Top PDF Acerca da comunicação: entre Freud (1895) e Klein (1946).

Acerca da comunicação: entre Freud (1895) e Klein (1946).

Acerca da comunicação: entre Freud (1895) e Klein (1946).

O m odelo de com unicação que esboçam os a partir do Projeto aponta para um a passagem entre dois planos distintos , na qual o objeto é convocado a desem pe- nhar a função fundam ental de m anejo: da dor dos anseios, das quantidades, às tensões cujo ritm o dota as últim as de qualidades de prazer, tornando-se auto , apropriação im aginativa dos próprios m ovim entos. O “acionam ento” do objeto é feito ao m odo associativo da m esm a m aneira em que, no aparelho psíquico do indivíduo, um resto diurno é capturado na via regressiva em direção às inscrições inconscientes, em coerência com a via de uso da pulsão para o trilhar m nêm ico. Entretanto, é preciso enfatizar neste despertar do objeto para a via regressiva dentro dele m esm o, duas m odalidades de rêverie que Freud evoca em relação ao conhecer do outro sem elhante ( FREUD, 1895) . A prim eira, em pática — m aciça e prim itiva — , refere-se à preocupação e à identificação com a dor e o desam paro do bebê que se desdobra, nas relações hum anas, na com unica- ção, na compreensão mútua ( 1895) . A segunda, derivada da prim eira, porém distin- ta, recai na via regressiva de m odalidades de inflexão reflexiva — auto — sobre cenas infantis, da descarga de prazer, da com em oração reflexiva, da fala e do desejo. Valor imitativo ( Freud) , term o pouco apurado m as que evoca um holding que devolve ao outro algo seu, um a apropriação im aginativa de seu corpo — espaço e m ovim entos, vivências.
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Conhecimento dos profissionais da área da saúde acerca da comunicação suplementar e alternativa em instituições de longa permanência para idosos.

Conhecimento dos profissionais da área da saúde acerca da comunicação suplementar e alternativa em instituições de longa permanência para idosos.

Métodos: estudo transversal e contemporâneo. A amostra foi constituída pelos proissionais da saúde atuantes em instituições de longa permanência para idosos registradas no Conselho Municipal do Idoso do município de Caxias do Sul – Rio Grande do Sul. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário composto de 14 questões objetivas de múltiplas escolha, contemplando dados civis, formação, conhecimento e prática com a Comunicação Suplementar e Alternativa. As variáveis categóricas foram descritas por frequências absolutas e relativas. Para associar as variáveis com o conhecimento dos proissionais acerca da Comunicação Suplementar e Alternativa atuantes em instituições de longa permanência para idosos foi utilizado o teste qui-quadrado de Pearson ou exato de Fisher (quando ao menos uma das categorias teve menos que 5 participantes). Em caso de variáveis politômicas, o teste dos resíduos ajustados foi utilizado na complementação dessas análises para identiicar as associações entre as categorias. O nível de signiicância adotado foi de 5% (p≤0,05).
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Discurso de fisioterapeutas acerca da comunicação com sujeitos com encefalopatia crônica não progressiva.

Discurso de fisioterapeutas acerca da comunicação com sujeitos com encefalopatia crônica não progressiva.

A relevância da comunicação na relação do tera- peuta com o sujeito em tratamento foi ressaltada por todos os fisioterapeutas entrevistados neste estudo, sobretudo nos casos que demandam a modalidade não verbal. Essa visão está em concordância com o que afirma Mesquita acerca da importância dos sinais não verbais na atuação de profissionais cujos focos são o corpo e o movimento. O fato de os fisioterapeutas entrevistados conseguirem efetivar a comunicação não verbal com os sujeitos com ECNP comprova o que o estudo de Campos e Santos encontraram ao afirmarem que os profissionais con- seguem perceber o que essas pessoas estão sentindo durante a realização da terapia, mesmo na condição de paralisia cerebral grave, com ausência de oraliza- ção de linguagem.
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REFLEXÕES ACERCA DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA EM REDES DE COOPERAÇÃO

REFLEXÕES ACERCA DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA EM REDES DE COOPERAÇÃO

Este ensaio teórico, que teve como objetivo analisar a relação entre comunicação organizacional, estratégias para formação de redes e redes de cooperação, apresentou uma visão geral acerca dessas definições. A partir das perspectivas teóricas, é possível diagnosticar que os assuntos estão interligados, de forma que a comunicação é um requisito muito importante para a formação de redes de cooperação, sendo parte das ferramentas de gestão. É evidente que existe o sistema informacional tradicional (emissores e receptores) em todas as organizações, entretanto, no caso de redes o estudo da comunicação é um assunto próspero e necessário, uma vez que o processo de comunicação é inerente. Também é importante avaliar de que forma essa comunicação exerce um papel estratégico nas organizações.
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Narrativas e experiências acerca da loucura: uma reflexão de profissionais de comunicação.

Narrativas e experiências acerca da loucura: uma reflexão de profissionais de comunicação.

A proposta foi refletir sobre as narrativas e experiências dos profissionais de Comunicação acerca da loucura. Optou- se pelo Construcionismo Social como abordagem metodológica da pesquisa por permitir captar o sentido da loucura. Foram entrevistados 14 profissionais de comunicação de Salvador, Bahia, Brasil: cinco jornalistas de quatro jornais; cinco jornalistas de quatro emissoras de televisão, e quatro profissionais de radiodifusão de quatro emissoras de rádio (rádio AM e FM). As visões sobre a loucura surgidas nas narrativas assumem três dimensões: concepções sobre a loucura; experiências e vivências com a loucura; e relação mídia e loucura. As narrativas produzidas constituem uma tomada de posição diante de uma experiência vivida, a qual interfere nas práticas sociais, como, por exemplo, a atuação na mídia.
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A Comunicação Preliminar entre Breuer e Freud: uma tradução comentada.

A Comunicação Preliminar entre Breuer e Freud: uma tradução comentada.

conhecido pelo subtítulo, “Comunicação Preliminar” – vem à luz em meio a uma investigação: ele não representa o primeiro passo de um estudo a ser realizado, como comprova a repetida evocação das origens do próprio trabalho, menos ainda o encerramento de uma pesquisa. Embora anunciem que seus estudos apenas tornaram mais próxima a compreensão do mecanismo da histeria, Breuer e Freud não evitam definições abrangentes como “o histérico sofre predominantemente de reminiscências”, por exemplo. Para reproduzir a região intermediária a partir da qual os dois médicos se pronunciam era necessário dar valor às oscilações que se manifestam no texto, mantendo abertas as lacunas e contradições internas que tornam o texto vivo e pleno de interesse.
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A produção científica acerca da comunicação em enfermagem.

A produção científica acerca da comunicação em enfermagem.

De maneira geral, pode-se observar que houve o emprego de diferentes tipo metodológicos, utilizando­ os em sua maior ou menor abrangência, em trabalhos de maior ou menor complexidade. em-se a ressaltar que, a maior utilização de trabalhos exploratórios, des­ critivo quantitativos e de reflexão teórica refletem a incipiência do conhecimento na área de comunicação. Esses achados parecem concordar com o de NEVES (1982) e MENDES & TREVISAN (1983) em trabalhos acerca da utilização de metodologias de pesquisa em Enfermagem.

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Comunicação não-verbal: reflexões acerca da linguagem corporal

Comunicação não-verbal: reflexões acerca da linguagem corporal

Como podemos observar, a linguagem do corpo diz muitas coisas tanto para nós quanto para aqueles que nos rodeiam. O corpo é, antes de tudo, um centro de informações e, segundo GAIARSA 7 “aquilo que de mim eu menos conheço é o meu principal veículo de comunicação”. Este mesmo autor sugere que um “observador atento consegue ver no outro quase tudo aquilo que o outro está escondendo - conscientemente ou não. Assim tudo aquilo que não é dito pela palavra pode ser encontrado no tom de voz, na expressão do rosto, na forma do gesto ou na atitude do indivíduo”.

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LINGUAGEM E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES ACERCA DAS NOVAS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO.

LINGUAGEM E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES ACERCA DAS NOVAS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO.

A questão originária deste ensaio é compreender até que ponto duas afirmações sobre o tempo presente, com repercussões no campo da educação, podem ser levadas a termo sem um questionamento filosófico. A primeira, de que a revolução tecnológica por meio da internet, na compulsão de transformação (HEIDEGGER, 2008a) de novos dispositivos de comunicação em conjunto com as tecnologias biológicas, produziu uma nova configuração do ser humano. Essa situação tornou-se a base para narrativas pós- humanistas que, ao incorporar a conceituação da cibernética, afirmam que o ser humano se transformou em um ciborg. A segunda, de que essa revolução tecnológica deve ser fundamento e horizonte da educação na atualidade, na condição de estar atualizada segundo a linguagem e a compreensão de mundo das novas gerações, que são, por excelência, tecnológicas. Concordamos com Rüdiger (2008) de que a “sociedade passa hoje por um processo de maquinação, a nossa era é cada vez mais tecnocientífica: isso ninguém negará” (RÜDIGER, 2008, p. 13).
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Direito autoral e comunicação científica: discussões acerca do open access.

Direito autoral e comunicação científica: discussões acerca do open access.

Comunicação Científica refere-se ao intercâmbio de informação e conhecimento en- tre cientistas, envolvendo ainda todas as questões relacionadas com a produção do conheciment[r]

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Dever e coerção : uma investigação acerca do dever no caso do Homem dos Ratos e Freud

Dever e coerção : uma investigação acerca do dever no caso do Homem dos Ratos e Freud

Na neurose obsessiva há uma certa falta de clareza se o que está sendo submetido ao recalque é um representante libidinoso ou hostil. Isso ocorre, pois há uma regressão na qual um anseio sádico substituiu um amoroso de maneira que o impulso submetido ao recalque seria o hostil. A ambivalência surge devido a esses dois impulsos que passam a ocupar o mesmo lugar. Segundo Freud (1915, EPSI, vol. I, p.185) “esse impulso hostil contra uma pessoa amada é que está sendo submetido ao recalque.” Para que o recalque aconteça há uma retirada de energia, um desinvestimento objetal a partir da formação reativa, de forma a intensificar o oposto, o que era odiado passa a ser amado (inversão de conteúdo, amor e ódio). Se essa ambivalência permitiu inicialmente a ação do recalque é a partir dela que há o retorno do recalcado, de maneira que o sucesso do recalque não se sustenta. Dessa forma, a representação é substituída por deslocamento por uma outra menos relevante, sem que esse deslocamento seja suficiente para inviabilizar à restauração dessa representação sem muitas dificuldades. Essa frágil manutenção da representação fora da consciência acarreta uma paralização. “Assim, o trabalho de recalque da neurose obsessiva resulta numa luta sem êxito nem fim.” Por sua vez “o afeto desaparecido retorna transformado em medo social (sozialen Angst), em medo da própria consciência moral e na forma de uma repreensão impiedosa” (Freud, 1915, EPSI, vol. I, p. 185-186).
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Physis  vol.26 número4

Physis vol.26 número4

Assim, há que se considerar a possibilidade de que tal achado indique que os aspectos culturais e socioeconômicos influenciam a comunicação. Nesse contexto, o baixo nível de compreensão, interferência da doença, o estado emocional e o receio de perguntas não podem justificar que o direito do paciente quanto às informações seja tolhido, sendo dever do profissional reconhecer o direito do paciente de saber seu prognóstico, diagnóstico e tratamento de maneira clara e verdadeira (ZABOLI; SARTORIO, 2006). Ademais, o não conhecimento acerca de doença pode levar os pacientes a não se comprometerem com o tratamento (OLIVEIRA et al., 2006; TADDEO et al., 2012).
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PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO PSICOSSOCIAL DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO (PAPSE) DA SEDUCAM: OS DESAFIOS ACERCA DO ABSENTEÍSMO DOCENTE

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO PSICOSSOCIAL DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO (PAPSE) DA SEDUCAM: OS DESAFIOS ACERCA DO ABSENTEÍSMO DOCENTE

[...] conversando e mostrando e fazendo reuniões que semanais ou mensais e trazendo gerentes pra mais próximos uns dos outros a gente conseguiu melhorar muito essa comunicação e isso melhorou muito apesar a preocupação em relação a entrega do nosso produto aqui do DGP que seria em cada gerência, a aposentadoria bem realizada, a lotação feita a contento do servidor de acordo com a necessidade da secretaria, a folha de pagamento sem muitos erros e a gerência de valorização do servidor ali da GERVS com todas as suas atividades de relação social a partir do setor psicossocial, as atividades valoriza RH elas são muito mais bem aceitas, a parte do atendimento do servidor quando vem procurar ali algum procedimento tipo de admissão, seja PS, seja efetivo acho que a gente... essa proximidade entre as gerencia ela melhorou muito o nosso produto final (D1. Entrevista realizada em julho de 2017).
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 apêndice A

apêndice A

P33 - Na SpPM existe uma má comunicação acerca das questões da saúde e segurança no trabalho que nos possam afetar.[r]

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CULTURA, ARTE E COMUNICAÇÃO

CULTURA, ARTE E COMUNICAÇÃO

abstrato, puramente teórico, pois a consciência do ser (on- tologia) é produzida na história e na prática social: “não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, pelo contrário, é o seu ser social que determina a sua consciência” (Marx, 2008, p. 47). Isto é, trata-se da ontologia do ser social, categoria fundante do pensamento marxista. Ela procura estudar o homem em sua relação histórica e transformadora com a natureza. Compreende que o ser social, ao transformar a natureza, transforma a si mesmo; isto é, trata-se do papel criador do sujeito em sua relação produtora com o objeto, relação mediada pelo trabalho (ou práxis). De acordo com o pensador húngaro György Lukács, a ontologia marxista é uma abordagem particular do ser social; ela é considerada o conceito central da reflexão filosófica acerca da problemática do trabalho como elemento fundamental na explicação do homem e do processo social. Tomando em consideração a noção de totalidade social e histórica, é possível compreender o processo pelo qual os homens, na atividade de produção e reprodução de sua existência social – complexa relação entre natureza e sociabilidade –, constroem novas possibilidades a cada momento, em que indivíduo e gênero se completariam na busca de uma ética orientada pelas mediações estabelecidas pelo mundo do trabalho.
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De pequenino se torce o pepino : processos de mediação entre as experiências de infância e as relações de casal

De pequenino se torce o pepino : processos de mediação entre as experiências de infância e as relações de casal

Hazan e Zeifman (1999) elaboraram as razões pelas quais as relações amorosas devem ser vistas como relações de vinculação: contacto físico – Freud foi um dos primeiros a escrever acerca das semelhanças na intimidade física que caracterizam os pares mãe-filho e os amantes: tal como os prestadores de cuidados e as crianças, também os parceiros sexuais passam muito tempo (pelo menos inicialmente) em actividades que envolvem o contacto físico, tal como as carícias e os beijos; selecção de figuras de vinculação – quando estamos a falar da escolha de um parceiro a longo prazo, características como a responsividade e a competência são muito valorizadas pelos adultos de ambos os sexos, características essas que também estão presentes na escolha das figuras de vinculação na infância; reacções à separação e à perda – a cadeia de reacções que Bowlby observou nas crianças quando eram separadas dos prestadores de cuidados: protesto, desespero e distanciamento, é a mesma que se observa entre parceiros românticos, quer a separação seja definitiva (como no caso da morte de um conjugue) quer seja breve; efeitos na saúde física e psicológica – embora os adultos estejam claramente menos dependentes que as crianças das figuras de vinculação para sobreviverem, têm benefícios a nível de saúde caso possuam esses vínculos, e ficam mais susceptíveis a uma vasta gama de males físicos e psicológicos (doenças, funcionamento imunitário deficitário, acidentes, abuso de substâncias, suicídio) quando os perdem.
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O agreste virtual: as postagens sobre a novela “Tieta” no perfil oficial do Canal Viva no Facebook

O agreste virtual: as postagens sobre a novela “Tieta” no perfil oficial do Canal Viva no Facebook

à posição da mulher numa sociedade patriarcal e conquistando novos espaços não mais limitados ao ambiente familiar. À frente do seu tempo e em oposição ao seu meio, Tieta envolvia-se inclusive na política de uma cidade claramente marcada pelo conservadorismo e pelo patriarcalismo (COELHO et al., 2014, 128-131). Outras personagens da trama como Tonha (interpretada por Yoná Magalhães), a apagada mulher do pastor Zé Esteves (vivido por Sebastião Vasconcelos), foram recriadas de maneira exuberante na telenovela e reforçaram a empatia do público. A novela também inseriu fatos e situações que não existiam na obra original de Jorge Amado, como os mistérios da “mulher de branco” e da “caixa branca de Perpétua”, que marcaram o imaginário da população brasileira (BESSA, 1990, 67-68). Os textos que acompanham as postagens de imagens e vídeos sobre a novela no perfil oficial do Canal Viva no Facebook estimulam o público a assumir um papel mais ativo, manifestando opiniões e trocando informações. Enquanto, na maioria dos posts, o perfil do canal o faz se posicionando acerca das ações dos personagens (80%), em outros ele estimula explicitamente o debate (10%). Esse público pode repassar e disseminar informação, conferindo uma visibilidade maior para as mensagens circuladas. A proximidade que o administrador do perfil oficial do canal constrói com o público a partir dos textos dá-se, no caso de “Tieta”, de múltiplas formas: o uso de linguagem coloquial e emojis que se aproximam das formas de comunicação dos seguidores, a reprodução das falas dos personagens, o estímulo ao debate sobre temas controversos e a mobilização de outras plataformas para ampliar a experiência do telespectador com a novela, como o site do canal e os serviços de streaming.
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Open Como se fossem insetos : África e ideologia no cinema contemporâneo

Open Como se fossem insetos : África e ideologia no cinema contemporâneo

O fato é que aquela pe squisa produziu um “efeito colateral” inesperado. Por sua causa, me vi quase que forçado a discutir a questão dos estereótipos acerca do continente africano alardeados nos meios de comunicação, e que grassam também no meio acadêmico (que supostamente deveria estar isento de determinismos baseados em preconceitos). Cada apresentação em encontros acadêmicos era necessariamente seguida por várias expressões de admiração dos ouvintes em relação a tais “maravilhas” – as informações divulgadas pela pesquisa – referentes à África, que a maioria sequer tinha ouvido falar: “Literatura na África?” “Construções monumentais?” “Estado nunca colonizado por europeus?”. E a cada vez eram necessários argumentos a favor de uma concepção não reducionista da África. Tendo em vista que apenas muitíssimo recentemente, como dito, medidas legais vieram tornar obrigatória a inserção de história da África nas instituições de ensino de nosso país, os veículos midiáticos, e em especial o cinema, têm sido, ao longo das décadas, o principal difusor de conhecimento sobre o continente africano para a população em geral. Esse fato é plenamente compreensível quando consideramos a condição de recepção permanente de imagens e sons midiáticos a que a sociedade humana se habituou a estar exposta no decorrer do século XX, tal qual resumido por Todd żitlin: “A plenitude icônica é a condição contemporânea, e é tida como lìquida e certa” (żITLIN, 2003, p. 25), e ainda mais sucintamente por Guy Debord no título de sua obra mais famosa: vivemos em uma Sociedade do espetáculo, saturada de todo tipo de experiência estética. A essa constatação somou-se a percepção de que a África é objeto de um discurso específico no cinema, em que determinados temas e tropos são repetidos exaustivamente, denunciando alguma espécie de intencionalidade por parte de seus realizadores. Assim, era necessário afirmar, vez após vez, que a África não é apenas isso que os filmes mostram...
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O Ano Europeu do Desenvolvimento 2015 : uma visão interna da DEVCO

O Ano Europeu do Desenvolvimento 2015 : uma visão interna da DEVCO

Esta Comunicação, ao remeter para esta experiência, bem como para o Ano Europeu para o Desenvolvimento e os seus objetivos, é, portanto, acerca da agenda da União Europeia para as políticas de Desenvolvimento e Cooperação que têm em vista a erradicação da pobreza prevista nos Objetivos do Milénio, a promoção da democracia, do Estado de direito, da boa governança, e do respeito pelos Direitos Humanos, num contexto de desenvolvimento sustentável e no quadro dos Programas da Comissão Europeia geridos pela DG EuropeAid– DEVCO - Direção Geral para a Cooperação e Desenvolvimento Internacional.
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Evolução e aplicação da tecnologia da informação e comunicação, os impactos ambientais e a sustentabilidade / Evolution and application of information and communication technology, environmental impacts and sustainability

Evolução e aplicação da tecnologia da informação e comunicação, os impactos ambientais e a sustentabilidade / Evolution and application of information and communication technology, environmental impacts and sustainability

Os dados obtidos e analisados indicaram que (n=9;12.38%) que as pesquisas acerca desse tema ainda são incipientes em tratar a sensibilidade ambiental e o uso da TI/TIC como fator de impacto. Na pesquisa realizada por Ko, M, Clarck e Ko, D. (2011), os dados indicaram que as empresas estão participando do “esforço verde”. Mas há uma oposição a essa adesão, e ela foi constatada no estudo efetuado por Alves, Cogo e Santos (2013). Nele, os autores concluiram que os gestores de microempresas de assistência técnica, ainda não possuem sensibilidade ambiental em relação a destinação e disposição final de REEE’s.
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