicia-se pela consolidação e pela análise dos principais trabalhos na área, em que explicitamos as lacunas e a falta de diferenciação entre os construtos de vantagem competitiva e desempenho. O artigo traz uma definição baseada na criação de valor superior, sendo esse delimitado pela diferença entre a disposição a pagar dos clientes e o custo de oportunidade dos fornecedores. Tal definição sugere que o valor criado pode ser divido em três partes: o valor apropriado pela empresa, o excedente dos clientes e o excedente dos fornecedores. Cada uma das partes traz implicações para o desempenho da empresa, sendo que o valor apropriado revela o lucro desta, e o valor não apropriado pode se traduzir em crescimento e em desempenho operacional. No tocante à operacionalização da vantagem competitiva, discutimos aspectos relativos à comparação entre empresas e à temporalidade de observação do evento. Como decorrências desse ensaio, está o estudo da lógica causal entre vantagem competitiva e desempenho, e a constatação de que o estudo da vantagem competitiva por meio de variável única é impreciso e não mede a extensão dos resultados das decisões estratégicas.
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1.O LEAD TIME COMO ALIADO DA VANTAGEM COMPETITIVA

1.O LEAD TIME COMO ALIADO DA VANTAGEM COMPETITIVA

Por meio dos resultados gerados a partir das entrevistas, observaram-se semelhanças entre os grupos entrevistados, pois tanto os diretores quanto os funcionários possuem a consciência da atual situação da empresa com relação ao seu lead time. Ambos os grupos têm a consciência da importância da comunicação interna e apontaram que existem falhas nessa comunicação. Também foi apontado que os recursos tecnológicos são suficientes e que o único recurso que precisa de investimento são os recursos humanos. Pudemos ouvir tanto de um grupo quanto do outro que a principal ação a ser tomada para resolver o problema de como o lead time alto impacta na vantagem competitiva da Sun Chemical é a contratação de mais funcionários para o setor produtivo da empresa.
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A unificação de marcas em central de negócios: vantagem competitiva

A unificação de marcas em central de negócios: vantagem competitiva

As estratégias de foco, subdividida em liderança em custos focada e diferenciação focalizada, constitui um conjunto integrado de práticas realizadas por uma empresa com foco restrito, a qual visa negociar bens ou serviços que atendam a um determinado segmento de mercado. Estas estratégias são bem sucedidas quando atendem eficazmente um segmento cujas necessidades exclusivas são bastante especializadas. Dessa forma, os concorrentes com base ampla optam por não atender ou não conseguem disponibilizar um produto ou serviço tão bom quanto às empresas com estratégia de foco. Estas estratégias, contudo, costumam fracassar principalmente quando as organizações com base mais ampla conseguem fornecer os bens ou serviços em sua estrutura a ponto de a estratégia competitiva adotada pela empresa de escopo restrito, de custo ou diferenciação, não ser mais identificada pelo mercado consumidor como vantagem competitiva (HITT; IRELAND; HOSKISSON, 2008).
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Salton: a retomada da vantagem competitiva nos anos noventa.

Salton: a retomada da vantagem competitiva nos anos noventa.

Os relatos sobre empresas brasileiras que reverteram uma situação de desvantagem competitiva para uma de vantagem, durante a década de noventa, têm sido escassos. No presente artigo busca- se resposta para a seguinte indagação: Como a Salton, uma das maiores empresas do setor vinícola do país, reverteu uma posição de desvantagem competitiva, no final dos anos oitenta, para uma de vantagem sustentável, durante os anos noventa? Para responder a questão de pesquisa foram utilizados, de forma simultânea, conceitos associados à teoria com base em sistemas e com base em recursos. Constata-se que durante o período de dificuldades, a empresa preservou recursos e capacitações, como a marca, instalações físicas próximas das fontes de fornecimento e um bom relacionamento com os clientes, que foram básicos para a retomada do crescimento. Observando-se a atual posição de vantagem competitiva da empresa, interpreta-se que esta decorre de um sistema de atividades bem articulado, da presença de economias de escala, da ocupação da capacidade instalada, do processo de integração com fornecedores e da localização das instalações físicas.
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Competências organizacionais e vantagem competitiva: o desafio da gerência intermediária.

Competências organizacionais e vantagem competitiva: o desafio da gerência intermediária.

As competências tácitas são importantes para a vantagem competitiva porque são específicas em re- lação ao contexto e, portanto, muito mais difíceis de serem imitadas pelos concorrentes. As competências explícitas, por outro lado, podem ser reproduzidas com facilidade em outros ambientes e apresentam pouca ou nenhuma vantagem competitiva. Entre as compe- tências importantes identificadas pelos gerentes de nível intermediário do setor hospitalar, por exemplo, estão o treinamento de médicos e funcionários quan- to ao uso das informações, o gerenciamento do pro- cesso de atendimento médico, abrangendo o pré-aten- dimento, o atendimento, o pós-atendimento e a admi- nistração de uma vasta gama de atividades internas do hospital. As medidas necessárias para desenvol- ver e implementar um programa de treinamento po- dem ser enumeradas e facilmente transmitidas, cons- tituindo, portanto, competências explícitas. O geren- ciamento do processo de atendimento médico aproxi- ma-se mais do centro da escala: alguns de seus aspec- tos são explícitos enquanto outros são tácitos. O ge- renciamento das atividades internas do hospital é uma competência mais tácita, que requer conhecimentos extensivos acerca das divisões e funções existentes no hospital, adquiridos por meio da experiência.
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Recursos e capacidades como fontes de vantagem competitiva em fusões e aquisições

Recursos e capacidades como fontes de vantagem competitiva em fusões e aquisições

Peteraf (1993) apresenta suas bases para a vantagem competitiva: (a) heterogeneidade; (b) limites para competição ex post; (c) mobilidade imperfeita, e; (d) limites para competição ex ante. Pautada na RBV, a autora elabora seu modelo teórico para entendimento do desempenho superior da firma. Esse modelo ajuda a explicar porque as firmas detentoras de mais e melhores recursos e capacidades tem maior vantagem competitiva em relação a seus concorrentes. Pela heterogeneidade, Peteraf (1993) pressupõe que empresas detentoras de diferentes recursos são capazes de competir no mercado, pelo menos no ponto de equilíbrio, mas somente aquelas com recursos superiores serão capazes de gerar rendas (ganhos ou retornos acima do ponto de equilíbrio). Independentemente da natureza das rendas, a vantagem competitiva sustentável demanda que as condições de heterogeneidade sejam preservadas. Para tanto, os limites para competição ex post, segunda base, podem ser estabelecidos: pela não imitação imperfeita, pela não substituição imperfeita ou, por mecanismos de proteção. De acordo com o conceito da mobilidade imperfeita, terceira base para vantagem competitiva, os recursos dificilmente podem ser transacionados (comercializados ou transferidos). Contudo, são mais valiosos para as firmas que os emprega originalmente do que para outras, pois proporcionam renda sustentada dentro da firma. Por último, os limites para competição ex ante significam que antes de estabelecer uma posição superior em recursos, uma firma deve considerar que existe uma competição limitada por aquela posição. A aquisição inicial de um recurso, um ponto comercial, por exemplo, raramente proporcionará retornos acima do normal se os custos de investimento forem elevados em decorrência de uma competição para obtê-lo (PETERAF, 1993).
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O sistema de informações no planejamento de marketing: em busca de vantagem competitiva.

O sistema de informações no planejamento de marketing: em busca de vantagem competitiva.

Ciente das limitações da utilização de uma amostra não-probabilística por conveniência, o que impede que os dados sejam generalizados, os pesquisadores recomendam que em pesquisas futuras sejam utilizadas amostras representativas da população de empresas situadas no Brasil, sugerindo cortes por setor de atuação, nacionalidade (empresas brasileiras e estrangeiras) e tamanho da empresa (faturamento). Assim, seria possível traçar um panorama mais fidedigno da presença (ou ausência) do SIM , assim como uma análise mais completa dos benefícios do SIM, das razões para sua ausência, do seu impacto no planejamento de marketing e na obtenção de vantagem competitiva.
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Vantagem competitiva na gestão sustentável da cadeia de suprimentos: um metaestudo.

Vantagem competitiva na gestão sustentável da cadeia de suprimentos: um metaestudo.

Questões vinculadas aos temas de responsabilidade social e de sustentabilidade vêm sendo cada vez mais recorrentes e repre- sentam desaios a serem trabalhados em diversas linhas de pesquisa e nas mais variadas formas de negócio. As abordagens vão do aspecto normativo à busca de desempenho superior e vantagem competitiva. Os desdobramentos na relação com os stakeholders são veriicados na gestão da cadeia de suprimentos, foco de interesse do presente estudo. A metodologia é desen- volvida por meio de um metaestudo de artigos empíricos publicados. O objetivo é investigar se as estratégias socioambientais aplicadas à gestão da cadeia de suprimentos convergem para a gestão de stakeholders e o desenvolvimento de capacidades dinâmicas (dynamic capabilities) e, por im, se coniguram uma fonte de vantagem competitiva para as empresas investigadas. PALAVRAS-CHAVE Vantagem competitiva, gestão sustentável da cadeia de suprimentos, cadeia verde de suprimentos, ges- tão de stakeholders, capacidades dinâmicas.
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Vantagem competitiva, criação de valor e seus efeitos sobre o desempenho.

Vantagem competitiva, criação de valor e seus efeitos sobre o desempenho.

Os efeitos da vantagem competitiva sobre o de- sempenho organizacional dependerão de aspectos e decisões da gestão estratégica, contemplando momen- tos de criação e outros de monetização do valor criado (COFF, 2010). Além de se manifestar em lucratividade, a vantagem competitiva pode afetar a participação de mercado e o desempenho operacional da empresa, em diferentes momentos e situações. Nesse ponto, é fundamental a agência do gestor, que tem que buscar a maximização dos resultados e, ao mesmo tempo, ajustar a função utilidade dos parceiros envolvidos na partilha de valor (HARRISON, BOSSE, PHILLIPS, 2010). Portanto, o estudo da vantagem competitiva pela obser- vação de medidas de desempenho deve ser norteado pela lógica causal entre criação de valor e desempenho em cada contexto.
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Gestão do Conhecimento: Desafio para a Vantagem Competitiva

Gestão do Conhecimento: Desafio para a Vantagem Competitiva

Resumo: O objetivo deste trabalho é verificar se as organizações em estudo aplicam a gestão do conhecimento para se manterem competitivas e quais são os benefícios obtidos por esta implementação. Sabe-se que o sucesso da estratégia de negócios pode resultar em melhor desempenho para os proces- sos das organizações por intermédio da consolidação das informações, da avaliação das pessoas envol- vidas e do crescimento profissional. Assim, este artigo procurou discorrer sobre a gestão estratégica do conhecimento, fornecendo dados e informações, além de tópicos estudados em dissertação com o mesmo tema. Desta forma, a gestão do conhecimento alinhada ao BSC foi um fator predominante para o sucesso nas organizações na obtenção da vantagem competitiva.
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VANTAGEM COMPETITIVA EM UM APL DE MÓVEIS

VANTAGEM COMPETITIVA EM UM APL DE MÓVEIS

Considerando que aspectos do ambiente externo podem influenciar na competitividade das empresas e do APL, em especial, os elementos do ambiente institucional foram considerados mecanismos de preservação de rendas superiores das empresas, e, consequentemente de vantagem competitiva (AUH; MENGUC, 2009). Tais elementos também são influenciados por fatores culturais (GULATI; NOHRIA; ZAHEER, 2000), como por exemplo, no caso do APL estudado, os valores e as crenças dos empresários. De acordo com Maurer, Bansal e Crossan (2011), os fatores culturais podem ser definidos como um sistema social de valores, símbolos e crenças compartilhadas que orientam e dão sentido às ações de um determinado grupo. Ainda de acordo com os mesmos autores, caso os valores individuais sejam socialmente compartilhados, os fatores institucionais poderão ser também socialmente compartilhados.
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Vantagem competitiva: análise teórica e metodologia

Vantagem competitiva: análise teórica e metodologia

Um dos modelos conceituais mais difundidos para a análise da vantagem competitiva é o modelo da nova organização industrial (new industrial organization). Este conjunto de idéias se apóia sobre os trabalhos pioneiros de Edward Mason e Joe Bain sobre a estrutura da indústria, um modelo que ficou conhecido como análise SCP (Structure – Conduct - Performance), ou Estrutura- Comportamento-Performance. De acordo com esta tendência a performance das firmas em uma indústria particular depende do comportamento (estratégia) de compradores e vendedores no tocante a fixação de preços, níveis de cooperação tácita e competição, políticas de pesquisa e desenvolvimento, publicidade, investimento, etc. O comportamento das firmas é, por sua vez, função da estrutura da indústria em questão, caracterizada pelo número e o tamanho relativo de concorrentes, compradores e vendedores, o grau de diferenciação dos produtos, a existência de barreiras de entrada de novas firmas, o grau de integração vertical existente, etc. Em resumo, o modelo SCP supõe que a performance econômica das firmas é o resultado direto de seu comportamento concorrencial em termos de fixação de preços e custos, e que este comportamento depende da estrutura da indústria na qual as firmas estão inseridas.
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