Top PDF A geografia na música

A geografia na música

A geografia na música

O presente trabalho trata da relação entre a Geografia e a música, e busca estabelecer os diferentes níveis de interação entre as duas através de uma abordagem analítica das canções do nosso cotidiano, tomando como base para essa investigação as categorias de análise da Geografia, também trata da função social da música enquanto elemento que compõe o espaço geográfico e influenciam grupos sociais a produz suas próprias territorialidades. A materialização deste trabalho se deu nas aulas ministradas no componente estágio supervisionado IV em geografia, onde os alunos foram instigados a produzir suas próprias reflexões a respeito do caráter geográfico da música, observando que a Geografia está tão presente em nosso cotidiano que até mesmo de forma subjetiva seus elementos enriquecem o cenário musical popular Brasileiro.
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A música como recurso didático no ensino de geografia e sua aplicabilidade

A música como recurso didático no ensino de geografia e sua aplicabilidade

Este trabalho teve como temática o levantamento quantitativo e qualitativo do uso da música e recursos audiovisuais como ferramenta didática dentro do ensino da Geografia. O ensino da Geografia permite utilizar os variados recursos as propostas metodológicas e curriculares da disciplina. A Música assim como a utilização dos mais diferentes ritmos, certamente facilita o processo de aprendizagem quando planejada e bem empregada, pois além de atrativo permite uma maior integração com a disciplina visto a aceitação e a complementação que este recurso permite perante aos conteúdos abordados. Atualmente é visível o grande desinteresse na maioria dos alunos durante as longas e maçantes aulas como no ensino de Geografia que requer que os alunos entendam e assimilem. A utilização da Música como ferramenta de ensino venha a calhar quando buscamos correlacionar os conteúdos trabalhados objetivando a facilitação à compreensão do que esta sendo transmitido e transformar as aulas monótonas e apáticas em aulas integrativas com alunos participativos e que realmente conciliem o lúdico com o ensinar. Visto a importância da utilização da Música dentro do planejamento da disciplina de Geografia, o presente trabalho busca entender a forma como esse recurso vem sendo empregado, se realmente tem surtido efeito dentro de sala de aula ou se a utilização desse recurso tem sido viável. Buscará também compreender a sua contribuição para o processo de ensino-aprendizagem, pontuando algumas estratégias de utilização assim como um levantamento quantitativo perante alguns estabelecimentos de ensino, tal como a aceitação dos alunos perante a utilização do mesmo.
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A música como recurso metodológico para o ensino da geografia

A música como recurso metodológico para o ensino da geografia

Este trabalho teve por objetivo utilizar a musica como recurso metodológico investigando qual a importância da participação destes recursos nas aulas de Geografia para a qualidade da formação tanto dos alunos quanto dos futuros professores. Neste contexto foram utilizadas as seguintes músicas para trabalhar os conceitos de cada uma das categorias de analise da geografia: Janela Lateral – Milton Nascimento (Paisagem), Paraíba Joia Rara – Ton Oliveira (Lugar), Valente Nordeste - Olodum (Região), Planeta Terra - Pure Feeling (Espaço Geográfico), Tribunal de rua – O Rappa (Território). O presente trabalho tem a intenção de revelar a inovação de metodologias para o ensino da geografia, e também trabalhar uma metodologia individualizada como utensílio revelador trazendo novas questões pertinentes tais como o uso da música no ensino da geografia, os resultados foram aulas mas descontraídas onde indicaram que as ações desenvolvidas com os licenciados no âmbito do PIBID oportunizaram um importante contexto formativo a esses futuros professores. A experiência prática adquirida no ambiente escolar, aliada ao aporte teórico como PONTUSCHKA (2009), CALLAI (2013), CAVALCANTI (2002), entre outros e também o suporte oferecido pela universidade, conforme proposto pelo Programa, constituiu situação primordial ao diálogo, a problematizarão e à construção de conhecimentos acerca do processo educativo no âmbito da formação inicial desses professores.
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A música nas aulas de geografia: uma proposta metodológica

A música nas aulas de geografia: uma proposta metodológica

Como disciplina escolar a Geografia busca o entendimento das relações que se estabelecem entre o homem e a natureza. Cabe ao educador estar atento aos currículos e temas a serem abordados para a melhor compreensão da disciplina Tendo como preocupação melhorar as aulas de Geografia no 7° ano “A” da E. E. E. F. M. São Sebastião, Campina Grande – PB, é que se pensou em um trabalho diferenciado, colocando a música para o interior da sala de aula e na metodologia de trabalho empreendida. Pretende-se com esta iniciativa tornar as aulas mais prazerosas e agradáveis, incentivando o acesso aos conteúdos atrelado à arte e manejo de ferramentas pedagógicas poderosas, que leva professores e alunos a despertarem para o estudo da ciência geográfica e da espacialidade vivida, frente aos meios de comunicação disponíveis. O objetivo principal do trabalho foi propor a utilização da música nas aulas de Geografia associando aos conteúdos estudados, compreendendo sua utilização nos mais diversos gêneros, nas práticas metodológicas do ensino de Geografia, criando situações em que o aluno sinta-se atraído pelas propostas curriculares e seguro para expor suas impressões sobre temas enfadonhos e distantes de suas realidades. O estudo foi realizado através de levantamento bibliográfico, pesquisas, oficinas, debates, entre outras metodologias. Quanto aos resultados obtidos, observou-se que a utilização da música associada a conteúdos vistos durante as aulas é um recurso que chama a atenção dos alunos de uma forma mais eficaz, tendo em vista o grande interesse do público jovem por esta ferramenta que se manifesta de forma muito próxima com seu cotidiano.
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Geografia e música: uma possibilidade de leitura do cotidiano na escola

Geografia e música: uma possibilidade de leitura do cotidiano na escola

O ensino de Geografia há muito vem sendo repensado em busca de atingir seus objetivos e os da função social da escola, especialmente na chamada “sociedade do conhecimento”, e por isso anseia por uma nova escola e por um novo jeito de ensinar e aprender, assim o uso de novas e mais diversas linguagens e recursos devem ser difundidos, discutidos e experimentados. Apoiados em discussões teóricas, nas propostas dos Parâmetros Curriculares Nacionais do ensino básico e na análise de algumas músicas pretende-se discutir e analisar o uso da música como recurso didático nas aulas de Geografia; identificando em suas letras, conteúdos geográficos voltados às temática dos Problemas Sociais Urbanos e relacioná-los com a organização do espaço e da paisagem urbana brasileira. Diante disso, o presente trabalho consiste em uma pesquisa qualitativa, uma vez que, consta de análise de ideias e de práticas de ensino baseado em resultados obtidos na aplicação de questionários com professores do ensino básico da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor José Borges de Carvalho, no município de Alagoa Nova – PB, bem como de análise da letra de algumas músicas em torno da temática de problemas sociais urbanos. Assim, percebeu-se que toda proposta que favoreça as práticas pedagógicas no sentido de tornar o processo de ensino- aprendizagem mais significativo devem ser expostas. A música se estabelece como recurso dinâmico e repleto de significados que encurtam distancias entre ciência e cotidiano, uma vez que valoriza e aproveita-se do universo dos alunos.
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Música e Geografia: dimensões do mundo para ressignificação do universo pessoal

Música e Geografia: dimensões do mundo para ressignificação do universo pessoal

A proposta parece afirmar-se em função do próprio objetivo dos conteúdos abordados pela Geografia, isto é, o conhecimento dos diferentes espaços físicos em suas dimensões – naturais, econômicas, históricas, políticas, sociais e culturais – para compreender e refletir sobre seu próprio espaço. Nesse sentido, os conteúdos musicais trazem consigo a mesma potencialidade. Então, considerando esse objetivo em comum, por que não fundir Geografia e Música em um projeto interdisciplinar?

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A música "Reis do agronegócio" como proposta para didática no ensino de Geografia agrária

A música "Reis do agronegócio" como proposta para didática no ensino de Geografia agrária

O presente trabalho busca explorar um tema fundamental no ensino de Geografia, com um enfoque na Geografia Agrária: o processo de construção e apreensão de conceitos, através da letra da música. Empregando um embasamento teórico sócio construtivista, este trabalho compreende que o aprendizado de conceitos geográficos está diretamente associado ao desenvolvimento de uma consciência, por meio da reflexão, interação e diálogo, do estudante com seu ambiente de vivência e a partir do uso de diferentes metodologias. Esses dois subsídios – a consciência e o ambiente de vivência - podem ser amplamente estudados com o uso de letras de músicas em situações de ensino-aprendizagem. O trabalho explorou primeiramente alguns aportes teóricos sobre o ensino de Geografia Agrária e suas compreensões e possibilidades ao ensino de conteúdos geográficos utilizando a música como base. Dessa forma, o desenvolvimento do presente estudo objetivou construir um olhar crítico do educando sobre a temática de Geografia Agrária, por meio da análise do conteúdo presente na letra da música “Reis do Agronegócio” do cantor e compositor Chico César, que corrobora e leva ao pensamento crítico da modernização na agricultura e do agronegócio. Assim, demonstrar que em Geografia é possível ensinar a partir de metodologias alternativas, de forma a levar o aluno a questionar os discursos circulantes e entender como essa disciplina sintetiza um saber histórico-social: o trabalho crítico do homem em seu espaço socioeconômico e cultural.
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(Re)conhecendo o sertão através do som: a utilização da  música como metodologia de ensino de Geografia

(Re)conhecendo o sertão através do som: a utilização da música como metodologia de ensino de Geografia

O presente trabalho, reconhecendo a necessidade de que a escola construa sujeitos críticos, busca mostrar como é possível realizar uma aprendizagem significativa através da utilização da música no ensino de Geografia. Tendo por base alguns ideais libertários, como a construção de conhecimentos necessários para a compreensão do mundo e que possibilitem sua criticidade, como proposto por Tiana (1987), a pesquisa é voltada para o reconhecimento da realidade sertaneja no Brasil. O principal objetivo do trabalho é analisar a possibilidade da música como uma metodologia no ensino de Geografia, mas também mostrar que é possível compreender o espaço através dela. Durante a intervenção em sala de aula foi realizada a construção de mapas mentais, baseado em Ausubel (2003), exposição dos conteúdos juntamente a reprodução das músicas e debates para a fixação dos conhecimentos. Para avaliar a prática foi realizado um questionário com os estudantes e a partir dele foi percebido que é realmente possível utilizar a música, pois consideraram que facilita a compreensão dos conteúdos e torna a aula mais proveitosa, além de reconhecerem sua possibilidade de uso em variadas temáticas. Com isso a música se mostrou um potente aliado do professor em sala de aula dialogando com os conhecimentos dos alunos e tornando o aprendizado mais prazeroso e significativo.
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Geografia e educação: a música como metodologia no ensino da Geografia

Geografia e educação: a música como metodologia no ensino da Geografia

componentes curriculares, principalmente da Geografia para culminar na aprendizagem integral e significativa. Este trabalho tem caráter qualitativo, sendo realizado a partir de revisão bibliográfica, visita técnica exploratória no espaço vivido durante o Estágio Supervisionado IV e relato de experiências. Portanto, a utilização da música como ferramenta de trabalho proporciona ao professor sistematizar sua prática educacional aplicando metodologia que contemple essas orientações, compondo seus planejamentos e planos de aulas seja, na forma de “música para cantar”, “música para tocar”, “música para dançar” ou “música para encenar” dependendo do conteúdo trabalhado e do grau de entendimento dos alunos, além da apresentação de músicas como sugestão para aplicação em sala de aula, para que a resposta dos discentes seja a compreensão da realidade, do seu papel social e político na sociedade para o exercício da cidadania.
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A Música e a Geografia: uma aprendizagem em comum

A Música e a Geografia: uma aprendizagem em comum

A Música propicia competências em áreas como a História sempre que, por exemplo, se investiga o papel da música em determinado marco relevante para o homem, como é o caso das óperas de Verdi em Itália, no contexto da unificação italiana ou de “Grândola, Vila Morena” de Zeca Afonso, como símbolo da Revolução dos Cravos, de 1974. Com a Matemática, quando o aluno utiliza fórmulas, probabilidades, padrões, na criação ou improvisação da Música. A ligação mais antiga e direta entre estas duas áreas surge com Pitágoras, na forma como relacionou o comprimento das cordas de um instrumento musical com as notas musicais. A música está ainda ligada às Artes quando se interpretam ou criam coreografias, no ballet e na dança, mas também no teatro, com a utilização de tecnologias e softwares ligados à Música, e ainda com as Ciências Físicas e Sociais, como é exemplo a Geografia. A Geografia relaciona-se com a Música e vice- versa, por exemplo, sempre que o aluno/ músico explora a relação entre o som e o meio ambiente.
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Geografia e Música: diálogos

Geografia e Música: diálogos

Uma das maiores expressões da música popular brasileira de todos os tempos, Cartola morou no Morro de Mangueira grande parte de sua vida. As histórias da Estação Primeira de Mangueira, uma das primeiras agremiações carnavalescas da cidade do Rio de Janeiro e da qual foi um dos fundadores, e as histórias de Cartola se confundem. Reconhecidamente detentor de grande talento musical, suas composições contribuíram não só para elevar a referida agremiação ao status de símbolo carioca (e o morro a que está diretamente relacionada), mas também para a evolução da música popular brasileira. Nas palavras do museólogo e pesquisador Ricardo Cravo Albin, “Cartola de Mangueira é o verdadeiro príncipe do samba urbano carioca”. Além de compor diversos sambas, um dos quais é reproduzido nesta comunicação, Cartola também escrevia poesias. Muitas de suas canções, entretanto, não chegaram a ser gravadas por ele ou por outros intérpretes, sendo dessa forma consideradas inéditas, o que dificulta com exatidão a determinação de suas datas, como a música “Que nem pimenta”, cuja letra foi retirada de uma biografia sua (BARBOZA; OLIVEIRA FILHO, 2003).
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Música e desenvolvimento em Salvador (Bahia), à luz da geografia crítica e ecologia dos saberes.

Música e desenvolvimento em Salvador (Bahia), à luz da geografia crítica e ecologia dos saberes.

A pressão da lógica apropriação/violência sobre a lógica regulação/emancipação gera, aponta este autor, três tipos de fascismo social: o apartheid social (segregação social dos excluídos), o fascismo contratural (privatização dos serviços públicos, saúde, segurança e eletricidade), e o fascismo territorial (apropriação dos territórios, cooptando e violentando as instituições, ou novos territórios coloniais privados. Essas três formas de fascismo ficam muito evidentes ao analisarmos alguns dados socioeconômicos da cidade de Salvador, espaço que discutimos a emergência de alguns movimentos potencializadores de mudança, a partir da arte, especialmente a música. Para captar esses movimentos, SOUSA SANTOS (2009; 2007) propõe uma nova epistemologia, mas não de forma excessivamente generalista e ampla, pois hoje, dada a complexidade e pluralidade do mundo, não seria mais possível uma teoria geral.
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INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

A m et odologia propost a por Sposit o et al ( 2006) para a invest igação das cidades m édias brasileiras refere- se à m et odologia do proj et o de pesquisa int it ulado Cidades m édias brasileiras: agent es econôm icos, reest rut uração urbana e regional, que foi aprovado pelo CNPq no Edit al Casadinho, no ano de 2007, coordenado pelas professoras Denise Elias da Universidade Estadual do Ceará e Maria Encarnação Belt rão Sposit o da Universidade Est adual Paulist a, cam pus President e Prudent e. Além de consolidar o Program a de Pós- Graduação em Geografia da Universidade Est adual do Ceará, est e proj et o t am bém visa cont ribuir para a fundam ent ação t eórico- conceit ual da noção de cidade m édia, propondo novos parâm etros m etodológicos para sua com preensão; analisar a est rut uração urbana e regional das cidades m édias, a part ir da ação de novos agent es econôm icos nos últ im os vinte anos, realizar pesquisas sobre cidades m édias em diferentes regiões brasileiras para avaliar os elem ent os que as ident ificam e aqueles que caract erizam suas especificidades; e analisar a dinâm ica socioespacial das cidades m édias brasileiras selecionadas para a pesquisa, a part ir de sucessivas e art iculadas escalas ( locais, estaduais, nacional e supranacional) 9 .
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INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

No caso do loteamento irregular São Francisco/Joana D´Arc, o processo de regularização ainda não foi concretizado principalmente porque judicialmente não foram encon[r]

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INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DE TERRITÓRIO

INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DE TERRITÓRIO

Daí a necessidade da Geografia de contribuir para a desmistificação de pré-conceitos, ao analisar a implantação dos projetos do ponto de vista das características a serem valorizadas e, conseqüentemente, do que será desprestigiado, por representar obstáculos à realização de algum interesse que não compartilhe dos ideais coletivos. Antigamente, cabia apenas à classe dominante a execução de projetos para a cidade, e, com a abertura democrática, a sociedade brasileira conquistou a permissão de se organizar e de participar mais ativamente nos rumos das cidades, e é nesse sentido que a Geografia abre seu leque de atuação, na conscientização de crianças, adolescentes e adultos, pois atrás de todo Plano Diretor, de todo planejamento de cidade, existe uma base ideológica, que se configura na forma de uma realidade a ser almejada, da qual nem todos os habitantes estão qualificados para fazer parte. A cidade então é construída para um tipo específico de ser humano, aquele que possui atributos para colaborar com o progresso econômico e social, possuidor do ‘corpo ideal’ e tem, como pano de fundo, ações pontuais, para os que não se integrarem. Entre estes, encontram-se os doentes, principalmente os portadores de doenças crônicas.
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INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

Os dados coletados em órgãos públicos e as pesquisas feitas em documentos e legislações serão aqui chamados de dados secundários. Dados sobre população, frota, acidentes de trânsito, leis e normas, diretrizes etc. foram adquiridos em órgãos públicos como: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), Ministério das Cidades, Prefeitura Municipal de Uberlândia (PMU), entre outros. Os dados foram levantados de forma concomitante à pesquisa bibliográfica e permitiu, assim, realizar análises comparativas com pesquisas anteriores e correlações com a temática abordada.
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INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

A dengue se configura na atualidade enquanto um dos maiores problemas de saúde pública do mundo. No ano de 2011, foram registrados 721.546 casos, dentre os quais 343.731 se localizam na Região Sudeste e 36.380 no Estado de Minas Gerais. Grande parte de tais notificações localizam-se no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Diante deste quadro, o objetivo deste trabalho foi analisar a ocorrência e distribuição espacial da dengue na Mesorregião Geográfica do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba por meio de determinantes climáticos e socioeconômicos gerais e das ações municipais de controle da endemia. Para tal, realizou-se um levantamento bibliográfico sobre os temas Dengue, Geografia Médica e da Saúde, Saúde Ambiental, Epidemiologia e a Saúde Coletiva, bem como aspectos históricos e geográficos do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Foram levantados dados climáticos de precipitação pluviométrica e estimadas as temperaturas por técnica de regressão múltipla linear. Foram coletados também dados socioeconômicos e de Dengue em suas distintas manifestações clínicas de acordo com CID-10. Os dados foram utilizados em dois momentos; inicialmente na caracterização climática e socioeconômica da região e, posteriormente, na correlação com a incidência de dengue, mediante Coeficiente de Correlação de Pearson (r). Espacializou-se a incidência por técnicas de Geoprocessamento a partir da utilização do software ESRI ArcGIS 10.1. Como resultados, no triênio analisado, relativo aos anos de 2010, 2011 e 2012, identificou- se diferentes padrões em relação à situação da dengue, com a formação de pequenos clusters, aumento do número de municípios que estavam em situação de risco em relação aos anos anteriores e, possíveis casos de subnotificação. Na correlação, os resultados demonstraram que os parâmetros socioeconômicos se mostraram estatisticamente de baixa intensidade. Contudo, identificou-se uma relação mais forte com os dados climáticos. Já na análise das políticas públicas e as ações de combate ao vetor na visão dos gestores em saúde, a epidemia dos anos 2012-2013 é resultado da descontinuidade das ações de combate ao vetor e da limpeza da cidade, ocasionando uma grande quantidade de resíduos que se contemplariam enquanto lócus de proliferação vetorial.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DOUTORADO EM GEOGRAFIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DOUTORADO EM GEOGRAFIA

nativa (FVN) 2 da área de estudo em 2014, utilizando as métricas da Ecologia de paisagens; c) identificar a funcionalidade ecológica dos FVN da área de estudo, [r]

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VANÇO INSTITUTO DE GEOGRAFIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

VANÇO INSTITUTO DE GEOGRAFIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

A Geografia Humanista está baseada nas experiências das pessoas e grupos em relação ao espaço vivido, a fim de entender seus valores e comportamentos. Para Corrêa (2012, p. 30) citado por Silva e Lopes (2014), a Geografia Humanista está “ [...] calcada nas filosofias do significado, especialmente na fenomenologia e no existencialismo [...] ” , ganhando maior importância nos anos de 1970, com um novo significado do conceito de lugar, definido até então por “[...] características naturais e culturais próprias, cuja organicidade os diferenciava uns dos outros. O conceito de lugar para a Geografia Tradicional estava ligado a uma noção de localização absoluta e à individualidade das parcelas do espaço ” (PARANÁ, 2008, p. 60. Citado por Silva e Lopes (2014)). Assim, o conceito lugar fa-se-ia um conceito chave para a Geografia Humanista sendo compreendido como “ [...] o espaço vivido, dotado de valor pelo sujeito que nele vive [...], é onde a vida se realiza, é familiar, carregado de afetividade, o que o torna subjetivo em extensão e conteúdo, bem como em forma e significado ” (PARANÁ, 2008 p. 60), citado por Silva e Lopes 2014.
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Música e teologia, música como teologia : uma sonata teológica : a música na estética teológica de Pierangelo Sequeri

Música e teologia, música como teologia : uma sonata teológica : a música na estética teológica de Pierangelo Sequeri

Mas regressemos à Idade Média. O nascimento daquilo que depois receberá o nome de “canto gregoriano”, transporta em si, nos seus princípios fundadores, o que podemos identificar como os antípodas da tradição grega antiga. É provavelmente im- possível qualificar a novidade da concepção cristã da música como apolínea ou dionisí- aca. Ela é simplesmente cristã. Já não se trata da aplicação abstracta de uma estrutura que estabeleça a justa relação entre os sons e a sua qualidade espiritual; agora, aponta Sequeri, «é a capacidade de ampliar criativamente a semântica espiritual do texto, que gera e define a qualidade musical» 172 . A relação entre expressividade do texto e expres- sividade musical é uma consequência da íntima ligação da música com a palavra de Re- velação histórica, definitivamente distante do horizonte mágico e esotérico das “místi- cas” antigas (platónicas, gnósticas, orientais e outras) 173 . O rito, com os seus textos e contextos litúrgicos, é mais do que o simples regulamento do proceder: é o «ordena- mento performativo da justa relação com o sagrado» 174 . Entendido assim, todo o rito é tratado como «potencialmente musical» 175 . «O orgânico vocal, os modelos melódicos, o estilo executivo, a combinação dos modos: tudo é articulado em termos de uma verda- deira e própria orquestração musical da partitura litúrgica» 176 .
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