Top PDF A proporção entre o explicar e o compreender na história da biologia

A proporção entre o explicar e o compreender na história da biologia

A proporção entre o explicar e o compreender na história da biologia

Certos psicólogos comparativos procura- ram mesmo modelos animais para a com- preensão de atitudes e reacções do Homem, para a modelação interventiva de compor- tamentos humanos,[r]

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Análise das imagens de história da vida em livros didáticos de biologia do ensino médio

Análise das imagens de história da vida em livros didáticos de biologia do ensino médio

Nesse sentido, é importante se discutir a temática HV, já que esta é caracterizada como o estudo para explicar os processos pelos quais os organismos evoluíram (BENTON, 2012) e que se apresenta muitas vezes como um assunto passível de controvérsias (OLIVEIRA, 2011), que podem tornar ainda mais complexo o processo de ensino-aprendizagem de Biologia na escola. Assim, nessa investigação, a HV é tratada como um tópico de ensino da Evolução Biológica (EB). Além disso, é necessário enfatizar os limites temáticos e conceituais de interesse nessa pesquisa, pois quando se procura compreender, em um contexto mais abrangente, a temática HV, transita-se por assuntos como a Origem da Vida (OV) e os mecanismos e padrões que explicam a evolução nas escalas micro e macroevolutiva. Optou-se, desse modo, por investigar o assunto relacionado à sua abordagem nos livros didáticos (LD) de Biologia do Ensino Médio, delimitando à temática dos processos ao nível macroevolutivo (evolução dos grandes grupos de seres vivos) da vida e suas concepções.
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Episódios da história da biologia e o ensino da ciência: as contribuições de Alfred...

Episódios da história da biologia e o ensino da ciência: as contribuições de Alfred...

Em um número anterior deste periódico nós procuramos mostrar que uma simples lei, que mostra que cada nova criação está intimamente ligada a algumas espécies já existentes na mesma região, explicaria todas essas anormalidades, se consideradas juntamente com as modificações da superfície [terrestre], extinção gradual e introdução das espécies, que são fatos provados pela geologia. No período quando a Nova Guiné e o Norte da Austrália estavam unidos, é provável que suas características físicas e climáticas fossem muito similares, e que uma considerável proporção das espécies que habitavam cada parte da região fosse encontrada sobre toda região. Após ter ocorrido a separação, podemos facilmente compreender como o clima de ambas deve ter sido modificado consideravelmente, o que talvez tenha levado certas espécies à extinção. Durante o período que decorreu desde então, novas espécies foram gradualmente introduzidas em cada uma das regiões, estando relacionadas intimamente com as espécies pré-existentes, muitas das quais foram inicialmente comuns às duas regiões. Este processo evidentemente produziria a presente condição das duas faunas, em que há muitas espécies afins, poucas idênticas. Os grupos grandes bem marcados que estivessem ausentes em uma delas, estariam necessariamente ausentes na outra. No entanto, muitos deles devem ter se adaptado à região. A lei de afinidade não permitiria seu aparecimento, exceto através de uma longa sucessão de etapas durante um imenso intervalo geológico. As espécies que na época da separação eram encontradas somente em uma região, deveriam, através da introdução gradual de espécies de sua mesma família, dar origem aos grupos peculiares da região. Esta separação da Nova Guiné da Austrália, sem dúvida, aconteceu enquanto Aru fazia parte da antiga ilha. Sua separação deve ter ocorrido em um período muito recente. O número de espécies comuns às duas regiões mostra que a extinção ocorreu raramente, e provavelmente houve a introdução de poucas espécies novas (Wallace, 1857, p. 482).
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A RELAÇÃO ENTRE A HISTÓRIA DA CIÊNCIA NO ENSINO DE BIOLOGIA E SEU DESCOMPASSO EM RELAÇÃO À PRÁTICA

A RELAÇÃO ENTRE A HISTÓRIA DA CIÊNCIA NO ENSINO DE BIOLOGIA E SEU DESCOMPASSO EM RELAÇÃO À PRÁTICA

Com tantas limitações e diante de uma problemática a ser ultrapassada, os professores tendem a recorrer ao imediato, ou seja, o livro didático. Takahashi & Bastos (2011) discutem que o reducionismo presente nos conteúdos e contextos trazidos pelos livros é outra face que revela até mesmo a inexistência dessa contextualização. Reis et al., (2012) também demonstram que os livros didáticos e a internet são as fontes pelas quais os professores se utilizam de modo imediato como recursos didáticos sobre a temática de História da Ciência. Além destas, DVDs, revistas, periódicos, artigos e jogos educativos também são citados.
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A percepção do belo e a proporção divina

A percepção do belo e a proporção divina

Historicamente a forma humana tem sido mensurada devido a inúmeras razões, dentre uma delas descrever o próprio homem por meio de esboços e desenhos. Desde que o homem tentou definir os diferentes componentes da beleza, tem procurado suas fórmulas de mensuração e de apreciação, porém, seria incorreto acreditar que todos os indivíduos deveriam ser tratados de acordo com uma média para se alcançar uma boa estética facial. Na tentativa de quantificar a beleza e a harmonia faciais, as variações e as particularidades raciais que fizeram com que os valores absolutos, inicialmente idealizados, cedessem espaço às proporções faciais. A harmonia, o equilíbrio e a beleza não estão relacionados com medidas absolutas, mas, sim, com a proporcionalidade entre as estruturas. A proporção facial ideal vem sendo investigada ao longo dos séculos, ao mesmo tempo em que padrões têm sido definidos. Desta forma, algumas análises científicas da beleza física da face humana têm sua abordagem baseada na Matemática. Entretanto, deve-se lembrar que o planejamento da estética facial é tanto uma ciência quanto uma arte e que a avaliação da estética facial é algo subjetivo, pois o equilíbrio e a harmonia da face são componentes importantes, porém não necessariamente indispensáveis para que uma face seja considerada atraente.
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RESULTADOS E DISCUSSÃO Proporção de sexo

RESULTADOS E DISCUSSÃO Proporção de sexo

Estudo semelhante, porém em área de floresta nativa com Araucaria angustifolia na FLONA-SFP conduzido por Soligo et al. (2004), não foi constatada diferença significativa entre o número de árvores masculinas e femininas em uma amostra de 839 árvores distribuídas em 7,9 ha, sendo válida a proporção 1:1 entre sexos das árvores.

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Razão, proporção e regra de três.

Razão, proporção e regra de três.

Os retângulos não se encaixam muito bem nos cantos dos olhos, nem nos cantos da boca, e outros mal fazem sentido (o que o primeiro retângulo azul está medindo, exatamente?). Só que isso é o bastante para fazer muitas pessoas acreditarem na conexão entre proporção áurea e beleza.

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CONCEPÇÕES ACERCA DA HISTÓRIA E EPISTEMOLOGIA DA BIOLOGIA APRESENTADAS EM UMA COMUNIDADE DE PRÁTICA.

CONCEPÇÕES ACERCA DA HISTÓRIA E EPISTEMOLOGIA DA BIOLOGIA APRESENTADAS EM UMA COMUNIDADE DE PRÁTICA.

Em um momento histórico, no qual a ciência deixou de ser assunto exclusivo da academia para fazer parte da vida das pessoas, em geral reivindica-se que a escola pro- mova uma educação científica por meio da qual o conhecimento construído passe a fa- zer parte da cultura pessoal dos indivíduos, permitindo-lhes compreender e atuar com racionalidade na realidade em que vivem (RIVERO; WAMBA, 2011). Para que a socieda- de seja capaz de obter um pensamento crítico relacionado a temas científicos, no en- tanto, é necessário que conheça não apenas os conceitos, mas também o que é ciência, os problemas que desencadearam os estudos, seus métodos, os resultados esperados e as consequências de suas aplicações. Várias investigações realizadas nos últimos 30 anos, tanto no âmbito nacional quanto internacional, todavia, têm demonstrado que a concepção de ciência que temos na escola é equivocada e totalmente distante dos debates epistemológicos atuais, fato que tem instigado propostas para a inserção da história e da filosofia no ensino de ciências (GIL PÉREZ et al., 2001; CACHAPUZ; PRAIA; JORGE, 2004; RIVERO; WAMBA, 2011).
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O tratamento dado à história da biologia nos livros didáticos brasileiros recomendados...

O tratamento dado à história da biologia nos livros didáticos brasileiros recomendados...

Dentre a literatura especializada acerca da estruturação do livro didático, encontra-se Cecília Santos, que afirma haver uma deficiência muito grande de coesão interna e aponta como uma das razões disso e de eventuais erros conceituais decorrentes o fato de que a História da Ciência contida nos livros didáticos apresenta as informações desconexas do texto, dos acontecimentos e relatos sobre cientistas que contribuíram para o desenvolvimento do assunto (SANTOS, 2006, p. 28). Assim, na opinião da autora a abordagem utilizada pelo livro didático não utiliza a história como um instrumento para a compreensão do conteúdo, mas somente para a sua ilustração, o que não gera, necessariamente, uma completa ineficácia de seus objetivos de ensino. Em outras palavras, essa inserção pode acrescentar informação pertinente ao aluno, porém poderia ser utilizada de maneiras mais interessantes se estivesse relacionada ao restante do texto.
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Uma proposta para desenvolver a Habilidade Cognitivo-Linguística (Explicar) em aulas de química utilizando a estratégia P.O.E. (Prever-Observar-Explicar)

Uma proposta para desenvolver a Habilidade Cognitivo-Linguística (Explicar) em aulas de química utilizando a estratégia P.O.E. (Prever-Observar-Explicar)

Em termos de produção científica, é importante destacar, de acordo com Praia, Cachapuz e Gil-Pérez (2002), que a observação não é, sistematicamente, o ponto de partida, deve-se sempre considerá-la provisória, e estar disponíveis a sua crítica para atingir um maior conhecimento. As observações científicas são percepções que envolvem quase sempre alguma preparação prévia, de modo que não se realiza em função da atenção espontânea ligada ao acaso, muito pelo contrário, é de grande importância a definição prévia daquilo que se pretende observar. Estes autores destacam ainda, que é comum nas escolas ligar a “descoberta” científica a observações fortuitas, surgindo por mero acaso, situação que induz os alunos a pensarem-na como um produto que já existe na natureza. Porém, a observação tem um caráter polêmico e de construção, pois a importância atribuída aos fatos depende de um enquadramento de razões. A partir observações dos fatos, dados, características dos objetos ou fenômenos, são geradas as discussões que levarão a uma explicação mais profunda. Habilidade Cognitivo-Linguística: Explicar
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O que está acontecendo aqui? Da explicação das ações à atividade de explicar.

O que está acontecendo aqui? Da explicação das ações à atividade de explicar.

Delineado o âmbito pragmático do explicar, volto agora às circunstâncias em que emerge a solicitação de explicação. Quando – e enquanto – a interação e a comunicação são bem-sucedidas, os membros de uma comunidade su- põem compartilhar um fundo de regras e práticas. A fluidez ou agilidade das práticas autoriza a presumir uma compreensão recíproca (a compreensão é aquilo que imaginamos que deva estar presente como componente cognitivo de uma interação bem-sucedida). O que acontece, porém, quando estamos diante de um comportamento bizarro, quando vivemos um imprevisto, quando encontramos uma anomalia em relação à ordem social consolidada? O ator se vê diante de um fracasso do fundo de recursos de compreensão, fracasso que denomino breakdown, ou ruptura da compreensão. Trata-se de obstáculos em relação aos quais não podemos ficar indiferentes: mesmo os agentes “ordinários”, como o observador especializado cuja profissão é explicar (o cientista social com suas perguntas cognitivas, mas também o investigador de polícia e o jornalista investigativo, solicitados a explicar o ocorrido), formulam perguntas contrafatuais que permitem descrever o comportamento do outro sob diversos pontos de vista, na tentativa de recuperar a inteligibilidade interrompida. A ocorrência de um breakdown cria, assim, um sentimento de inadequação, suscitando ao mesmo tempo uma necessidade ou solicitação de explicação. Temos a necessidade de ampliar a perspectiva, de comunicar com outros atores que conhecem (ou observaram) o evento anômalo para poder inseri-lo em uma constelação inteligível. Dirigimo-nos a quem, conforme pensamos, possa nos ajudar a ampliar o olhar, a descrever o comportamento alheio com outros pontos de vista, na tentativa de recuperar a familiaridade interrompida. A explicação tem assim a ver com as modalidades que tornam possível a operação de recomposição da situação de bloqueio.
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O conceito de biodiversidade e a história da biologia da conservação: da preservação da wilderness à conservação da biodiversidade.

O conceito de biodiversidade e a história da biologia da conservação: da preservação da wilderness à conservação da biodiversidade.

Uma série de subdisciplinas da biologia, tais como a biologia evolutiva, a biogeografia, a taxonomia, a ecologia, a demografia de espécies animais e vegetais e a genética, associadas com uma influência crescente das equações e modelos matemáticos nas pesquisas biológicas, convergiu na publicação, em 1967, do livro The Theory of Island Biogeography, um marco para o que se constituiu, mais tarde, como a subdisciplina biologia da conservação. O livro, de autoria de Robert H. MacArthur e Edward O. Wilson, recheado de fórmulas matemáticas, demonstra que a quantidade de espécies em determinada ilha varia de acordo com a sua área – efeito área – e com a distância de grandes massas de terra, como os continentes ou mesmo ilhas maiores – efeito distância. Além de explicar muito bem a relação espécies-área, o livro agrega o fator distância. Nele fica demonstrado que ilhas remotas abrigam menos espécies, porque elas sofrem a mesma quantidade de extinções e recebem menos imigrantes. Traz ainda o conceito inovador de turnover, justamente para indicar a substituição de determinadas espécies por outras, com a manutenção de um equilíbrio do número de espécies. (MACARTHUR; WILSON, 2001; QUAMMEN, 2008; LOVEJOY, 2011).
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Manual de acesso: a pintura como uma forma de explicar o mundo

Manual de acesso: a pintura como uma forma de explicar o mundo

Aquilo que no trabalho de Duchamp pode ser observado de uma forma mais evidente é, na realidade, aplicável a toda a pÉtica artística: para Gell, cada obra individual ser[r]

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RAZÃO E PROPORÇÃO: A HERANÇA ANTIGA

RAZÃO E PROPORÇÃO: A HERANÇA ANTIGA

Voltando à linha dos quatro estudos da matemática, vemos que a Música está na posição mais nobre. Mas, a Música é o estudo de razões e proporções. Isso indica, portanto, que o conceito do desabrochamento dos vários níveis não é inteiramente correto, pois é resultado das limitações impostas à nossa compreensão devido ao fato de sermos entidades imersas no tempo 2 e no espaço. Do ponto de vista da Intuição, ou seja, de “God’s eye view,” o Hum já existe junto com os outros níveis, pois os números não existem primeiro para depois entrarem em relações de proporção entre si, mas já existem relacionados entre si. Para usar uma analogia utilizada por Brouwer (1881-1961) em outro contexto, a situação é como a dos polos magnéticos, pois estes não existem independentes do campo magnético – ao contrário, os polos e o campo são dados conjuntamente. Assim, na visão filosófica platônica, a razão e a proporção estão no cerne do real.
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Compreender a Contabilidade Nacional

Compreender a Contabilidade Nacional

inscreve-se duplamente na conta de distribuição secundária porque as famílias aparecem com um duplo papel, enquanto contribuintes e enquanto prestamistas da acção social, de pr[r]

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Há um sentido, apesar de eu não o compreender.

Há um sentido, apesar de eu não o compreender.

Podemos então formular que a relação de continuidade entre os modelos semióticos unário, binário e trinitário tem a contribuir para a teoria psicanalítica do sujeito e para a clínica que se funda nesta; levando inclusive à relativização da noção de estrutura. Consideramos uma estrutura como estando constituída a partir da relação com a falta, com a hiância, com o espaço entre uma palavra e outra, pela relação do terceiro, entre eu e o outro. Uma estrutura discursiva, entretanto, aparece e desaparece na relação do sujeito com a alteridade enquanto possibilidade de uma língua, isto é, quando o sujeito consegue escutar seu ato falho, ou quando um outro escuta essa fala e sanciona: “há um sentido aí, apesar de eu não o compreender”.
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Das Crianças, do Teatro, do Não-Compreender.

Das Crianças, do Teatro, do Não-Compreender.

Haveria que descrever, a esta altura, o campo completo da tradição do teatro dramático de modo a responder à questão: se a anagnorisis, o choque entre o compreender e o não-compreender, retorna, como isso se dá e quais são as variações? Em vez disso, pretendo dar um salto de volta ao presente. No mínimo a partir da visão radical de Artaud de um teatro neocatártico, no qual a experiência de certa crueldade provoca uma ruptura das certezas do logos e da doxa, todo o teatro que pretenda ser simples teatro da compreensão parecerá banal. É em performances e em variadas formas de ação, em práticas de encenação radicais e em formas do teatro pós- dramático que vamos buscar, hoje em dia, aquilo que poderíamos considerar como anagnorisis, a favor e contra Aristóteles. Simultaneamente surge a pergunta acerca de como se pode determinar concretamente o estético do performativo que seja capaz de acender a centelha do evento verdadeiramente performativo a partir da estrutura virtual dos acontecimentos do teatro. De acordo com Bernhard Waldenfels, numa discussão que teve lugar em Frankfurt:
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Para compreender o sofrimento humano

Para compreender o sofrimento humano

“dolor total”, pero las concepciones más contempo- ráneas de sufrimiento son aún más completas que las de la fundadora del movimiento Hospice. Esto se debe, sobre todo, a las inno[r]

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Para compreender o sofrimento humano

Para compreender o sofrimento humano

Saunders  1 (in the 1960s) proposed the concept of “total pain”, but contemporary conceptions of suffering are even more complete than those of the founder of the Hospice mo[r]

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Para compreender o sofrimento humano.

Para compreender o sofrimento humano.

Aprender com o sofrimento decorre de uma lexibilização lenta de padrões, que não pode levar a sua ruptura, sob risco de desagregação idenitária. Daí a importância de formação de cuidadores que assuma a dimensão observacional, ou seja, a capa- cidade de lidar com suas representações mentais sobre as pessoas das quais cuida como se essas re- presentações ivessem realidade ontológica, isto é, como se elas fossem o espelho daqueles de quem cuida. Mantendo isso em mente, os cuidadores tentarão compreender modos de pontuação da realidade tornados padrões de atribuição de signi- icado no (ao) mundo dos sofredores (recorrendo às histórias de vida e a outro ipo de narraivas, por exemplo). Para tal, terão que estabelecer relações alicerçadas em empaia, humildade e conian- ça  47,48 que possibilitem acoplamentos estruturais  37 ,
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