Top PDF Análise de vibrações em pisos mistos aço/concreto

Análise de vibrações em pisos mistos aço/concreto

Análise de vibrações em pisos mistos aço/concreto

Neste trabalho, sistemas de piso misto aço/concreto, modelados com a utilização de um programa computacional em elementos finitos, são submetidos a uma análise dinâmica ao atuarem sobre eles carregamentos correspondentes a atividades rítmicas. Utilizaram- se elementos de placa para simular a laje de concreto e elementos de barra tridimensionais para as vigas de aço, garantindo a interação total entre os mesmos. Outra análise foi realizada utilizando-se um modelo simplificado, onde o sistema de piso foi reduzido a um sistema com um grau de liberdade, obtendo-se as respostas máximas para carregamentos harmônicos. Considerações sobre limites aceitáveis de aceleração de pisos sugeridos por normas técnicas são apresentadas, sendo também avaliados os níveis de aceleração obtidos numericamente no piso misto.
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Análise numérica de vibrações em sistemas de piso misto de aço e concreto e avaliação de desempenho considerando o conforto humano

Análise numérica de vibrações em sistemas de piso misto de aço e concreto e avaliação de desempenho considerando o conforto humano

Os resultados obtidos ao longo deste trabalho demonstraram que os sistemas de piso misto de aço e concreto analisados atendem às prescrições da ABNT NBR 8800:2008, apresentando frequências de vibração ligeiramente acima dos valores mínimos especificados. No entanto, quando submetidos às ações dinâmicas induzidas pelo caminhar humano, os sistemas de piso analisados apresentam amplitudes de acelerações superiores aos limites estabelecidos por normas e guias de projeto internacionais (BACHMANN et al. 1987; ISO/DIS 10137 2007; AISC/CISC Design Guide 11 (MURRAY et. al 2003); SCI Publication P354 (SMITH et al 2009) e BS 6472 1992). Estes resultados indicam que os limites de conforto humano podem ser ultrapassados na maioria dos casos investigados ao longo desta Dissertação, ou seja, podem-se produzir vibrações indesejáveis aos usuários, o que, em última análise, representaria o não atendimento de uma condição limite de serviço.
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PROPOSTA DE UM AMORTECEDOR PARA ATENUACÃO DE VIBRAÇÕES EM PISOS DE CONCRETO: ANÁLISE NUMÉRICA E EXPERIMENTAL JORGE ELIÉCER CAMPUZANO CARMONA TESE DE DOUTORADO ESTRUTURAS E CONSTRUÇÃO CIVIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL

PROPOSTA DE UM AMORTECEDOR PARA ATENUACÃO DE VIBRAÇÕES EM PISOS DE CONCRETO: ANÁLISE NUMÉRICA E EXPERIMENTAL JORGE ELIÉCER CAMPUZANO CARMONA TESE DE DOUTORADO ESTRUTURAS E CONSTRUÇÃO CIVIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL

Lamb (2011), projetou um AMS para ser aplicado em um modelo de piso misto, que apresentava problemas de vibrações, causando desconforto aos usuários. O sistema de piso misto consiste em uma telha de aço galvanizado de 3 polegadas de profundidade, e uma camada de concreto de 3 polegadas na parte superior da laje. A resistência a compressão do concreto era de fc´=3 ksi, típico de escritórios de trabalho. O modelo é suportado por quatro perfis de aço como se mostra na Figura 2.13. Nos ensaios experimentais foram obtidas as três primeiras frequências naturais, de 4,6; 12,3 e 17,9 Hz respectivamente. O AMS projetado nessa estrutura consiste em duas vigas em balanço com massa concentradas nas pontas de 200 libras, e sintonizado em uma frequência de 4,5 Hz, próxima da primeira frequência do piso. A posição ideal para a colocação do AMS é onde a amplitude do primeiro modo de vibração é um máximo (positivo ou negativo) que, para o caso do modelo estudado, foi na metade da viga W16x26 mostrada na Figura 2.13. A seção transversal do AMS se mostra na Figura 2.14. Uma análise espectral indicou que com a implementação do AMS no piso a amplitude da frequência para o primeiro modo de vibração foi reduzida em 24,7 dB na frequência de 4,5 Hz o que significou em uma redução no valor do primeiro pico em um fator de 17.
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Análise experimental de vibrações em sistemas de piso misto de aço e concreto e avaliação de desempenho considerando o conforto humano

Análise experimental de vibrações em sistemas de piso misto de aço e concreto e avaliação de desempenho considerando o conforto humano

Por se tratar de um elemento biapoiado, o acelerômetro foi posicionado no centro do vão de uma das duas vigas longitudinais, como pode ser visto nas Figuras 4-4 e 4-5, de modo a medir as amplitudes máximas da aceleração para a frequência fundamental da estrutura. Pode ser observado na Figura 4-6 que o acelerômetro foi instalado na alma da viga e que seu eixo y foi adotado como o eixo principal, medindo as vibrações verticais da estrutura. Tal artifício foi utilizado com o objetivo de simplificar os vários graus de liberdade da estrutura em somente um, estudando assim somente o efeito das vibrações verticais da estrutura. Como visto anteriormente, grande parte dos esforços produzidos pelo caminhar humano pode ser decomposto em uma ação vertical, induzindo principalmente acelerações nesta direção, quando comparado com os esforços horizontais.
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Análise paramétrica de vibrações em pavimentos de concreto armado

Análise paramétrica de vibrações em pavimentos de concreto armado

Os ELS dizem respeito aos requisitos de desempenho de uma estrutura em pleno funcionamento com carregamentos comuns ao seu cotidiano. Dentre eles estão o ELS das deformações, sejam estas em caráter global da edificação ou localizados, as aberturas de fissuras e as vibrações. As deformações estão intimamente ligadas ao aparecimento de fissuras em elementos não estruturais como alvenarias ou divisórias, ao desconforto visual e ao mau funcionamento da estrutura frente a sua ocupação. A abertura de fissuras se relaciona também com o desconforto visual, mas com o agravante de prejudicar a durabilidade da estrutura, uma vez que o concreto tem entre suas funções a de proteger a armadura em seu interior dos agentes externos. Por fim, o ELS de vibrações excessivas tem um caráter dinâmico, estando ligado ao desconforto dos usuários que ocupam a estrutura e ao desempenho desta em casos especiais.
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Estudo do conforto humano em pisos mistos (aço-concreto).

Estudo do conforto humano em pisos mistos (aço-concreto).

A crescente competitividade do mercado da enge- nharia civil tem induzido projetistas de estruturas a de- senvolverem sistemas estruturais compostos por peças mais leves e com menor custo final. A conseqüência dire- ta dessa filosofia de projeto foi o aumento considerável dos problemas de vibrações em pisos. Assim sendo, o principal objetivo desse trabalho é o de desenvolver uma metodologia de análise para avaliação do conforto huma- no em pisos de edificações, com base em modelos de carregamento representativos do caminhar das pessoas. Os modelos estruturais foram compostos por pisos mis- tos com vão variando de 5,0m a 10,0m. Um estudo para- métrico extenso foi desenvolvido e os resultados, com base nos valores das acelerações de pico, foram compa- rados com valores-limites propostos por diversos auto- res e normas de projeto. Os resultados encontrados indi- caram que a ação do caminhar das pessoas pode vir a gerar níveis elevados de vibração sobre os pisos, não satisfazendo os critérios de conforto humano.
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ANÁLISE DA LIGAÇÃO COM FILME TERMO ATIVADO OU FORMULAÇÃO EPÓXI DO REFORÇO À FLEXÃO DE PRFC EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO COM VARIAÇÃO DE TEMPERATURA UTILIZANDO CONFIABILIDADE ESTRUTURAL

ANÁLISE DA LIGAÇÃO COM FILME TERMO ATIVADO OU FORMULAÇÃO EPÓXI DO REFORÇO À FLEXÃO DE PRFC EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO COM VARIAÇÃO DE TEMPERATURA UTILIZANDO CONFIABILIDADE ESTRUTURAL

Segundo Callister (2000), a fusão do polímero cristalino corresponde à transformação de um material sólido, tendo uma estrutura ordenada de cadeias moleculares alinhadas, para um líquido viscoso. Em baixas temperaturas, os átomos vibram com amplitudes pequenas e de modo relativamente independente entre si. Consequentemente, um grande número de ligações secundárias ou não-covalentes se forma entre cadeias adjacentes. Com o aumento da temperatura, entretanto, as vibrações crescem em magnitude e eventualmente se tornam coordenadas até o grau em que movimentos translacionais da cadeia são produzidos, os quais envolvem muitos átomos da cadeia em temperaturas elevadas. Na temperatura de fusão, estes movimentos de cadeia se tornam suficientemente enérgicos para cortar grande número de ligações secundárias, e produzindo uma estrutura molecular altamente desordenada (ASKELAND, 1990).
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Análise teórico-experimental de pisos mistos de pequena altura

Análise teórico-experimental de pisos mistos de pequena altura

que na flexão, a laje se comporta como uma seção de concreto armado com uma força de tração atuando em seu centróide. Os autores argumentaram que a forma de aço se comporta de maneira diferente daquela observada quando se incorpora barras de aço, pois a forma de aço é ligada somente em uma superfície e é livre para deslizar na outra superfície. Por conseguinte, a geometria da forma tem um grande efeito sobre a resistência ao cisalhamento. Os pesquisadores também desenvolveram a equação 2.5 para prever a resistência máxima ao momento fletor com base em uma área transformada, dividindo a força de tração da forma para cada uma das partes da forma (T1 e T3) e para a parte lateral da nervura (T2), separadamente. Este método resulta em três forças de tração com seus respectivos braços de alavanca, y1, y2 e y3, como mostrado na Figura 2.13. Este desenvolvimento é particularmente vantajoso para predizer o desempenho de uma forma recém criada sem ter que realizar dispendiosos testes em grande escala.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Análise numérica de sólidos axissimétricos via MEF : aplicação em elementos de concreto, de aço e mistos de aço e concreto.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Análise numérica de sólidos axissimétricos via MEF : aplicação em elementos de concreto, de aço e mistos de aço e concreto.

Para realizar o estudo de estacas carregadas lateralmente Rogêdo (1970) desenvolveu um modelo formado por elementos finitos axissimétricos de seção transversal triangular. Nesta análise o solo não resiste aos esforços de tração, levando –se em conta somente os esforços de compressão. É importante ressaltar que o material da estaca, seja concreto, aço ou madeira, foi considerado como homogêneo, elástico, linear e isotrópico. Além disso, o módulo de elasticidade e o coeficiente de Poisson foram estimados nas direções horizontais e verticais.
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Modelos para análise de pilares mistos pelo método dos elementos finitos

Modelos para análise de pilares mistos pelo método dos elementos finitos

O estudo numérico realizado neste trabalho procura expor e discutir os aspectos envolvidos na modelagem de pilares mistos pelo Método dos Elementos Finitos, incluindo itens relativos aos modelos constitutivos dos materiais, suas propriedades e características. As alternativas oferecidas pelo software comercial utilizado para realizar o estudo desejado, algumas limitações do mesmo neste aspecto, além das dificuldades de modelagem encontradas durante a pesquisa, são enfatizadas ao longo do trabalho. Busca-se ainda a representação do comportamento de pilares mistos aço-concreto parcialmente revestidos submetidos à flexo-compressão, assim como contribuir para um desenvolvimento ainda maior deste tipo de construção mista no Brasil. Outros modelos de elementos finitos são também desenvolvidos e analisados, como os de pilares mistos aço-concreto parcialmente revestidos submetidos à compressão ou à tração pura (este último, apenas para conclusões sobre os problemas numéricos), e de um pilar misto aço-concreto preenchido, de seção circular, submetido à compressão pura. A validação dos modelos desenvolvidos, realizada através da comparação dos resultados numéricos obtidos com as normas NBR 14323 (1999) e AISC-LRFD (1999), pode resultar em redução de custos considerável, relativos a ensaios experimentais.
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Análise mecânica de pilares mistos bambu-concreto.

Análise mecânica de pilares mistos bambu-concreto.

Considerando o exposto no parágrafo anterior, pode-se associar os colmos de bambu aos pilares utilizados nas es- truturas de madeira. No sudeste asiático é bastante comum a utilização de colmos de bambu para a construção de anda- imes em edifícios que podem ultrapassar 20 m de altura, nos quais os pilares são constituídos por um ou mais colmos de bambu (Yu et al., 2003). Ao se analisar pilares mistos de aço- concreto, onde tubos de aço são preenchidos com concreto, verifica-se a possibilidade de associação dos colmos de bambu aos tubos de aço, desde que os diafragmas sejam extraídos. O presente trabalho foi realizado com o objetivo de ava- liar as características mecânicas de pilares de bambu para serem empregados em pequenas construções rurais. Aqui se apresentam os resultados de uma investigação teórico-expe- rimental sobre a utilização de colmos de bambu Dendroca- lamus giganteus como pilares; para tanto, 18 pilares de bam- bu foram ensaiados à compressão centrada e metade dos pilares teve seus colmos preenchidos com concreto; enfim,
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Estudo de pilares de concreto armado e pilares mistos de aço e concreto totalmente revestidos

Estudo de pilares de concreto armado e pilares mistos de aço e concreto totalmente revestidos

O propósito deste trabalho é o desenvolvimento e implementação de um procedimento numérico unificado voltado para a análise de pilares de aço, de concreto armado e mistos de aço e concreto totalmente revestidos. Para esta finalidade, foi desenvolvido um procedimento computacional para a determinação da carga última em pilares de concreto, pilares de aço e pilares mistos de aço e concreto, a partir do Método Geral adotado pela ABNT NBR 6118:2007. O procedimento tem por base um processo iterativo a partir de integrações numéricas sucessivas das curvaturas ao longo do pilar, obtidas através da determinação da relação momento-curvatura da seção transversal pelo método de Newton-Raphson, com base em um modelo discreto de fibras, que permite a consideração de seções transversais genéricas. Vários resultados numéricos e experimentais são utilizados em comparações com o programa para verificação da eficácia do procedimento implementado.
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Análise de vigas mistas de aço e concreto pertencentesa pisos de baixa altura em situação de incêndio: ênfase à influência dos modelos constitutivos do concreto.

Análise de vigas mistas de aço e concreto pertencentesa pisos de baixa altura em situação de incêndio: ênfase à influência dos modelos constitutivos do concreto.

Em meados do século XIX, os elementos estruturais formados a partir da associação do aço e do concreto começaram a ser utiliza- dos em resposta à proteção ao fogo e à corrosão que o concreto, quando associado ao aço, conferia a estrutura (Ramos [1]). Hoje, as estruturas mistas de aço e concreto têm grande importância e reconhecimento, pois resulta em sistema estrutural que conse- gue aproveitar as vantagens de ambos os materiais de maneira eiciente. Nesse contexto, destacam-se os pisos mistos de aço e concreto de baixa altura, também conhecidos como slim loor, conforme ilustrado na igura 1. Essa solução construtiva consiste na incorporação de parte do peril metálico na laje de concreto, di- minuindo a altura da viga e aumentando a altura útil do pavimento. A incorporação parcial do peril na laje garante revestimento à viga metálica, tornando o sistema slim loor uma boa solução também no que diz respeito ao projeto de estruturas em situação de incên- dio, dispensando em alguns casos revestimentos contra o fogo. Para o estudo mais apurado desses casos, além de ensaios em fornos, são utilizadas análises numéricas, que levam em conta o elemento estrutural completo com todos os seus parâmetros, via- bilizando análises mais detalhadas dos elementos estruturais de interesse, no que diz respeito a tensões, deformações e tempera- turas, simulando de maneira suicientemente precisa as condições desejadas de uma dada estrutura em situação de incêndio. Como grande parte da seção estudada é constituída de concreto, se optou pelo uso do pacote computacional DIANA, o qual tem sido amplamente utilizado na modelagem de estruturas de concre- to armado em razão de seus complexos modelos constitutivos, os quais consideram inclusive a propagação de issuras.
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Bases do dimensionamento de pilares mistos de aço e concreto segundo o projeto de revisão da NBR 8800.

Bases do dimensionamento de pilares mistos de aço e concreto segundo o projeto de revisão da NBR 8800.

A norma européia EN 1994-1-1:2004 apresenta um método simplificado para o dimensionamento de pilares mistos de aço e concreto, pelo qual se obtém o di- agrama de interação da força axial de compressão e do momento-fletor resis- tentes da seção, considerando uma dis- tribuição plástica das tensões, com as imperfeições ao longo do pilar tratadas como excentricidades proporcionais ao comprimento destravado da peça. Na verificação de pilares submetidos exclu- sivamente à compressão axial, por sim- plicidade, as curvas de dimensionamen- to de pilares de aço são adotadas. Essa norma apresenta, também, um outro mé- todo de dimensionamento, chamado método geral, com base no princípio da compatibilidade de deformações, onde uma distribuição linear de deformações juntamente com as relações tensão-de- formação dos materiais são considera- das. O método geral pode ser utilizado para análise de seções assimétricas ou varáveis ao longo do comprimento do pilar, permitindo a utilização de métodos avançados de análise que, em geral, exi- gem implementação computacional, como os apresentados por Caldas (2004). Segundo Oehlers e Bradford (1995), o método simplificado para verifica- ção dos pilares flexo-comprimidos da EN 1994-1-1:2004 tem por base o método desenvolvido por Roik e Bergmann (1989), onde pontos do diagrama de in- teração da força axial e momento-fletor resistentes são obtidos a partir de uma distribuição plástica das tensões.
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Análise do comportamento de um conector de cisalhamento em chapa dentada para sistemas de pisos mistos com pré-laje de concreto

Análise do comportamento de um conector de cisalhamento em chapa dentada para sistemas de pisos mistos com pré-laje de concreto

O conector Perfobond consiste basicamente em uma chapa plana de aço perfurada, soldada sobre a mesa superior da viga de aço (FIG. 1.5a). O concreto que passa através dos furos forma pinos virtuais dentro da peça, com dois planos de corte, que proporcionam resistência ao cisalhamento na direção horizontal e evitam que a laje de concreto se separe verticalmente da viga metálica, caracterizando o chamado efeito de pino. Assim, não há necessidade de uma cabeça de ancoragem, como ocorre com os conectores stud (FIG. 1.3). A rigidez da conexão é maior do que a proporcionada pelo stud, praticamente eliminando o deslizamento e a fissuração do concreto para cargas de serviço.
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Análise estrutural de vigas treliçadas de aço com mesa de concreto

Análise estrutural de vigas treliçadas de aço com mesa de concreto

Denomina-se sistema misto aço-concreto àquele no qual um perfil de aço (laminado, soldado ou formado a frio) trabalha em conjunto com o concreto (geralmente armado), formando um pilar misto, uma viga mista, uma laje mista ou uma ligação mista. A interação entre o concreto e o perfil de aço pode se dar por meios mecânicos (conectores, mossas, ressaltos, etc), por atrito (no caso de fôrmas de aço com cantos reentrantes) ou, em alguns casos, por simples aderência e repartição de cargas (como em pilares mistos sujeitos apenas a forças normais de compressão). Uma estrutura mista é formada por um conjunto de sistemas mistos e é normalmente empregada na construção de edifícios e pontes, Cbca (2010).
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Dimensionamento de pisos mistos em situação de incêndio com proteção apenas das vigas principais

Dimensionamento de pisos mistos em situação de incêndio com proteção apenas das vigas principais

Nos edifícios de estrutura metálica, tem sido prática comum projetar os pisos com vigas mistas e lajes mistas (lajes de concreto com fôrma de aço incorporada). No dimensionamento em situação de incêndio, geralmente usam-se procedimentos tradicionais de cálculo, pelos quais as lajes têm apenas a função de conduzir a carga vertical para as vigas, que por sua vez ficam com a responsabilidade final de transmitir tal carga para os pilares. Isto significa que lajes e vigas são dimensionadas isoladamente, ignorando-se uma resistência adicional que poderia ser proporcionada pela interação entre esses dois elementos. Como conseqüência, na maioria das vezes, torna-se necessário recobrir os perfis de aço de todas as vigas mistas por material de proteção térmica e a colocação de armadura positiva adicional na laje na direção das nervuras e situada no interior das mesmas.
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PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE NUMÉRICA DE SÓLIDOS AXISSIMÉTRICOS VIA MEF: APLICAÇÃO EM ELEMENTOS DE CONCRETO, DE AÇO E MISTOS DE AÇO E CONCRETO

PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE NUMÉRICA DE SÓLIDOS AXISSIMÉTRICOS VIA MEF: APLICAÇÃO EM ELEMENTOS DE CONCRETO, DE AÇO E MISTOS DE AÇO E CONCRETO

O Método dos Elementos Finitos pode contribuir de forma eficiente para o cálculo de tensões, deformações e deslocamentos em estruturas tais como: tubulações de água e gás, minerodutos, estacas de aço e/ou concreto, risers flexíveis, pilares de concreto e/ou aço, reservatórios, tubulões de concreto, entre outros. Estas estruturas são denominadas axissimétricas e são caracterizadas por uma seção transversal que contém um eixo de revolução, conforme exemplo indicado na Figura 1.1. Um dos primeiros estudos em que se utilizou a aplicação dos elementos finitos em estruturas axissimétricas foi realizado por Percy et al. (1965), os quais empregaram o método dos elementos finitos para determinar a solução de problemas em corpos de revolução sujeitos a cargas simétricas e assimétricas.
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Estudo da aderência entre aço e concreto em pilares tubulares mistos preenchidos: uma análise experimental e computacional

Estudo da aderência entre aço e concreto em pilares tubulares mistos preenchidos: uma análise experimental e computacional

Desde 1824, com o patenteamento do cimento Portland, que o concreto vem recebendo incrementos em sua resistência. Em 1931 a norma brasileira sugeria que os concretos destinados às obras civis registrassem resistência à compressão aos 28 dias de fck maior que 12 MPa. Na década de 40 a resistência utilizada era de aproximadamente de 16 MPa e em meados de 1990 o fck médio dos concretos eram de 25 MPa. A partir de 2000 surgem concretos da ordem de 40 a 50 MPa, chamados de concreto de alto desempenho (CAD) ou concretos de alta resistência (CAR). Esses recebem aditivos para melhora de diversas características, como aumento na resistência mecânica, trabalhabilidade, teor de ar incorporado, baixa permeabilidade e altos módulos de elasticidade. Assim o CAD sofre baixas deformações, reduzindo os valores de deformações lentas, devido a carregamentos de longa duração. Podem ter alta resistência inicial, diminuindo o tempo de cura e agilizando a desfôrma das peças estruturais.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Análise numérica de pilares mistos aço-concreto.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Análise numérica de pilares mistos aço-concreto.

Muitas pesquisas com intuito de estudar o comportamento e resistência de seções transversais mistas tem sido conduzidas. Alguns pesquisadores, como Roik e Bergmann (1990), propuseram métodos simplificados para análise de seções mistas retangulares sob flexão composta oblíqua. Normas como o Eurocode 4 (1994) propõem métodos simplificados baseados em análise rígido-plástica, nem sempre aplicável a todas as seções. Porém, a grande variabilidade de seções transversais mistas, podendo ser assimétricas, na forma ou carregamento, e a necessidade de uma análise mais realista, como, por exemplo, obter respostas das estruturas em serviço, torna necessário o desenvolvimento de metodologias mais condizentes com o comportamento destas seções. Algumas pesquisas com esse intuito foram desenvolvidas e vários métodos para obtenção das superfícies de interação têm sido propostos. Pode-se citar, por exemplo, os trabalhos de Chen et al. (2001), utilizando o método iterativo quasi-Newton e de Sfakianakis (2002) que utilizou um modelo computacional gráfico baseado no modelo de fibras.
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